Leitura do dia 28/10.
Na postagem anterior vimos Jesus ensinar a orar. Acusaram-No de expulsar demônios pelo poder de Belzebu. Ele fala sobre Jonas e Salomão. É maior que os dois. Conta a parábola da lâmpada. E critica os líderes religiosos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-111-54.html
Continuamos agora, no capítulo doze do livro de Lucas.
Jesus saiu da casa do fariseu. Saímos com ele.
Uma multidão se juntou. Milhares de pessoas. A ponto de se atropelaram umas às outras.
Jesus começa a falar, primeiro a seus discípulos para que tenham cuidado com o fermento dos fariseus, que era a hipocrisia. Eles agiam com intenções diversas às que deveriam ter.
Prossegue dizendo que não há nada escondido que não venha a ser descoberto. Tudo que está oculto será conhecido. O que se disser nas trevas será ouvido à luz do dia e o que for sussurrado aos ouvidos dentro de casa, será proclamado nos telhados. Precisamos ser verdadeiros.
Ele nos alerta, sim, a todos nós, que não devemos ter medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Devemos temer o Senhor que tem poder sobre nossa eternidade.
Ah, valemos mais que muitos passarinhos. Até os cabelos das nossas cabeças estão contados.
Os fariseus não queriam confessar quem o Senhor Jesus era porque estavam muito mais interessados em suas posições. Jesus afirma que todos que O confessarem diante dos homens, Ele o reconhecerá diante dos anjos de Deus. Em contrapartida, todos que O negarem também serão negados diante dos anjos de Deus.
As instruções vão ficando cada vez mais sérias. Quem disser alguma palavra contra o Filho do Homem (como Ele se autodesigna) será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será.
Qual o papel do Espírito Santo? Convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme João 16.7-11.
O Senhor sabia que haveria perseguição contra o Evangelho, chamado de Caminho nos primeiros dias. Advertiu a Seus discípulos que quando fossem levados às sinagogas e diante dos governantes e autoridades, não se preocupassem em como se defender, ou o que dizer. O Espírito Santo, nosso professor, lhes ensinaria.
Temos servido o Senhor pelos motivos certos? O que temos feito, temos feito para agradá-Lo ou para nos apresentar diante dos homens, como os fariseus faziam? Tememos o Senhor ou os homens e o que podem fazer conosco? Estamos dispostos a confessá-Lo diante dos homens, independente das circunstâncias e consequências? Cremos que nos ama, que somos mais valiosos que muitos passarinhos? Acreditamos que se importa conosco a ponto de saber quantos fios de cabelo há em nossas cabeças? Estamos dispostos a confiar no Espírito Santo para nos orientar? Estamos dispostos a obedecê-Lo?
Que Sua graça esteja sobre nós. https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA
Alguém no meio da multidão pediu que Ele dissesse ao irmão que dividisse sua herança com ele.
Jesus responde com uma pergunta: “Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?”.
Aproveita para dar um alerta. Devemos ter cuidado. Ficarmos de sobreaviso contra todo tipo de ganância.
Sabe por quê? Porque a vida de um homem não consiste na quantidade dos bens que possui.
Para que ficasse bem claro o que estava dizendo, contou uma parábola.
Um homem, que já era rico, produziu muito bem. Pensou com ele mesmo o que faria, já que não tinha onde armazenar sua colheita. Então, disse consigo mesmo que já sabia o que faria. Derrubaria seus celeiros e construiria outros maiores. Depois diria que já tinha muitos bens armazenados para muitos anos. Poderia então descansar, comer, beber e alegrar-se.
Contudo, Deus lhe disse que ele era insensato. Naquela mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que preparou?
Termina a parábola dizendo que assim acontece com os que guardam riquezas para si, mas não são ricos para com Deus.
Temos ficado alertas a todo tipo de ganância? Temos sido ricos para com Deus?
Quando Jetro, sogro de Moisés instruiu que escolhesse setenta homens para ajuda-lo a levar a carga de julgar o povo de Israel, não falou para Moisés escolher homens que tivessem uma grande riqueza ou herança. Falou que deveria escolher homens capazes, tementes a Deus, que fossem dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto (Êxodo 18.21).
Quando os diáconos foram escolhidos, a ordem dos apóstolos foi que escolhessem entre eles sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito e de sabedoria (Atos 6.3).
O que realmente importa é quem o homem é e não o que possui. Pode não ser assim para muitas pessoas, mas é assim para Deus, com toda certeza.
As riquezas desse mundo passarão. As eternas, jamais.
Busquemos os tesouros verdadeiros. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Os tesouros escondidos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/um-tesouro-escondido.html
Que não sejamos como aquele homem louco, insensato. Que saibamos dar valor ao que o Senhor realmente valoriza.
Jesus diz a Seus discípulos para não se preocuparem com a vida diária. Se terão o que comer. Nem com o corpo, se terão o que vestir. A vida é mais que comida. O corpo é mais que roupa.
Devemos observar os corvos. O Senhor os alimenta. Somos mais valiosos que qualquer pássaro.
Não adianta nos preocuparmos. Não conseguimos fazer nada com a preocupação. Que não nos inquietemos com absolutamente nada.
Devemos buscar o reino de Deus, acima de tudo, antes de tudo. E tudo o mais nos será acrescentado.
Não precisamos temer. O Senhor tem grande alegria em nos dar o Reino.
Que não nos apeguemos aos nossos bens. Que pensemos nos tesouros eternos. Nosso coração estará onde estiver nosso tesouro.
Jesus nos instrui a estarmos prontos para servir, conservando nossas candeias acesas, como os que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento, para que, quando chegar e bater, possamos abrir-lhe a porta imediatamente.
Quando o senhor da casa saía, o servo aguardava, acordado, de prontidão, com sua candeia acesa, esperando seu senhor. Não dormia. E não acendia a candeia só após o senhor voltar. O senhor não devia esperar. Assim que batesse à porta, esta devia ser aberta, com luz suficiente para que o senhor entrasse, enxergando seu caminho. Só então, depois que o senhor estivesse bem acomodado, o servo se recolhia para descansar.
