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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Hoje, meditando em Êxodo 20.1-17

Em Sua fala a Moisés, o Senhor se identifica como Libertador, Resgatador. Pessoal.
Tal como o povo de Israel, éramos escravos. Nossa terra era o pecado. Nossa casa, a servidão. Ele nos libertou.
Além de ser nosso Libertador, revela-Se como Único. Por isso, não devemos ter nenhum outro deus. Somente Ele deve ocupar essa posição.
Embora possamos achar estranho Sua afirmação quanto à visitar a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração, podemos, também, enxergar Sua misericórdia. A maldição é visitada somente até, no máximo, a quarta geração. Sua misericórdia, no entanto, em milhares de gerações.
Essa maldição é visitada apenas na geração daqueles que O aborrecem. Se nossos pais, avós e bisavós O aborreciam, podemos (e devemos) mudar isso em nossas vidas, amando-O e guardando Seus mandamentos. Toda nossa descendência será abençoada, alcançada por Sua misericórdia.
Seu nome carrega Sua identidade. É santo. Não deve estar à toa em nossos lábios.
Como o Senhor Jesus disse, o sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado. Ele sabe que precisamos de descanso. Não apenas os homens (em uma sociedade patriarcal), as mulheres também. Não apenas os ricos, os servos também. Não apenas os da terra, os estrangeiros também. E não apenas os seres humanos, os animais também. Todos precisamos de um tempo de descanso. Um tempo de separação. Um tempo para renovar nossas forças. Físicas, sentimentais e espirituais. Temos nos separado para o descanso?
Para usufruirmos Suas promessas é mister honrarmos nossos pais. Somente assim continuaremos na “terra” que Ele nos deu. Honra importa respeito, atenção e cuidados.
Seus mandamentos são todos protetivos. Sua intenção não é nos sobrecarregar com regras. É nos ensinar a viver bem. Cuidando de nossa vida espiritual em primeiro lugar, tendo-O como único Senhor. Depois, cuidando de nossas almas e corpos. Então, dando valor aos nossos pais.
A família é muito importante para um viver equilibrado.
A seguir, o Senhor ordena cuidados que nos deixarão livres e aptos a um relacionamento sadio conosco e com o próximo.
O matar não apenas tira a vida do outro. Rouba de mim a companhia, a segurança. Como aconteceu com Caim (Gênesis 4.14).
O adultério não apenas traz destruição à pessoa traída. Ele desfaz e desgasta todos os envolvidos. Como uma folha de papel colada em outra, que se esfacela ao tentarmos separar.
O furto tira do outro, mas também me faz mal. Leva ao falso entendimento de que não preciso me esforçar e conquistar o que é meu. Rouba o prazer da conquista, que é poderoso.
A mentira, principalmente em juízo, diminui quem somos. Rouba nossa liberdade. Nosso relaxar. É preciso estar sempre em alerta. Rouba nosso descanso. Nos faz ser outra pessoa. Nos maquia.
E o que dizer da cobiça? Ela destrói. Nos tira a gratidão pelo que possuímos. O desejo de conquistar o nosso. A alegria da vida.
Ah, que maravilha viver onde eu e o outro nos respeitamos e agimos como gostaríamos de agir conosco!
Mandamentos sim, mas repletos de amor e cuidado!

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

João 1.19-28

Leitura do dia 02/11.

Na postagem anterior vimos Cristo Jesus, a Palavra eterna. E o testemunho de João Batista sobre Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-11-18.html

Agora, continuamos nossa caminhada a partir do versículo dezenove. Até o vinte e oito. Do capítulo um do livro de João.

João continua falando de João Batista e de seu testemunho.

Os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas até João, em Betânia, do outro lado do Jordão, onde estava batizando. Perguntaram quem ele era. João não mentiu. Declarou abertamente que não era o Cristo.

Perguntaram se era Elias. Ou “o” Profeta. Respondeu que não era. Nem um, nem outro.

Insistiram com ele, querendo saber sua identidade, para responderem àqueles que lhes haviam enviado.

A pergunta: “Quem diz você acerca de si mesmo?”.

João respondeu com as palavras do profeta Isaías. Disse que era a voz do que clama no deserto: “Façam um caminho reto para o Senhor”.

Alguns fariseus que tinham sido enviados, também o interrogaram perguntando por que ele batizava se não era nem o Cristo, nem Elias e nem “o” Profeta.

João não responde o motivo. Responde que batizava com água, mas entre eles estava alguém que não conheciam, que vinha depois dele e cujas correias das sandálias, não era digno de desamarrar.

Quero parar aqui.

Não é verdade que temos dificuldades de falarmos de nós mesmos?

Quando alguém pede nossa descrição, e pede para falarmos de nossas qualidades e defeitos, quase sempre, entramos em pânico.

João Batista foi perguntado, à queima-roupa: “Quem diz você acerca de si mesmo?”. Respondeu, também à queima-roupa. João Batista sabia quem era.

Como é importante sabermos quem somos. Se soubermos nossa identidade, saberemos nossa missão.

João Batista falou quem era, a voz. Em seguida, falou qual era sua missão, preparar um caminho reto para o Senhor.

Não saberemos nossa missão, nosso chamado, nossa vocação ou como quer que chamemos nosso propósito nesta terra, se não soubermos quem somos.

Pare um pouco. Se sabe quem é e qual sua missão, agradeça ao Senhor. Não despreze seu chamado, nem sua identidade. Faça como João Batista. Aja de acordo com sua identidade e chamado.

Se ainda não sabe, peça ao Senhor que se revele a você. Quando Ele se revela a nós, também revela nossa identidade. Quando sabemos nossa identidade, descobrimos nosso chamado.

Não podemos continuar nossa caminhada pela vida, se não soubermos quem somos.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Salmo 105.1-45

Leitura do dia 19/06.

Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.

Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html

Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.

Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html

Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.

O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.

Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.

Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.

Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html

Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.

E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!

Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 2 de março de 2019

Josué 14.1-17.18

Leitura do dia 02/03.

Lá vamos nós através das páginas de Josué.

Ontem vimos que o Senhor é melhor que cavalos e carros de guerra.

Israel derrotou completamente trinta e um reis. Tomando posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-111-1333.html

Hoje caminharemos pelos capítulos quatorze a dezessete.

A terra já foi repartida entre alguns. Faltam outros.

Calebe, junto com uma comitiva da tribo de Judá vai até Josué. Pede que lembre-se das palavras do Senhor a respeito deles. Ainda quando estavam em Cades-Barneia. Quarenta e cinco anos atrás.

Lembra que estava com quarenta anos. Fez o reconhecimento da terra. E deu um relatório verdadeiro. Mas os outros fizeram o povo temer e desistir de confiar no Senhor. Ele, no entanto, continuou seguindo, de todo seu coração. Por isso, Moisés naquele dia afirmou que entraria na terra. Havia sido fiel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html

Calebe reconhece que, mesmo no deserto, o Senhor lhe preservou a vida. E a força. Agora está com oitenta e cinco anos. Continua forte como antes.

Pede para si, a terra de Hebrom, antes chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, um grande herói descendente de Enaque, o gigante.

Sabe que os descendentes de Enaque ainda habitam ali, mas sabe também que se o Senhor for com ele, certamente os expulsará da terra.

Josué entrega a terra a Calebe. Ele expulsa dali três grupos de enaquins.

Depois vai a Quiriate-Sefer. Ali, declara que dará sua filha Acsa em casamento ao homem que ataque e tome a cidade. Esse homem é Otoniel, filho de seu irmão. Calebe lhe dá Acsa como esposa.

