Em Sua fala a Moisés, o Senhor se identifica como Libertador, Resgatador. Pessoal.
Tal como o povo de Israel, éramos escravos. Nossa terra era o pecado. Nossa casa, a servidão. Ele nos libertou.
Além de ser nosso Libertador, revela-Se como Único. Por isso, não devemos ter nenhum outro deus. Somente Ele deve ocupar essa posição.
Embora possamos achar estranho Sua afirmação quanto à visitar a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração, podemos, também, enxergar Sua misericórdia. A maldição é visitada somente até, no máximo, a quarta geração. Sua misericórdia, no entanto, em milhares de gerações.
Essa maldição é visitada apenas na geração daqueles que O aborrecem. Se nossos pais, avós e bisavós O aborreciam, podemos (e devemos) mudar isso em nossas vidas, amando-O e guardando Seus mandamentos. Toda nossa descendência será abençoada, alcançada por Sua misericórdia.
Seu nome carrega Sua identidade. É santo. Não deve estar à toa em nossos lábios.
Como o Senhor Jesus disse, o sábado foi feito por causa do homem e não o homem por causa do sábado. Ele sabe que precisamos de descanso. Não apenas os homens (em uma sociedade patriarcal), as mulheres também. Não apenas os ricos, os servos também. Não apenas os da terra, os estrangeiros também. E não apenas os seres humanos, os animais também. Todos precisamos de um tempo de descanso. Um tempo de separação. Um tempo para renovar nossas forças. Físicas, sentimentais e espirituais. Temos nos separado para o descanso?
Para usufruirmos Suas promessas é mister honrarmos nossos pais. Somente assim continuaremos na “terra” que Ele nos deu. Honra importa respeito, atenção e cuidados.
Seus mandamentos são todos protetivos. Sua intenção não é nos sobrecarregar com regras. É nos ensinar a viver bem. Cuidando de nossa vida espiritual em primeiro lugar, tendo-O como único Senhor. Depois, cuidando de nossas almas e corpos. Então, dando valor aos nossos pais.
A família é muito importante para um viver equilibrado.
A seguir, o Senhor ordena cuidados que nos deixarão livres e aptos a um relacionamento sadio conosco e com o próximo.
O matar não apenas tira a vida do outro. Rouba de mim a companhia, a segurança. Como aconteceu com Caim (Gênesis 4.14).
O adultério não apenas traz destruição à pessoa traída. Ele desfaz e desgasta todos os envolvidos. Como uma folha de papel colada em outra, que se esfacela ao tentarmos separar.
O furto tira do outro, mas também me faz mal. Leva ao falso entendimento de que não preciso me esforçar e conquistar o que é meu. Rouba o prazer da conquista, que é poderoso.
A mentira, principalmente em juízo, diminui quem somos. Rouba nossa liberdade. Nosso relaxar. É preciso estar sempre em alerta. Rouba nosso descanso. Nos faz ser outra pessoa. Nos maquia.
E o que dizer da cobiça? Ela destrói. Nos tira a gratidão pelo que possuímos. O desejo de conquistar o nosso. A alegria da vida.
Ah, que maravilha viver onde eu e o outro nos respeitamos e agimos como gostaríamos de agir conosco!
Mandamentos sim, mas repletos de amor e cuidado!
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quarta-feira, 29 de julho de 2020
terça-feira, 28 de julho de 2020
Hoje, meditando em Êxodo 19.1-25
Quando completou três meses que o povo de Israel saíra do Egito, foram ao deserto do Sinal. Ali, acamparam. Em frente ao monte onde o Senhor aparecera a Moisés.
Moisés subiu ao monte, foi encontrar-se com o Senhor. Ele tomou a iniciativa. Ao subir, o Senhor o chamou. Ordenou que falasse aos filhos de Israel. Primeiro, deveria lembrá-los de que os carregava como se fosse uma águia, em Suas asas. E os trouxera a Ele.
Tudo que o Senhor faz é para nos aproximar dEle. Ele quer manter e aprimorar nosso relacionamento.
Depois de lembrá-los, o Senhor foi além. Estava separando Israel para ser Sua propriedade peculiar, especial. Toda a terra é dEle, mas Israel seria Seu tesouro, uma nação de sacerdotes. Separada para ensinar toda as nações a temer e amar ao Senhor. Separada para ensinar como todos os povos deveriam viver. Desde que obedecessem.
Moisés apresentou ao povo a proposta do Senhor. O povo respondeu que O obedeceriam. Moisés, como o intercessor que era, apresentou ao Senhor a resposta.
Como a Israel, o Senhor tem nos chamado para ser esse povo, separado para Ele.
Ele tem nos dado hoje e amanhã. Um tempo de preparação para o terceiro dia. Precisamos lavar nossas vestes. Deixar nosso prazer de lado e pensar nEle. O que importa é o terceiro dia. Mas, só iremos usufruir deste dia se nos prepararmos hoje e amanhã.
Você não está em casa à toa. Está para se preparar para o terceiro dia. É no terceiro dia que o Senhor nos faz estremecer. É no terceiro dia que conquistamos. É no terceiro dia que a ressurreição vem.
É no terceiro dia que subimos ao monte. Somente após a buzina tocar longamente. Se subirmos antes, morreremos. O tempo da espera é necessário. Não para ficarmos à toa. Para estarmos preparados. Estarmos prontos.
O povo de Israel se preparou para o terceiro dia e ainda assim, estremeceu.
Lembre-se também que, é bom estar no monte, mas é preciso descer, por causa do povo. Somos os que devem levar o povo ao encontro do Senhor. Temos feito isso? Para onde temos levado os que estão à nossa volta?
Ao terceiro dia, o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Quando subiu, ordenou que descesse. Para, em seguida, subir. Não mais sozinho. Agora, com Arão.
Os mandamentos do Senhor serão entregues em breve. Mas, o primeiro a aprender a obediência, mesmo sem entender, deve ser Moisés, o líder.
Se o Senhor lhe ordenar que suba, suba. Se assim que estiver no monte, com a respiração disparada e as pernas tremendo pelo esforço, lhe ordenar que desça e suba novamente, obedeça. Ele sabe o que faz.
Ah, como a obediência é importante! Aprendamos a obedecer.
Moisés subiu ao monte, foi encontrar-se com o Senhor. Ele tomou a iniciativa. Ao subir, o Senhor o chamou. Ordenou que falasse aos filhos de Israel. Primeiro, deveria lembrá-los de que os carregava como se fosse uma águia, em Suas asas. E os trouxera a Ele.
Tudo que o Senhor faz é para nos aproximar dEle. Ele quer manter e aprimorar nosso relacionamento.
Depois de lembrá-los, o Senhor foi além. Estava separando Israel para ser Sua propriedade peculiar, especial. Toda a terra é dEle, mas Israel seria Seu tesouro, uma nação de sacerdotes. Separada para ensinar toda as nações a temer e amar ao Senhor. Separada para ensinar como todos os povos deveriam viver. Desde que obedecessem.
Moisés apresentou ao povo a proposta do Senhor. O povo respondeu que O obedeceriam. Moisés, como o intercessor que era, apresentou ao Senhor a resposta.
Como a Israel, o Senhor tem nos chamado para ser esse povo, separado para Ele.
Ele tem nos dado hoje e amanhã. Um tempo de preparação para o terceiro dia. Precisamos lavar nossas vestes. Deixar nosso prazer de lado e pensar nEle. O que importa é o terceiro dia. Mas, só iremos usufruir deste dia se nos prepararmos hoje e amanhã.
Você não está em casa à toa. Está para se preparar para o terceiro dia. É no terceiro dia que o Senhor nos faz estremecer. É no terceiro dia que conquistamos. É no terceiro dia que a ressurreição vem.
É no terceiro dia que subimos ao monte. Somente após a buzina tocar longamente. Se subirmos antes, morreremos. O tempo da espera é necessário. Não para ficarmos à toa. Para estarmos preparados. Estarmos prontos.
O povo de Israel se preparou para o terceiro dia e ainda assim, estremeceu.
