Leitura do dia 02/11.
Na postagem anterior vimos Cristo Jesus, a Palavra eterna. E o testemunho de João Batista sobre Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-11-18.html
Agora, continuamos nossa caminhada a partir do versículo dezenove. Até o vinte e oito. Do capítulo um do livro de João.
João continua falando de João Batista e de seu testemunho.
Os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas até João, em Betânia, do outro lado do Jordão, onde estava batizando. Perguntaram quem ele era. João não mentiu. Declarou abertamente que não era o Cristo.
Perguntaram se era Elias. Ou “o” Profeta. Respondeu que não era. Nem um, nem outro.
Insistiram com ele, querendo saber sua identidade, para responderem àqueles que lhes haviam enviado.
A pergunta: “Quem diz você acerca de si mesmo?”.
João respondeu com as palavras do profeta Isaías. Disse que era a voz do que clama no deserto: “Façam um caminho reto para o Senhor”.
Alguns fariseus que tinham sido enviados, também o interrogaram perguntando por que ele batizava se não era nem o Cristo, nem Elias e nem “o” Profeta.
João não responde o motivo. Responde que batizava com água, mas entre eles estava alguém que não conheciam, que vinha depois dele e cujas correias das sandálias, não era digno de desamarrar.
Quero parar aqui.
Não é verdade que temos dificuldades de falarmos de nós mesmos?
Quando alguém pede nossa descrição, e pede para falarmos de nossas qualidades e defeitos, quase sempre, entramos em pânico.
João Batista foi perguntado, à queima-roupa: “Quem diz você acerca de si mesmo?”. Respondeu, também à queima-roupa. João Batista sabia quem era.
Como é importante sabermos quem somos. Se soubermos nossa identidade, saberemos nossa missão.
João Batista falou quem era, a voz. Em seguida, falou qual era sua missão, preparar um caminho reto para o Senhor.
Não saberemos nossa missão, nosso chamado, nossa vocação ou como quer que chamemos nosso propósito nesta terra, se não soubermos quem somos.
Pare um pouco. Se sabe quem é e qual sua missão, agradeça ao Senhor. Não despreze seu chamado, nem sua identidade. Faça como João Batista. Aja de acordo com sua identidade e chamado.
Se ainda não sabe, peça ao Senhor que se revele a você. Quando Ele se revela a nós, também revela nossa identidade. Quando sabemos nossa identidade, descobrimos nosso chamado.
Não podemos continuar nossa caminhada pela vida, se não soubermos quem somos.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 15 de novembro de 2019
João 1.19-28
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O caminho do Senhor é preparado,
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Testemunho de João Batista
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 3.1-17
Leitura do dia 11/10.
Na postagem anterior, vimos a genealogia de Jesus. Seu nascimento. A perseguição de Herodes. Sua fuga para o Egito. Seu retorno para Nazaré.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-11-223.html
Agora, caminharemos através do capítulo três de Mateus.
Naqueles dias, surgiu João Batista, pregando no deserto da Judeia.
Assim começa o capítulo três de Mateus. João significa “Deus é cheio de graça”. O nome de João por si só era uma pregação.
Chama minha atenção o fato dele pregar no deserto.
Já tive o privilégio de ir a Israel. O deserto da Judeia é realmente um deserto. O que um homem iria fazer naquele lugar é difícil de imaginar. Pregar no deserto? Foge à minha compreensão. A vista é fabulosa, é verdade. Mas praticamente toda da mesma cor. Sem contar o calor! Mesmo à beira do rio Jordão.
Vemos pregadores escolherem os lugares mais centrais, agradáveis e luxuosos para levarem suas pregações. Mas João? Ele surgiu, pregando no deserto. Tenho que perguntar: Que homem é esse? Ah, e a pregação dele? Não prega o que se quer ouvir. Não fala de coisas agradáveis e doces aos nossos ouvidos. Sua pregação chamava as pessoas ao arrependimento. Simples assim. Sem barganhas. Sem afagos.
Mateus afirma que esse é o profeta que Isaías anunciou. A voz. A voz do que clamaria no deserto e prepararia o caminho do Senhor (Isaías 40.3). Sua roupa era semelhante a dos profetas do Antigo Testamento. Comia gafanhotos e mel silvestre. Era o que “tinha pra hoje”. Alimento fácil de achar no deserto.
