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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Isaías 40.1-42.25

Leitura do dia 28/07.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.

Na postagem anterior vimos Ezequias buscar o socorro do Senhor, em meio às ameaças sofridas. E o Senhor o socorreu. A ele e a Jerusalém. Também vimos Ezequias receber sua sentença de morte. Orar. E o Senhor lhe conceder mais quinze anos de vida. ]http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-381-398.html

Hoje caminharemos através dos capítulos quarenta a quarenta e dois.

O capítulo quarenta começa com o pedido do Senhor de consolar Seu povo. Que ouçam uma voz que clama. Que preparem o caminho para o Senhor. É uma profecia sobre João Batista, “a voz que clama no deserto” e o Senhor Jesus, cujo caminho João preparou.

Isaías ouviu uma voz lhe ordenar que clamasse. Perguntou o que clamar. A voz lhe ordenou que anunciasse aos homens que são (somos) como capim, cuja beleza passa depressa, como as flores do campo. Mas, Sua palavra permanece para sempre. Não é fugaz. Não muda.

Como somos diferentes da palavra do Senhor! Nossa vida não dura nada. Sua palavra permanece para sempre. Somos pecadores. Sua palavra é pura. Viva e eficaz (Hebreus 4.12).

O profeta deveria anunciar que o Senhor viria governar sobre Jerusalém, com Seu braço forte. Só Ele é Deus. Não pode ser comparado a ninguém. Muito menos a ídolos feitos por homens, em moldes, cobertos de ouro e enfeitados com prata. Ou de madeira que não apodrece.

Enquanto o Senhor está sentado acima do círculo da terra, os ídolos precisam ser feitos por artesões habilidosos para que não caiam. Como alguém pode trocar o Senhor por qualquer outro? Ele é incomparável. Nunca perde Suas forças. Pelo contrário. Ele dá força aos cansados e vigor aos fracos. Os que nEle confiam têm suas forças renovadas. Voam alto como águias. Correm e não se cansam. Caminham e não desfalecem.

O Senhor fala sobre um rei que vem do leste. Que foi chamado para Seu justo serviço. Não é um serviço qualquer. É um serviço justo. Um julgamento aos povos que não quiseram ouvi-Lo, embora Ele estivesse sempre dizendo as mesmas coisas, chamando-os ao arrependimento. Está falando de Ciro. Que virá anos depois. O Senhor o usará. Como um novo instrumento de debulhar. Com dentes afiados. Ele ordenará a reconstrução de Jerusalém e do templo do Senhor.

Enquanto isso, o escultor e o ouvires, ao invés de se renderem ao Senhor, se esforçam e constroem um ídolo. Fixando-o com pregos para que não tombe. Um ídolo que não pode ouvir.

O Senhor ouvirá o clamor do pobre. Fará com que árvores nasçam no deserto. Fará tudo de tal maneira que será impossível alguém não dizer que foi o Senhor quem fez.

O socorro chegaria a Sião. O Senhor era o primeiro a anunciar.

O capítulo quarenta e dois inicia-se mais uma vez falando do servo que o Senhor fortaleceu. Ao mesmo tempo que fala de Ciro que, no futuro libertaria Israel, fala do Senhor Jesus, que após muitos anos, libertaria todos que se chegassem a Ele, trazendo justiça a toda a terra.

O Senhor Jesus seria (e é) luz para guiar as nações. Todas as nações. Ele abriria (abriu e abre) os olhos de cegos, libertaria (libertou e liberta) os cativos das prisões e livraria (livrou e livra) os presos em calabouços escuros. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Já se sentiu em um calabouço escuro? Sem solução? Chegando ao fundo e não encontrando absolutamente nada para conseguir sair dali? Um silêncio desesperador? Ou vozes que sussurram horror? Sem luz alguma? Ou apenas uma fresta que apenas produz sombras e nos faz ver coisas tenebrosas? O Senhor Jesus é especialista em nos tirar desses lugares. Sim, clame! Ele o livrará desse lugar horroroso. Colocará seus pés sobre a rocha. E firmará seus passos (Salmo 40.2). Ele é o único que pode fazer isso. Não existe solução além dEle. Fora dEle.