Lembre-se também que, é bom estar no monte, mas é preciso descer, por causa do povo. Somos os que devem levar o povo ao encontro do Senhor. Temos feito isso? Para onde temos levado os que estão à nossa volta?
Ao terceiro dia, o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Quando subiu, ordenou que descesse. Para, em seguida, subir. Não mais sozinho. Agora, com Arão.
Os mandamentos do Senhor serão entregues em breve. Mas, o primeiro a aprender a obediência, mesmo sem entender, deve ser Moisés, o líder.
Se o Senhor lhe ordenar que suba, suba. Se assim que estiver no monte, com a respiração disparada e as pernas tremendo pelo esforço, lhe ordenar que desça e suba novamente, obedeça. Ele sabe o que faz.
Ah, como a obediência é importante! Aprendamos a obedecer.
Hoje, meditando em Êxodo 18.13-27

Somos humanos. Não super heróis.
Não conseguimos levar as cargas sozinhos. Não conseguimos liderar sozinhos. Precisamos uns dos outros.
Precisamos de conselhos. Precisamos de ajuda.
Que aprendamos a ouvir conselhos e submetê-los ao Senhor, como Moisés fez.
Que aprendamos a aconselhar e deixar o resultado nas mãos do Senhor, como Jetro fez.
É necessário procurar as pessoas certas para nos ajudar.
Elas devem ser capazes, tementes ao Senhor. Homens e mulheres de verdade. Não falsificações como muitas vezes vemos por aí.
Devem aborrecer a avareza, ou seja, não podem ser apegadas ao dinheiro. Pessoas assim não ajudarão sem receber algum tipo de vantagem ou propina.
Pessoas assim precisam realmente ser procuradas e escolhidas.
Que aprendamos como Moisés a escolher as pessoas corretas. Pelo que elas são. Não pelo que possuem.
Cargas precisam ser divididas. E divididas com homens e mulheres de verdade. Que sabem o que fazem. Para quem fazem. E porque fazem.
Ah, quantas lições a aprender com Moisés e Jetro!
terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Êxodo 38.1-40.38
Leitura do dia 27/01.
Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e seus utensílios, de acordo com o modelo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-351-3729.html
Agora, continuaremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o quarenta de Êxodo. O término do livro.
As descrições continuam.
Assim como Moisés havia descrito como deveria ser feito cada peça, cada utensílio. Agora, ele descreve como foram feitas. Exatamente como o modelo.
O altar do holocausto. Oco e feito de tábuas. Com as varas para transportar.
A bacia de bronze, feita com os espelhos doados pelas mulheres que serviam à entrada da tenda do encontro.
As cortinas do pátio, no lado sul e norte, com quarenta e cinco metros de comprimento. Penduradas em vinte colunas. Apoiadas firmemente em vinte bases de bronze. As do leste e oeste com vinte e dois metros e meio de comprimento. Penduradas com ganchos e argolas de prata em dez colunas. Apoiadas em dez bases.
As estacas usadas para sustentar o tabernáculo e o pátio, eram todas de bronze.
Os levitas, seguindo as ordens de Moisés, registraram os valores totais dos materiais usados na construção.
Bezalel fez tudo exatamente como o Senhor havia ordenado a Moisés, com a ajuda de Aoliabe e os demais artesãos.
O povo contribuiu com mil e vinte e quatro quilos de ouro e dois mil quatrocentos e oitenta quilos de bronze.
Foram arrecadados três mil, quinhentos e vinte quilos de prata, do imposto recolhido do censo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
Os artesãos também confeccionaram as lindas roupas sagradas para Arão e seus filhos.
Para fazer os fios, o ouro foi batido até formar lâminas finas e cortado em fios. Com muito cuidado, além de habilidade, Bezalel bordou os fios de ouro no linho fino, com fios de tecido azul, roxo e vermelho. Como o Senhor ordenara a Moisés. Ele trabalhou com cuidado, mesmo sendo habilidoso.
As pedras foram presas às ombreiras do colete, como recordação de que o sacerdote representava os israelitas. O peitoral foi feito, também com cuidado e habilidade, combinando com o colete. Foram fixadas as quatro fileiras de pedras preciosas. Cada pedra representando um dos doze filhos de Israel, com seu nome gravado, como um selo.
O manto foi feito com a gola, como ordenado pelo Senhor. Para que não rasgasse. Para ser usado sempre que o sacerdote fizesse seu serviço diante do Senhor.
Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor ordenara a Moisés. Quando terminaram o serviço, apresentaram a Moisés, que inspecionou todo o trabalho. Cada peça, cada detalhe. Quando verificou que haviam feito exatamente como o Senhor ordenara, abençoou o povo.
O Senhor ordenou que o tabernáculo fosse armado no primeiro dia do primeiro mês. No segundo ano. A arca da aliança deveria ser colocada dentro dele e a cortina interna, que a separava, em seguida. Depois era a vez da mesa. Sobre ela, os utensílios. Em seguida, o candelabro, com suas lâmpadas instaladas.
E assim continuou. Tudo tinha uma ordem para montar. Depois de tudo pronto, Arão e seus filhos seriam consagrados, de acordo com a cerimônia que o Senhor havia instruído.
E foi. Tudo exatamente como o Senhor ordenara.
Quando terminaram o trabalho, a nuvem do Senhor cobriu a tenda do encontro. A glória do Senhor encheu o tabernáculo.
Moisés não podia mais entrar na tenda. A glória do Senhor a encheu.
Não havia lugar mais para ninguém. Só para o Senhor. Que maravilha! Que lindo!
A nuvem passou a ficar acima do tabernáculo. Sempre que se levantava, os filhos de Israel seguiam viagem. Se a nuvem não se levantasse, ficavam acampados. Quanto tempo fosse.
Durante o dia a nuvem permanecia sobre o tabernáculo. À noite, o fogo ardia dentro da nuvem. Todo o povo podia ver.
Isso ocorreu ao longo de todas as jornadas dos israelitas. Todas.
A presença do Senhor era permanente e visível. Não havia como negar. E todos enxergavam. Que privilégio maravilhoso!
O livro de Êxodo termina aqui.
Viu como foi bom? Fácil? Rápido?
A Palavra do Senhor foi escrita para nós. Para nos alimentarmos dela. A cada dia.
Amanhã continuamos. Um novo livro, Levítico. Muitas coisas interessantes, acredite.
Espero você. Até lá.
Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e seus utensílios, de acordo com o modelo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-351-3729.html
Agora, continuaremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o quarenta de Êxodo. O término do livro.
As descrições continuam.
Assim como Moisés havia descrito como deveria ser feito cada peça, cada utensílio. Agora, ele descreve como foram feitas. Exatamente como o modelo.
O altar do holocausto. Oco e feito de tábuas. Com as varas para transportar.
A bacia de bronze, feita com os espelhos doados pelas mulheres que serviam à entrada da tenda do encontro.
As cortinas do pátio, no lado sul e norte, com quarenta e cinco metros de comprimento. Penduradas em vinte colunas. Apoiadas firmemente em vinte bases de bronze. As do leste e oeste com vinte e dois metros e meio de comprimento. Penduradas com ganchos e argolas de prata em dez colunas. Apoiadas em dez bases.
As estacas usadas para sustentar o tabernáculo e o pátio, eram todas de bronze.
Os levitas, seguindo as ordens de Moisés, registraram os valores totais dos materiais usados na construção.
Bezalel fez tudo exatamente como o Senhor havia ordenado a Moisés, com a ajuda de Aoliabe e os demais artesãos.
O povo contribuiu com mil e vinte e quatro quilos de ouro e dois mil quatrocentos e oitenta quilos de bronze.
Foram arrecadados três mil, quinhentos e vinte quilos de prata, do imposto recolhido do censo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
Os artesãos também confeccionaram as lindas roupas sagradas para Arão e seus filhos.
Para fazer os fios, o ouro foi batido até formar lâminas finas e cortado em fios. Com muito cuidado, além de habilidade, Bezalel bordou os fios de ouro no linho fino, com fios de tecido azul, roxo e vermelho. Como o Senhor ordenara a Moisés. Ele trabalhou com cuidado, mesmo sendo habilidoso.
