Leitura do dia 10/02.
Na postagem anterior, vimos a água purificadora e a novilha vermelha, uma clara menção ao Senhor Jesus, que foi morto fora da cidade, pelos nossos pecados. Ele, puro, perfeito, sem defeito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-191-22.html
Agora caminharemos através do capítulo vinte.
No primeiro mês do ano, não sabemos de qual ano, chegaram ao deserto de Zim.
Acamparam em Cades. Miriã morreu ali. E ali foi sepultada.
Não havia água naquele lugar. O povo se rebelou novamente. Discutiram com Moisés. Chegaram ao ponto de dizer que deveriam ter morrido quando seus irmãos morreram.
Como se não soubessem o motivo, perguntaram a Moisés porque em ele e Arão os trouxeram ao deserto. Foi para morrer juntamente com seus animais? Por que os obrigaram a sair do Egito e os trouxeram àquela terra horrível, sem cereais, sem frutas, sem água?
Como esqueciam facilmente que eram escravos no Egito, que o Senhor os libertara, que não foram obrigados a sair do Egito, que saíram triunfantes de lá! Que estavam ali por causa de seus próprios pecados. Já poderiam há muito tempo estar em Canaã.
Moisés e Arão já sabiam o que fazer nestas circunstâncias. Afastaram-se do povo. Foram à tenda do encontro. Prostraram-se rosto em terra.
O Senhor disse que lhes daria água. Que Moisés e Arão pegassem a vara que estava na presença do Senhor. E, enquanto o povo observasse, falassem a uma determinada rocha, e dela jorraria água. Seria água suficiente para que todos da comunidade tomassem, assim como seus animais.
Moisés fez conforme o Senhor ordenou. Pegou a vara que estava na presença do Senhor. Convocou todo o povo para estar diante da rocha. Chamou-os de rebeldes e...
Ao invés de falar com a rocha, falou com o povo: “Será que é desta rocha que teremos de tirar água para vocês?” Ele bateu na rocha duas vezes. Deu certo. Mas estava errado.
Jorrou muita água. Todos beberam até matar a sede. Inclusive os animais.
O Senhor disse a Moisés e Arão que eles não confiaram nEle para mostrar Sua santidade ao povo. Por isso, não iriam conduzí-los à terra que Ele lhes dava.
Aquele lugar foi chamado de Meribá. Ali os israelitas discutiram com o Senhor. Ali Ele mostrou Sua santidade.
Lembra que Moisés disse a Arão que o Senhor mostrava Sua glória ao povo e Sua santidade àqueles que se aproximassem dEle?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-81-1020.html
“A quem muito foi dado, muito será pedido; e a quem muito foi confiado, ainda mais será exigido”. – Lucas 12.48b
Moisés conhecia Sua santidade. Não podia ter feito diferente do que o Senhor pediu. Devia ter falado à rocha. Não batido nela duas vezes como fez. A consequência foi drástica. Ele e Arão não entraram na terra prometida. Faltava tão pouco!
Quando ainda estavam em Cades, Moisés enviou mensageiros ao rei de Edom, pedindo que passassem por sua estrada real. Não desviariam do caminho. Se usassem sua água, pagariam por ela. Ele não concordou.
Disse que se Israel passasse por lá, enviaria um poderoso exército contra eles. Na verdade, ele mobilizou seu exército e marchou contra Israel.
Então Israel se desviou de suas terras. Edom era descendente de Ismael. E aquela terra havia sido dada a eles pelo Senhor. Não seria tomada deles por Israel.
Eles se desviaram de Edom. Partiram de Cades e chegaram ao monte Hor.
O Senhor ordenou que Moisés, Eleazar e Arão subissem. Chegara a hora de Arão morrer. O povo observava. Eles subiram.
Quando chegaram ao topo do monte, Arão transferiu suas roupas para Eleazar, seu filho. E morreu. Moisés e Eleazar desceram. Quando o povo viu que Arão havia morrido, choraram por ele durante trinta dias.
Que tenhamos temor do Senhor. Que reverenciemos Sua santidade, valorizando-a como deve ser. O Senhor é Santo.