Antes que fosse com ele, porém, desce do cavalo à vista de seu pai. Ele sabe que ela quer algo. E pergunta o que deseja. Acsa responde que quer um presente. Ganhara terras no deserto do Neguebe. Mas também quer fontes de água. É uma questão de necessidade para quem vai morar no deserto. E Calebe lhe dá. Mais do que pediu. Ele lhe dá as fontes superiores e as inferiores.

Que sejamos como Acsa. Que peçamos presentes ao Senhor! Fontes de água, de vida. Ah, como precisamos!

As cidades foram separadas para as tribos de Judá. Eles não conseguiram expulsar os habitantes de Jerusalém, os jebuseus. Que ficaram vivendo junto com eles.

A tribo de José transformou-se em duas tribos, Efraim e Manassés.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html

As terras de Efraim foram distribuídas. Também não conseguiram expulsar os cananeus de Gezer. Viveram ali, sujeitos a trabalhos forçados.

A meia tribo de Manassés, que ainda não recebera sua herança, foi contemplada. As filhas de Zelofeade foram até Josué e lembraram-lhe que o Senhor havia ordenado que também lhes dessem herança. E elas a receberam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html

Que aprendamos a ser como essas mulheres corajosas, que conquistaram o direito de toda mulher em Israel receber a herança de seu pai, se não houvesse irmãos para receberem.

Para Manassés foi difícil habitar a terra. Não conseguiram ocupar suas cidades. Os cananeus estavam determinados a não saírem. Quando, porém, Manassés se fortaleceu, submeteu os cananeus a trabalhos forçados.

Os descendentes de José foram até Josué e reclamaram. O Senhor os havia abençoado. Eram muitos. Queriam mais porções de terra para si.

Josué ordenou que, além da região montanhosa, abrissem caminho no bosque e conquistassem aquelas terras. Eles argumentaram que os cananeus do vale tinham carros de guerra com rodas de ferro e eram fortes. Fortes demais para eles.

Josué disse que eles eram numerosos e fortes. Os bosques seriam deles. Que abrissem espaço. O espaço que desejassem. Que tomassem posse dos limites mais distantes. Ainda que os cananeus dos vales fossem mais fortes e possuíssem carros de guerra com rodas, conseguiriam expulsá-los.

Parece que esqueceram o que o Senhor havia feito. Quantas batalhas foram ganhas, sem nenhum carro de guerra? Quantos reis foram destruídos, apenas por terem confiado no Senhor?

Que possamos lutar pela nossa terra. O inimigo é forte demais para nós. Mas o Senhor está conosco. Ele nos dará a vitória, se perseverarmos em seguí-Lo e lutarmos por nossa herança.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos. Leremos Josué, do capítulo dezoito ao capítulo vinte.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 8.1-10.22

Leitura do dia 18/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.

Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.

Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.

Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.

Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!

É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.

Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.

Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.

Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.

E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.

Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.

Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.

Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!

Nosso texto de hoje termina aqui.

Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.

Espero você. Até lá.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 2.1-3.29

Leitura do dia 16/02.

Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html

Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.

Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.

Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.

Que se mexessem e conquistassem a terra.

Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.

Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.

O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.

E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.

O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.

Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.

Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.

Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.

Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.

O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.

Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.

A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.

Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.

Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html

Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.

Espero você. Até lá.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Números 17.1-13

Leitura do dia 09/02.

Na postagem anterior vimos a rebelião de Corá, Datã e Abirão.

Queriam funções que não eram suas.

Desprezaram o lugar e o serviço do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-mais-leis.html

Agora, continuamos através do capítulo dezessete de Números.

O Senhor revolveu acabar de uma vez por todas com a discussão e murmuração do povo com relação a quem serviria como sacerdote diante dEle.

Ordenou que Moisés mandasse o líder de cada tribo trazer uma vara e colocá-la diante da arca que continha as tábuas da aliança, onde o Senhor se apresentava a ele (claramente a representação do Senhor Jesus).

Cada vara estava gravada o nome do líder da tribo. Na vara de Levi, estava escrito o nome de Arão.

Eles trouxeram. Moisés colocou-as diante da arca.

No dia seguinte, Moisés entrou na tenda do encontro. A vara de Arão havia florescido. Somente ela. Produziu brotos, botões, flores e até amêndoas maduras.

O Senhor ordenou que a vara ficasse permanentemente diante da arca. Como uma advertência aos rebeldes. Para acabar com suas queixas e evitar que morressem.

Moisés assim fez.

Mas o povo disse a Moisés que estavam condenados. Que morreriam. Sim, morreriam. Quem se aproximasse do tabernáculo morreria. Deviam estar todos condenados a morrer.

Sabemos que a geração que saiu do Egito, de vinte anos para cima, morrerá no deserto. Mas não por se aproximarem do tabernáculo. Morreriam em consequência de suas próprias rebeldias e descrenças. Em consequência de seus próprios pecados.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã nossa leitura será do capítulo dezoito ao capítulo vinte e um de Números.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Números 11.1-35

Leitura do dia 08/02.

Nas postagens anteriores, vimos o Senhor ordenar a Arão que conservasse as lâmpadas acesas durante toda a noite.

Vimos a consagração dos levitas. A oportunidade de participar da segunda Páscoa.

Vimos também que viajavam e acampavam por ordem do Senhor, para onde Ele os conduzia.

E as trombetas de prata que o Senhor ordenou que Moisés fizesse. Cada toque significava algo diferente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-915-1036.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos onze a quatorze de Números.

Na primeira postagem, o capítulo onze.

Era o segundo ano que estavam no deserto. Sendo ensinados a ser uma nação. Sendo ensinados a adorar o Senhor. A obedecer Suas leis e decretos.

Viram maravilhas. O monte fumegando. O fogo do Senhor. Sua voz poderosa.

Viam a nuvem o tempo todo em cima do tabernáculo. Mas não valorizavam nada disso.

Começaram a reclamar com o Senhor da situação em que estavam. Não eram mais escravos. Eram livres. Mas não conseguiam enxergar.

Reclamaram tanto que o Senhor enviou um fogo que ardeu no acampamento. Os que moravam em suas extremidades foram devorados. Gritaram por socorro. Pediram ajuda a Moisés. Ele orou. O Senhor o ouviu e apagou o fogo.

Ufa! Acabou.

Não, só começou.

Aqueles que estavam com Israel e não eram israelitas, começaram a desejar intensamente a comida do Egito. O povo de Israel foi “no embalo”. Eram muito influenciáveis. E voltaram a reclamar. Agora foi pior.

Reclamaram que não tinham carne. Tiveram a capacidade de dizer que estavam com saudades dos peixes que comiam de graça no Egito. De graça? Eram escravos! Disseram também que tinham pepinos, melões, alhos porós, cebolas e alhos à vontade. De certo, podiam comer o tempo todo.

Como esqueceram tão rápidos que eram escravos?

Chegaram ao cúmulo de dizer que haviam perdido o apetite porque tudo que viam era o maná.

O maná, o pão que o Senhor fazia descer do céu para alimentá-los. O pão que recolhiam toda manhã, sem ter que plantar nada. Que podiam fazer bolos. Que tinha gosto de massa folheada assada com azeite.

Desprezaram o alimento que o Senhor lhes dava diariamente. Sem esforço.

Moisés ouviu todas as famílias reclamarem. A ira do Senhor se acendeu. E Moisés se revoltou.

Estava cansado. Aquele povo o exauria. Pediu misericórdia. Não aguentava mais. Era um fardo muito grande para levar sozinho. O Senhor entendeu. Ordenou setenta homens reconhecidos como autoridade em Israel a encontrar-se com Ele na tenda do encontro. O Senhor os encheu com Seu Espírito. Eles ajudariam Moisés na caminhada até Canaã. Dois não foram, ainda assim o Senhor os encheu, onde estavam.