As pedras foram presas às ombreiras do colete, como recordação de que o sacerdote representava os israelitas. O peitoral foi feito, também com cuidado e habilidade, combinando com o colete. Foram fixadas as quatro fileiras de pedras preciosas. Cada pedra representando um dos doze filhos de Israel, com seu nome gravado, como um selo.
O manto foi feito com a gola, como ordenado pelo Senhor. Para que não rasgasse. Para ser usado sempre que o sacerdote fizesse seu serviço diante do Senhor.
Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor ordenara a Moisés. Quando terminaram o serviço, apresentaram a Moisés, que inspecionou todo o trabalho. Cada peça, cada detalhe. Quando verificou que haviam feito exatamente como o Senhor ordenara, abençoou o povo.
O Senhor ordenou que o tabernáculo fosse armado no primeiro dia do primeiro mês. No segundo ano. A arca da aliança deveria ser colocada dentro dele e a cortina interna, que a separava, em seguida. Depois era a vez da mesa. Sobre ela, os utensílios. Em seguida, o candelabro, com suas lâmpadas instaladas.
E assim continuou. Tudo tinha uma ordem para montar. Depois de tudo pronto, Arão e seus filhos seriam consagrados, de acordo com a cerimônia que o Senhor havia instruído.
E foi. Tudo exatamente como o Senhor ordenara.
Quando terminaram o trabalho, a nuvem do Senhor cobriu a tenda do encontro. A glória do Senhor encheu o tabernáculo.
Moisés não podia mais entrar na tenda. A glória do Senhor a encheu.
Não havia lugar mais para ninguém. Só para o Senhor. Que maravilha! Que lindo!
A nuvem passou a ficar acima do tabernáculo. Sempre que se levantava, os filhos de Israel seguiam viagem. Se a nuvem não se levantasse, ficavam acampados. Quanto tempo fosse.
Durante o dia a nuvem permanecia sobre o tabernáculo. À noite, o fogo ardia dentro da nuvem. Todo o povo podia ver.
Isso ocorreu ao longo de todas as jornadas dos israelitas. Todas.
A presença do Senhor era permanente e visível. Não havia como negar. E todos enxergavam. Que privilégio maravilhoso!
O livro de Êxodo termina aqui.
Viu como foi bom? Fácil? Rápido?
A Palavra do Senhor foi escrita para nós. Para nos alimentarmos dela. A cada dia.
Amanhã continuamos. Um novo livro, Levítico. Muitas coisas interessantes, acredite.
Espero você. Até lá.
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sábado, 26 de janeiro de 2019
Êxodo 30.1-38
Leitura do dia 24/01.
Na postagem anterior vimos a cerimônia de consagração de Arão e seus filhos, além de sabermos o motivo que levou o Senhor a tirar o povo de Israel do Egito. Ele quer habitar no meio do povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta de Êxodo.
Lembremos que Moisés continua no monte. Ele subiu. Sumiu na nuvem. E ficou lá. Durante quarenta dias e quarenta noites. Recebendo instruções detalhadas do Senhor. Vendo Seu modelo.
O Senhor ordenou que fosse feito um altar de madeira de acácia para queimar incenso.
A escolha da madeira, tanto aqui como nos outros objetos, é sua qualidade. É uma excelente madeira. Não apodrece.
O altar era todo revestido de ouro puro. Com uma moldura também de ouro, ao redor. Com duas argolas, para ser sustentado e por onde ser carregado, toda vez que fosse necessário.
Lembremos que o povo está indo para Canaã. O deserto é apenas um lugar de passagem. Estão passando por ele. A caminho de Canaã. O tabernáculo precisa ser móvel, prático.
Gosto dessa praticidade do Senhor. Era tudo muito lindo. Mas também prático. Funcional.
As varas para carregá-lo também seriam revestidas de ouro. O altar ficaria na frente da cortina que protegia a arca da aliança.
Todas as manhãs quando Arão cuidasse das lâmpadas, queimaria o incenso. E todas as noites, quando as acendesse, também. Era um incenso especial. Perfumado. Para o Senhor.
Consegue observar o cuidado do Senhor nos mínimos detalhes? As lâmpadas não seriam acesas à noite e, quando acabasse, apagadas naturalmente. Elas permaneceriam acesas a noite toda. Pela manhã, seriam tratadas, cuidadas, limpas, organizadas. Para à noite, serem novamente acesas. Sempre. Dia após dia.
Uma vez ao ano Arão faria expiação pelo altar.
Os recursos para o tabernáculo viriam do censo anual. Uma vez ao ano, Moisés faria o censo. Todo homem de vinte anos para cima, entregaria uma oferta ao Senhor. Uma oferta de gratidão pela vida. Seria usada para cuidar do tabernáculo.
Para a lavagem cerimonial, uma bacia de bronze. Onde Arão e seus filhos lavariam suas mãos e pés. Cada vez que se apresentassem ao Senhor. Caso contrário, morreriam.
Que nossas mãos e pés estejam continuamente limpos. Lavados na Palavra do Senhor e no Sangue do Cordeiro.
O óleo da unção seria feito por perfumistas habilidosos. Não poderia ser utilizado por ninguém. Apenas para o Senhor. O mesmo com o incenso. Eram de uso exclusivo do Senhor. Sagrados. Santíssimos.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos a cerimônia de consagração de Arão e seus filhos, além de sabermos o motivo que levou o Senhor a tirar o povo de Israel do Egito. Ele quer habitar no meio do povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta de Êxodo.
Lembremos que Moisés continua no monte. Ele subiu. Sumiu na nuvem. E ficou lá. Durante quarenta dias e quarenta noites. Recebendo instruções detalhadas do Senhor. Vendo Seu modelo.
O Senhor ordenou que fosse feito um altar de madeira de acácia para queimar incenso.
A escolha da madeira, tanto aqui como nos outros objetos, é sua qualidade. É uma excelente madeira. Não apodrece.
O altar era todo revestido de ouro puro. Com uma moldura também de ouro, ao redor. Com duas argolas, para ser sustentado e por onde ser carregado, toda vez que fosse necessário.
Lembremos que o povo está indo para Canaã. O deserto é apenas um lugar de passagem. Estão passando por ele. A caminho de Canaã. O tabernáculo precisa ser móvel, prático.
Gosto dessa praticidade do Senhor. Era tudo muito lindo. Mas também prático. Funcional.
As varas para carregá-lo também seriam revestidas de ouro. O altar ficaria na frente da cortina que protegia a arca da aliança.
Todas as manhãs quando Arão cuidasse das lâmpadas, queimaria o incenso. E todas as noites, quando as acendesse, também. Era um incenso especial. Perfumado. Para o Senhor.
Consegue observar o cuidado do Senhor nos mínimos detalhes? As lâmpadas não seriam acesas à noite e, quando acabasse, apagadas naturalmente. Elas permaneceriam acesas a noite toda. Pela manhã, seriam tratadas, cuidadas, limpas, organizadas. Para à noite, serem novamente acesas. Sempre. Dia após dia.
Uma vez ao ano Arão faria expiação pelo altar.
Os recursos para o tabernáculo viriam do censo anual. Uma vez ao ano, Moisés faria o censo. Todo homem de vinte anos para cima, entregaria uma oferta ao Senhor. Uma oferta de gratidão pela vida. Seria usada para cuidar do tabernáculo.
Para a lavagem cerimonial, uma bacia de bronze. Onde Arão e seus filhos lavariam suas mãos e pés. Cada vez que se apresentassem ao Senhor. Caso contrário, morreriam.
Que nossas mãos e pés estejam continuamente limpos. Lavados na Palavra do Senhor e no Sangue do Cordeiro.
O óleo da unção seria feito por perfumistas habilidosos. Não poderia ser utilizado por ninguém. Apenas para o Senhor. O mesmo com o incenso. Eram de uso exclusivo do Senhor. Sagrados. Santíssimos.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
Êxodo 25.1-27.21
Leitura do dia 23/01.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Êxodo.
