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domingo, 7 de julho de 2019

Provérbios 13.1-15.33

Leitura do dia 02/07.

Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.

Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!

Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.

Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?

Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.

Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?

“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6

Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.

E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.

Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.

Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.

E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.

Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.

Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.

A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.

O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.

E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.

E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.

Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.

Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.

Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?

Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.

E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.

Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.

E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.

E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.

E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.

Quantos conselhos completamente atuais e necessários!

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

Salmos 125.1-126.5

Leitura do dia 24/06.

Na postagem anterior, vimos os peregrinos caminhando para Jerusalém. Em suas canções cantam clamando ao Senhor. Pedem socorro. Estão cansados. Pedem proteção para a cidade amada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1201-1248.html

Agora, continuamos a caminhar pelos salmos dos peregrinos. Apenas os Salmos cento e vinte e cinco e cento e vinte e seis. Dois Salmos muito conhecidos e amados por todos nós.

No Salmo cento e vinte e cinco, o salmista canta que todos que confiam no Senhor não serão abalados. Como o monte Sião, que está em Jerusalém. Permanecerão para sempre.

Também canta que, assim como os montes estão ao redor de Jerusalém, o Senhor está em volta de Seu povo. Sempre.

É impossível ir a Jerusalém e não lembrar esse cântico. Sim, o monte de Sião continua lá. Sim, os montes estão em volta de toda Jerusalém. E, sim, o Senhor está ao nosso redor. Nos protegendo. O tempo todo. Sempre. Como nos prometeu.

O salmista deseja que os perversos não governem na terra dos justos. Para que os justos não sejam tentados a fazer o mal. Como o poder tem afastado os homens do Senhor! Quantos, infelizmente, têm caído em tentação. Como é tentador fazer o mal para se dar bem.

Ele clama que o Senhor faça o bem aos que são bons, que tem o coração sincero. E que expulse os que andam por caminhos tortuosos, longe do Senhor. Que sejam levados para longe. E que Israel tenha paz.

O Salmo cento e vinte e seis é um dos meus preferidos. Não sei você, eu já fui escrava. Ele se apresentou a mim. A verdade. E me libertou (João 8.32). Então, posso cantar com o salmista. Pode cantar conosco?

Quando o Senhor trouxe os exilados de volta a Sião, foi como um sonho. Ah, era até difícil acreditar. Estávamos livres. Em nossa própria terra. Nossa boca se encheu de sorriso. Ríamos à toa. Estávamos livres. Cantamos de tanta alegria. Quando aconteceu com Israel foi assim. Conosco também.

As nações em volta diziam que o Senhor havia feito grandes coisas. Eles concordaram. Nós concordamos. Sim, grandes coisas o Senhor fez por nós. Por isso estamos alegres. Ele nos libertou. Estamos livres. Não somos mais escravos. O pecado não nos domina mais. Todos podem ver que algo maravilhoso aconteceu.

Que o Senhor continue trabalhando em nós. Que nos restaure como os riachos revigoram o deserto.
Esse versículo teve um novo significado para mim depois que fui a Israel. Quando chove em Jerusalém, que é no alto, a água vai escorrendo. Descendo. Criando riachos. Revigorando o deserto. Dando vida por onde passa.

Que o Senhor faça desta forma conosco. Que Suas águas nos revigorem!

Assim, mesmo semeando com lágrimas, porque a semeadura é difícil e cansativa, colheremos com gritos de alegria. Podemos até chorar enquanto lançamos as sementes. Mas cantaremos quando voltarmos com a colheita. O Senhor nos abençoará.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 6 de maio de 2017

Conhecendo o Verdadeiro para discernir o falso

“Então, se alguém vos anunciar: ‘Vede, aqui está o Cristo!’ ou “Ei-lo ali!” Não acrediteis. Pois se levantarão falsos cristos e falsos profetas e apresentarão grandes milagres e prodígios para, se possível, iludir até mesmo os eleitos. Vede que Eu o preanunciei a vós! Portanto, se vos disserem: ‘Eis que Ele está no deserto!’ – não saias. Ou ainda: ‘Ele está ali mesmo, nos cômodos de uma casa!’ – não acrediteis. Pois, da mesma maneira como o relâmpago parte do oriente e brilha até no ocidente, assim também se dará a vinda do Filho do homem.” – Mateus 24.23-27

Essa noite, outro sonho.