Jesus comparou esse acontecimento com Sua volta, dizendo que serão felizes os servos que o Senhor encontrar vigiando, quando voltar. Ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa e os servirá. Isso é muito lindo. Tenho vontade de dançar, cantar, levantar minha plaquinha.
Devemos estar preparados. Mesmo que chegue de noite ou de madrugada, felizes serão os servos que o Senhor encontrar assim. A qualquer hora. Sempre com suas candeias acesas e de prontidão para abrir a porta imediatamente.
Jesus diz que precisamos entender uma coisa: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, não permitiria que sua casa fosse arrombada. Como não sabe, precisa estar de prontidão o tempo todo. Assim devemos estar preparados, porque o Senhor virá em uma hora que não sabemos. Mesmo percebendo os sinais, não sabemos exatamente o dia e a hora em que voltará.
Pedro, sempre Pedro, meu querido, pergunta ao Senhor se está contando esta parábola para todos ou apenas para eles, os discípulos. Gosto disso em Pedro. Não canso de falar. Essa ousadia, esse desejo de saber, de aprender, de questionar, esse estar atento.
A resposta não foi o que Pedro esperava. Ele não respondeu para quem era. Respondeu, com outra pergunta: “Quem é o administrador fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para lhes dar sua porção de alimento no tempo devido? Feliz é esse servo a quem seu senhor encontrar fazendo sua vontade”. Garantiu que esse senhor encarregará o servo de todos os seus bens.
A resposta é para todos que quiserem ser Seus servos.
Ele continua, levantando uma suposição. Se esse servo disser a si mesmo que seu senhor está demorando a voltar, começar a bater nos servos e nas servas que estavam sob sua autoridade, e a comer, beber e embriagar-se; o senhor daquele servo virá num dia em que ele não está preparado e em uma hora que não sabe, o punirá e lhe dará um lugar com os infiéis.
E vai além, dizendo que o servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Mas o que não a conhece e pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites.
Por quê? A quem muito foi dado, muito será exigido, e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.
Que palavras sérias, cheias de responsabilidade!
Somos esses servos? Estamos com nossa candeia acesa? Estamos acordados? De prontidão? Esperando o Senhor?
Sua Palavra nos ensina o que espera de nós. Estamos preparando e realizando Sua vontade? Não teremos a nosso favor nenhuma desculpa. Não poderemos dizer que não sabíamos. Temos recebido muito. O que temos feito com o que temos recebido?
Já passou o tempo de dizer que não sabemos, não podemos. Agora é hora de ação. O Senhor está prestes a voltar. Nossas candeias precisam estar acesas. Ele precisa nos encontrar fazendo o que nos deixou a fazer. Temos uma missão. Cada um de nós.
Qual é a minha? Qual é a sua?
Ele nos encontrará trabalhando e, alegremente, nos servirá?
O Senhor Jesus continua Seu discurso. O que vem falando não são coisas fáceis de ouvir. Mas são necessárias.
Após contar a parábola do servo esperando seu senhor, faz uma bombástica afirmação: “Vim trazer fogo à terra, e como gostaria que já estivesse aceso!”.
Mas antes desse “fogo acender”, Ele terá que passar por um batismo. Estava angustiado, até que se realizasse. Esse batismo é Sua morte.
E se Ele falar que veio trazer fogo á terra já chocou meio mundo, imagina quando disse que veio trazer divisão?
Sim, de agora em diante haveria divisão nas famílias, uns contra os outros, porque uns creriam nEle, outros não. Uns O seguiriam, outros não.
Dou uma olhada para a multidão. As pessoas parecem perplexas. Até hoje não estamos acostumados a ouvir um discurso sem maquiagem, sem o tal do "politicamente correto".
Continua dizendo à multidão que, quando veem uma nuvem se levantando no ocidente, sabem que vai chover. Quando o vento sul sopra, sabem que fará calor.
E, se não estavam chocados, agora ficarão!
Ele os chama de hipócritas, pois sabem interpretar o aspecto da terra e do céu, mas não sabem interpretar o tempo presente. Conhecendo as Escrituras, deviam saber o que estava acontecendo. Além disso, João Batista havia testemunhado dEle! Como não entendiam? Como não criam? http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Seu discurso continua! Pergunta porque não julgam por si mesmos o que é justo. Dá um sábio conselho. Quando alguém estiver indo com seu adversário para o magistrado, deveria fazer de tudo para se reconciliar no caminho, para não ser arrastado ao juiz e o juiz o entregar ao oficial de justiça e este o jogar na prisão, de onde não sairia até pagar o último centavo.
Estamos neste caminho. Não que o Senhor seja nosso adversário. Nossa vida de pecado é que é Sua adversária. Que aproveitemos esse tempo para reconciliarmos com Ele no caminho. É o que espera de nós. É nossa oportunidade. Enquanto estivermos vivos.
Então? Você já se reconciliou com Ele?
Ele está pronto a recebê-Lo. Não se atrase. Não deixe para depois. Hoje é o dia.
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 12 de novembro de 2019
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Marcos 12.1-44
Leitura do dia 23/10.
Na postagem anterior vimos a magnífica entrada de Jesus em Jerusalém. Também O vimos amaldiçoar a figueira sem frutos. Purificar o templo. Ser questionado quanto à Sua autoridade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-111-33.html
Agora, caminharemos através do capítulo doze de Marcos.
Jesus está ensinando através de parábolas. Conta a parábola dos lavradores maus. Prestemos bastante atenção. Abra seus olhos e ouvidos.
Um homem plantou uma vinha. Colocou uma cerca ao redor, para protegê-la. Cavou um tanque para prensar as uvas, para fazer vinho. Construiu uma torre. Para vigiar sua vinha. Principalmente na época da colheita, é muito importante essa vigilância. Há salteadores e intempéries.
Depois que esse homem deixou tudo pronto, arrendou sua vinha e partiu para um lugar distante.