Moisés perguntou onde conseguiria carne para todo aquele povo. Só de soldados, eram seiscentos mil. Mesmo que abatessem todos os seus rebanhos, não seria suficiente para alimentar aquela multidão. Mas o Senhor disse que lhes daria carne. No dia seguinte.

Você reconhece a semelhança entre esse texto e o texto quando o Senhor Jesus ordena que os discípulos alimentem a multidão que o acompanha?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html

A história se repete. Precisamos aprender a olhar com os olhos do Senhor. Não com nossa matemática pura e simples. Ele é o Deus dos milagres e pode fazer tudo que desejar. Sua lógica é diferente da nossa. Disse que alimentaria o povo com carne, e era o que faria.

Então é a vez do Senhor fazer perguntas a Moisés. Ele duvidava do Seu poder? Pois veria se a Palavra do Senhor se cumpriria ou não.

Quando Josué, que desde jovem era auxiliar de Moisés, ouviu que aqueles dois homens profetizarem no acampamento, protestou. Pediu que Moisés os fizesse parar. Também veremos que a história se repete.

Quando os discípulos viram alguém que curava em nome do Senhor Jesus, eles mandaram proibir.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/e-historia-dele.html

Moisés expressou o desejo do Senhor: Quem dera se todos fossem profetas e o Espírito do Senhor estivesse sobre eles!

O Senhor mandou um vento que trouxe codornas. Ele as fez voar baixo por todo o acampamento. Por vários quilômetros, em todas as direções, havia codornas voando baixo. A apenas um metro do chão, aproximadamente.

O povo saiu e as recolheu. Durante aquele dia, à noite e no dia seguinte. Ninguém recolheu menos que dez cestos grandes. Eles espalharam as codornas por todo o campo, para que secassem.

E comeram. Quando ainda estavam se empanturrando com a carne, o Senhor os feriu com uma praga terrível. Aquele lugar foi chamado de “Túmulo da Gula”. Ali sepultaram os que cobiçaram a carne do Egito.

O capítulo onze termina aqui.

Que aprendamos a viver próximos à presença do Senhor e não longe dela, nas extremidades.

Que sejamos incendiados por Sua presença, não por Sua ira.

Que sejamos intercessores como Moisés, não juízes.

Que aprendamos que o deserto, onde o Senhor nos envia o maná diariamente, é melhor que o Egito, com fartura de comida e grilhões de ferro a nos envolver, nos aprisionar. No deserto, somos livres. Estamos caminhando para nossa terra. Não estamos mais servindo um senhor que só quer nosso fôlego.

Que não sejamos negligentes como aqueles dois líderes que não compareceram à tenda do encontro, quando o Senhor os convocou.

Que desejemos, como Moisés, que todo o povo seja profeta e tenha o Espírito do Senhor.

Que apreciemos o maná que o Senhor nos dá bondosa e diariamente e não a comida do Egito, que arrancava nossas forças para que pudéssemos dela usufruir.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Êxodo 35.1-37.29

Leitura do dia 26/01.

Nas últimas postagens vimos o bezerro de ouro, a intercessão de Moisés, a revelação do Senhor e a renovação da aliança.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-331-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-341-35.html

Agora, vamos percorrer os capítulos trinta e cinco a trinta e sete de Êxodo.

Moisés reuniu toda a comunidade de Israel. Mais uma vez passou as instruções do Senhor.

Falou sobre a guarda do sábado.

Pediu que entregassem as ofertas dos materiais necessários para a confecção do tabernáculo e seus acessórios.

Ordenou que todos os artesãos talentosos fossem e fizessem tudo como o Senhor ordenara.

Todos cujo coração foi movido e o espírito tocado, trouxeram as ofertas. Tanto homem como mulheres. Entregaram tudo a Moisés, de bom grado.

As mulheres com habilidade para costurar e fiar prepararam os fios de tecido azul, roxo, vermelho e de linho. Também dispuseram sua habilidade para fiar o pelo de cabra.

Moisés informou ao povo sobre Bezalel e Aoliabe. Eles ensinariam aos outros. Eram exímios artesãos e projetistas. Moisés os chamou. E aos demais artesãos que estavam dispostos a realizar a obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html

O Senhor lhes deu sabedoria, a eles e aos demais artesãos, para realizarem todas as tarefas relacionadas à construção e decoração do tabernáculo. Eles o construíram conforme o Senhor ordenou. Exatamente.

Note que, além de serem habilidosos, o Senhor os encheu com sabedoria e eles estavam dispostos. O acampamento de Israel virou um enorme “salão de projetos”, com pessoas trabalhando várias horas por dia, em vários tipos de material. Eram costuras, bordados, marcenaria, fundição. Uma verdadeira indústria no meio do deserto.

E o povo continuava a trazer voluntariamente mais oferta, a cada manhã. Os artesãos informaram a Moisés que já tinham o suficiente para a obra. Ele ordenou ao povo que parasse de levar ofertas. Elas eram mais que suficientes para completar todo o projeto.

E assim, de acordo com o modelo do Senhor, o tabernáculo foi construído. De uma só peça contínua foi feita sua cobertura. Com uma camada protetora de peles de carneiro tingidas de vermelho e uma camada de couro fino.

As armações dos cantos foram emparelhadas na parte inferior e firmemente ligadas uma à outra na parte superior com uma argola, formando um só suporte de canto.

A arca da aliança foi feita de madeira de acácia. Revestida com ouro. Por dentro e por fora. E ainda tinha uma moldura de ouro ao redor.

A mesa também, exatamente como o modelo que Moisés viu no monte. Assim como o candelabro e seus enfeites. O altar de incenso. O óleo sagrado da unção. O incenso perfumado. O altar dos holocaustos.

Aqui termina o capítulo trinta e sete. Continuamos na próxima postagem.

Que tenhamos disposição em nos doar. Como essas homens e mulheres tiveram.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Êxodo 17.1-7

Leitura do dia 20/01.

Na postagem anterior, vimos o Senhor enviando o maná do céu para o povo de Israel. O maná deveria ser colhido diariamente, de acordo com a necessidade de cada família. Como dever ser hoje com Sua palavra. Precisamos nos alimentar dEle, diariamente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo dezessete de Êxodo, do versículo um ao versículo sete.

O Senhor ordenou a Moisés que Israel partisse do deserto de Sim.

Andaram de um lugar para o outro. Mas lembre-se, foi ordem do Senhor. Por fim, acamparam-se em Refidim. Ali não havia água.

O povo havia visto o Senhor abrir as águas do Mar Vermelho, transformar águas amargas em águas boas para beber. Viram codornizes cobrir seu acampamento. E pão cair do céu diariamente.

Também experimentaram chegar a um oásis com fartura de água e sombra. Doze fontes de águas em um só lugar e setenta palmeiras. Setenta!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-1522-27.html

Agora, chegam a um lugar onde não há água. Não clamam ao Senhor. Queixam-se contra Moisés e contra o Senhor. Exigem que Moisés lhes dê água. Moisés, não o Senhor.

Como será que você e eu reagiríamos a essa situação? Clamaríamos ao Senhor ou murmuraríamos, como eles?

Moisés perguntou o motivo de estarem brigando com ele e porque estavam colocando o Senhor à prova.

Essa atitude de Moisés sempre me admira. Não tomou as dores para si. Não se sentiu culpado. Não era. Não se descabelou. Havia feito o que o Senhor lhe ordenada. Andado por onde o Senhor mandara. Agora, nada de água. Não era sua culpa. Alguma coisa o Senhor faria.

O povo não conseguiu reconhecer que deveriam orar ao invés de murmurar. E foram além. Perguntaram a Moisés porque os tirara do Egito. Queria matar todos de sede? Era essa sua intenção?

