Leitura do dia 29/10.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Lucas.
Ontem vimos Jesus enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação dos homens. Contou a parábola do samaritano. Visitou Marta e Maria. Ensinou sobre oração. Foi acusado de agir na força de Belzebu. Afirmou (com razão) ser maior que Salomão e Jonas, ainda assim não quiseram ouvi-Lo. Criticou os líderes religiosos. Advertiu acerca da hipocrisia. Contou a parábola do rico insensato. Ensinou sobre dinheiro e bens. Alertou a estarmos preparados para Sua vinda.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-111-54.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-121.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Na primeira postagem, o capítulo quinze.
Continuamos atentos aos profundos ensinamentos de Jesus.
Contaram a Ele que Pilatos misturou o sangue de alguns galileus com os sacrifícios que fez. Jesus pergunta se pensavam que aqueles galileus eram mais pecadores que os outros, por terem sofrido daquela maneira. Ele mesmo responde, dizendo que não. E dá um alerta: “Se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.
Aproveita e pergunta se pensavam que os dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém. Novamente Ele mesmo responde que não. E repete que se não se arrependerem, todos também perecerão.
Então conta a parábola de um homem que tinha uma figueira plantada em sua vinha. Ele procurou fruto nela. Não encontrou nenhum. Por esse motivo, falou ao que cuidava da vinha que já fazia três anos que procurava fruto naquela figueira e não achava. Mandou que a figueira fosse cortada. Afinal, estava inutilizando a terra que ocupava. O jardineiro pediu mais um ano. Disse que cavaria ao redor da figueira e a adubaria. Se não desse fruto no próximo ano, cortaria.
Vamos parar aqui e pensar.
Por que Jesus respondeu daquela maneira quando vieram lhe contar sobre os galileus que foram mortos por Pilatos?
Ele conhece o coração do homem.
Quantas vezes temos ouvido pessoas dizerem que alguém está com determinada doença porque “está vivendo em pecado”! Ou, pior, quando falam que determinada pessoa está passando por algum tipo de dificuldade financeira ou no emprego, ou até sentimental, por “estar em pecado”.
Pessoas que pensam assim, claramente não conhecem as Escrituras. Primeiro, estão julgando quando o Senhor não nos colocou como Juiz sobre ninguém. Não agora. Segundo, não conhecemos o coração das pessoas. Terceiro, vivendo aqui e estamos sujeitos às mesmas dificuldades que qualquer um.
Claro, o Senhor pode nos curar e nos livrar. Mas, será que se “escaparmos” de tudo, teremos sido trabalhados como deveríamos ser?
Será que José seria o Primeiro Ministro do Egito se não tivesse sido vendido como escravo?
Será que Moisés seria o líder que foi se não tivesse passado pelo deserto?
Será que Paulo seria quem foi se não tivesse sofrido tudo que sofreu, por amor ao Senhor e ao Evangelho?
Será que Estevão, que morreu apedrejado testemunhando sobre Jesus, estava em pecado?
Precisamos aprender a ler as Escrituras ao invés de olharmos e julgarmos os outros.
Precisamos saber que, como Jesus disse, é pelos frutos que as pessoas serão reconhecidas por Ele. Não pelas situações em suas vidas.
Paulo disse “Sei viver na necessidade e também na fartura. Aprendi o segredo de viver em qualquer situação, de estômago cheio ou vazio, com pouco ou muito. Posso todas as coisas por meio de Cristo, que me dá forças”. – Filipenses 4.12,13
Ora, se Paulo não tivesse passado por necessidades e dificuldades, jamais aprenderia a viver feliz em todo lugar e em qualquer situação. Mas, porque aprendeu, pôde dizer “Posso todas as coisas por meio de Cristo, que me dá forças”. – Filipenses 4.13
Se estamos julgando as pessoas pelo que acontece com elas, que nos arrependamos. Se estamos sendo julgados pelo que acontece conosco, que encontremos consolo no Senhor e em Sua Palavra.
E que aprendamos a olhar para os frutos, como o Senhor bem nos ensinou.
Agora, vamos acompanhar Jesus.
É um sábado. Como era Seu costume, ensina em uma das sinagogas.
Está ali uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Dezoito anos! Andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se. O Senhor a chamou. Ela foi à frente. Ele disse que ela estava livre da sua doença. Colocou Suas mãos sobre ela. Imediatamente se endireitou e começou a louvar a Deus.
Claro, estou pulando. Como não me alegrar diante de uma cena dessas? Minha plaquinha de “aplausos” está levantada. Balançando de um lado para o outro. Louvo ao Senhor pelo que fez!
Mas pasmem! O dirigente da sinagoga disse ao povo que há seis dias em que se deve trabalhar. Que fossem na sinagoga para ser curados nesses dias, e não no sábado. Está indignado porque Jesus a curou num dia de sábado. Não consigo entender. Como pode não alegrar-se com aquela mulher?
Tenho vontade de bater com minha plaquinha na cabeça dele. Mas lembro que sou apenas uma observadora da cena, que já aconteceu há muito tempo. Espero a resposta de Jesus. E não me decepciono.
Ele os chama de hipócritas! E pergunta se não desamarram no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o levam dali para dar-lhe água. Claro que fazem isso. Pergunta, então, se aquela mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?
Mais uma vez tenho vontade de acertar a cabeça daquele homem. Todos os oponentes do Senhor ficam envergonhados. Entenderam perfeitamente o que falou.
Mas o povo, ah, o povo se alegrava com todas as maravilhas que Jesus estava fazendo. Como não alegrar-se?
Os animais deviam ser cuidados. E nós? Somos mais valiosos que os bois, os jumentos ou qualquer outro animal.
Quando o sábado foi criado, a intenção do Senhor era oferecer descanso a todos. Sabe das nossas limitações. Sabe que precisamos de um descanso para um equilíbrio saudável em nossas vidas.
É impressionante como o ser humano tem a forte tendência de trocar as ordens e interpretar de maneira equivocada o que o Senhor nos ordena. Todas as suas leis, ordenanças e estatutos existem para nos proteger e nos conceder uma vida com amor, saúde, equilíbrio e respeito.
Como pode alguém não se compadecer de uma mulher que por dezoito longos anos estava encurvada, sem poder levantar-se? Será que somos assim? Será que nos importamos mais com as tradições do que com as pessoas? Mais com os preconceitos que com as pessoas?
Jesus disse que o reino de Deus se parece com uma semente de mostarda. Já viu uma? É minúscula! Parece com aqueles confeitos de bolo que são umas bolinhas. Muito pequena.
Jesus fala que o Reino dos céus começa assim, como um grão de mostarda que se planta na terra. Muitos nem dão valor. Pensam: não vai dar em nada! E desistem. Deixam a jornada, o ministério, o chamado, o sonho, a vida.
Mas a semente está ali, debaixo da terra, crescendo, passando por todos os processos necessários. Sozinha. Em secreto. Aprendendo tudo o que precisa, sendo transformada. Mesmo quando, na nossa ânsia por crescimento, olhamos e olhamos, sem nada enxergar.
De repente, começa a aparecer. Mas ainda é tão pequenininha! Quantas vezes olhamos e pensamos que o esforço empreendido foi muito grande e parece que não vai dar em nada. Pensamos em desistir. Até achamos que erramos de semente. Que plantamos errado.
Mas ela continua crescendo e crescendo. Até transformar-se na maior das hortaliças. A mostarda palestina pode chegar até quatro metros de altura. Uma sementinha de nada!
Nunca, jamais, despreze os pequenos começos. Quanto menor, maior a possibilidade de crescimento.
Jesus falou que seus ramos se tornam tão grandes que as aves podem se abrigar à sua sombra.
Se eu fosse uma árvore, ia amar isso! Depois de tanto sofrimento. Sufocada debaixo da terra e ainda assim, tendo que crescer. Na solidão. Na escuridão. No frio. Estendendo as raízes. Procurando água. De repente, finalmente, o sol! Ar fresco! Brisa refrescante! Cuidados! Crescimento! Ramos! E lá vem um pássaro. Abriga-se sob os ramos e, em gratidão ao Criador, entoa um cântico. E vem outro. E logo a mostarda está abrigando um coral. Até escuto, bom demais! Ah, se eu fosse árvore, ia amar isso! Ia ter certeza que aquele processo todo, no oculto frio da terra, valeu a pena.
Somos árvores, que devem produzir bons frutos. Ser abrigo. Proteção. Refrigério. Crescendo, como um grão de mostarda. Como o Reino dos céus, que cresce no íntimo, no profundo e depois se expande.
Precisamos desse crescimento em secreto. Das raízes expandindo para dentro, para só depois tornar-se visível e útil.
Ele também fala que o Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha e toda a massa ficou fermentada.
Praticamente todos já fizemos um bolo, ou pão, ou alguma massa que precisasse de uma quantidade de fermento para levedar a massa.
Não é incrível que apenas uma ou duas colheres de fermento, ou um tablete pequeno, possam fazer com que a massa toda fique fermentada? E quando nos esquecemos de colocar o fermento, fica tudo horrível e feio?
Assim é o Reino dos céus. Precisamos que cresça em nós, se não, apesar de todos os outros ingredientes, não teremos o crescimento, nem a aparência e nem o gosto que deveríamos ter.
Isso me fez lembrar algo que aconteceu comigo, muitos anos atrás.
Queria fazer um calzone, olha a pretensão! Vi a receita. Comprei os ingredientes. Nunca havia feito nenhum tipo de massa que levasse fermento em tablete. Quando fui comprar, só vi um tablete grande, devia ser de 150g. O que eu devia ter usado era 15g.
Juntei todos os ingredientes. Por último o fermento. Achei que a receita devia estar errada. Era fermento demais! Coloquei só a metade. Ainda bem. Não sei o que teria acontecido se tivesse colocado todo aquele fermento. Só de lembrar já tenho um acesso de riso.
Deixei a massa para descansar. Esperei. Fui fazer outras coisas. Quando voltei à cozinha, tudo fedia. Um cheiro insuportável de fermento. E a massa tinha transbordado pela vasilha. Logo vi que realmente a receita estava errada (na verdade, quem tinha errado era eu). Tive que jogar tudo fora.
