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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Êxodo 35.1-37.29

Leitura do dia 26/01.

Nas últimas postagens vimos o bezerro de ouro, a intercessão de Moisés, a revelação do Senhor e a renovação da aliança.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-331-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-341-35.html

Agora, vamos percorrer os capítulos trinta e cinco a trinta e sete de Êxodo.

Moisés reuniu toda a comunidade de Israel. Mais uma vez passou as instruções do Senhor.

Falou sobre a guarda do sábado.

Pediu que entregassem as ofertas dos materiais necessários para a confecção do tabernáculo e seus acessórios.

Ordenou que todos os artesãos talentosos fossem e fizessem tudo como o Senhor ordenara.

Todos cujo coração foi movido e o espírito tocado, trouxeram as ofertas. Tanto homem como mulheres. Entregaram tudo a Moisés, de bom grado.

As mulheres com habilidade para costurar e fiar prepararam os fios de tecido azul, roxo, vermelho e de linho. Também dispuseram sua habilidade para fiar o pelo de cabra.

Moisés informou ao povo sobre Bezalel e Aoliabe. Eles ensinariam aos outros. Eram exímios artesãos e projetistas. Moisés os chamou. E aos demais artesãos que estavam dispostos a realizar a obra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html

O Senhor lhes deu sabedoria, a eles e aos demais artesãos, para realizarem todas as tarefas relacionadas à construção e decoração do tabernáculo. Eles o construíram conforme o Senhor ordenou. Exatamente.

Note que, além de serem habilidosos, o Senhor os encheu com sabedoria e eles estavam dispostos. O acampamento de Israel virou um enorme “salão de projetos”, com pessoas trabalhando várias horas por dia, em vários tipos de material. Eram costuras, bordados, marcenaria, fundição. Uma verdadeira indústria no meio do deserto.

E o povo continuava a trazer voluntariamente mais oferta, a cada manhã. Os artesãos informaram a Moisés que já tinham o suficiente para a obra. Ele ordenou ao povo que parasse de levar ofertas. Elas eram mais que suficientes para completar todo o projeto.

E assim, de acordo com o modelo do Senhor, o tabernáculo foi construído. De uma só peça contínua foi feita sua cobertura. Com uma camada protetora de peles de carneiro tingidas de vermelho e uma camada de couro fino.

As armações dos cantos foram emparelhadas na parte inferior e firmemente ligadas uma à outra na parte superior com uma argola, formando um só suporte de canto.

A arca da aliança foi feita de madeira de acácia. Revestida com ouro. Por dentro e por fora. E ainda tinha uma moldura de ouro ao redor.

A mesa também, exatamente como o modelo que Moisés viu no monte. Assim como o candelabro e seus enfeites. O altar de incenso. O óleo sagrado da unção. O incenso perfumado. O altar dos holocaustos.

Aqui termina o capítulo trinta e sete. Continuamos na próxima postagem.

Que tenhamos disposição em nos doar. Como essas homens e mulheres tiveram.

Espero você. Até lá.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Êxodo 30.1-38

Leitura do dia 24/01.

Na postagem anterior vimos a cerimônia de consagração de Arão e seus filhos, além de sabermos o motivo que levou o Senhor a tirar o povo de Israel do Egito. Ele quer habitar no meio do povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html

Agora, continuamos através do capítulo trinta de Êxodo.

Lembremos que Moisés continua no monte. Ele subiu. Sumiu na nuvem. E ficou lá. Durante quarenta dias e quarenta noites. Recebendo instruções detalhadas do Senhor. Vendo Seu modelo.

O Senhor ordenou que fosse feito um altar de madeira de acácia para queimar incenso.

A escolha da madeira, tanto aqui como nos outros objetos, é sua qualidade. É uma excelente madeira. Não apodrece.

O altar era todo revestido de ouro puro. Com uma moldura também de ouro, ao redor. Com duas argolas, para ser sustentado e por onde ser carregado, toda vez que fosse necessário.

Lembremos que o povo está indo para Canaã. O deserto é apenas um lugar de passagem. Estão passando por ele. A caminho de Canaã. O tabernáculo precisa ser móvel, prático.

Gosto dessa praticidade do Senhor. Era tudo muito lindo. Mas também prático. Funcional.

As varas para carregá-lo também seriam revestidas de ouro. O altar ficaria na frente da cortina que protegia a arca da aliança.

Todas as manhãs quando Arão cuidasse das lâmpadas, queimaria o incenso. E todas as noites, quando as acendesse, também. Era um incenso especial. Perfumado. Para o Senhor.

Consegue observar o cuidado do Senhor nos mínimos detalhes? As lâmpadas não seriam acesas à noite e, quando acabasse, apagadas naturalmente. Elas permaneceriam acesas a noite toda. Pela manhã, seriam tratadas, cuidadas, limpas, organizadas. Para à noite, serem novamente acesas. Sempre. Dia após dia.

Uma vez ao ano Arão faria expiação pelo altar.

Os recursos para o tabernáculo viriam do censo anual. Uma vez ao ano, Moisés faria o censo. Todo homem de vinte anos para cima, entregaria uma oferta ao Senhor. Uma oferta de gratidão pela vida. Seria usada para cuidar do tabernáculo.

Para a lavagem cerimonial, uma bacia de bronze. Onde Arão e seus filhos lavariam suas mãos e pés. Cada vez que se apresentassem ao Senhor. Caso contrário, morreriam.

Que nossas mãos e pés estejam continuamente limpos. Lavados na Palavra do Senhor e no Sangue do Cordeiro.

O óleo da unção seria feito por perfumistas habilidosos. Não poderia ser utilizado por ninguém. Apenas para o Senhor. O mesmo com o incenso. Eram de uso exclusivo do Senhor. Sagrados. Santíssimos.

Continuamos na próxima postagem. Até já.