Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
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domingo, 30 de junho de 2019
Salmos 145.1-146.10
Leitura do dia 27/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos Davi pedir proteção ao Senhor. Clamar por socorro. Sentir que suas forças estavam se esvaindo. Ele oferece ao Senhor sua oração, como um incenso agradável. Levanta suas mãos em oração, como a oferta da tarde. Reconhece que, quando está abatido, só o Senhor sabe o caminho que deve seguir. Louva por estar sendo treinado para a guerra. O Senhor é seu aliado. Seu aliado infalível.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1401-14312.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1441-15.html
Hoje, caminharemos a partir do Salmo cento e quarenta e cinco. Até o Salmo cento e cinquenta.
Na primeira postagem, iremos até o Salmo cento e quarenta e seis.
No Salmo cento e quarenta e cinco, Davi exalta o Senhor, seu Deus e Rei. Louvará Seu nome eternamente. Todos os dias.
O Senhor é grande. Impossível medir Sua grandeza. É digno de louvor. Cada geração deve contar a seus filhos sobre Suas obras. Proclamar Seu poder.
Davi meditará em Seu majestoso e glorioso esplendor. Meditará em Suas maravilhas. Todos falarão de Seus notáveis feitos. Como não falar? Como não contar a história de Sua imensa bondade? Anunciará Sua grandeza. E todos cantarão Sua justiça.
O Senhor é misericordioso. Compassivo. Demora muito para se irar. Ao contrário do que muitos pensam. Não, Ele não é aquele velho ranzinza sentado em eterno tédio, pronto para disparar Sua correção. É cheio de amor. É bom para todos. Derrama Sua misericórdia sobre toda Sua criação.
Todas as Suas obras Lhe renderão graças. Seus fiéis O louvarão. Falarão da glória de Seu reino. Proclamarão Seu poder. Anunciarão Seus feitos poderosos, a majestade e glória de Seu reino.
Seu reino eterno.
O Senhor governa por todas as gerações. Sempre cumpre Suas promessas. É bondoso em tudo que faz. Ajuda os que caíram. Levanta os que estão encurvados sob o peso de seus fardos. Ah, sim, Ele é o que nos chama para o descanso. Ele é o próprio descanso.
“Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso”. – Mateus 11.28
Os olhos de todos estão voltados para Ele. Com esperança. Ele provê o alimento e satisfaz o anseio de todos os seres vivos. É justo em tudo que faz. Tudo. Cheio de bondade. E está perto de todos que O invocam com sinceridade. E responde. Concede os desejos dos que O temem. Ouve seus clamores. E os livra. Protege todos que O amam. Mas destrói os perversos.
Davi louvará o Senhor e conclama a todos na terra. Para que louvem Seu santo nome. Eternamente.
No Salmo cento e quarenta e seis, o salmista louva o Senhor. Ordena que todo seu ser O louve. Ele o louvará enquanto viver. Até Seu último suspiro cantará ao Senhor.
Canta que não confiemos nos poderosos. Não encontraremos salvação neles. São meros mortais. Tal como nós.
Os que são felizes são os que colocam Sua esperança no Senhor. Os que têm o Deus de Jacó como auxílio. Ele é confiável. Fez os céus, a terra e o mar. Fez tudo que há neles. Ele cumpre Suas promessas. Faz justiça aos oprimidos. Alimenta os famintos. Liberta os prisioneiros. Abre os olhos dos cegos. Levanta os abatidos. Ama os justos. Protege os estrangeiros. Cuida dos órfãos e das viúvas. Frustra os planos dos perversos.
O Senhor reinará para sempre. Será Deus para Sião, através das gerações.
Que o Senhor, nosso Deus maravilhoso, que se importa com todos, seja grandemente louvado. Sim, que tudo em nós O louve.
Louvado seja nosso Amado Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos Davi pedir proteção ao Senhor. Clamar por socorro. Sentir que suas forças estavam se esvaindo. Ele oferece ao Senhor sua oração, como um incenso agradável. Levanta suas mãos em oração, como a oferta da tarde. Reconhece que, quando está abatido, só o Senhor sabe o caminho que deve seguir. Louva por estar sendo treinado para a guerra. O Senhor é seu aliado. Seu aliado infalível.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1401-14312.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1441-15.html
Hoje, caminharemos a partir do Salmo cento e quarenta e cinco. Até o Salmo cento e cinquenta.
Na primeira postagem, iremos até o Salmo cento e quarenta e seis.
No Salmo cento e quarenta e cinco, Davi exalta o Senhor, seu Deus e Rei. Louvará Seu nome eternamente. Todos os dias.
O Senhor é grande. Impossível medir Sua grandeza. É digno de louvor. Cada geração deve contar a seus filhos sobre Suas obras. Proclamar Seu poder.
Davi meditará em Seu majestoso e glorioso esplendor. Meditará em Suas maravilhas. Todos falarão de Seus notáveis feitos. Como não falar? Como não contar a história de Sua imensa bondade? Anunciará Sua grandeza. E todos cantarão Sua justiça.
O Senhor é misericordioso. Compassivo. Demora muito para se irar. Ao contrário do que muitos pensam. Não, Ele não é aquele velho ranzinza sentado em eterno tédio, pronto para disparar Sua correção. É cheio de amor. É bom para todos. Derrama Sua misericórdia sobre toda Sua criação.
Todas as Suas obras Lhe renderão graças. Seus fiéis O louvarão. Falarão da glória de Seu reino. Proclamarão Seu poder. Anunciarão Seus feitos poderosos, a majestade e glória de Seu reino.
Seu reino eterno.
