Em Sua fala a Moisés, o Senhor se identifica como Libertador, Resgatador. Pessoal.
Tal como o povo de Israel, éramos escravos. Nossa terra era o pecado. Nossa casa, a servidão. Ele nos libertou.
Além de ser nosso Libertador, revela-Se como Único. Por isso, não devemos ter nenhum outro deus. Somente Ele deve ocupar essa posição.
Embora possamos achar estranho Sua afirmação quanto à visitar a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração, podemos, também, enxergar Sua misericórdia. A maldição é visitada somente até, no máximo, a quarta geração. Sua misericórdia, no entanto, em milhares de gerações.
Essa maldição é visitada apenas na geração daqueles que O aborrecem. Se nossos pais, avós e bisavós O aborreciam, podemos (e devemos) mudar isso em nossas vidas, amando-O e guardando Seus mandamentos. Toda nossa descendência será abençoada, alcançada por Sua misericórdia.
Seu nome carrega Sua identidade. É santo. Não deve estar à toa em nossos lábios.
Como o Senhor Jesus disse, o sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado. Ele sabe que precisamos de descanso. Não apenas os homens (em uma sociedade patriarcal), as mulheres também. Não apenas os ricos, os servos também. Não apenas os da terra, os estrangeiros também. E não apenas os seres humanos, os animais também. Todos precisamos de um tempo de descanso. Um tempo de separação. Um tempo para renovar nossas forças. Físicas, sentimentais e espirituais. Temos nos separado para o descanso?
Para usufruirmos Suas promessas é mister honrarmos nossos pais. Somente assim continuaremos na “terra” que Ele nos deu. Honra importa respeito, atenção e cuidados.
Seus mandamentos são todos protetivos. Sua intenção não é nos sobrecarregar com regras. É nos ensinar a viver bem. Cuidando de nossa vida espiritual em primeiro lugar, tendo-O como único Senhor. Depois, cuidando de nossas almas e corpos. Então, dando valor aos nossos pais.
A família é muito importante para um viver equilibrado.
A seguir, o Senhor ordena cuidados que nos deixarão livres e aptos a um relacionamento sadio conosco e com o próximo.
O matar não apenas tira a vida do outro. Rouba de mim a companhia, a segurança. Como aconteceu com Caim (Gênesis 4.14).
O adultério não apenas traz destruição à pessoa traída. Ele desfaz e desgasta todos os envolvidos. Como uma folha de papel colada em outra, que se esfacela ao tentarmos separar.
O furto tira do outro, mas também me faz mal. Leva ao falso entendimento de que não preciso me esforçar e conquistar o que é meu. Rouba o prazer da conquista, que é poderoso.
A mentira, principalmente em juízo, diminui quem somos. Rouba nossa liberdade. Nosso relaxar. É preciso estar sempre em alerta. Rouba nosso descanso. Nos faz ser outra pessoa. Nos maquia.
E o que dizer da cobiça? Ela destrói. Nos tira a gratidão pelo que possuímos. O desejo de conquistar o nosso. A alegria da vida.
Ah, que maravilha viver onde eu e o outro nos respeitamos e agimos como gostaríamos de agir conosco!
Mandamentos sim, mas repletos de amor e cuidado!
Mostrando postagens com marcador Moisés. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Moisés. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 29 de julho de 2020
terça-feira, 28 de julho de 2020
Hoje, meditando em Êxodo 19.1-25
Quando completou três meses que o povo de Israel saíra do Egito, foram ao deserto do Sinal. Ali, acamparam. Em frente ao monte onde o Senhor aparecera a Moisés.
Moisés subiu ao monte, foi encontrar-se com o Senhor. Ele tomou a iniciativa. Ao subir, o Senhor o chamou. Ordenou que falasse aos filhos de Israel. Primeiro, deveria lembrá-los de que os carregava como se fosse uma águia, em Suas asas. E os trouxera a Ele.
Tudo que o Senhor faz é para nos aproximar dEle. Ele quer manter e aprimorar nosso relacionamento.
Depois de lembrá-los, o Senhor foi além. Estava separando Israel para ser Sua propriedade peculiar, especial. Toda a terra é dEle, mas Israel seria Seu tesouro, uma nação de sacerdotes. Separada para ensinar toda as nações a temer e amar ao Senhor. Separada para ensinar como todos os povos deveriam viver. Desde que obedecessem.
Moisés apresentou ao povo a proposta do Senhor. O povo respondeu que O obedeceriam. Moisés, como o intercessor que era, apresentou ao Senhor a resposta.
Como a Israel, o Senhor tem nos chamado para ser esse povo, separado para Ele.
Ele tem nos dado hoje e amanhã. Um tempo de preparação para o terceiro dia. Precisamos lavar nossas vestes. Deixar nosso prazer de lado e pensar nEle. O que importa é o terceiro dia. Mas, só iremos usufruir deste dia se nos prepararmos hoje e amanhã.
Você não está em casa à toa. Está para se preparar para o terceiro dia. É no terceiro dia que o Senhor nos faz estremecer. É no terceiro dia que conquistamos. É no terceiro dia que a ressurreição vem.
É no terceiro dia que subimos ao monte. Somente após a buzina tocar longamente. Se subirmos antes, morreremos. O tempo da espera é necessário. Não para ficarmos à toa. Para estarmos preparados. Estarmos prontos.
O povo de Israel se preparou para o terceiro dia e ainda assim, estremeceu.
Lembre-se também que, é bom estar no monte, mas é preciso descer, por causa do povo. Somos os que devem levar o povo ao encontro do Senhor. Temos feito isso? Para onde temos levado os que estão à nossa volta?
Ao terceiro dia, o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Quando subiu, ordenou que descesse. Para, em seguida, subir. Não mais sozinho. Agora, com Arão.
Os mandamentos do Senhor serão entregues em breve. Mas, o primeiro a aprender a obediência, mesmo sem entender, deve ser Moisés, o líder.
Se o Senhor lhe ordenar que suba, suba. Se assim que estiver no monte, com a respiração disparada e as pernas tremendo pelo esforço, lhe ordenar que desça e suba novamente, obedeça. Ele sabe o que faz.
Ah, como a obediência é importante! Aprendamos a obedecer.
Moisés subiu ao monte, foi encontrar-se com o Senhor. Ele tomou a iniciativa. Ao subir, o Senhor o chamou. Ordenou que falasse aos filhos de Israel. Primeiro, deveria lembrá-los de que os carregava como se fosse uma águia, em Suas asas. E os trouxera a Ele.
Tudo que o Senhor faz é para nos aproximar dEle. Ele quer manter e aprimorar nosso relacionamento.
Depois de lembrá-los, o Senhor foi além. Estava separando Israel para ser Sua propriedade peculiar, especial. Toda a terra é dEle, mas Israel seria Seu tesouro, uma nação de sacerdotes. Separada para ensinar toda as nações a temer e amar ao Senhor. Separada para ensinar como todos os povos deveriam viver. Desde que obedecessem.
Moisés apresentou ao povo a proposta do Senhor. O povo respondeu que O obedeceriam. Moisés, como o intercessor que era, apresentou ao Senhor a resposta.
Como a Israel, o Senhor tem nos chamado para ser esse povo, separado para Ele.
Ele tem nos dado hoje e amanhã. Um tempo de preparação para o terceiro dia. Precisamos lavar nossas vestes. Deixar nosso prazer de lado e pensar nEle. O que importa é o terceiro dia. Mas, só iremos usufruir deste dia se nos prepararmos hoje e amanhã.
Você não está em casa à toa. Está para se preparar para o terceiro dia. É no terceiro dia que o Senhor nos faz estremecer. É no terceiro dia que conquistamos. É no terceiro dia que a ressurreição vem.
É no terceiro dia que subimos ao monte. Somente após a buzina tocar longamente. Se subirmos antes, morreremos. O tempo da espera é necessário. Não para ficarmos à toa. Para estarmos preparados. Estarmos prontos.
O povo de Israel se preparou para o terceiro dia e ainda assim, estremeceu.
Lembre-se também que, é bom estar no monte, mas é preciso descer, por causa do povo. Somos os que devem levar o povo ao encontro do Senhor. Temos feito isso? Para onde temos levado os que estão à nossa volta?
Ao terceiro dia, o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Quando subiu, ordenou que descesse. Para, em seguida, subir. Não mais sozinho. Agora, com Arão.
Os mandamentos do Senhor serão entregues em breve. Mas, o primeiro a aprender a obediência, mesmo sem entender, deve ser Moisés, o líder.
Se o Senhor lhe ordenar que suba, suba. Se assim que estiver no monte, com a respiração disparada e as pernas tremendo pelo esforço, lhe ordenar que desça e suba novamente, obedeça. Ele sabe o que faz.
Ah, como a obediência é importante! Aprendamos a obedecer.
Hoje, meditando em Êxodo 18.13-27

Somos humanos. Não super heróis.
Não conseguimos levar as cargas sozinhos. Não conseguimos liderar sozinhos. Precisamos uns dos outros.
Precisamos de conselhos. Precisamos de ajuda.
Que aprendamos a ouvir conselhos e submetê-los ao Senhor, como Moisés fez.
Que aprendamos a aconselhar e deixar o resultado nas mãos do Senhor, como Jetro fez.
É necessário procurar as pessoas certas para nos ajudar.
Elas devem ser capazes, tementes ao Senhor. Homens e mulheres de verdade. Não falsificações como muitas vezes vemos por aí.
Devem aborrecer a avareza, ou seja, não podem ser apegadas ao dinheiro. Pessoas assim não ajudarão sem receber algum tipo de vantagem ou propina.
Pessoas assim precisam realmente ser procuradas e escolhidas.
Que aprendamos como Moisés a escolher as pessoas corretas. Pelo que elas são. Não pelo que possuem.
Cargas precisam ser divididas. E divididas com homens e mulheres de verdade. Que sabem o que fazem. Para quem fazem. E porque fazem.
Ah, quantas lições a aprender com Moisés e Jetro!
sábado, 16 de novembro de 2019
João 9.1-41
Leitura do dia 04/11.
Na postagem anterior vimos Jesus dizer que é preciso conhecer a verdade para ser de fato livro. Também disse que antes de Abraão, Ele é.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-812-59.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove do livro de João.
Vamos segui-Lo. Venha comigo.
Quando estava passando, Ele vê um cego de nascença. Seus discípulos perguntam quem pecou para que nascesse cego, ele ou seus pais.
Jesus responde que nem seus pais nem ele. Aconteceu assim para que a obra de Deus se manifestasse em sua vida.
Meu coração dispara. O que fará agora?
Diz que é preciso realizar a obra dAquele que O enviou enquanto é dia. A noite está se aproximando quando ninguém pode trabalhar. Enquanto está no mundo, Ele é a luz do mundo.
Estou em suspense. Não me canso de ficar maravilhada. Cada vez que vê alguém com uma necessidade, Ele a supre.
Depois que disse essas palavras, cospe no chão. Mistura terra com saliva. Aplica essa mistura aos olhos do homem. Manda que vá ao tanque de Siloé (Enviado), lavar-se.
Vou atrás. Puxo seu braço. Vamos ver o que acontece.
O homem foi. Lava-se no tanque. E volta vendo!
Meu coração enche de alegria. Jesus, a luz do mundo, deu fim à escuridão daquele homem. Dou a mão para você e dançamos, agradecidos.
Seus vizinhos, que tinham visto ele mendigar a vida toda perguntam, intrigados, se ele é o mesmo que costuma ficar sentado, mendigando. Uns diziam que é. Outros que se parece com ele.
Quero dizer que sim, é ele e que Jesus o curou. Mas sou apenas uma leitora desta história.
Então, o próprio homem confirma. Não, na verdade, ele insiste: “Sou eu mesmo”. Ninguém consegue acreditar. Fico angustiada.
Perguntam-lhe como foram abertos seus olhos. Não se conhecia ninguém que fosse cego de nascença e houvesse sido curado. Na verdade, a tradição (do Sinédrio) dizia que somente o Cristo poderia curar um cego de nascença. Mais ninguém.
Meu coração, que já estava disparado, salta, quase saindo pela boca. Agora crerão nEle. Pulo de alegria.
O homem está respondendo. Vamos ouvi-lo.
Conta que o homem chamado Jesus misturou terra com Sua saliva. Colocou em seus olhos e mandou que fosse lavar-se em Siloé. Foi. Lavou-se. Agora vê.
Glorias a Deus!
Eles perguntam onde está esse homem chamado Jesus. Ele não sabe.
Levam o homem até aos fariseus. É sábado. Será possível que vão implicar por Jesus ter cessado a escuridão de um homem no sábado? A lei diz que se um animal cair numa cova e for sábado, podia ser resgatado. Esse homem estava caído numa cova. De total escuridão. E foi resgatado. Agora pode enxergar.
Os fariseus também lhe perguntam como recebeu visão. O homem novamente responde que Jesus colocou uma mistura de terra e saliva em seus olhos. Ele se lavou. E agora vê.
Continuo pulando de alegria. Não consigo me conter.