E sabe o que acontecia? Pasmem! As pessoas vinham de Jerusalém, de toda a Judeia e da região ao redor do Jordão. Vinham, confessavam seus pecados e eram batizadas por João no rio Jordão. Elas iam até João. Ouviam sua pregação. Eram confrontadas. Confessavam seus pecados. E eram batizadas.
O batismo era um ritual de purificação naquela época. Por batizar, João passou a ser conhecido como "João Batista".
Ele percebeu que muitos fariseus e saduceus iam até ele. Os fariseus eram um grupo legalista e separatista, que zelava pela Lei de Moisés e pela tradição não escrita. O saduceus, um grupo de ricos. Influenciavam a política e a religião. Usavam o templo para tal.
Amo João Batista. Não era “politicamente correto”. Falava a verdade. Chamava “na cara dura”, esses dois grupos de raça de víboras e ordenava-os que produzissem frutos dignos de arrependimento antes de desejarem o batismo.
João também falava que batizava apenas com água. Depois dele viria alguém mais poderoso, que ele não era sequer digno de carregar suas sandálias! Que homem é esse? Não se vangloriava. Não batia no peito reclamando sua autoridade e exigindo respeito. Dizia que era o menor. E apontava para Jesus, Aquele que batizaria com Espírito Santo e com fogo. Aquele que limparia sua eira, juntando o trigo e queimando a palha no fogo.
Quando se colhia trigo, deixava-se na eira, ao vento. A palha era espalhada. Separava-se o trigo para colocá-lo no celeiro.
É, João sabia quem era e para que veio! Conhecia sua identidade. Nem mais, nem menos.
Como é importante sabermos quem somos, independente da opinião das pessoas, das circunstâncias e do tempo.
Jesus foi até João para ser batizado por ele. João quase “caiu duro”. Disse que precisava ser batizado por Jesus e Jesus foi até ele! Não via lógica nisso. Mas o Senhor, sempre tão maravilhoso e sábio respondeu que era necessário "para que se cumprisse toda a justiça". João concordou e O batizou.
Ah, quando Jesus saiu da água! O céu se abriu. Ele viu o Espírito Santo descer em forma de pomba e pousar sobre Si. Ouviu uma voz dos céus dizendo que era o Filho amado, em quem o Pai tinha prazer. Jesus viu e ouviu. Possuía olhos que viam e ouvidos que ouviam, como devemos possuir.
Agora Jesus entra finalmente em cena. A partir do próximo capítulo.
Que aprendamos com João a não negociar os valores e a verdade, independente de quaisquer coisas. Que saibamos quem somos e qual nossa missão. E que aprendamos com Jesus a ver e ouvir.
Se quiser saber um pouco mais sobre João, leia:
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/o-deus-das-impossibilidades.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a genealogia de Jesus. Seu nascimento. A perseguição de Herodes. Sua fuga para o Egito. Seu retorno para Nazaré.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-11-223.html
Agora, caminharemos através do capítulo três de Mateus.
Naqueles dias, surgiu João Batista, pregando no deserto da Judeia.
Assim começa o capítulo três de Mateus. João significa “Deus é cheio de graça”. O nome de João por si só era uma pregação.
Chama minha atenção o fato dele pregar no deserto.
Já tive o privilégio de ir a Israel. O deserto da Judeia é realmente um deserto. O que um homem iria fazer naquele lugar é difícil de imaginar. Pregar no deserto? Foge à minha compreensão. A vista é fabulosa, é verdade. Mas praticamente toda da mesma cor. Sem contar o calor! Mesmo à beira do rio Jordão.
Vemos pregadores escolherem os lugares mais centrais, agradáveis e luxuosos para levarem suas pregações. Mas João? Ele surgiu, pregando no deserto. Tenho que perguntar: Que homem é esse? Ah, e a pregação dele? Não prega o que se quer ouvir. Não fala de coisas agradáveis e doces aos nossos ouvidos. Sua pregação chamava as pessoas ao arrependimento. Simples assim. Sem barganhas. Sem afagos.