O Senhor governa por todas as gerações. Sempre cumpre Suas promessas. É bondoso em tudo que faz. Ajuda os que caíram. Levanta os que estão encurvados sob o peso de seus fardos. Ah, sim, Ele é o que nos chama para o descanso. Ele é o próprio descanso.
“Venham a Mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso”. – Mateus 11.28
Os olhos de todos estão voltados para Ele. Com esperança. Ele provê o alimento e satisfaz o anseio de todos os seres vivos. É justo em tudo que faz. Tudo. Cheio de bondade. E está perto de todos que O invocam com sinceridade. E responde. Concede os desejos dos que O temem. Ouve seus clamores. E os livra. Protege todos que O amam. Mas destrói os perversos.
Davi louvará o Senhor e conclama a todos na terra. Para que louvem Seu santo nome. Eternamente.
No Salmo cento e quarenta e seis, o salmista louva o Senhor. Ordena que todo seu ser O louve. Ele o louvará enquanto viver. Até Seu último suspiro cantará ao Senhor.
Canta que não confiemos nos poderosos. Não encontraremos salvação neles. São meros mortais. Tal como nós.
Os que são felizes são os que colocam Sua esperança no Senhor. Os que têm o Deus de Jacó como auxílio. Ele é confiável. Fez os céus, a terra e o mar. Fez tudo que há neles. Ele cumpre Suas promessas. Faz justiça aos oprimidos. Alimenta os famintos. Liberta os prisioneiros. Abre os olhos dos cegos. Levanta os abatidos. Ama os justos. Protege os estrangeiros. Cuida dos órfãos e das viúvas. Frustra os planos dos perversos.
O Senhor reinará para sempre. Será Deus para Sião, através das gerações.
Que o Senhor, nosso Deus maravilhoso, que se importa com todos, seja grandemente louvado. Sim, que tudo em nós O louve.
Louvado seja nosso Amado Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 28 de junho de 2019
Salmos 125.1-126.5
Leitura do dia 24/06.
Na postagem anterior, vimos os peregrinos caminhando para Jerusalém. Em suas canções cantam clamando ao Senhor. Pedem socorro. Estão cansados. Pedem proteção para a cidade amada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1201-1248.html
Agora, continuamos a caminhar pelos salmos dos peregrinos. Apenas os Salmos cento e vinte e cinco e cento e vinte e seis. Dois Salmos muito conhecidos e amados por todos nós.
No Salmo cento e vinte e cinco, o salmista canta que todos que confiam no Senhor não serão abalados. Como o monte Sião, que está em Jerusalém. Permanecerão para sempre.
Também canta que, assim como os montes estão ao redor de Jerusalém, o Senhor está em volta de Seu povo. Sempre.
É impossível ir a Jerusalém e não lembrar esse cântico. Sim, o monte de Sião continua lá. Sim, os montes estão em volta de toda Jerusalém. E, sim, o Senhor está ao nosso redor. Nos protegendo. O tempo todo. Sempre. Como nos prometeu.
O salmista deseja que os perversos não governem na terra dos justos. Para que os justos não sejam tentados a fazer o mal. Como o poder tem afastado os homens do Senhor! Quantos, infelizmente, têm caído em tentação. Como é tentador fazer o mal para se dar bem.
Ele clama que o Senhor faça o bem aos que são bons, que tem o coração sincero. E que expulse os que andam por caminhos tortuosos, longe do Senhor. Que sejam levados para longe. E que Israel tenha paz.
O Salmo cento e vinte e seis é um dos meus preferidos. Não sei você, eu já fui escrava. Ele se apresentou a mim. A verdade. E me libertou (João 8.32). Então, posso cantar com o salmista. Pode cantar conosco?
Quando o Senhor trouxe os exilados de volta a Sião, foi como um sonho. Ah, era até difícil acreditar. Estávamos livres. Em nossa própria terra. Nossa boca se encheu de sorriso. Ríamos à toa. Estávamos livres. Cantamos de tanta alegria. Quando aconteceu com Israel foi assim. Conosco também.
As nações em volta diziam que o Senhor havia feito grandes coisas. Eles concordaram. Nós concordamos. Sim, grandes coisas o Senhor fez por nós. Por isso estamos alegres. Ele nos libertou. Estamos livres. Não somos mais escravos. O pecado não nos domina mais. Todos podem ver que algo maravilhoso aconteceu.
Que o Senhor continue trabalhando em nós. Que nos restaure como os riachos revigoram o deserto.
Esse versículo teve um novo significado para mim depois que fui a Israel. Quando chove em Jerusalém, que é no alto, a água vai escorrendo. Descendo. Criando riachos. Revigorando o deserto. Dando vida por onde passa.
Que o Senhor faça desta forma conosco. Que Suas águas nos revigorem!
Assim, mesmo semeando com lágrimas, porque a semeadura é difícil e cansativa, colheremos com gritos de alegria. Podemos até chorar enquanto lançamos as sementes. Mas cantaremos quando voltarmos com a colheita. O Senhor nos abençoará.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos os peregrinos caminhando para Jerusalém. Em suas canções cantam clamando ao Senhor. Pedem socorro. Estão cansados. Pedem proteção para a cidade amada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1201-1248.html
Agora, continuamos a caminhar pelos salmos dos peregrinos. Apenas os Salmos cento e vinte e cinco e cento e vinte e seis. Dois Salmos muito conhecidos e amados por todos nós.
No Salmo cento e vinte e cinco, o salmista canta que todos que confiam no Senhor não serão abalados. Como o monte Sião, que está em Jerusalém. Permanecerão para sempre.
Também canta que, assim como os montes estão ao redor de Jerusalém, o Senhor está em volta de Seu povo. Sempre.
É impossível ir a Jerusalém e não lembrar esse cântico. Sim, o monte de Sião continua lá. Sim, os montes estão em volta de toda Jerusalém. E, sim, o Senhor está ao nosso redor. Nos protegendo. O tempo todo. Sempre. Como nos prometeu.