Coloquei num saco de lixo enorme. Na frente da minha casa tinha uma lixeira daquelas de pé. Coloquei o saco lá. E da sala (tinha um quintal na frente), sentada no sofá, conseguia escutar os estouros que a massa dava dentro do saco e só ia crescendo e crescendo. Sei que você está rindo. Pode rir à vontade. Gargalho toda vez que lembro.
Mas isso me faz pensar. Tudo em nossas vidas tem que ser com equilíbrio. Quando Jesus contou essa parábola, disse que um pouco de fermento leveda toda a massa. Um pouco. É necessário utilizar a medida certa. O exagero leva a algum tipo de erro.
Ao esquecermos o fermento, estragamos a massa. Se colocarmos menos que o necessário, não terá o crescimento esperado. Se colocarmos em excesso, teremos que jogar todos os ingredientes fora. Fede.
Fermento em excesso fede. Não que o Reino dos céus vai feder. A massa é que fede. Como a religiosidade fede. Assim como aquele fermento deixou minha cozinha fedendo.
Precisamos ter atenção. O Reino dos céus é relacionamento. Não adianta querer colocar mais que o necessário para ver a massa crescer. Isso não vai acontecer. Bem, na verdade, a massa vai crescer. Mas não vai prestar. Terá que ser jogada no lixo. Prejuízo. Tempo e ingredientes jogados fora. Como aconteceu comigo. Sem contar a frustração. Eu, com o recheio pronto e sem ter onde colocar.
Religiosidade não nos leva a nada. Não é o que o Senhor deseja para nós. Regras e mais regras era o que os fariseus viviam. Fediam com excesso de fermento. Suas vidas não alimentavam ninguém. Não eram exemplos a serem seguidos. Não edificavam. Apenas iam crescendo. De vez em quando um barulho de um estouro aqui e ali. E mais fedor espalhado.
Que enxerguemos o Reino dos céus como de fato é. Que não inventemos regras. Que não sejamos religiosos. Que vivamos. Que sejamos como a mostarda e sirvamos de refúgio e abrigo. Que sejamos como um bolo lindo, saboroso, cheiroso e nutritivo. Que atraiamos as pessoas pelo nosso aroma.
"Mas graças a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz triunfantemente. Agora, por nosso intermédio, ele espalha o conhecimento de Cristo por toda parte, como um doce bom perfume. Somos o aroma de Cristo que se eleva até Deus. Mas esse aroma é percebido de forma diferente por aqueles que estão sendo salvos e por aqueles que estão perecendo." - 2 Coríntios 2.14,15
Jesus está se aproximando cada vez mais de Jerusalém. É o Seu destino. Enquanto vai, Ele ensina em todos os povoados e cidades. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/somos-ou-nao-peregrinos.html
Em Sua jornada, alguém lhe pergunta se são poucos os que são salvos. Responde que é necessário um esforço para entrar pela porta estreita. Muitos tentarão e não conseguirão. É necessário esforço para conservar a fé e a obediência. Muitos não querem se esforçar, preferem os caminhos mais fáceis, os atalhos da vida.
Disse que quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, eles ficariam do lado de fora batendo e pedindo para que fosse aberta. Mas o Senhor responderá que não os conhece, nem sabe de onde são. Diriam que comeram e beberam com Ele. Que ensinou em nossas ruas. Mas Ele responderá que não os conhece, nem sabe de onde são. Ordenará que afastem-se dEle todos que praticam o mal.
Continua dizendo que quem ficar de fora chorará e sofrerá, quando virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, e eles excluídos.
Pessoas virão de todas as partes do mundo e ocuparão os lugares que poderiam ser deles, à mesa no Reino de Deus. Lembre que está falando para judeus.
Enquanto a porta está aberta, ainda temos condições de entrar por ela. Mas chegará um dia em que o Senhor se levantará e fechará a porta, como fez nos dias de Noé (Gênesis 7.16).
Temos a oportunidade de segui-Lo hoje, de sermos conhecidos por Ele.
Há lugar para todos que quiserem entrar. Por que então, ficarmos de fora?
Que o Senhor nos conceda Sua graça. O preço já foi pago. Preço de sangue. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Que nos esforcemos para entrar pela porta estreita, mesmo que seja difícil. Mesmo que muitas vezes doa. Mesmo que muitas vezes tenhamos vontade de “chutar o balde”.
Não podemos desistir. Não somos dos que desistem.
A porta ainda está aberta.
Depois de responder à pergunta se são poucos os que serão salvos, alguns fariseus aproximam-se dEle. Falam para sair dali e ir embora. Herodes quer matá-Lo.
Ele ordena que digam "àquela raposa" que expulsará demônios e curará o povo hoje e amanhã e no terceiro dia estará pronto.
Pronto para quê, você me pergunta. Pronto para morrer. Continua caminhando para Jerusalém, sem medo.
Explica que precisa prosseguir hoje, amanhã e depois porque nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém.
E clama: “Jerusalém, Jerusalém, cidade que mata profetas e apedreja os mensageiros de Deus! Quantas vezes eu quis juntar seus filhos como a galinha protege os pintinhos sob as asas, mas você não deixou!”.
O clamor de um Deus cheio de amor, que se compara a uma galinha que cuida de todos os seus pintinhos. Cuidado, proteção, carinho e garra.
Jesus diz que Jerusalém ficará deserta e que não O verá mais, até o dia em que dirá: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
Seu dia está chegando. Meu coração se enche de expectativa. E dor. Logo estará em Jerusalém. Enquanto isso, continua Sua pregação, seguida de sinais e maravilhas. Não se abala por estar chegando Sua hora. Sabe Sua identidade. Sabe Sua missão. Caminha sem medo.
É o exemplo que devemos seguir, a cada dia. Enquanto prossegue para seu derradeiro destino, trabalha no caminho, o tempo todo. Fazendo o bem por onde quer que vá. Pregando a verdade. Com ousadia e coragem.
Prostremo-nos aos Seus pés. Ele é merecedor.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Salmos 113.1-114.8
Leitura do dia 21/06.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1111-11210.html
Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
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Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
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Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 105.1-45
Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
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Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 16 de abril de 2019
1 Crônicas 11.1-47
Leitura do dia 16/04.
Na postagem anterior, vimos a morte de Saul e seus filhos no monte Gilboa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-101-14.html
Agora, veremos o capítulo onze de 1 Crônicas.
O povo de Israel reúne-se em Hebrom, junto com os anciãos e demais autoridades.
Falam a Davi que mesmo quando Saul era rei, quem os liderava nas batalhas era ele. Falam também que o Senhor havia declarado que ele seria rei sobre Israel.
Eles ungem Davi rei e celebram um pacto perante o Senhor. Samuel havia predito que tal aconteceria. Anos antes havia ungido Davi. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html
Davi marcha para Jerusalém. Os jebuseus que habitavam a cidade, também chamada de Jebus, disseram que ele não entraria. Davi conquista Jerusalém e a fortaleza de Sião. Muda-se para a fortaleza, que passa a ser chamada “Cidade de Davi”.
Neste dia Davi fala que quem ferisse primeiro os jebuseus seria o comandante do exército. Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, foi o primeiro. Torna-se o comandante. Nunca devemos utilizar esse critério para elegermos um comandante, um capitão, um chefe ou o que quer que seja.
Davi reconstruiu uma parte da cidade de Jerusalém, ao redor da fortaleza. Joabe reformou o restante. Não adianta uma fortaleza em ruínas. Se vamos morar em uma, que esteja totalmente equipada, como uma fortaleza deve estar.
Cada dia Davi torna-se mais forte, mais respeitado. Sabe por quê? O Senhor dos Exércitos está com ele. Não eram suas habilidades ou sua riqueza que fazia com que fosse mais forte e respeitado. Era a presença do Senhor. Além disso, alguns homens, chefes dos valentes soldados de Davi, junto com todo o povo de Israel, deram um grande apoio para que seu reinado se estendesse por todo o país, como o Senhor havia prometido.
Não conquistamos sozinhos. Precisamos de pessoas que nos apoiem, cooperem conosco. E, mais que tudo, precisamos que o Senhor esteja conosco.
Agora vem uma lista. Não se apavore, não é uma genealogia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-238-39.html
Apenas uma lista maravilhosa dos chefes de Davi. Uma lista muito interessante, de homens ilustres e valentes, conhecidos como “Os Trinta”. Desses trinta, haviam três principais, conhecidos como “Os Três”.
Jasobeão era chefe dos oficiais. Chamado de chefe dos Trinta. Em uma batalha matou trezentos homens, manejando sua lança de maneira extraordinária. Consegue imaginar? Fico maravilhada.
Eleazar, um dos meus preferidos, e não sem motivo, um dos três principais guerreiros de Davi. Havia uma plantação de lentilhas em Pas-Damim. Os filisteus se reuniram ali para a guerra. As tropas israelitas fugiram. Davi e Eleazar mantiveram suas posições no meio da plantação. Simplesmente não saíram. Defenderam essa posição militar. Mataram muitos filisteus. E o Senhor os livrou com uma grande vitória. Dois homens se posicionaram. E o Senhor agiu. E lhes deu vitória.
Três desses trinta capitães desceram ao penhasco para se encontrar com Davi. Ele estava na caverna de Adulão, um de seus esconderijos no tempo em que fugia de Saul. O destacamento dos filisteus estava em Belém. Davi desejou beber da água do poço que estava em Belém, perto da porta da cidade. Ele contou seu desejo. Esses três homens ouviram. Simplesmente invadiram o acampamento dos filisteus, tiraram água do poço e a levaram a Davi. O respeito de Davi por esses homens foi tão grande que não quis beber. Derramou a água como oferta perante o Senhor.
Que precioso ter amigos assim, que correm risco de vida para realizar um desejo.
Abisai era o chefe dos Trinta. Irmão de Joabe. Manejando com extraordinária perícia sua lança enfrentou e matou trezentos homens. Por causa disso tornou-se famoso como “Os Três”. Foi honrado duas vezes mais que todos os outros guerreiros dos Trinta, ainda assim não se igualou aos Três.
