Leitura do dia 07/10.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Zacarias.
Ontem vimos Seu chamado à justiça e misericórdia. As bênçãos prometidas a Jerusalém, muitas delas cumpridas. O julgamento do Senhor contra os inimigos de Israel, cumpridos quando Alexandre o Grande invadiu aquelas cidades. E poupou o templo de Jerusalém.
Também vimos a vinda do Rei de Sião, o nosso Rei, o Senhor Jesus. E as promessas de usar Seu povo, salvá-los e fazê-los brilhar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-71-917.html
Hoje continuamos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
O Senhor ordena que Seu povo peça chuva na primavera. Ele é quem forma as nuvens de tempestade. E enviará aguaceiros para que todos os campos se transformem em pastos verdes.
Nós que moramos em Brasília, sabemos o que é isso. Depois de um longo período de estiagem, durante o outono e o inverso, ansiamos e clamamos pelas chuvas de primavera. Todos os campos, que estavam secos, se transformam em campos verdes.
O Senhor lembra que os ídolos são conselheiros inúteis. Os adivinhadores só predizem mentiras. Os que interpretam sonhos, apenas falsidades. Não levam consolação. Por isso, Seu povo anda sem rumo. Como ovelhas perdidas que não tem pastor. Sua ira se acende contra seus pastores. Ele castigará todos esses líderes.
Cuidará de Seu rebanho. Torná-lo-á forte e corajoso. Cumprirá Sua promessa. De Judá virão a pedra angular (Jesus), a estaca da tenda, o arco para a batalha e todos os governantes. Serão como guerreiros poderosos na batalha. Pois o Senhor está com eles. Serão vitoriosos. Fortalecerá Judá. Livrará Israel. E os restaurará. Por causa de Sua compaixão. Ouvirá seus clamores.
Seu povo será como guerreiros poderosos. Seu coração se alegrará como se tivessem bebido muito vinho. Seus filhos exultarão e se alegrarão no Senhor. Quando chamar, irão até Ele. E voltarão para sua terra.
O orgulho da Assíria e o domínio do Egito chegarão ao fim. Ele fortalecerá Seu povo.
O Senhor ordena que os pastores cuidem do rebanho destinado à matança. Mas não têm compaixão das ovelhas. Haverá um julgamento.
Zacarias cuidou desse rebanho, o rebanho que estava oprimido. O povo entendeu que o Senhor falava por meio de suas ações. Embora tenha cuidado do rebanho, não lhe pagaram salário.
Então, Zacarias profere mais uma profecia a respeito do Senhor Jesus. O Senhor lhe disse que trinta moedas de prata foi o preço “fabuloso” pelo qual foi avaliado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/uma-mulher-unge-jesus-para-sua-morte.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/dois-homens-dois-destinos.html
Depois, Zacarias, como um ator, a mandado do Senhor, agiu como um pastor inútil. Como um pastor inútil agia? Não cuidava das ovelhas que estavam morrendo. Não protegia as pequeninas. Não curava suas feridas. Não alimentava as saudáveis. A única coisa que fazia era comer a carne das ovelhas mais gordas e arrancar seus cascos. Uma grande aflição espera esse pastor inútil, que não se importa com o rebanho, que apenas tira proveito e depois, abandona. Grande aflição.
Que tipo de pastor temos sido?
O Senhor entrega uma mensagem a Zacarias a respeito do destino de Israel. Transformará Jerusalém em uma pedra pesada. Todos que se reunirem contra ela para tentar tirá-la de seu lugar, só ferirão a si mesmas.
Cuidará de Seu povo. Cegará os cavalos do inimigo. As famílias de Judá perceberão que o povo de Jerusalém encontrou forças no Senhor dos Exércitos, seu Senhor. Essas famílias serão como uma chama que põe fogo em um monte de lenha. Como uma tocha acesa. O Senhor guardará Jerusalém em segurança. Uma parte dessa profecia se cumpriu. Outra ainda será cumprida.
O Senhor derramará um Espírito de graça e oração sobre a linhagem de Davi e os habitantes de Jerusalém. Olharão para Aquele a quem transpassaram. Chorarão por Ele. Como quem chora a morte do Unigênito. Lamentarão amargamente por Ele. Como quem lamenta pela perda do Primogênito (João 19.37). Esse dia ainda não aconteceu. Aguardamos Seu dia. Sua vinda.
Que confiemos apenas no Senhor, não em ídolos e adivinhadores inúteis.
Que sejamos bons pastores. Não pastores inúteis que só pensam em si mesmos.
Que famílias percebam que somos Seu povo, que encontramos forças nEle, nosso Senhor.
Que nossas famílias sejam como tochas acesas.
Que permaneçamos em pé, firmes, aguardando o glorioso dia do Senhor.
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos treze e quatorze.
Espero você. Até lá.
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sábado, 5 de outubro de 2019
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Joel 2.1-32
Na postagem anterior vimos que não há trigo nem vinho para ser oferecido na casa do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/joel-11-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois de Joel.
O Senhor ordena que a trombeta seja tocada em Sião. Que o alarme seja soado em Seu santo monte. Está falando com Seu povo. Não é com o vizinho. Não é com o inimigo. É com Seu povo. Que todos tremam de medo. Está chegando o dia do Senhor.
Provavelmente tais palavras foram escritas quando Joás era o rei de Israel e Amazias rei de Judá. Esse dia terrível chegou um tempo depois. Mas também estamos vivendo às vésperas de um dia terrível do Senhor.