Nas últimas postagens vimos o Senhor apresentar Seus decretos para Israel. De assuntos práticos da vida diária de uma nação que se inicia. Leis sobre a escravidão, reparação de danos pessoais, proteção à propriedade, responsabilidades gerais e à prática imparcial da justiça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Foram estabelecidas três feitas anuais. O Senhor prometeu Sua presença no meio do povo. E Israel aceitou Sua aliança, dizendo que O obedeceria em tudo.
Depois Moisés subiu ao monte. Aguardou seis dias, até que o Senhor o chamou do meio da escuridão.
Lembra de Noé? Ficou na arca sete dias esperando a chuva. Moisés sobe ao monte e aguarda seis dias, até que o Senhor o chame. Precisamos aprender a esperar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
Quando o Senhor o chamou, ele sumiu nas nuvens. Ficou lá durante quarenta dias. E quarenta noites. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-241-18.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Êxodo. Apenas uma postagem.
O Senhor disse a Moisés que deveria pedir uma oferta ao povo de Israel. Mas aceitaria apenas as ofertas que fossem doadas de todo coração. Era necessário que o povo se dispusesse a doar. Não fosse convencido a doar. Muito menos, forçado.
Uma lista foi feita. Era para a construção do tabernáculo.
O Senhor desejava habitar no meio do povo.
A seguir, o Senhor lhe mostrou o modelo do tabernáculo e das peças que o compunham. Cada detalhe.
Não leia divagando. Preste atenção. Tudo deveria ser feito como o modelo mostrado a Moisés. Exatamente como o modelo.
Moisés não ia adaptar nada para agradar alguém. Não ia adaptar para receber mais ofertas ou para ser aceito por determinada família influente. Nada. Era para ser exatamente como o modelo que lhe foi mostrado. Em detalhes.
O Senhor começa falando da arca da aliança. Ela seria feita de madeira de acácia. E revestida com ouro puro. Por dentro e por fora. Deveria ter varas para transportá-la. Porque ninguém podia tocar na arca.
A arca ficaria tampada. Sua tampa era o lugar da expiação. Ali, entre os querubins de ouro, o Senhor viria ao encontro com Moisés e falaria com ele, dando-lhe Seus mandamentos para Israel.
A mesa também era do mesmo material. Também com varas para ser carregada. Sobre ela ficariam os pães da presença. Diante do Senhor o tempo todo.
O candelabro seria todo detalhado, com sete lâmpadas posicionadas de modo que refletissem a luz para a frente. Não para os lados ou para trás. Para frente.
O tabernáculo deveria ter dez cortinas de linho finamente tecido. Bordado com habilidade. Todas as cortinas exatamente do mesmo tamanho.
Por cima dessas cortinas de linho, haveria outras cortinas. De pelo de cabra. Elas cobririam e protegeriam o tabernáculo. Todas exatamente iguais.
As armações do tabernáculo deviam ser idênticas. Com bases. Para que as hastes se encaixassem firmemente em suas bases.
No interior do tabernáculo haveria outra cortina. Uma cortina especial. De linho finamente tecido. Bordada com habilidade.A arca da aliança ficaria atrás dessa cortina. Ela separaria o lugar santo do lugar santíssimo.
Uma outra cortina ficaria na entrada da tenda. Também de linho finamente tecido. Artisticamente bordada. Com fios de tecido azul, roxo e vermelho.
O altar também seria de madeira de acácia. Quadrado. Com chifres nas pontas. Revestido de bronze.
Seriam feitos baldes para recolher as cinzas, pás, bacias, garfos para a carne e braseiros. Tudo de bronze. Varas também seriam passadas por argolas, para seu transporte. Não haveria cinzas sujando o chão. Seriam recolhidas.
O pátio também seria feito com cortinas de linho finamente tecido. Idênticas. Penduradas em vinte colunas apoiadas firmemente, em vinte bases de bronze.
Na entrada do pátio, uma cortina também de linho fino, enfeitada com lindos bordados de fio azul, roxo e vermelho. Pendurada em quatro colunas. Cada uma firmemente apoiada em sua própria base.
O óleo puro de oliva era para a iluminação. O candelabro ficaria na tenda do encontro. Do lado de fora da cortina interna que protegia a arca da aliança. Sempre com suas lâmpadas acesas.
Era obrigação de Arão e seus filhos que as lâmpadas permanecessem acesas na presença do Senhor, à noite toda. Uma lei permanente para o povo de Israel. De geração em geração.
Percebeu os detalhes?
Cada peça com sua especificação completa, seu material e seu lugar. Tudo muito caprichado. Muito lindo. Muito limpo. Muito organizado. Feito por pessoas hábeis.
Colunas firmes. Apoiadas em suas próprias bases. Lâmpadas que apontavam para a frente. E que nunca poderiam ser apagadas.
Que nossas vidas sejam assim!
Quem olha para nós pode ver as cortinas de cabra. Mas por dentro, que sejam cortinas de linho fino, bordadas lindamente, com habilidade. Que nosso interior seja revestido de ouro. Que tudo esteja limpo e organizado. Pelo Senhor. Conforme Seu modelo.
Que nossas lâmpadas jamais se apaguem. Que nosso pão esteja diante dele, o tempo todo.
Que não aceitemos outro modelo. Que não modifiquemos o modelo. Que tudo seja apenas conforme o modelo do Senhor.
Seu modelo é o único legítimo. Outro não é.
Nossa leitura termina aqui.
Espero você amanhã. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Êxodo.
Nas últimas postagens vimos o Senhor apresentar Seus decretos para Israel. De assuntos práticos da vida diária de uma nação que se inicia. Leis sobre a escravidão, reparação de danos pessoais, proteção à propriedade, responsabilidades gerais e à prática imparcial da justiça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Foram estabelecidas três feitas anuais. O Senhor prometeu Sua presença no meio do povo. E Israel aceitou Sua aliança, dizendo que O obedeceria em tudo.
Depois Moisés subiu ao monte. Aguardou seis dias, até que o Senhor o chamou do meio da escuridão.
Lembra de Noé? Ficou na arca sete dias esperando a chuva. Moisés sobe ao monte e aguarda seis dias, até que o Senhor o chame. Precisamos aprender a esperar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
Quando o Senhor o chamou, ele sumiu nas nuvens. Ficou lá durante quarenta dias. E quarenta noites. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-241-18.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Êxodo. Apenas uma postagem.
O Senhor disse a Moisés que deveria pedir uma oferta ao povo de Israel. Mas aceitaria apenas as ofertas que fossem doadas de todo coração. Era necessário que o povo se dispusesse a doar. Não fosse convencido a doar. Muito menos, forçado.
Uma lista foi feita. Era para a construção do tabernáculo.
O Senhor desejava habitar no meio do povo.
A seguir, o Senhor lhe mostrou o modelo do tabernáculo e das peças que o compunham. Cada detalhe.
Não leia divagando. Preste atenção. Tudo deveria ser feito como o modelo mostrado a Moisés. Exatamente como o modelo.
Moisés não ia adaptar nada para agradar alguém. Não ia adaptar para receber mais ofertas ou para ser aceito por determinada família influente. Nada. Era para ser exatamente como o modelo que lhe foi mostrado. Em detalhes.
O Senhor começa falando da arca da aliança. Ela seria feita de madeira de acácia. E revestida com ouro puro. Por dentro e por fora. Deveria ter varas para transportá-la. Porque ninguém podia tocar na arca.
A arca ficaria tampada. Sua tampa era o lugar da expiação. Ali, entre os querubins de ouro, o Senhor viria ao encontro com Moisés e falaria com ele, dando-lhe Seus mandamentos para Israel.
A mesa também era do mesmo material. Também com varas para ser carregada. Sobre ela ficariam os pães da presença. Diante do Senhor o tempo todo.
O candelabro seria todo detalhado, com sete lâmpadas posicionadas de modo que refletissem a luz para a frente. Não para os lados ou para trás. Para frente.