Alguns fariseus dizem que Jesus não é de Deus, pois não guarda o sábado. Meu estômago revira. Não posso acreditar que pensem assim. Homens que se dizem estudiosos! Não conhecem o caráter de Deus.
Como se o Senhor fosse mandar o homem esperar mais um dia em total escuridão para no dia seguinte curá-lo! É simplesmente ridículo, inconcebível. Tenho vontade de abrir-lhes a cabeça.
Alguns perguntam como pode um pecador fazer tais sinais miraculosos. Até que enfim, alguns que conseguem raciocinar além de seus próprios conhecimentos.
Mas não tem jeito. Há uma divisão entre eles. Porque Jesus curou um cego de nascença no sábado. É inacreditável.
Continuam torturando o homem que havia sido cego. Agora perguntam o que acha, o que diz a respeito dEle, afinal, foram seus olhos que Ele abriu.
Para meu deleite, o homem responde: “Ele é um profeta”. Ainda não sabe a verdade sobre Jesus, mas reconhece que não é um homem comum.
Os judeus não estão acreditando que era cego e foi curado. Mandam chamar seus pais.
Para um coração endurecido, quantas desculpas existem para não crerem no que estão enxergando? Na verdade, fecham seus olhos porque não querem enxergar. Enxergar significa mudanças e não estão dispostos a mudar. Têm suas vidas em suas mãos. Acreditam que vivem bem, mergulhados na escuridão.
Enquanto Jesus curou aquele cego de nascença, o conhecimento e o preconceito daqueles judeus, tirou-lhes a visão. Não conseguem admitir que Jesus fez algo totalmente inesperado, embora venha repetindo que Ele é o Filho enviado de Deus.
Seus pais chegam. Continuamos ali, observando o interrogatório. Sim, um interrogatório. Como se o homem houvesse cometido um delito, quando na verdade, foi curado.
Perguntam ao casal se é o filho deles, que diziam ter nascido cego. Se era, como pode ver? Cada vez fico mais pasma. Agora querem acusar seus pais dizendo que não nasceu cego? Não pode ser.
Seus pais respondem. Sabem que aquele é o filho deles e que nasceu cego. Mas não sabem como pode ver agora. Nem quem lhe abriu os olhos. Perguntem a ele, dizem, tem idade para responder. Pode falar por si mesmo. Estão com medo. Sabem que se confessarem que Jesus é o Cristo, serão expulsos da sinagoga. Isso já havia sido decidido pelos judeus.
Pela segunda vez, chamam o homem que fora cego. Ordenam que diga a verdade, para a glória de Deus, já que sabem que “aquele” homem, Jesus, é pecador.
Ele responde que se é pecador ou não, não sabe. Mas uma coisa ele sabe. Era cego e agora vê.
Gosto desse homem. Não se intimida. Sabe perfeitamente o que lhe aconteceu. Ninguém pode ser cego e de repente, enxergar, sem saber o que lhe aconteceu.
Novamente perguntam o que Ele fez e como lhe abriu os olhos.
Estou enfadada. Não acredito. Que tortura. Além de cegos, são surdos? Verdadeiramente, não têm olhos para ver, nem ouvidos para ouvir.
O homem responde que já lhes disse e não lhe deram ouvidos. Por que, então, querem ouvir outra vez? Faz uma pergunta: “Acaso vocês também querem ser discípulos dEle?”
Agora, levanto para ele, minha plaquinha de aplausos. Que coragem! Estou apaixonada por sua ousadia. Ontem era um mendigo, hoje é uma testemunha! Aleluias!
Eles respondem, como se insultassem o homem: “Discípulo dEle é você! Nós somos discípulos de Moisés!” Dizem saber que Deus falou a Moisés, mas, quanto a “esse”, nem sabem de onde vem.
Ora, não sabem porque não querem. Se quisessem saber, saberiam que vem do Pai, como muitas vezes tem falado.
O homem, de quem já sou fã, responde que isso é extraordinário. Eles não sabem de onde Ele vem, contudo Ele lhe abriu os olhos. Continua dizendo que todos sabem que Deus não ouve os que vivem na prática do pecado, mas ouve ao homem que O teme e pratica Sua vontade. Fala que ninguém jamais ouviu que olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos. Se esse homem não fosse de Deus, não poderia fazer isso.
Agora o homem não é apenas uma testemunha, é um pregador!
Se eu fosse criança, e se pudessem me ver, com certeza mostraria minha língua para eles. No mínimo falaria: “Bem feito”.
Agora penso, vão analisar o que o homem disse. Afinal, foram palavras com ponderações excelentes. Havia sido cego, mas sabia falar muito bem.
Mas, respondem, agarrados às suas razões, que o homem nasceu cheio de pecados e tem a ousadia de lhes ensinar. Eles nasceram santos? Tenho vontade de perguntar.
Esse homem é dos meus. Ousado. Verdadeiro.
Não querendo lhe dar razão, eles o expulsam.
Jesus ouve que o haviam expulsado. Encontra-se com ele.
Seguro-me em seu braço. Como será essa conversa?
Jesus pergunta se ele crê no Filho do Homem.
O homem responde com outra pergunta: “Quem é Ele, Senhor, para que nEle creia?” Estou dizendo, gosto desse homem. Não pode crer em qualquer um. Precisa saber quem é para crer. Se os fariseus fizessem isso, também creriam. Afinal, as Escrituras testemunham de Jesus.
Jesus lhe responde, maravilhosamente. Minhas pernas bambeiam. Tenho que me sentar.
“Você já O tem visto. É Aquele que está falando com você”.
Então, o homem disse: “Senhor, eu creio”. E O adorou.
Ah, que cena é essa? Faço coro com Ele. Também creio. Sei quem Ele é. Tenho que adorá-Lo. https://www.youtube.com/watch?v=KNKpVjDi6e4
Jesus continua falando. Veio a este mundo para julgamento, afim de que os cegos vejam e os que veem se tornem cegos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/olhos-que-enxerguem-verdadeiramente.html
Alguns fariseus estão com Ele. Ao invés de adorá-Lo, perguntam, com arrogância, se acaso são cegos.
Claro, tenho vontade de pular na frente deles e dizer um sonoro “sim”.
Jesus responde que se fossem cegos, não seriam culpados, mas como dizem que podem ver, a culpa deles permanece.
Temos visto Jesus dizer que é a verdade. Que é a luz do mundo. Com Ele podemos enxergar. A luz nos mostra a verdade. A verdade liberta.
Eles são culpados por não admitirem a verdade.
E quanto a nós?
Que sejamos como esse homem que, após o toque de Jesus, enxergou. E teve olhos para ver. Crer. E adorar. https://www.youtube.com/watch?v=qsmHYPk4XGM
Continuamos amanhã.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos Jesus dizer que é preciso conhecer a verdade para ser de fato livro. Também disse que antes de Abraão, Ele é.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-812-59.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove do livro de João.
Vamos segui-Lo. Venha comigo.
Quando estava passando, Ele vê um cego de nascença. Seus discípulos perguntam quem pecou para que nascesse cego, ele ou seus pais.
Jesus responde que nem seus pais nem ele. Aconteceu assim para que a obra de Deus se manifestasse em sua vida.
Meu coração dispara. O que fará agora?
Diz que é preciso realizar a obra dAquele que O enviou enquanto é dia. A noite está se aproximando quando ninguém pode trabalhar. Enquanto está no mundo, Ele é a luz do mundo.
Estou em suspense. Não me canso de ficar maravilhada. Cada vez que vê alguém com uma necessidade, Ele a supre.
Depois que disse essas palavras, cospe no chão. Mistura terra com saliva. Aplica essa mistura aos olhos do homem. Manda que vá ao tanque de Siloé (Enviado), lavar-se.
Vou atrás. Puxo seu braço. Vamos ver o que acontece.
O homem foi. Lava-se no tanque. E volta vendo!
Meu coração enche de alegria. Jesus, a luz do mundo, deu fim à escuridão daquele homem. Dou a mão para você e dançamos, agradecidos.
Seus vizinhos, que tinham visto ele mendigar a vida toda perguntam, intrigados, se ele é o mesmo que costuma ficar sentado, mendigando. Uns diziam que é. Outros que se parece com ele.
Quero dizer que sim, é ele e que Jesus o curou. Mas sou apenas uma leitora desta história.
Então, o próprio homem confirma. Não, na verdade, ele insiste: “Sou eu mesmo”. Ninguém consegue acreditar. Fico angustiada.
Perguntam-lhe como foram abertos seus olhos. Não se conhecia ninguém que fosse cego de nascença e houvesse sido curado. Na verdade, a tradição (do Sinédrio) dizia que somente o Cristo poderia curar um cego de nascença. Mais ninguém.
Meu coração, que já estava disparado, salta, quase saindo pela boca. Agora crerão nEle. Pulo de alegria.
O homem está respondendo. Vamos ouvi-lo.
Conta que o homem chamado Jesus misturou terra com Sua saliva. Colocou em seus olhos e mandou que fosse lavar-se em Siloé. Foi. Lavou-se. Agora vê.
Glorias a Deus!
Eles perguntam onde está esse homem chamado Jesus. Ele não sabe.
Levam o homem até aos fariseus. É sábado. Será possível que vão implicar por Jesus ter cessado a escuridão de um homem no sábado? A lei diz que se um animal cair numa cova e for sábado, podia ser resgatado. Esse homem estava caído numa cova. De total escuridão. E foi resgatado. Agora pode enxergar.
Os fariseus também lhe perguntam como recebeu visão. O homem novamente responde que Jesus colocou uma mistura de terra e saliva em seus olhos. Ele se lavou. E agora vê.
Continuo pulando de alegria. Não consigo me conter.
Alguns fariseus dizem que Jesus não é de Deus, pois não guarda o sábado. Meu estômago revira. Não posso acreditar que pensem assim. Homens que se dizem estudiosos! Não conhecem o caráter de Deus.
Como se o Senhor fosse mandar o homem esperar mais um dia em total escuridão para no dia seguinte curá-lo! É simplesmente ridículo, inconcebível. Tenho vontade de abrir-lhes a cabeça.
Alguns perguntam como pode um pecador fazer tais sinais miraculosos. Até que enfim, alguns que conseguem raciocinar além de seus próprios conhecimentos.
Mas não tem jeito. Há uma divisão entre eles. Porque Jesus curou um cego de nascença no sábado. É inacreditável.
Continuam torturando o homem que havia sido cego. Agora perguntam o que acha, o que diz a respeito dEle, afinal, foram seus olhos que Ele abriu.
Para meu deleite, o homem responde: “Ele é um profeta”. Ainda não sabe a verdade sobre Jesus, mas reconhece que não é um homem comum.
Os judeus não estão acreditando que era cego e foi curado. Mandam chamar seus pais.
Para um coração endurecido, quantas desculpas existem para não crerem no que estão enxergando? Na verdade, fecham seus olhos porque não querem enxergar. Enxergar significa mudanças e não estão dispostos a mudar. Têm suas vidas em suas mãos. Acreditam que vivem bem, mergulhados na escuridão.
Enquanto Jesus curou aquele cego de nascença, o conhecimento e o preconceito daqueles judeus, tirou-lhes a visão. Não conseguem admitir que Jesus fez algo totalmente inesperado, embora venha repetindo que Ele é o Filho enviado de Deus.
Seus pais chegam. Continuamos ali, observando o interrogatório. Sim, um interrogatório. Como se o homem houvesse cometido um delito, quando na verdade, foi curado.
Perguntam ao casal se é o filho deles, que diziam ter nascido cego. Se era, como pode ver? Cada vez fico mais pasma. Agora querem acusar seus pais dizendo que não nasceu cego? Não pode ser.
Seus pais respondem. Sabem que aquele é o filho deles e que nasceu cego. Mas não sabem como pode ver agora. Nem quem lhe abriu os olhos. Perguntem a ele, dizem, tem idade para responder. Pode falar por si mesmo. Estão com medo. Sabem que se confessarem que Jesus é o Cristo, serão expulsos da sinagoga. Isso já havia sido decidido pelos judeus.
Pela segunda vez, chamam o homem que fora cego. Ordenam que diga a verdade, para a glória de Deus, já que sabem que “aquele” homem, Jesus, é pecador.
Ele responde que se é pecador ou não, não sabe. Mas uma coisa ele sabe. Era cego e agora vê.
Gosto desse homem. Não se intimida. Sabe perfeitamente o que lhe aconteceu. Ninguém pode ser cego e de repente, enxergar, sem saber o que lhe aconteceu.
Novamente perguntam o que Ele fez e como lhe abriu os olhos.
Estou enfadada. Não acredito. Que tortura. Além de cegos, são surdos? Verdadeiramente, não têm olhos para ver, nem ouvidos para ouvir.
O homem responde que já lhes disse e não lhe deram ouvidos. Por que, então, querem ouvir outra vez? Faz uma pergunta: “Acaso vocês também querem ser discípulos dEle?”
Agora, levanto para ele, minha plaquinha de aplausos. Que coragem! Estou apaixonada por sua ousadia. Ontem era um mendigo, hoje é uma testemunha! Aleluias!