No tempo da colheita, enviou seus servos aos lavradores, para receber os frutos que lhe pertenciam. Quando uma terra era arrendada, parte da colheita pertencia ao arrendatário e a outra ao proprietário da terra.
Quando aqueles servos foram receber essa parte que era devida ao proprietário, os lavradores agarraram e espancaram aqueles homens. Eles voltaram de mãos vazias. A outro, insultaram e bateram em sua cabeça. O seguinte foi morto. Outros foram enviados e foram ou espancados ou mortos.
Por último, só restou um para aquele homem enviar: seu filho amado. Acreditava que o respeitariam. Ledo engano. Quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros que ele era o herdeiro. Concordaram em matá-lo e ficar com a herança. Foi o que fizeram. Agarraram-no, mataram-no e lançaram-no fora do vinhedo.
Jesus pergunta o que acham que o dono do vinhedo fará. Não questiona se o dono do vinhedo virá. É certo que virá. Mataram seus servos e por último seu filho, seu herdeiro. Então, o que fará quando vier?
Estamos ali, atentos a cada palavra. É certo que virá e matará aqueles homens, arrendando o vinhedo a outros.
Pergunta se nunca leram nas Escrituras sobre a pedra que os construtores rejeitaram e que tornou-se a pedra angular. Afirma que isto é obra do Senhor. E é maravilhoso ver.
Minha boca está aberta. Meu queixo cai. Quero erguer minha plaquinha, mas estou tão chocada que não consigo me mexer. Mal consigo respirar. Meus olhos devem estar esbugalhados.
Realmente o Senhor não tem medo de ficar sem ouvintes. Novamente Ele demonstra, de maneira completamente clara, Seu compromisso com a verdade.
Estou a ponto de engasgar. Nunca vi alguém tão comprometido com a verdade. Isso me emociona. Me choca. Enche meu coração de admiração. De amor. De paixão. Quero segui-Lo. Quero servi-Lo. Todo o tempo. Todos os dias. Onde quer que vá. Para sempre. Esse é o Senhor que quero sobre mim. Que não abandona a verdade por nada. Que não é politicamente correto. Que não é político. É correto. E ponto. O que o sim é sim e o não é não.
Os líderes religiosos entenderam perfeitamente que Jesus falava a respeito deles. Estava muito claro. Podiam não querer arrependimento, mudança de vida. Mas entendiam Sua mensagem.
Queriam prendê-Lo, mas tinham medo da multidão. Deixaram-No e foram embora. Não era a hora ainda de acontecer. Estava próxima. Ele havia ido a Jerusalém para tal. Sabia o que O esperava. Mas ainda não era a hora.
Tenho que parar aqui. Preciso me recompor. Sua ousadia me abala. Será que estou comprometida com a verdade como meu Senhor? Será que amo mais a verdade que “meus” ouvintes? Afinal, esses ouvintes são os conhecedores das Escrituras, os estudiosos. Qual meu comprometimento com Ele? Será que procuro colocar "panos quentes" em algumas situações? Será que a verdade para mim é sempre verdade? Será que ainda me pego "dando um jeitinho brasileiro" em alguma situação?
Penso no Senhor do vinhedo. Ele vem, é certo. Sua vinda está próxima. Tenho sido fiel? Ele vem receber a parte que Lhe cabe na colheita. Estou disposta a entregar ou quero tudo para mim? Que tipo de "mordomo" tenho sido? Acertarei tudo com Ele, corretamente? Meu coração dispara.
Fique comigo. Sondemos mais uma vez nossos corações.
Mais tarde, esses líderes enviaram alguns fariseus e membros do partido de Herodes. O objetivo é provocar Jesus. Querem que fale algo que o condenem. Para prendê-Lo.
Eles O chamam de Mestre. Dizem saber que Ele é honesto e imparcial. Ensina o caminho de Deus conforme a verdade.
Pergunto: Então, por que eram discípulos dos fariseus e herodianos e não discípulos de Jesus?
Pois bem. Continuaram com a farsa. Perguntaram, “inocentemente”, se era certo ou não pagar o imposto a César.
Meus olhos e ouvidos estão atentos aguardando Sua resposta.
Jesus, percebendo a má intenção deles, pergunta por que tentam pegá-Lo em uma armadilha. Pede que Lhe mostrem uma moeda de prata e Ele lhes dirá Sua opinião.
Mostram-lhe uma moeda. Estico meu pescoço. O que fará agora?
Pergunta de quem é a imagem e o título gravado na moeda. Claro, minha plaquinha está levantada.
Queriam Lhe pegar em Suas próprias palavras, mas agora quem pergunta é Ele. Eu queria ter outra plaquinha.
Eles, na minha opinião, “com cara de tacho”, são obrigados a responder que a imagem e o título são de César.
Jesus conclui que deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Muitos ficaram admirados!
Sinto muito se você me acha escandalosa, mas tenho que pular diante de tal resposta. Meu Senhor é tão maravilhosamente sábio! Meu queixo cai. Acho que fico literalmente babando.
Não apenas respondeu que Sua opinião era que o imposto, devido a César, deveria ser pago. Também disse que o que é de Deus deve ser dado a Deus.
A honra, a obediência, o amor, o louvor, o temor. Tudo que pertence a Deus deve ser dado a Ele.
Claro, preciso sentar um pouco. Fiquei tão empolgada com Sua resposta, mas agora a pergunta ecoa através dos meus próprios ouvidos. Tenho que olhar para dentro de mim. Novamente. É verdade, tenho declarado meu imposto corretamente, como deve ser. “Dar a César o que é de César”. Mas e quanto a dar a Deus o que é de Deus? Tenho feito isso? Tenho realmente dado ao Senhor tudo o que Lhe é devido? E você? Sondemos nossos corações.
Depois dos fariseus e herodianos, vieram os saduceus. Não acreditam na ressurreição. Vão a Jesus com mais uma daquelas perguntas para testá-Lo. Citam Moisés. Ele havia dito que se um homem morresse sem deixar filhos, seu irmão deveria se casar com a cunhada para dar descendência ao irmão que morrera. Disseram que havia uma família com sete irmãos. O primeiro casou e morreu. Não teve filhos. Seu irmão casou-se com a cunhada, para cumprir a lei. O mesmo aconteceu com todos os outros. Até que finalmente a mulher morreu.