Benaia, filho de Joiada é meu preferido. Matou os dois filhos de Ariel de Moabe, depois desceu e matou um leão numa caverna, em pleno inverno (com neve). Também matou um soldado egípcio de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Esse egípcio manejava uma lança de guerra que mais parecia uma lançadeira de tecelão. Benaia o enfrentou com um cajado. Arrancou a lança do egípcio e o matou. Com sua própria lança. Por causa de seus feitos, também tornou-se famoso. Dos Trinta era o mais famoso, mesmo assim não se igualou em valor aos Três. Davi o promoveu ao comando da sua guarda pessoal.
Além desses, haviam outros que foram citados por nomes mas não por feitos. Entre eles um amonita, chamado Zeleque. Naarai, escudeiro de Joabe. Urias, o hitita. Adina, um notável líder dos rubenitas. E Itma, um moabita.
Que também sejamos lembrados como homens e mulheres ilustres e guerreiros. Que aprendamos com Davi, a crescermos e sermos notáveis porque o Senhor é conosco. Que aprendamos a valorizar aqueles que colaboram conosco.
E que sejamos amigos como os Três. Davi teve os seus. Jesus também.
Prosseguimos na próxima postagem. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/sendo-forte-e-respeitado.html
Na postagem anterior, vimos a morte de Saul e seus filhos no monte Gilboa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-101-14.html
Agora, veremos o capítulo onze de 1 Crônicas.
O povo de Israel reúne-se em Hebrom, junto com os anciãos e demais autoridades.
Falam a Davi que mesmo quando Saul era rei, quem os liderava nas batalhas era ele. Falam também que o Senhor havia declarado que ele seria rei sobre Israel.
Eles ungem Davi rei e celebram um pacto perante o Senhor. Samuel havia predito que tal aconteceria. Anos antes havia ungido Davi. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html
Davi marcha para Jerusalém. Os jebuseus que habitavam a cidade, também chamada de Jebus, disseram que ele não entraria. Davi conquista Jerusalém e a fortaleza de Sião. Muda-se para a fortaleza, que passa a ser chamada “Cidade de Davi”.
Neste dia Davi fala que quem ferisse primeiro os jebuseus seria o comandante do exército. Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, foi o primeiro. Torna-se o comandante. Nunca devemos utilizar esse critério para elegermos um comandante, um capitão, um chefe ou o que quer que seja.
Davi reconstruiu uma parte da cidade de Jerusalém, ao redor da fortaleza. Joabe reformou o restante. Não adianta uma fortaleza em ruínas. Se vamos morar em uma, que esteja totalmente equipada, como uma fortaleza deve estar.
Cada dia Davi torna-se mais forte, mais respeitado. Sabe por quê? O Senhor dos Exércitos está com ele. Não eram suas habilidades ou sua riqueza que fazia com que fosse mais forte e respeitado. Era a presença do Senhor. Além disso, alguns homens, chefes dos valentes soldados de Davi, junto com todo o povo de Israel, deram um grande apoio para que seu reinado se estendesse por todo o país, como o Senhor havia prometido.
Não conquistamos sozinhos. Precisamos de pessoas que nos apoiem, cooperem conosco. E, mais que tudo, precisamos que o Senhor esteja conosco.
Agora vem uma lista. Não se apavore, não é uma genealogia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-238-39.html
Apenas uma lista maravilhosa dos chefes de Davi. Uma lista muito interessante, de homens ilustres e valentes, conhecidos como “Os Trinta”. Desses trinta, haviam três principais, conhecidos como “Os Três”.
Jasobeão era chefe dos oficiais. Chamado de chefe dos Trinta. Em uma batalha matou trezentos homens, manejando sua lança de maneira extraordinária. Consegue imaginar? Fico maravilhada.
Eleazar, um dos meus preferidos, e não sem motivo, um dos três principais guerreiros de Davi. Havia uma plantação de lentilhas em Pas-Damim. Os filisteus se reuniram ali para a guerra. As tropas israelitas fugiram. Davi e Eleazar mantiveram suas posições no meio da plantação. Simplesmente não saíram. Defenderam essa posição militar. Mataram muitos filisteus. E o Senhor os livrou com uma grande vitória. Dois homens se posicionaram. E o Senhor agiu. E lhes deu vitória.
Três desses trinta capitães desceram ao penhasco para se encontrar com Davi. Ele estava na caverna de Adulão, um de seus esconderijos no tempo em que fugia de Saul. O destacamento dos filisteus estava em Belém. Davi desejou beber da água do poço que estava em Belém, perto da porta da cidade. Ele contou seu desejo. Esses três homens ouviram. Simplesmente invadiram o acampamento dos filisteus, tiraram água do poço e a levaram a Davi. O respeito de Davi por esses homens foi tão grande que não quis beber. Derramou a água como oferta perante o Senhor.
Que precioso ter amigos assim, que correm risco de vida para realizar um desejo.
Abisai era o chefe dos Trinta. Irmão de Joabe. Manejando com extraordinária perícia sua lança enfrentou e matou trezentos homens. Por causa disso tornou-se famoso como “Os Três”. Foi honrado duas vezes mais que todos os outros guerreiros dos Trinta, ainda assim não se igualou aos Três.
Benaia, filho de Joiada é meu preferido. Matou os dois filhos de Ariel de Moabe, depois desceu e matou um leão numa caverna, em pleno inverno (com neve). Também matou um soldado egípcio de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Esse egípcio manejava uma lança de guerra que mais parecia uma lançadeira de tecelão. Benaia o enfrentou com um cajado. Arrancou a lança do egípcio e o matou. Com sua própria lança. Por causa de seus feitos, também tornou-se famoso. Dos Trinta era o mais famoso, mesmo assim não se igualou em valor aos Três. Davi o promoveu ao comando da sua guarda pessoal.
Além desses, haviam outros que foram citados por nomes mas não por feitos. Entre eles um amonita, chamado Zeleque. Naarai, escudeiro de Joabe. Urias, o hitita. Adina, um notável líder dos rubenitas. E Itma, um moabita.
Que também sejamos lembrados como homens e mulheres ilustres e guerreiros. Que aprendamos com Davi, a crescermos e sermos notáveis porque o Senhor é conosco. Que aprendamos a valorizar aqueles que colaboram conosco.
E que sejamos amigos como os Três. Davi teve os seus. Jesus também.
Prosseguimos na próxima postagem. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/sendo-forte-e-respeitado.html
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 11.1-14.29
Leitura do dia 19/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Êxodo 6.1-30
Leitura do dia 17/01.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Gênesis 49.1-33
Leitura do dia 15/01.
Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.
Jacó mandou chamar todos os seus filhos.
Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.
Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.
Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.
Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.
Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.
José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.
Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.
Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.
Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.
Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.
Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.
O capítulo termina aqui.
Continuamos no próximo. Até já.
Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.
Jacó mandou chamar todos os seus filhos.
Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.
Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.
Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.
Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.
Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.
José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.
Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.
Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.
Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.
Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.
Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.
O capítulo termina aqui.
Continuamos no próximo. Até já.
Gênesis 48.1-22
Leitura do dia 15/01.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html
Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html
Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Gênesis 47.13-31
Leitura do dia 14/01.
Na postagem anterior, vimos que os filhos de Jacó foram para Gósen, o melhor da terra do Egito. Não sem antes afirmarem suas identidades aos egípcios, ainda que estes viessem a desprezá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
Agora, continuamos nossa caminhada, no capítulo quarenta e sete de Gênesis, do versículo treze ao versículo trinta e um.
A fome e a escassez aumentavam a cada ano.
Com o tempo, José arrecadou todo dinheiro que havia no Egito e em Canaã, em troca de cereais. Depositou tudo nos tesouros de Faraó.
Quando o dinheiro acabou, foram até José implorar que não os deixassem sem alimento. José trocou os animais pelos alimentos. Para mais um ano.
No ano seguinte, o povo voltou a implorar por alimento. Não tinham mais nada. Exceto suas terras e eles mesmos.
Assim, José tomou toda a terra do Egito, exceto a terra dos sacerdotes. As demais terras passaram a ser de Faraó, assim como o povo, de uma extremidade do Egito à outra.
A terra dos sacerdotes não foi vendida a Faraó porque o próprio Faraó alimentava os sacerdotes.
Depois de tudo isso, ainda havia fome na terra. José disse ao povo que os havia comprado. Agora faria da seguinte maneira: daria sementes para que cultivassem o campo. A quinta parte de tudo que fosse colhido seria de Faraó. O restante serviria para plantar e alimentar a todos, inclusive as crianças.
Os egípcios ficaram gratos a José, pois ele impediu que morressem. A partir de então foi instituído “o quinto”, a lei que dizia que um quinto das colheitas pertencia a Faraó. Quando Moisés escreveu o livro de Gênesis, ainda era assim. E assim continuou por um bom tempo.
Enquanto tudo isso acontecia entre os egípcios, o povo de Israel se estabelecia em Gósen. Ali, adquiriram propriedades e tiveram muitos filhos.
Jacó viveu mais dezessete anos depois que chegou ao Egito. Quando estava próximo de sua morte, chamou José. Pediu-lhe que jurasse que o enterraria junto de seus antepassados, em Canaã.
José jurou. Ao ouvir seu juramento, Jacó curvou-se humildemente à cabeceira de sua cama. Sabia que voltaria à Canaã, como o Senhor prometera. O tempo estava próximo.
Este capítulo termina aqui.
Continuamos na próxima postagem.
A leitura de Gênesis 45 a 47 é de segunda-feira, dia 14/01.
Amanhã tentarei colocar a leitura dos dias 15 (Gênesis 48-50) e 16 (Êxodo 1-3).
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que os filhos de Jacó foram para Gósen, o melhor da terra do Egito. Não sem antes afirmarem suas identidades aos egípcios, ainda que estes viessem a desprezá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
Agora, continuamos nossa caminhada, no capítulo quarenta e sete de Gênesis, do versículo treze ao versículo trinta e um.
A fome e a escassez aumentavam a cada ano.
Com o tempo, José arrecadou todo dinheiro que havia no Egito e em Canaã, em troca de cereais. Depositou tudo nos tesouros de Faraó.