Eles respondem, como se insultassem o homem: “Discípulo dEle é você! Nós somos discípulos de Moisés!” Dizem saber que Deus falou a Moisés, mas, quanto a “esse”, nem sabem de onde vem.
Ora, não sabem porque não querem. Se quisessem saber, saberiam que vem do Pai, como muitas vezes tem falado.
O homem, de quem já sou fã, responde que isso é extraordinário. Eles não sabem de onde Ele vem, contudo Ele lhe abriu os olhos. Continua dizendo que todos sabem que Deus não ouve os que vivem na prática do pecado, mas ouve ao homem que O teme e pratica Sua vontade. Fala que ninguém jamais ouviu que olhos de um cego de nascença tivessem sido abertos. Se esse homem não fosse de Deus, não poderia fazer isso.
Agora o homem não é apenas uma testemunha, é um pregador!
Se eu fosse criança, e se pudessem me ver, com certeza mostraria minha língua para eles. No mínimo falaria: “Bem feito”.
Agora penso, vão analisar o que o homem disse. Afinal, foram palavras com ponderações excelentes. Havia sido cego, mas sabia falar muito bem.
Mas, respondem, agarrados às suas razões, que o homem nasceu cheio de pecados e tem a ousadia de lhes ensinar. Eles nasceram santos? Tenho vontade de perguntar.
Esse homem é dos meus. Ousado. Verdadeiro.
Não querendo lhe dar razão, eles o expulsam.
Jesus ouve que o haviam expulsado. Encontra-se com ele.
Seguro-me em seu braço. Como será essa conversa?
Jesus pergunta se ele crê no Filho do Homem.
O homem responde com outra pergunta: “Quem é Ele, Senhor, para que nEle creia?” Estou dizendo, gosto desse homem. Não pode crer em qualquer um. Precisa saber quem é para crer. Se os fariseus fizessem isso, também creriam. Afinal, as Escrituras testemunham de Jesus.
Jesus lhe responde, maravilhosamente. Minhas pernas bambeiam. Tenho que me sentar.
“Você já O tem visto. É Aquele que está falando com você”.
Então, o homem disse: “Senhor, eu creio”. E O adorou.
Ah, que cena é essa? Faço coro com Ele. Também creio. Sei quem Ele é. Tenho que adorá-Lo. https://www.youtube.com/watch?v=KNKpVjDi6e4
Jesus continua falando. Veio a este mundo para julgamento, afim de que os cegos vejam e os que veem se tornem cegos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/olhos-que-enxerguem-verdadeiramente.html
Alguns fariseus estão com Ele. Ao invés de adorá-Lo, perguntam, com arrogância, se acaso são cegos.
Claro, tenho vontade de pular na frente deles e dizer um sonoro “sim”.
Jesus responde que se fossem cegos, não seriam culpados, mas como dizem que podem ver, a culpa deles permanece.
Temos visto Jesus dizer que é a verdade. Que é a luz do mundo. Com Ele podemos enxergar. A luz nos mostra a verdade. A verdade liberta.
Eles são culpados por não admitirem a verdade.
E quanto a nós?
Que sejamos como esse homem que, após o toque de Jesus, enxergou. E teve olhos para ver. Crer. E adorar. https://www.youtube.com/watch?v=qsmHYPk4XGM
Continuamos amanhã.
Espero você. Até lá.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 17.1-27
Leitura do dia 16/10.
Na postagem anterior, vimos os religiosos pedirem um sinal. O Senhor fala do fermento dos fariseus. Pedro tem a revelação de quem é Jesus. E Ele prediz Seu sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-161-28.html
Agora, entramos no capítulo dezessete de Mateus.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, Ele foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era, presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, continuou e disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem também resplandecente os envolveu e dessa nuvem uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria. Ouçam-No”!
Ao ouvirem, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. A voz devia ser simplesmente fantástica. Eles viram o Senhor transfigurado, viram Moisés e Elias e Pedro até teve a coragem de conversar com Jesus naquele momento, mas quando ouviram aquela voz, prostraram-se com o rosto em terra. E ficaram aterrorizados.
A essa altura, já me desmanchei. Estou completamente derretida diante de tal majestade.
Leia os versículos abaixo, pare um pouquinho e tente ouvir Sua majestosa voz.
“A voz do Senhor ecoa sobre o mar, o Deus da glória troveja; sobre o imenso mar, o Senhor fala. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A voz do Senhor quebra os grandes cedros,” – Salmos 29.3-5a
“A voz do Senhor risca o céu com relâmpagos. A voz do Senhor sacode o deserto, o Senhor faz tremer o deserto de Cades. A voz do Senhor torce os fortes carvalhos e arranca as folhas dos bosques;” – Salmos 29.7-9a
Como não ficar aterrorizado diante de tal poder? Como não obedecer tal voz?
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. E em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No”!
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Quando os discípulos ainda estavam ali, aterrorizados, com a boca na terra e eu, com certeza, desmanchada e derretida, Jesus os tocou e disse: “Levantem-se! Não tenham medo!”
Antes de se levantarem, ergueram os olhos. Claro, suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei, Jesus, a quem devemos ouvir.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), eles desceram do monte. No caminho, Jesus lhes disse que não contassem a ninguém o que havia acontecido ali, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram, fizeram com ele tudo que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem seria maltratado. Entenderam que Jesus estava falando de João Batista, "o Elias" que O precedeu.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos o Senhor e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar ao Senhor, onde quer que Ele vá, negando-nos a nós mesmos e tomando nossa Cruz. Façamos isso, então.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), desceram do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam.
Um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dEle e pediu que tivesse misericórdia de seu filho. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes caía no fogo ou na água, machucando-se e correndo risco de vida. Explicou que o trouxe aos discípulos que ali estavam, mas não puderam curá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula e perversa e ainda perguntou: “Até quando terei que suportá-los?”
Será que o Senhor Jesus estava de mau humor? Por que Ele foi tão duro?
Antes de mais nada, Ele fez o que, no momento, era o mais necessário. Mandou que trouxessem o menino até Ele. Repreendeu o demônio e o menino ficou curado. O Senhor se importava com o bem estar e a vida daquele menino. Ele sempre se importa.
Antes que falasse mais alguma coisa, Seus discípulos chegaram até Ele, em particular (medo de Seu humor?), e O questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio.
A resposta de Jesus esclarece tudo. A fé era pequena. Ele lhes assegurou, veja bem, assegurou, que se tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam dizer a um monte que trocasse de lugar, e o monte obedeceria na mesma hora, e iria para o lugar que fosse mandado. Nada seria impossível para eles.
Prosseguiu dizendo que “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum”.
Vamos parar um pouquinho aqui e pensar. Não temos pressa para prosseguir.
Você já viu um grão de mostarda? É muito pequeno. Talvez um grão de arroz seja o tamanho de três grãos de mostarda. Que tamanho é nossa fé? Não sei a sua. A minha com certeza não é do tamanho ínfimo de um grão de mostarda. É menor. Não tenho fé para dizer a um monte literalmente que troque de lugar. Mas, ainda que minha fé seja tão pequena, tenho fé para “mover” alguns montes que têm aparecido em minha vida. Infelizmente, não todos. Ainda. Mas prossigo para o alvo, que é Jesus.
O Senhor Jesus disse que se tivéssemos fé, do tamanho desse grão de mostarda, nada seria impossível para nós. Nada. Ah, que o Senhor aumente nossa fé!
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle). Estava indignado. Indignado porque ninguém pode chegar-se ao Senhor se não tiver fé. Ninguém. Estava irado. Sua ira é sempre justa. Não carrega ódio. Só justiça.
“Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” – Hebreus 11.6
Em Romanos 1.17 está escrito: “As boas novas revelam como opera a justiça de Deus, que, do começo ao fim, é algo que se dá pela fé. Como dizem as Escrituras: “O justo viverá pela fé”.
A justiça de Deus, revelada no Evangelho, é do princípio ao fim pela fé. Do princípio ao fim. Falta de fé é muito sério. Sem ela, é impossível agradarmos ao Senhor. Ele deixou isso claro quando perguntou: “Até quando terei que suportá-los”?
Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Em Hebreus, como lemos acima, fala que é “indispensável”.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio tivermos que enfrentar, precisamos obter fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
O jejum, feito corretamente, nos aproxima dEle. Lembre-se, o jejum é para nós, não para O convencermos de algo.
Desejamos ter fé? Desejamos que nossa fé aumente? Oração e jejum. Somente. A palavra que Ele usou foi: somente.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, ficaram cheios de tristeza. Não conseguiam ainda “crer” e absorver a ideia da ressurreição. Ainda não conseguiam entender o papel do Senhor Jesus.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você.Junte-se a mim.
Prosseguimos através do capítulo dezessete.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusá-Lo de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual fora sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu o Senhor. Pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouvi-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html?m=1
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos os religiosos pedirem um sinal. O Senhor fala do fermento dos fariseus. Pedro tem a revelação de quem é Jesus. E Ele prediz Seu sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-161-28.html
Agora, entramos no capítulo dezessete de Mateus.
Seis dias depois de Jesus ter afirmado que alguns dos discípulos não morreriam sem O verem em Seu Reino, Ele foi juntamente com Pedro, Tiago e João a um monte alto.
Ali, O viram transfigurado diante deles. Uma “amostra” dEle em Seu Reino. Sua face brilhava como o sol e Suas roupas se tornaram brancas como a luz, resplandecentes. E, para completar o magnífico quadro, Moisés e Elias apareceram diante deles, conversando com Jesus.
Posso imaginar a cena. Se estivesse ali, com certeza estaria de joelhos, tremendo diante de tal imagem, mas Pedro, sempre Pedro, o corajoso e arrebatador Pedro (claro que o amo), disse a Jesus que era bom estarem ali. Lógico que era, presenciar Jesus daquela maneira e ainda ver Moisés e Elias, os representantes da Lei e dos Profetas!
E Pedro, em sua coragem, continuou e disse que se o Senhor quisesse, faria três tendas, uma para cada um. Queria ficar ali, por um bom tempo. Era um privilégio muito grande presenciar aquilo.
Mas enquanto Pedro ainda falava, uma nuvem também resplandecente os envolveu e dessa nuvem uma voz disse: “Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria. Ouçam-No”!
Ao ouvirem, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram aterrorizados. A voz devia ser simplesmente fantástica. Eles viram o Senhor transfigurado, viram Moisés e Elias e Pedro até teve a coragem de conversar com Jesus naquele momento, mas quando ouviram aquela voz, prostraram-se com o rosto em terra. E ficaram aterrorizados.
A essa altura, já me desmanchei. Estou completamente derretida diante de tal majestade.
Leia os versículos abaixo, pare um pouquinho e tente ouvir Sua majestosa voz.
“A voz do Senhor ecoa sobre o mar, o Deus da glória troveja; sobre o imenso mar, o Senhor fala. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A voz do Senhor quebra os grandes cedros,” – Salmos 29.3-5a
“A voz do Senhor risca o céu com relâmpagos. A voz do Senhor sacode o deserto, o Senhor faz tremer o deserto de Cades. A voz do Senhor torce os fortes carvalhos e arranca as folhas dos bosques;” – Salmos 29.7-9a
Como não ficar aterrorizado diante de tal poder? Como não obedecer tal voz?
O Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, falou. E em Sua fala apontou para a identidade do Senhor Jesus e deu uma única ordem: “Ouçam-No”!
O foco não era Moisés, nem Elias, homens de Deus, mas era Jesus, o Filho amado do Pai. É a Ele que devemos ouvir, Ele é o nosso foco!
Não estou dizendo que não devemos ouvir Moisés ou Elias. Eles apontam para Jesus. Mas é Jesus quem devemos ouvir. Tudo é por Ele e para Ele (Romanos 11.36).
Quando os discípulos ainda estavam ali, aterrorizados, com a boca na terra e eu, com certeza, desmanchada e derretida, Jesus os tocou e disse: “Levantem-se! Não tenham medo!”
Antes de se levantarem, ergueram os olhos. Claro, suas pernas deviam estar como gelatinas. Ao olharem, não viram mais ninguém, a não ser Jesus. Jesus, onde nossos olhos devem estar fixos. Jesus, nosso Guia e Rei, Jesus, a quem devemos ouvir.
Quantas vozes temos ouvido, quantas pessoas temos visto nos dias de hoje! Um fala uma coisa, outro fala outra. E muitos estão como uma bola de tênis, de um lado para outro, outros estão pior do que “cego em tiroteio”, sim, pior, porque o cego consegue discernir de onde vem o barulho do tiroteio, e muitas pessoas estão sem conseguir discernir absolutamente nada.
Como ter discernimento nestes dias? Seguindo o conselho do Todo-Poderoso, e ouvindo o Senhor Jesus, Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Somente Ele nos leva ao Pai (João 14.6). Sua Palavra está à nossa disposição, repleta de ensinos sobre Ele.
Depois que suas pernas voltaram ao normal (as minhas levariam muito tempo), eles desceram do monte. No caminho, Jesus lhes disse que não contassem a ninguém o que havia acontecido ali, até que tivesse ressuscitado dos mortos.