Mateus afirma que esse é o profeta que Isaías anunciou. A voz. A voz do que clamaria no deserto e prepararia o caminho do Senhor (Isaías 40.3). Sua roupa era semelhante a dos profetas do Antigo Testamento. Comia gafanhotos e mel silvestre. Era o que “tinha pra hoje”. Alimento fácil de achar no deserto.
E sabe o que acontecia? Pasmem! As pessoas vinham de Jerusalém, de toda a Judeia e da região ao redor do Jordão. Vinham, confessavam seus pecados e eram batizadas por João no rio Jordão. Elas iam até João. Ouviam sua pregação. Eram confrontadas. Confessavam seus pecados. E eram batizadas.
O batismo era um ritual de purificação naquela época. Por batizar, João passou a ser conhecido como "João Batista".
Ele percebeu que muitos fariseus e saduceus iam até ele. Os fariseus eram um grupo legalista e separatista, que zelava pela Lei de Moisés e pela tradição não escrita. O saduceus, um grupo de ricos. Influenciavam a política e a religião. Usavam o templo para tal.
Amo João Batista. Não era “politicamente correto”. Falava a verdade. Chamava “na cara dura”, esses dois grupos de raça de víboras e ordenava-os que produzissem frutos dignos de arrependimento antes de desejarem o batismo.
João também falava que batizava apenas com água. Depois dele viria alguém mais poderoso, que ele não era sequer digno de carregar suas sandálias! Que homem é esse? Não se vangloriava. Não batia no peito reclamando sua autoridade e exigindo respeito. Dizia que era o menor. E apontava para Jesus, Aquele que batizaria com Espírito Santo e com fogo. Aquele que limparia sua eira, juntando o trigo e queimando a palha no fogo.
Quando se colhia trigo, deixava-se na eira, ao vento. A palha era espalhada. Separava-se o trigo para colocá-lo no celeiro.
É, João sabia quem era e para que veio! Conhecia sua identidade. Nem mais, nem menos.
Como é importante sabermos quem somos, independente da opinião das pessoas, das circunstâncias e do tempo.
Jesus foi até João para ser batizado por ele. João quase “caiu duro”. Disse que precisava ser batizado por Jesus e Jesus foi até ele! Não via lógica nisso. Mas o Senhor, sempre tão maravilhoso e sábio respondeu que era necessário "para que se cumprisse toda a justiça". João concordou e O batizou.
Ah, quando Jesus saiu da água! O céu se abriu. Ele viu o Espírito Santo descer em forma de pomba e pousar sobre Si. Ouviu uma voz dos céus dizendo que era o Filho amado, em quem o Pai tinha prazer. Jesus viu e ouviu. Possuía olhos que viam e ouvidos que ouviam, como devemos possuir.
Agora Jesus entra finalmente em cena. A partir do próximo capítulo.
Que aprendamos com João a não negociar os valores e a verdade, independente de quaisquer coisas. Que saibamos quem somos e qual nossa missão. E que aprendamos com Jesus a ver e ouvir.
Se quiser saber um pouco mais sobre João, leia:
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/o-deus-das-impossibilidades.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
sexta-feira, 21 de junho de 2019
Salmos 113.1-114.8
Leitura do dia 21/06.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1111-11210.html
Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
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Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 5.1-19
Leitura do dia 06/04.
Na última postagem vimos que devemos e podemos repartir o pouco que temos. É assim que a matemática do Senhor funciona. Se tenho, dou e recebo mais. Se retenho mais do que devia, perco.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-438-44.html
Agora, caminharemos através do capítulo cinco. Do versículo um ao versículo dezenove.
É a história de Naamã, chefe do exército do rei Aram, da Síria.
Naamã era um homem muito respeitado e honrado pelo seu senhor. Através dele o Senhor havia dado vitória à Síria. Era um valoroso guerreiro. Mas havia um porém na vida desse homem. Ele contraiu uma terrível doença de pele.
Em uma de suas campanhas militares, os sírios levaram cativa uma menina de Israel. Ela passou a servir a esposa de Naamã. Um dia a menina, cumprindo seu papel de abençoadora (Gênesis 12), sugeriu à sua patroa que o seu senhor procurasse o profeta que estava em Samaria. Ela sabia, com certeza, que ele o curaria da lepra. Embora fosse escrava, não esqueceu seu papel de, como filha de Abraão, abençoar todas as nações. Mesmo uma nação que a havia levado embora de sua terra, de sua casa.
