Mostrando postagens com marcador Potifar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Potifar. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de janeiro de 2019

Gênesis 39.1-23

Leitura do dia 12/01.

Na postagem anterior, vimos a história de Judá, Tamar e Peres. Uma interessante e importante história para toda a humanidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html

Agora, leremos o capítulo trinta e nove.

José foi vendido como escravo a Potifar, capitão da guarda de Faraó, rei do Egito.

Ainda que José tenha sido vendido por seus irmãos, estar em um país estranho, ser um escravo, o Senhor estava com ele.

Sim, o Senhor estava com José, por isso era bem sucedido em tudo que fazia. A presença do Senhor em sua vida era tão evidente que Potifar percebeu. Mesmo José sendo apenas um escravo.

E quando Potifar percebeu, fez de José seu administrador. A partir do dia em que transformou José em seu administrador, o Senhor abençoou sua casa, por amor de José.

Potifar deu a José total liberdade para agir. Ele era o único maior que José em toda sua casa.

José era muito bonito. A esposa de Potifar começou a desejá-lo. Dia após dia ordenava que José deitasse com ela. E ele, dia após dia recusava. Dizia que seu senhor confiava nele, a ponto de não ter qualquer preocupação. José tinha direito a qualquer coisa em sua casa, menos à sua esposa. Ele não cometeria tão pecado. Não adiantou. Ela continuava a perseguí-lo.

Um dia José entrou em casa para fazer seu serviço. Não havia ninguém. É provável que a mulher de Potifar tenha tramado esse "esvaziamento" na casa.

Ela agarrou José, ordenando-o que se deitasse com ele. Novamente ele recusou. Saiu apressadamente da casa.

Como ela havia agarrado José, ficou com a túnica dele em suas mãos. Gritou aos criados, que apareceram. Disse que ele havia tentado agarrá-la, mas ela gritou e ele, assustado, saiu, deixando sua túnica com ela.

Quando seu marido chegou, foi essa a história que contou. Sua versão.

Potifar ficou furioso. Mas não matou, nem mandou matar José. Ele o colocou na cadeia.

Quando as coisas parecem estar melhorando para José, acontece algo e piora, não é mesmo? Ainda assim, o Senhor continua com ele.

O Senhor tratou José com bondade. Fez com que o carcereiro tivesse simpatia por ele. O carcereiro logo colocou tudo sob sua responsabilidade. Quando fez isso, não precisava se preocupar com mais nada. José cuidava de tudo.

O Senhor estava com ele e lhe dava sucesso em tudo que fazia. Sim, é isso mesmo. Ele estava preso e ainda o Senhor estava com ele. E lhe dava sucesso.

Sucesso não está relacionado a lugar. Está relacionado a como o Senhor age em sua vida.

Nos vemos na próxima postagem. Até já.

Gênesis 37.1-36

Leitura do dia 11/01.

Na postagem anterior vimos a genealogia de Esaú e Seir, antigo morador da região de Edom.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-361-43.html

Agora, caminharemos pelo capítulo trinta e sete de Gênesis.

Jacó passou a morar onde seu pai havia vivido como estrangeiro.

Ele tem doze filhos. Apenas dois de Raquel, a mulher que amava. José está com dezessete anos. O outro, bem mais novo, Benjamim, é o caçula
.
José cuidava dos rebanhos de seu pai. Trabalhava junto com seus irmãos, os filhos de Bila e Zilpa.
Ele contava algumas das coisas erradas que seus irmãos faziam (algumas). O que acontece com muitos irmãos mais novos.

Jacó amava José mais que qualquer outro de seus filhos. Assim como seu pai Isaque, tinha um preferido. Não aprendeu a lição.

Ele encomendou uma túnica linda para José, um presente especial. Só para José. Nenhum de seus irmãos tinha uma túnica daquelas. Eles o odiavam: Percebiam que o pai o amava mais que a eles. O ódio chegou a tal ponto que não conseguiam sequer dizer-lhe uma única palavra amigável. Eram só farpas.

Uma noite José teve um sonho. Contou a seus irmãos. No sonho estavam amarrando feixes de trigo. Os feixes dos irmãos se curvavam para o seu.

Seus irmãos passaram a odiá-lo mais ainda. Ficaram indignados. Será que achava que reinaria sobre eles? Que absurdo!

José teve outro sonho. Contou a seus irmãos e a seu pai. No sonho, o sol, a lua e onze estrelas se curvavam diante dele. Seu pai o repreendeu por contar um sonho assim. Seus irmãos ficaram com inveja. Mas seu pai ficou pensando qual seria o significado daqueles sonhos. Ele sabia que o Senhor falava através de sonhos. Mas não entendeu.