Os discípulos perguntaram ao Senhor sobre Elias, pois os mestres da lei diziam que Elias deveria vir primeiro, ou seja, antes do Messias. Jesus respondeu que Elias haveria de vir e restaurar todas as coisas. Mas, Elias já viera. Não o reconheceram, fizeram com ele tudo que quiseram. Da mesma forma o Filho do homem seria maltratado. Entenderam que Jesus estava falando de João Batista, "o Elias" que O precedeu.
Como é importante reconhecermos aqueles que o Senhor nos envia!
Estamos vivendo tempos nunca vividos na história. O Senhor está levantando "Joãos Batistas" nos quatro cantos da terra, antes que Ele volte. Aprendamos a reconhecê-los. Se olharmos para Jesus, com certeza os reconheceremos. Eles sempre apontam para Ele. São apenas a voz. Querem diminuir, enquanto Ele cresce.
Não sei você, eu fico impactada com essa cena. Como gostaria de estar lá. Com certeza me colocaria à disposição de Pedro para ajudá-lo a construir aquelas três tendas. Mas então, vejo o Senhor olhando para mim. Sei que é somente para Ele que preciso olhar. Sei que é Ele quem preciso ouvir. Não posso ficar o tempo todo no monte. Tenho que descer. Há coisas a fazer no dia a dia. Preciso testemunhar o que fez por mim. Preciso dizer quem Ele é.
É assim que funciona: Olhamos para Ele, sabemos Sua identidade, Ouvimos o Senhor e O transmitimos aos outros, através de palavras, gestos e ações. Não tem outra maneira de vivermos.
As tendas terão que esperar. É hora de descer e acompanhar ao Senhor, onde quer que Ele vá, negando-nos a nós mesmos e tomando nossa Cruz. Façamos isso, então.
Quando Jesus e os três discípulos mais chegados a Ele (Pedro, Tiago e João), desceram do monte, foram onde estava a multidão reunida. Os outros discípulos ali estavam.
Um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dEle e pediu que tivesse misericórdia de seu filho. Ele tinha ataques e sofria muito. Várias vezes caía no fogo ou na água, machucando-se e correndo risco de vida. Explicou que o trouxe aos discípulos que ali estavam, mas não puderam curá-lo.
O Senhor Jesus os repreendeu, chamando-os de geração incrédula e perversa e ainda perguntou: “Até quando terei que suportá-los?”
Será que o Senhor Jesus estava de mau humor? Por que Ele foi tão duro?
Antes de mais nada, Ele fez o que, no momento, era o mais necessário. Mandou que trouxessem o menino até Ele. Repreendeu o demônio e o menino ficou curado. O Senhor se importava com o bem estar e a vida daquele menino. Ele sempre se importa.
Antes que falasse mais alguma coisa, Seus discípulos chegaram até Ele, em particular (medo de Seu humor?), e O questionaram por não terem conseguido expulsar aquele demônio.
A resposta de Jesus esclarece tudo. A fé era pequena. Ele lhes assegurou, veja bem, assegurou, que se tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda, poderiam dizer a um monte que trocasse de lugar, e o monte obedeceria na mesma hora, e iria para o lugar que fosse mandado. Nada seria impossível para eles.
Prosseguiu dizendo que “essa espécie só sai pela oração e pelo jejum”.
Vamos parar um pouquinho aqui e pensar. Não temos pressa para prosseguir.
Você já viu um grão de mostarda? É muito pequeno. Talvez um grão de arroz seja o tamanho de três grãos de mostarda. Que tamanho é nossa fé? Não sei a sua. A minha com certeza não é do tamanho ínfimo de um grão de mostarda. É menor. Não tenho fé para dizer a um monte literalmente que troque de lugar. Mas, ainda que minha fé seja tão pequena, tenho fé para “mover” alguns montes que têm aparecido em minha vida. Infelizmente, não todos. Ainda. Mas prossigo para o alvo, que é Jesus.
O Senhor Jesus disse que se tivéssemos fé, do tamanho desse grão de mostarda, nada seria impossível para nós. Nada. Ah, que o Senhor aumente nossa fé!
Com Sua resposta podemos perceber porque o Senhor foi tão duro. Não estava de mau humor. Tinha domínio próprio, era manso (força sob controle). Estava indignado. Indignado porque ninguém pode chegar-se ao Senhor se não tiver fé. Ninguém. Estava irado. Sua ira é sempre justa. Não carrega ódio. Só justiça.
“Sem fé é impossível agradar a Deus. Quem deseja se aproximar de Deus deve crer que Ele existe e que recompensa aqueles que O buscam.” – Hebreus 11.6
Em Romanos 1.17 está escrito: “As boas novas revelam como opera a justiça de Deus, que, do começo ao fim, é algo que se dá pela fé. Como dizem as Escrituras: “O justo viverá pela fé”.
A justiça de Deus, revelada no Evangelho, é do princípio ao fim pela fé. Do princípio ao fim. Falta de fé é muito sério. Sem ela, é impossível agradarmos ao Senhor. Ele deixou isso claro quando perguntou: “Até quando terei que suportá-los”?
Temos nos achegado a Ele com fé? Ainda que seja uma fé pequena? Sem ela, não temos como nos achegar. Em Hebreus, como lemos acima, fala que é “indispensável”.
Que o Senhor nos dê fé. Ah, Ele, nosso maravilho Senhor, nos fala como obter esse tipo de fé, que aprende a crer nEle. Oração e jejum. Seja lá que espécie de problema, dificuldade, doença ou demônio tivermos que enfrentar, precisamos obter fé. Através de oração e jejum.
“Gastando” tempo com Ele, aprenderemos mais sobre Seu caráter, sobre Sua identidade e nossa fé nEle aumenta. Aprendemos a ver com olhos que enxergam e a ouvir com ouvidos que ouvem. Aprendemos sobre Seu caráter. E cremos nEle.
O jejum, feito corretamente, nos aproxima dEle. Lembre-se, o jejum é para nós, não para O convencermos de algo.
Desejamos ter fé? Desejamos que nossa fé aumente? Oração e jejum. Somente. A palavra que Ele usou foi: somente.
Estou meio boquiaberta, mas Ele foi categórico. Olho para Ele. Percebo que não é mau humor. É ira santa. Indignação. Pura e santa. Justa.
Após essa lição, o Senhor, reuniu-se com Seus discípulos na Galileia. Disse-lhes que seria entregue nas mãos dos homens, que O matariam. Mas ao terceiro dia (aleluia), ressuscitaria.
Os discípulos, ao invés de se alegrarem porque assim as palavras dos profetas se cumpririam, e a nossa redenção estaria completa, ficaram cheios de tristeza. Não conseguiam ainda “crer” e absorver a ideia da ressurreição. Ainda não conseguiam entender o papel do Senhor Jesus.
Olho para eles. Será que eu, naquela situação, entenderia? Mais uma vez clamo por fé. Para mim. Para você.Junte-se a mim.
Prosseguimos através do capítulo dezessete.
Encontramos Pedro, em Cafarnaum, cidade onde morava, sendo abordado pelos coletores de impostos do templo.
Havia dois tipos de impostos (bem menos que hoje, bem menos que aqui).
Um imposto, do qual Mateus, que escreveu o livro que estamos caminhando, era coletor. Eram impostos para os romanos. Esses coletores eram odiados pelos judeus. Como dominantes de toda aquela região, os romanos cobravam impostos, para administração e melhorias e, como hoje, muitas vezes não eram utilizados para tal. E quando eram, seus beneficiários deveriam obedecer os que realizaram as melhorias.
O outro imposto, orientado por Deus a Moisés, quando da entrega da Lei (Êxodo 30.13), servia para manutenção do templo. Anualmente, era recolhido de todos os homens, a partir de vinte anos de idade. Duas dracmas, o equivalente a meio shekel. O valor do salário de aproximadamente dois dias de trabalho. O shekel ainda é usado em Israel, como moeda nacional.
Pois bem, o que responder à pergunta, “à queima roupa”, desses coletores? Queriam saber se Jesus pagava o imposto do templo. Curiosidade? Duvido. Queriam arrumar mais uma desculpa para acusá-Lo de estar fazendo algo contra a lei, já que todos os homens acima de vinte anos deveriam pagar tal imposto.
Pedro, conhecendo Jesus, sabendo que cumpria toda a lei, respondeu imediatamente: “Sim, paga”.
Não sei quais pensamentos estavam em sua cabeça. Acredito que não dispunha do dinheiro ali, na hora, caso contrário, teria pago. Com certeza foi pelo caminho pensando em como abordar Jesus. Talvez preocupado. Não pescava mais como antigamente. Agora seguia o Senhor por onde quer que fosse. O tempo todo.
Ah, amo essa cena. Preste atenção. Olhe só o que irá acontecer.
Estamos em casa com Jesus. Pedro chega preocupado, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, Jesus fala primeiro. E olha que estamos falando de Pedro, o falador. Consegue perceber o amor e o cuidado do Senhor aqui, num simples caso de imposto do templo?
Ele pergunta: “O que você acha Pedro?” Jesus gosta de perguntas. Está sempre fazendo perguntas. Até responde uma pergunta com outra. Sempre nos fazendo pensar. Seu desejo não é, nunca foi, sermos robotizados, pessoas que seguem algo cegamente, sem saber para aonde ir. Como cegos guiando outros cegos, conforme Mateus 15.14. Ele deseja de nós que O amemos de todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso entendimento (Mateus 22.37). Andar por fé não significa ignorância. Posso não saber para onde estou indo, como Abraão, mas sei a quem estou obedecendo (Gênesis 12.1). À medida que obedecemos, Ele nos revela um pouco mais. Faz-nos perguntas. Nós fazemos também. E Ele bondosamente nos responde, ao Seu tempo.
Pedro começa a pensar, não sabia sobre o que o Senhor estava falando. Ainda. O Senhor costuma fazer essa pergunta para nós. “O que você acha Symone?” Algumas vezes conseguimos responder. Outras não. Então, Ele mesmo vem em nosso auxílio e responde. E quando responde, tudo fica claro. Entendemos Sua pergunta. Entendemos Sua resposta. Concordamos com Ele. E, importante, O obedecemos.
Sempre que pergunta “O que você acha?”, explica exatamente do que está falando. E continua: “De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros”?
Agora ficou fácil para responder. Consegue imaginar um rei cobrando imposto dos príncipes e das princesas, seus filhos, que moravam com ele, dentro de seu fabuloso castelo? Nem Pedro, que respondeu ao Senhor: “Dos outros”.
Jesus conclui: “Então os filhos estão isentos.” Isso é claro como água. Continua: “Mas para não escandalizá-los...” Ah, o Senhor sabe o que está fazendo. Sempre. Se sabia que haviam interrogado Pedro, sabia também qual fora sua resposta. Conhecendo o caráter de Jesus, estava certo de que pagaria o imposto. Consegue enxergar que a resposta de Pedro iria mover Jesus a agir de alguma maneira?
Estamos ali, observando aquela cena. Concordando com tudo. É tão simples e claro!
Para nossa surpresa (como sempre, estou boquiaberta), Jesus fala para Pedro ir ao mar, jogar o anzol, tirar o primeiro peixe e abrir-lhe a boca. Encontraria uma moeda. Uma moeda de quatro dracmas.
Meu queixo cai. Como assim?
Ah, uma moeda de quatro dracmas dava para pagar o imposto de duas pessoas. Jesus ordena que Pedro, após pescar, pague o imposto dos dois, “o meu imposto e o seu”.
Não é lindo?
Jesus, o Supridor-Mor, dá uma ordem específica a Pedro. O texto não entra em detalhes, mas é claro que Pedro na mesma hora obedeceu. Imagine ouvir o que ouviu e não sair correndo? Corro atrás dele. Essa eu preciso ver.
Está aqui escrito, aconteceu. Pedro foi, lançou o anzol ao mar. Coração acelerado. Olha para o peixe. Boca fechada. “Vou encontrar uma moeda na boca desse peixe? E ainda por cima, de duas dracmas?” Mas foi o que aconteceu. Abriu a boca do peixe. Havia ali uma moeda de duas dracmas, como o Senhor falou. Ele nunca mente. Pedro foi e pagou o imposto dos dois.
Jesus quando ordenou aquela pesca, pagou o imposto dEle e de Pedro. Importou-se em obedecer a lei do templo. Pagou Seu imposto. Supriu a necessidade de Pedro. Com uma moeda de quatro dracmas, encontrada na boca de um peixe. Impossível? Ele não dá valor algum a essa palavra (Mateus 19.26).
E Pedro? Não sentiu-se constrangido. Obedeceu o Senhor. Pagou o imposto dos dois. Não argumentou “Senhor, vou trabalhar dois dias para pagar o meu, certo?” Não. Nada disso. Aceitou o oferecimento do Senhor.
Quanto podemos aprender desse simples texto! Perguntas. Respostas. Suprimento. Impossibilidades acontecendo.
Para o Senhor não há limites. Precisamos aprender a ouvi-Lo, a responder Suas perguntas e obedecer.