Disparam a pergunta. Queriam saber, na ressurreição, de qual dos sete ela seria esposa, uma vez que todos foram casados com ela.
Como sempre, Sua resposta deixa-me boquiaberta. Ora, se não acreditavam na ressurreição, por que a pergunta? Queriam saber qual solução Jesus daria a essa hipótese levantada.
Sua resposta vai ao fundo da verdadeira questão. Estavam enganados por não conhecerem nem as Escrituras, nem o poder de Deus. Esse era o erro deles. Embora fossem considerados estudiosos da Lei, suas crenças estavam erradas. Não conheciam verdadeiramente a Lei, as Escrituras, nem o poder de Deus. Não havia relacionamento entre eles e Deus. Não saíam da superficialidade.
O Senhor explica que na ressurreição as pessoas não se casam. E, como sempre, chega ao âmago da questão. Diz àqueles homens que não criam na ressurreição se não haviam lido que Deus disse a Moisés ser o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Mais uma vez o problema dos saduceus estava em não conhecer as Escrituras. Embora lessem não entendiam. Seus olhos, ouvidos e mentes estavam encobertos. Seus corações não eram atingidos. Estavam completamente enganados.
Como pode sempre ir até ao âmago da questão? Responde além do que perguntam porque sabe o que exatamente querem dizer e o que precisam ouvir.
Preciso parar e adorá-Lo, com o coração cheio de admiração, amor e gratidão. Esse é o Senhor que sirvo e servirei para todo o sempre. Com todo o meu ser.
Um dos mestres da lei que estava ali, vendo que o Senhor respondera bem, perguntou-Lhe qual o mandamento mais importante.
Prontamente o Senhor respondeu que o mandamento mais importante é amar o Senhor, o seu Deus, o único Senhor, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças.
Como sempre vai além, respondeu que o segundo é igualmente importante. É o que nos ordena a amar nosso próximo como amamos a nós mesmos. E vai mais além dizendo que nenhum mandamento é maior que esses dois.
Consegue perceber que os maiores mandamentos não envolvem regras? Envolvem atitudes, relacionamentos, entregas. Não envolvem exigências, envolvem ação, doação. Quando amo, há entrega. Me entrego. Jesus veio ao mundo porque o Senhor nos amou. Ação. Doação.
Como tenho agido? Tenho amado ao Senhor com essa entrega? Tenho me amado? Tenho amado meu próximo? Quais têm sido minhas ações? Não posso amar se em mim não houver ação. Preciso agir mais? Mudar algumas atitudes? Fazer escolhas diferentes? Minhas atitudes manifestam o amor que há dentro de mim? Minhas ações são coerentes com meu coração?
Volto novamente minha atenção para Ele. O mestre da lei disse que o Senhor respondeu bem. Valou a verdade. O que disse realmente é mais importante que oferecer todos os holocaustos e sacrifícios exigidos pela lei.
Ufa! Alguém parece finalmente ter entendido! O Senhor lhe fala que não está longe do reino de Deus.
Depois, ninguém mais se atreveu a fazer-Lhe perguntas.
Mais tarde, estava ensinando o povo no templo. Agora, é Sua vez de perguntar. Aproveita a oportunidade, como o sábio maravilhoso que é.
Sua pergunta também é à queima-roupa. Quer saber por que os mestres da lei afirmam que Cristo é filho de Davi se o próprio Davi, falando através do Espírito Santo, chama-O de Senhor (Salmo 110). Como, então, pode ser filho de Davi?
Claro que sabia a resposta. Diferente dos fariseus, não queria colocar ninguém à prova. Queria ensinar. Esclarecer. Revelar. Como antes fazíamos com o negativo de uma fotografia. Mostrar a verdade oculta. Sua hora estava chegando.
Ninguém conseguiu responder. Não tinham a revelação de que o Cristo era sim, filho de Davi, porque o Todo-Poderoso cumpriria Sua promessa a Davi, mas também era, é o Deus Encarnado, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, como João tão lindamente explica no capítulo um de seu livro.
Jesus deixou a pergunta no ar. Para ser pensada. Ruminada. Pesquisada. Estudada.
Se queremos aprender, precisamos examinar as Escrituras, com o coração atento às verdades ali contidas.
A multidão O ouvia com prazer.
Ele orientou que tivessem cuidado com os mestres da lei. Gostavam de aparecer. De ser saudados. De estarem no centro da atenção. E, pior que isso, tomavam posse dos bens das viúvas, desonestamente. E gostavam de fazer longas orações em público. Seriam duramente castigados. Eram só casca.
Jesus sentou-se próximo às caixas que recebiam as ofertas do templo. Ficou observando as pessoas colocarem ali suas ofertas. Muitos ricos contribuíam com grandes quantias. De repente, veio uma viúva pobre. Colocou ali duas moedas pequenas.
Ele chamou Seus discípulos. Disse que aquela pequena oferta era maior que todas. Os ricos deram do que lhes sobrava. Ela deu o que tinha.
Cada palavra que fala me faz pensar. Tenho oferecido ao Senhor o que me sobra ou tudo o que tenho?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos a magnífica entrada de Jesus em Jerusalém. Também O vimos amaldiçoar a figueira sem frutos. Purificar o templo. Ser questionado quanto à Sua autoridade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-111-33.html
Agora, caminharemos através do capítulo doze de Marcos.
Jesus está ensinando através de parábolas. Conta a parábola dos lavradores maus. Prestemos bastante atenção. Abra seus olhos e ouvidos.
Um homem plantou uma vinha. Colocou uma cerca ao redor, para protegê-la. Cavou um tanque para prensar as uvas, para fazer vinho. Construiu uma torre. Para vigiar sua vinha. Principalmente na época da colheita, é muito importante essa vigilância. Há salteadores e intempéries.