Joel fala de um exército terrível. Muito bem organizado. Por onde passa tudo que era como um jardim, transforma-se em desolação. Nada escapa. É um exército poderoso, que avança para a batalha. Foi o que aconteceu quando Israel e Judá foram levados ao exílio.
Também fazemos parte de um exército. O Senhor tem nos chamado ao alistamento. Somos seu exército. Sim, você e eu. Mas precisamos nos consertar. Sermos treinados.
Para que um exército vença, precisa ser poderoso. Precisa avançar para a batalha. Não pode ficar escondido. Precisa “dar as caras” e avançar. A palavra diz que as portas do inferno não prevalecerão (Mateus 16.18), significa que estamos avançando, indo “pra cima”. Não estamos apáticos. Nem esperando o ataque. Precisamos estar avançando para a batalha.
Um exército vitorioso marcha sempre em frente. Sem deixar suas fileiras. Não vai “bater papo” com alguém em outra fileira. Não pode deixar seu posto. Está avançando para a guerra. Não sai para descansar um pouco. Tirar uma soneca.
Um exército vitorioso não empurra uns aos outros. Cada um se move na posição correta. Sabe que precisa de cada soldado em seu devido lugar. Um protege o outro. Um é protegido pelo outro.
Um exército vitorioso rompe as linhas de defesa do inimigo sem desfazer a formação. Se a desfizer, ficará vulnerável.
Temos sido esse exército? Temos nos preocupado em ser esse exército? Temos nos exercitado para ser esse exército? Ou temos descansado no meio do caminho, deixado nosso posto, ido para outra fileira que não a nossa, empurrado nossos companheiros, nos movendo de qualquer maneira, desfazendo nossa formação?
Temos um comandante, o Senhor. Ele está à nossa frente. Com um grito nos comanda. Nossos ouvidos estão abertos? Temos tido ouvidos para ouvir? Temos obedecido Seu comando? Temos avançado?
Seu exército é poderoso e segue Suas ordens, assim como Suas ovelhas ouvem Sua voz, Ele as conhece e elas O seguem (João 10.27).
Para sobrevivermos ao terrível dia do Senhor precisamos estar alinhados nesse poderoso exército.
Seu chamado é que voltemos para Ele, de todo coração. Que nos acheguemos a Ele com jejum, choro e lamento. Que rasguemos nossos corações e não nossas vestes. Está cansado de rituais. Quer a verdade em nós. Quer a transparência. O relacionamento.
Que nos voltemos para Ele, pois é misericordioso. É compassivo. Lento para irar. Cheio de amor. Está sempre pronto a voltar atrás e não castigar. Desde que nos arrependamos. Que voltemos e apresentemos a Ele nossas ofertas de cereal e vinho. Somos a oferta!
Que não fiquemos quietos. Que toquemos a trombeta! Que convoquemos um tempo de jejum. Que nos juntemos para a oração. Que todos sejam consagrados, sem exceção. Os anciãos, as crianças e até os bebês de colo. Que interrompamos até a lua de mel de alguém. A ordem é urgente! Não há mais tempo sobrando. https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Que os sacerdotes que servem na presença do Senhor chorem, entre o pórtico e o altar. No mesmo lugar onde se adorava o sol. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html
https://www.youtube.com/watch?v=bQ2acobG4sc
Que oremos clamando ao Senhor que poupe Seu povo. Que não permita que nos tornemos objeto de zombaria.
Se assim fizermos, Ele, em Sua compaixão, enviará o trigo, o vinho novo e o azeite. Enviará Seu Espírito para nos saciar. Expulsará o inimigo. Não haverá mais o que temer. Ele é O que envia chuva na medida certa. Ele é o que faz as eiras se encherem de trigo. E os tanques de prensar transbordarem de vinho novo e azeite.
E aqui temos dois simbolismos. Vinho novo e azeite. O Espírito Santo e Sua unção transbordarão sobre nós. Mas também somos a uva e a azeitona que precisa passar pelos tanques de prensar. Sim, e que sejamos muitos.
Ele é o que pode nos devolver o que perdemos, o que nos roubaram. Podemos voltar a ter alimento verdadeiro. E a louvar o Senhor, nosso Deus. Que realiza milagres em nosso favor.
Assim, não seremos mais envergonhados. Cumpriremos nosso propósito de sermos exemplo e benção para todas as nações. Todos verão que Ele é o nosso Senhor. Que não há outro. Que somos Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Então, depois que fizer tudo isso, derramará Seu Espírito sobre todo tipo de pessoa.
Essa profecia se cumpriu em Pentecostes, mas precisa se cumprir novamente.
Todo tipo de pessoa. Não apenas os líderes. Ou os ricos. Ou os intelectuais. Todo tipo de pessoa. De todas as idades. De todos os lugares. Até os servos e as servas serão alcançados pelo Seu Espírito.
Veremos nossos filhos e filhas profetizando, mesmo que sejam crianças. Veremos os idosos, outrora desiludidos, cheios de sonhos. Veremos os jovens, mesmo sem muita experiência, tendo visões.
Acontecerá sinais terríveis nos céus e na terra, mas todos que invocarem o nome do Senhor serão salvos. Os que o Senhor chamou, sobreviverão.
Ah, queridos, sejamos trigo que se deixa plantar, morrer e amassar. Que sejamos uvas e azeitonas que passem pela prensa e cumprem seu papel, levando alegria e cura.
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo três.
Espero você. Até já.