Quando o dinheiro acabou, foram até José implorar que não os deixassem sem alimento. José trocou os animais pelos alimentos. Para mais um ano.
No ano seguinte, o povo voltou a implorar por alimento. Não tinham mais nada. Exceto suas terras e eles mesmos.
Assim, José tomou toda a terra do Egito, exceto a terra dos sacerdotes. As demais terras passaram a ser de Faraó, assim como o povo, de uma extremidade do Egito à outra.
A terra dos sacerdotes não foi vendida a Faraó porque o próprio Faraó alimentava os sacerdotes.
Depois de tudo isso, ainda havia fome na terra. José disse ao povo que os havia comprado. Agora faria da seguinte maneira: daria sementes para que cultivassem o campo. A quinta parte de tudo que fosse colhido seria de Faraó. O restante serviria para plantar e alimentar a todos, inclusive as crianças.
Os egípcios ficaram gratos a José, pois ele impediu que morressem. A partir de então foi instituído “o quinto”, a lei que dizia que um quinto das colheitas pertencia a Faraó. Quando Moisés escreveu o livro de Gênesis, ainda era assim. E assim continuou por um bom tempo.
Enquanto tudo isso acontecia entre os egípcios, o povo de Israel se estabelecia em Gósen. Ali, adquiriram propriedades e tiveram muitos filhos.
Jacó viveu mais dezessete anos depois que chegou ao Egito. Quando estava próximo de sua morte, chamou José. Pediu-lhe que jurasse que o enterraria junto de seus antepassados, em Canaã.
José jurou. Ao ouvir seu juramento, Jacó curvou-se humildemente à cabeceira de sua cama. Sabia que voltaria à Canaã, como o Senhor prometera. O tempo estava próximo.
Este capítulo termina aqui.
Continuamos na próxima postagem.
A leitura de Gênesis 45 a 47 é de segunda-feira, dia 14/01.
Amanhã tentarei colocar a leitura dos dias 15 (Gênesis 48-50) e 16 (Êxodo 1-3).
Espero você. Até lá.
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Gênesis 47.1-12
Leitura do dia 14/01.
Na postagem anterior, vimos o encontro de Jacó e José. Vimos também que a família de Jacó precisava dizer que eram pastores, ainda que os egípcios os desprezassem, para habitarem no melhor da terra do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e sete de Gênesis.
José foi até Faraó e lhe contou que sua família havia chegado. Levou cinco de seus irmãos com ele e os apresentou.
Faraó, como José havia dito, perguntou qual era a profissão de seus irmãos. Eles falaram a verdade, ainda que os egípcios os desprezassem. Eram pastores. A terra de Canaã estava em terrível fome. Ficariam ali por um tempo.
Faraó disse a José que escolhesse qualquer lugar para morarem. O melhor da terra. Que morassem em Gósen. E se houvesse entre eles homens capazes, que os colocasse para cuidar de seus rebanhos também.
Em seguida José apresentou seu pai a Faraó. Sabe o que aconteceu? Jacó abençoou Faraó.
O maior sempre abençoa o menor. O menor sempre é abençoado pelo maior.
Faraó, o rei do Egito, foi abençoado por Jacó. Um pastor de ovelhas abençoou o rei do Egito.
Faraó perguntou quantos anos Jacó tinha. Jacó respondeu. Cento e trinta árduos anos.
Antes de sair da presença de Faraó, Jacó o abençoou novamente.
José deu a seu pai e seus irmãos, a melhor terra do Egito, a região de Ramessés. Providenciou mantimento para todos, incluindo as crianças pequenas. Eles enxergavam todos.. Não apenas os adultos. As crianças precisavam ser bem alimentadas e cuidadas.
Gostaria de trazer um pouco essa história para nossa realidade.
Jacó saiu de Canaã, a terra prometida. Foi ao Egito. O Senhor disse que iria com ele. E o traria de volta à Canaã.
Nossa missão, como cristãos, muitas vezes é no Egito. Não em Canaã. É lá, no Egito, que precisamos fazer a diferença.
Quando chegamos ao Egito, porém, temos uma escolha a fazer.
Morar no melhor da terra, confessando quem somos, como os irmãos de José fizeram, ainda que os egípcios desprezassem os pastores ou morar junto aos egípcios e ser aceitos por eles, desprezando nossa identidade.
O que é mais importante? Nossa identidade ou nossa aceitação diante dos outros?
Paulo suplicou: “Portanto, irmãos, suplico-lhes que entreguem seu corpo a Deus, por causa de tudo que Ele fez por vocês. Que seja um sacrifício vivo e santo, do tipo que Deus considera agradável. Essa é a verdadeira forma de adorá-lo. Não imitem o comportamento e os costumes deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma mudança em seu modo de pensar, a fim de que experimentem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para vocês”. – Romanos 12.1,2
Nosso lugar no Egito não é no palácio, nem ao menos “no centro da cidade”. Nosso lugar no Egito é em Gósen, o melhor da terra, onde podemos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Mas temos que afirmar nossa identidade e suportar o desprezo dos egípcios. Tal qual os irmãos de José fizeram.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos o encontro de Jacó e José. Vimos também que a família de Jacó precisava dizer que eram pastores, ainda que os egípcios os desprezassem, para habitarem no melhor da terra do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e sete de Gênesis.
José foi até Faraó e lhe contou que sua família havia chegado. Levou cinco de seus irmãos com ele e os apresentou.
Faraó, como José havia dito, perguntou qual era a profissão de seus irmãos. Eles falaram a verdade, ainda que os egípcios os desprezassem. Eram pastores. A terra de Canaã estava em terrível fome. Ficariam ali por um tempo.
Faraó disse a José que escolhesse qualquer lugar para morarem. O melhor da terra. Que morassem em Gósen. E se houvesse entre eles homens capazes, que os colocasse para cuidar de seus rebanhos também.
Em seguida José apresentou seu pai a Faraó. Sabe o que aconteceu? Jacó abençoou Faraó.
O maior sempre abençoa o menor. O menor sempre é abençoado pelo maior.
Faraó, o rei do Egito, foi abençoado por Jacó. Um pastor de ovelhas abençoou o rei do Egito.
Faraó perguntou quantos anos Jacó tinha. Jacó respondeu. Cento e trinta árduos anos.
Antes de sair da presença de Faraó, Jacó o abençoou novamente.
José deu a seu pai e seus irmãos, a melhor terra do Egito, a região de Ramessés. Providenciou mantimento para todos, incluindo as crianças pequenas. Eles enxergavam todos.. Não apenas os adultos. As crianças precisavam ser bem alimentadas e cuidadas.
Gostaria de trazer um pouco essa história para nossa realidade.
Jacó saiu de Canaã, a terra prometida. Foi ao Egito. O Senhor disse que iria com ele. E o traria de volta à Canaã.
Nossa missão, como cristãos, muitas vezes é no Egito. Não em Canaã. É lá, no Egito, que precisamos fazer a diferença.
Quando chegamos ao Egito, porém, temos uma escolha a fazer.
Morar no melhor da terra, confessando quem somos, como os irmãos de José fizeram, ainda que os egípcios desprezassem os pastores ou morar junto aos egípcios e ser aceitos por eles, desprezando nossa identidade.
O que é mais importante? Nossa identidade ou nossa aceitação diante dos outros?
Paulo suplicou: “Portanto, irmãos, suplico-lhes que entreguem seu corpo a Deus, por causa de tudo que Ele fez por vocês. Que seja um sacrifício vivo e santo, do tipo que Deus considera agradável. Essa é a verdadeira forma de adorá-lo. Não imitem o comportamento e os costumes deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma mudança em seu modo de pensar, a fim de que experimentem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para vocês”. – Romanos 12.1,2
Nosso lugar no Egito não é no palácio, nem ao menos “no centro da cidade”. Nosso lugar no Egito é em Gósen, o melhor da terra, onde podemos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Mas temos que afirmar nossa identidade e suportar o desprezo dos egípcios. Tal qual os irmãos de José fizeram.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 46.1-34
Leitura do dia 14/01.
Na postagem anterior vimos que José disse a seus irmãos quem era. Enviou carruagens para trazer seu pai e toda sua família para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
Agora, continuamos através do capítulo quarenta e seis de Gênesis.
Mas antes, gostaria que você lesse comigo o texto “Jacó, José não morreu, acredite”! Caso não tenha lido “José, o livro”, está na hora de ler também. Depois de lidos esses textos, continue.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Jacó partiu para o Egito. Levou toda sua família. E todos os seus bens. Não deixou nada para trás.
Parou em Berseba e ali ofereceu sacrifícios ao Senhor, o Deus de Isaque, seu pai.
Lembre que era tempo de profunda escassez. Ainda assim ofereceu sacrifícios ao Senhor. seguir
Um novo tempo ia começar em sua vida. Estava deixando tudo que conhecia para trás. Precisava ter um tempo com Ele. antes de viagem.
O Senhor lhe falou à noite. Quando o chamou, Jacó imediatamente respondeu. Estava ali. À disposição do Senhor. Queria Sua palavra. Seu direcionamento.
O Senhor disse a Jacó que era o Deus de seu pai. Que não tivesse medo. Que descesse ao Egito. Lá, o Senhor faria de sua família uma grande nação. O Senhor iria com ele ao Egito. E certamente o traria de volta à Canaã. José estaria ao seu lado quando morresse.
Que notícia maravilhosa o Senhor lhe deu! Ele veria seu filho. Não morreria longe dele. José estaria ao seu lado. Melhor ainda: O Senhor iria com ele ao Egito. E o traria de volta à terra que havia prometido que seria dele e de seus descendentes.
Jacó, seus filhos e netos partiram de Berseba. Eram sessenta e seis os descendentes diretos de Jacó que foram ao Egito. Além deles, José e seus dois filhos que já estavam lá, totalizando setenta pessoas.
Quando estavam chegando ao Egito, Jacó enviou Judá para informar a José. José foi para Gósen para encontrar-se com seu pai. Imagine seu coração. Pouco tempo antes não havia nenhuma esperança de saber notícias, agora o veria! E Jacó, que nunca soube de fato o que acontecera. Agora, encontraria seu filho!