Tão cedo esqueceram o que o Senhor fizera por eles e, não podendo culpar ao Senhor, culparam Seu servo. Esqueceram das promessas e maravilhas do Senhor.

Moisés sabiamente clamou. Não ficou “batendo boca”. Não adiantaria absolutamente nada. Queria soluções. Onde encontrar? No Senhor. Em seu clamor perguntou-Lhe o que deveria fazer, informando-O de que estava a ponto de ser apedrejado.

O Senhor orientou Moisés. Ordenou-lhe que passasse à frente do povo. Que levasse sua vara. A mesma vara que havia usado para bater nas águas do Nilo, quando foram transformadas em sangue. Mas não passaria à frente só. Precisava chamar alguns dos líderes de Israel para acompanhá-lo.

Já reparou que há momentos em que caminhamos sozinhos pelo deserto e outros que precisamos de pessoas ao nosso lado?

O Senhor lhe disse ainda que se colocaria diante de Moisés sobre a rocha no Monte Sinai. Não adianta apenas a companhia de outro, precisamos de Sua companhia, Diante de nós.

Moisés bateria na rocha e água jorraria da rocha para o povo beber.

Na presença dos líderes de Israel, Moisés fez conforme o Senhor lhe ordenara. A água jorrou da rocha e saciou o povo.

Ele chamou aquele lugar de Massá e Meribá, que significam respectivamente “prova” e “contenda”. Ali o povo contendeu com Moisés e pôs o Senhor à prova, questionando se Ele estava ou não no meio deles.

Muitas vezes olho para o povo de Israel e penso como podiam duvidar de Sua presença! Mas quantas vezes fazemos isso também?

Vemos milagres e maravilhas em nossa caminhada, então, somos levados pelo Senhor a um lugar sem água e, ao invés de recordar o que Ele fez poderosamente no passado, reclamamos, murmuramos, nos queixamos e exigimos água. Não pedimos, não oramos, não reconhecemos Sua presença e Seu grande poder em nossas vidas. Duvidamos de que esteja conosco.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que nossas mentes possam estar voltadas para o que Ele nos fez e nos faz diariamente.

“Como é amargo recordar meu sofrimento e meu desamparo! Lembro-me sempre destes dias terríveis enquanto lamento minha perda. Ainda ouso, porém, ter esperança quando me recordo disto: ‘O amor do Senhor não tem fim! Suas misericórdias são inesgotáveis. Grande é Sua fidelidade; Suas misericórdias se renovam a cada manhã’. Digo a mim mesmo: ‘O Senhor é minha porção; por isso, esperarei nEle’!”

Continuamos na próxima postagem. Até já.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Êxodo 15.22-27

Leitura do dia 20/01.

Na postagem anterior, vimos Israel atravessar o Mar Vermelho, com os pés enxutos. O exército de Faraó, no entanto, não conseguiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html

Agora, caminharemos através do versículo vinte e dois ao versículo vinte e sete do capítulo quinze.

Quando atravessaram o Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo para o deserto de Sur.

Caminharam três dias pelo deserto. Sem encontrar água, até que chegaram a um lugar onde encontraram. Quando experimentaram, a água era amarga demais para beber. Chamaram o lugar de Mara.

O povo esqueceu rapidamente o que o Senhor fizera por eles ao atravessarem o Mar Vermelho a seco. Começaram a se queixar. Voltaram-se contra Moisés.

Amo Moisés. Ele não apontou sua vara para o povo. Clamou ao Senhor. O Senhor mostrou-lhe um pedaço de madeira. Ele a jogou na água e ela pôde ser bebida. Simples assim.

Neste lugar o Senhor instituiu um decreto, como norma, para provar a fidelidade do povo. Se  ouvissem com atenção à Sua voz e fizessem o que era certo aos Seus olhos, obedecendo Seus mandamentos e cumprindo Seus decretos, nenhuma das pragas que caíram sobre o Egito, cairiam sobre eles. Ele é o Senhor que sara.

Quantas vezes caminhamos três dias pelo deserto e, finalmente, quando encontramos água, elas são amargas? Precisamos confiar no Senhor. Clamar a Ele para que abra nossos olhos. Muitas vezes precisamos passar por Mara. É onde o Senhor prova nossos corações.

Mas sabe o que há depois de Mara? Elim.

Quando saíram de Mara foram até Elim. Lá encontraram doze fontes de águas e setenta palmeiras. Acamparam ali, junto às águas. À sombra das palmeiras. Em um maravilhoso oásis.

Assim termina o capítulo quinze. Continuamos na próxima postagem. Até já.

Êxodo 14.1-15.21

Leitura do dia 20/01.

Nas postagens anteriores vimos a saga para Israel sair do Egito. Foi necessário que o Senhor julgasse os ídolos daquela terra. Por fim, saíram apressadamente, após comemorarem a primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-111-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-131-22.html

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos quatorze a dezesseis de Êxodo.

Na primeira postagem, iremos do versículo um do capítulo quatorze, ao versículo vinte e um do capítulo quinze.

O Senhor ordenou a Moisés que dessem a volta e acampassem à beira-mar. Sua intenção era fazer Faraó acreditar que estavam perdidos, prisioneiros do deserto. Será que Ele já fez assim com você? Comigo, estou certa que sim.

Ele endureceu novamente o coração de Faraó. Planejou que tal acontecesse para mostrar ao Egito que Ele é o Senhor.

Quando Faraó e seus oficiais souberam que o povo havia fugido (como eles ordenaram e imploraram), mudaram de ideia. Colocaram as mãos à cabeça apavorados, afinal haviam deixado escapar uma nação inteira de escravos!

Faraó convocou suas tropas. Seiscentos dos melhores carros de guerra, além das carruagens de batalha do Egito. Cada uma com seu comandante. Perseguiram os israelitas. E alcançaram.

Quando os israelitas levantaram seus olhos e viram os egípcios marchando contra eles, clamaram em pânico ao Senhor. Clamaram mas não confiaram. Deveriam ter olhado para o Senhor, que ia adiante deles e não para o exército marchando contra eles.

Perguntaram a Moisés porque os trouxera ao deserto. Para morrer? Chegaram ao cúmulo de dizer que preferiam ser escravos no Egito a morrerem, livres, no deserto. Mas não morreriam. Havia uma promessa sobre eles. Não era uma promessa de qualquer um, era do Todo-Poderoso, o Senhor, Deus de Israel.

Moisés respondeu que não deveriam temer. Apenas permanecessem firmes e vissem como o Senhor os resgataria naquele dia. Nunca mais veriam aqueles egípcios. Que ficassem calmos. E observassem.

Charles Spurgeon fala que "permanecer firme é uma das posturas que o soldado cristão não aprende, se não passar por anos de aprendizagem". Concordo plenamente com ele. É muito mais fácil correr, esconder a até atacar, mas permanecer firme exige fé e maturidade.

O Senhor ordenou que Moisés parasse de clamar. Era hora de ordenar ao povo que marchasse. Que tomasse sua vara e estendesse a mão e dividisse as águas para que os israelitas atravessassem o mar. Uau! Que ordem é essa?

O Senhor disse também que endureceria o coração dos egípcios e eles iriam atrás. O Senhor mostraria Sua glória através de Faraó e suas tropas. Quando tal acontecesse, todo o Egito veria e saberia que Ele era (e é) o Senhor. De toda a terra.

O Anjo do Senhor que ia adiante deles passou para atrás. A coluna de nuvem também mudou de lugar. Também foi para a retaguarda. Ficaram entre os dois acampamentos. Para Israel era luz. Para os egípcios, trevas. E foi assim a noite inteira. Os egípcios não conseguiram se aproximar.