O salmista deseja que os perversos não governem na terra dos justos. Para que os justos não sejam tentados a fazer o mal. Como o poder tem afastado os homens do Senhor! Quantos, infelizmente, têm caído em tentação. Como é tentador fazer o mal para se dar bem.
Ele clama que o Senhor faça o bem aos que são bons, que tem o coração sincero. E que expulse os que andam por caminhos tortuosos, longe do Senhor. Que sejam levados para longe. E que Israel tenha paz.
O Salmo cento e vinte e seis é um dos meus preferidos. Não sei você, eu já fui escrava. Ele se apresentou a mim. A verdade. E me libertou (João 8.32). Então, posso cantar com o salmista. Pode cantar conosco?
Quando o Senhor trouxe os exilados de volta a Sião, foi como um sonho. Ah, era até difícil acreditar. Estávamos livres. Em nossa própria terra. Nossa boca se encheu de sorriso. Ríamos à toa. Estávamos livres. Cantamos de tanta alegria. Quando aconteceu com Israel foi assim. Conosco também.
As nações em volta diziam que o Senhor havia feito grandes coisas. Eles concordaram. Nós concordamos. Sim, grandes coisas o Senhor fez por nós. Por isso estamos alegres. Ele nos libertou. Estamos livres. Não somos mais escravos. O pecado não nos domina mais. Todos podem ver que algo maravilhoso aconteceu.
Que o Senhor continue trabalhando em nós. Que nos restaure como os riachos revigoram o deserto.
Esse versículo teve um novo significado para mim depois que fui a Israel. Quando chove em Jerusalém, que é no alto, a água vai escorrendo. Descendo. Criando riachos. Revigorando o deserto. Dando vida por onde passa.
Que o Senhor faça desta forma conosco. Que Suas águas nos revigorem!
Assim, mesmo semeando com lágrimas, porque a semeadura é difícil e cansativa, colheremos com gritos de alegria. Podemos até chorar enquanto lançamos as sementes. Mas cantaremos quando voltarmos com a colheita. O Senhor nos abençoará.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 3 de junho de 2019
Salmos 31.1-34.22
Leitura do dia 02/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos que o Senhor é nossa luz e nossa salvação. Não devemos temer.
Davi faz um pedido. Quer morar na casa do Senhor para contemplar Sua beleza e meditar nEle. Também vimos seu clamor ao Senhor e seu louvor por saber que o Senhor responde. Ele conclama a todos que honrem o Senhor. Sua voz é majestosa. Todos Seus fieis devem cantar a Ele. Ele é o que transforma nosso pranto em dança e nos veste de alegria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-271-3012.html
Hoje, caminharemos através das páginas dos Salmos trinta e um até o Salmo trinta e quatro.
No Salmo trinta e um Davi afirma ao Senhor que se refugia nEle. Pede para não ser envergonhado. Para ser salvo por causa da justiça do Senhor. Que seja para ele como uma rocha de proteção, a fortaleza onde estará seguro. Ao terminar de pedir, afirma que o Senhor é sua rocha e fortaleza. Pede que o guie e conduza. Por causa do Seu nome. Só no Senhor encontra proteção. Seu coração está angustiado, ainda assim, é no Senhor que confia. É ao Senhor que diz: “Tu és meu Deus.” Sabe que seu futuro está em Suas mãos.
Após expressar toda sua angústia, Davi louva o Senhor. Ele mostrou as maravilhas de Seu amor e o manteve a salvo, ainda que estivesse em uma cidade cercada de inimigos. Havia gritado desesperado e o Senhor ouviu e respondeu. Que todos que Lhe são fieis, O amem. E mais, que todos aqueles que colocam sua esperança no Senhor, sejam fortes e corajosos. As lutas são presentes, mas o socorro também. Ele não nos abandona.
No Salmo trinta e dois, Davi fala da felicidade maravilhosa que tem aquele que foi perdoado, que teve seu pecado coberto. Sim, é muito feliz aquele a quem o Senhor não culpa mais. Que pode contemplar seu rosto no espelho e ter paz.
Ele lembra que enquanto ficou calado, recusando-se a confessar seu pecado, seu corpo definhou. Gemia o dia todo. Sentia o peso da mão do Senhor sobre ele. Sua força evaporou. Como água no calor do verão. Então, finalmente caiu em si. Resolveu confessar todos os seus pecados. Não escondeu mais sua culpa. E sabe o que aconteceu? Foi perdoado. Como não ser feliz? Nós, os perdoados, deveríamos andar pela rua saltitando de alegria.
Ele chama a todos que forem fieis para orar ao Senhor. Enquanto há tempo. Antes que venha a inundação.
Reconhece que o Senhor é seu esconderijo. Ele o guarda da aflição e o cerca de cânticos de vitória.
Davi afirma que o Senhor mesmo fala que irá guiar o fiel pelo melhor caminho. Dando conselhos e cuidando.
Que não sejamos como o cavalo ou a mula, que, sem entendimento, precisam de freios e rédeas para ser controlados. Se confiamos no Senhor, Ele nos guia. Mansamente. Que O obedeçamos alegremente.
No Salmo trinta e três Davi nos chama a celebrar o Senhor. O louvor é apropriado aos que são íntegros. Que toquemos músicas com habilidade. Que cantemos com alegria. Sua Palavra é verdadeira. Podemos confiar em tudo que Ele faz. Que maravilha. Não precisamos ficar desconfiados dEle.
Seu amor enche toda a terra. Basta olharmos em volta. Os céus, o mar. Que toda a terra O tema. A nação que tem o Senhor como Deus é muito feliz!