Eles se abraçaram. José chorou, sem soltá-lo, durante muito tempo. Até que Jacó disse que agora poderia morrer pois havia visto José e sabia que estava vivo.
Antes Jacó presumia que José havia morrido, que um animal feroz o devorara. Não sabia o que havia acontecido. Agora Jacó sabia. José estava vivo.
José disse à sua família que iria levá-los a Faraó. Ele lhes perguntaria sua profissão. Deveriam dizer que eram pastores e haviam trazido todo seu gado. Então, Faraó lhes permitiria viver na região de Gósen porque os egípcios desprezavam os pastores.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos que José disse a seus irmãos quem era. Enviou carruagens para trazer seu pai e toda sua família para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
Agora, continuamos através do capítulo quarenta e seis de Gênesis.
Mas antes, gostaria que você lesse comigo o texto “Jacó, José não morreu, acredite”! Caso não tenha lido “José, o livro”, está na hora de ler também. Depois de lidos esses textos, continue.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Jacó partiu para o Egito. Levou toda sua família. E todos os seus bens. Não deixou nada para trás.
Parou em Berseba e ali ofereceu sacrifícios ao Senhor, o Deus de Isaque, seu pai.
Lembre que era tempo de profunda escassez. Ainda assim ofereceu sacrifícios ao Senhor. seguir
Um novo tempo ia começar em sua vida. Estava deixando tudo que conhecia para trás. Precisava ter um tempo com Ele. antes de viagem.
O Senhor lhe falou à noite. Quando o chamou, Jacó imediatamente respondeu. Estava ali. À disposição do Senhor. Queria Sua palavra. Seu direcionamento.
O Senhor disse a Jacó que era o Deus de seu pai. Que não tivesse medo. Que descesse ao Egito. Lá, o Senhor faria de sua família uma grande nação. O Senhor iria com ele ao Egito. E certamente o traria de volta à Canaã. José estaria ao seu lado quando morresse.
Que notícia maravilhosa o Senhor lhe deu! Ele veria seu filho. Não morreria longe dele. José estaria ao seu lado. Melhor ainda: O Senhor iria com ele ao Egito. E o traria de volta à terra que havia prometido que seria dele e de seus descendentes.
Jacó, seus filhos e netos partiram de Berseba. Eram sessenta e seis os descendentes diretos de Jacó que foram ao Egito. Além deles, José e seus dois filhos que já estavam lá, totalizando setenta pessoas.
Quando estavam chegando ao Egito, Jacó enviou Judá para informar a José. José foi para Gósen para encontrar-se com seu pai. Imagine seu coração. Pouco tempo antes não havia nenhuma esperança de saber notícias, agora o veria! E Jacó, que nunca soube de fato o que acontecera. Agora, encontraria seu filho!
Eles se abraçaram. José chorou, sem soltá-lo, durante muito tempo. Até que Jacó disse que agora poderia morrer pois havia visto José e sabia que estava vivo.
Antes Jacó presumia que José havia morrido, que um animal feroz o devorara. Não sabia o que havia acontecido. Agora Jacó sabia. José estava vivo.
José disse à sua família que iria levá-los a Faraó. Ele lhes perguntaria sua profissão. Deveriam dizer que eram pastores e haviam trazido todo seu gado. Então, Faraó lhes permitiria viver na região de Gósen porque os egípcios desprezavam os pastores.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 45.1-28
Nas postagens anteriores, vimos os capítulos quarenta e dois a quarenta e quatro de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-421-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-431-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-441-33.html
E, na postagem imediatamente anterior, vimos que Judá, que aprendeu a dor de perder dois filhos, implorou para ficar no lugar de Benjamim, como escravo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-441-33.html
Hoje, caminharemos pelos capítulos quarenta e cinco a quarenta e sete.
Quando viu Judá implorando por seu irmão e preocupado com seu pai, José não conseguiu mais se conter.
Ordenou que todos saíssem de sua presença. Ficou a sós com seus irmãos. Revelou-lhes sua identidade. Ele chorou. Chorou tão alto que os egípcios o ouviram.
A notícia chegou até ao palácio de Faraó.
Seus irmãos ficaram tão espantados que não conseguiam acreditar. Ficaram mudos.
José ordenou que chegassem mais perto. Que vissem que ele era José, o irmão que haviam vendido como escravo ao Egito. Que não ficassem aflitos ou furiosos uns com os outros. Foi o Senhor que o enviara, à frente deles, para que suas vidas fossem preservadas. E não apenas a vida deles, mas a vida de muitas pessoas.
José deixa bem claro que não foram eles que o enviaram ao Egito e sim o Senhor. E o havia feito conselheiro de Faraó, administrador de seu palácio e governador de todo o Egito.
José sabia quem era. E quem dirigia sua vida. E qual era sua missão.
Pediu que seus irmãos voltassem logo à Canaã e trouxessem seu pai. Ele cuidaria de todos. Que voltassem rapidamente ao Egito. Ainda faltavam cinco anos de fome, miséria e intensa escassez. Se não ficassem sob sua proteção e cuidados, perderiam tudo que tinham.
José precisava ficar repetindo que era ele mesmo. Seus irmãos ainda não acreditavam.
E como fazer Jacó acreditar? José disse que deveriam contar a seu pai tudo que José tinha no Egito e a posição de honra que ocupava.
José chorou de muita alegria. Abraçou Benjamim e chorou. Benjamim também o abraçou. Depois abraçou cada um de seus irmãos e chorou com eles. Só então, conversaram à vontade.
Agora eram homens feitos. Não os rapazes invejosos de outrora.
Quando Faraó soube que os irmãos de José estavam ali, ele e seus oficiais ficaram felizes. Faraó disse a José que sua família deveria vir morar no Egito. Ele lhes daria o melhor da terra. Ordenou que fossem levadas carruagens para trazer seu pai, suas mulheres e as crianças. Que não se preocupassem com seus pertences. O melhor da terra do Egito seria deles.
José deu presentes a seus irmãos. Mais a Benjamim que a qualquer outro. Enviou presentes a Jacó, o melhor da terra do Egito.
Ordenou que não brigassem pelo caminho por causa do que havia acontecido.
Quando chegaram à Canaã, disseram a Jacó que José estava vivo. E não apenas vivo, mas que era ele quem governava toda a terra do Egito.
Jacó ficou impressionado com a notícia. Seu coração quase parou. Não podia acreditar. Seu filho amado, José, não estava morto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
Quando os irmãos de José repetiram toda a história e Jacó viu as carruagens que José enviou para levá-lo ao Egito, seu coração encheu-se ânimo.
Devia ser verdade. José ainda estava vivo.
Iria rapidamente vê-lo antes que ele mesmo morresse.
Como será esse encontro?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
domingo, 13 de janeiro de 2019
Gênesis 44.1-33
Leitura do dia 13/01.
Na postagem anterior, vimos que Jacó finalmente permitiu que Benjamim fosse ao Egito. Acreditava que tudo estava contra ele. Será?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-431-34.html
Continuamos nossa caminhada através do capítulo quarenta e quatro. Nossa última postagem de hoje.
Depois de almoçarem com José, seus irmãos partiram. Ele ordenou a seu administrador de devolvesse novamente o dinheiro de todos e colocasse seu copo de prata na bagagem do mais novo, Benjamim.
Quando estavam no caminho, o administrador, seguindo as ordens de José, foi atrás deles.
Acusou-os de terem roubado seu senhor. Justo seu copo de prata, onde “adivinhava o futuro.”
Ficaram indignados diante da acusação. Disseram que se encontrasse o copo, quem estivesse com ele seria morto e eles voltariam para o Egito e seriam escravos do governador.
O administrador disse que era justa a oferta, mas somente o ladrão seria escravo. Os demais poderiam voltar para sua terra.
Um a um, a começar do mais velho, abriu sua bagagem. O copo foi encontrado na bagagem de Benjamim.
Quando viram, rasgaram suas vestes. E todos voltaram para o Egito.
Veja como haviam mudado! Podiam ter abandonado Benjamim, como fizeram com José. Mas não nutriam inveja dele, embora soubessem que seu pai o amava mais que a eles.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Quando chegaram ao Egito, José ainda estava em seu palácio. Perguntou porque haviam feito aquilo.
Judá respondeu que não havia como se defenderem. O pecado deles havia sido descoberto. Disse que todos voltaram para serem escravos.
José disse que não faria tal coisa. Somente o ladrão ficaria. Os outros poderiam voltar para casa.
Mais uma vez tiveram a oportunidade de abandonar Benjamim. Não o fizeram.
Judá deu um passo à frente. Pediu que o governador o escutasse. Explicou que seu pai era completamente apegado a Benjamim. Que não viveria sem ele.
Na verdade, seu pai não queria permitir que voltassem ao Egito levando Benjamim. Havia lembrado a seus filhos que tinha apenas dois filhos da mulher que amava. Um havia sumido. Certamente um animal o havia despedaçado. O outro era Benjamim. Não poderia viver sem ele.
Judá disse que não poderia voltar sem o irmão. A alma de seu pai estava apegada a ele. Se visse que seu filho não havia retornado do Egito, morreria e eles seriam culpados por seu pai morrer velho e infeliz.
Ele havia empenhado sua palavra ao pai de que Benjamim voltaria. Se não, seria eternamente culpado. Pediu para ficar no lugar do irmão. Seria o escravo. E Benjamim voltaria para seu pai.
Não poderia voltar sem o rapaz. Não suportaria a angústia que causaria a seu pai!
Que Judá diferente esse!
Lembra que havia dito que se matassem José não teriam lucro nenhum e propôs vendê-lo?
Agora, está diante de uma situação semelhante e se oferece para ficar como escravo em lugar de seu irmão. Esse Judá é o mesmo que tinha muitas ovelhas. Que foi pai. Que perdeu dois filhos. Que teve medo de perder Selá, que era seu caçula. Agora, sabia como era a dor de perder um filho. O medo de perder outro.
Esse Judá é o mesmo que não queria que debochassem dele. Agora, se oferece para ser escravo no lugar do irmão. Como Judá mudou! Como melhorou!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html
O capítulo termina aqui.