Então Moisés estendeu a mão sobre o mar e o Senhor, com um forte vento leste, abriu caminho no meio das águas. O vento soprou a noite toda, até o fundo do mar estar seco. O povo de Israel atravessou pelo meio do mar, em terra seca, com paredes de água, uma em cada lado.

Os egípcios foram atrás. Perseguiram o povo até o meio do mar.

Pouco antes do amanhecer o Senhor olhou para o exército egípcio e causou uma grande confusão entre eles. Travou as rodas de seus carros, dificultando seu andar. O exército egípcio percebeu que era a mão do Senhor. Gritaram que deveriam fugir e ficar longe dos israelitas. O Senhor estava lutando por eles, contra o Egito. Mas não fugiram. Provavelmente Faraó não permitiu.

Então, o Senhor ordenou que Moisés estendesse novamente a mão para que as águas corressem fortemente de volta ao seu lugar. Quando amanheceu, Moisés estendeu sua mão. As águas voltaram fortemente. Os egípcios tentaram escapar, mas foram de encontro às águas. Todos foram cobertos. Nenhum egípcio escapou. Nenhum!

Foi assim que o Senhor libertou Israel do Egito naquele dia. Israel viu os cadáveres dos egípcios na praia.

Quando viram o que o Senhor fez e Seu grande poder, passaram a confiar no Senhor e em Moisés, seu servo.

Do outro lado da margem, Moisés e Israel cantaram um lindo cântico ao Senhor. E as mulheres, lideradas pelo cântico de Miriã, irmã de Arão, pegaram tamborins e dançavam. Era muita gratidão. E alegria.

Nessa postagem, ficamos por aqui. Continuamos na próxima. Até já.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Êxodo 13.1-22

Leitura do dia 19/01.

Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html

O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.

O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.

Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html

Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.

Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.

A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.

Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.

O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.

E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.

Eram um exército mas precisavam ser treinados.

O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.

Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html

O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.

Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.

Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.

Espero você. Até lá.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Êxodo 7.14-8.32

Leitura do dia 18/01.

Na postagem anterior vimos que o Senhor enviou novamente Moisés e Arão a Faraó. Mas ele não quis ouvir. E ainda imitou o milagre do Senhor através das artes mágicas do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html

Agora, caminharemos a partir do versículo quatorze do capítulo sete. Até o versículo trinta e dois do capítulo oito.

O Senhor disse a Moisés que o coração de Faraó era duro. Ele continuaria se recusando a deixar o povo sair.

Moisés deveria ir pela manhã encontrar-se com ele às margens do rio Nilo, onde se banhava. Que não esquecesse a vara que havia se transformado em serpente. E dissesse a Faraó que o Senhor, o Deus dos hebreus o havia enviado para dizer que deixasse o povo sair para adorá-Lo no deserto. Por ele estar se recusando a ouvir, o Senhor mostraria a Faraó que Ele era (e é) o Senhor.

Arão bateria com a vara nas águas do Nilo. Elas se transformariam em sangue e os peixes morreriam. O rio ficaria fedendo. Os egípcios não poderiam beber suas águas.

Moisés e Arão fizeram como o Senhor ordenara. Diante de Faraó, Arão levantou a vara e bateu nas águas do Nilo. Estendeu a mão às águas do Egito. Todo o Nilo se transformou em sangue. Seus rios, canais, açudes e reservatórios também. Aconteceu o mesmo até com a água armazenada em vasilhas de madeira e pedra.

Mais uma vez os magos usaram suas mágicas e fizeram o mesmo. Faraó recusou-se a ouvir. Voltou para seu palácio e não pensou mais naquilo.

Os egípcios cavaram às margens do Nilo para conseguirem água.

A situação ficou assim por sete dias.

Então o Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Com a mesma mensagem: “Deixa meu povo sair para me adorar”.

Se Faraó continuasse se recusando, o Senhor enviaria rãs sobre toda a terra do Egito. O Nilo ia fervilhar de rãs. Ia ser rã para todos os lados. Elas invadiriam o palácio e até o quarto e a cama de Faraó. Entrariam nas casas de seus oficiais e de todo o povo. Também pulariam dentro dos fornos e das tigelas de amassar pão. As rãs avançariam sobre todos.

Que horror! Não gosto nem de imaginar.

O Senhor ordenou a Moisés que dissesse a Arão para estender a vara que trazia em sua mão. Que a estendesse sobre os rios, canais e açudes. Ele estendeu e as rãs cobriram toda a terra.

Os magos usaram suas artes mágicas para imitar a praga e também fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.

Prestou atenção? Imitar a praga. Eles não conseguiam fazer o milagre. Usavam suas mágicas para imitar o milagre. Como vemos hoje acontecer.

Chegou o momento em que Faraó convocou Moisés e Arão. Pediu que suplicassem ao Senhor que afastasse aquelas rãs dele e de seu povo. Ele deixaria o povo ir.

Fico imaginando que os magos tentaram sumir com as rãs. Sem nenhum êxito.

Moisés disse a Faraó que escolhesse a hora em que estaria orando por eles. Faraó respondeu que seria no dia seguinte.

Moisés falou que oraria e as rãs deixariam a terra do Egito. Ficariam apenas no Nilo. Ele saberia que não há ninguém como o Senhor.

Moisés e Arão saíram da presença de Faraó e clamaram ao Senhor. O Senhor fez exatamente o que Moisés havia dito. Todas as rãs nas casas, nos pátios e nos campos, morreram. Juntaram montões de rãs. O fedor era terrível.

Acontece que, quando Faraó se viu livre das rãs seu coração se endureceu. Ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e Arão. Como o Senhor havia dito que aconteceria.

Então o Senhor disse a Moisés que estendesse a vara e batesse no chão. O pó se transformaria em enxames de piolhos. Foi o que aconteceu.

Os magos tentaram fazer o mesmo, dessa vez não conseguiram. E mais, reconheceram que era o dedo de Deus.

Ah, as artes mágicas, as técnicas e seja lá o que conseguem até imitar um ou outro milagre. Mas ficam por aí.

Água sendo transformada em sangue, rãs por toda a parte. Agora enxames de piolho! Quem aguenta uma coisa dessas?

Ainda assim, Faraó recusou ouví-los.

O Senhor ordenou a Moisés que acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente encontrar Faraó às margens do Nilo. Repetiu a mensagem. Disse que se Faraó se recusasse, o Senhor mandaria enxames de moscas. Os lares dos egípcios ficariam cheios de moscas.

Desta vez o Senhor pouparia a região de Gósen. Assim, Faraó saberia que o Senhor era (e é) Deus e estava presente inclusive em sua terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

O Senhor fez exatamente o que falou. Um denso enxame de moscas encheu o palácio de Faraó e as demais casas. Todo o Egito ficou em estado de calamidade.

Faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse que fossem. Que fizessem sacrifícios ao Senhor. Mas que fizessem ali mesmo, em sua terra.

Moisés respondeu que não seria certo. Os sacrifícios que ofereciam eram detestáveis aos egípcios. Eles os apedrejariam. Os israelitas teriam que viajar durante três dias no deserto, como o Senhor ordenara.

Faraó disse que podiam ir. Que não se afastassem demais. Que suplicassem por ele também.

Moisés respondeu que assim que saíssem de sua presença, suplicariam ao Senhor e as moscas os deixariam. Avisou a Faraó que não deveria mentir novamente, recusando-se a deixar o povo sair.

Quando Moisés orou, o Senhor o atendeu. Não ficou uma só mosca.

Mas o coração de Faraó endureceu outra vez. Ele recusou deixar o povo sair.