Esse peixe ainda deve ter sido assado e comido por eles. Nada de desperdício. Lembra das duas multiplicações de pães e peixes? Os cestos que sobraram foram recolhidos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html?m=1
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Quase posso sentir o cheiro desse peixe assando. Que delícia!
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Marcadores:
a voz,
demônio,
discernimento,
Elias,
fé,
Geração incrédula e perversa,
Identidade de Jesus,
Jesus,
João,
João Batista,
Moisés,
Ouvir a Jesus,
Pedro,
Tiago,
Transfiguração,
voz do Senhor,
Vozes
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Jeremias 13.1-15.21
Leitura do dia 10/08.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
angústia,
apostasia,
exílio,
falsos profetas,
fome,
Influenciar e não ser influenciado,
Intercessão,
Jeremias,
Jeremias compra um cinto,
Moisés,
oração,
orgulho,
pecado,
Porta-voz,
Samuel
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 106.1-48
Leitura do dia 19/06.
Na postagem anterior, vimos o salmista cantar um resumo da história de Israel. Desde que eram apenas uma família. Até chegarem à terra prometida. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
Agora, caminharemos através do Salmo cento e seis.
Nele, o salmista começa proclamando que todos deem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Tão bom que Seu amor não tem fim. Dura para sempre.
Faz um questionamento. Quem poderá contar Seus poderosos feitos? Só posso responder: “Ninguém”. Não conseguimos contar tudo que faz. Mesmo em nossas vidas. Quantas vezes recebemos livramentos e bênçãos que nem temos conhecimento?
E quem poderá louvá-Lo como merece? Com certeza, nós não podemos. Somos pequenos. Ainda assim, Ele fica feliz com nosso louvor.
Ah, como são felizes os que fazem o que é certo e praticam o tempo todo a justiça. São eles que habitam no monte do Senhor. Tem Sua presença constante em suas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-111-155.html
O salmista clama que o Senhor lembre-se dele. Que se aproxime e o resgate. Assim como seus antepassados, pecou. Então, também canta a história de Israel.
Foram desobedientes. Rebeldes. Não deram valor às Suas maravilhas. Não se lembraram de Seus feitos de bondade. Rebelaram-se contra Ele junto ao Mar Vermelho. Ainda assim, o Senhor, por Sua bondade, abriu o mar. Eles passaram a seco. Quando atravessaram o mar, creram em Suas promessas. E cantaram louvores.
Mas, logo esqueceram. Não quiseram esperar por Seus conselhos. Eu sei. É muito difícil esperar. Cada dia fica mais difícil. Queremos que Seus conselhos venham na velocidade da luz. Ou, no mínimo, em uma entrega expressa. Quem sabe na velocidade de um micro-ondas. Não temos paciência. Tudo exige velocidade. E não queremos esperar. Como o povo de Israel fez.
E, quantas vezes nos voltamos para métodos e ensinamentos que parecem nos responder instantaneamente. Como Israel que trocou o Senhor, o glorioso Senhor, pela estátua de um boi. Um boi que come capim. Rebaixaram o Criador do universo a um animal comedor de capim. Porque não quiseram esperar.
No deserto, ao invés de aprenderem, tornaram-se insaciáveis. Tiveram inveja de Moisés e Arão. Por isso, a terra se abriu e engoliu vários rebeldes.
Esqueceram-se do Senhor. E de tudo que fizera no Egito. No Mar Vermelho.
O Senhor declarou que iria acabar com todos. Mas, Moisés, que podia ter concordado (seria bem mais fácil para ele), levantou-se. Colocou-se entre o Senhor e o povo. Clamou por Sua misericórdia. E foi atendido.
Ainda assim, sendo poupados da destruição, recusaram-se a entrar na terra prometida, agradável, segura. Não creram em Suas promessas. Para que o Senhor os levaria até a fronteira se não fossem para entrar? Eles não creram. Resmungaram. E Não deram ouvidos ao Senhor. Colheram o que plantaram. Morreram no deserto.
Mas antes, ainda fizeram pior. Não satisfeitos com o bezerro de ouro que adoraram, uniram-se aos adoradores de Baal. Comeram sacrifícios oferecidos aos mortos. O Senhor se irou. Uma praga se alastrou entre eles. E ia destruindo-os. Até que Fineias, descendente de Arão, teve coragem de intervir. E a praga cessou.
Que homem é esse? O Senhor enviou a praga. Ia matar o povo. Mas ele interviu. Por seu ato, a praga foi detida. Teve coragem, como Moisés havia tido. Ficou entre o povo e o Senhor. Foi considerado justo. Porque interviu. Consegue perceber o que Fineias conseguiu?
Em Meribá também pecaram. Murmurando contra o Senhor, de tal maneira que causaram grandes problemas a Moisés. Ele ficou irado. Falou sem refletir. E pecou.
Quando Israel chegou à terra, ao invés de destruir as nações que ali habitavam, misturou-se com elas. Pior. Israel adotou seus costumes. Quando deveria ser a nação que levaria os outros povos ao Senhor, adoraram ídolos estrangeiros. Contaminaram a si mesmos com seus atos perversos e seu amor aos ídolos.
Aqui, parece que estou lendo, não a história de Israel, mas a história da Igreja. Ah, quantas vezes temos agido da mesma maneira! Ao invés de levarmos o Reino, como o Senhor nos ordenou, temos trazido ídolos estrangeiros para a Igreja. E assim como a adoração a esses ídolos foi considerada adultério e causou a ruína de Israel, estamos vendo muita ruína entre o povo chamado “povo do Senhor”.
Os israelitas se desviaram de tal maneira que chegaram a sacrificar aos demônios seus filhos e filhas, derramando sangue inocente e contaminando a terra. Será que não temos visto isso acontecer em nossos dias também?
Que nós, como Igreja, nos voltemos para o Senhor, antes que Sua ira se acenda e Ele sinta aversão por Seu povo.
Que o Senhor nos salve. Que nossos olhos sejam abertos. Que louvemos Seu nome. O único Deus verdadeiro. Que vive de eternidade a eternidade.
Que nós, intercessores, tenhamos a coragem de Fineias para intervir e trazer livramento.
Que nós, pais, consagremos nossos filhos, a cada dia, ao único Senhor e Rei do Universo, o Deus verdadeiro, Criador dos céus e da terra.
Aqui termina o “livro quatro” de Salmos.
Continuamos amanhã. Iniciaremos o último livro, o “livro cinco”, os “Salmos do Exílio e do Retorno”. Leremos a partir do Salmo cento e sete até o Salmo cento e nove.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o salmista cantar um resumo da história de Israel. Desde que eram apenas uma família. Até chegarem à terra prometida. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html
Agora, caminharemos através do Salmo cento e seis.
Nele, o salmista começa proclamando que todos deem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Tão bom que Seu amor não tem fim. Dura para sempre.
Faz um questionamento. Quem poderá contar Seus poderosos feitos? Só posso responder: “Ninguém”. Não conseguimos contar tudo que faz. Mesmo em nossas vidas. Quantas vezes recebemos livramentos e bênçãos que nem temos conhecimento?
E quem poderá louvá-Lo como merece? Com certeza, nós não podemos. Somos pequenos. Ainda assim, Ele fica feliz com nosso louvor.
Ah, como são felizes os que fazem o que é certo e praticam o tempo todo a justiça. São eles que habitam no monte do Senhor. Tem Sua presença constante em suas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-111-155.html
O salmista clama que o Senhor lembre-se dele. Que se aproxime e o resgate. Assim como seus antepassados, pecou. Então, também canta a história de Israel.
Foram desobedientes. Rebeldes. Não deram valor às Suas maravilhas. Não se lembraram de Seus feitos de bondade. Rebelaram-se contra Ele junto ao Mar Vermelho. Ainda assim, o Senhor, por Sua bondade, abriu o mar. Eles passaram a seco. Quando atravessaram o mar, creram em Suas promessas. E cantaram louvores.
Mas, logo esqueceram. Não quiseram esperar por Seus conselhos. Eu sei. É muito difícil esperar. Cada dia fica mais difícil. Queremos que Seus conselhos venham na velocidade da luz. Ou, no mínimo, em uma entrega expressa. Quem sabe na velocidade de um micro-ondas. Não temos paciência. Tudo exige velocidade. E não queremos esperar. Como o povo de Israel fez.
E, quantas vezes nos voltamos para métodos e ensinamentos que parecem nos responder instantaneamente. Como Israel que trocou o Senhor, o glorioso Senhor, pela estátua de um boi. Um boi que come capim. Rebaixaram o Criador do universo a um animal comedor de capim. Porque não quiseram esperar.
No deserto, ao invés de aprenderem, tornaram-se insaciáveis. Tiveram inveja de Moisés e Arão. Por isso, a terra se abriu e engoliu vários rebeldes.
Esqueceram-se do Senhor. E de tudo que fizera no Egito. No Mar Vermelho.
O Senhor declarou que iria acabar com todos. Mas, Moisés, que podia ter concordado (seria bem mais fácil para ele), levantou-se. Colocou-se entre o Senhor e o povo. Clamou por Sua misericórdia. E foi atendido.
Ainda assim, sendo poupados da destruição, recusaram-se a entrar na terra prometida, agradável, segura. Não creram em Suas promessas. Para que o Senhor os levaria até a fronteira se não fossem para entrar? Eles não creram. Resmungaram. E Não deram ouvidos ao Senhor. Colheram o que plantaram. Morreram no deserto.
Mas antes, ainda fizeram pior. Não satisfeitos com o bezerro de ouro que adoraram, uniram-se aos adoradores de Baal. Comeram sacrifícios oferecidos aos mortos. O Senhor se irou. Uma praga se alastrou entre eles. E ia destruindo-os. Até que Fineias, descendente de Arão, teve coragem de intervir. E a praga cessou.
Que homem é esse? O Senhor enviou a praga. Ia matar o povo. Mas ele interviu. Por seu ato, a praga foi detida. Teve coragem, como Moisés havia tido. Ficou entre o povo e o Senhor. Foi considerado justo. Porque interviu. Consegue perceber o que Fineias conseguiu?
Em Meribá também pecaram. Murmurando contra o Senhor, de tal maneira que causaram grandes problemas a Moisés. Ele ficou irado. Falou sem refletir. E pecou.
Quando Israel chegou à terra, ao invés de destruir as nações que ali habitavam, misturou-se com elas. Pior. Israel adotou seus costumes. Quando deveria ser a nação que levaria os outros povos ao Senhor, adoraram ídolos estrangeiros. Contaminaram a si mesmos com seus atos perversos e seu amor aos ídolos.
Aqui, parece que estou lendo, não a história de Israel, mas a história da Igreja. Ah, quantas vezes temos agido da mesma maneira! Ao invés de levarmos o Reino, como o Senhor nos ordenou, temos trazido ídolos estrangeiros para a Igreja. E assim como a adoração a esses ídolos foi considerada adultério e causou a ruína de Israel, estamos vendo muita ruína entre o povo chamado “povo do Senhor”.
Os israelitas se desviaram de tal maneira que chegaram a sacrificar aos demônios seus filhos e filhas, derramando sangue inocente e contaminando a terra. Será que não temos visto isso acontecer em nossos dias também?
Que nós, como Igreja, nos voltemos para o Senhor, antes que Sua ira se acenda e Ele sinta aversão por Seu povo.
Que o Senhor nos salve. Que nossos olhos sejam abertos. Que louvemos Seu nome. O único Deus verdadeiro. Que vive de eternidade a eternidade.
Que nós, intercessores, tenhamos a coragem de Fineias para intervir e trazer livramento.
Que nós, pais, consagremos nossos filhos, a cada dia, ao único Senhor e Rei do Universo, o Deus verdadeiro, Criador dos céus e da terra.
Aqui termina o “livro quatro” de Salmos.
Continuamos amanhã. Iniciaremos o último livro, o “livro cinco”, os “Salmos do Exílio e do Retorno”. Leremos a partir do Salmo cento e sete até o Salmo cento e nove.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
adultério,
Amor eterno,
Bezerro de ouro,
Fineias,
História de Israel,
idolatria,
Ídolos estrangeiros,
intercessor,
Ira,
Moisés,
murmuração,
O Senhor é bom,
Rebeldia,
Sacrifício a ídolos,
Salmo 106,
Salmos
Salmo 105.1-45
Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Marcadores:
Abraão,
Arão,
Buscar a presença do Senhor,
Canaã,
deserto,
Egito,
Faraó,
fome,
História de Israel,
Isaque,
Israel,
Jacó,
José,
Moisés,
pragas,
riquezas,
Salmo 105,
Salmos,
terra prometida
segunda-feira, 17 de junho de 2019
Salmos 90.1-91.16
Leitura do dia 16/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Terminamos o “Livro três”.
Vimos a oração de Davi, clamando por misericórdia. Pedindo que seja ensinado a seguir os caminhos do Senhor, para viver segundo Sua verdade. Que tenha um coração puro, para honrar Seu nome. Os filhos de Coré falam de Jerusalém e seus cidadãos, aqueles que conhecem o Senhor. Hemã canta com a melodia “O sofrimento da aflição”. Sua dor é enorme, mas não deixará de clamar ao Senhor, até ser respondido. Etã, o cantará para sempre. Fala de Davi e do Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-861-8952.html
Hoje, iniciamos o “Livro quatro”, os “Salmos Pré-Exílicos”. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Na primeira postagem, apenas os Salmos noventa e noventa e um.
