Leitura do dia 01/11.
Continuamos caminhando pelas páginas de Lucas.
Ontem vimos a conversão de Zaqueu. A parábola dos dez talentos. A entrada de Jesus em Jerusalém. E Seu lamento. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-211-38.html
Também vimos a autoridade de Jesus sendo questionada. A parábola dos lavradores maus. O imposto a César. A discussão sobre ressurreição dos mortos. A pergunta de Jesus sobre “o Cristo”. Sua crítica aos mestres da lei.
Jesus fala sobre a oferta da viúva pobre. E sobre os acontecimentos futuros. Ele ensina diariamente no templo.
Hoje caminharemos a partir do capítulo vinte e dois. Até o final desse maravilhoso livro de Lucas, o médico.
Estava quase no dia da Páscoa, onde os judeus comiam os pães sem fermento. E comemoravam a saída do Egito.
Os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei continuavam procurando um meio de matar Jesus, mas tinham medo do povo.
Ele agora é uma ameaça muito maior, afinal, estava em Jerusalém, o lugar que é o centro dos acontecimentos. Onde ficava o templo e os chefes dos sacerdotes e mestres da lei exerciam poder. Jesus os confrontava, os atrapalhava.
Ninguém que deseja continuar sem mudanças gosta de confronto. O confronto só serve para os que desejam mudar. Quem não deseja mudanças, odeia confrontos.
E eles odiavam. Porque amavam o poder. Mais que qualquer coisa. Não queriam a verdade. Queriam poder.
Judas, chamado Iscariotes, um dos Doze, deu lugar para que Satanás entrasse nele. Foi até os chefes dos sacerdotes e oficiais da guarda do templo. Tratou com eles um modo de lhes entregar Jesus.
Eles gostaram muito da proposta. Afinal, tendo um dos Doze a entregá-Lo seria muito mais fácil. Prometeram-lhe dinheiro.
Pelo visto, esse era um dos pontos fracos de Judas. As Escrituras nos contam que cuidava da bolsa dos Doze e a roubava. Quando lhe prometeram dinheiro, ele consentiu. Ficou esperando uma oportunidade para entregar Jesus. Quando a multidão não estivesse presente.
Os sacerdotes e mestres da lei achavam que eram muito espertos. Queriam prender Jesus longe da multidão, porque a temiam. Acreditavam que, uma vez que estivesse preso, seria mais fácil manipular a multidão. Estavam certos.
Só não sabiam de um detalhe. Porque não queriam saber. Ninguém ia prender ou matar Jesus por seus próprios planos. Ele estava aqui justamente para isso. Foi para isso que veio. Para dar Sua vida por nós.
Era dEle o poder de entregar Sua vida. Não de nenhuma autoridade humana.
“O Pai me ama, pois sacrifico minha vida para tomá-la de volta. Ninguém a tira de mim, mas Eu a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para tomá-la de volta, pois foi isso que meu Pai me ordenou.” – João 10.17,18
"Porque Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho Único, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3.16
Sejamos gratos por um tão grande amor.
Que amor é esse? Eu não entendo. https://www.youtube.com/watch?v=GnuMCM4TEHI
https://www.youtube.com/watch?v=Za095RTLdv4
O grande dia se aproxima. É o primeiro dia da festa dos pães sem fermento, quando o Cordeiro Pascal era sacrificado.
Jesus manda Pedro e João à frente com a ordem de preparar a refeição da Páscoa. Eles não sabem, nós sabemos. Será a última refeição dEle antes de Sua morte.
Eles perguntam onde Ele deseja que seja preparada. Jesus responde que, ao entrarem na cidade verão um homem carregando uma vasilha de água. Devem segui-Lo. Quando entrasse na casa, deveriam falar ao proprietário daquela casa que o Mestre deseja saber onde é o aposento onde comerá a Páscoa com Seus discípulos. Fala ainda que o homem os levará a uma sala grande no andar de cima. A sala já está arrumada. Que preparassem a refeição.
Claro que gostaria de saber quem é esse homem, tão disponível para o Senhor.
Eles foram. Encontraram tudo como Jesus dissera. Preparam a Páscoa.
Quando chegou a hora da ceia, Jesus e os Doze tomaram seus lugares à mesa.. Estão comendo. Observamos a cena com atenção.
Jesus disse que estava esperando para comer essa refeição com eles, antes de Seu sofrimento. Disse que não voltaria a comê-la até que essa refeição se cumpra no Reino.
Enquanto comiam, Jesus modifica a tradição daquele jantar. Tomou o cálice de vinho, deu graças e ofereceu a Seus discípulos, ordenando que todos bebessem do mesmo cálice. Disse que não beberia mais deste fruto da videira, até o dia que viesse o Reino de Deus. Nas Bodas do Cordeiro. Com eles. Comigo. Com você.
Tomou o pão, deu graças, partiu e entregou a Seus discípulos dizendo que era Seu corpo. Entregue por eles. Que comecem em Sua memória. Os discípulos obedecem. Não entendiam exatamente o que estavam fazendo. Ainda não.
Depois da ceia, toma o cálice de vinho. Disse que é o cálice da nova aliança. Essa aliança é confirmada com Seu sangue, que é derramado como sacrifício por eles.
Mas, há um “mas”. Ele diz que um deles o trairá. Era certo que aconteceria (Salmo 41.9). E a triste notícia. Ele morreria, como estava escrito a Seu respeito. Mas ai daquele que O traía.
Os discípulos ficam aflitos. Também ficaríamos se ouvíssemos o Senhor falar assim conosco. Perguntavam uns aos outros quem faria tal coisa.