Que saibamos que, se temos pedido muito ao Senhor e Ele nos tem concedido, nossa responsabilidade é muito maior.
Que aprendamos que nem tudo que dá certo está certo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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domingo, 10 de fevereiro de 2019
Números 20.1-29
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Êxodo 16.1-36
Leitura do dia 20/01.
Na postagem anterior, vimos que após Mara, existe Elim, com doze fontes de águas e setenta palmeiras. Mas é preciso passar por Mara, onde somos provados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-1522-27.html
Agora, caminharemos através do capítulo dezesseis de Êxodo.
O povo de Israel partiu de Elim, um oásis maravilhoso. Chegaram ao deserto de Sim. Ali, novamente, queixaram-se contra Moisés e Arão.
Não poupavam suas palavras. Disseram que o Senhor deveria tê-los matado no Egito. Lá eles sentavam em volta de panelas cheias de carne e comiam pão à vontade. Agora, estavam no deserto para morrerem de fome.
O que adianta sentar em volta de panelas cheias e serem escravos? Comer pão à vontade e serem escravos? Que vantagem eles conseguiam ver? Tinham saído de um oásis, como estavam morrendo de fome?
Se estavam com fome, por que não clamaram ao Senhor? Por que é mais fácil murmurar que clamar?
O Senhor disse que faria chover comida do céu. Diariamente o povo sairia e recolheria a quantidade de alimento que precisasse para aquele dia. Somente para aquele dia. Quando fosse o sexto dia, recolheriam o dobro, para que desse para o sétimo dia. Assim, o Senhor os provaria para ver se seguiam Suas instruções.
Moisés disse ao povo que o Senhor havia ouvido suas queixas. Ao entardecer comeriam carne e pela manhã, comeriam pão.
Moisés teve o discernimento de que as queixas não eram contra ele e Arão, eram contra o Senhor. Que aprendamos a ter esse discernimento.
Ao entardecer, muitas codornas apareceram e cobriram o acampamento.
Na manhã seguinte havia uma camada de flocos finos como geada. Quando os israelitas viram, perguntaram o que era. Moisés explicou que era o alimento que o Senhor estava lhes dando para comer.
Moisés passou a eles as instruções da colheita. Eles as seguiram. Todas as famílias recolheram o que precisavam para um dia. Todos tinham o suficiente. Para aquele dia.
Não deviam guardar para o dia seguinte. Exceto no sexto dia. Alguns, porém, guardaram para o dia seguinte. O maná ficou cheio de vermes e cheirava mal. Moisés ficou furioso com a desobediência deles.
Depois disso, passaram a recolher apenas o suficiente para um dia, sem armazenarem para o dia seguinte. O que não era colhido, quando o sol esquentava, derretia e desaparecia.
No sexto dia, recolheram o dobro. Alguns dos líderes de Israel foram contar a Moisés. Líderes que não prestaram atenção às instruções. Moisés disse-lhes que o povo estava certo. O Senhor havia ordenado assim. Ele estava dando o sábado como presente para eles.
Eram escravos. Trabalhavam todos os dias. Agora estavam ganhando um dia para não fazerem nenhum trabalho. Apenas descansarem. Que presente maravilhoso!
Ainda assim, quando chegou o sábado, alguns foram recolher o maná. Não encontraram nada.
O Senhor perguntou a Moisés até quando o povo se recusaria a obedecer Suas ordens.
Ele ordenou que colocassem dois litros de maná em uma vasilha. Para que as próximas gerações conhecessem o pão que o Senhor fazia descer do céu, quando estavam no deserto.
Eles comeram o maná o tempo todo que ficaram no deserto. Só parou de cair no dia em que chegaram à fronteira da terra de Canaã.
Precisamos agir como o povo de Israel. Sair todos os dias, cedo, e recolher o alimento que vem do céu. Se demorarmos, o sol derreterá nosso alimento e ele desaparecerá. Se quisermos recolher para muitos dias, criará vermes e cheirará mal.