O tabernáculo deveria ter dez cortinas de linho finamente tecido. Bordado com habilidade. Todas as cortinas exatamente do mesmo tamanho.
Por cima dessas cortinas de linho, haveria outras cortinas. De pelo de cabra. Elas cobririam e protegeriam o tabernáculo. Todas exatamente iguais.
As armações do tabernáculo deviam ser idênticas. Com bases. Para que as hastes se encaixassem firmemente em suas bases.
No interior do tabernáculo haveria outra cortina. Uma cortina especial. De linho finamente tecido. Bordada com habilidade.A arca da aliança ficaria atrás dessa cortina. Ela separaria o lugar santo do lugar santíssimo.
Uma outra cortina ficaria na entrada da tenda. Também de linho finamente tecido. Artisticamente bordada. Com fios de tecido azul, roxo e vermelho.
O altar também seria de madeira de acácia. Quadrado. Com chifres nas pontas. Revestido de bronze.
Seriam feitos baldes para recolher as cinzas, pás, bacias, garfos para a carne e braseiros. Tudo de bronze. Varas também seriam passadas por argolas, para seu transporte. Não haveria cinzas sujando o chão. Seriam recolhidas.
O pátio também seria feito com cortinas de linho finamente tecido. Idênticas. Penduradas em vinte colunas apoiadas firmemente, em vinte bases de bronze.
Na entrada do pátio, uma cortina também de linho fino, enfeitada com lindos bordados de fio azul, roxo e vermelho. Pendurada em quatro colunas. Cada uma firmemente apoiada em sua própria base.
O óleo puro de oliva era para a iluminação. O candelabro ficaria na tenda do encontro. Do lado de fora da cortina interna que protegia a arca da aliança. Sempre com suas lâmpadas acesas.
Era obrigação de Arão e seus filhos que as lâmpadas permanecessem acesas na presença do Senhor, à noite toda. Uma lei permanente para o povo de Israel. De geração em geração.
Percebeu os detalhes?
Cada peça com sua especificação completa, seu material e seu lugar. Tudo muito caprichado. Muito lindo. Muito limpo. Muito organizado. Feito por pessoas hábeis.
Colunas firmes. Apoiadas em suas próprias bases. Lâmpadas que apontavam para a frente. E que nunca poderiam ser apagadas.
Que nossas vidas sejam assim!
Quem olha para nós pode ver as cortinas de cabra. Mas por dentro, que sejam cortinas de linho fino, bordadas lindamente, com habilidade. Que nosso interior seja revestido de ouro. Que tudo esteja limpo e organizado. Pelo Senhor. Conforme Seu modelo.
Que nossas lâmpadas jamais se apaguem. Que nosso pão esteja diante dele, o tempo todo.
Que não aceitemos outro modelo. Que não modifiquemos o modelo. Que tudo seja apenas conforme o modelo do Senhor.
Seu modelo é o único legítimo. Outro não é.
Nossa leitura termina aqui.
Espero você amanhã. Até lá.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Êxodo 13.1-22
Leitura do dia 19/01.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Êxodo 5.1-23
Leitura do dia 17/01.
Na postagem anterior, vimos o povo de Israel prostrar a adorar ao Senhor por terem ouvido que o Senhor se importava com eles e tinha visto seu sofrimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-418-31.html
Agora, continuaremos através do capítulo cinco.
Moisés e Arão foram ver Faraó. Entregaram-lhe a mensagem. Faraó respondeu que não conhecia o Senhor. Quem era o Senhor para que lhe desse ouvidos? Não deixaria o povo ir.
Os supervisores foram até Faraó para dizer que não havia condições de cumprir o mesmo prazo sem a palha. A resposta de Faraó foi que eles eram preguiçosos, por isso ficavam pedindo para ir ao deserto.
Quando os supervisores perceberam que teriam que continuar entregando a mesma quantidade de tijolos tendo que ir atrás da palha, viram que estavam em sérios apuros.
Ao encontrar Moisés e Arão disseram que o Senhor os julgasse. Eles dois haviam colocado uma espada nas mãos dos egípcios, dando-lhes uma desculpa para matá-los. Como se o que passavam diariamente fosse pouco.
Moisés voltou-se ao Senhor. Questionou porque o Senhor havia trazido aquela desgraça para Seu povo. E porque o Senhor o enviara. Afinal, desde que se apresentara como porta-voz do Senhor, Faraó passou a tratar Seu povo com ainda mais crueldade e o Senhor não fez coisa alguma para libertá-lo.
Assim termina o capítulo cinco de Êxodo. O Senhor está de braços cruzados? Ele responderá? Como?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos o povo de Israel prostrar a adorar ao Senhor por terem ouvido que o Senhor se importava com eles e tinha visto seu sofrimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-418-31.html
Agora, continuaremos através do capítulo cinco.
Moisés e Arão foram ver Faraó. Entregaram-lhe a mensagem. Faraó respondeu que não conhecia o Senhor. Quem era o Senhor para que lhe desse ouvidos? Não deixaria o povo ir.
Os supervisores foram até Faraó para dizer que não havia condições de cumprir o mesmo prazo sem a palha. A resposta de Faraó foi que eles eram preguiçosos, por isso ficavam pedindo para ir ao deserto.
Quando os supervisores perceberam que teriam que continuar entregando a mesma quantidade de tijolos tendo que ir atrás da palha, viram que estavam em sérios apuros.
Ao encontrar Moisés e Arão disseram que o Senhor os julgasse. Eles dois haviam colocado uma espada nas mãos dos egípcios, dando-lhes uma desculpa para matá-los. Como se o que passavam diariamente fosse pouco.
Moisés voltou-se ao Senhor. Questionou porque o Senhor havia trazido aquela desgraça para Seu povo. E porque o Senhor o enviara. Afinal, desde que se apresentara como porta-voz do Senhor, Faraó passou a tratar Seu povo com ainda mais crueldade e o Senhor não fez coisa alguma para libertá-lo.
Assim termina o capítulo cinco de Êxodo. O Senhor está de braços cruzados? Ele responderá? Como?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Êxodo 1.1-22
Nas postagens anteriores vimos os últimos três capítulos de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-491-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O livro acaba com a morte de José, que fez sua família prometer levar seus ossos à Canaã, quando o Senhor os levasse de volta para a terra prometida solenemente a Abraão, Isaque e Jacó.
Nos próximos dias, caminharemos pelas páginas do livro de Êxodo, que significa “saída”.
O livro começa nos contando que o tempo passou, José e seus irmãos morreram. Toda aquela geração chegou ao fim. Seus descendentes tiveram muitos filhos. Multiplicaram-se muito. Fortaleceram e encheram a terra.
Então, sentou-se no trono do Egito um Faraó que não sabia coisa alguma sobre José. Ele temia o povo de Israel. Eram mais fortes e numerosos que os egípcios. Tinha medo de que, em uma guerra, unissem suas forças aos inimigos e os derrotassem.
Os egípcios nomearam capatazes sobre os israelitas. Foram obrigados, sob opressão, a construir as cidades de Pitom e Ramessés. Eram cidades que serviam de centros de armazenagem.
Mas acontecia algo que fugia ao poder de Faraó. Quando mais os israelitas eram oprimidos, mais se multiplicavam e mais preocupavam Faraó e seu povo. Assim, os egípcios passaram a oprimí-los cada vez mais, com crueldade, obrigando-os a trabalhos forçados.
Os egípcios tornaram a vida dos israelitas amarga. Eles os obrigaram a preparar argamassa, produzir tijolos e fazer todo o trabalho no campo. Eram exigentes e cruéis em suas exigências.
Como não paravam de crescer, apesar de toda crueldade imposta, Faraó ordenou às parteiras israelitas que toda criança do sexto masculino que nascesse fosse morta. Só as mulheres deveriam deixar viver.
As parteiras eram tementes ao Senhor e não obedeceram. Afinal, importa antes obedecer ao Senhor do que aos homens, mesmo esse homem sendo o rei da nação mais poderosa conhecida à época.
