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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Levítico 25.1-27.34

Leitura do dia 04/02.

Na postagem anterior, vimos o Senhor ordenar que os sacerdotes valorizassem as ofertas, que Israel comemorasse Suas festas, anualmente, no tempo apropriado, que o povo levasse o óleo para as lâmpadas e o pão fosse comido em lugar santo. Também vimos um homem blasfemar o Nome do Senhor e ser apedrejado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/levitico-221-2423.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Levítico, seu último capítulo.

O Senhor fala do ano sabático. A terra seria cultivada durante seis anos. No sétimo ano, descansaria. Comeriam o que a terra produziria espontaneamente.

Depois do ano sabático, vem o ano do jubileu. Era uma época maravilhosa. De júbilo. Contariam sete vezes sete anos. Um total de quarenta e nove anos. O quinquagésimo ano era o ano do jubileu. No dia da Expiação a trombeta tocaria alta e longamente.

Neste ano, as dívidas eram perdoadas. As terras eram devolvidas. Os escravos israelitas voltavam à liberdade.

Toda propriedade era vendida pelo tempo de jubileu. Se fosse no ano do jubileu, seria vendida por cinquenta anos. A cada ano que passava, era vendida pelo número de anos que ainda restava para o próximo jubileu. Assim acontecia também com o escravo.

No ano do jubileu, a propriedade era devolvida ao legítimo dono.

O Senhor ordena que o temor ao Seu nome seja mostrado no tratamento com as pessoas. Ninguém tirando vantagem de ninguém.

Se quisessem viver seguros na terra que o Senhor estava lhes entregando, bastava que seguissem Seus decretos e obedecessem Seus estatutos.

Talvez eles ficassem preocupados e perguntassem como comeriam no sétimo ano. A resposta era simples e maravilhosa, o Senhor os abençoaria de tal modo, que no sexto ano a colheita seria tão farta que duraria três anos. No nono ano, ainda estariam comendo a colheita do sexto ano.

Se alguém vendesse uma casa dentro de uma cidade murada teria um ano para resgatá-la. Se não o fizesse, a casa pertenceria definitivamente ao comprador. Mas se a casa fosse uma propriedade rural, podia ser resgatada a qualquer momento ou devolvida no ano do jubileu.

Se alguém empobrecesse, deveriam mostrar o temor do Senhor ajudando esta pessoa. Tal qual ajudavam o estrangeiro ou o residente temporário. Por causa do temor do Senhor, não receberiam lucro em nenhuma negociação com essa pessoa.

Se a pessoa empobrecesse a ponto de se tornar escrava, seria tratada como empregado. Serviria apenas até o ano do jubileu. Quando ela, e seus filhos seriam livres. O temor do Senhor seria mostrado através do tratamento dispensado a essa pessoa.

Se o estrangeiro comprasse um israelita, no ano do jubileu também teria que deixá-lo livre.

O levita sempre poderia resgatar sua propriedade, mesmo sendo em cidade murada. 

O Senhor fala que se Israel O obedecesse, tudo lhe iria bem. A terra daria sua semente. A chuva cairia no tempo certo. Os inimigos e as doenças ficariam longe.

Se não O obedecessem, as consequências seriam trágicas. Cada vez ficaria pior, pois o Senhor os trataria duramente a fim de se arrependerem. 

A vida deles seria muito difícil. A terra não daria sua semente. A chuva não cairia. Os inimigos e as doenças os atacariam. Na verdade, um pavor os atacaria que fugiriam sem que ninguém os perseguisse. Comeriam e não se fartariam. Nada estaria bem. Até que, arrependidos, confessassem seus pecados e voltassem para o Senhor.

Ah, e se a terra não descansasse seus sábados, seriam expulsos dela para que pudesse descansar.

O Senhor se importa com as pessoas, os animais e a natureza. Tudo foi Ele quem criou. Com amor.

O Senhor também os instrui com relação aos votos e aos dízimos. 

O que fosse entregue ao Senhor através de voto, não podia ser trocado. Se quisessem resgatar, pagariam o valor avaliado pelo sacerdote, mais o quinto.

A décima parte dos produtos da terra pertence ao Senhor e devia ser consagrada a Ele.

Estes são os mandamentos que o Senhor deu aos israelitas através de Moisés, no monte Sinai.

O livro de Levítico termina aqui. 

Amanhã nossa leitura será no livro de Números. Do capítulo um ao três.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Êxodo 17.1-7

Leitura do dia 20/01.