Veremos o final dessa intrigante história amanhã, quando leremos do capítulo quarenta e cinco ao capítulo quarenta sete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Jacó finalmente permitiu que Benjamim fosse ao Egito. Acreditava que tudo estava contra ele. Será?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-431-34.html
Continuamos nossa caminhada através do capítulo quarenta e quatro. Nossa última postagem de hoje.
Depois de almoçarem com José, seus irmãos partiram. Ele ordenou a seu administrador de devolvesse novamente o dinheiro de todos e colocasse seu copo de prata na bagagem do mais novo, Benjamim.
Quando estavam no caminho, o administrador, seguindo as ordens de José, foi atrás deles.
Acusou-os de terem roubado seu senhor. Justo seu copo de prata, onde “adivinhava o futuro.”
Ficaram indignados diante da acusação. Disseram que se encontrasse o copo, quem estivesse com ele seria morto e eles voltariam para o Egito e seriam escravos do governador.
O administrador disse que era justa a oferta, mas somente o ladrão seria escravo. Os demais poderiam voltar para sua terra.
Um a um, a começar do mais velho, abriu sua bagagem. O copo foi encontrado na bagagem de Benjamim.
Quando viram, rasgaram suas vestes. E todos voltaram para o Egito.
Veja como haviam mudado! Podiam ter abandonado Benjamim, como fizeram com José. Mas não nutriam inveja dele, embora soubessem que seu pai o amava mais que a eles.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Quando chegaram ao Egito, José ainda estava em seu palácio. Perguntou porque haviam feito aquilo.
Judá respondeu que não havia como se defenderem. O pecado deles havia sido descoberto. Disse que todos voltaram para serem escravos.
José disse que não faria tal coisa. Somente o ladrão ficaria. Os outros poderiam voltar para casa.
Mais uma vez tiveram a oportunidade de abandonar Benjamim. Não o fizeram.
Judá deu um passo à frente. Pediu que o governador o escutasse. Explicou que seu pai era completamente apegado a Benjamim. Que não viveria sem ele.
Na verdade, seu pai não queria permitir que voltassem ao Egito levando Benjamim. Havia lembrado a seus filhos que tinha apenas dois filhos da mulher que amava. Um havia sumido. Certamente um animal o havia despedaçado. O outro era Benjamim. Não poderia viver sem ele.
Judá disse que não poderia voltar sem o irmão. A alma de seu pai estava apegada a ele. Se visse que seu filho não havia retornado do Egito, morreria e eles seriam culpados por seu pai morrer velho e infeliz.
Ele havia empenhado sua palavra ao pai de que Benjamim voltaria. Se não, seria eternamente culpado. Pediu para ficar no lugar do irmão. Seria o escravo. E Benjamim voltaria para seu pai.
Não poderia voltar sem o rapaz. Não suportaria a angústia que causaria a seu pai!
Que Judá diferente esse!
Lembra que havia dito que se matassem José não teriam lucro nenhum e propôs vendê-lo?
Agora, está diante de uma situação semelhante e se oferece para ficar como escravo em lugar de seu irmão. Esse Judá é o mesmo que tinha muitas ovelhas. Que foi pai. Que perdeu dois filhos. Que teve medo de perder Selá, que era seu caçula. Agora, sabia como era a dor de perder um filho. O medo de perder outro.
Esse Judá é o mesmo que não queria que debochassem dele. Agora, se oferece para ser escravo no lugar do irmão. Como Judá mudou! Como melhorou!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html
O capítulo termina aqui.
Veremos o final dessa intrigante história amanhã, quando leremos do capítulo quarenta e cinco ao capítulo quarenta sete.
Espero você. Até lá.
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Selá,
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Gênesis 43.1-34
Leitura do dia 13/01.
Na postagem anterior, vimos que os irmãos de José foram ao Egito comprar alimento. Ele os reconheceu na hora, eles não. Como imaginar que seu irmão, vendido aos midianitas, era o governador do Egito?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-421-38.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo quarenta e três.
A fome piorou em Canaã. Jacó ordenou que seus filhos voltassem ao Egito e comprassem mais alimento.
Judá lembrou a seu pai que só poderiam voltar se levassem Benjamim com eles.
Jacó não se conformava de terem falado que tinham mais um irmão. Mas Judá disse-lhe que o governador perguntou. Eles só responderam suas perguntas. Como saberiam que iria querer comprovar que tinham outro irmão?
Então Judá se responsabilizou por Benjamim. Garantiu pessoalmente sua segurança. Disse que se não o trouxesse de volta, carregaria a culpa para sempre.
Por fim, Jacó resolveu deixá-los ir. Não havia outro jeito.
Ordenou que levassem o dobro do dinheiro. Para devolver o primeiro pagamento. Deveriam levar também os tesouros da terra de Canaã para aplacar o governador. E que o Senhor, o Todo-Poderoso tivesse misericórdia quando estivessem diante do “tal homem”, para que libertasse Simeão e deixasse Benjamim voltar.
Jacó disse que se tal não acontecesse, se tivesse que perder seus dois filhos, que assim fosse.
Quando chegaram ao Egito e José viu que Benjamim estava entre eles, disse ao administrador que os levassem a seu palácio. Almoçariam com ele.
Quando seus irmãos viram que estavam sendo levados ao palácio do governador, ficaram apavorados. Acreditavam que ele planejava acusá-los de ladrões. Que seriam seus escravos. Que seus jumentos seriam tomados.
Ah, como a imaginação, muitas vezes, pode ser tão diferente da realidade!
Quando entraram no palácio onde José morava, falaram com o administrador para devolver o dinheiro. O administrador disse que deve ter sido o Deus deles, o Deus do pai deles que devolveu-lhes o dinheiro. Ele estava certo que havia recebido o pagamento.
Foram levados para lavar os pés. Seus jumentos ganharam ração. E foram avisados que almoçariam, ao meio dia, com o governador.
Assim que José chegou, entregaram-lhe os presentes que haviam trazido, encurvando-se até o chão.
José os cumprimentou e perguntou se o pai deles ainda estava vivo. Responderam que sim. E encurvaram-se mais uma vez diante de José.
José olhou para Benjamim e perguntou se era o irmão mais novo que haviam lhe falado. Abençoou Benjamim. E teve que retirar-se. Ficou muito emocionado. Foi para seu quarto. E chorou.
Depois de lavar o rosto, mais controlado, voltou e ordenou que o almoço fosse servido.
Sentaram-se em três mesas. Uma era de José. Outra de seus irmãos e outra dos egípcios que almoçavam com eles.
Os egípcios não almoçavam junto com os hebreus porque os desprezavam.
Os irmãos de José sentaram-se em ordem. Do mais velho ao mais novo. Receberam suas porções. Benjamim recebeu cinco porções ao invés de uma.
Eles comeram e beberam à vontade com José.
Assim termina o capítulo quarenta e três.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos que os irmãos de José foram ao Egito comprar alimento. Ele os reconheceu na hora, eles não. Como imaginar que seu irmão, vendido aos midianitas, era o governador do Egito?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-421-38.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo quarenta e três.
A fome piorou em Canaã. Jacó ordenou que seus filhos voltassem ao Egito e comprassem mais alimento.
Judá lembrou a seu pai que só poderiam voltar se levassem Benjamim com eles.
Jacó não se conformava de terem falado que tinham mais um irmão. Mas Judá disse-lhe que o governador perguntou. Eles só responderam suas perguntas. Como saberiam que iria querer comprovar que tinham outro irmão?
Então Judá se responsabilizou por Benjamim. Garantiu pessoalmente sua segurança. Disse que se não o trouxesse de volta, carregaria a culpa para sempre.
Por fim, Jacó resolveu deixá-los ir. Não havia outro jeito.
Ordenou que levassem o dobro do dinheiro. Para devolver o primeiro pagamento. Deveriam levar também os tesouros da terra de Canaã para aplacar o governador. E que o Senhor, o Todo-Poderoso tivesse misericórdia quando estivessem diante do “tal homem”, para que libertasse Simeão e deixasse Benjamim voltar.
Jacó disse que se tal não acontecesse, se tivesse que perder seus dois filhos, que assim fosse.
Quando chegaram ao Egito e José viu que Benjamim estava entre eles, disse ao administrador que os levassem a seu palácio. Almoçariam com ele.
Quando seus irmãos viram que estavam sendo levados ao palácio do governador, ficaram apavorados. Acreditavam que ele planejava acusá-los de ladrões. Que seriam seus escravos. Que seus jumentos seriam tomados.
Ah, como a imaginação, muitas vezes, pode ser tão diferente da realidade!
Quando entraram no palácio onde José morava, falaram com o administrador para devolver o dinheiro. O administrador disse que deve ter sido o Deus deles, o Deus do pai deles que devolveu-lhes o dinheiro. Ele estava certo que havia recebido o pagamento.
Foram levados para lavar os pés. Seus jumentos ganharam ração. E foram avisados que almoçariam, ao meio dia, com o governador.
Assim que José chegou, entregaram-lhe os presentes que haviam trazido, encurvando-se até o chão.
José os cumprimentou e perguntou se o pai deles ainda estava vivo. Responderam que sim. E encurvaram-se mais uma vez diante de José.
José olhou para Benjamim e perguntou se era o irmão mais novo que haviam lhe falado. Abençoou Benjamim. E teve que retirar-se. Ficou muito emocionado. Foi para seu quarto. E chorou.
Depois de lavar o rosto, mais controlado, voltou e ordenou que o almoço fosse servido.
Sentaram-se em três mesas. Uma era de José. Outra de seus irmãos e outra dos egípcios que almoçavam com eles.
Os egípcios não almoçavam junto com os hebreus porque os desprezavam.
Os irmãos de José sentaram-se em ordem. Do mais velho ao mais novo. Receberam suas porções. Benjamim recebeu cinco porções ao invés de uma.
Eles comeram e beberam à vontade com José.
Assim termina o capítulo quarenta e três.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 42.1-38
Leitura do dia 13/01.
Ontem vimos Gênesis, do capítulo trinta e oito ao capítulo quarenta e um.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-411-57.html
O capítulo trinta e oito nos conta sobre Judá e Tamar. Os demais, a história de José.