Judas trairia Jesus porque deu lugar ao nojento, inimigo das nossas almas. Amava o dinheiro. Em João 12.6, João nos conta que não se importava com os pobres, era ladrão. Suas escolhas já estavam equivocadas, antes de resolver trair Jesus. Embora andando com o Senhor, como os outros, seu coração estava longe dEle. Seu desejo era juntar riquezas aqui e não nos céus.
O jantar está prestes a terminar. Os próximos acontecimentos mudarão a história para sempre.
Este jantar da Páscoa transformou-se no que, mais tarde, seria chamada a “Santa Ceia”. Hoje nós a celebramos para anunciar Sua morte, até que volte, no dia glorioso, conforme 1 Coríntios 11.26.
Que nossos corações estejam sempre guardados no Senhor, para não cairmos no mesmo erro de Judas Iscariotes. Que nossa disposição seja a obediência, não a traição.
"Acima de todas as coisas, guarda seu coração, pois ele dirige o rumo de sua vida". - Provérbios 4.23
Antes que o jantar termine, discutem qual deles era o mais importante. O Senhor coloca fim à discussão. Diz que neste mundo os reis e as autoridades exercem poder sobre o povo. Entre eles não seria assim. O maior deveria ocupar a posição inferior. O líder deveria ser o servo.
Também fala que em uma mesa o mais importante é o que é servido, mas não ali. Ali Ele estava como quem servia.
Disse que ficaram com Ele em Seu tempo de provação. E, como o Pai Lhe deu um reino, Ele lhes concedia, naquele momento, o direito de comer e beber à Sua mesa, em Seu Reino. Sentariam em tronos e julgariam as doze tribos de Israel. Uau! Que responsabilidade!
Jesus fala a Simão (Pedro), que Satanás pediu para peneirar cada um deles. Ele, nosso Intercessor, suplicou em oração por Pedro, meu querido Pedro, para que sua fé não vacilasse. Disse-lhe que quando se arrependesse e voltasse para Ele, que fortalecesse seus irmãos. Ah que lindo!
Mais que depressa Pedro responde que está pronto a ir para a prisão. Está pronto até a morrer ao Seu lado. Estou prestes a aplaudi-lo. Mas, escuto o Senhor dizer com toda a segurança que, naquela madrugada ainda, antes que o galo cantasse, Pedro O negaria três vezes. Negaria que O conhece! Meu coração se entristece. Sei que é verdade.
Em seguida, Jesus pergunta se faltou alguma coisa a eles quando foram enviados para anunciar as boas-novas, sem dinheiro, sem bolsa de viagem, sem sandálias extras. Responderam que não. Nada lhes faltou.
Agora, dá uma nova ordem. Que peguem dinheiro e uma bolsa de viagem. Se não tiverem espada que vendam a capa e comprem uma.
É necessário que se cumpra o que foi dito a Seu respeito. Que foi contado entre os rebeldes. Na verdade, Ele disse, tudo que os profetas escreveram a Seu respeito, seria cumprido.
Disseram que tinham duas espadas. Ele disse que era suficiente.
Como era o costume, vão ao Monte das Oliveiras. Nós os acompanhamos.
Quando chegam, Jesus lhes ordena que orem para não cedam à tentação.
Jesus afasta-se um pouco. Ajoelha e ora. Pede que o Pai afaste dEle “aquele” cálice. Contudo que a vontade do Pai seja feita. Não a dEle.
Um anjo do céu aparece e O fortalece.
Ele ora mais intensamente. Sua angústia é muito grande. Nosso Senhor começa a ser prensado.
Por fim, se levanta. Quando volta aos discípulos, encontra-os dormindo. Estão exaustos. De tristeza. Pergunta por que dormem. Não ouvimos resposta. Engulo em seco.
Ele os alerta a levantar e orar para que não caiam em tentação. É um alerta para nós também.
Lucas nos relata que Seu suor se transformou em gotas de sangue, tamanha agonia pela qual Sua alma passava. É o relato de um médico, Lucas, descrevendo a agonia de um homem.
Jesus foi feito homem. Viveu como um homem. Sofreu como o homem que era. Continuou puro, santo e irrepreensível. Tudo por amor a mim. E a você.
Sua agonia corta meu coração. Que amor é esse? Eu não entendo. Não mereço. Nunca merecerei. Nem você. Nenhum de nós. Ninguém.
Ainda está falando quando Judas Iscariotes se aproxima. Não está sozinho. Havia uma grande multidão armada de espadas e varas. Os enviados pelos principais sacerdotes, mestres da lei e líderes religiosos do povo. Meu coração dispara. Apoio-me em seu braço. É hoje. Será preso. Judas está se aproximando cada vez mais.
Ao longe e à noite, todos eram parecidos. Mesmo biótipo. Mesmas roupas. Mesmos cabelos e barbas. Judas O saúda com um beijo. Jesus pergunta se é com um beijo que ele O trai. Meu estômago dá voltas. Meu coração está prestes a sair pela boca.
Quando viram o que está prestes a acontecer, Seus discípulos perguntam se devem lutar. Trouxeram suas espadas. Um deles fere o servo do sumo sacerdote. Corta sua orelha direita.
Jesus disse que bastava. Toca a orelha do homem e o cura.
Minhas pernas estão bambas. Estou em prantos. Sei o que virá em seguida.
Jesus pergunta aos líderes daquela multidão se era um revolucionário perigoso para que fossem até Ele com espadas e pedaços de pau. Por que não o prenderam no templo? Todos os dias estava ali, entre eles, ensinando. Mas, aconteceu assim porque agora era a hora deles. O tempo em que o poder das trevas estava reinando.
Eles O prendem. Levam-No à casa do sumo sacerdote.
Ficamos parados, você e eu, perplexos diante de tal cena. Sabemos que mais coisas acontecerão.