Que todos os confins da terra louvem o Senhor! Em todos os lugares! Seu nome dEle ser exaltado. Quem confia nEle será vitorioso. Os que confiam em ídolos serão envergonhados. Com a derrota.

Ah, existe um povo que até vê e reconhece o que é certo. Mas se recusa a obedecer. Ouvem, mas não prestam atenção. Como o ditado que diz “entra por um ouvido e sai pelo outro”. Não ouvem com a mente. Muito menos com o coração.

O povo do Senhor foi roubado. Saqueado. Escravizado. Aprisionado. Apanhado em armadilhas. São presas fáceis. Porque deixaram de confiar no Senhor. O próprio Senhor os entregou. Ainda assim, não se voltaram para Ele. Não se arrependeram. Não quiseram entender Sua palavra. Foram consumidos pelo fogo. E nem assim aprenderam a lição.

Que sejamos ensináveis. Que nos arrependamos ao ouvir Seus ensinos e correções. Para sermos salvos e curados por Ele. Que não endureçamos nossa cerviz.

Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.

Espero você. Até lá.

sábado, 13 de julho de 2019

Eclesiastes 4.1-6.12

Leitura do dia 09/07.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Eclesiastes.

Ontem vimos que, agora, para Salomão nada mais faz sentido. Ao invés de buscar apenas a sabedoria, resolveu dedicar-se à loucura e à insensatez. E as conheceu. Andou por seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/eclesiastes-11-322.html

Caminharemos hoje a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Salomão observou a opressão que há debaixo do sol. Viu as lágrimas dos oprimidos. Também viu que não havia ninguém para consolá-los. Os opressores são poderosos. Suas vítimas indefesas.

Era um rei de grande poder. Sua obrigação era falar em favor dos que não podiam se defender. Era garantir justiça aos aflitos. Falar em favor dos pobres e desamparados. Providenciar que recebessem justiça. Mais uma vez ficou somente observando. Sem tomar uma atitude. Um homem em depressão. Não consegue agir. Apenas lamentar.

Considerou que um aborto ou, os que não nasceram são mais felizes. Não viveram nada. Não sabem de nada.

Também observou que todo esforço e trabalho é motivado pela inveja. Todo? Será? Essa foi a motivação de Davi ao se esforçar e trabalhar tanto para deixar todo o material separado e pronto para Salomão utilizar na construção do templo? Davi amava o Senhor. Sua motivação foi amor.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html

Embora tivesse tantas mulheres e concubinas, se sente só. Lembra-nos, de forma extraordinária que melhor é andarem em dois do que sozinho. Assim, se um cair, o outro o ajuda. Mas se cair e estiver só, como fará? Está em grande apuro. Se duas pessoas deitarem juntas no frio, uma esquentará a outra. Mas se estiver só? Como irá se aquecer? Sozinha a pessoa corre mais risco de ser atacada e por estar só, ser vencida. Duas pessoas, juntas, se defendem melhor. Se forem três, melhor ainda, uma corda trançada três vezes não arrebenta com facilidade.

Esse texto é um dos meus preferidos. Não devemos andar sozinhos. Não é sábio (Provérbios 18.1).

Salomão chega à conclusão que é melhor ser jovem pobre e sábio que ser um rei velho e tolo, que não aceita conselhos. Estava falando dele?

E, finalmente nos dá alguns conselhos, ao invés de apenas se lamentar. Devemos tomar cuidado ao entrar na presença do Senhor. Ouvir com atenção. Falar com prudência. Sem precipitação. Se prometermos algo, teremos que cumprir. Não haverá desculpas. Que tenhamos cuidado para não permitirmos que nossa boca nos leve a pecar.

Sonhar demais e falar muito são duas coisas inúteis. O melhor é temer ao Senhor.

Naquela época Salomão já reclama que a burocracia emperra a justiça. Faz com que ela se perca. Diz que até o rei se aproveita dela. Quando deveria providenciar que fosse cumprida.