Depois que esse homem deixou tudo pronto, arrendou sua vinha e partiu para um lugar distante.
No tempo da colheita, enviou seus servos aos lavradores, para receber os frutos que lhe pertenciam. Quando uma terra era arrendada, parte da colheita pertencia ao arrendatário e a outra ao proprietário da terra.
Quando aqueles servos foram receber essa parte que era devida ao proprietário, os lavradores agarraram e espancaram aqueles homens. Eles voltaram de mãos vazias. A outro, insultaram e bateram em sua cabeça. O seguinte foi morto. Outros foram enviados e foram ou espancados ou mortos.
Por último, só restou um para aquele homem enviar: seu filho amado. Acreditava que o respeitariam. Ledo engano. Quando os lavradores viram o filho, disseram uns aos outros que ele era o herdeiro. Concordaram em matá-lo e ficar com a herança. Foi o que fizeram. Agarraram-no, mataram-no e lançaram-no fora do vinhedo.
Jesus pergunta o que acham que o dono do vinhedo fará. Não questiona se o dono do vinhedo virá. É certo que virá. Mataram seus servos e por último seu filho, seu herdeiro. Então, o que fará quando vier?
Estamos ali, atentos a cada palavra. É certo que virá e matará aqueles homens, arrendando o vinhedo a outros.
Pergunta se nunca leram nas Escrituras sobre a pedra que os construtores rejeitaram e que tornou-se a pedra angular. Afirma que isto é obra do Senhor. E é maravilhoso ver.
Minha boca está aberta. Meu queixo cai. Quero erguer minha plaquinha, mas estou tão chocada que não consigo me mexer. Mal consigo respirar. Meus olhos devem estar esbugalhados.
Realmente o Senhor não tem medo de ficar sem ouvintes. Novamente Ele demonstra, de maneira completamente clara, Seu compromisso com a verdade.
Estou a ponto de engasgar. Nunca vi alguém tão comprometido com a verdade. Isso me emociona. Me choca. Enche meu coração de admiração. De amor. De paixão. Quero segui-Lo. Quero servi-Lo. Todo o tempo. Todos os dias. Onde quer que vá. Para sempre. Esse é o Senhor que quero sobre mim. Que não abandona a verdade por nada. Que não é politicamente correto. Que não é político. É correto. E ponto. O que o sim é sim e o não é não.
Os líderes religiosos entenderam perfeitamente que Jesus falava a respeito deles. Estava muito claro. Podiam não querer arrependimento, mudança de vida. Mas entendiam Sua mensagem.
Queriam prendê-Lo, mas tinham medo da multidão. Deixaram-No e foram embora. Não era a hora ainda de acontecer. Estava próxima. Ele havia ido a Jerusalém para tal. Sabia o que O esperava. Mas ainda não era a hora.
Tenho que parar aqui. Preciso me recompor. Sua ousadia me abala. Será que estou comprometida com a verdade como meu Senhor? Será que amo mais a verdade que “meus” ouvintes? Afinal, esses ouvintes são os conhecedores das Escrituras, os estudiosos. Qual meu comprometimento com Ele? Será que procuro colocar "panos quentes" em algumas situações? Será que a verdade para mim é sempre verdade? Será que ainda me pego "dando um jeitinho brasileiro" em alguma situação?
Penso no Senhor do vinhedo. Ele vem, é certo. Sua vinda está próxima. Tenho sido fiel? Ele vem receber a parte que Lhe cabe na colheita. Estou disposta a entregar ou quero tudo para mim? Que tipo de "mordomo" tenho sido? Acertarei tudo com Ele, corretamente? Meu coração dispara.
Fique comigo. Sondemos mais uma vez nossos corações.
Mais tarde, esses líderes enviaram alguns fariseus e membros do partido de Herodes. O objetivo é provocar Jesus. Querem que fale algo que o condenem. Para prendê-Lo.
Eles O chamam de Mestre. Dizem saber que Ele é honesto e imparcial. Ensina o caminho de Deus conforme a verdade.
Pergunto: Então, por que eram discípulos dos fariseus e herodianos e não discípulos de Jesus?
Pois bem. Continuaram com a farsa. Perguntaram, “inocentemente”, se era certo ou não pagar o imposto a César.
Meus olhos e ouvidos estão atentos aguardando Sua resposta.
Jesus, percebendo a má intenção deles, pergunta por que tentam pegá-Lo em uma armadilha. Pede que Lhe mostrem uma moeda de prata e Ele lhes dirá Sua opinião.
Mostram-lhe uma moeda. Estico meu pescoço. O que fará agora?
Pergunta de quem é a imagem e o título gravado na moeda. Claro, minha plaquinha está levantada.
Queriam Lhe pegar em Suas próprias palavras, mas agora quem pergunta é Ele. Eu queria ter outra plaquinha.
Eles, na minha opinião, “com cara de tacho”, são obrigados a responder que a imagem e o título são de César.
Jesus conclui que deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Muitos ficaram admirados!
Sinto muito se você me acha escandalosa, mas tenho que pular diante de tal resposta. Meu Senhor é tão maravilhosamente sábio! Meu queixo cai. Acho que fico literalmente babando.
Não apenas respondeu que Sua opinião era que o imposto, devido a César, deveria ser pago. Também disse que o que é de Deus deve ser dado a Deus.
A honra, a obediência, o amor, o louvor, o temor. Tudo que pertence a Deus deve ser dado a Ele.
Claro, preciso sentar um pouco. Fiquei tão empolgada com Sua resposta, mas agora a pergunta ecoa através dos meus próprios ouvidos. Tenho que olhar para dentro de mim. Novamente. É verdade, tenho declarado meu imposto corretamente, como deve ser. “Dar a César o que é de César”. Mas e quanto a dar a Deus o que é de Deus? Tenho feito isso? Tenho realmente dado ao Senhor tudo o que Lhe é devido? E você? Sondemos nossos corações.