Tenho que parar nossa caminhada. Não posso prosseguir. Prostro-me diante dEle. Preciso agradecê-Lo. Adorá-Lo. Foi preso por mim. Por amor.
Junte-se a mim. Adore-O. Como não retribuir tão grande amor?
Ele me amou primeiro. Eu O amarei para sempre. E você? https://www.youtube.com/watch?v=f5v-XbnCYMA
Continuamos.
Pedro O segue, de longe, até o pátio da casa do sumo sacerdote. Entra e senta-se com os guardas. Espera para ver o que acontecerá.
Uma criada aproxima-se. Olha fixamente e diz, não pergunta, afirma que ele era um dos seguidores de Jesus. Pedro nega. Diz que nem conhecia tal homem.
Esse é o Pedro que dissera algumas horas antes estar disposto a morrer com o Senhor?
Pouco depois, um homem olha para ele e diz praticamente a mesma coisa. Novamente nega. Tenho vontade de chorar.
Pedro provavelmente conversava, para passar o tempo. As horas passam devagar. A alvorada está quase chegando. Aproximadamente uma hora depois, outro homem afirma que certamente ele era um deles, afinal, era galileu. Pedro fala que não sabe do que ele está falando. Ele, que dissera estar disposto a morrer pelo Senhor. Agora diz que nem sabe do que estão falando.
Imediatamente o galo canta. O Senhor está por ali. E olha para Pedro. Ele lembra o que Jesus dissera. Começa a chorar. E sai dali. Não o condeno. Quem disse que eu não faria o mesmo? E você?
Os guardas que estão encarregados de Jesus zombam e batem nEle. Vendam Seus olhos e pedem que profetize, dizendo que O bateu, "daquela vez". Eles O insultam de várias maneiras. Meu coração dói.
É de manhã. Bem cedo. Reuniram-se para discutir o que fariam. Estão todos ali. Os líderes do povo, os principais sacerdotes e os mestres da lei. É o conselho. Perguntam se Ele é o Cristo. Como se quisesse realmente saber.
Jesus responde que se disser que é não crerão nEle. E, se lhes fizer uma pergunta, também não Lhe responderão. Mas, Ele diz, de agora em diante, o Filho do homem se sentará à direita do Deus Poderoso.
Ninguém se ajoelha perante Ele, sabendo agora quem é. Não. Todos gritam perguntando se ele afirma que é o Filho de Deus. Jesus responde que eles disseram que Ele é.
Não precisam mais de testemunhas, dizem. Todos ouviram o que acaba de dizer.
As lágrimas descem pelo meu rosto. A profecia se cumprirá. Como disse, farão o que quiserem com Ele. Para meu total horror.
Isaías havia escrito: "Condenado injustamente, foi levado embora. Ninguém se importou de Ele morrer sem deixar descendentes, de Sua vida ser cortada no meio do caminho. Mas Ele foi ferido mortalmente por causa da rebeldia do meu povo". - Isaías 53.8
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 14 de novembro de 2019
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Marcos 9.1-50
Leitura do dia 22/10.
Na postagem anterior, vimos a segunda multiplicação dos pães. Os fariseus, loucos, exigindo um sinal do céu. O alerta do Senhor ao fermento dos fariseus e de Herodes. O Senhor cura um cego. Pedro responde quem Ele é. Ele prediz Sua morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-81-38.html
Agora, prosseguimos pelo capítulo nove de Marcos.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era! Presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem os envolveu e dessa nuvem uma voz disse que Aquele era Seu Filho amado. Deveriam ouvi-Lo.
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. Em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No!”.
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei. Jesus, a quem devemos ouvir. Sempre.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), desceram do monte. No caminho, Jesus lhes diz para não contarem a ninguém o que havia acontecido, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram. Preferiram maltratá-lo, conforme as Escrituras previam.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer, aos outros, quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos Suas palavras e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos. Somos Suas testemunhas.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar o Senhor, onde quer que vá, negando-nos e tomando nossa Cruz.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), descem do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam. Alguns mestres da lei discutiam com eles.
Quando a multidão O viu, correu para cumprimentá-Lo.
Ele perguntou sobre o que discutiam. Um homem aproximou-se e contou que trouxera seu filho que estava possuído por um demônio, que não o deixava falar. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes o demônio o jogava ao chão. Ele espumava, rangia os dentes e ficava rígido. Explicou que o trouxera aos discípulos, mas não puderam libertá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula. Ainda perguntou até quando teria que suportá-los. Será que está de mau humor? Por que foi tão duro?
Levaram-Lhe o menino. Quando o demônio viu o Senhor, causou uma intensa convulsão. O menino foi jogado ao chão. Contorcendo-se e espumando.
Jesus perguntou ao pai há quanto tempo aquilo ocorria. O pai respondeu que desde que era pequeno. Muitas vezes o espírito o lançava no fogo ou na água, tentando matá-lo.
Clamou que Jesus tivesse misericórdia. E, se pudesse, que os ajudassem.
Sua resposta é maravilhosa. É uma pergunta. “Se puder?”. Claro que Ele podia. Respondeu ao pai daquele menino que tudo é possível ao que crê. Tudo.
O pai do menino responde imediatamente que cria. E pede que o Senhor o ajude a superar sua incredulidade. Não é uma resposta intrigante? Sim. Porém sincera. Ele cria. Mas ainda assim tinha dúvidas. E foi sincero. Expôs sua necessidade e seu coração ao Senhor.
A multidão começou a aumentar. O Senhor repreendeu o espírito e ordenou que saísse.
O espírito gritou. Causou outra convulsão ao menino. E o deixou. O menino ficou deitado, quieto, no chão. Parecia morto.
A multidão se aquieta. Depois, um murmúrio corre. Sussurram que o menino está morto. Mas Jesus o toma pela mão e o ajuda a levantar. O menino coloca-se em pé. Está liberto.