Na postagem anterior, vimos o Senhor enviando o maná do céu para o povo de Israel. O maná deveria ser colhido diariamente, de acordo com a necessidade de cada família. Como dever ser hoje com Sua palavra. Precisamos nos alimentar dEle, diariamente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo dezessete de Êxodo, do versículo um ao versículo sete.

O Senhor ordenou a Moisés que Israel partisse do deserto de Sim.

Andaram de um lugar para o outro. Mas lembre-se, foi ordem do Senhor. Por fim, acamparam-se em Refidim. Ali não havia água.

O povo havia visto o Senhor abrir as águas do Mar Vermelho, transformar águas amargas em águas boas para beber. Viram codornizes cobrir seu acampamento. E pão cair do céu diariamente.

Também experimentaram chegar a um oásis com fartura de água e sombra. Doze fontes de águas em um só lugar e setenta palmeiras. Setenta!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-1522-27.html

Agora, chegam a um lugar onde não há água. Não clamam ao Senhor. Queixam-se contra Moisés e contra o Senhor. Exigem que Moisés lhes dê água. Moisés, não o Senhor.

Como será que você e eu reagiríamos a essa situação? Clamaríamos ao Senhor ou murmuraríamos, como eles?

Moisés perguntou o motivo de estarem brigando com ele e porque estavam colocando o Senhor à prova.

Essa atitude de Moisés sempre me admira. Não tomou as dores para si. Não se sentiu culpado. Não era. Não se descabelou. Havia feito o que o Senhor lhe ordenada. Andado por onde o Senhor mandara. Agora, nada de água. Não era sua culpa. Alguma coisa o Senhor faria.

O povo não conseguiu reconhecer que deveriam orar ao invés de murmurar. E foram além. Perguntaram a Moisés porque os tirara do Egito. Queria matar todos de sede? Era essa sua intenção?

Tão cedo esqueceram o que o Senhor fizera por eles e, não podendo culpar ao Senhor, culparam Seu servo. Esqueceram das promessas e maravilhas do Senhor.

Moisés sabiamente clamou. Não ficou “batendo boca”. Não adiantaria absolutamente nada. Queria soluções. Onde encontrar? No Senhor. Em seu clamor perguntou-Lhe o que deveria fazer, informando-O de que estava a ponto de ser apedrejado.

O Senhor orientou Moisés. Ordenou-lhe que passasse à frente do povo. Que levasse sua vara. A mesma vara que havia usado para bater nas águas do Nilo, quando foram transformadas em sangue. Mas não passaria à frente só. Precisava chamar alguns dos líderes de Israel para acompanhá-lo.

Já reparou que há momentos em que caminhamos sozinhos pelo deserto e outros que precisamos de pessoas ao nosso lado?

O Senhor lhe disse ainda que se colocaria diante de Moisés sobre a rocha no Monte Sinai. Não adianta apenas a companhia de outro, precisamos de Sua companhia, Diante de nós.

Moisés bateria na rocha e água jorraria da rocha para o povo beber.

Na presença dos líderes de Israel, Moisés fez conforme o Senhor lhe ordenara. A água jorrou da rocha e saciou o povo.

Ele chamou aquele lugar de Massá e Meribá, que significam respectivamente “prova” e “contenda”. Ali o povo contendeu com Moisés e pôs o Senhor à prova, questionando se Ele estava ou não no meio deles.

Muitas vezes olho para o povo de Israel e penso como podiam duvidar de Sua presença! Mas quantas vezes fazemos isso também?

Vemos milagres e maravilhas em nossa caminhada, então, somos levados pelo Senhor a um lugar sem água e, ao invés de recordar o que Ele fez poderosamente no passado, reclamamos, murmuramos, nos queixamos e exigimos água. Não pedimos, não oramos, não reconhecemos Sua presença e Seu grande poder em nossas vidas. Duvidamos de que esteja conosco.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que nossas mentes possam estar voltadas para o que Ele nos fez e nos faz diariamente.

“Como é amargo recordar meu sofrimento e meu desamparo! Lembro-me sempre destes dias terríveis enquanto lamento minha perda. Ainda ouso, porém, ter esperança quando me recordo disto: ‘O amor do Senhor não tem fim! Suas misericórdias são inesgotáveis. Grande é Sua fidelidade; Suas misericórdias se renovam a cada manhã’. Digo a mim mesmo: ‘O Senhor é minha porção; por isso, esperarei nEle’!”

Continuamos na próxima postagem. Até já.