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domingo, 8 de setembro de 2019
Ezequiel 38.1-39.29
Leitura do dia 08/09.
Na postagem anterior, vimos um monte de ossos secos que, após ouvir a voz do Senhor, transformou-se em um grande exército. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-371-28.html
Agora, continuamos nossa caminhada através dos capítulos trinta e oito e trinta e nove de Ezequiel.
O Senhor ordena que ele profetize contra Gogue, da terra de Magogue, príncipe que governa as nações de Meseque e Tubal.
Segundo a Bíblia King James Atualizada (KJA), Gogue é possivelmente um rei ou um grande líder, como foi Giges, rei da Lídia no ano 660 a.C.. Sua identidade completa e definitiva ainda está envolta em mistério (Apocalipse 20.8). Magogue foi um dos filhos de Jafé. Meseque e Tubal também (Gênesis 10.1,2). Estes dois, estão localizados a leste da Ásia Menor (Ezequiel 27.13; 32.26), ao norte de Israel (Ezequiel 6.15). No futuro escatológico, assim como na época dos impérios assírios e babilônios, o grande ataque virá do Norte de Israel.
O Senhor ordena que Gogue esteja pronto. Que mantenha todos os exércitos ao seu redor de prontidão e assuma o comando deles. Depois de muito tempo, serão convocados para entrar em ação. Preste atenção, ainda que fosse para ser convocado em um tempo muito distante, deveriam estar de prontidão. Assim como nós, a espera da volta do Senhor Jesus (Atos 1.11).
Num futuro distante, virão de repente sobre Israel, que estará vivendo confiante depois que seu povo estivesse regressado de muitas terras. Gogue e todos os seus aliados, um exército enorme e assustador, virá sobre Israel. Como uma tempestade. Cobrirão a terra como uma nuvem.
Nesse dia distante, terão um plano perverso contra Israel. Seu desejo será acabar com esse povo que vive confiadamente. E tomar para si todas as suas riquezas.
O Senhor diz que Ele mesmo trará esse exército contra Sua terra. À vista de todos. Assim, mostrará Sua santidade por meio de tudo que acontecer. Então, algo maravilhoso acontecerá, todas as nações O conhecerão. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Israel será sacudido. Todas as pessoas da terra tremerão em Sua presença. O Senhor castigará Gogue e seus exércitos com doença, derramamento de sangue, chuvas fortes, granizo, fogo e enxofre. Desta forma mostrará sua grandeza e santidade e Se fará conhecido a todas as nações do mundo. Então, saberão que Ele é o Senhor.
Ele considera Gogue Seu inimigo. Seu exército e seus aliados morrerão nos montes. Assim como ele. Será um dia de julgamento. Como o Senhor declarou que seria. Será um dia memorável para Seu povo.
Os habitantes das cidades de Israel recolherão as armas desses exércitos. Servirá de combustível durante sete anos. Haverá muitos mortos. Israel levará sete meses para sepultar todos os corpos e purificar a terra.
Através desses acontecimentos terríveis, o Senhor mostrará Sua glória às nações. Todos verão o castigo que Ele trouxe sobre Seu povo. Entenderão seu grande exílio que foi castigo por causa do pecado. Foram infiéis ao Senhor.
Israel reconhecerá que Ele é o Senhor. Assumirão sua responsabilidade por sua vergonha e infidelidade no passado. E todas as nações verão.
É um tempo para que todas as nações possam se voltar para Ele. E reconhecê-Lo como único e verdadeiro Senhor.
Ele derramará Seu espírito sobre Seu povo. Não deixará ninguém para trás.
Que possamos continuar fieis ao Senhor, até o fim. Sempre de prontidão, esperando Sua vinda (1 Tessalonicenses 5.2; 2 Pedro 3.10).
“O pecado aumentará e o amor de muitos esfriará, mas quem se mantiver firme até o fim será salvo. As boas-novas a respeito do reino serão anunciadas em todo o mundo, para que todas as nações as ouçam; então, virá o fim”. – Mateus 24.12-14
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos um monte de ossos secos que, após ouvir a voz do Senhor, transformou-se em um grande exército. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-371-28.html
Agora, continuamos nossa caminhada através dos capítulos trinta e oito e trinta e nove de Ezequiel.
O Senhor ordena que ele profetize contra Gogue, da terra de Magogue, príncipe que governa as nações de Meseque e Tubal.
Segundo a Bíblia King James Atualizada (KJA), Gogue é possivelmente um rei ou um grande líder, como foi Giges, rei da Lídia no ano 660 a.C.. Sua identidade completa e definitiva ainda está envolta em mistério (Apocalipse 20.8). Magogue foi um dos filhos de Jafé. Meseque e Tubal também (Gênesis 10.1,2). Estes dois, estão localizados a leste da Ásia Menor (Ezequiel 27.13; 32.26), ao norte de Israel (Ezequiel 6.15). No futuro escatológico, assim como na época dos impérios assírios e babilônios, o grande ataque virá do Norte de Israel.
O Senhor ordena que Gogue esteja pronto. Que mantenha todos os exércitos ao seu redor de prontidão e assuma o comando deles. Depois de muito tempo, serão convocados para entrar em ação. Preste atenção, ainda que fosse para ser convocado em um tempo muito distante, deveriam estar de prontidão. Assim como nós, a espera da volta do Senhor Jesus (Atos 1.11).
Num futuro distante, virão de repente sobre Israel, que estará vivendo confiante depois que seu povo estivesse regressado de muitas terras. Gogue e todos os seus aliados, um exército enorme e assustador, virá sobre Israel. Como uma tempestade. Cobrirão a terra como uma nuvem.