José é um dos meus personagens preferidos. Que história fantástica. Que roteiro singular!
Antes de iniciarmos a leitura de hoje, gostaria de convidá-lo a ler o texto “José, o livro”.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Após a leitura do texto acima, vamos continuar nossa leitura de hoje.
Leremos Gênesis, do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro.
Na primeira postagem, capítulo quarenta e dois. Do versículo um ao trinta e oito.
A fome se agravou em todo lugar, inclusive na terra de Canaã, onde Jacó e seus filhos moravam.
Jacó descobriu que havia trigo no Egito. Mandou que seus filhos parassem de olhar um para o outro, sem saber o que fazer. Que fossem até o Egito. Então, os dez irmãos mais velhos de José foram.
José era o governador e o responsável pelas transações com os cereais. Seus irmãos foram diretamente negociar com ele. José os reconheceu imediatamente. Lembrou-se do sonho que tivera com eles, muitos anos antes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Eles, embora estivem olhando José, face a face, não o reconheceram. Diferente de anos antes quando o viram pela última vez. Lembra? Eles o reconheceram de longe. E tramaram contra ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Mas José fingiu que não os reconheceu. Foi áspero com eles. Acusou-os de espiões.
Eles se defenderam. Disseram que eram doze irmãos. Filhos do mesmo pai. Um deles já não estava com eles e o mais novo estava com o pai.
José continuou acusando-os. Disse-lhes que ficariam todos presos, exceto um, que iria até Canaã buscar seu irmão mais novo. Se tivessem mentindo e não tivessem um irmão mais novo, morreriam.
Colocou-os na prisão. Ficaram lá por três dias. Depois José os soltou. Disse que era temente ao Senhor. Que ficaria apenas um preso. Os demais voltariam para suas terras. Dariam alimentos às suas famílias e voltariam com seu irmão mais novo. Se não voltassem com o irmão mais novo, não veriam sua face.
Eles não sabiam que José entendia o que falavam. Concordaram com José. E conversavam entre si que estavam sendo castigados pelo que haviam feito a José. Lembraram que viram sua angústia quando implorou por sua vida e ignoraram. Agora estavam nesta situação tão terrível.
Quando José ouviu, saiu e chorou. Quando conseguiu se recompor, voltou a falar com eles. Escolheu ficar com Simeão. Amarrou-o diante deles e deixou que fossem. Ordenou a seus servos que enchessem os sacos de cereais e devolvesse o dinheiro em todos os sacos.
Quando um deles, no meio do caminho, abriu o saco para dar alimento a seus animais, ficou com o coração na boca. O dinheiro estava dentro do saco. Apavorados perguntaram: “O que o Senhor fez conosco”?
Quando chegaram em casa, na terra de Canaã, contaram a seu pai o que havia acontecido.
Ao abrirem os sacos, viram que o dinheiro tinha sido devolvido a todos. Ficaram apavorados.
Jacó disse que não deixaria Benjamim ir ao Egito. Que seus filhos estavam lhe tirando os outros filhos. José havia sumido. Simeão não estava lá. E ainda queriam levar Benjamim. Acreditava que tudo estava contra ele. O que não era verdade. A verdade era que tudo estava em seu favor. Mas ele não fazia ideia.
Rúben disse a Jacó que se não trouxesse Benjamim de volta, seu pai poderia matar seus dois filhos. Se responsabilizou por ele. Prometeu que o traria de volta.
Mas Jacó não permitiu. Disse que Benjamim era tudo que lhe restava. Se algo acontecesse com ele, eles o mandariam velho e infeliz para a sepultura.
O capítulo quarenta e dois acaba aqui.
Veremos o que acontece no próximo capítulo. Até já.
Ontem vimos Gênesis, do capítulo trinta e oito ao capítulo quarenta e um.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-411-57.html
O capítulo trinta e oito nos conta sobre Judá e Tamar. Os demais, a história de José.
José é um dos meus personagens preferidos. Que história fantástica. Que roteiro singular!
Antes de iniciarmos a leitura de hoje, gostaria de convidá-lo a ler o texto “José, o livro”.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Após a leitura do texto acima, vamos continuar nossa leitura de hoje.
Leremos Gênesis, do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro.
Na primeira postagem, capítulo quarenta e dois. Do versículo um ao trinta e oito.
A fome se agravou em todo lugar, inclusive na terra de Canaã, onde Jacó e seus filhos moravam.
Jacó descobriu que havia trigo no Egito. Mandou que seus filhos parassem de olhar um para o outro, sem saber o que fazer. Que fossem até o Egito. Então, os dez irmãos mais velhos de José foram.
José era o governador e o responsável pelas transações com os cereais. Seus irmãos foram diretamente negociar com ele. José os reconheceu imediatamente. Lembrou-se do sonho que tivera com eles, muitos anos antes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Eles, embora estivem olhando José, face a face, não o reconheceram. Diferente de anos antes quando o viram pela última vez. Lembra? Eles o reconheceram de longe. E tramaram contra ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html
Mas José fingiu que não os reconheceu. Foi áspero com eles. Acusou-os de espiões.
Eles se defenderam. Disseram que eram doze irmãos. Filhos do mesmo pai. Um deles já não estava com eles e o mais novo estava com o pai.
José continuou acusando-os. Disse-lhes que ficariam todos presos, exceto um, que iria até Canaã buscar seu irmão mais novo. Se tivessem mentindo e não tivessem um irmão mais novo, morreriam.
Colocou-os na prisão. Ficaram lá por três dias. Depois José os soltou. Disse que era temente ao Senhor. Que ficaria apenas um preso. Os demais voltariam para suas terras. Dariam alimentos às suas famílias e voltariam com seu irmão mais novo. Se não voltassem com o irmão mais novo, não veriam sua face.
Eles não sabiam que José entendia o que falavam. Concordaram com José. E conversavam entre si que estavam sendo castigados pelo que haviam feito a José. Lembraram que viram sua angústia quando implorou por sua vida e ignoraram. Agora estavam nesta situação tão terrível.
Quando José ouviu, saiu e chorou. Quando conseguiu se recompor, voltou a falar com eles. Escolheu ficar com Simeão. Amarrou-o diante deles e deixou que fossem. Ordenou a seus servos que enchessem os sacos de cereais e devolvesse o dinheiro em todos os sacos.
Quando um deles, no meio do caminho, abriu o saco para dar alimento a seus animais, ficou com o coração na boca. O dinheiro estava dentro do saco. Apavorados perguntaram: “O que o Senhor fez conosco”?
Quando chegaram em casa, na terra de Canaã, contaram a seu pai o que havia acontecido.
Ao abrirem os sacos, viram que o dinheiro tinha sido devolvido a todos. Ficaram apavorados.
Jacó disse que não deixaria Benjamim ir ao Egito. Que seus filhos estavam lhe tirando os outros filhos. José havia sumido. Simeão não estava lá. E ainda queriam levar Benjamim. Acreditava que tudo estava contra ele. O que não era verdade. A verdade era que tudo estava em seu favor. Mas ele não fazia ideia.
Rúben disse a Jacó que se não trouxesse Benjamim de volta, seu pai poderia matar seus dois filhos. Se responsabilizou por ele. Prometeu que o traria de volta.
Mas Jacó não permitiu. Disse que Benjamim era tudo que lhe restava. Se algo acontecesse com ele, eles o mandariam velho e infeliz para a sepultura.
O capítulo quarenta e dois acaba aqui.
Veremos o que acontece no próximo capítulo. Até já.
sábado, 12 de janeiro de 2019
Gênesis 37.1-36
Leitura do dia 11/01.
Na postagem anterior vimos a genealogia de Esaú e Seir, antigo morador da região de Edom.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-361-43.html
Na postagem anterior vimos a genealogia de Esaú e Seir, antigo morador da região de Edom.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-361-43.html
Agora, caminharemos pelo capítulo trinta e sete de Gênesis.
Jacó passou a morar onde seu pai havia vivido como estrangeiro.
Ele tem doze filhos. Apenas dois de Raquel, a mulher que amava. José está com dezessete anos. O outro, bem mais novo, Benjamim, é o caçula
.
José cuidava dos rebanhos de seu pai. Trabalhava junto com seus irmãos, os filhos de Bila e Zilpa.
Ele contava algumas das coisas erradas que seus irmãos faziam (algumas). O que acontece com muitos irmãos mais novos.
Ele contava algumas das coisas erradas que seus irmãos faziam (algumas). O que acontece com muitos irmãos mais novos.
Jacó amava José mais que qualquer outro de seus filhos. Assim como seu pai Isaque, tinha um preferido. Não aprendeu a lição.
Ele encomendou uma túnica linda para José, um presente especial. Só para José. Nenhum de seus irmãos tinha uma túnica daquelas. Eles o odiavam: Percebiam que o pai o amava mais que a eles. O ódio chegou a tal ponto que não conseguiam sequer dizer-lhe uma única palavra amigável. Eram só farpas.
Uma noite José teve um sonho. Contou a seus irmãos. No sonho estavam amarrando feixes de trigo. Os feixes dos irmãos se curvavam para o seu.
Seus irmãos passaram a odiá-lo mais ainda. Ficaram indignados. Será que achava que reinaria sobre eles? Que absurdo!
Seus irmãos passaram a odiá-lo mais ainda. Ficaram indignados. Será que achava que reinaria sobre eles? Que absurdo!
José teve outro sonho. Contou a seus irmãos e a seu pai. No sonho, o sol, a lua e onze estrelas se curvavam diante dele. Seu pai o repreendeu por contar um sonho assim. Seus irmãos ficaram com inveja. Mas seu pai ficou pensando qual seria o significado daqueles sonhos. Ele sabia que o Senhor falava através de sonhos. Mas não entendeu.
Pouco tempo depois, os irmãos de José estavam com seus rebanhos em Siquém. Jacó pediu que José se aprontasse para ir até eles. Queria saber notícias.
Gosto da resposta de José. Respondeu ao pai que já estava pronto.