Pouco tempo depois, os irmãos de José estavam com seus rebanhos em Siquém. Jacó pediu que José se aprontasse para ir até eles. Queria saber notícias.

Gosto da resposta de José. Respondeu ao pai que já estava pronto.

Seus irmãos o reconheceram de longe. "Lá vem o sonhador". Tramaram matá-lo. Queriam saber o que aconteceria com seus sonhos depois que estivesse morto.

Quando Rúben ouviu, falou para jogarem-no em uma cisterna vazia. Seu plano era mais tarde resgatar José. Eles o jogaram.
Mais tarde, quando estavam se alimentando viram uma caravana de camelos vindo em sua direção. Eram negociantes ismaelitas que iam até o Egito vender suas mercadorias: especiarias, bálsamo e mirra.

Judá perguntou a seus irmãos o que ganhariam se matassem José. Era melhor venderem-no. E foi o que fizeram. Por vinte peças de prata.

Os negociantes o levaram para o Egito.

Quando Rúben voltou, viu que seu irmão não estava mais na cisterna. Ficou desesperado. Talvez quisesse se redimir por ter-se deitado com a concubina de seu pai. Mas agora José já não estava ali.

Os irmãos mataram um bode. Mergulharam a túnica de José em seu sangue. Enviaram a túnica para Jacó com uma mensagem: “Veja o que encontramos. Não é a túnica de seu filho”?

Pode imaginar a cena? Não tiveram coragem de falar pessoalmente com seu pai. Mandaram uma mensagem! Com a túnica cheia de sangue!

Quando |Jacó viu a túnica, reconheceu que era de José. Ela era linda. Única. Acreditou que um animal selvagem havia devorado seu filho.

Rasgou suas vestes. Vestiu-se de saco.

Durante muito tempo lamentou profundamente a morte de José. Não havia quem o consolasse. Todos tentaram. Ele dizia que desceria à sepultura lamentando sua morte. E continuou a lamentar.

Enquanto isso, José foi vendido a Potifar, oficial e capitão da guarda de Faraó. Como escravo.

Precisamos ser atentos. Nossos sonhos não devem ser compartilhados com quem não sonha conosco. Muito menos com quem não consegue sequer nos dizer uma única palavra amigável. Ou com aqueles que não sonham.

Precisamos sonhar.

Que aprendamos com José a estarmos prontos. Assim quando nosso Pai ordenar que nos aprontemos, poderemos responder como ele: "Estamos pronto".

Se alguém lhe apresentar uma túnica de sangue e dizer que José morreu, não acredite. É o sangue de um bode. José está vivo.

É verdade, escravo no Egito, mas vivo. E muita coisa ainda vai acontecer.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Hoje nossa leitura termina aqui.

Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e oito a quarenta e um de Gênesis.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

José, o livro

Amo filmes. Mas tem algo que amo mais: livros!

Amo ouvir as descrições e imaginar o cenário. Os personagens. A cena. E tenho um autor preferido. O livro mais fantástico dEle conta sobre um Leão que ao mesmo tempo é Cordeiro.  História fantástica! Gosto muito do livro Symone e do livro Davi. Depois do livro do Cordeiro, Davi é o meu preferido. Já li e reli muitas vezes.

Outro, que sou fascinada, chama-se José. Que história intrigante! Quando o Autor começa a descrever, logo percebo quem será o protagonista. Meu preferido.  Conheço cada traço dele na minha imaginação. E fico na expectativa do que vai acontecer. Quem ele será? Qual seu destino? É simplesmente linda a túnica que seu pai lhe fez. Está certo que irritava seus irmãos. Sempre tão “certinho”. O preferido de seu pai.

Avanço as páginas. Seus irmãos resolvem matá-lo. Perco o fôlego.  Não! Como assim? Ele é o protagonista! Fecho o livro. Confiro a capa. Está lá: José! Abro. Leio. Ufa! Rubem convence seus irmãos. Já estou indignada por deixarem-no na cisterna vazia. Mas pelo menos não vão matá-lo. Eles o vendem! Que horror! Confiro o nome do autor. Não me enganei! Por certo Rubem vai socorrê-lo.
Pasmem! Não acontece isso! Eles o vendem! E sua túnica? Era tão linda. Olha o estado dela agora! Mostram a túnica ao seu pai. Toda ensanguentada. Tenho que tomar fôlego. Fecho o livro. Imagino Jacó investigando. Resgatando-o. Volto a abrir. Cheia de expectativas. Jacó simplesmente chora. Não vai atrás. Fica por isso mesmo!  Alguém, por favor, faça um exame de DNA nessa túnica! Jacó, não se conforme! Não é possível! Se Raquel estivesse viva, com certeza iria atrás. José não morreu!