Assim termina o capítulo oito de Êxodo. Continuamos na próxima postagem. Até já.

domingo, 19 de agosto de 2018

Começando um novo caminhar

Olá, pronto para nossa nova caminhada?

Bíblia aberta em 1 Reis? Então, espere.

Antes gostaria de fazer um retrospecto para entrarmos em Reis sabendo o que aconteceu antes.

Vamos lá?

Se quiser saber mais um pouco, ou relembrar com mais detalhes, ou ver através dos meus olhos, aproveite os links abaixo.

Gênesis nos conta que o povo de Israel desceu ao Egito no tempo de muita fome em todas as terras.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Nesta época o Senhor havia colocado José, chamado de Safenate-Panea como vice-governador do Egito. Israel permaneceu no Egito durante aproximadamente quatrocentos anos. Ali, tornaram-se escravos.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html

Êxodo nos conta sobre o nascimento de Moisés. Seus pais pertenciam à tribo de Levi. Ele foi usado pelo Senhor, para libertar Israel do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html

Por causa da rebelião e murmuração de Israel, a jornada que levaria alguns meses, levou quarenta anos. Até que toda a geração de adultos, saída do Egito, morresse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/pouco-antes-de-moises-morrer-e-o-povo.html

Moisés morreu antes de entrar na terra prometida. Não respeitou a santidade do Senhor. Que tenhamos muito cuidado!

O livro de Josué nos conta que o Senhor instalou o povo em sua terra, mas eles tiveram que lutar para tomar posse dela. Foi Josué quem os levou à terra prometida. O povo serviu ao Senhor durante sua vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/conquistando-o-que-foi-prometido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/obediencia-e-chave.html

Depois que Josué morreu, o Senhor levantou alguns juízes para liderar Israel. Podemos ler isso no livro de Juízes. Nessa época, Israel vivia como uma gangorra. Volta e meia se afastavam do Senhor. Ele os deixava por conta própria. Eram oprimidos. Clamavam. O Senhor levantava um juiz. Eram libertados. Se afastavam do Senhor. E assim ficaram nesse círculo vicioso, durante um longo período.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/vamos-voltar-gideao-capitulos-6-e-7-de.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/a-ultima-vez-que-o-vimos-gideao-estava.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/ainda-falando-sobre-as-estrategias-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html

Até que surge Samuel. 1 Samuel nos conta sobre seu nascimento. Ele julgava Israel. Também era da tribo de Levi.

Houve um momento em que Israel não quis ser “diferente”. Não lhes interessava mais ser uma “nação peculiar”. Queriam ser iguais às outras nações. Pediram um rei. Samuel lhes lembrou de todos os deveres e direitos de um rei. Ainda assim, continuaram com esse desejo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html

O Senhor escolheu Saul para ser o primeiro rei de Israel. Era da tribo de Benjamim. Samuel gostou da escolha. O povo gostou da escolha. Não sei você, eu gostei muito da escolha. Afinal, ele era mais alto que todos os homens de Israel. Os homens mais altos de Israel não passavam de seus ombros. Isso é que é um rei de boa aparência. Ah, mas nem só de boa aparência vive um rei.

Saul amou muito a aprovação dos homens. Gostou de ser adulado. E foi se afastando do Senhor. Não lhe interessava mais Sua aprovação e sim a aprovação do povo. Até que o Senhor o reprovou completamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Então, num cenário de vergonha, quando um rei lindo, alto e valente, com um exército também poderoso e valente, treme de medo, surge meu personagem preferido (depois do Senhor é claro). No início um simples pastor, esquecido até por seu pai. Tornou-se um soldado valoroso. E depois um rei. Sem nunca ter deixado sua essência de adorador.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/davi-meu-preferido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html

Davi, um homem com grande paixão, erros trágicos e acertos benditos, mas um homem com o coração segundo o coração de Deus. Amado do Senhor (e meu).
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/03/nata-sua-obediencia-e-coragem.html

Seu relacionamento com o Senhor foi tal que Ele lhe prometeu que, se seus filhos andassem em Seus caminhos, nunca faltaria alguém no trono de Israel que fosse descendente de Davi. E, ainda que os filhos de Davi não cumprissem sua parte na aliança, o Senhor cumpriu. Jesus, o Rei Eterno, é descendente de Davi. Não é lindo? O Senhor sempre cumpre Sua parte. Sempre cumpre Suas promessas.

1 e 2 Samuel nos conta a história desses dois primeiros reis de Israel. Saul e Davi.

Preste atenção na vida e nas escolhas desses dois homens. Penso que a cada dia precisamos decidir qual dos dois seremos.

Então, de posse de todas essas informações, vamos finalmente abrir nossas Bíblias em 1 Reis.

Por favor, não acredite em tudo que escrevo. Seja nobre. Confira com a Palavra se é ou não realmente assim, faça como os homens de Beréia:

“Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, porquanto, receberam a mensagem com vívido interesse, e dedicaram-se ao estudo diário das Escrituras, com o propósito de avaliar se tudo correspondia à verdade.” – Atos 17.11

É assim que devemos ser.

1 Reis começa relatando a velhice de Davi. Estava com a idade muito avançada. Por mais que lhe agasalhassem, seu corpo não se aquecia. Se você convive com um idoso, sabe que é assim. Quantas vezes estou de vestido e minha mãezinha de casaco!

Naquela época havia um costume. Seus servos sugeriram que Davi seguisse esse costume.

Que encontrassem uma jovem virgem que cuidasse do rei. Ela dormiria com ele. Para que seu corpo o aquecesse. Eles encontraram uma bela jovem chamada Abisague, sunamita. Era muito linda e dedicada. Cuidava e servia o rei. Mas o rei não manteve relações sexuais com ela.

Era hora do rei nomear seu sucessor. Seu tempo estava terminando. E, como histórias de reinos sempre tem confusões, traições e ambições envolvidas, essa não será diferente. A Bíblia é um livro de homens e mulheres de verdade, de carne e osso, como você e eu.

Um dos filhos de Davi, chamado Adonias, começou a dizer que seria seu sucessor. E agora? O próprio Senhor havia dito que Salomão seria sucessor de Davi.
 http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html

Será? Amanhã veremos.

Espero você.

domingo, 15 de janeiro de 2017

A Escola Secreta

“Muito tempo depois morreu o rei do Egito. Os israelitas gemiam e clamavam debaixo da escravidão e o seu clamor subiu até Deus. Ouviu Deus o lamento deles e lembrou-se da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Deus olhou para os israelitas e viu a situação deles.” – Êxodo 2.23-25

Olha a palavra aí novamente, “Deus lembrou-se”. Como se fosse possível Deus esquecer! Mas é aquela lembrança que muda as situações. Deus "olhou" e "viu". Ele atentou para o que estava acontecendo. E começou a agir. Será?

Na verdade, já estava agindo em secreto, sem que ninguém visse. Muito tempo antes dessa frase.
Volte alguns versículos. Volte ao começo do capítulo 2 de Êxodo. Moisés nasce. É escondido. Durante três meses. Depois desse tempo, não havia mais como escondê-lo. Então, sua mãe o coloca em uma cesta e o deixa no Nilo. Não há mais o que fazer. Se o Senhor tiver algum propósito com aquele menino, lindo, que foi escondido durante três meses, será o Senhor que terá que fazer algo.
E Ele o faz.

O menino é encontrado pela filha do faraó. Ela se compadece. E ele é levado para ser criado por sua própria mãe. Deus e suas surpresas. Além de ter o menino de volta, sua mãe recebe um salário para cuidar dele.

O tempo passa. Moisés é levado à filha do faraó, que o adota como seu filho. É criado como um egípcio. Como ninguém nada menos que um neto de faraó. Mora no palácio. É visto como um egípcio. Não sabe o que é escravidão.