Nesse dia distante, terão um plano perverso contra Israel. Seu desejo será acabar com esse povo que vive confiadamente. E tomar para si todas as suas riquezas.
O Senhor diz que Ele mesmo trará esse exército contra Sua terra. À vista de todos. Assim, mostrará Sua santidade por meio de tudo que acontecer. Então, algo maravilhoso acontecerá, todas as nações O conhecerão. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Israel será sacudido. Todas as pessoas da terra tremerão em Sua presença. O Senhor castigará Gogue e seus exércitos com doença, derramamento de sangue, chuvas fortes, granizo, fogo e enxofre. Desta forma mostrará sua grandeza e santidade e Se fará conhecido a todas as nações do mundo. Então, saberão que Ele é o Senhor.
Ele considera Gogue Seu inimigo. Seu exército e seus aliados morrerão nos montes. Assim como ele. Será um dia de julgamento. Como o Senhor declarou que seria. Será um dia memorável para Seu povo.
Os habitantes das cidades de Israel recolherão as armas desses exércitos. Servirá de combustível durante sete anos. Haverá muitos mortos. Israel levará sete meses para sepultar todos os corpos e purificar a terra.
Através desses acontecimentos terríveis, o Senhor mostrará Sua glória às nações. Todos verão o castigo que Ele trouxe sobre Seu povo. Entenderão seu grande exílio que foi castigo por causa do pecado. Foram infiéis ao Senhor.
Israel reconhecerá que Ele é o Senhor. Assumirão sua responsabilidade por sua vergonha e infidelidade no passado. E todas as nações verão.
É um tempo para que todas as nações possam se voltar para Ele. E reconhecê-Lo como único e verdadeiro Senhor.
Ele derramará Seu espírito sobre Seu povo. Não deixará ninguém para trás.
Que possamos continuar fieis ao Senhor, até o fim. Sempre de prontidão, esperando Sua vinda (1 Tessalonicenses 5.2; 2 Pedro 3.10).
“O pecado aumentará e o amor de muitos esfriará, mas quem se mantiver firme até o fim será salvo. As boas-novas a respeito do reino serão anunciadas em todo o mundo, para que todas as nações as ouçam; então, virá o fim”. – Mateus 24.12-14
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 17 de junho de 2019
Salmos 81.1-85.13
Leitura do dia 14/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Vimos Asafe relembrar a história de Israel. E proclamar que cada geração deve colocar sua esperança no Senhor, não esquecendo Seus poderosos feitos. Também o vimos clamar ao Senhor porque as nações invadiram a terra e profanaram o santo templo. Transformaram a cidade de Jerusalém em um monte de ruínas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-781-8019.html
Hoje, caminharemos pelos Salmos oitenta até o Salmo oitenta e cinco.
No Salmo oitenta, que deveria ser acompanhado com instrumento de cordas, Asafe conclama a todos que cantem ao Senhor, nossa força. Que façam soar o tamborim, a doce lira e a harpa. Que a trombeta seja tocada na lua nova e na lua cheia. Data de festas.
Depois, Asafe conta que ouviu uma voz. O Senhor falou com Ele. Seu desejo era que Seu povo O ouvisse. Que escutasse Suas advertências. Que não tivessem outros deuses, além dEle. Seu desejo é que Seu povo andasse em Seus caminhos. Ele mesmo lutaria por eles. Ele os alimentaria com o trigo da melhor qualidade e com mel tirado da rocha.
No Salmo oitenta e dois, Asafe fala que o Senhor preside uma assembleia dos céus e anuncia Seu julgamento. Ele canta que façamos justiça ao pobre e ao órfão. Que defendamos os direitos do oprimido e do desamparado. Que livremos o pobre e o necessitado. Que os libertemos das garras dos perversos. Estes, andam sem rumo e morrerão, como simples mortais, ainda que sejam como deuses.
No Salmo oitenta e três, Asafe pede que o Senhor não fique em silêncio, nem feche Seus ouvidos e muito menos permaneça calado enquanto os perversos tramam destruição. Se o Senhor agir, aprenderão que somente Ele é Senhor, o Altíssimo em toda a terra.
No Salmo oitenta e quatro, para ser acompanhado com instrumento de cordas, os descendentes de Corá, cantam que é muito agradável o lugar em que o Senhor habita. Sentem um forte desejo no íntimo de seus corações, de entrar nos pátios do Senhor. Com todo o coração aclamam Seu nome. É um lugar tão agradável que até o pardal encontrou um lar e a andorinha fez ninho para seus filhotes. Os que habitam em Sua casa são felizes.
Ah, como são felizes os que recebem forças do Senhor. Os que tomam a decisão de percorrer Seus caminhos.
Sim, podemos concordar com eles. É infinitamente melhor receber forças do Senhor do que de um remédio, uma droga, uma bebida. E todos que tomam a decisão de andar pelos Seus caminhos recebem força diretamente dEle.
Todos passam pelo Vale das Lágrimas, mas os que decidiram andar pelos caminhos do Senhor, transformam esse vale num lugar de fontes. Sim, as lágrimas nos levam a um caminho de renovo no Senhor. E as primeiras chuvas o cobrem de bênçãos. Antes de qualquer outro lugar. Esses continuarão a ser fortalecidos. Até se apresentarem diante dEle.
Acredite, os descendentes de Corá estão certos. Já passei por esse vale. E ali fui revigorada.