No Salmo noventa, Moisés, homem de Deus, canta que o Senhor é o nosso refúgio. Através de todas as gerações. Antes que existisse qualquer coisa, já que tudo foi feito por Ele, já era Deus. É Deus. O Eterno. Sua oração é que entendamos como a vida é breve. Como acaba rapidamente. Aprendendo, viveremos com sabedoria.
Moisés pede que o Senhor nos satisfaça a cada manhã. Com o quê? Com Seu amor. Ah, acredite, Seu amor nos satisfaz, mais que qualquer outra coisa. Precisamos estar satisfeitos nEle, em Seu amor, para cantarmos de alegria sempre, até o final de nossas vidas. Que são curtas.
Em sua oração, pede o que nossos corações desejam. Que tenhamos alegria proporcional aos dias em que fomos afligidos. Que os anos em que sofremos sejam compensados. Que vejamos novamente Seus feitos. E que nossos filhos vejam Sua glória. Ah, que maravilha! Que Sua bondade seja sobre nós e Ele faça nossos esforços prosperar. Moisés entendia que é o Senhor que prospera nossos esforços. Um dos homens mais poderosos sabia o segredo de ter os esforços recompensados. É o Senhor quem faz, trabalhando conosco.
O Salmo noventa e um é um clássico. Há pessoas que deixam suas Bíblias abertas neste capítulo. Mas, querido, a Bíblia não é um amuleto. Ela é viva. É a verdade. Existe para nos alimentarmos dela. É através dela que aprendemos e conhecemos quem o Senhor é. Ela deve estar aberta, sim, cada dia em um capítulo, para ser lida, esmiuçada, entendida.
Lembre-se, estamos aqui apenas para levá-lo a garimpar os textos. Um versículo pode falar para mim de uma maneira, para você de outra. Não bastar ler o que escrevo. Todos precisamos garimpá-la. Sermos os donos dos tesouros que o Senhor nos revelar. Precisamos nos alimentar individualmente. Atenciosamente. Diariamente.
Voltemos ao Salmo noventa e um. Onde temos habitado? Em Seu abrigo? Se estivermos habitando nEle, encontraremos descanso à Sua sombra. Ele é completamente capaz de nos dar descanso. Sua sombra é um refrigério.
Como o salmista, precisamos declarar, de todo coração, com toda a verdade que Ele é nosso refúgio, não o cigarro, a droga, a pornografia, o poder, a bebida, a solidão. Ele é nosso refúgio. O único lugar em que estamos seguros. Ele precisa ser o nosso Deus. Individual. Pessoal. É nEle que devemos confiar.
Ele nos livrará das armadilhas que a vida nos prepara. Nos protegerá de doenças mortais. Nos cobrirá com Suas penas. Nos abrigará sob Sus asas. Sua fidelidade é como uma armadura. Proteção.
Não precisamos temer os terrores da noite. Nem as flechas que voam de dia, zunindo em nossos ouvidos. Não precisamos temer qualquer praga. Nem as calamidades que devastam. Ele está conosco. Se nos refugiarmos nEle, se fizermos dEle nosso abrigo, nenhum mal nos atingirá. Nenhuma praga se aproximará de nossas casas. Ele ordenará que Seus anjos nos protejam. Em todos os lugares onde formos. Eles nos susterão em suas mãos, assim, não machucaremos os pés nas pedras pelo caminho.
Ele protegerá os que O amam. Os que confiam em Seu nome. Quando clamarmos, nos responderá. Estará conosco no meio das dificuldades que tivermos que enfrentar. Nos resgatará. Nos dará honra. Nos recompensará com vida longa e com Sua salvação.
E, sabe, ainda que tenhamos que enfrentar doenças mortais ou qualquer outra situação terrível, Ele nos susterá em Suas mãos. Não pode deixar de ser fiel.
Que confiemos nEle, ainda que andemos pelo vale da sombra da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Terminamos o “Livro três”.
Vimos a oração de Davi, clamando por misericórdia. Pedindo que seja ensinado a seguir os caminhos do Senhor, para viver segundo Sua verdade. Que tenha um coração puro, para honrar Seu nome. Os filhos de Coré falam de Jerusalém e seus cidadãos, aqueles que conhecem o Senhor. Hemã canta com a melodia “O sofrimento da aflição”. Sua dor é enorme, mas não deixará de clamar ao Senhor, até ser respondido. Etã, o cantará para sempre. Fala de Davi e do Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-861-8952.html
Hoje, iniciamos o “Livro quatro”, os “Salmos Pré-Exílicos”. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Na primeira postagem, apenas os Salmos noventa e noventa e um.
No Salmo noventa, Moisés, homem de Deus, canta que o Senhor é o nosso refúgio. Através de todas as gerações. Antes que existisse qualquer coisa, já que tudo foi feito por Ele, já era Deus. É Deus. O Eterno. Sua oração é que entendamos como a vida é breve. Como acaba rapidamente. Aprendendo, viveremos com sabedoria.
Moisés pede que o Senhor nos satisfaça a cada manhã. Com o quê? Com Seu amor. Ah, acredite, Seu amor nos satisfaz, mais que qualquer outra coisa. Precisamos estar satisfeitos nEle, em Seu amor, para cantarmos de alegria sempre, até o final de nossas vidas. Que são curtas.
Em sua oração, pede o que nossos corações desejam. Que tenhamos alegria proporcional aos dias em que fomos afligidos. Que os anos em que sofremos sejam compensados. Que vejamos novamente Seus feitos. E que nossos filhos vejam Sua glória. Ah, que maravilha! Que Sua bondade seja sobre nós e Ele faça nossos esforços prosperar. Moisés entendia que é o Senhor que prospera nossos esforços. Um dos homens mais poderosos sabia o segredo de ter os esforços recompensados. É o Senhor quem faz, trabalhando conosco.
O Salmo noventa e um é um clássico. Há pessoas que deixam suas Bíblias abertas neste capítulo. Mas, querido, a Bíblia não é um amuleto. Ela é viva. É a verdade. Existe para nos alimentarmos dela. É através dela que aprendemos e conhecemos quem o Senhor é. Ela deve estar aberta, sim, cada dia em um capítulo, para ser lida, esmiuçada, entendida.
Lembre-se, estamos aqui apenas para levá-lo a garimpar os textos. Um versículo pode falar para mim de uma maneira, para você de outra. Não bastar ler o que escrevo. Todos precisamos garimpá-la. Sermos os donos dos tesouros que o Senhor nos revelar. Precisamos nos alimentar individualmente. Atenciosamente. Diariamente.
Voltemos ao Salmo noventa e um. Onde temos habitado? Em Seu abrigo? Se estivermos habitando nEle, encontraremos descanso à Sua sombra. Ele é completamente capaz de nos dar descanso. Sua sombra é um refrigério.
Como o salmista, precisamos declarar, de todo coração, com toda a verdade que Ele é nosso refúgio, não o cigarro, a droga, a pornografia, o poder, a bebida, a solidão. Ele é nosso refúgio. O único lugar em que estamos seguros. Ele precisa ser o nosso Deus. Individual. Pessoal. É nEle que devemos confiar.
Ele nos livrará das armadilhas que a vida nos prepara. Nos protegerá de doenças mortais. Nos cobrirá com Suas penas. Nos abrigará sob Sus asas. Sua fidelidade é como uma armadura. Proteção.
Não precisamos temer os terrores da noite. Nem as flechas que voam de dia, zunindo em nossos ouvidos. Não precisamos temer qualquer praga. Nem as calamidades que devastam. Ele está conosco. Se nos refugiarmos nEle, se fizermos dEle nosso abrigo, nenhum mal nos atingirá. Nenhuma praga se aproximará de nossas casas. Ele ordenará que Seus anjos nos protejam. Em todos os lugares onde formos. Eles nos susterão em suas mãos, assim, não machucaremos os pés nas pedras pelo caminho.
Ele protegerá os que O amam. Os que confiam em Seu nome. Quando clamarmos, nos responderá. Estará conosco no meio das dificuldades que tivermos que enfrentar. Nos resgatará. Nos dará honra. Nos recompensará com vida longa e com Sua salvação.
E, sabe, ainda que tenhamos que enfrentar doenças mortais ou qualquer outra situação terrível, Ele nos susterá em Suas mãos. Não pode deixar de ser fiel.
Que confiemos nEle, ainda que andemos pelo vale da sombra da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Marcadores:
Altíssimo,
Confiar,
Contar os dias,
descanso,
Esconderijo,
Flechas,
Moisés,
Morrer,
morte,
Onipotente,
Praga,
sabedoria,
Salmo 90,
Salmo 91,
Salmos,
Setas,
sombra,
Viver
terça-feira, 23 de abril de 2019
1 Crônicas 23.1-32
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos, entre outras coisas, Davi derrotando os amonitas que agiram com grande imprudência e pouca sabedoria. Joabe conquistando Rabá e chamando Davi para consolidar a conquista. Vimos também Davi pecando, ao confiar em seu exército, ao invés de colocar sua confiança no Senhor. E preparando tudo para Salomão construir o templo, abençoando a próxima geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-191-19.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-201.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-211-30.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-221-19.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e três ao vinte e seis.
Na primeira postagem, o capítulo vinte e três.
Davi já estava com idade muito avançada. Ele proclamou Salomão rei sobre Israel. Fez isso reunindo todos os chefes e líderes de Israel, assim como os sacerdotes e levitas.
Antes, porém, Davi havia mandado fazer um recenseamento dos levitas. Eram trinta e oito mil, da idade de vinte anos para cima, prontos para o serviço do Senhor. Prontos para o serviço do Senhor.
O rei Davi escolheu vinte e quatro mil para a supervisão dos trabalhos de construção e administração da Casa do Senhor. Seis mil para servir como escribas e juízes. Quatro mil para guardas das portas. Quatro mil para o louvor do Senhor, com os instrumentos musicais que Davi tinha preparado para esse propósito.
Ele distribuiu os levitas em grupos que descendiam de Gérson, Coate e Merari, filhos de Levi. Como deveria ser. Afinal, cada família tinha sua função específica. O lugar correto para servir o Senhor. Como num corpo.
Arão e seus descendentes, que também eram levitas, foram escolhidos e encarregados, perpetuamente, pelo Senhor, para o serviço no Santo dos Santos; a consagração das coisas santíssimas, o oferecimento de sacrifícios, a queima de incenso diante do Senhor. Deviam serví-Lo e pronunciar bênçãos em seu Nome. Para sempre.
Davi dissera que, como o Senhor havia dado paz e tranquilidade ao seu povo e Sua casa seria para sempre em Jerusalém, os levitas não precisavam mais transportar o Tabernáculo nem os utensílios sagrados usados em seu serviço religioso. Então, o dever dos levitas passou a ser cooperar com os descendentes de Arão em todos os trabalhos no templo.
Muitas vezes nossas tarefas no ministério do Senhor também mudam, como aconteceu aqui. Precisamos estar atentos.
Os levitas passaram a ser encarregados dos pátios, das salas laterais, da purificação de todos os objetos sagrados e das demais tarefas necessárias à manutenção da Casa de Deus.
Estavam também encarregados do pão consagrado, da farinha para as ofertas de cereal, dos bolos sem fermento, de assar o pão e misturar a massa, e de todos os pesos e medidas.
Deveriam estar preparados para render graças e louvores ao Senhor, ao raiar do dia, e ao pôr-do-sol e oferecer continuamente diante do Senhor todos os holocaustos que eram queimados no sábado, e em todas as festas com datas fixas.
Deviam servir regularmente diante do Senhor conforme as normas e as escalas para os turnos de serviço dos diversos grupos de trabalho, como uma grande e perfeita engrenagem, onde todos são absolutamente necessários.
Dessa maneira os levitas ficaram responsáveis pela administração da Tenda do Encontro, e pela assistência aos seus irmãos, os descendentes de Arão, bem como por toda a obra e serviço religioso realizados na Casa do Senhor.
Está enganado quem acredita que os levitas eram apenas “os cantores”. Acabamos de ler a respeito de suas diversas funções.
No Reino do Senhor é assim, se uma situação muda, as pessoas não ficam sem funções, não são descartadas, inutilizadas. Elas recebem outras funções, onde são completamente necessárias. O Senhor é inclusivo. Deseja todos trabalhando em Seu Reino. Há trabalho para todos. O Reino é, de fato, uma grande e perfeita engrenagem.
Mas temos um dever (vários na verdade), descobrir onde o Senhor deseja que O sirvamos. Que façamos isso, a cada dia, afinal nascemos para a Sua glória.
Que aprendamos com Davi a fazer as perguntas corretas como temos visto ele fazer, para recebermos as respostas que tanto necessitamos do Senhor.