Quando adulto vai até seus irmãos. Vê um egípcio maltratando um hebreu. Toma suas dores. Olha para um lado e para o outro. Não vê ninguém. E mata o egípcio.

Mas sempre há alguém. E Moisés foi observado. Faraó procurou matá-lo, percebendo a ameaça que se tornara. Moisés então foge para o deserto. Ali, novamente é identificado como um egípcio. Era alguém sem identidade. Nascido hebreu. Criado egípcio. Havia um faraó morando dentro dele. Um faraó que precisava ser dominado. E que precisava morrer.

Fico imaginando nosso inimigo vendo tudo aquilo. Um bebê que foi resgatado. Que foi criado como filho da filha de faraó. Um grande perigo. Deus está, com certeza, “tramando alguma”. Enfim, comete um assassinato. É afastado de cena. Abandonou o palco. Agora no deserto. Sozinho. Pastoreando o rebanho de seu sogro Jetro. Insignificante. Não apresenta mais perigo. Acabou sua história. Até que havia começado bem interessante, mas acabou.

Ah, como o inimigo estava enganado. Aqueles anos no deserto forjaram Moisés. O faraó que havia dentro dele morreu. O homem que fazia justiça com as próprias mãos, que não esperava para agir, que acreditava estar acima da lei, foi deposto e morto. No lugar, um pastor, que conhecia o deserto como ninguém. E que cuidava e se importava com um rebanho. Em secreto, o Deus que não esquece, estava preparando Moisés para libertar o Seu povo do Egito. Mas Ele não queria um herdeiro de faraó. Ele queria um pastor. Ele não podia contar com um homem cheio de orgulho. Ele precisava contar com um homem que perdeu. Que perdeu posição e riqueza. Que não era mais lembrado. Alguém que sequer era mencionado “nas rodas sociais” do Egito. Que não era mais um egípcio. Um homem que aprendera a se curvar.

Então, quando faraó dentro dele é morto, o Senhor se apresenta. E lhe diz que o está enviando ao Egito para tirar Seu povo de lá, libertá-lo da escravidão. Deus se revela a Moisés e lhe revela a sua própria identidade. Ele não era um egípcio. Era um libertador.

E quando Deus finalmente “se lembra”, tudo está no seu devido lugar. Tudo devidamente e minuciosamente preparado. Nos mínimos detalhes, como Ele gosta.

O personagem principal, aquele com quem Ele vai contar e a quem Ele usará, está pronto. Passou pelo treinamento do deserto. E quando ninguém mais se lembrava dele, quando achavam que estava fora de cena para sempre, Moisés volta ao Egito. Mas agora, não é mais um egípcio. Ou alguém sem identidade. Ele é Moisés, o homem de Deus.

Aquele que havia sido um assassino, agora é o homem mais manso da terra. Lembre-se que mansidão significa "força sob controle".

Como é linda a maneira que Deus trabalha. Em secreto. Em segredo. Sabendo exatamente o que está fazendo. Sabendo exatamente como.

O povo de Israel gemia. E o Senhor agia. Sem ninguém perceber. Treinando um líder para libertar e liderar Israel.

E, à semelhança das águas baixando quando o Senhor “se lembrou” de Noé, aqui em Êxodo, podemos perceber todo um processo desde antes do Senhor “se lembrar”, até o povo de fato sair do Egito. Foram necessários dias de tribulação, sinais e aliança, até o momento das águas secarem e os israelitas atravessarem a seco o Mar Vermelho. E deixarem definitivamente o Egito para trás. E faraó afogado, morto pelas águas.

Deus nunca se esqueceu. Ele está trabalhando. Na escola secreta do deserto. Onde ninguém vê. Enquanto ninguém vê. Onde é realmente necessário. Dentro dos nossos corações. Quando as águas baixarem, estaremos prontos para conquistar a terra em Seu nome. Sabendo exatamente quem Ele é e quem nós somos.

É preciso deixar faraó morrer. Faraó não pode atravessar em seco. Ele precisa ser afogado pelas águas.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Só faltam três dias

As escolhas de Josué fizeram dele uma semente que germinou. Germinou e cresceu.

Moisés morreu. O luto passou. O Senhor ordena que Josué se levante, atravesse o Jordão e tome posse da terra.

Consigo ver seu coração acelerado. Aquele povo todo está sob sua responsabilidade.

O que fazer? Quais as atitudes a tomar? Como conseguir conservar o povo unido, focado em conquistar a terra? Como fazer para o povo não escorrer como areia por suas mãos?

Então o Senhor o anima: “Ninguém poderá resistir durante toda a tua vida; assim como estive com Moisés, estarei contigo; jamais te abandonarei, nem te desampararei!” – Josué 1.5

Agora era o líder. E o Senhor o ordena a ser forte, destemido, firme e corajoso. Não para vencer as batalhas, não para montar estratégias de guerras e conquistas, mas para ter o zelo de agir de acordo com todos os Seus mandamentos, não se apartando nem para a direita, nem para a esquerda, para então, ter sucesso em todas as suas realizações.

Para ser o líder que o Senhor desejava que fosse, deveria estar com a Lei do Senhor sempre em seus lábios, meditando nela dia e noite, tendo o cuidado de agir em conformidade com o que estava escrito. Se assim fizesse, seria vitorioso em todas as empreitadas e alcançaria bom êxito.

Após esta ordem do Senhor, Josué mandou que o povo se preparasse. Informou que dentro de três dias entrariam e ocupariam a terra prometida. Três dias. O deserto estava chegando ao fim. Só faltavam três dias.

Então, todos os homens foram circuncidados. Porque todos os homens de guerra, que haviam saído do Egito, morreram no caminho. Tragicamente. Só Josué e Calebe sobreviveram.

Repousaram no acampamento. Até que a dor passasse. Até que fosse apenas uma cicatriz. E o Senhor afirmou: “Hoje removi de sobre vós a humilhação sofrida no Egito”. Depois da dor.

Celebraram a Páscoa, enquanto estavam acampados em Gilgal. Dor. Sofrimento. Cura. Renovação. Novo tempo. Vitória.

Estavam prestes a viver o futuro.

Josué convocou a todos os homens de guerra, inclusive das tribos de Rubem, Gade e a metade da tribo de Manassés a passarem à frente do povo, para guerrearem por Israel e tomarem posse da terra. Responderam em alta voz, que obedeceriam em tudo a Josué, desde que o Senhor fosse com ele, como foi com Moisés. E o animaram, assim como o Senhor havia feito: “Tão somente sê forte e corajoso”! Tinha a promessa de que o Senhor seria com ele, como foi com Moisés. Então, podia prosseguir.

Em nossas vidas passamos por muitas lutas e dificuldades. Quantas vezes estamos a apenas três dias de sair do deserto e tomar posse da nossa terra, mas temos que passar por Gilgal. Lugar de dor e sofrimento.

Anime-se! Depois de Gilgal, o deserto chegará ao fim. São apenas três dias.

Prepare-se! Três dias e o Senhor fará maravilhas em nosso meio. Não podemos desistir. Falta pouco para o deserto acabar.



domingo, 12 de junho de 2016

Josué, uma semente no deserto

Vamos caminhar um pouco pelas páginas da história de Josué e aprender com ele?

Era escravo no Egito. Foi libertado pelo Senhor, como todos os israelitas. Presenciou as maravilhas que o Senhor operou para libertar o povo de Israel. Viu o Mar Vermelho se abrir. Como todos os outros.

Teve sede como todos. Teve que acampar em Mara. Viu água saindo da rocha. Chegou a Elim.