Sinceramente não consigo entender aonde o Autor quer chegar. E agora? O que vai ser de José?
Tenho que dar um tempo da leitura. Não tem lógica. Tudo bem. Um pouco de mistério é bom, mas isso já passou dos limites. Logo agora que José está com dezessete anos. Tão lindo!
Apesar de ser meu Autor preferido, estou meio indignada. Onde está a lógica de tudo isso?
Retomo à leitura. José é levado ao Egito. É vendido a Potifar. Não era o que eu imaginava, mas está prosperando. Finalmente um sentido! Organiza a casa de Potifar. É um administrador nato. Logo casa e será feliz com sua família. Seu trabalho reconhecido. Mas me preocupa aquela mulher de Potifar. Sempre cercando José. E como se pudesse me ouvir por dentro das páginas de sua história, aconselho: “Foge José! Lembra a quem você serve.” Para meu alívio, ele não se deixa envolver. Ufa! Meu herói! Cada vez gosto mais de José.

Mas ela não desiste. Ataca José. Inventa uma mentira. Não acredito! Que raiva dessa mulher. Mentirosa. “Foge José, eu grito! Foge até encontrar seu pai de novo!”

Mais uma decepção. José vai parar na cadeia! Não consigo entender onde isso vai acabar! Pelo que mais ele terá que passar? Vou escrever para o Autor. Não está certo. Para que tudo isso?

Mas as escolhas de José me impressionam! Organizou a cadeia! Agora cuida de tudo! Fantástico! Não consigo entender muita coisa. Vou continuar. Agora a história vai melhorar! José, mesmo na cadeia, se importa com as pessoas. Percebe a fisionomia preocupada dos prisioneiros. Eureka! O copeiro e o padeiro de Faraó sonham e José interpreta seus sonhos! É isso! Fecho o livro. Bem, agora preciso parar a leitura. Sonho com o desfecho. Com certeza esse copeiro vai interceder por José. Arranjar um emprego para ele no palácio.  Ah, finalmente!

Volto á leitura. Não posso acreditar. O copeiro simplesmente se esquece de José! Cada vez fico mais indignada. Dois anos se passam.

Será que obrigaram meu Autor preferido a escrever essa história? Deram a Ele um roteiro que não pode ser mudado? Nem sei se quero continuar a ler! Não me conformo! Os irmãos de José estão todos lá! Numa boa. Olha o que Judá fez a Tamar! E nada aconteceu com ele! E o que dizer de Simeão e Levi? E só José leva a pior? Não tem cabimento! Não suporto injustiça. Isso é injusto demais! José fez tudo certo! Trabalhou direito. Fugiu daquela bendita mulher!  E mesmo na cadeia, escolheu ser benção.

Não sei mais o que pensar do Autor! Largo o livro. Para mim, é tudo preto no branco. E essa história, é injusta. É ilógica. Para mim, tudo tem que seguir uma lógica. Como Spock.

Desisto! Mas não consigo parar de pensar! Quando José estava na casa de Potifar tudo estava indo tão bem. Se encaixando perfeitamente. O jeito é continuar. Tenho que ver onde vai acabar essa loucura.

Finalmente. Estou pasma! Que ideia fantástica! O sonho de Faraó. Uau! Não consigo mais parar de ler. José vai ser levado á  presença de Faraó. Ele faz a barba. Tenho certeza que era igual a de seu pai e seus irmãos. Ele muda.  Faz como a de um egípcio. Olha-se no espelho. Nem seus irmãos o reconheceriam! Leio num fôlego só. Vou ter que me retratar com o Autor. Que história! Que final indescritível! Nem que eu imaginasse mil anos conseguiria escrever ou pensar num final tão tremendamente fantástico! Cada vez que penso, gosto mais! Que mente a desse Autor! Ele sempre me surpreende!

José interpreta o sonho de Faraó. Sai da cadeia. Aconselha o Governador do Egito. Torna-se, da noite para o dia, simplesmente o Vice-governador do Egito!

Não li o livro que o Autor escreveu com o seu nome na capa, mas conhecendo-O só posso imaginar que em seu livro há planos de bem e esperança. E apesar das incertezas que existem pela frente, continue firme.  Continue crendo. Você irá se surpreender. Seus leitores com certeza se apaixonarão pela sua história e pelo Autor, que é Poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos conforme o Seu poder que opera por entre as páginas das nossas vidas! Ele sempre nos surpreende! Tem muita gente lendo nossa história no exato momento em que ela acontece. Somos cartas abertas! Cartas vivas!

O Autor é a própria Criatividade! Existe um futuro à sua espera! Temos um Roteirista fantástico que, aliado às nossas escolhas, nos darão um futuro! Um futuro maravilhoso! Então, viva!