Depois dos fariseus e herodianos, vieram os saduceus. Não acreditam na ressurreição. Vão a Jesus com mais uma daquelas perguntas para testá-Lo. Citam Moisés. Ele havia dito que se um homem morresse sem deixar filhos, seu irmão deveria se casar com a cunhada para dar descendência ao irmão que morrera. Disseram que havia uma família com sete irmãos. O primeiro casou e morreu. Não teve filhos. Seu irmão casou-se com a cunhada, para cumprir a lei. O mesmo aconteceu com todos os outros. Até que finalmente a mulher morreu.
Disparam a pergunta. Queriam saber, na ressurreição, de qual dos sete ela seria esposa, uma vez que todos foram casados com ela.
Como sempre, Sua resposta deixa-me boquiaberta. Ora, se não acreditavam na ressurreição, por que a pergunta? Queriam saber qual solução Jesus daria a essa hipótese levantada.
Sua resposta vai ao fundo da verdadeira questão. Estavam enganados por não conhecerem nem as Escrituras, nem o poder de Deus. Esse era o erro deles. Embora fossem considerados estudiosos da Lei, suas crenças estavam erradas. Não conheciam verdadeiramente a Lei, as Escrituras, nem o poder de Deus. Não havia relacionamento entre eles e Deus. Não saíam da superficialidade.
O Senhor explica que na ressurreição as pessoas não se casam. E, como sempre, chega ao âmago da questão. Diz àqueles homens que não criam na ressurreição se não haviam lido que Deus disse a Moisés ser o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Mais uma vez o problema dos saduceus estava em não conhecer as Escrituras. Embora lessem não entendiam. Seus olhos, ouvidos e mentes estavam encobertos. Seus corações não eram atingidos. Estavam completamente enganados.
Como pode sempre ir até ao âmago da questão? Responde além do que perguntam porque sabe o que exatamente querem dizer e o que precisam ouvir.
Preciso parar e adorá-Lo, com o coração cheio de admiração, amor e gratidão. Esse é o Senhor que sirvo e servirei para todo o sempre. Com todo o meu ser.
Um dos mestres da lei que estava ali, vendo que o Senhor respondera bem, perguntou-Lhe qual o mandamento mais importante.
Prontamente o Senhor respondeu que o mandamento mais importante é amar o Senhor, o seu Deus, o único Senhor, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças.
Como sempre vai além, respondeu que o segundo é igualmente importante. É o que nos ordena a amar nosso próximo como amamos a nós mesmos. E vai mais além dizendo que nenhum mandamento é maior que esses dois.
Consegue perceber que os maiores mandamentos não envolvem regras? Envolvem atitudes, relacionamentos, entregas. Não envolvem exigências, envolvem ação, doação. Quando amo, há entrega. Me entrego. Jesus veio ao mundo porque o Senhor nos amou. Ação. Doação.
Como tenho agido? Tenho amado ao Senhor com essa entrega? Tenho me amado? Tenho amado meu próximo? Quais têm sido minhas ações? Não posso amar se em mim não houver ação. Preciso agir mais? Mudar algumas atitudes? Fazer escolhas diferentes? Minhas atitudes manifestam o amor que há dentro de mim? Minhas ações são coerentes com meu coração?
Volto novamente minha atenção para Ele. O mestre da lei disse que o Senhor respondeu bem. Valou a verdade. O que disse realmente é mais importante que oferecer todos os holocaustos e sacrifícios exigidos pela lei.
Ufa! Alguém parece finalmente ter entendido! O Senhor lhe fala que não está longe do reino de Deus.
Depois, ninguém mais se atreveu a fazer-Lhe perguntas.
Mais tarde, estava ensinando o povo no templo. Agora, é Sua vez de perguntar. Aproveita a oportunidade, como o sábio maravilhoso que é.
Sua pergunta também é à queima-roupa. Quer saber por que os mestres da lei afirmam que Cristo é filho de Davi se o próprio Davi, falando através do Espírito Santo, chama-O de Senhor (Salmo 110). Como, então, pode ser filho de Davi?
Claro que sabia a resposta. Diferente dos fariseus, não queria colocar ninguém à prova. Queria ensinar. Esclarecer. Revelar. Como antes fazíamos com o negativo de uma fotografia. Mostrar a verdade oculta. Sua hora estava chegando.
Ninguém conseguiu responder. Não tinham a revelação de que o Cristo era sim, filho de Davi, porque o Todo-Poderoso cumpriria Sua promessa a Davi, mas também era, é o Deus Encarnado, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, como João tão lindamente explica no capítulo um de seu livro.
Jesus deixou a pergunta no ar. Para ser pensada. Ruminada. Pesquisada. Estudada.
Se queremos aprender, precisamos examinar as Escrituras, com o coração atento às verdades ali contidas.
A multidão O ouvia com prazer.
Ele orientou que tivessem cuidado com os mestres da lei. Gostavam de aparecer. De ser saudados. De estarem no centro da atenção. E, pior que isso, tomavam posse dos bens das viúvas, desonestamente. E gostavam de fazer longas orações em público. Seriam duramente castigados. Eram só casca.
Jesus sentou-se próximo às caixas que recebiam as ofertas do templo. Ficou observando as pessoas colocarem ali suas ofertas. Muitos ricos contribuíam com grandes quantias. De repente, veio uma viúva pobre. Colocou ali duas moedas pequenas.
Ele chamou Seus discípulos. Disse que aquela pequena oferta era maior que todas. Os ricos deram do que lhes sobrava. Ela deu o que tinha.
Cada palavra que fala me faz pensar. Tenho oferecido ao Senhor o que me sobra ou tudo o que tenho?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Mateus 23.1-39
Leitura do dia 18/10.
Nas postagens anteriores, vimos a respeito do casamento e do divórcio, a pergunta do jovem rico que desejava ser perfeito e as recompensas do Reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-191-30.html
Também vimos a parábola dos trabalhadores na vinha, a necessidade de saber pedir e os cegos recuperando a visão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-201-34.html
O Senhor entrou em Jerusalém, aclamado pelas multidões. Limpou o templo, a casa de oração. Amaldiçoou a figueira que tinha folhas, mas não tinha frutos. Não respondeu à pergunta dos religiosos quando à Sua autoridade. Contou a parábola do pai e dois filhos e a dos vinicultores maus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-211-46.html
Lemos também a parábola do banquete nupcial, o pagamento dos impostos, a ressurreição, o maior dos mandamentos e o Senhorio de Jesus sobre o rei Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-221-46.html
Hoje, leremos a partir do capítulo vinte e três de Mateus. Até o capítulo vinte e cinco.