Não é maravilhoso saber que Ele formou nossos corações e por isso nos entende? Ele entende nossas emoções, mesmo quando estão um verdadeiro turbilhão. Até mesmo quando nós não entendemos.
Davi lembra que nada pode salvar, nem mesmo um rei ou um guerreiro, ainda que esteja com seu cavalo de guerra. Só o Senhor que livra da morte, atento aos que esperam por Seu amor.
Que, como Davi, cantemos que Seu amor nos cerque, porque só temos esperança nEle. Em mais nada. Em mais ninguém.
No Salmo trinta e quatro Davi declara que louvará o Senhor em todo o tempo. Seus lábios sempre O louvarão. Não apenas nos dias bons. Louvará sempre. Que juntos, O louvemos.
Os que olham para o Senhor ficarão radiantes. Em seus rostos não haverá sombra de decepção. Mesmo nas lutas, podemos ter os rostos radiantes. Rostos de quem confia no Senhor. Podemos provar e ver que Ele é bom. Sim, por mais que tenhamos lutas, quem nEle se refugia, é feliz!
Davi nos instrui a temer o Senhor. Quem O teme tem tudo que precisa. Mesmo que muitas vezes achemos que não.
E, como gosta de perguntas, pergunta quem deseja ter uma vida longa e próspera. Sabe que todos desejam, então nos ensina o que fazer. Colocar um freio em nossas bocas para não falar maldades, nem mentiras. Nos afastarmos do mal e praticar o bem. Buscarmos a paz e esforçarmo-nos para mantê-la.
O Senhor olha para os justos. Escuta seu clamor. No entanto, volta Seu rosto contra os que praticam o mal.
O Senhor está perto de todos que tem um coração quebrantado. Resgata os de espírito oprimido. Livra o justo de suas muitas dificuldades. E os protege. Os que nEle se refugiam não serão condenados.
A Palavra do Senhor, diferente do que muitos acreditam, fala que passaremos por dificuldades. Por muitas dificuldades. Precisamos estar preparados para enfrentá-las. E, podemos estar certo de que o Senhor as passará conosco. Nos livrará. Nos protegerá. E nos dará, a Seu tempo, a vitória. Que nossos olhos estejam fitos nEle. Que nossos corações estejam firmados em Seu nome.
Palavras de Jesus: "Eu lhes falei tudo isso para que tenham paz em mim. Aqui no mundo vocês terão aflições, mas animem-se, pois Eu venci o mundo". - João 16.33
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete;
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem vimos que o Senhor é nossa luz e nossa salvação. Não devemos temer.
Davi faz um pedido. Quer morar na casa do Senhor para contemplar Sua beleza e meditar nEle. Também vimos seu clamor ao Senhor e seu louvor por saber que o Senhor responde. Ele conclama a todos que honrem o Senhor. Sua voz é majestosa. Todos Seus fieis devem cantar a Ele. Ele é o que transforma nosso pranto em dança e nos veste de alegria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-271-3012.html
Hoje, caminharemos através das páginas dos Salmos trinta e um até o Salmo trinta e quatro.
No Salmo trinta e um Davi afirma ao Senhor que se refugia nEle. Pede para não ser envergonhado. Para ser salvo por causa da justiça do Senhor. Que seja para ele como uma rocha de proteção, a fortaleza onde estará seguro. Ao terminar de pedir, afirma que o Senhor é sua rocha e fortaleza. Pede que o guie e conduza. Por causa do Seu nome. Só no Senhor encontra proteção. Seu coração está angustiado, ainda assim, é no Senhor que confia. É ao Senhor que diz: “Tu és meu Deus.” Sabe que seu futuro está em Suas mãos.
Após expressar toda sua angústia, Davi louva o Senhor. Ele mostrou as maravilhas de Seu amor e o manteve a salvo, ainda que estivesse em uma cidade cercada de inimigos. Havia gritado desesperado e o Senhor ouviu e respondeu. Que todos que Lhe são fieis, O amem. E mais, que todos aqueles que colocam sua esperança no Senhor, sejam fortes e corajosos. As lutas são presentes, mas o socorro também. Ele não nos abandona.
No Salmo trinta e dois, Davi fala da felicidade maravilhosa que tem aquele que foi perdoado, que teve seu pecado coberto. Sim, é muito feliz aquele a quem o Senhor não culpa mais. Que pode contemplar seu rosto no espelho e ter paz.
Ele lembra que enquanto ficou calado, recusando-se a confessar seu pecado, seu corpo definhou. Gemia o dia todo. Sentia o peso da mão do Senhor sobre ele. Sua força evaporou. Como água no calor do verão. Então, finalmente caiu em si. Resolveu confessar todos os seus pecados. Não escondeu mais sua culpa. E sabe o que aconteceu? Foi perdoado. Como não ser feliz? Nós, os perdoados, deveríamos andar pela rua saltitando de alegria.
Ele chama a todos que forem fieis para orar ao Senhor. Enquanto há tempo. Antes que venha a inundação.
Reconhece que o Senhor é seu esconderijo. Ele o guarda da aflição e o cerca de cânticos de vitória.
Davi afirma que o Senhor mesmo fala que irá guiar o fiel pelo melhor caminho. Dando conselhos e cuidando.
Que não sejamos como o cavalo ou a mula, que, sem entendimento, precisam de freios e rédeas para ser controlados. Se confiamos no Senhor, Ele nos guia. Mansamente. Que O obedeçamos alegremente.
No Salmo trinta e três Davi nos chama a celebrar o Senhor. O louvor é apropriado aos que são íntegros. Que toquemos músicas com habilidade. Que cantemos com alegria. Sua Palavra é verdadeira. Podemos confiar em tudo que Ele faz. Que maravilha. Não precisamos ficar desconfiados dEle.