Naamã comentou com o rei da Síria o que a menina falara. O rei imediatamente escreveu uma carta apelando ao rei de Israel e ordenou que Naamã fosse depressa até lá. Tinha seu oficial em alta conta.
Naamã foi. Levou trezentos e cinquenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupas finas. Coisas valiosas. Presentes.
Levou também ao rei de Israel a carta de seu rei. Nela estava escrito que, no momento em que recebesse a carta, saberia que o rei da Síria havia lhe enviado seu servo Naamã, para que fosse curado daquela espécie de lepra.
Quando Naamã chegou, entregou ao rei de Israel a carta. Assim que o rei a leu, irritou-se muito. Rasgou suas roupas de tão indignado que ficou. Perguntou se por acaso era Deus, que pode matar e dar vida, para que o rei lhe enviasse um homem para ser curado de lepra. Acreditou que o rei da Síria estava procurando um motivo para criar um conflito, que pudesse levar à guerra.
Quando Eliseu, o homem de Deus, ouviu que o rei de Israel tinha rasgado suas roupas, mandou perguntar ao rei o motivo. Deveria simplesmente enviar Naamã a ele. Então, saberia que era verdade, havia profeta em Israel.
Naamã foi. Com seus cavalos e seu carro. Parou na entrada da casa de Eliseu.
Eliseu mandou um mensageiro dizer-lhe que deveria lavar-se sete vezes no rio Jordão. Sua carne lhe seria restituída e ficaria limpa. Naamã sentiu-se insultado. Saiu de lá reclamando que não era dessa maneira que havia imaginado que seria curado.
Imaginava que Eliseu fosse recebê-lo pessoalmente, afinal era um homem muito importante. Além disso, invocaria em pé o Nome do Senhor, o Deus de Eliseu, moveria a mão sobre as feridas e o curaria daquela terrível enfermidade.
Disse mais: os rios de Abana e Farfar em Damasco, capital da Síria, eram muito melhores que todas as águas de Israel. Poderia lavar-se neles para ficar curado. Voltou as costas e retirou-se indignado.
Será que já agimos dessa maneira? Porque recebemos uma orientação do Senhor que "não era bem o que eu imaginava".
Os servos de Naamã, que o respeitavam e amavam, chegaram-se a ele. Deram-lhe um sábio conselho. O respeito que sentiam por ele era tão grande que o chamavam de “pai” e “mestre”. Ainda assim, não deixaram de aconselhá-lo. Falaram que se o profeta tivesse ordenado algo difícil, ele faria. No entanto, apenas havia orientado que se lavasse e ficaria curado.
Naamã, mesmo sendo um valoroso e poderoso guerreiro, que estava muito acima de seus homens, aceitou o conselho. Não era fácil para ele. Seus servos sabiam que era leproso, mas diante deles, estava sempre de armadura. Teria que tirar. Se expor. Se humilhar. E mergulhar.
Desceu ao Jordão. Mergulhou sete vezes, conforme a orientação de Eliseu. Ficou completamente curado. Sua pele tornou-se sadia e limpa. Não como a pele de um homem de sua idade, mas como a pele de um menino.
Ele voltou à casa de Eliseu com sua comitiva. Ao ver Eliseu declarou que agora sabia que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel. Mais um estrangeiro foi alcançado, porque toda a terra é do Senhor. Ele amou o mundo todo. Jesus morreu por todas as nações. Por todos os indivíduos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Ele rogou que Eliseu recebesse seu presente. Colocou-se na posição de servo de Eliseu, chamando-o de Senhor. Reconheceu sua posição, assim como o capitão do exército de Israel havia reconhecido a posição de Elias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html
Eliseu respondeu que não aceitaria. Disse que jurava pelo nome do Senhor, o Deus vivo, a quem servia, que não aceitaria nada. Naamã insistiu, porém ele se recusou a receber qualquer gratificação.