Quando chegaram em casa, Seus discípulos foram a Ele. Questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio. Ele respondeu que aquela espécie só sai com oração.
Que tipo de oração, pergunto? Jesus não orou. Apenas ordenou e o demônio saiu. Estava falando de vida. Vida de oração. Vida de comunhão com o Senhor. Vida de fé.
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle).
E quanto a nós? Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Fé é algo totalmente indispensável.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio que tivermos que enfrentar, precisamos de fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria traído e entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas, ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, não entendiam Suas palavras e tiveram medo de Lhe fazer perguntas.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você. Junte-se a mim.
Jesus e os discípulos foram a Cafarnaum. Depois que se acomodaram em casa, Ele perguntou o que vinham discutindo pelo caminho. Engoliram em seco. Não tiveram coragem de responder. Discutiam qual deles era o maior.
Olho para o senhor. Continua tranquilo. Senta-se. Chama os Doze. Fala que todo que desejar ser o primeiro, deve se tornar o último. Deve ser o servo de todos.
Ele coloca uma criança no meio deles e a toma nos braços. Fala que os que recebem uma criança pequena em Seu nome, recebe-O. E não apenas a Ele. Recebe também Seu pai, que O enviou.
Ah, como os valores do Senhor são diferentes dos nossos! O maior é o que serve. O maior é o servo de todos. Não é o líder prepotente, inteligente e bem sucedido. É o que serve. Que nossos olhos estejam abertos para a verdade.
João diz ao Senhor que viram um homem expulsando demônios em Seu nome. Eles o proibiram porque não andava com eles, não era “do nosso grupo”.
O Senhor ordena que não façam assim. Que não o proibissem. Fala que ninguém que faça milagres em Seu nome, logo em seguida falará mal dEle. Diz também que quem não é contra eles, era a favor deles.
Assim como os discípulos, temos a forte tendência de querer impedir as pessoas que estão fazendo algo em nome do Senhor e não é "do nosso grupo”.
Quantas vezes queremos calar essa pessoa! Quantos de nós até difama aqueles que não andam conosco! Simplesmente e tão somente por não fazer parte “do nosso grupo"
Nosso interesse deve ser verificar se a verdade está ou não sendo transmitida. Não devemos nos preocupar se aquela pessoa faz ou não parte do nosso grupo.
O Senhor conhece os que são Seus. O julgamento é dEle. Não somos juízes. Somos discípulos! Aqui, não importa o que pensamos, mas o que Ele pensa. A história nunca foi sobre nós. A história é dEle. É sobre Ele. É para Ele. É por Ele.
Que a Verdade se espalhe por toda a terra, como semente soprada pelo Espírito do Senhor. Que a Verdade esteja em nós. Que reconheçamos a Verdade em outros. Que reconheçamos a mentira também, e fujamos dela. Que nos apeguemos à Verdade.
Jesus continua dizendo que se alguém lhes desse um simples copo de água porque eram Seus seguidores, receberiam uma recompensa. Mas, se alguém fizesse um desses pequeninos, que nEle confiavam, cair em pecado, seria muito melhor que tivesse uma grande pedra amarrada a seu pescoço e fosse jogado ao mar.
Se nossa mão nos fizer pecar, que a arranquemos. Que nada nos impeça de entrar no Reino dos céus. Seremos provados pelo fogo. Passaremos por essa prova?
Somos sal. Sal serve para temperar. Mas, se perder o gosto não serve para nada!
Ele nos ordena a termos entre nós as qualidades de um bom sal e que vivamos em paz uns com os outros.
Suas palavras a João aceleraram meu coração. O seu não?
Nos alegramos quando a mensagem do Senhor é espalhada aos quatro cantos desta terra ou nos ressentimos porque "ele não é do nosso grupo"? Não quero que me encontre com ciúmes da Noiva. A Noiva é dEle, não minha. Nunca foi minha. https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Que tenhamos as boas qualidades do sal. Que não sejamos tropeço para ninguém. Que sejamos fieis e verdadeiros.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos a segunda multiplicação dos pães. Os fariseus, loucos, exigindo um sinal do céu. O alerta do Senhor ao fermento dos fariseus e de Herodes. O Senhor cura um cego. Pedro responde quem Ele é. Ele prediz Sua morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-81-38.html
Agora, prosseguimos pelo capítulo nove de Marcos.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era! Presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem os envolveu e dessa nuvem uma voz disse que Aquele era Seu Filho amado. Deveriam ouvi-Lo.
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. Em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No!”.
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei. Jesus, a quem devemos ouvir. Sempre.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), desceram do monte. No caminho, Jesus lhes diz para não contarem a ninguém o que havia acontecido, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram. Preferiram maltratá-lo, conforme as Escrituras previam.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer, aos outros, quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos Suas palavras e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos. Somos Suas testemunhas.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar o Senhor, onde quer que vá, negando-nos e tomando nossa Cruz.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), descem do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam. Alguns mestres da lei discutiam com eles.
Quando a multidão O viu, correu para cumprimentá-Lo.
Ele perguntou sobre o que discutiam. Um homem aproximou-se e contou que trouxera seu filho que estava possuído por um demônio, que não o deixava falar. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes o demônio o jogava ao chão. Ele espumava, rangia os dentes e ficava rígido. Explicou que o trouxera aos discípulos, mas não puderam libertá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula. Ainda perguntou até quando teria que suportá-los. Será que está de mau humor? Por que foi tão duro?
Levaram-Lhe o menino. Quando o demônio viu o Senhor, causou uma intensa convulsão. O menino foi jogado ao chão. Contorcendo-se e espumando.