Em sua canção, continuam clamando ao Senhor. Sabem que um dia apenas na presença do Senhor é melhor que mil dias em qualquer outro lugar. É preferível ser porteiro do Senhor a viver nas ricas moradas dos perversos. Porque o Senhor é nosso sol. Nosso escudo. Ele nos dá graça e honra. Os que confiam no Senhor são felizes. Ele os ouvirá.
No Salmo oitenta e cinco, os descendentes de Corá reconhecem que o Senhor abençoou a terra. Pedem que continue restaurando Seu povo. Ouvem com atenção o que o Senhor fala. Fala de paz a Seu povo. Desde que sejam fieis. Que não voltem aos caminhos insensatos. Sua salvação está perto.
Há um vislumbre de quando o Senhor age. Uma cena fantástica. Quase indescritível. Consegue imaginar? O amor e a verdade se encontrando. A justiça e a paz se beijando. A verdade brotando da terra. E a justiça sorrindo dos céus. Sim, o Senhor abençoará Seu povo.
Que nossos pensamentos e atos sejam tais, que o amor e a verdade se encontrem. Que a justiça e a paz se beijem. Que a verdade brote de nossa terra. E a justiça sorria dos céus. Mesmo em meio a todo o caos ao nosso redor.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo oitenta e seis ao capítulo oitenta e nove.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Vimos Asafe relembrar a história de Israel. E proclamar que cada geração deve colocar sua esperança no Senhor, não esquecendo Seus poderosos feitos. Também o vimos clamar ao Senhor porque as nações invadiram a terra e profanaram o santo templo. Transformaram a cidade de Jerusalém em um monte de ruínas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-781-8019.html
Hoje, caminharemos pelos Salmos oitenta até o Salmo oitenta e cinco.
No Salmo oitenta, que deveria ser acompanhado com instrumento de cordas, Asafe conclama a todos que cantem ao Senhor, nossa força. Que façam soar o tamborim, a doce lira e a harpa. Que a trombeta seja tocada na lua nova e na lua cheia. Data de festas.
Depois, Asafe conta que ouviu uma voz. O Senhor falou com Ele. Seu desejo era que Seu povo O ouvisse. Que escutasse Suas advertências. Que não tivessem outros deuses, além dEle. Seu desejo é que Seu povo andasse em Seus caminhos. Ele mesmo lutaria por eles. Ele os alimentaria com o trigo da melhor qualidade e com mel tirado da rocha.
No Salmo oitenta e dois, Asafe fala que o Senhor preside uma assembleia dos céus e anuncia Seu julgamento. Ele canta que façamos justiça ao pobre e ao órfão. Que defendamos os direitos do oprimido e do desamparado. Que livremos o pobre e o necessitado. Que os libertemos das garras dos perversos. Estes, andam sem rumo e morrerão, como simples mortais, ainda que sejam como deuses.
No Salmo oitenta e três, Asafe pede que o Senhor não fique em silêncio, nem feche Seus ouvidos e muito menos permaneça calado enquanto os perversos tramam destruição. Se o Senhor agir, aprenderão que somente Ele é Senhor, o Altíssimo em toda a terra.
No Salmo oitenta e quatro, para ser acompanhado com instrumento de cordas, os descendentes de Corá, cantam que é muito agradável o lugar em que o Senhor habita. Sentem um forte desejo no íntimo de seus corações, de entrar nos pátios do Senhor. Com todo o coração aclamam Seu nome. É um lugar tão agradável que até o pardal encontrou um lar e a andorinha fez ninho para seus filhotes. Os que habitam em Sua casa são felizes.
Ah, como são felizes os que recebem forças do Senhor. Os que tomam a decisão de percorrer Seus caminhos.
Sim, podemos concordar com eles. É infinitamente melhor receber forças do Senhor do que de um remédio, uma droga, uma bebida. E todos que tomam a decisão de andar pelos Seus caminhos recebem força diretamente dEle.
Todos passam pelo Vale das Lágrimas, mas os que decidiram andar pelos caminhos do Senhor, transformam esse vale num lugar de fontes. Sim, as lágrimas nos levam a um caminho de renovo no Senhor. E as primeiras chuvas o cobrem de bênçãos. Antes de qualquer outro lugar. Esses continuarão a ser fortalecidos. Até se apresentarem diante dEle.
Acredite, os descendentes de Corá estão certos. Já passei por esse vale. E ali fui revigorada.
Em sua canção, continuam clamando ao Senhor. Sabem que um dia apenas na presença do Senhor é melhor que mil dias em qualquer outro lugar. É preferível ser porteiro do Senhor a viver nas ricas moradas dos perversos. Porque o Senhor é nosso sol. Nosso escudo. Ele nos dá graça e honra. Os que confiam no Senhor são felizes. Ele os ouvirá.
No Salmo oitenta e cinco, os descendentes de Corá reconhecem que o Senhor abençoou a terra. Pedem que continue restaurando Seu povo. Ouvem com atenção o que o Senhor fala. Fala de paz a Seu povo. Desde que sejam fieis. Que não voltem aos caminhos insensatos. Sua salvação está perto.
Há um vislumbre de quando o Senhor age. Uma cena fantástica. Quase indescritível. Consegue imaginar? O amor e a verdade se encontrando. A justiça e a paz se beijando. A verdade brotando da terra. E a justiça sorrindo dos céus. Sim, o Senhor abençoará Seu povo.