Seu amor enche toda a terra. Basta olharmos em volta. Os céus, o mar. Que toda a terra O tema. A nação que tem o Senhor como Deus é muito feliz!
Não é maravilhoso saber que Ele formou nossos corações e por isso nos entende? Ele entende nossas emoções, mesmo quando estão um verdadeiro turbilhão. Até mesmo quando nós não entendemos.
Davi lembra que nada pode salvar, nem mesmo um rei ou um guerreiro, ainda que esteja com seu cavalo de guerra. Só o Senhor que livra da morte, atento aos que esperam por Seu amor.
Que, como Davi, cantemos que Seu amor nos cerque, porque só temos esperança nEle. Em mais nada. Em mais ninguém.
No Salmo trinta e quatro Davi declara que louvará o Senhor em todo o tempo. Seus lábios sempre O louvarão. Não apenas nos dias bons. Louvará sempre. Que juntos, O louvemos.
Os que olham para o Senhor ficarão radiantes. Em seus rostos não haverá sombra de decepção. Mesmo nas lutas, podemos ter os rostos radiantes. Rostos de quem confia no Senhor. Podemos provar e ver que Ele é bom. Sim, por mais que tenhamos lutas, quem nEle se refugia, é feliz!
Davi nos instrui a temer o Senhor. Quem O teme tem tudo que precisa. Mesmo que muitas vezes achemos que não.
E, como gosta de perguntas, pergunta quem deseja ter uma vida longa e próspera. Sabe que todos desejam, então nos ensina o que fazer. Colocar um freio em nossas bocas para não falar maldades, nem mentiras. Nos afastarmos do mal e praticar o bem. Buscarmos a paz e esforçarmo-nos para mantê-la.
O Senhor olha para os justos. Escuta seu clamor. No entanto, volta Seu rosto contra os que praticam o mal.
O Senhor está perto de todos que tem um coração quebrantado. Resgata os de espírito oprimido. Livra o justo de suas muitas dificuldades. E os protege. Os que nEle se refugiam não serão condenados.
A Palavra do Senhor, diferente do que muitos acreditam, fala que passaremos por dificuldades. Por muitas dificuldades. Precisamos estar preparados para enfrentá-las. E, podemos estar certo de que o Senhor as passará conosco. Nos livrará. Nos protegerá. E nos dará, a Seu tempo, a vitória. Que nossos olhos estejam fitos nEle. Que nossos corações estejam firmados em Seu nome.
Palavras de Jesus: "Eu lhes falei tudo isso para que tenham paz em mim. Aqui no mundo vocês terão aflições, mas animem-se, pois Eu venci o mundo". - João 16.33
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete;
Espero você. Até lá.
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sábado, 23 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 27.1-26
Leitura do dia 24/02.
Na postagem anterior vimos várias leis e um novo chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo vinte e sete de Deuteronômio.
Quando atravessassem o Jordão, iriam até o monte Ebal. Ali, tomariam pedras grandes e as pintariam com cal. Nelas escreveriam os termos da Lei. Construiriam um altar ao Senhor. Com pedras inteiras. Que não teriam seus formatos alterados por nenhum tipo de ferramenta.
Nosso altar ao Senhor também deve ser assim. Nenhuma ferramenta deve alterá-lo. Por melhor que seja.
Eles ofereceriam sacrifícios ao Senhor e celebrariam, alegrando-se em Sua presença.
Não consigo entender porque existem pessoas que acham que o Senhor é um velho ranzinza e severo, que odeia barulho, que nos faz andar como se estivéssemos andando sobre ovos. Ele não é assim. O Senhor instituiu festas e celebrações, para Israel se alegrar em Sua presença. Não ficarem mudos, mas se alegrarem. Celebrarem.
Nos montes eles pronunciariam as bênçãos e as maldições.
As bênçãos seriam ditas no monte Gerizim, com as tribos de Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim reunidas.
As maldições seriam ditas no monte Ebal, com as tribos de Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali reunidas ali.
Os levitas pronunciariam as maldições em alta voz e todo o povo de Israel diria “Amém”, concordando que obedeceriam e seriam malditos se não o fizessem.
Uma aliança é feita para ser cumprida e não descumprida. Se a cumprirmos, não precisamos temer nenhuma consequência ou maldição.
As maldições envolviam idolatria, falta de respeito aos pais, roubo, engano ao cego, falta de justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas, relações sexuais com a esposa do pai, com animais, com a irmã, com a sogra, assassinato e não cumprimento da lei. Quem agisse assim, seria maldito.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos vinte e oito a trinta e um de Deuteronômio.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos várias leis e um novo chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo vinte e sete de Deuteronômio.
Quando atravessassem o Jordão, iriam até o monte Ebal. Ali, tomariam pedras grandes e as pintariam com cal. Nelas escreveriam os termos da Lei. Construiriam um altar ao Senhor. Com pedras inteiras. Que não teriam seus formatos alterados por nenhum tipo de ferramenta.
Nosso altar ao Senhor também deve ser assim. Nenhuma ferramenta deve alterá-lo. Por melhor que seja.
Eles ofereceriam sacrifícios ao Senhor e celebrariam, alegrando-se em Sua presença.
Não consigo entender porque existem pessoas que acham que o Senhor é um velho ranzinza e severo, que odeia barulho, que nos faz andar como se estivéssemos andando sobre ovos. Ele não é assim. O Senhor instituiu festas e celebrações, para Israel se alegrar em Sua presença. Não ficarem mudos, mas se alegrarem. Celebrarem.
Nos montes eles pronunciariam as bênçãos e as maldições.
As bênçãos seriam ditas no monte Gerizim, com as tribos de Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim reunidas.