Jesus perguntou ao pai há quanto tempo aquilo ocorria. O pai respondeu que desde que era pequeno. Muitas vezes o espírito o lançava no fogo ou na água, tentando matá-lo.
Clamou que Jesus tivesse misericórdia. E, se pudesse, que os ajudassem.
Sua resposta é maravilhosa. É uma pergunta. “Se puder?”. Claro que Ele podia. Respondeu ao pai daquele menino que tudo é possível ao que crê. Tudo.
O pai do menino responde imediatamente que cria. E pede que o Senhor o ajude a superar sua incredulidade. Não é uma resposta intrigante? Sim. Porém sincera. Ele cria. Mas ainda assim tinha dúvidas. E foi sincero. Expôs sua necessidade e seu coração ao Senhor.
A multidão começou a aumentar. O Senhor repreendeu o espírito e ordenou que saísse.
O espírito gritou. Causou outra convulsão ao menino. E o deixou. O menino ficou deitado, quieto, no chão. Parecia morto.
A multidão se aquieta. Depois, um murmúrio corre. Sussurram que o menino está morto. Mas Jesus o toma pela mão e o ajuda a levantar. O menino coloca-se em pé. Está liberto.
Quando chegaram em casa, Seus discípulos foram a Ele. Questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio. Ele respondeu que aquela espécie só sai com oração.
Que tipo de oração, pergunto? Jesus não orou. Apenas ordenou e o demônio saiu. Estava falando de vida. Vida de oração. Vida de comunhão com o Senhor. Vida de fé.
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle).
E quanto a nós? Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Fé é algo totalmente indispensável.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio que tivermos que enfrentar, precisamos de fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria traído e entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas, ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, não entendiam Suas palavras e tiveram medo de Lhe fazer perguntas.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você. Junte-se a mim.
Jesus e os discípulos foram a Cafarnaum. Depois que se acomodaram em casa, Ele perguntou o que vinham discutindo pelo caminho. Engoliram em seco. Não tiveram coragem de responder. Discutiam qual deles era o maior.
Olho para o senhor. Continua tranquilo. Senta-se. Chama os Doze. Fala que todo que desejar ser o primeiro, deve se tornar o último. Deve ser o servo de todos.
Ele coloca uma criança no meio deles e a toma nos braços. Fala que os que recebem uma criança pequena em Seu nome, recebe-O. E não apenas a Ele. Recebe também Seu pai, que O enviou.
Ah, como os valores do Senhor são diferentes dos nossos! O maior é o que serve. O maior é o servo de todos. Não é o líder prepotente, inteligente e bem sucedido. É o que serve. Que nossos olhos estejam abertos para a verdade.
João diz ao Senhor que viram um homem expulsando demônios em Seu nome. Eles o proibiram porque não andava com eles, não era “do nosso grupo”.
O Senhor ordena que não façam assim. Que não o proibissem. Fala que ninguém que faça milagres em Seu nome, logo em seguida falará mal dEle. Diz também que quem não é contra eles, era a favor deles.
Assim como os discípulos, temos a forte tendência de querer impedir as pessoas que estão fazendo algo em nome do Senhor e não é "do nosso grupo”.
Quantas vezes queremos calar essa pessoa! Quantos de nós até difama aqueles que não andam conosco! Simplesmente e tão somente por não fazer parte “do nosso grupo"
Nosso interesse deve ser verificar se a verdade está ou não sendo transmitida. Não devemos nos preocupar se aquela pessoa faz ou não parte do nosso grupo.
O Senhor conhece os que são Seus. O julgamento é dEle. Não somos juízes. Somos discípulos! Aqui, não importa o que pensamos, mas o que Ele pensa. A história nunca foi sobre nós. A história é dEle. É sobre Ele. É para Ele. É por Ele.
Que a Verdade se espalhe por toda a terra, como semente soprada pelo Espírito do Senhor. Que a Verdade esteja em nós. Que reconheçamos a Verdade em outros. Que reconheçamos a mentira também, e fujamos dela. Que nos apeguemos à Verdade.
Jesus continua dizendo que se alguém lhes desse um simples copo de água porque eram Seus seguidores, receberiam uma recompensa. Mas, se alguém fizesse um desses pequeninos, que nEle confiavam, cair em pecado, seria muito melhor que tivesse uma grande pedra amarrada a seu pescoço e fosse jogado ao mar.
Se nossa mão nos fizer pecar, que a arranquemos. Que nada nos impeça de entrar no Reino dos céus. Seremos provados pelo fogo. Passaremos por essa prova?
Somos sal. Sal serve para temperar. Mas, se perder o gosto não serve para nada!
Ele nos ordena a termos entre nós as qualidades de um bom sal e que vivamos em paz uns com os outros.
Suas palavras a João aceleraram meu coração. O seu não?
Nos alegramos quando a mensagem do Senhor é espalhada aos quatro cantos desta terra ou nos ressentimos porque "ele não é do nosso grupo"? Não quero que me encontre com ciúmes da Noiva. A Noiva é dEle, não minha. Nunca foi minha. https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Que tenhamos as boas qualidades do sal. Que não sejamos tropeço para ninguém. Que sejamos fieis e verdadeiros.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 18.1-35
Leitura do dia 16/10.
Na postagem anterior vimos a transfiguração de Jesus. A cura de um menino possesso. E o Senhor pagando Seu imposto e o de Pedro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-171-27.html
Agora, seguiremos através do capítulo dezoito de Mateus.
Encontramos os discípulos perguntando a Jesus quem era o maior no Reino dos céus.
Ele chamou uma criança, colocou-a no meio deles e assegurou que, a não ser que se convertessem e se tornassem como crianças, jamais entrariam no Reino dos céus.
Não foi essa a pergunta dos discípulos. Mas, enquanto estavam preocupados em ser o maior no Reino dos céus, Jesus se importava com a conversão deles. Entrariam no Reino dos céus?