Que nossos pensamentos e atos sejam tais, que o amor e a verdade se encontrem. Que a justiça e a paz se beijem. Que a verdade brote de nossa terra. E a justiça sorria dos céus. Mesmo em meio a todo o caos ao nosso redor.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo oitenta e seis ao capítulo oitenta e nove.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Gênesis 2.4-25
Leitura do dia 01/01 (Leitura Bíblica anual).
Leitura do dia 03/01, terça-feira (Leitura Pedacinho por Pedacinho).
Estamos no capítulo dois de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano (Leitura Bíblica Anual).
No texto anterior, lemos de Gênesis 1.1 a 2.3.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Agora, vamos continuar.
Quando o Senhor criou a terra e os céus, não havia nenhuma planta silvestre. Grãos não haviam brotado. Ainda não havia chovido. Nem havia quem cultivasse a terra.
Do solo brotava água que regava a terra. Como se fosse o “sistema de irrigação do Senhor”. Gosto disso!
Agora, o texto fala que o Senhor formou o homem do pó da terra. Soprou o fôlego de vida em suas narinas e ele se tornou um ser vivo.
O Senhor plantou um jardim. Sua intenção era colocar o homem nesse jardim, o Éden. Ele fez brotar árvores de todas as espécies. Lindas e com frutos deliciosos. Também colocou no meio do jardim a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Talvez você tenha uma ideia errada sobre o trabalho ser uma maldição. Acredite, não é.
O Senhor colocou o homem no jardim com duas missões. Dois trabalhos específicos. Ele deveria cultivar o jardim e protegê-lo. Não era uma maldição. Era uma maravilhosa missão! Antes da queda.
Engana-se aquele que associa o Senhor com nuvens fofinhas e harpas sendo tocadas. Ele é ação. Seu nome é Senhor dos Exércitos, o Deus que se chama “Já”. O Deus que trabalha (Isaías 64.4). Você verá, através da leitura de Sua Palavra.
Quando o Senhor apresentou o jardim ao homem, disse-lhe que poderia comer de toda árvore, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele alertou que se comesse dessa árvore, com certeza o homem morreria.
Já parou para pensar porque o homem não comeu da árvore da vida? Ela estava ali, no meio do jardim, à sua disposição.
O Senhor também formou da terra os animais. Ele os levou até o homem, que deu nome a cada um deles. Havia uma inteligência muito grande em Adão.
O homem olhou entre todos aqueles animais. Não viu ninguém que se assemelhasse a ele, para ajudá-lo. Uma companhia como ele. Uma ajudadora que lhe fosse idônea. Que se encaixasse nele. Que fosse como ele.
O Senhor fez um sono cair sobre Adão. Enquanto dormia, tirou uma de suas costelas, fechou o espaço que ocupava e, dessa costela, fez a mulher.
Assim como o Senhor levou todos os animais e aves ao homem, Ele levou a mulher. Quando Adão a viu, imediatamente a reconheceu. Ele gritou: “Finalmente! Esta é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” Ele ficou realmente empolgado. Ela era como ele.
Adão chamou-a de mulher e disse que por causa da mulher, o homem deixaria seu pai e sua mãe, para que os dois se tornassem apenas um. Quando ainda não havia família na terra, Adão disse que um homem deixaria seus pais para se unir à sua mulher. A união entre um homem e uma mulher estava no coração do Senhor.
É maravilhoso saber que estavam nus. E não se envergonhavam. Ele podia olhar para ela em sua totalidade e ela para ele. Não havia segredos, não havia traumas, não havia inibições. Como deve ser em um casamento. Em um relacionamento. Tudo em completa transparência.
Continuamos o próximo capítulo na postagem seguinte. Hoje mesmo (para a Leitura Bíblica Anual). Lembre-se que precisamos ler até o capítulo três de Gênesis.
Estamos no capítulo dois de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano (Leitura Bíblica Anual).
No texto anterior, lemos de Gênesis 1.1 a 2.3.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html
Agora, vamos continuar.
Quando o Senhor criou a terra e os céus, não havia nenhuma planta silvestre. Grãos não haviam brotado. Ainda não havia chovido. Nem havia quem cultivasse a terra.
Do solo brotava água que regava a terra. Como se fosse o “sistema de irrigação do Senhor”. Gosto disso!
Agora, o texto fala que o Senhor formou o homem do pó da terra. Soprou o fôlego de vida em suas narinas e ele se tornou um ser vivo.
O Senhor plantou um jardim. Sua intenção era colocar o homem nesse jardim, o Éden. Ele fez brotar árvores de todas as espécies. Lindas e com frutos deliciosos. Também colocou no meio do jardim a árvore da vida e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
Talvez você tenha uma ideia errada sobre o trabalho ser uma maldição. Acredite, não é.
O Senhor colocou o homem no jardim com duas missões. Dois trabalhos específicos. Ele deveria cultivar o jardim e protegê-lo. Não era uma maldição. Era uma maravilhosa missão! Antes da queda.
Engana-se aquele que associa o Senhor com nuvens fofinhas e harpas sendo tocadas. Ele é ação. Seu nome é Senhor dos Exércitos, o Deus que se chama “Já”. O Deus que trabalha (Isaías 64.4). Você verá, através da leitura de Sua Palavra.
Quando o Senhor apresentou o jardim ao homem, disse-lhe que poderia comer de toda árvore, exceto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Ele alertou que se comesse dessa árvore, com certeza o homem morreria.
Já parou para pensar porque o homem não comeu da árvore da vida? Ela estava ali, no meio do jardim, à sua disposição.