O impacto foi tão grande na vida de Naamã que se posicionou diante do Senhor, o Deus de Israel. Pediu que Eliseu permitisse levar duas mulas carregadas da terra de Israel. Explicou que, de agora em diante, jamais ofereceria holocaustos nem sacrifícios a outros deuses, senão ao Senhor. Pediu também que o Senhor lhe perdoasse quando tivesse que acompanhar seu rei ao templo de Rimom, o deus da Síria. Explicou que o rei costumava apoiar-se em seu braço para reverenciar sua divindade. Dessa forma, tinha que ajoelhar-se também.
Eliseu lhe desejou Shalom. Que Naamã fosse em paz e tivesse uma boa viagem. E Naamã foi.
Que possamos aprender que, embora sejamos guerreiros valorosos, quem nos dá a vitória é o Senhor, assim como aconteceu com a Síria, através de Naamã.
Que possamos aprender com essa menina. Ainda que escrava, longe de sua terra, não deixou de cumprir seu chamado, seu propósito de ser uma benção para todos.
Que possamos aprender com os servos de Naamã, que mesmo com todo o respeito que sentiam por seu senhor, não deixaram de aconselhá-lo.
Que possamos aprender com Naamã. Ainda que um valoroso guerreiro, não deixou de ouvir uma escrava, nem seus servos que o aconselharam, para seu bem. Deixou-se ser visto. Tirou sua armadura. Humilhou-se. Teve coragem para mergulhar. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/naama-e-o-processo.html
Que possamos aprender com Eliseu. Ninguém iria sair de suas terras sem saber que havia Deus em Israel. Um Deus que faz milagres. Que opera maravilhas. O Senhor com quem ele se relacionava.
Quantas lições a aprender com a história desse homem. Mas ainda não acabou.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/coragem-para-mergulhar.html
Na última postagem vimos que devemos e podemos repartir o pouco que temos. É assim que a matemática do Senhor funciona. Se tenho, dou e recebo mais. Se retenho mais do que devia, perco.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-438-44.html
Agora, caminharemos através do capítulo cinco. Do versículo um ao versículo dezenove.
É a história de Naamã, chefe do exército do rei Aram, da Síria.
Naamã era um homem muito respeitado e honrado pelo seu senhor. Através dele o Senhor havia dado vitória à Síria. Era um valoroso guerreiro. Mas havia um porém na vida desse homem. Ele contraiu uma terrível doença de pele.
Em uma de suas campanhas militares, os sírios levaram cativa uma menina de Israel. Ela passou a servir a esposa de Naamã. Um dia a menina, cumprindo seu papel de abençoadora (Gênesis 12), sugeriu à sua patroa que o seu senhor procurasse o profeta que estava em Samaria. Ela sabia, com certeza, que ele o curaria da lepra. Embora fosse escrava, não esqueceu seu papel de, como filha de Abraão, abençoar todas as nações. Mesmo uma nação que a havia levado embora de sua terra, de sua casa.
Naamã comentou com o rei da Síria o que a menina falara. O rei imediatamente escreveu uma carta apelando ao rei de Israel e ordenou que Naamã fosse depressa até lá. Tinha seu oficial em alta conta.
Naamã foi. Levou trezentos e cinquenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupas finas. Coisas valiosas. Presentes.
Levou também ao rei de Israel a carta de seu rei. Nela estava escrito que, no momento em que recebesse a carta, saberia que o rei da Síria havia lhe enviado seu servo Naamã, para que fosse curado daquela espécie de lepra.
Quando Naamã chegou, entregou ao rei de Israel a carta. Assim que o rei a leu, irritou-se muito. Rasgou suas roupas de tão indignado que ficou. Perguntou se por acaso era Deus, que pode matar e dar vida, para que o rei lhe enviasse um homem para ser curado de lepra. Acreditou que o rei da Síria estava procurando um motivo para criar um conflito, que pudesse levar à guerra.
Quando Eliseu, o homem de Deus, ouviu que o rei de Israel tinha rasgado suas roupas, mandou perguntar ao rei o motivo. Deveria simplesmente enviar Naamã a ele. Então, saberia que era verdade, havia profeta em Israel.
Naamã foi. Com seus cavalos e seu carro. Parou na entrada da casa de Eliseu.
Eliseu mandou um mensageiro dizer-lhe que deveria lavar-se sete vezes no rio Jordão. Sua carne lhe seria restituída e ficaria limpa. Naamã sentiu-se insultado. Saiu de lá reclamando que não era dessa maneira que havia imaginado que seria curado.