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/engrenagem-perfeita.html
Marcadores:
1 Crônicas,
Arão,
Cada um tem o seu lugar,
Casa do Senhor,
Corpo,
Davi,
Engrenagem perfeita,
Israel,
Jerusalém,
levitas,
Moisés,
organização,
Paz em Israel,
sacerdotes,
Salomão
sexta-feira, 29 de março de 2019
1 Reis 2.1-12
Leitura do dia 29/03.
Na postagem anterior vimos a velhice de Davi. A autoproclamação de Adonias. E a coroação de Salomão e sua primeira atitude como rei. Poupou Adonias, embora seu irmão tivesse tentado usurpar o trono que era seu. Salomão começou andando na “contramão do normal”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-11-53.html
Agora, caminharemos pelas páginas do segundo capítulo. Até o versículo doze.
Davi sentiu que estava se aproximando o dia de sua morte. O que dizer a seu filho? Que conselhos dar ao novo rei?
O que você diria? Como diria? E eu?
Davi disse a seu filho que o seu tempo de seguir o caminho de todos estava próximo. Ordenou que Salomão fosse forte e corajoso. Que obedecesse a tudo que o Senhor, o Deus de Salomão, exigia. Que andasse em Seus caminhos, observasse Seus estatutos, mandamentos, normas e testemunhos. Conforme tudo que estava escrito na Torá, a Lei de Moisés, para que fosse bem sucedido em tudo que empreendesse e projetasse.
Não é interessante que Davi tenha lhe dado esse conselho? O mesmo conselho que Moisés deu a Josué quando este o sucederia? http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Davi não lhe ordenou que pesquisasse as últimas estratégias de guerra ou as armas mais modernas, nem mesmo que fosse a alguma outra nação para aprender suas técnicas, talvez mais avançadas que as de Israel.
Não, ele lhe ordenou que fosse forte e corajoso. Que obedecesse ao Senhor, Deus de Salomão e que andasse em todos os Seus caminhos. O conselho mais precioso que alguém pode dar.
Davi sabia quem era o Deus de Salomão. Sabia quem era o Deus de seu filho.
Davi lhe disse que se Salomão assim fizesse, o Senhor cumpriria Sua promessa. Não faltaria alguém de sua descendência no trono de Israel.
Depois de ordenar a Salomão como deveria ser e agir, foi para as ordens práticas. Ah, claro, todo mundo tem ordens práticas a passar a seus sucessores. Tarefas que não puderam ser cumpridas. Atitudes que não puderam ser tomadas. Nem sempre ordens boas, porém necessárias. Davi passou para essa parte, um tanto quanto desagradável.
Primeiro lembrou a Salomão sobre Joabe. Ele é um dos que começaram bem e se perderam pelo caminho, como Saul. Amava demais sua posição. Era um dos homens de Davi. Por causa de suas conquistas, tornou-se o capitão do exército de Israel. Infelizmente o cargo lhe “subiu à cabeça”. Foi sobre isso que Davi conversou com Salomão. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html;
Salomão sabia o que Joabe havia feito. Derramado sangue inocente em tempo de paz, agindo como se estivesse em um campo de batalha. Assassinou dois chefes do exército de Israel, Abner e Amassa. Segundo Davi, homens melhores do que ele. Não queria perder seu cargo. Com o sangue deles manchou seu cinto e suas sandálias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-201-26.html
Como é sério! Não manchemos nossos cintos, nem nossas sandálias com sangue inocente.
Davi disse que Joabe havia agido contra ele. E ordenou que Salomão agisse com acerto em relação a Joabe.
Pediu que Salomão fosse misericordioso para com os filhos de Barzilai. Que eles sempre comessem à sua mesa. Barzilai era seu amigo. Esteve ao seu lado quando Davi precisou fugir de Absalão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-171-28.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-191-43.html
Davi também falou de Simei. Simei era da tribo de Benjamim, assim como Saul. Quando Davi saiu de Jerusalém por causa de Absalão, Simei o amaldiçoou terrivelmente. Porém, quando Davi voltou, foi estrategicamente ao seu encontro. Davi lhe jurou que não se vingaria, matando-o à espada.
Agora, ordenou que Salomão não o deixasse impune. Sensato como era, saberia como tratá-lo.
Como o coração de Davi devia estar em paz! Sabia que seu Deus era também o Deus de seu filho. Sabia que Salomão era sensato e sabia agir com acerto.
Então Davi faleceu. Reinou quarenta anos em Israel. Sete em Hebrom e trinta e três em Jerusalém.
Salomão agora é, de fato, o rei. Subiu ao trono de seu pai e sua majestade consolidou-se. Poderosamente.
Que aprendamos a dar conselhos sábios aos nossos sucessores.
Que aprendamos a ser sucessores dignos de nossos antecessores.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/que-conselhos-dar-ao-seu-sucessor.html
Na postagem anterior vimos a velhice de Davi. A autoproclamação de Adonias. E a coroação de Salomão e sua primeira atitude como rei. Poupou Adonias, embora seu irmão tivesse tentado usurpar o trono que era seu. Salomão começou andando na “contramão do normal”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-11-53.html
Agora, caminharemos pelas páginas do segundo capítulo. Até o versículo doze.
Davi sentiu que estava se aproximando o dia de sua morte. O que dizer a seu filho? Que conselhos dar ao novo rei?
O que você diria? Como diria? E eu?
Davi disse a seu filho que o seu tempo de seguir o caminho de todos estava próximo. Ordenou que Salomão fosse forte e corajoso. Que obedecesse a tudo que o Senhor, o Deus de Salomão, exigia. Que andasse em Seus caminhos, observasse Seus estatutos, mandamentos, normas e testemunhos. Conforme tudo que estava escrito na Torá, a Lei de Moisés, para que fosse bem sucedido em tudo que empreendesse e projetasse.
Não é interessante que Davi tenha lhe dado esse conselho? O mesmo conselho que Moisés deu a Josué quando este o sucederia? http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Davi não lhe ordenou que pesquisasse as últimas estratégias de guerra ou as armas mais modernas, nem mesmo que fosse a alguma outra nação para aprender suas técnicas, talvez mais avançadas que as de Israel.
Não, ele lhe ordenou que fosse forte e corajoso. Que obedecesse ao Senhor, Deus de Salomão e que andasse em todos os Seus caminhos. O conselho mais precioso que alguém pode dar.
Davi sabia quem era o Deus de Salomão. Sabia quem era o Deus de seu filho.
Davi lhe disse que se Salomão assim fizesse, o Senhor cumpriria Sua promessa. Não faltaria alguém de sua descendência no trono de Israel.
Depois de ordenar a Salomão como deveria ser e agir, foi para as ordens práticas. Ah, claro, todo mundo tem ordens práticas a passar a seus sucessores. Tarefas que não puderam ser cumpridas. Atitudes que não puderam ser tomadas. Nem sempre ordens boas, porém necessárias. Davi passou para essa parte, um tanto quanto desagradável.
Primeiro lembrou a Salomão sobre Joabe. Ele é um dos que começaram bem e se perderam pelo caminho, como Saul. Amava demais sua posição. Era um dos homens de Davi. Por causa de suas conquistas, tornou-se o capitão do exército de Israel. Infelizmente o cargo lhe “subiu à cabeça”. Foi sobre isso que Davi conversou com Salomão. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html;
Salomão sabia o que Joabe havia feito. Derramado sangue inocente em tempo de paz, agindo como se estivesse em um campo de batalha. Assassinou dois chefes do exército de Israel, Abner e Amassa. Segundo Davi, homens melhores do que ele. Não queria perder seu cargo. Com o sangue deles manchou seu cinto e suas sandálias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-201-26.html
Como é sério! Não manchemos nossos cintos, nem nossas sandálias com sangue inocente.
Davi disse que Joabe havia agido contra ele. E ordenou que Salomão agisse com acerto em relação a Joabe.
Pediu que Salomão fosse misericordioso para com os filhos de Barzilai. Que eles sempre comessem à sua mesa. Barzilai era seu amigo. Esteve ao seu lado quando Davi precisou fugir de Absalão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-171-28.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-191-43.html
Davi também falou de Simei. Simei era da tribo de Benjamim, assim como Saul. Quando Davi saiu de Jerusalém por causa de Absalão, Simei o amaldiçoou terrivelmente. Porém, quando Davi voltou, foi estrategicamente ao seu encontro. Davi lhe jurou que não se vingaria, matando-o à espada.
Agora, ordenou que Salomão não o deixasse impune. Sensato como era, saberia como tratá-lo.
Como o coração de Davi devia estar em paz! Sabia que seu Deus era também o Deus de seu filho. Sabia que Salomão era sensato e sabia agir com acerto.
Então Davi faleceu. Reinou quarenta anos em Israel. Sete em Hebrom e trinta e três em Jerusalém.
Salomão agora é, de fato, o rei. Subiu ao trono de seu pai e sua majestade consolidou-se. Poderosamente.
Que aprendamos a dar conselhos sábios aos nossos sucessores.
Que aprendamos a ser sucessores dignos de nossos antecessores.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/que-conselhos-dar-ao-seu-sucessor.html
domingo, 10 de março de 2019
Juízes 18.1-31
Leitura do dia 10/03.
Ontem vimos sobre a vida e a morte de Sansão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-161-31.html
Também vimos que Mica fez um santuário e um ídolo. E um sacerdote levita, administrava a idolatria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-171-12.html
Naquela época não havia rei em Israel. Nem Juiz. Cada um fazia o que bem entendia. E não dava certo.
Hoje, continuamos nossa caminhada através das páginas de Juízes. Do capitulo dezoito ao vinte e um. Os últimos capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito.
Desde que a terra foi dividida por Josué, passaram, no mínimo, trezentos anos.
A tribo de Dã ainda não havia tomado posse de sua herança.
Cinco guerreiros corajosos foram designados para explorar a terra.
Quando chegaram à região montanhosa de Efraim, pararam na casa de Mica. Reconheceram o sotaque do levita. Perguntara-lhe quem o levara e o que fazia ali.
O levita contou que fizera um acordo com Mica. Havia sido contratado para ser seu sacerdote pessoal.
O homem que tinha como chamado pertencer ao Senhor, agora era sacerdote pessoal. Contratado por um homem.
Os danitas pediram que perguntasse ao Senhor se a viagem que estavam empreendendo seria bem sucedida. O sacerdote disse que podiam ir em paz. O Senhor estava cuidando da viagem deles.
Os cinco prosseguiram até uma cidade chamada Laís. Viram que seu povo era pacífico. Habitavam em paz. Longe de Sidom e de qualquer outra cidade. Desprotegidos.
Voltaram e deram o relatório. A terra era boa. O povo pacífico. Não deviam esperar mais. Que avançassem e tomassem posse da terra. Disseram que o Senhor lhes havia dado uma terra espaçosa e fértil, onde não faltava nada.
Seiscentos homens da tribo de Dã, armados para a guerra partiram em direção a Lais.
Quando chegaram à casa de Mica, explicaram que estiveram ali. O homem possuía um colete sacerdotal, alguns ídolos do lar, uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Perguntaram o que achavam que deviam fazer.
Então, ficaram na estrada e os cinco espiões roubaram tudo. Quando o levita viu, questionou o que estavam fazendo. Convidaram-no para ser sacerdote na tribo de Dã. Falaram que era muito melhor ser sacerdote de um clã e uma tribo do que apenas de um homem. Ele aceitou e foi com eles.
Organizaram suas tropas. Colocaram as crianças, o gado e os bens à frente e partiram. Prontos para um enfrentamento com Mica, caso viesse atrás deles. Por isso as crianças estavam à frente.
Quando Mica percebeu que fora roubado, partiu, junto com seus familiares e seus vizinhos. Gritavam para os homens de Dã. Até que foram ouvidos.
Os que estavam na retaguarda perguntaram o que queriam. Qual era o problema. Por qual motivo estavam atrás deles.
Mica respondeu que queriam seus ídolos de volta. Haviam tomados os deuses que fizera e seu sacerdote. Não lhe restara nada.
Como adorar um objeto feito por mãos humanas? Como chamá-lo de deus? E como um sacerdote do Senhor administra tal idolatria? E como um homem diz que fica sem seus ídolos e fala que nada lhe resta?
Os danitas mandaram Mica tomar cuidado. Havia entre eles homens agressivos, que poderiam ficar raivosos e matar a todos.
Mica percebeu que não poderia lutar contra eles e voltou.
Quando chegaram à Laís mataram seus habitantes e queimaram a cidade. Depois a reconstruíram e mudaram seu nome para Dã. Habitaram ali.
Levantaram a imagem esculpida e nomearam Jônatas seu sacerdote. Seus descendentes serviram como sacerdote de Dã até à época do exílio. Não se fala mais no Senhor. Um ídolo mesmo serve. Não queriam ter o trabalho de ir até Siló.
Um sacerdote, descendente de Gerson, filho de Moisés, servindo a um ídolo é algo triste de ver. E pior, saber que tal idolatria passou de geração em geração, anos e anos. Até o exílio.
Precisamos ter muito cuidado. Um sacerdote legítimo não valida a ilegitimidade da idolatria.
Continuamos na próxima postagem.