Quando Faraó questionou porque não estavam obedecendo, responderam que as mulheres israelitas eram fortes. Quando chegavam para ajudar o trabalho de parto, a criança já havia nascido. Não havia mais o que fazer.
O Senhor se agradou das parteiras e as retribuiu, dando-lhes suas próprias famílias.
Quanto aos israelitas, continuaram a multiplicar-se e tornaram-se cada vez mais fortes.
Como percebeu que não teria a contribuição de nenhum israelita, Faraó ordenou ao seu povo que lançassem as crianças do sexo masculino no rio. Que deixassem apenas as meninas viver.
O capítulo um de Êxodo termina aqui.
Continuamos na próxima postagem. Até breve.
sábado, 29 de dezembro de 2018
Uma grande aventura nos espera em 2019
Venha caminhar conosco através das maravilhosas páginas da Bíblia. Não, ela não é um livro ultrapassado. É atual. Fala dos dias passados, é verdade, mas fala dos dias de hoje e dos que ainda nem chegaram.
Gaste apenas um pouquinho do seu tempo. Todos os dias. Será o tempo mais precioso de seu dia.
Conhecer novas histórias. Rever outras. Reaprender.
A Bíblia é viva. Sempre há algo novo para ser aprendido.
É tesouro. Sempre há algo para ser descoberto.
É alimento. Sempre algo delicioso para nos nutrir.
Leremos juntos. Aprendendo, reaprendendo, apreendendo, memorizando.
Não serão estudos teológicos e sim leituras. Como quando você conhece alguém e realmente começa a enxergá-lo. Até aprender quem ele, de fato é.
Uma caminhada verdadeiramente deliciosa.
O Espírito do Senhor será nosso maravilhoso Professor!
Faça seu tempo e seus dias valerem!
A seguir, copio um “Plano de Leitura da Bíblia em um Ano”, apenas o mês de janeiro. Vamos lá.
Nossa aventura vai começar. Faltam apenas quatro dias.
Em janeiro leremos de Gênesis 1 a Levítico 14. Muitas aventuras nos esperam.
Dia 1 – Gênesis 1-3; Dia 2 – Gênesis 4-7; Dia 3 – Gênesis 8-10; Dia 4 – Gênesis 11-14
Dia 5 – Gênesis 15-17; Dia 6 – Gênesis 16-20; Dia 7 – Gênesis 21-24; Dia 8 – Gênesis 25-27
Dia 9 – Gênesis 28-31; Dia 10 – Gênesis 32-34; Dia 11 – Gênesis 35-37; Dia 12 – Gênesis 38-41
Dia 13 – Gênesis 42-44; Dia 14 – Gênesis 45-47; Dia 15 – Gênesis 48-50; Dia 16 – Êxodo 1-3
Dia 17 – Êxodo 4-6; Dia 18 – Êxodo 7-10; Dia 19 – Êxodo 11-13; Dia 20 – Êxodo 14-17
Dia 21 – Êxodo 18-20; Dia 22 – Êxodo 21-24; Dia 23 – Êxodo 25-27; Dia 24 – Êxodo 28-31
Dia 25 – Êxodo 32-34; Dia 26 – Êxodo 35-37; Dia 27 – Êxodo 38-40; Dia 28 – Levítico 1-3
Dia 29 – Levítico 4-7; Dia 30 – Levítico 8-10; Dia 31 – Levítico 11-14
Conto com você!
Gaste apenas um pouquinho do seu tempo. Todos os dias. Será o tempo mais precioso de seu dia.
Conhecer novas histórias. Rever outras. Reaprender.
A Bíblia é viva. Sempre há algo novo para ser aprendido.
É tesouro. Sempre há algo para ser descoberto.
É alimento. Sempre algo delicioso para nos nutrir.
Leremos juntos. Aprendendo, reaprendendo, apreendendo, memorizando.
Não serão estudos teológicos e sim leituras. Como quando você conhece alguém e realmente começa a enxergá-lo. Até aprender quem ele, de fato é.
Uma caminhada verdadeiramente deliciosa.
O Espírito do Senhor será nosso maravilhoso Professor!
Faça seu tempo e seus dias valerem!
A seguir, copio um “Plano de Leitura da Bíblia em um Ano”, apenas o mês de janeiro. Vamos lá.
Nossa aventura vai começar. Faltam apenas quatro dias.
Em janeiro leremos de Gênesis 1 a Levítico 14. Muitas aventuras nos esperam.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Em 2019 uma nova aventura nos espera!
Queridos, mais um ano chegando ao fim e um novo iniciando.
É certo que, são apenas dias após dias, mas precisamos desses marcos de dias, meses e anos.
Quantas coisas conseguimos realizar do que planejamos?
Bem, é hora de olhar para cima e para frente e prosseguir.
Existe um alvo, no entanto, que nunca pode ser deixado de lado. Precisa ser perseguido a todo custo. A leitura diária da Palavra de Deus.
Não nos alimentamos todos os dias? Então, ela é nosso alimento. E alimento precisa ser diário.
Vamos lá. Arregace suas mangas. Pegue seus lápis, cadernos e canetas. E o mais importante, pegue sua Bíblia. Organize-se e comece um novo ano de leitura abençoada.
Venha caminhar conosco através das maravilhosas páginas da Bíblia. Não, ela não é um livro ultrapassado. É atual. Fala dos dias passados, é verdade, mas fala dos dias de hoje e dos que ainda nem chegaram.
Gaste apenas um pouquinho do seu tempo. Todos os dias. Será o tempo mais precioso de seu dia.
Conhecer novas histórias. Rever outras. Reaprender.
A Bíblia é viva. Sempre há algo novo para ser aprendido.
É tesouro. Sempre há algo para ser descoberto.
É alimento. Sempre algo delicioso para nos nutrir.
Leremos juntos. Aprendendo, reaprendendo, apreendendo, memorizando.
Não serão estudos teológicos e sim leituras. Como quando você conhece alguém e realmente começa a enxergá-lo. Até aprender quem ele, de fato é.
Uma caminhada verdadeiramente deliciosa.
O Espírito do Senhor será nosso maravilhoso Professor!
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A seguir, copio um “Plano de Leitura da Bíblia em um Ano”, apenas o mês de janeiro. Vamos lá.
Nossa aventura vai começar. Faltam apenas quatro dias.
Em janeiro leremos de Gênesis 1 a Levítico 14. Muitas aventuras nos esperam.
Dia 1 – Gênesis 1-3; Dia 2 – Gênesis 4-7; Dia 3 – Gênesis 8-10; Dia 4 – Gênesis 11-14
Dia 5 – Gênesis 15-17; Dia 6 – Gênesis 16-20; Dia 7 – Gênesis 21-24; Dia 8 – Gênesis 25-27
Dia 9 – Gênesis 28-31; Dia 10 – Gênesis 32-34; Dia 11 – Gênesis 35-37; Dia 12 – Gênesis 38-41
Dia 13 – Gênesis 42-44; Dia 14 – Gênesis 45-47; Dia 15 – Gênesis 48-50; Dia 16 – Êxodo 1-3
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Dia 25 – Êxodo 32-34; Dia 26 – Êxodo 35-37; Dia 27 – Êxodo 38-40; Dia 28 – Levítico 1-3
Dia 29 – Levítico 4-7; Dia 30 – Levítico 8-10; Dia 31 – Levítico 11-14
Conto com você!
É certo que, são apenas dias após dias, mas precisamos desses marcos de dias, meses e anos.
Quantas coisas conseguimos realizar do que planejamos?
Bem, é hora de olhar para cima e para frente e prosseguir.
Existe um alvo, no entanto, que nunca pode ser deixado de lado. Precisa ser perseguido a todo custo. A leitura diária da Palavra de Deus.
Não nos alimentamos todos os dias? Então, ela é nosso alimento. E alimento precisa ser diário.
Vamos lá. Arregace suas mangas. Pegue seus lápis, cadernos e canetas. E o mais importante, pegue sua Bíblia. Organize-se e comece um novo ano de leitura abençoada.
Venha caminhar conosco através das maravilhosas páginas da Bíblia. Não, ela não é um livro ultrapassado. É atual. Fala dos dias passados, é verdade, mas fala dos dias de hoje e dos que ainda nem chegaram.