Quem ama o dinheiro e a riqueza, nunca ficará satisfeito. Sempre desejará mais. Não faz sentido viver assim e ver o dinheiro e a riqueza escapando pelos dedos.

Quem trabalha com dedicação, dorme tranquilo. Quem tem muitas riquezas e coloca nelas o coração, não consegue dormir bem. Fica preocupado. E se acontecer alguma coisa? E se investir errado? E se perder algo? Se perder tudo? O acúmulo de riquezas é prejudicial à saúde.

A verdade é que no fim da vida estaremos todos nus e de mãos vazias. Não levamos conosco o fruto do nosso trabalho.

Embora não devamos correr atrás da riqueza, Salomão esqueceu algo. Se formos diligentes, deixaremos um legado. Não levamos conosco nada, mas deixamos para nossos descendentes. Precisamos deixar um legado. Não apenas em bens ou riquezas. Um legado moral, espiritual, sentimental. Um legado abençoador. Proveitoso. Eterno.

Que aproveitemos o que temos, sendo gratos ao Senhor, ao invés de querer cada vez mais e desejar o que não temos.

Que nossos olhos estejam no Senhor. Que nossas ações sejam libertadoras. Que nos importemos com os oprimidos. E façamos alguma coisa em prol dos indefesos.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Jó 27.1-30.31

Leitura do dia 21/05.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Jó.

Quanto mais lemos, mais podemos ver sua angústia e o desespero que seus amigos lhe trouxeram, ao invés de consolo e ânimo.

Ontem, vimos Jó perguntar porque os perversos não são castigados. E como vivem os pobres. Em sofrimento. No fim, chegou à conclusão de que seriam, sim, julgados.

Vimos também seu amigo Bildade lhe responder quem o Senhor é. E Jó argumentar que suas palavras não eram novidade. Nem consolavam ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-241-2614.html

Hoje, caminharemos pelos capítulos vinte e sete ao capítulo trinta.

Jó responde a seus amigos, que, enquanto viver continuará íntegro. Sua consciência ficará limpa. Sabe que os perversos, no fim, não tem esperança. Não serão ouvidos pelo Senhor.

Discorre sobre o que o homem faz para encontrar tesouros escondidos, mas a sabedoria não se pode encontrar assim. Somente o Senhor conhece o caminho para a sabedoria. E o temor do Senhor é a verdadeira sabedoria. Afastar-se do mal, o verdadeiro entendimento.

Lembra-se de seu passado tão rico em experiências, ações e prestígio. Sente saudades desses dias. Quando o Senhor estava com ele. Quando Sua amizade estava em sua casa. Quando era respeitado por todos. De todas as idades. De todas as classes sociais. Vivia como um rei de tropas. Consolava os que choram.

Agora, chora. Não há quem o console. Todos zombam dele. Divertem-se às suas custas. O Senhor cortou a corda de seu arco e o humilhou.

Ah, se Jó soubesse que não foi isso que aconteceu. Se soubesse que o Senhor testemunhou dele nos céus, dizendo não haver homem tão íntegro quanto ele!

Sua maior dor é que esperava o bem, por tudo que fez e lhe sobreveio o mal. Agora, anda nas sombras. Sua harpa toca canções fúnebres.

Já se sentiu assim? Como disse, já me senti. Foi como se tivesse plantado apenas flores. E colhi apenas espinhos. As flores murcharam. Morreram. E fiz como Jó, culpando o Senhor pela minha colheita ter “dado errado”.

Ah, que alívio quando O enxerguei. E vi que estava enganada! Que o Senhor é bom em todo o tempo. E amoroso. https://www.youtube.com/watch?v=J5pG05Idn2w

Ele é nosso Redentor. O único que nos redime, satisfaz. E nunca nos abandona. Mesmo nos momentos em que não conseguimos enxergá-Lo.

“E lembrem-se disto: estou sempre com vocês, até o fim dos tempos”. – Mateus 28.20b

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo trinta e um ao capítulo trinta e três.

Espero você. Até lá.