Nosso alimento é a Palavra do Senhor. Não somos camelos. Não podemos comer num dia de culto e passar os outros dias sem nos alimentarmos. Nosso alimento precisa ser diário. Na quantidade e no momento certo. Outros não podem comer em nosso lugar. É individual.
Precisamos nos alimentar diariamente. Não podemos tentar comer algo que nos foi dado anos atrás. Já criou vermes e cheira mal. Precisamos nos alimentar diariamente do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos que após Mara, existe Elim, com doze fontes de águas e setenta palmeiras. Mas é preciso passar por Mara, onde somos provados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-1522-27.html
Agora, caminharemos através do capítulo dezesseis de Êxodo.
O povo de Israel partiu de Elim, um oásis maravilhoso. Chegaram ao deserto de Sim. Ali, novamente, queixaram-se contra Moisés e Arão.
Não poupavam suas palavras. Disseram que o Senhor deveria tê-los matado no Egito. Lá eles sentavam em volta de panelas cheias de carne e comiam pão à vontade. Agora, estavam no deserto para morrerem de fome.
O que adianta sentar em volta de panelas cheias e serem escravos? Comer pão à vontade e serem escravos? Que vantagem eles conseguiam ver? Tinham saído de um oásis, como estavam morrendo de fome?
Se estavam com fome, por que não clamaram ao Senhor? Por que é mais fácil murmurar que clamar?
O Senhor disse que faria chover comida do céu. Diariamente o povo sairia e recolheria a quantidade de alimento que precisasse para aquele dia. Somente para aquele dia. Quando fosse o sexto dia, recolheriam o dobro, para que desse para o sétimo dia. Assim, o Senhor os provaria para ver se seguiam Suas instruções.
Moisés disse ao povo que o Senhor havia ouvido suas queixas. Ao entardecer comeriam carne e pela manhã, comeriam pão.
Moisés teve o discernimento de que as queixas não eram contra ele e Arão, eram contra o Senhor. Que aprendamos a ter esse discernimento.
Ao entardecer, muitas codornas apareceram e cobriram o acampamento.
Na manhã seguinte havia uma camada de flocos finos como geada. Quando os israelitas viram, perguntaram o que era. Moisés explicou que era o alimento que o Senhor estava lhes dando para comer.
Moisés passou a eles as instruções da colheita. Eles as seguiram. Todas as famílias recolheram o que precisavam para um dia. Todos tinham o suficiente. Para aquele dia.
Não deviam guardar para o dia seguinte. Exceto no sexto dia. Alguns, porém, guardaram para o dia seguinte. O maná ficou cheio de vermes e cheirava mal. Moisés ficou furioso com a desobediência deles.
Depois disso, passaram a recolher apenas o suficiente para um dia, sem armazenarem para o dia seguinte. O que não era colhido, quando o sol esquentava, derretia e desaparecia.
No sexto dia, recolheram o dobro. Alguns dos líderes de Israel foram contar a Moisés. Líderes que não prestaram atenção às instruções. Moisés disse-lhes que o povo estava certo. O Senhor havia ordenado assim. Ele estava dando o sábado como presente para eles.
Eram escravos. Trabalhavam todos os dias. Agora estavam ganhando um dia para não fazerem nenhum trabalho. Apenas descansarem. Que presente maravilhoso!
Ainda assim, quando chegou o sábado, alguns foram recolher o maná. Não encontraram nada.
O Senhor perguntou a Moisés até quando o povo se recusaria a obedecer Suas ordens.
Ele ordenou que colocassem dois litros de maná em uma vasilha. Para que as próximas gerações conhecessem o pão que o Senhor fazia descer do céu, quando estavam no deserto.
Eles comeram o maná o tempo todo que ficaram no deserto. Só parou de cair no dia em que chegaram à fronteira da terra de Canaã.
Precisamos agir como o povo de Israel. Sair todos os dias, cedo, e recolher o alimento que vem do céu. Se demorarmos, o sol derreterá nosso alimento e ele desaparecerá. Se quisermos recolher para muitos dias, criará vermes e cheirará mal.