Gaste apenas um pouquinho do seu tempo. Todos os dias. Será o tempo mais precioso de seu dia.
Conhecer novas histórias. Rever outras. Reaprender.
A Bíblia é viva. Sempre há algo novo para ser aprendido.
É tesouro. Sempre há algo para ser descoberto.
É alimento. Sempre algo delicioso para nos nutrir.
Leremos juntos. Aprendendo, reaprendendo, apreendendo, memorizando.
Não serão estudos teológicos e sim leituras. Como quando você conhece alguém e realmente começa a enxergá-lo. Até aprender quem ele, de fato é.
Uma caminhada verdadeiramente deliciosa.
O Espírito do Senhor será nosso maravilhoso Professor!
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A seguir, copio um “Plano de Leitura da Bíblia em um Ano”, apenas o mês de janeiro. Vamos lá.
Nossa aventura vai começar. Faltam apenas quatro dias.
Em janeiro leremos de Gênesis 1 a Levítico 14. Muitas aventuras nos esperam.
Dia 1 – Gênesis 1-3; Dia 2 – Gênesis 4-7; Dia 3 – Gênesis 8-10; Dia 4 – Gênesis 11-14
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domingo, 19 de agosto de 2018
Começando um novo caminhar
Olá, pronto para nossa nova caminhada?
Bíblia aberta em 1 Reis? Então, espere.
Antes gostaria de fazer um retrospecto para entrarmos em Reis sabendo o que aconteceu antes.
Vamos lá?
Se quiser saber mais um pouco, ou relembrar com mais detalhes, ou ver através dos meus olhos, aproveite os links abaixo.
Gênesis nos conta que o povo de Israel desceu ao Egito no tempo de muita fome em todas as terras.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Nesta época o Senhor havia colocado José, chamado de Safenate-Panea como vice-governador do Egito. Israel permaneceu no Egito durante aproximadamente quatrocentos anos. Ali, tornaram-se escravos.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
Êxodo nos conta sobre o nascimento de Moisés. Seus pais pertenciam à tribo de Levi. Ele foi usado pelo Senhor, para libertar Israel do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Por causa da rebelião e murmuração de Israel, a jornada que levaria alguns meses, levou quarenta anos. Até que toda a geração de adultos, saída do Egito, morresse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/pouco-antes-de-moises-morrer-e-o-povo.html
Moisés morreu antes de entrar na terra prometida. Não respeitou a santidade do Senhor. Que tenhamos muito cuidado!
O livro de Josué nos conta que o Senhor instalou o povo em sua terra, mas eles tiveram que lutar para tomar posse dela. Foi Josué quem os levou à terra prometida. O povo serviu ao Senhor durante sua vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/conquistando-o-que-foi-prometido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/obediencia-e-chave.html
Depois que Josué morreu, o Senhor levantou alguns juízes para liderar Israel. Podemos ler isso no livro de Juízes. Nessa época, Israel vivia como uma gangorra. Volta e meia se afastavam do Senhor. Ele os deixava por conta própria. Eram oprimidos. Clamavam. O Senhor levantava um juiz. Eram libertados. Se afastavam do Senhor. E assim ficaram nesse círculo vicioso, durante um longo período.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/vamos-voltar-gideao-capitulos-6-e-7-de.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/a-ultima-vez-que-o-vimos-gideao-estava.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/ainda-falando-sobre-as-estrategias-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
Até que surge Samuel. 1 Samuel nos conta sobre seu nascimento. Ele julgava Israel. Também era da tribo de Levi.
Houve um momento em que Israel não quis ser “diferente”. Não lhes interessava mais ser uma “nação peculiar”. Queriam ser iguais às outras nações. Pediram um rei. Samuel lhes lembrou de todos os deveres e direitos de um rei. Ainda assim, continuaram com esse desejo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
O Senhor escolheu Saul para ser o primeiro rei de Israel. Era da tribo de Benjamim. Samuel gostou da escolha. O povo gostou da escolha. Não sei você, eu gostei muito da escolha. Afinal, ele era mais alto que todos os homens de Israel. Os homens mais altos de Israel não passavam de seus ombros. Isso é que é um rei de boa aparência. Ah, mas nem só de boa aparência vive um rei.
Saul amou muito a aprovação dos homens. Gostou de ser adulado. E foi se afastando do Senhor. Não lhe interessava mais Sua aprovação e sim a aprovação do povo. Até que o Senhor o reprovou completamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Então, num cenário de vergonha, quando um rei lindo, alto e valente, com um exército também poderoso e valente, treme de medo, surge meu personagem preferido (depois do Senhor é claro). No início um simples pastor, esquecido até por seu pai. Tornou-se um soldado valoroso. E depois um rei. Sem nunca ter deixado sua essência de adorador.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/davi-meu-preferido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html
Davi, um homem com grande paixão, erros trágicos e acertos benditos, mas um homem com o coração segundo o coração de Deus. Amado do Senhor (e meu).
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/03/nata-sua-obediencia-e-coragem.html
Seu relacionamento com o Senhor foi tal que Ele lhe prometeu que, se seus filhos andassem em Seus caminhos, nunca faltaria alguém no trono de Israel que fosse descendente de Davi. E, ainda que os filhos de Davi não cumprissem sua parte na aliança, o Senhor cumpriu. Jesus, o Rei Eterno, é descendente de Davi. Não é lindo? O Senhor sempre cumpre Sua parte. Sempre cumpre Suas promessas.
1 e 2 Samuel nos conta a história desses dois primeiros reis de Israel. Saul e Davi.
Preste atenção na vida e nas escolhas desses dois homens. Penso que a cada dia precisamos decidir qual dos dois seremos.
Então, de posse de todas essas informações, vamos finalmente abrir nossas Bíblias em 1 Reis.
Por favor, não acredite em tudo que escrevo. Seja nobre. Confira com a Palavra se é ou não realmente assim, faça como os homens de Beréia:
“Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, porquanto, receberam a mensagem com vívido interesse, e dedicaram-se ao estudo diário das Escrituras, com o propósito de avaliar se tudo correspondia à verdade.” – Atos 17.11
É assim que devemos ser.
1 Reis começa relatando a velhice de Davi. Estava com a idade muito avançada. Por mais que lhe agasalhassem, seu corpo não se aquecia. Se você convive com um idoso, sabe que é assim. Quantas vezes estou de vestido e minha mãezinha de casaco!
Naquela época havia um costume. Seus servos sugeriram que Davi seguisse esse costume.
Que encontrassem uma jovem virgem que cuidasse do rei. Ela dormiria com ele. Para que seu corpo o aquecesse. Eles encontraram uma bela jovem chamada Abisague, sunamita. Era muito linda e dedicada. Cuidava e servia o rei. Mas o rei não manteve relações sexuais com ela.
Era hora do rei nomear seu sucessor. Seu tempo estava terminando. E, como histórias de reinos sempre tem confusões, traições e ambições envolvidas, essa não será diferente. A Bíblia é um livro de homens e mulheres de verdade, de carne e osso, como você e eu.
Um dos filhos de Davi, chamado Adonias, começou a dizer que seria seu sucessor. E agora? O próprio Senhor havia dito que Salomão seria sucessor de Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
Será? Amanhã veremos.
Espero você.
Bíblia aberta em 1 Reis? Então, espere.
Antes gostaria de fazer um retrospecto para entrarmos em Reis sabendo o que aconteceu antes.
Vamos lá?
Se quiser saber mais um pouco, ou relembrar com mais detalhes, ou ver através dos meus olhos, aproveite os links abaixo.