As maldições seriam ditas no monte Ebal, com as tribos de Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali reunidas ali.
Os levitas pronunciariam as maldições em alta voz e todo o povo de Israel diria “Amém”, concordando que obedeceriam e seriam malditos se não o fizessem.
Uma aliança é feita para ser cumprida e não descumprida. Se a cumprirmos, não precisamos temer nenhuma consequência ou maldição.
As maldições envolviam idolatria, falta de respeito aos pais, roubo, engano ao cego, falta de justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas, relações sexuais com a esposa do pai, com animais, com a irmã, com a sogra, assassinato e não cumprimento da lei. Quem agisse assim, seria maldito.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos vinte e oito a trinta e um de Deuteronômio.
Espero você. Até lá.
domingo, 16 de setembro de 2018
Um refrigério em meio ao Alzheimer, o Cruel
E ontem foi assim.
Estamos no Hospital.
Mamãe não quer comer. Perdeu o gosto pela comida. Não sente mais fome. Perdeu peso. Precisa colocar GTT.
É a única solução.
E assino um documento me responsabilizando pela sua vida. Eu, sua filha.
Como é difícil decidir por alguém.
Esperamos que ela recupere ao menos o gosto de comer alguma coisa. Que consiga comer com prazer. Mas não sabemos.
As garras do Alzheimer são afiadas e talvez ela nunca mais queira comer.
Uma vez fui em uma consulta com ela. O médico perguntou se sentia alguma coisa. Ela respondeu: “Muita fome”.
Mas a vida muda. De maneira inesperada. E radical.
Então minha filha chega. Ela quer estar com a avó quando ela for para o Centro Cirúrgico.
Veio com as filhas.
Ah, netos são como gotas doces de alegria. Melhor que tudo.
Minha filha ficou com a mamãe.
Fico sentada na recepção por um tempo, assistindo A Patrulha Canina, com a mais nova. Ela sabe todas as cenas. E ficamos as duas ali, rindo.
Então, chamo-as para almoçar.
A mais velha quase pulou, mas a idade não permite. Então, discretamente colocou a mão na barriga e disse que estava com muita fome.
A outra, mais nova, três anos, pulou de alegria.
Sua alegria maior que o normal. Mostrou seu sapato dourado. "Foi papai quem deu". Estava limpinho. Tinha lavado. O short de estrelas douradas. "Vovó quem deu". Que combina com o sapato. E sua camiseta de gatinho.
Fiquei pensando em como é maravilhoso decidir apenas a roupa que precisamos vestir. E nada mais.
Enquanto esperávamos a mais velha buscar minha bolsa no quarto, a mais nova viu bolas nas nuvens, árvores pequeninas e as grades na calçada, que servem para a água da chuva escoar.
Ela, curiosa, perguntou para que servia aquele buraco.
Quando criança eu era assim. Ainda sou. Gosto de perguntas. Porque gosto de respostas. Gosto de conhecimento.
Expliquei que era para água da chuva cair.
Ela me contou, com os olhos brilhando como só os de uma criança brilham, que ela e a mãe tinham tomado banho de chuva. A água estava gelada. E elas tomaram banho DE ROUPA. Ela riu com a lembrança.
Foi até mais perto, olhou e disse que o buraco era bem fundo. Não era, mas não a contrariei. Para o tamanho dela era sim.
Quando a irmã chegou, contou sobre a grade e o buraco. E para que servia. Ah, como é bom o conhecimento!
Fomos pela rua. Ela, numa alegria, numa felicidade enorme.
É tão fácil e simples ser feliz quando se é criança. É preciso tão pouco.
Do outro lado da rua, viu a fachada de um buffet que era a Arca de Noé, lotada de animais.
Ela gritava, e sorria. "Vovó eu gosto muito de bichinhos. Olha, vovó os bichinhos. Eu gosto muito."
Ela andava pela rua saltitando. Vendo, enxergando tudo. Dando tchau para o caminhão. Querendo ver o buraco que tinha em frente à Caesb. Vendo as árvores, as motos, os carros.
Era tanta alegria que as gotas doces pulavam em cima de mim. Fechei meu guarda-chuva e bebi daquela água. Daquela doçura. Daquela alegria.
Então, vi a passarela à frente.
Não sei você, eu tive medo de passarela até meus quarenta anos.
Tenho aprendido que temos que vencer nossos medos, de uma forma ou de outra. Enfrentá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/10/sr-ressonancia-magnetica.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/golias-e-vencido.html
Não sei se ela já havia atravessado uma passarela. Tudo que eu queria era que fosse uma experiência que não lhe desse medo.
Somos nós que instauramos o medo nas crianças.
Mostrei onde íamos almoçar e perguntei como íamos até lá. Fui subindo a passarela. Fomos andando rápido. Ela sorrindo, alegre. E dizia, rindo: “Vovó eu tô zonza, vovó eu tô tonta.” Mas fomos subindo. Continuou andando. Sem se importar com a altura. Quando chegamos no meio, mostrei para ela os ônibus e os carros. Ela estava fascinada.
O sapatinho dela soltou. Ela se abaixou para arrumar. Soltou minha mão. Uma moto fez um barulhão. Ela levou um susto. Me deu a mão e só.
Ia começar a descida.
Falei para ela que nós não podíamos nos soltar, senão iríamos rolar igual uma batatinha. Ela não sorria mais. Ela gargalhava. Descia rapidinho. E gargalhava.
Aquelas gargalhadas me encharcaram. Abri a boca e bebi delas. Gotas doces de alegria.
A mais velha disse que estávamos parecendo duas doidas. E nós duas só ríamos. Enquanto ela gargalhava, eu bebia suas gotas.