Imaginava que Eliseu fosse recebê-lo pessoalmente, afinal era um homem muito importante. Além disso, invocaria em pé o Nome do Senhor, o Deus de Eliseu, moveria a mão sobre as feridas e o curaria daquela terrível enfermidade.
Disse mais: os rios de Abana e Farfar em Damasco, capital da Síria, eram muito melhores que todas as águas de Israel. Poderia lavar-se neles para ficar curado. Voltou as costas e retirou-se indignado.
Será que já agimos dessa maneira? Porque recebemos uma orientação do Senhor que "não era bem o que eu imaginava".
Os servos de Naamã, que o respeitavam e amavam, chegaram-se a ele. Deram-lhe um sábio conselho. O respeito que sentiam por ele era tão grande que o chamavam de “pai” e “mestre”. Ainda assim, não deixaram de aconselhá-lo. Falaram que se o profeta tivesse ordenado algo difícil, ele faria. No entanto, apenas havia orientado que se lavasse e ficaria curado.
Naamã, mesmo sendo um valoroso e poderoso guerreiro, que estava muito acima de seus homens, aceitou o conselho. Não era fácil para ele. Seus servos sabiam que era leproso, mas diante deles, estava sempre de armadura. Teria que tirar. Se expor. Se humilhar. E mergulhar.
Desceu ao Jordão. Mergulhou sete vezes, conforme a orientação de Eliseu. Ficou completamente curado. Sua pele tornou-se sadia e limpa. Não como a pele de um homem de sua idade, mas como a pele de um menino.
Ele voltou à casa de Eliseu com sua comitiva. Ao ver Eliseu declarou que agora sabia que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel. Mais um estrangeiro foi alcançado, porque toda a terra é do Senhor. Ele amou o mundo todo. Jesus morreu por todas as nações. Por todos os indivíduos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Ele rogou que Eliseu recebesse seu presente. Colocou-se na posição de servo de Eliseu, chamando-o de Senhor. Reconheceu sua posição, assim como o capitão do exército de Israel havia reconhecido a posição de Elias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html
Eliseu respondeu que não aceitaria. Disse que jurava pelo nome do Senhor, o Deus vivo, a quem servia, que não aceitaria nada. Naamã insistiu, porém ele se recusou a receber qualquer gratificação.
O impacto foi tão grande na vida de Naamã que se posicionou diante do Senhor, o Deus de Israel. Pediu que Eliseu permitisse levar duas mulas carregadas da terra de Israel. Explicou que, de agora em diante, jamais ofereceria holocaustos nem sacrifícios a outros deuses, senão ao Senhor. Pediu também que o Senhor lhe perdoasse quando tivesse que acompanhar seu rei ao templo de Rimom, o deus da Síria. Explicou que o rei costumava apoiar-se em seu braço para reverenciar sua divindade. Dessa forma, tinha que ajoelhar-se também.
Eliseu lhe desejou Shalom. Que Naamã fosse em paz e tivesse uma boa viagem. E Naamã foi.
Que possamos aprender que, embora sejamos guerreiros valorosos, quem nos dá a vitória é o Senhor, assim como aconteceu com a Síria, através de Naamã.
Que possamos aprender com essa menina. Ainda que escrava, longe de sua terra, não deixou de cumprir seu chamado, seu propósito de ser uma benção para todos.
Que possamos aprender com os servos de Naamã, que mesmo com todo o respeito que sentiam por seu senhor, não deixaram de aconselhá-lo.
Que possamos aprender com Naamã. Ainda que um valoroso guerreiro, não deixou de ouvir uma escrava, nem seus servos que o aconselharam, para seu bem. Deixou-se ser visto. Tirou sua armadura. Humilhou-se. Teve coragem para mergulhar. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/naama-e-o-processo.html
Que possamos aprender com Eliseu. Ninguém iria sair de suas terras sem saber que havia Deus em Israel. Um Deus que faz milagres. Que opera maravilhas. O Senhor com quem ele se relacionava.
Quantas lições a aprender com a história desse homem. Mas ainda não acabou.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/coragem-para-mergulhar.html
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