Ontem vimos sobre a vida e a morte de Sansão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-161-31.html
Também vimos que Mica fez um santuário e um ídolo. E um sacerdote levita, administrava a idolatria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-171-12.html
Naquela época não havia rei em Israel. Nem Juiz. Cada um fazia o que bem entendia. E não dava certo.
Hoje, continuamos nossa caminhada através das páginas de Juízes. Do capitulo dezoito ao vinte e um. Os últimos capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito.
Desde que a terra foi dividida por Josué, passaram, no mínimo, trezentos anos.
A tribo de Dã ainda não havia tomado posse de sua herança.
Cinco guerreiros corajosos foram designados para explorar a terra.
Quando chegaram à região montanhosa de Efraim, pararam na casa de Mica. Reconheceram o sotaque do levita. Perguntara-lhe quem o levara e o que fazia ali.
O levita contou que fizera um acordo com Mica. Havia sido contratado para ser seu sacerdote pessoal.
O homem que tinha como chamado pertencer ao Senhor, agora era sacerdote pessoal. Contratado por um homem.
Os danitas pediram que perguntasse ao Senhor se a viagem que estavam empreendendo seria bem sucedida. O sacerdote disse que podiam ir em paz. O Senhor estava cuidando da viagem deles.
Os cinco prosseguiram até uma cidade chamada Laís. Viram que seu povo era pacífico. Habitavam em paz. Longe de Sidom e de qualquer outra cidade. Desprotegidos.
Voltaram e deram o relatório. A terra era boa. O povo pacífico. Não deviam esperar mais. Que avançassem e tomassem posse da terra. Disseram que o Senhor lhes havia dado uma terra espaçosa e fértil, onde não faltava nada.
Seiscentos homens da tribo de Dã, armados para a guerra partiram em direção a Lais.
Quando chegaram à casa de Mica, explicaram que estiveram ali. O homem possuía um colete sacerdotal, alguns ídolos do lar, uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Perguntaram o que achavam que deviam fazer.
Então, ficaram na estrada e os cinco espiões roubaram tudo. Quando o levita viu, questionou o que estavam fazendo. Convidaram-no para ser sacerdote na tribo de Dã. Falaram que era muito melhor ser sacerdote de um clã e uma tribo do que apenas de um homem. Ele aceitou e foi com eles.
Organizaram suas tropas. Colocaram as crianças, o gado e os bens à frente e partiram. Prontos para um enfrentamento com Mica, caso viesse atrás deles. Por isso as crianças estavam à frente.
Quando Mica percebeu que fora roubado, partiu, junto com seus familiares e seus vizinhos. Gritavam para os homens de Dã. Até que foram ouvidos.
Os que estavam na retaguarda perguntaram o que queriam. Qual era o problema. Por qual motivo estavam atrás deles.
Mica respondeu que queriam seus ídolos de volta. Haviam tomados os deuses que fizera e seu sacerdote. Não lhe restara nada.
Como adorar um objeto feito por mãos humanas? Como chamá-lo de deus? E como um sacerdote do Senhor administra tal idolatria? E como um homem diz que fica sem seus ídolos e fala que nada lhe resta?
Os danitas mandaram Mica tomar cuidado. Havia entre eles homens agressivos, que poderiam ficar raivosos e matar a todos.
Mica percebeu que não poderia lutar contra eles e voltou.
Quando chegaram à Laís mataram seus habitantes e queimaram a cidade. Depois a reconstruíram e mudaram seu nome para Dã. Habitaram ali.
Levantaram a imagem esculpida e nomearam Jônatas seu sacerdote. Seus descendentes serviram como sacerdote de Dã até à época do exílio. Não se fala mais no Senhor. Um ídolo mesmo serve. Não queriam ter o trabalho de ir até Siló.
Precisamos ter muito cuidado. Um sacerdote legítimo não valida a ilegitimidade da idolatria.
Continuamos na próxima postagem.
terça-feira, 5 de março de 2019
Josué 23.1-24.33
Leitura do dia 04/03.
Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html
Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.
Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.
Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.
A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.
Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.
Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.
Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.
Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.
Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.
Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.
Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.
Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.
Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.
Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.
O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.
Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.
Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.
Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.
Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html
Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.
Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.
Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.
Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.
Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.
Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.
Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.
Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.
Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.
Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.
Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html
Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.
Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.
Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.
A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.
Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.
Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.
Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.
Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.
Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.
Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.
Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.
Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.
Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.
Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.
O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.
Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.
Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.
Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.
Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html
Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.
Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.
Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.
Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.
Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.
Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.
Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.
Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.
Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.
Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.
Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
A quem servir,
Abraão,
Canaã,
Eleazar,
escolhas,
Eufrates,
Fineias,
Hamor,
Israel,
Josué,
Lançar fora os deuses,
Livro da Lei do Senhor,
Moisés,
Naor,
Ossos de José,
servir ao Senhor,
Siquém,
Terá,
Testemunha
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Josué 1.1-18
Leitura do dia 26/02.
Continuamos nossa caminhada.
Ontem terminamos o livro de Deuteronômio. O último livro do Pentateuco.
Vimos a “Canção de Moisés”. Seus últimos conselhos, chamando Israel à obediência. A consagração de Josué como o líder que os conduzirá à terra prometida. E a morte de Moisés. Israel lamentou durante trinta dias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-321-3412.html
Agora caminharemos através das páginas do livro de Josué, o novo líder de Israel. O primeiro dos livros chamados livros históricos.
Hoje leremos do capítulo um ao capítulo três.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo um.
Josué deve ter sofrido muito a morte de Moisés. Os dois andaram juntos por quarenta anos.
Agora, é chegada a vez de Josué estar à frente. Não há mais um líder a quem ele possa recorrer. Ele é o líder. Recorrerá ao Senhor.
O Senhor disse a Josué que Moisés estava morto. Chegou a hora dele conduzir o povo para atravessar o rio e entrar na terra que estava lhes dando.
Onde pisassem, seria deles.
E enquanto vivesse, não haveria alguém que pudesse resistir a Josué. Que maravilha ouvir algo assim, do Senhor!
E o Senhor lhe esclarece o motivo. As pessoas não poderiam resistir a Josué porque o Senhor estaria com ele, como esteve com Moisés. Nunca o deixaria. Não porque ele fosse um guerreiro valente, experiente na arte da guerra, treinado para ser líder. Ele não era o “poderosão”. Não seria resistido porque o Senhor estava com ele e estaria todos os dias de sua vida.
A ordem do Senhor era que Josué fosse forte e corajoso. Somente forte e muito corajoso. Que tivesse o cuidado de cumprir toda a lei. Que não se desviasse dela, nem para a esquerda, nem para a direita. Assim, ele seria bem sucedido em tudo que fizesse.
Josué deveria relembrar continuamente os termos do Livro da Lei. Meditar nele dia e noite, para ter certeza de cumprir tudo que estava ali escrito. Se Josué agisse assim, seria próspero em tudo que fizesse. E teria sucesso.
Não teria prosperidade e sucesso se fizesse um monte de cursos de autoajuda, nem se repetisse frases de auto convencimento. Seria próspero se meditasse na palavra do Senhor e a obedecesse.
O Senhor termina de falar com Josué dando-lhe uma ordem. A ordem é novamente, para que Josué seja forte e corajoso. Que não tenha medo nem fique desanimado, por um único motivo: O Senhor estaria com ele por onde quer que fosse.
O Senhor não lhe disse que seria fácil. Eles teriam que lutar. Mas o Senhor estaria com ele. O tempo todo.
Após o Senhor lhe falar, Josué ordenou que os oficiais do povo percorressem o acampamento. Que o povo preparasse suprimento. Dentro de três dias atravessariam o Jordão. E tomariam posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Até agora o Senhor não falou, nem Josué, nem ninguém, como atravessarão o Jordão. Josué creu na palavra do Senhor. Se Ele disse que atravessariam é porque atravessariam. Josué atravessou o Mar Vermelho, quarenta anos antes. Agora, o Jordão estava à sua frente. O Senhor faria de novo.
Em seguida, Josué convocou as tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Lembrou-lhes do que foi combinado com Moisés. Passariam à frente de seus irmãos. Só voltariam para suas terras depois que seus irmãos também tivessem conquistado as suas.
Responderam a Josué que passariam, armados completamente. Que fariam tudo que Josué lhes ordenasse. E o obedeceriam em tudo. Desejaram que o Senhor fosse com ele como foi com Moisés. E quem se rebelasse contra suas ordens, seria morto. Também pedem que Josué faça apenas duas coisas: que seja forte e corajoso.
O capítulo um termina assim.
Veremos o que acontecerá na próxima postagem.
Espero você. Ate já.
Continuamos nossa caminhada.
Ontem terminamos o livro de Deuteronômio. O último livro do Pentateuco.
Vimos a “Canção de Moisés”. Seus últimos conselhos, chamando Israel à obediência. A consagração de Josué como o líder que os conduzirá à terra prometida. E a morte de Moisés. Israel lamentou durante trinta dias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-321-3412.html
Agora caminharemos através das páginas do livro de Josué, o novo líder de Israel. O primeiro dos livros chamados livros históricos.
Hoje leremos do capítulo um ao capítulo três.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo um.
Josué deve ter sofrido muito a morte de Moisés. Os dois andaram juntos por quarenta anos.
Agora, é chegada a vez de Josué estar à frente. Não há mais um líder a quem ele possa recorrer. Ele é o líder. Recorrerá ao Senhor.
O Senhor disse a Josué que Moisés estava morto. Chegou a hora dele conduzir o povo para atravessar o rio e entrar na terra que estava lhes dando.
Onde pisassem, seria deles.
E enquanto vivesse, não haveria alguém que pudesse resistir a Josué. Que maravilha ouvir algo assim, do Senhor!
E o Senhor lhe esclarece o motivo. As pessoas não poderiam resistir a Josué porque o Senhor estaria com ele, como esteve com Moisés. Nunca o deixaria. Não porque ele fosse um guerreiro valente, experiente na arte da guerra, treinado para ser líder. Ele não era o “poderosão”. Não seria resistido porque o Senhor estava com ele e estaria todos os dias de sua vida.
A ordem do Senhor era que Josué fosse forte e corajoso. Somente forte e muito corajoso. Que tivesse o cuidado de cumprir toda a lei. Que não se desviasse dela, nem para a esquerda, nem para a direita. Assim, ele seria bem sucedido em tudo que fizesse.
Josué deveria relembrar continuamente os termos do Livro da Lei. Meditar nele dia e noite, para ter certeza de cumprir tudo que estava ali escrito. Se Josué agisse assim, seria próspero em tudo que fizesse. E teria sucesso.
Não teria prosperidade e sucesso se fizesse um monte de cursos de autoajuda, nem se repetisse frases de auto convencimento. Seria próspero se meditasse na palavra do Senhor e a obedecesse.
O Senhor termina de falar com Josué dando-lhe uma ordem. A ordem é novamente, para que Josué seja forte e corajoso. Que não tenha medo nem fique desanimado, por um único motivo: O Senhor estaria com ele por onde quer que fosse.
O Senhor não lhe disse que seria fácil. Eles teriam que lutar. Mas o Senhor estaria com ele. O tempo todo.
Após o Senhor lhe falar, Josué ordenou que os oficiais do povo percorressem o acampamento. Que o povo preparasse suprimento. Dentro de três dias atravessariam o Jordão. E tomariam posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Até agora o Senhor não falou, nem Josué, nem ninguém, como atravessarão o Jordão. Josué creu na palavra do Senhor. Se Ele disse que atravessariam é porque atravessariam. Josué atravessou o Mar Vermelho, quarenta anos antes. Agora, o Jordão estava à sua frente. O Senhor faria de novo.
Em seguida, Josué convocou as tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Lembrou-lhes do que foi combinado com Moisés. Passariam à frente de seus irmãos. Só voltariam para suas terras depois que seus irmãos também tivessem conquistado as suas.
Responderam a Josué que passariam, armados completamente. Que fariam tudo que Josué lhes ordenasse. E o obedeceriam em tudo. Desejaram que o Senhor fosse com ele como foi com Moisés. E quem se rebelasse contra suas ordens, seria morto. Também pedem que Josué faça apenas duas coisas: que seja forte e corajoso.
O capítulo um termina assim.
Veremos o que acontecerá na próxima postagem.
Espero você. Ate já.
Marcadores:
A presença do Senhor,
Atravessar o Jordão,
Gade,
Josué,
Líder,
Livro da Lei,
Livros históricos,
Manassés,
meditar na Lei do Senhor,
Moisés,
prosperidade,
Rúben,
Sucesso,
Três dias
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 32.1-34.12
Leitura do dia 25/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
Abraão,
Advertências,
Águas de Meribá,
Aliança do Senhor,
Arão,
Canção como testemunha,
desobediência,
Deuteronômio,
Josué,
Moisés,
Monte Nebo,
Não há ninguém como o Senhor,
Santidade do Senhor
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 31.1-29
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
bençãos,
Canção como testemunha,
Deuteronômio,
escolhas,
Israel,
Josué,
Livro da Lei,
Maldições,
Moisés,
Seja forte e corajoso,
Vida ou morte
Assinar:
Postagens (Atom)