Lembrei que havia feito parecido com a mais velha. Agora era a vez da mais nova. A mais velha é a doçura em pessoa. Sempre.
O olhar de uma criança sorrindo é simplesmente maravilhoso. Gotas de felicidade caindo sobre mim. Sem que eu precisasse fazer nada. Eu abria a boca e engolia. Tudo. Queria ser completamente encharcada com aquelas gotas deliciosas.
Quando chegamos lá embaixo ela ria, ria, e ria. Estava cansada. De tanto rir. Ah, que cansaço delicioso.
Almoçamos. Quando veio o prato e ela viu a batatinha frita, gritou: Olha vovó. Igual a batatinha rolando, igual batatinha.”
E ria, ria, ria. Era a personificação da alegria, da felicidade.
Como é bom ser criança. Quero ser para sempre.
Almoçamos. Ela come igual a um passarinho. Falei para ela comer tudo para ficar forte e não rolar da passarela igual batatinha. Cada vez que eu falava, era motivo dela gargalhar.
Fomos para a passarela. Primeiro a subida. E ela: “Vovó, eu tô zonza, vovó eu tô tonta.” Falava e ria.
Quando chegamos em cima, olhou tudo lá de cima.
Chegou a hora de descer. “Vovó a gente vai rolar igual batatinha.”
Pedi à mais velha que desse a outra mão para ela. Estava tão cansada que realmente tive medo da felicidade dela fazer a gente rolar mesmo, igual batatinha.
Fomos descendo. As três de mãos dadas e rindo. Ela descendo e gritando. Aquela alegria, aquela felicidade. Ela foi descendo e gargalhando, falando que íamos rolar igual batatinha.
Depois que descemos, continuou curtindo o caminho. Passamos pelo buraco que eu havia mostrado. Ela quis ver de novo. Peguei no colo para ela ver. Depois, continuou andando.
Percebi que estava muito cansado. Foi muita energia gasta naquela felicidade toda que me encharcou.
Perguntei se estava cansada. Disse que sim. Mas não pediu "colinho". Perguntei se ela queria. Disse que sim. Mas não aguentei. Dei uns dois passos. Ela desceu, obedecendo à irmã, sem reclamar.
Quando chegamos na calçada do hospital, quis ir por cima da grade, olhando tudo lá embaixo. Sem medo.
Até bem pouco tempo, eu também não tinha coragem de passar por ali.
Quando chegamos ao hospital, me deu um abraço tão carinhoso e um beijo tão gostoso, que suspirei. Eu disse: “Ai que delícia”. E ela me abraçou mais e mais apertado. Várias vezes.
Depois pegou minha mão, me levou para a frente da calçada para dançarmos.
Eu, adulta, quebrei o encanto. Falei que não tinha música.
Que insensibilidade a minha. Existe música sim. Está em nossas almas.
Felizmente ela não acreditou em mim. E dançou assim mesmo. Até ficarmos tontas.
Netos, gotas doces de vida.
A GTT foi um sucesso.
Hoje pude ir para casa descansar. Minha outra filha ficou no hospital.
Cheguei em casa, tomei um banho daqueles, cantando com os Quatro e Meia.
https://www.youtube.com/watch?v=a4VMX0q-yQ4
Coloquei meu melhor sorriso e voltei ao hospital.
A vida é assim. Deus, o maravilhoso Senhor, sempre nos dá um refrigério.
Gotas doces de vida e alegria. Que podem vir de várias maneiras.
Logo estaremos em casa.
Uma nova rotina. Sobrevida.
Vida.
E veremos mamãe sorrir novamente.
O Senhor é bom. Sempre.
https://www.youtube.com/watch?v=c5U6FDoaCvQ
E meu coração continua cheio de alegres gotas de vida.
Ah, netos! Gostas doces de alegria.
quarta-feira, 14 de junho de 2017
Neemias, um homem de ouvidos atentos
Enfim, chegamos ao capítulo sete de Neemias.
Mas, afinal, para que correr? Cada capítulo desse livro é tão rico em ensinamentos! O ideal é ir devagar, como quem caminha por uma linda estrada, aproveitando para contemplar e admirar cada detalhe.
Se você ainda não leu os outros textos sobre Neemias, seria ideal que lesse, para nos acompanhar nessa viagem deliciosa de aprendizado, com esse homem de Deus tão exemplar.
Neemias, como vimos, um homem de organização. Após a reconstrução do muro, colocou as portas no lugar, nomeou porteiros, cantores e levitas. Instruiu os porteiros, designou sentinelas, cada um conforme a necessidade percebida. Nomeou seu irmão governador de Jerusalém e Hananias o comandante da fortaleza. Detalhe, Hananias foi nomeado porque era íntegro e temia a Deus mais que a maioria dos homens. Como estamos carentes de Hananias nesses dias de hoje!
Neemias era um homem que ouvia a voz do Senhor. Para tudo o que fazia. Percebia o que o Senhor colocava em seu coração e agia de acordo com Sua voz.
Organizou os sacerdotes, levitas, porteiros, cantores e os servidores do templo.
Depois que todos estavam devidamente instalados, juntaram-se em Jerusalém, na praça, em frente à porta das Águas. Como se fossem um homem só. Homens, mulheres e crianças. Todos os que podiam entender a Lei. E pediram que Esdras, o escriba, lesse o Livro da Lei de Moisés. E Esdras, leu. Desde o raiar da manhã até o meio dia.
Consegue imaginar a cena? Quando Esdras abriu o Livro, todo o povo se levantou. Esdras louvou ao Senhor, e todo o povo, de mãos erguidas respondeu: "amém". E prostraram-se com o rosto em terra, adorando ao Senhor.