Converter-se. O que significa? Mudar de direção. Imagine que você está no trânsito indo para o sul e precisa ir para o norte. Assim que encontrar uma “conversão”, você entra para mudar sua direção.
Jesus disse aos discípulos que se não se convertessem e se tornassem como crianças, jamais, veja bem, jamais, entrariam no Reino dos céus. Isso era o importante. Não quem seria o maior ou o menor. Entrar. Não ficar de fora.
Uma criança quer carinho, amor, atenção. Não se preocupa em ser a maior. Quer ser amada. Quer amar também.
Já reparou que muitas vezes, como os discípulos fizeram aqui, perguntamos ao Senhor algo de nosso interesse e Ele responde algo do interesse dEle?
O Senhor continua dizendo que quem recebesse uma criança em Seu nome, estaria recebendo-O. Mas, se ao contrário, alguém fizesse cair em pecado um pequenino que nEle cria, seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Uma pedra de moinho era a pedra usada para moer grãos e giradas por um burro. Enorme.
Enquanto os discípulos pensavam em ser os maiores, o Senhor se importava com o que poderia impedi-los de entrar no Reino dos céus.
E prossegue, aparentemente falando sobre assuntos que não tem a ver com o questionamento deles.
“Ai do mundo por causa das coisas que fazem cair em pecado”! E afirma que é inevitável que essas coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem acontecessem. E, assim como no conhecido “sermão do monte”, em Mateus cinco, repete que se a mão ou pé, ou olho o fizer tropeçar, deve ser arrancado. É melhor entrar no Reino dos céus sem eles do que não entrar. E ser lançado no fogo do inferno. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/os-ensinos-praticos-de-jesus.html
Quantas vezes temos oportunidade de aprender com o Senhor mas, à semelhança dos discípulos, fazemos as perguntas erradas!
Para nossa felicidade, muitas vezes Ele responde além do que perguntamos, nos fazendo pensar nas perguntas que realmente importam.
Como alguém disse, é melhor quase não entrar no Reino dos céus e entrar do que quase entrar e ficar do lado de fora.
Que nosso interesse esteja no que realmente importa. Posição? Como está em Lucas 16.15b: “Mas Deus conhece o seu coração. Aquilo que este mundo valoriza é detestável aos olhos de Deus”.
O Senhor se importa com o que realmente é valioso, transformador e importante. Caráter, não posição.
Será que temos nos achegado a Ele com as perguntas e os interesses certos?
Jesus continua falando sobre a importância que dá aos pequeninos. Seu alerta é ter cuidado para não desprezar um só pequenino que seja. Não nos chama a ter cuidado para com alguém que possui um cargo importante, uma posição influente, uma herança fabulosa, uma empresa de sucesso. Não. Nem com os "fazedores de opinião", os influenciadores da sociedade. Não. Nos alerta a termos cuidado com os pequeninos. Aqueles mesmos, que muitas vezes são desprezados, desvalorizados, sequer vistos. Se devemos ter cuidado para não desprezarmos os pequeninos, significa que devemos ser atenciosos com esses pequeninos. Cuidar deles.
Na postagem anterior vimos a transfiguração de Jesus. A cura de um menino possesso. E o Senhor pagando Seu imposto e o de Pedro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-171-27.html
Agora, seguiremos através do capítulo dezoito de Mateus.
Encontramos os discípulos perguntando a Jesus quem era o maior no Reino dos céus.
Ele chamou uma criança, colocou-a no meio deles e assegurou que, a não ser que se convertessem e se tornassem como crianças, jamais entrariam no Reino dos céus.
Não foi essa a pergunta dos discípulos. Mas, enquanto estavam preocupados em ser o maior no Reino dos céus, Jesus se importava com a conversão deles. Entrariam no Reino dos céus?
Converter-se. O que significa? Mudar de direção. Imagine que você está no trânsito indo para o sul e precisa ir para o norte. Assim que encontrar uma “conversão”, você entra para mudar sua direção.
Jesus disse aos discípulos que se não se convertessem e se tornassem como crianças, jamais, veja bem, jamais, entrariam no Reino dos céus. Isso era o importante. Não quem seria o maior ou o menor. Entrar. Não ficar de fora.
Uma criança quer carinho, amor, atenção. Não se preocupa em ser a maior. Quer ser amada. Quer amar também.
Já reparou que muitas vezes, como os discípulos fizeram aqui, perguntamos ao Senhor algo de nosso interesse e Ele responde algo do interesse dEle?
O Senhor continua dizendo que quem recebesse uma criança em Seu nome, estaria recebendo-O. Mas, se ao contrário, alguém fizesse cair em pecado um pequenino que nEle cria, seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Uma pedra de moinho era a pedra usada para moer grãos e giradas por um burro. Enorme.
Enquanto os discípulos pensavam em ser os maiores, o Senhor se importava com o que poderia impedi-los de entrar no Reino dos céus.
E prossegue, aparentemente falando sobre assuntos que não tem a ver com o questionamento deles.
“Ai do mundo por causa das coisas que fazem cair em pecado”! E afirma que é inevitável que essas coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem acontecessem. E, assim como no conhecido “sermão do monte”, em Mateus cinco, repete que se a mão ou pé, ou olho o fizer tropeçar, deve ser arrancado. É melhor entrar no Reino dos céus sem eles do que não entrar. E ser lançado no fogo do inferno. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/os-ensinos-praticos-de-jesus.html
Quantas vezes temos oportunidade de aprender com o Senhor mas, à semelhança dos discípulos, fazemos as perguntas erradas!
Para nossa felicidade, muitas vezes Ele responde além do que perguntamos, nos fazendo pensar nas perguntas que realmente importam.