Jesus dirige-se à multidão e a Seus discípulos dizendo que os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés, a cadeira de ensino e autoridade. Por esse motivo, deviam obedecer e fazer o que diziam, mas não o que faziam. Embora ensinassem o correto, não praticavam o que pregavam.
Também afirma que atavam fardos pesados e colocavam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não tinham a mínima disposição em levantar um só dedo que fosse para mover esses fardos. Regras sobre regras.
Alertou à multidão e Seus discípulos que tudo que faziam era para serem vistos pelos homens. Alteravam até suas roupas para chamar mais atenção. Também gostavam dos lugares de honra nos jantares e dos assentos mais importantes nas sinagogas. Além de gostarem de ser saudados nas praças e serem chamados de Mestres.
Infelizmente, os mestres da lei, embora estudassem as Escrituras, haviam se perdido. Amando mais o reconhecimento humano do que o Todo-Poderoso.
O conhecimento das Escrituras deve nos levar a amar mais o Senhor. Precisamos ter cuidado para não nos perdermos. Não nos tornarmos orgulhosos em função do que aprendemos. Quanto mais conhecermos as Escrituras, em verdade, menores nos consideramos. Como João Batista, que disse que o Senhor devia crescer e ele diminuir (João 3.30).
O Senhor continua dizendo que ninguém devia ser chamado de Mestre, pois um só é o nosso Mestre. Todos somos irmãos. Nem de Pai, porque nosso Pai é Aquele que está nos céus. Nem ao menos chefes, porque nosso Chefe é Cristo, o Ungido, o Senhor.
Para não deixar qualquer tipo de dúvidas, reafirmou que o maior era o que servisse. Pois todo que a si mesmo se exalta, acaba sendo humilhado, mas todo que a si mesmo se humilha, será exaltado.
Que o Senhor ensine essas verdades aos nossos corações. Que à medida que aprendermos, enxerguemos quem somos, como somos. Que gritemos como João Batista, um grito que saia de dentro de nossos corações: “Que Ele cresça e eu diminua.”
https://www.youtube.com/watch?v=Me9WNFKaTjo
Agora, estamos em meio à multidão. Meus olhos estão quase saltando. Meu coração também. Ele se dirige aos mestres da lei e aos fariseus. E os chama de hipócritas!
Nas postagens anteriores, vimos a respeito do casamento e do divórcio, a pergunta do jovem rico que desejava ser perfeito e as recompensas do Reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-191-30.html
Também vimos a parábola dos trabalhadores na vinha, a necessidade de saber pedir e os cegos recuperando a visão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-201-34.html
O Senhor entrou em Jerusalém, aclamado pelas multidões. Limpou o templo, a casa de oração. Amaldiçoou a figueira que tinha folhas, mas não tinha frutos. Não respondeu à pergunta dos religiosos quando à Sua autoridade. Contou a parábola do pai e dois filhos e a dos vinicultores maus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-211-46.html
Lemos também a parábola do banquete nupcial, o pagamento dos impostos, a ressurreição, o maior dos mandamentos e o Senhorio de Jesus sobre o rei Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-221-46.html
Hoje, leremos a partir do capítulo vinte e três de Mateus. Até o capítulo vinte e cinco.
Jesus dirige-se à multidão e a Seus discípulos dizendo que os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés, a cadeira de ensino e autoridade. Por esse motivo, deviam obedecer e fazer o que diziam, mas não o que faziam. Embora ensinassem o correto, não praticavam o que pregavam.
Também afirma que atavam fardos pesados e colocavam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não tinham a mínima disposição em levantar um só dedo que fosse para mover esses fardos. Regras sobre regras.
Alertou à multidão e Seus discípulos que tudo que faziam era para serem vistos pelos homens. Alteravam até suas roupas para chamar mais atenção. Também gostavam dos lugares de honra nos jantares e dos assentos mais importantes nas sinagogas. Além de gostarem de ser saudados nas praças e serem chamados de Mestres.
Infelizmente, os mestres da lei, embora estudassem as Escrituras, haviam se perdido. Amando mais o reconhecimento humano do que o Todo-Poderoso.
O conhecimento das Escrituras deve nos levar a amar mais o Senhor. Precisamos ter cuidado para não nos perdermos. Não nos tornarmos orgulhosos em função do que aprendemos. Quanto mais conhecermos as Escrituras, em verdade, menores nos consideramos. Como João Batista, que disse que o Senhor devia crescer e ele diminuir (João 3.30).
O Senhor continua dizendo que ninguém devia ser chamado de Mestre, pois um só é o nosso Mestre. Todos somos irmãos. Nem de Pai, porque nosso Pai é Aquele que está nos céus. Nem ao menos chefes, porque nosso Chefe é Cristo, o Ungido, o Senhor.
Para não deixar qualquer tipo de dúvidas, reafirmou que o maior era o que servisse. Pois todo que a si mesmo se exalta, acaba sendo humilhado, mas todo que a si mesmo se humilha, será exaltado.
Que o Senhor ensine essas verdades aos nossos corações. Que à medida que aprendermos, enxerguemos quem somos, como somos. Que gritemos como João Batista, um grito que saia de dentro de nossos corações: “Que Ele cresça e eu diminua.”
https://www.youtube.com/watch?v=Me9WNFKaTjo
Agora, estamos em meio à multidão. Meus olhos estão quase saltando. Meu coração também. Ele se dirige aos mestres da lei e aos fariseus. E os chama de hipócritas!
Minha plaquinha cai no chão. Fiquei sem forças. Meu Senhor é tão corajoso e verdadeiro! Fala na “cara” daqueles homens, mestres da lei e fariseus, considerados “os tais”, os estudiosos das Escrituras, que são falsos, que agem de uma maneira, mas pensam de outra. E continua.