O Senhor também formou da terra os animais. Ele os levou até o homem, que deu nome a cada um deles. Havia uma inteligência muito grande em Adão.
O homem olhou entre todos aqueles animais. Não viu ninguém que se assemelhasse a ele, para ajudá-lo. Uma companhia como ele. Uma ajudadora que lhe fosse idônea. Que se encaixasse nele. Que fosse como ele.
O Senhor fez um sono cair sobre Adão. Enquanto dormia, tirou uma de suas costelas, fechou o espaço que ocupava e, dessa costela, fez a mulher.
Assim como o Senhor levou todos os animais e aves ao homem, Ele levou a mulher. Quando Adão a viu, imediatamente a reconheceu. Ele gritou: “Finalmente! Esta é osso dos meus ossos e carne da minha carne!” Ele ficou realmente empolgado. Ela era como ele.
Adão chamou-a de mulher e disse que por causa da mulher, o homem deixaria seu pai e sua mãe, para que os dois se tornassem apenas um. Quando ainda não havia família na terra, Adão disse que um homem deixaria seus pais para se unir à sua mulher. A união entre um homem e uma mulher estava no coração do Senhor.
É maravilhoso saber que estavam nus. E não se envergonhavam. Ele podia olhar para ela em sua totalidade e ela para ele. Não havia segredos, não havia traumas, não havia inibições. Como deve ser em um casamento. Em um relacionamento. Tudo em completa transparência.
Continuamos o próximo capítulo na postagem seguinte. Hoje mesmo (para a Leitura Bíblica Anual). Lembre-se que precisamos ler até o capítulo três de Gênesis.
terça-feira, 18 de setembro de 2018
Um administrador corajoso
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.
Ontem vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/desespero.html?m=1
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.
O tempo passou. A estiagem continuou.
No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que iria mandar chuva sobre a face da terra.
Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.
O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá a fome era imensa.
Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real.
Ele servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. Ele lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.
Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manterem vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.
Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.
Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.
Ontem vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/desespero.html?m=1
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.
O tempo passou. A estiagem continuou.
No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que iria mandar chuva sobre a face da terra.
Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.
O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá a fome era imensa.
Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real.
Ele servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. Ele lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.
Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manterem vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.
Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.
Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.
Imediatamente Obadias o reconheceu. Prostrou-se com seu rosto rente à terra e perguntou: “Es tu mesmo, meu senhor Elias?”
Não é incrível que o homem que servia ao rei, seu administrador, prostrasse diante do profeta?
Elias respondeu a Obadias que era ele mesmo. E pediu que Obadias fosse depressa a Acabe e dissesse que Elias estava ali.
Obadias, no entanto lhe perguntou o que havia feito de errado. Que pecado havia cometido para que fosse entregue nas mãos de Acabe, para que ele o matasse.
Obadias jurou pelo nome do Senhor, o Deus de Elias, que não havia uma só nação ou reino onde Acabe não enviasse alguém para procurar por ele. E sempre que uma nação ou reino afirmava que não estava refugiado em suas terras, fazia com que jurassem que haviam se empenhado em sua procura, embora não tenha sido possível encontrá-lo. Mas agora, Elias ordena que ele vá dizer a Acabe que está aqui.
Seu medo era que o Senhor o levasse para algum lugar e quando Acabe viesse, não estivesse mais lá. Acabe, com certeza, mataria Obadias. Obadias ainda disse que era servo de Elias e vinha adorando o Senhor desde sua juventude.
Ele pergunta a Elias se não ficou sabendo o que havia feito quando Jezabel massacrou os profetas do Senhor. Contou que os havia escondido. Em duas cavernas. Em grupos de cinquenta. E os abasteceu de comida e água.
Novamente perguntou se era mesmo para ele dizer a Acabe que estava ali. Obadias disse que o rei simplesmente iria acabar com sua vida num instante.
Então Elias assegurou-lhe que jurava pelo Senhor, a quem servia, que hoje mesmo se apresentaria a Acabe.
Obadias foi ao encontro de Acabe. Contou-lhe o que havia visto e ouvido. Acabe foi encontrar-se com Elias.
Assim que o viu perguntou-lhe: “És tu mesmo, ó flagelo de Israel?”
Já reparou que muitas vezes os profetas são acusados pelos acontecimentos quando na verdade apenas falaram o que o Senhor lhes ordenou?
Mas Elias sabia. Sua consciência estava limpa. Respondeu a Acabe que não era o responsável pelos muitos problemas que assolavam Israel. E apontou para Acabe. Disse que ele e toda a família de seu pai eram os responsáveis. Mas não apenas apontou. Disse o motivo. Eles haviam abandonado os mandamentos do Senhor e cultuado aos baalins.
Depois ordenou (ordenou ao rei?) que mandasse Israel se reunir a ele no alto do monte Carmelo, assim como os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, todos que se fartavam na mesa de Jezabel.
Acabe fez a convocação. Reuniu todos no monte Carmelo.
O que será que acontecerá? Voltará a chover?
O que Elias pretende fazer com esses oitocentos e cinquenta profetas? Afogá-los na chuva?
Amanhã veremos. Espero você.
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domingo, 16 de setembro de 2018
Um homem corajoso aparece na história. Ou será louco?
Quantas coisas já vimos! Às vezes pode até “dar um nó” em nossas cabeças. É um tal de “e fulano não fez o que agrada ao Senhor”.