Como alguém disse, é melhor quase não entrar no Reino dos céus e entrar do que quase entrar e ficar do lado de fora.
Que nosso interesse esteja no que realmente importa. Posição? Como está em Lucas 16.15b: “Mas Deus conhece o seu coração. Aquilo que este mundo valoriza é detestável aos olhos de Deus”.
O Senhor se importa com o que realmente é valioso, transformador e importante. Caráter, não posição.
Será que temos nos achegado a Ele com as perguntas e os interesses certos?
Jesus continua falando sobre a importância que dá aos pequeninos. Seu alerta é ter cuidado para não desprezar um só pequenino que seja. Não nos chama a ter cuidado para com alguém que possui um cargo importante, uma posição influente, uma herança fabulosa, uma empresa de sucesso. Não. Nem com os "fazedores de opinião", os influenciadores da sociedade. Não. Nos alerta a termos cuidado com os pequeninos. Aqueles mesmos, que muitas vezes são desprezados, desvalorizados, sequer vistos. Se devemos ter cuidado para não desprezarmos os pequeninos, significa que devemos ser atenciosos com esses pequeninos. Cuidar deles.
E continua falando da importância de uma só pessoa.
Se um pastor tiver cem ovelhas, noventa e nove estiverem bem, dentro do aprisco, e uma se perder, esse pastor irá atrás daquela que se perdeu. Irá procurá-la. Até encontrar. Não importa que foi ela quem se desgarrou, que se afastou do pastor, que não ouviu sua voz. Continuará procurando. Até encontrar.
Então, após encontrá-la, ficará muito mais feliz por aquela que estava perdida e foi encontrada do que pelas noventa e nove que já estão em segurança. Esse é o caráter do Senhor. Veio para os doentes e não para os sãos. Para os que precisam.
O Senhor importa-se conosco, em nossas individualidades. Importa-se com os pequeninos.
Você pode até olhar no espelho e achar que não tem valor, mas Ele morreu por você, individualmente. Ele quer se relacionar conosco, também individualmente.
Que possamos aprender com o Senhor a valorizar cada pessoa, independente de quem ela seja, ou o que tenha. Todos são importantes aos Seus olhos.
E mais! Que obedeçamos Seu alerta de não desprezar nenhum dos pequeninos.
Depois, Jesus ensina Seus discípulos como tratar a ofensa de um irmão.
Começa dizendo que “se o seu irmão pecar contra você”, veja bem, é o seu irmão. Não propriamente irmão de sangue. Irmão no sentido de companheiro, amigo, alguém chegado.
Pois bem, se o seu irmão pecar contra você, vá a ele, vocês dois apenas, e mostre-lhe o erro. Se ele não ouvir? Vire as costas e deixe para lá? Não. Procure uma ou duas pessoas de confiança que sirvam de testemunha. Era a exigência da lei mosaica. Sempre ter mais de uma testemunha, para ninguém ser condenado apenas pela palavra de uma pessoa.
E se ainda assim não ouvir? Virar as costas e deixar para lá? Não. Vá e conte à igreja. E se ainda continuar a se recusar a ouvir? Vire as costas e deixe para lá?
Muitos gostam do que o Senhor falou: “Trate-o como gentio ou cobrador de impostos”.
Gostaria de fazer uma pergunta: Como os discípulos viam o Senhor tratando essas pessoas? Com misericórdia.
O próprio escritor que estamos lendo nesse momento era um publicano que havia sido chamado a largar tudo para servir o Senhor. Foi assim que o Senhor o tratou. Chamou-o para Si.
Então, tente resolver a questão a sós. Ou com testemunhas. Ou diante da igreja. Se não conseguir, continue “enviando missionários e orando”, pois é assim que o Senhor trata os pagãos e os publicanos. Não consigo ver outra forma.
Isso é tão importante que logo em seguida Ele fala que tudo o que ligarmos na terra será ligado no céu e tudo o que desligarmos na terra, será desligado no céu. Já parou para pensar no poder que nossas ações têm?
Ele continua dizendo que se dois de nós concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirmos, nos será feito. Percebe o poder da unidade? Não podemos andar sozinhos. Precisamos andar, no mínimo, em duplas. Duplas que concordem. Que se ajudem mutuamente.
E mais. Essa afirmação é simplesmente maravilhosa. Tenho vontade de saltar. Onde está minha plaquinha escrita “aplausos”?
Afirma que onde estiverem dois ou três reunidos em Seu nome, Ele está no meio deles. Não é “vou ver se consigo chegar e ficar com vocês” ou “vou tentar estar com vocês”, ou “talvez eu faça um esforço e esteja com vocês”. Não. É certeza. Está conosco. Está conosco sempre que estamos reunidos em Seu nome. É maravilhoso demais para mim ter certeza de Sua presença!
Que tenhamos zelo com aqueles que nos ferem. Como o Senhor tem zelo com todos.
Que nunca andemos sozinhos, pois precisamos uns dos outros. Sempre. Não seja tolo andando sozinho pois “Quem vive isolado se preocupa apenas consigo e rejeita todo bom senso.” – Provérbios 18.1
Aprenda a compartilhar e pedir socorro. Aprenda a andar em unidade. Precisamos disso. É muito melhor. “É melhor é serem dois que um, pois um ajuda o outro a alcançar o sucesso. Se um cair, o outro o ajuda a levantar-se. Mas quem cai sem ter quem o ajude está em sérios apuros. Da mesma forma, duas pessoas que se deitam juntos aquecem uma à outra. Mas como fazer para se aquecer sozinho? Sozinha, a pessoa corre o risco de ser atacada e vencida, mas duas pessoas juntas podem se defender melhor. Se houver três, melhor ainda, pois uma corda trançada com três fios não arrebenta facilmente.” – Eclesiastes 4.9-12
Vamos nos reunir em Seu nome. Ele está conosco. Ouvindo e ensinando. Ele nunca mente.