Passou exatamente por tudo que os outros passaram. Fez escolhas diferentes.

Servia a Moisés. Subiu o monte com ele. E em Êxodo 33.11, vemos que não se afastava da Tenda do Encontro. Mesmo quando Moisés voltava ao acampamento, continuava lá. Tinha sede de Deus. De estar no lugar onde o Senhor aparecia. Estar em Sua presença.

Durante a caminhada pelo deserto, diversas rebeliões se levantaram. Josué permaneceu fiel. Não participou de nenhuma.

Ao longo desta caminhada, foi sendo forjado por Moisés e por Deus a ser um líder. Vendo Moisés agir. Ouvindo o Senhor. Gastando tempo na Tenda do Encontro. Um passo de cada vez.

Quase não ouvimos falar dele, exceto um detalhe aqui, outro ali. Como uma semente escondida na terra e crescendo, crescendo. Silenciosamente. Secretamente. Solitariamente. Regada pelo Senhor. Fortalecida por suas escolhas.

Foi escolhido para ser um dos doze espias e “conferir” se a terra era de fato boa. Com os outros onze homens, explorou aquela terra, por quarenta dias. Viu tudo que os outros viram. Mas diferente dos outros dez, junto com Calebe, afirmou que a terra era excelente e que o Senhor a daria, como havia prometido. Viu os gigantes, as cidades fortificadas, mas afirmou, com toda certeza, que o Senhor era com eles, e conquistariam a terra.

Quando o Senhor está prestes a recolher Moisés, informa que Josué será aquele que levará o povo de Israel a tomar posse da terra.

Todos os homens de guerras, soldados e guerreiros que saíram do Egito, tombaram no deserto, exceto Josué e Calebe. Guerreiros. Saíram do Egito. Morreram no deserto.

O deserto não é lugar para a morte de guerreiros. É lugar de treinamento. De crescimento. Não de morte. Mas quantos guerreiros são derrotados e morrem em suas areias! Tragicamente.

Qual o segredo de Josué? Quarenta anos no deserto. Permaneceu na presença do Senhor. Sabia quem Yahweh era. Sabia quem ele era. E para onde estava indo. Seus olhos estavam na terra que havia sido prometida.

O deserto era real. Era o seu dia a dia. Josué acordava, olhava em volta. Acampamento. Areia, pó e pedras.

Mas a terra que havia sido prometida também era real. Mesmo que não estivesse vendo. Seus pensamentos estavam na terra que manava leite e mel. Permaneceu fiel. A Yahweh e Suas promessas. Olhava o seu futuro.

Podemos estar vivendo no deserto. Atravessando-o. Dormindo e acordando nele. Ainda que sejamos, como Josué, daqueles que não se apartam da Tenda do Encontro. Que não participam de rebeliões. Que servem com lealdade. Que validam a Palavra do Senhor. Que animam o povo a prosseguir. A crer. Mas precisamos crer que será apenas o tempo que precisamos para sermos forjados. E nos tornarmos os líderes que levarão o povo do Senhor a tomar posse de sua terra, de seu futuro.

Que aprendamos com Josué, a crer nas promessas do Senhor. A ter um coração submisso. A não permitir que nenhuma raiz de amargura cresça e estrague a semente que está sendo germinada junto ao Senhor, no secreto, no solitário, na Tenda do Encontro. Nós e Ele. Ele e nós.

Em breve, ainda que consideremos um longo tempo, estaremos tomando posse das promessas que o Senhor tem para nossas vidas. Abençoando e liderando pessoas a fazerem o mesmo.

Que caminhemos em obediência, gratidão e expectativa. A cada dia.

Muito ainda temos pela frente e precisamos ouvir atentamente o que o Senhor tem a nos ensinar.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A fidelidade de Deus, inegável

Pouco antes de Moisés morrer e o povo de Israel entrar na terra prometida, o Senhor revelou o que aconteceria. Foi muito claro. Disse que após a morte de Moisés, o povo de Israel iria se desviar dos Seus caminhos. Até ensinou uma canção, contando o que aconteceria. Para que se lembrassem dEle e se arrependessem. 

A fidelidade de Deus me impressiona! O Senhor prometeu a Abraão que faria dele um grande povo. Tão numeroso que não se poderia contar. Que iriam ao Egito e depois voltariam a Canaã, para possuir aquela terra. Terra que o Senhor daria aos descendentes dele.

E assim foi. O Senhor tirou o povo do Egito, no meio da noite, com braço forte e mão estendida. Abriu o Mar Vermelho para que passassem. Fechou o mesmo mar, com o exército de Faraó lá dentro. E os guiou por um caminho no deserto.

Mas eles queriam saber como era a terra, embora o Senhor houvesse dito que era uma terra que manava leite e mel. Como uma amiga querida sempre fala, leite de cabras e mel de tâmaras.

Moisés enviou os espias que comprovaram que a terra era boa. Como o Senhor havia dito. Trouxeram até do seu fruto. Mas se assustaram com seus habitantes. Mesmo o Senhor dizendo que iria lutar com eles e por eles, derrotando a todos.

Rebelaram-se contra o Senhor de tal maneira, que toda uma geração morreu no deserto. Deserto não é lugar de morrer. É lugar de aprender. De cavar poços. De ouvir a voz do Senhor. De se tornar guerreiro. Josué e Calebe foram os únicos que sobreviveram.

Uma nova geração iria herdar a terra. Mas o Senhor conhecia seus corações. E Ele, que não está preso a tempo, contemplando passado, presente e futuro, sabia o que aconteceria.

Fico chocada quando leio Deuteronômio 31.21b: “Sei o que estão dispostos a fazer antes mesmo de levá-los para a terra que lhes prometi sob juramento”.

É verdade. O Senhor sabia o que aconteceria. Mas não pode negar a Si mesmo. É fiel em toda e qualquer circunstância. Ainda que soubesse o que estavam dispostos a fazer, Ele iria colocá-los na terra que prometeu. Iria cumprir cada promessa que fez.

Em Malaquias 3.6a está escrito: “Em verdade, Eu, Yahweh, o Senhor, não mudo”. Ele é o Deus que trabalha para aquele que nEle espera (Isaías 64.4). E ninguém trabalha tão bem quanto Ele. Que não dorme em serviço. Então, podemos crer. Podemos confiar. E prosseguir.

É noite? Ele continua trabalhando. Sempre cumpre Suas promessas. Mesmo à noite.

Prometeu a terra aos descendentes de Abraão. Cumpriu. Prometeu que um descendente de Davi, chamado Josias, iria quebrar os altares dos ídolos. Aconteceu. Prometeu que sempre haveria um descendente de Davi no trono. É fato. Prometeu que o Seu próprio braço providenciaria salvação. E assim foi.

Sempre cumpre o que promete. Ainda que nos rebelemos contra Ele. Sua fidelidade é inegável.

Que sejamos, então, daqueles que creem. Que o honremos com nossa fé. Que nos dias difíceis e nas noites escuras, possamos ser como Habacuque e nos alegrar nEle, “Ainda que a figueira não floresça, nem haja uvas nas videiras; mesmo falhando toda a safra de olivas, e as lavouras não produzam mantimento; as ovelhas sejam sequestradas do aprisco, e o gado morra nos currais, eu, todavia, me alegrarei no Senhor, e exultarei no Deus da minha salvação! YahwehAdonai, o Senhor Soberano, é a minha força! Ele faz os meus pés como os do cervo; faz-me caminhar por lugares altos.” – Habacuque 3.17-19

O Senhor jamais falha. Continuemos nossa caminhada, certos de que o socorro virá e as promessas dEle, em nossas vidas, se cumprirão. Mesmo que seja noite.