Mas infelizmente é assim mesmo. Na maioria das vezes, as pessoas acham mais fácil seguirem seus caminhos sozinhas. Esquecem que terão que arcar com as consequências de suas escolhas. Esquecem que poderiam estar andando por um caminho melhor.
Ontem vimos um homem matando outro e outro matando o outro, para se tornarem reis. Não interessava para eles o bem estar de Israel. Estavam pensando em si mesmos e em suas dinastias. Que foram rápidas. Não seguiram ao Senhor.
Até que surge Acabe. Dos reis do Israel dividido, sem dúvida é o mais famoso, se não por ele, por sua mulher, Jezabel. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/traicao-morte-destruicao.html
Então, vamos caminhar através do capítulo dezessete. Vejamos quem é Acabe e o que ele fez. Mas, ele não é o único personagem desse capítulo, nem dos próximos.
O texto fala de Elias, o tesbita. Habitava em Gileade.
Ele foi até Acabe, o rei, e disse, com a ousadia que lhe era peculiar: “Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, a quem sirvo, juro em Nome do Eterno que, não cairá orvalho nem chuva nos anos que se seguirão, exceto mediante a minha palavra!”
Não sei você. Eu fico pasma. Que homem é esse? Que coragem! Ele está falando isso diante do rei!
Israel é uma terra que chove pouco. Precisa muito de chuva e de orvalho. Um profeta chega diante do rei e diz que não vai chover, exceto quando ele disser! Consegue imaginar e cena? Corajoso ou louco?
E a cena se transforma. Não estamos mais em Samaria. Elias sai de cena. Não ficamos sabendo a reação de Acabe. Acho que deve ter ficado boquiaberto. Paralisado.
Então, enquanto estamos querendo saber de Acabe, Elias toma a cena.
O Senhor mandou que ele fugisse para o Leste. Que fosse refugiar-se perto do ribeiro de Querite, à Leste do Jordão. Olha só, Elias foi um refugiado. O Senhor lhe mostrou exatamente o lugar onde deveria ir, como se fosse um GPS. Mas dos que não falham. O Senhor nunca nos leva para a morte. Sempre para a vida.
Mas o que um refugiado como Elias precisa? No mínimo, alimento. E um lugar de descanso. No caso, Elias já possuía um cargo e um encargo, era profeta.
O Senhor estava providenciando o necessário para aqueles dias. Elias iria beber da água do ribeiro e os corvos iriam dar-lhe alimento.
Sempre que leio esse texto, fico imaginando Elias.
Era um homem consagrado, profeta do Senhor. Ele obedeceu. Simplesmente seguiu o GPS do Senhor e foi. Não questionou. Não exigiu que fosse um animal “limpo” que o alimentasse. Os corvos eram considerados “imundos”. Não disse que tudo aquilo era um absurdo. Que precisava ter certeza de que o Senhor faria. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Sabe o que aconteceu? Os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã e ao pôr-do-sol. Ele saciava sua sede nas águas do ribeiro. Que cena fantástica.
Mas, passados alguns dias, a água secou. Não chovia. Elias mesmo disse que não iria chover, enquanto ele não desse uma palavra.
Por que você acha que Elias estava escondido? Acabe deveria estar procurando-o por todos os lugares, para exigir que voltasse a chover. Chega a ser engraçado. Mas era verdade. Nada de chuva, enquanto Elias não falasse.
Quando a água secou, não vemos Elias reclamar.
O Senhor dá a ele uma nova ordem: “Apronta-te e vai viver em Sarepta, cidade que pertence ao território de Sidom; ordenei ali a uma viúva que te providencie teu sustento”.
Volte ao último parágrafo. Leia de novo. O Senhor mandou Elias para Sarepta? Foi isso mesmo? Para o território de Sidom? Sim.
Tudo bem até aí. Antes era refugiado em seu próprio país, um migrante. Mas agora está indo refugiar-se, por ordem do Senhor, em outro país. Não é mais em Israel.
E tem mais. O que o Senhor ordenou?
Que uma viúva providenciasse o sustento dele. Uma viúva? Lembra as condições das viúvas naquela época? Eram terríveis. Não tinham nada. Precisavam de alguém para sustentá-las.
Elias me deixa boquiaberta. Não escutamos, ou não lemos, se preferir, nenhuma queixa. Ele simplesmente parte e vai a Sarepta, por mais louca que fosse essa ordem do Senhor. Outro país. Uma viúva. Que coragem!
Quando chega à entrada da cidade, há uma viúva que está apanhando lenha. Ele a chama. Pede que lhe traga um pouco de água para poder saciar sua sede.
Ela vai. Essa mulher também me espanta.
Quando está saindo para buscar a água, ele a chama novamente. Pede que ela traga também um pedaço de pão. Está com fome.
Não sei como, mas essa mulher sabia quem Elias servia. Respondeu-lhe que assim como era certo que o Senhor Deus de Elias, vivia, ela jurava por Seu Nome que não tinha um bolo sequer, senão apenas um pouquinho de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na botija. Estava apanhando uns dois gravetos para levar para casa. Ia preparar uma refeição para ela e seu filho, para que comessem e depois morressem.
E agora? O Senhor deu o endereço errado para Elias? Era essa a viúva que deveria sustentá-lo? Com um pouquinho de farinha e azeite, que mal dava para ela, viúva, e seu filho?
Será?
Veremos amanhã.
Ah, e quanto a Acabe? Vamos deixá-lo de lado um pouco, até o Senhor nos ensinar com a vida desse homem maravilhoso que é Elias.
Espero você. Até lá.
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