Nosso alimento é a Palavra do Senhor. Não somos camelos. Não podemos comer num dia de culto e passar os outros dias sem nos alimentarmos. Nosso alimento precisa ser diário. Na quantidade e no momento certo. Outros não podem comer em nosso lugar. É individual.
Precisamos nos alimentar diariamente. Não podemos tentar comer algo que nos foi dado anos atrás. Já criou vermes e cheira mal. Precisamos nos alimentar diariamente do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Êxodo 15.22-27
Leitura do dia 20/01.
Na postagem anterior, vimos Israel atravessar o Mar Vermelho, com os pés enxutos. O exército de Faraó, no entanto, não conseguiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
Agora, caminharemos através do versículo vinte e dois ao versículo vinte e sete do capítulo quinze.
Quando atravessaram o Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo para o deserto de Sur.
Caminharam três dias pelo deserto. Sem encontrar água, até que chegaram a um lugar onde encontraram. Quando experimentaram, a água era amarga demais para beber. Chamaram o lugar de Mara.
O povo esqueceu rapidamente o que o Senhor fizera por eles ao atravessarem o Mar Vermelho a seco. Começaram a se queixar. Voltaram-se contra Moisés.
Amo Moisés. Ele não apontou sua vara para o povo. Clamou ao Senhor. O Senhor mostrou-lhe um pedaço de madeira. Ele a jogou na água e ela pôde ser bebida. Simples assim.
Neste lugar o Senhor instituiu um decreto, como norma, para provar a fidelidade do povo. Se ouvissem com atenção à Sua voz e fizessem o que era certo aos Seus olhos, obedecendo Seus mandamentos e cumprindo Seus decretos, nenhuma das pragas que caíram sobre o Egito, cairiam sobre eles. Ele é o Senhor que sara.
Quantas vezes caminhamos três dias pelo deserto e, finalmente, quando encontramos água, elas são amargas? Precisamos confiar no Senhor. Clamar a Ele para que abra nossos olhos. Muitas vezes precisamos passar por Mara. É onde o Senhor prova nossos corações.
Mas sabe o que há depois de Mara? Elim.
Quando saíram de Mara foram até Elim. Lá encontraram doze fontes de águas e setenta palmeiras. Acamparam ali, junto às águas. À sombra das palmeiras. Em um maravilhoso oásis.
Assim termina o capítulo quinze. Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos Israel atravessar o Mar Vermelho, com os pés enxutos. O exército de Faraó, no entanto, não conseguiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
Agora, caminharemos através do versículo vinte e dois ao versículo vinte e sete do capítulo quinze.
Quando atravessaram o Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo para o deserto de Sur.
Caminharam três dias pelo deserto. Sem encontrar água, até que chegaram a um lugar onde encontraram. Quando experimentaram, a água era amarga demais para beber. Chamaram o lugar de Mara.
O povo esqueceu rapidamente o que o Senhor fizera por eles ao atravessarem o Mar Vermelho a seco. Começaram a se queixar. Voltaram-se contra Moisés.
Amo Moisés. Ele não apontou sua vara para o povo. Clamou ao Senhor. O Senhor mostrou-lhe um pedaço de madeira. Ele a jogou na água e ela pôde ser bebida. Simples assim.
Neste lugar o Senhor instituiu um decreto, como norma, para provar a fidelidade do povo. Se ouvissem com atenção à Sua voz e fizessem o que era certo aos Seus olhos, obedecendo Seus mandamentos e cumprindo Seus decretos, nenhuma das pragas que caíram sobre o Egito, cairiam sobre eles. Ele é o Senhor que sara.
Quantas vezes caminhamos três dias pelo deserto e, finalmente, quando encontramos água, elas são amargas? Precisamos confiar no Senhor. Clamar a Ele para que abra nossos olhos. Muitas vezes precisamos passar por Mara. É onde o Senhor prova nossos corações.
Mas sabe o que há depois de Mara? Elim.
Quando saíram de Mara foram até Elim. Lá encontraram doze fontes de águas e setenta palmeiras. Acamparam ali, junto às águas. À sombra das palmeiras. Em um maravilhoso oásis.
Assim termina o capítulo quinze. Continuamos na próxima postagem. Até já.
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