Pedro, quase sempre era ele, se aproxima de Jesus e pergunta quantas vezes deveria perdoar seu irmão quando pecasse contra ele. Até sete vezes? Quando fez essa pergunta, talvez estivesse pensando na tradição judaica. Uma pessoa era considerada tendo um espírito perdoador, se perdoasse alguém três vezes. Pedro colocou sete. Mais que o dobro. O número que representa perfeição. Deveria ser o suficiente para os altos padrões de Jesus.
Ah, todos nós paramos. Queremos ouvir Sua resposta. Se falar sete vezes, já estamos felizes. Alguns até começam a contar quantas vezes já perdoaram para ver se já chegaram nas sete vezes.
Então, escutamos Sua resposta. Ele fala que não é até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Faço mentalmente a conta. Setenta vezes sete é igual a quatrocentos e noventa. São vezes demais para perdoar uma única pessoa.
O que o quis dizer aqui? Vamos ficar contando, cada vez que “aquela” pessoa pecar contra nós, até chegar em quatrocentos e noventa? Claro que não. O Senhor quis dizer que devemos perdoar sempre. Ninguém vai ficar contando, “uma, duas,,. trezentos e oitenta e sete”. É uma perda de tempo completamente desnecessária.
Estou certa de que Pedro, assim como alguns de nós, estão boquiabertos, pensando como é difícil. Mas creia, é possível. O perdão não é um sentimento. É uma escolha. Um mandamento. No modelo de oração que o Senhor nos ensinou pedimos que sejamos perdoados, assim como perdoamos. É uma lei espiritual. Imutável. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-motivacao-certa.html
Jesus começa a contar uma parábola. Todos prestam atenção. Ficamos ali parados, ouvindo.
O Reino dos céus é semelhante a um rei que deseja prestar contas com seus servos. Quando começou o acerto foi trazido até ele um homem que devia uma quantidade enorme de prata. Como não tinha como pagar, o rei ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que possuía fossem vendidos, para pagar a dívida.
O servo desesperado, não desejava se tornar escravo, prostrou-se diante dele e lhe implorou misericórdia. Pediu que o rei tivesse paciência com ele, pagaria tudo que devia. Como era uma quantia enorme, com certeza demoraria muito, por isso pediu paciência.
O rei teve compaixão daquele servo, cancelou a dívida e o deixou ir. Ele se compadeceu a tal ponto que cancelou a dívida. Não dividiu em suaves prestações. Cancelou a dívida.
Quando aquele homem saiu da presença do rei, encontrou um converso, que lhe devia cem denários, o equivalente a cem dias de trabalho. Muito menos do que devia ao rei. Seu conservo não tinha como pagar. Sabe o que ele fez? Agarrou o homem ao ponto de começar a sufocá-lo dizendo que pagasse o que lhe devia.
Seu conservo caiu de joelhos, implorou-lhe que tivesse paciência e pagaria tudo. Fez o mesmo pedido que ele havia feito ao rei. A única diferença era que sua dívida era muito maior. Ele não quis nem esperar, muito menos perdoar. Ordenou que o conservo fosse lançado na prisão até que pagasse a dívida.
Imagino que naquela época havia serviços forçados para que credores recebessem o que lhes era devido.
Imagino que naquela época havia serviços forçados para que credores recebessem o que lhes era devido.
Quando os outros servos, companheiros dele, viram, ficaram muito tristes e contaram ao rei o que havia acontecido.
O rei ficou indignado. Chamou-o à sua presença. Disse que era um servo mau. Sua dívida toda fora cancelada, porque havia implorado. Não devia ter tido misericórdia do seu conservo como o rei teve dele? Irado, o rei entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo que devia.
A parábola termina aqui. Olho para a plateia de Jesus. Vejo muitos de olhos arregalados. Coração na boca.
Jesus afirma que Seu Pai celestial fará da mesma maneira a cada um que não perdoar de coração a seu irmão. Uau! Que afirmação séria! Perdoar nem sempre é fácil. Perdoamos com facilidade um estranho ou alguém com quem não temos muita amizade, mas perdoar um irmão é diferente porque nos fere muito mais. Quanto mais próxima a pessoa, maior é a ferida aberta.
Porém perdoar, como falei, não é um sentimento. “Ah, estou sentindo que vou perdoar” ou “não estou sentindo que vou perdoar”. Perdoar é uma escolha. Aquele servo a quem o rei considerou mau, não quis perdoar. Não quis.
O Rei e Criador do Universo perdoou-nos. De uma dívida impagável. Cancelou nossa dívida na cruz do Senhor Jesus. Ele foi o preço dos nossos pecados. Por mais que alguém nos deva, por mais que alguém tenha pecado contra nós, por mais que alguém nos tenha ferido não se compara com o que fizemos com Ele.
Ele nos perdoou. Dando-nos o exemplo para que perdoássemos também.
Quando não perdoamos, somos entregues aos atormentadores. Não temos paz. Estamos sempre sofrendo. Revivendo aquela situação que nos aprisiona e que é um verdadeiro tormento.
Acredite, quando perdoamos, estamos fazendo mais bem a nós mesmos que àquele a quem nós perdoamos. Nossa dor é legítima, mas precisamos olhar além dela e perdoar. Seremos livres e felizes.
Ficamos por aqui. Sondemos nossos corações. Há alguém que ainda precisamos perdoar? Façamos então, para não sermos como aquele servo mau que foi lançado na mão dos atormentadores. E ficou ali, por um longo tempo.
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo dezenove de Mateus. Até ao vinte e dois.
Espero você. Até lá.
Espero você. Até lá.
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