Seus irmãos o reconheceram de longe. "Lá vem o sonhador". Tramaram matá-lo. Queriam saber o que aconteceria com seus sonhos depois que estivesse morto.
Quando Rúben ouviu, falou para jogarem-no em uma cisterna vazia. Seu plano era mais tarde resgatar José. Eles o jogaram.
Mais tarde, quando estavam se alimentando viram uma caravana de camelos vindo em sua direção. Eram negociantes ismaelitas que iam até o Egito vender suas mercadorias: especiarias, bálsamo e mirra.
Judá perguntou a seus irmãos o que ganhariam se matassem José. Era melhor venderem-no. E foi o que fizeram. Por vinte peças de prata.
Os negociantes o levaram para o Egito.
Quando Rúben voltou, viu que seu irmão não estava mais na cisterna. Ficou desesperado. Talvez quisesse se redimir por ter-se deitado com a concubina de seu pai. Mas agora José já não estava ali.
Os irmãos mataram um bode. Mergulharam a túnica de José em seu sangue. Enviaram a túnica para Jacó com uma mensagem: “Veja o que encontramos. Não é a túnica de seu filho”?
Pode imaginar a cena? Não tiveram coragem de falar pessoalmente com seu pai. Mandaram uma mensagem! Com a túnica cheia de sangue!
Quando |Jacó viu a túnica, reconheceu que era de José. Ela era linda. Única. Acreditou que um animal selvagem havia devorado seu filho.
Rasgou suas vestes. Vestiu-se de saco.
Durante muito tempo lamentou profundamente a morte de José. Não havia quem o consolasse. Todos tentaram. Ele dizia que desceria à sepultura lamentando sua morte. E continuou a lamentar.
Durante muito tempo lamentou profundamente a morte de José. Não havia quem o consolasse. Todos tentaram. Ele dizia que desceria à sepultura lamentando sua morte. E continuou a lamentar.
Enquanto isso, José foi vendido a Potifar, oficial e capitão da guarda de Faraó. Como escravo.
Precisamos ser atentos. Nossos sonhos não devem ser compartilhados com quem não sonha conosco. Muito menos com quem não consegue sequer nos dizer uma única palavra amigável. Ou com aqueles que não sonham.
Precisamos sonhar.
Que aprendamos com José a estarmos prontos. Assim quando nosso Pai ordenar que nos aprontemos, poderemos responder como ele: "Estamos pronto".
Precisamos sonhar.
Que aprendamos com José a estarmos prontos. Assim quando nosso Pai ordenar que nos aprontemos, poderemos responder como ele: "Estamos pronto".
Se alguém lhe apresentar uma túnica de sangue e dizer que José morreu, não acredite. É o sangue de um bode. José está vivo.
É verdade, escravo no Egito, mas vivo. E muita coisa ainda vai acontecer.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
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Hoje nossa leitura termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e oito a quarenta e um de Gênesis.
Espero você. Até lá.
Espero você. Até lá.
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Gênesis 35.1-29
Leitura do dia 11/01.
Ontem vimos os capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-321-21.html
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Agora, continuamos através dos capítulos trinta e cinco a trinta e sete.
Na primeira postagem, veremos o capítulo trinta e cinco.
Depois do terrível acontecimento com Diná e os homens de Siquém, o Senhor disse a Jacó para aprontar-se e mudar-se para Betel.
Quando chegasse lá deveria construir um altar ao Senhor que lhe aparecera quando fugia de seu irmão Esaú.
Jacó reuniu sua família e ordenou que todos jogassem fora os ídolos pagãos, que se purificassem e vestissem roupas limpas. Iriam a Betel, onde construiria um altar para o Senhor que havia respondido suas orações quando estava angustiado. O Senhor, que sempre estava com ele, por onde quer que andasse. Existe algo melhor?
Eles entregaram a Jacó todos os ídolos pagãos e as argolas que usavam nas orelhas. Ele enterrou tudo junto à uma grande árvore perto de Siquém.
Quando partiram, o terror do Senhor se espalhou de tal forma entre todos daquela região que ninguém atacou sua família.
Ao chegaram a Betel, Jacó construiu um altar. Chamou o altar de El-Betel, "o Deus de Betel", pois o Senhor lhe havia aparecido ali quando fugia de seu irmão.
Um tempo depois a ama de Rebeca, que havia vindo com ela quando veio de Padã-Arã para se casar com Isaque, faleceu. Foi sepultada junto a um carvalho no vale perto de Betel. Passaram a chamar esta árvore de Alom-Bacute, “Carvalho do Choro”.
O Senhor apareceu a Jacó novamente e o abençoou. Repetiu que seu nome era Jacó, mas não se chamaria mais por esse nome. O Senhor deu a ele o nome de Israel.
O Senhor também lhe disse que era (e é) o Senhor Todo-Poderoso. Que Jacó se tornaria uma grande nação, e até mesmo muitas nações. Reis sairiam dele. A terra que o Senhor havia dado a Abraão e a Isaque, daria a ele e a seus descendentes. Depois que o Senhor falou com ele, elevou-se do lugar onde estava.
Jacó levantou uma coluna de pedra para marcar aquele lugar. Derramou vinho e ungiu a coluna com azeite de oliva.
Depois foi para Efatra, que é Belém. No caminho Raquel sentiu as dores de parto. Acabou morrendo. Em seu último suspiro chamou seu filho de Benoni, “filho da minha aflição”, mas seu pai o chamou de Benjamim, “filho da minha destra”.
Raquel foi sepultada junto ao caminho para Efrata. Sobre seu túmulo Jacó levantou um momento de pedra. Até hoje (hoje mesmo), existe um monumento ali marcando sua sepultura, no caminho que vai para Belém.
Jacó continuou sua viagem. Acampou depois de Migdal-Éder. Ali, Rúben, seu primogênito, deitou-se com Bila, sua concubina. Jacó ficou sabendo. Pelo jeito, não fez nada. Não por enquanto.
Então Jacó voltou à casa de Isaque, em Manre, perto de Quiriate-Arba (hoje chamada Hebrom).
Isaque viveu cento e oitenta anos. Morreu em boa velhice. Seus filhos Esaú e Jacó, o sepultaram.
Que aprendamos a obedecer ao Senhor sempre que nos der uma orientação. Que levantemos altares ao Único Senhor, em todos os lugares por onde passarmos. E que o terror do Senhor seja testemunho de que o Senhor está conosco.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Ontem vimos os capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Gênesis.
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Agora, continuamos através dos capítulos trinta e cinco a trinta e sete.
Na primeira postagem, veremos o capítulo trinta e cinco.
Depois do terrível acontecimento com Diná e os homens de Siquém, o Senhor disse a Jacó para aprontar-se e mudar-se para Betel.
Quando chegasse lá deveria construir um altar ao Senhor que lhe aparecera quando fugia de seu irmão Esaú.
Jacó reuniu sua família e ordenou que todos jogassem fora os ídolos pagãos, que se purificassem e vestissem roupas limpas. Iriam a Betel, onde construiria um altar para o Senhor que havia respondido suas orações quando estava angustiado. O Senhor, que sempre estava com ele, por onde quer que andasse. Existe algo melhor?
Eles entregaram a Jacó todos os ídolos pagãos e as argolas que usavam nas orelhas. Ele enterrou tudo junto à uma grande árvore perto de Siquém.
Quando partiram, o terror do Senhor se espalhou de tal forma entre todos daquela região que ninguém atacou sua família.
Ao chegaram a Betel, Jacó construiu um altar. Chamou o altar de El-Betel, "o Deus de Betel", pois o Senhor lhe havia aparecido ali quando fugia de seu irmão.
Um tempo depois a ama de Rebeca, que havia vindo com ela quando veio de Padã-Arã para se casar com Isaque, faleceu. Foi sepultada junto a um carvalho no vale perto de Betel. Passaram a chamar esta árvore de Alom-Bacute, “Carvalho do Choro”.
O Senhor apareceu a Jacó novamente e o abençoou. Repetiu que seu nome era Jacó, mas não se chamaria mais por esse nome. O Senhor deu a ele o nome de Israel.
O Senhor também lhe disse que era (e é) o Senhor Todo-Poderoso. Que Jacó se tornaria uma grande nação, e até mesmo muitas nações. Reis sairiam dele. A terra que o Senhor havia dado a Abraão e a Isaque, daria a ele e a seus descendentes. Depois que o Senhor falou com ele, elevou-se do lugar onde estava.
Jacó levantou uma coluna de pedra para marcar aquele lugar. Derramou vinho e ungiu a coluna com azeite de oliva.
Depois foi para Efatra, que é Belém. No caminho Raquel sentiu as dores de parto. Acabou morrendo. Em seu último suspiro chamou seu filho de Benoni, “filho da minha aflição”, mas seu pai o chamou de Benjamim, “filho da minha destra”.
Raquel foi sepultada junto ao caminho para Efrata. Sobre seu túmulo Jacó levantou um momento de pedra. Até hoje (hoje mesmo), existe um monumento ali marcando sua sepultura, no caminho que vai para Belém.
Jacó continuou sua viagem. Acampou depois de Migdal-Éder. Ali, Rúben, seu primogênito, deitou-se com Bila, sua concubina. Jacó ficou sabendo. Pelo jeito, não fez nada. Não por enquanto.
Então Jacó voltou à casa de Isaque, em Manre, perto de Quiriate-Arba (hoje chamada Hebrom).
Isaque viveu cento e oitenta anos. Morreu em boa velhice. Seus filhos Esaú e Jacó, o sepultaram.
Que aprendamos a obedecer ao Senhor sempre que nos der uma orientação. Que levantemos altares ao Único Senhor, em todos os lugares por onde passarmos. E que o terror do Senhor seja testemunho de que o Senhor está conosco.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Gênesis 34.1-31
Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.
Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.
Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?
Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.
O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.
Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.
Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.
Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.
Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos.
Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.
Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.
Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?
Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.
O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.
Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.
Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.
Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.
Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos.
Um crime não pode justificar outro. Que situação! Uma tragédia que poderia ter sido transformada em benção, mas tornou-se o massacre de uma nação. Por aqueles que deveriam ser abençoadores de nações.
Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá.
Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá.
Gênesis 33.1-20
Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
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