Os levitas instruíram o povo, interpretando e explicando, para que entendessem tudo o que estava escrito. Todos permaneciam ali. Do raiar da manhã até o meio dia. Ninguém saiu para “dar uma voltinha, ir ao banheiro, esticar as pernas” ou o que quer que fosse. Ouviam atentamente. E choravam. Choravam muito.
Neemias, Esdras e os levitas lembraram ao povo que aquele era um dia consagrado ao Senhor. Não deviam se entristecer e chorar. Eles tranquilizaram o povo.
“E Neemias acrescentou: Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá.” – Neemias 8.10
Acho lindo! O povo entendeu! Era dia de arrependimento sim, mas era dia de alegria! E eles saíram para comer, beber e repartir. Para celebrar com grande alegria.
Agora compreendiam as palavras que lhe foram explicadas.
Como é maravilhoso quando entendemos as palavras do Senhor! É motivo de muita alegria, de celebração.
E o estudo continuou. No segundo dia os chefes de todas as famílias, os sacerdotes e os levitas reuniram-se com o escriba Esdras para estudarem as palavras da Lei.
Eles celebraram a Festa das Cabanas, e grande foi a alegria. E todos os dias, durante a festa, era lido o Livro da Lei de Deus.
Neemias, um homem de detalhes. Sabia quem era Deus. Sabia a hora de chorar, de agir, de sorrir, de festejar. Um grande organizador, sábio, discernidor. Exortava o povo, repreendia-os duramente mas também os consolava e os animava. Sabia a hora certa de agir, de acordo com a vontade do Senhor. Conhecia o tempo e o modo.
Como precisamos aprender a agir na hora certa, da forma certa! Que o Senhor nos ensine, como ensinou a Neemias, a ouvir a voz do Senhor, no nosso dia a dia, nas nossas atividades diárias, em cada detalhe das nossas vidas. Seja em casa, no trabalho, no lazer. Seja onde estivermos. A cada dia.
Mas, afinal, para que correr? Cada capítulo desse livro é tão rico em ensinamentos! O ideal é ir devagar, como quem caminha por uma linda estrada, aproveitando para contemplar e admirar cada detalhe.
Se você ainda não leu os outros textos sobre Neemias, seria ideal que lesse, para nos acompanhar nessa viagem deliciosa de aprendizado, com esse homem de Deus tão exemplar.
Neemias, como vimos, um homem de organização. Após a reconstrução do muro, colocou as portas no lugar, nomeou porteiros, cantores e levitas. Instruiu os porteiros, designou sentinelas, cada um conforme a necessidade percebida. Nomeou seu irmão governador de Jerusalém e Hananias o comandante da fortaleza. Detalhe, Hananias foi nomeado porque era íntegro e temia a Deus mais que a maioria dos homens. Como estamos carentes de Hananias nesses dias de hoje!
Neemias era um homem que ouvia a voz do Senhor. Para tudo o que fazia. Percebia o que o Senhor colocava em seu coração e agia de acordo com Sua voz.
Organizou os sacerdotes, levitas, porteiros, cantores e os servidores do templo.
Depois que todos estavam devidamente instalados, juntaram-se em Jerusalém, na praça, em frente à porta das Águas. Como se fossem um homem só. Homens, mulheres e crianças. Todos os que podiam entender a Lei. E pediram que Esdras, o escriba, lesse o Livro da Lei de Moisés. E Esdras, leu. Desde o raiar da manhã até o meio dia.
Consegue imaginar a cena? Quando Esdras abriu o Livro, todo o povo se levantou. Esdras louvou ao Senhor, e todo o povo, de mãos erguidas respondeu: "amém". E prostraram-se com o rosto em terra, adorando ao Senhor.
Os levitas instruíram o povo, interpretando e explicando, para que entendessem tudo o que estava escrito. Todos permaneciam ali. Do raiar da manhã até o meio dia. Ninguém saiu para “dar uma voltinha, ir ao banheiro, esticar as pernas” ou o que quer que fosse. Ouviam atentamente. E choravam. Choravam muito.
Neemias, Esdras e os levitas lembraram ao povo que aquele era um dia consagrado ao Senhor. Não deviam se entristecer e chorar. Eles tranquilizaram o povo.
“E Neemias acrescentou: Podem sair, e comam e bebam do melhor que tiverem, e repartam com os que nada têm preparado. Este dia é consagrado ao nosso Senhor. Não se entristeçam, porque a alegria do Senhor os fortalecerá.” – Neemias 8.10
Acho lindo! O povo entendeu! Era dia de arrependimento sim, mas era dia de alegria! E eles saíram para comer, beber e repartir. Para celebrar com grande alegria.
Agora compreendiam as palavras que lhe foram explicadas.
Como é maravilhoso quando entendemos as palavras do Senhor! É motivo de muita alegria, de celebração.
E o estudo continuou. No segundo dia os chefes de todas as famílias, os sacerdotes e os levitas reuniram-se com o escriba Esdras para estudarem as palavras da Lei.
Eles celebraram a Festa das Cabanas, e grande foi a alegria. E todos os dias, durante a festa, era lido o Livro da Lei de Deus.
Neemias, um homem de detalhes. Sabia quem era Deus. Sabia a hora de chorar, de agir, de sorrir, de festejar. Um grande organizador, sábio, discernidor. Exortava o povo, repreendia-os duramente mas também os consolava e os animava. Sabia a hora certa de agir, de acordo com a vontade do Senhor. Conhecia o tempo e o modo.
Como precisamos aprender a agir na hora certa, da forma certa! Que o Senhor nos ensine, como ensinou a Neemias, a ouvir a voz do Senhor, no nosso dia a dia, nas nossas atividades diárias, em cada detalhe das nossas vidas. Seja em casa, no trabalho, no lazer. Seja onde estivermos. A cada dia.
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