Vou me encolhendo.
Vou me encolhendo.
Chama atenção daqueles homens, os estudiosos da lei, pois fecham o Reino dos céus diante dos homens. Não entram e nem deixam entrar os que gostariam. Estou pasma. Que coragem!
Mas ainda não acabou. Denuncia que, com a desculpa de orarem, devoram as casas das viúvas. Serão castigados com mais severidade. Sabem perfeitamente o que estão fazendo.
Realmente me encolho. Parece que está vivendo os dias de hoje. Fala desses estudiosos que percorrem terra e mar para fazer um convertido e quando o fazem não o libertam, mas o tornam duas vezes mais filho do inferno que eles. Quantas vezes a igreja tem feito isso ao longo da história? Quantas vezes tem sido pregado um evangelho distorcido, que empobrece a alma ao invés de enriquecê-la? Que escraviza ao invés de libertar?
O Senhor os chama de guias cegos, cegos e insensatos. Considerando o ouro mais que o santuário.
Ele disse isso faz dois mil anos. Hoje precisamos ouvir essa denúncia!
Ele disse isso faz dois mil anos. Hoje precisamos ouvir essa denúncia!
E quanto ao dízimo? Davam rigorosamente o dízimo das colheitas, mas negligenciavam os preceitos mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fidelidade.
Olho à volta. Estou mesmo nas páginas do livro de Mateus ou estou em pleno século 21? Será que vivemos dando voltas? Recordo-me do que Salomão disse: “O que acontece agora, já aconteceu antes, e o que acontecerá no futuro também já aconteceu, pois Deus faz as mesmas coisas acontecerem repetidamente (Eclesiastes 3.15)" . Onde estão a justiça, a misericórdia e a fidelidade hoje em dia? Sinceramente, estou embasbacada.
Olho à volta. Estou mesmo nas páginas do livro de Mateus ou estou em pleno século 21? Será que vivemos dando voltas? Recordo-me do que Salomão disse: “O que acontece agora, já aconteceu antes, e o que acontecerá no futuro também já aconteceu, pois Deus faz as mesmas coisas acontecerem repetidamente (Eclesiastes 3.15)" . Onde estão a justiça, a misericórdia e a fidelidade hoje em dia? Sinceramente, estou embasbacada.
Comprometido com a verdade, Ele é a própria Verdade, repete a denúncia. São guias cegos que coam um mosquito e engolem um camelo. Enxergam os ciscos e não enxergam as traves.
Sinceramente, fui arrancada das páginas de Mateus e trazida para os dias de hoje.
Sinceramente, fui arrancada das páginas de Mateus e trazida para os dias de hoje.
Mestres da lei que limpam o exterior e por dentro estão cheios de ganância e cobiça. O coração não importa mais. A alma pode estar estraçalhada. A aparência é o que importa. É ter e não ser.
Quantos sepulcros caiados temos visto? Bonitos por fora e cheios de ossos e toda imundície por dentro. Com aparência de justiça e cheios de hipocrisia e maldade. Estou pasma! Tenho certeza que o Senhor está falando à nossa geração, a muitos de nossos líderes, a muitos de nós.
Ainda denuncia que esses mestres edificam os túmulos dos profetas e adornam os monumentos dos justos dizendo que não teriam derramado sangue se fossem vivos naquela época. Testemunham que são descendentes dos que agiram assim, mas não fazem como Esdras e Neemias, que confessaram e pediram perdão pelos pecados de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/neemias-um-homem-de-oracao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-zelo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/neemias-um-homem-de-oracao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-zelo.html
Tenho que sentar. Imagino João Batista, ou Isaías, ou Elias ou qualquer um dos profetas “surgindo” diante de nós. Estou certa, seriam mortos. O mais rapidamente possível. Sua mensagem seria muito dura para nós, para nossa geração, acostumada a fechar os olhos para mosquitos e camelos. Desejosa de ouvir que pode, que consegue, que merece.
O Senhor diz que estão enchendo a medida de pecados de seus antepassados. Estamos fazendo o mesmo? Temo e tremo diante dessa palavra.
Seu semblante é duro, assim como Suas palavras. Mestres da lei e fariseus, considerados a nata, sendo chamados pelo Mestre de serpentes e raça de víboras. Sua pergunta ecoa por toda Jerusalém: “Como vocês escaparão da condenação ao inferno?” Como?
Depois, profetizou que estava enviando profetas, sábios e mestres. Uns seriam crucificados, uns açoitados e uns perseguidos.
E, para meu total horror, afirma que sobre eles recairia todo o sangue justo derramado na terra, desde Abel até Zacarias, que foi assassinado.
Tantas palavras duras, embora verdadeiras, mas então, meu coração derrete. Olho para Ele. Justiça, fidelidade e misericórdia é o que vejo. Sua declaração de amor por Jerusalém, e por todos nós. Compara-se a uma galinha que reúne os pintinhos debaixo de suas asas. Quantas vezes quis fazer assim, mas não quiseram. Fugiram de Seu cuidado, de Seu carinho.
Choro. Sinto Sua dor. Seu amor em meio a todas as denúncias que fez. Seu interesse em denunciar é o arrependimento.
Suas palavras me atingem. Não apenas por mim, mas pela minha geração. Pela nossa geração. Por nós.
Temos, como geração, como igreja, agido assim? Como hipócritas, cegos insensatos, serpentes, raças de víboras?
Venho sondando meu coração ao longo dessa jornada. Quantas verdades o Senhor tem revelado. Quero ser como Ele. Quero ser como Ele deseja. Preciso que continue sondando meu coração.
Fique comigo. Deixe que o Senhor nos toque, coloque luz em nossas vidas e corações. Vamos pedir que nossa situação como igreja mude! Precisamos disso. Muito.
Os mestres da lei e os fariseus devem ter ficado lá fervilhando.
Quem dera se arrependessem. Sabemos que não aconteceu.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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