Eu olhava e à minha frente havia uma estátua. Amedrontadora. Era feita basicamente de, acredito, um ferro retorcido, mas levava vários materiais em sua construção. De várias cores. Como se fosse remendada. Como se várias mãos a tivessem feito, com diferentes gostos, materiais e em tempos diversos. Era bem alta. Não parecia vestir uma roupa. O próprio material da sua construção era sua vestimenta. De repente, começou a criar vida. Aos poucos. As pessoas olhavam admiradas. Espantadas. Alguém perguntou se ele era Jesus. Ele disse que sim. Uma voz grave, pavorosa.

Uma outra estátua surgiu. Um homem loiro, muito bonito. Cabelo comprido. A primeira estátua viva, desmentiu que ele fosse Jesus e apontou para essa nova estátua, afirmando que aquele sim era Jesus. Quando os olhos de todos voltaram para ele, foi tomando vida. À medida que as pessoas seguiam essa estátua, sempre acompanhada da primeira, ela ia ficando cada vez mais bonita e maior. Ela encantava a todos com sua beleza. Era como as descrições que fazemos de “um deus grego”. Entrou em uma espécie de vitrine para que todos a admirassem. Foi quando reparei que sua roupa era como as roupas de um “verdadeiro deus grego”. As pessoas estavam apaixonadas por ele, totalmente encantadas.

Me aproximei e comecei a dizer às pessoas que aquele não era Jesus. Que eu conhecia aquela estátua viva. E não era Jesus. Eu conhecia Jesus.

Ele saiu da vitrine. Muitos o seguiam. Ele ficou enorme. Foi para um lugar a céu aberto. E me desafiou. Queria que eu dissesse a ele porque acreditava que ele não era Jesus.

Olhei para o céu e comecei a descrever o Senhor Jesus, tal como à Sua descrição em Apocalipse 1.12-18. À medida em que O descrevia, fui tomada pelo conhecimento de Sua pessoa, e tudo em mim O adorava.

Não tomei mais conhecimento daquela estátua viva que dizia ser Jesus. Eu olhava para o céu. De repente o céu começou a se abrir, raios, trovões, clarões e algo indescritível começou a acontecer nas nuvens. Sabia que veria o Senhor a qualquer momento. Mas então, acordei.

Jesus nos alertou sobre os falsos cristos. Para que o engano aconteça, é necessário que seja parecido com o original. Precisamos conhecer o original para que saibamos reconhecer o falso. Quando queremos saber se uma nota é falsa, estudamos a verdadeira. Tocamos nela. Sentimos sua espessura. Percebemos detalhes. Então, quando uma falsa nos é apresentada, sabemos que está faltando algo. Ou a espessura é diferente. Ou falta a marca dágua ou algum detalhe.

Vamos prosseguir conhecendo o Senhor, para que nada, nem ninguém venha nos enganar. Aqueles que O conhecem, conhecem Sua voz.

Não se deixe enganar por um Jesus que muitas vezes tem sido criado, moldado ao bel prazer das pessoas, tentando agradar e encantar a todos. Esse não é o verdadeiro Senhor. É apenas um senhor que tem sido criado para satisfazer aos desejos egoístas e idólatras do homem, centrado nele mesmo. Que não deseja renunciar nada para seguir o verdadeiro Senhor Jesus.

Há apenas Um que merece honra e louvor. O Senhor, que morreu por nós. E que ressuscitou dentre os mortos. Àquele que está assentado á destra do Pai e intercede por nós. Só Ele.

“Eles proclamavam em alta voz: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber a plenitude do poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” – Apocalipse 5.12