Gênesis nos conta que o povo de Israel desceu ao Egito no tempo de muita fome em todas as terras.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Nesta época o Senhor havia colocado José, chamado de Safenate-Panea como vice-governador do Egito. Israel permaneceu no Egito durante aproximadamente quatrocentos anos. Ali, tornaram-se escravos.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
Êxodo nos conta sobre o nascimento de Moisés. Seus pais pertenciam à tribo de Levi. Ele foi usado pelo Senhor, para libertar Israel do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Por causa da rebelião e murmuração de Israel, a jornada que levaria alguns meses, levou quarenta anos. Até que toda a geração de adultos, saída do Egito, morresse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/pouco-antes-de-moises-morrer-e-o-povo.html
Moisés morreu antes de entrar na terra prometida. Não respeitou a santidade do Senhor. Que tenhamos muito cuidado!
O livro de Josué nos conta que o Senhor instalou o povo em sua terra, mas eles tiveram que lutar para tomar posse dela. Foi Josué quem os levou à terra prometida. O povo serviu ao Senhor durante sua vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/conquistando-o-que-foi-prometido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/obediencia-e-chave.html
Depois que Josué morreu, o Senhor levantou alguns juízes para liderar Israel. Podemos ler isso no livro de Juízes. Nessa época, Israel vivia como uma gangorra. Volta e meia se afastavam do Senhor. Ele os deixava por conta própria. Eram oprimidos. Clamavam. O Senhor levantava um juiz. Eram libertados. Se afastavam do Senhor. E assim ficaram nesse círculo vicioso, durante um longo período.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/vamos-voltar-gideao-capitulos-6-e-7-de.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/a-ultima-vez-que-o-vimos-gideao-estava.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/ainda-falando-sobre-as-estrategias-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
Até que surge Samuel. 1 Samuel nos conta sobre seu nascimento. Ele julgava Israel. Também era da tribo de Levi.
Houve um momento em que Israel não quis ser “diferente”. Não lhes interessava mais ser uma “nação peculiar”. Queriam ser iguais às outras nações. Pediram um rei. Samuel lhes lembrou de todos os deveres e direitos de um rei. Ainda assim, continuaram com esse desejo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
O Senhor escolheu Saul para ser o primeiro rei de Israel. Era da tribo de Benjamim. Samuel gostou da escolha. O povo gostou da escolha. Não sei você, eu gostei muito da escolha. Afinal, ele era mais alto que todos os homens de Israel. Os homens mais altos de Israel não passavam de seus ombros. Isso é que é um rei de boa aparência. Ah, mas nem só de boa aparência vive um rei.
Saul amou muito a aprovação dos homens. Gostou de ser adulado. E foi se afastando do Senhor. Não lhe interessava mais Sua aprovação e sim a aprovação do povo. Até que o Senhor o reprovou completamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Então, num cenário de vergonha, quando um rei lindo, alto e valente, com um exército também poderoso e valente, treme de medo, surge meu personagem preferido (depois do Senhor é claro). No início um simples pastor, esquecido até por seu pai. Tornou-se um soldado valoroso. E depois um rei. Sem nunca ter deixado sua essência de adorador.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/davi-meu-preferido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html
Davi, um homem com grande paixão, erros trágicos e acertos benditos, mas um homem com o coração segundo o coração de Deus. Amado do Senhor (e meu).
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/03/nata-sua-obediencia-e-coragem.html
Seu relacionamento com o Senhor foi tal que Ele lhe prometeu que, se seus filhos andassem em Seus caminhos, nunca faltaria alguém no trono de Israel que fosse descendente de Davi. E, ainda que os filhos de Davi não cumprissem sua parte na aliança, o Senhor cumpriu. Jesus, o Rei Eterno, é descendente de Davi. Não é lindo? O Senhor sempre cumpre Sua parte. Sempre cumpre Suas promessas.
1 e 2 Samuel nos conta a história desses dois primeiros reis de Israel. Saul e Davi.
Preste atenção na vida e nas escolhas desses dois homens. Penso que a cada dia precisamos decidir qual dos dois seremos.
Então, de posse de todas essas informações, vamos finalmente abrir nossas Bíblias em 1 Reis.
Por favor, não acredite em tudo que escrevo. Seja nobre. Confira com a Palavra se é ou não realmente assim, faça como os homens de Beréia:
“Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, porquanto, receberam a mensagem com vívido interesse, e dedicaram-se ao estudo diário das Escrituras, com o propósito de avaliar se tudo correspondia à verdade.” – Atos 17.11
É assim que devemos ser.
1 Reis começa relatando a velhice de Davi. Estava com a idade muito avançada. Por mais que lhe agasalhassem, seu corpo não se aquecia. Se você convive com um idoso, sabe que é assim. Quantas vezes estou de vestido e minha mãezinha de casaco!
Naquela época havia um costume. Seus servos sugeriram que Davi seguisse esse costume.
Que encontrassem uma jovem virgem que cuidasse do rei. Ela dormiria com ele. Para que seu corpo o aquecesse. Eles encontraram uma bela jovem chamada Abisague, sunamita. Era muito linda e dedicada. Cuidava e servia o rei. Mas o rei não manteve relações sexuais com ela.
Era hora do rei nomear seu sucessor. Seu tempo estava terminando. E, como histórias de reinos sempre tem confusões, traições e ambições envolvidas, essa não será diferente. A Bíblia é um livro de homens e mulheres de verdade, de carne e osso, como você e eu.
Um dos filhos de Davi, chamado Adonias, começou a dizer que seria seu sucessor. E agora? O próprio Senhor havia dito que Salomão seria sucessor de Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
Será? Amanhã veremos.
Espero você.
domingo, 15 de janeiro de 2017
A Escola Secreta
“Muito tempo depois morreu o rei do Egito. Os israelitas gemiam e clamavam debaixo da escravidão e o seu clamor subiu até Deus. Ouviu Deus o lamento deles e lembrou-se da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Deus olhou para os israelitas e viu a situação deles.” – Êxodo 2.23-25
Olha a palavra aí novamente, “Deus lembrou-se”. Como se fosse possível Deus esquecer! Mas é aquela lembrança que muda as situações. Deus "olhou" e "viu". Ele atentou para o que estava acontecendo. E começou a agir. Será?
Na verdade, já estava agindo em secreto, sem que ninguém visse. Muito tempo antes dessa frase.
Volte alguns versículos. Volte ao começo do capítulo 2 de Êxodo. Moisés nasce. É escondido. Durante três meses. Depois desse tempo, não havia mais como escondê-lo. Então, sua mãe o coloca em uma cesta e o deixa no Nilo. Não há mais o que fazer. Se o Senhor tiver algum propósito com aquele menino, lindo, que foi escondido durante três meses, será o Senhor que terá que fazer algo.
E Ele o faz.
O menino é encontrado pela filha do faraó. Ela se compadece. E ele é levado para ser criado por sua própria mãe. Deus e suas surpresas. Além de ter o menino de volta, sua mãe recebe um salário para cuidar dele.
O tempo passa. Moisés é levado à filha do faraó, que o adota como seu filho. É criado como um egípcio. Como ninguém nada menos que um neto de faraó. Mora no palácio. É visto como um egípcio. Não sabe o que é escravidão.
Quando adulto vai até seus irmãos. Vê um egípcio maltratando um hebreu. Toma suas dores. Olha para um lado e para o outro. Não vê ninguém. E mata o egípcio.
Mas sempre há alguém. E Moisés foi observado. Faraó procurou matá-lo, percebendo a ameaça que se tornara. Moisés então foge para o deserto. Ali, novamente é identificado como um egípcio. Era alguém sem identidade. Nascido hebreu. Criado egípcio. Havia um faraó morando dentro dele. Um faraó que precisava ser dominado. E que precisava morrer.
Fico imaginando nosso inimigo vendo tudo aquilo. Um bebê que foi resgatado. Que foi criado como filho da filha de faraó. Um grande perigo. Deus está, com certeza, “tramando alguma”. Enfim, comete um assassinato. É afastado de cena. Abandonou o palco. Agora no deserto. Sozinho. Pastoreando o rebanho de seu sogro Jetro. Insignificante. Não apresenta mais perigo. Acabou sua história. Até que havia começado bem interessante, mas acabou.
Ah, como o inimigo estava enganado. Aqueles anos no deserto forjaram Moisés. O faraó que havia dentro dele morreu. O homem que fazia justiça com as próprias mãos, que não esperava para agir, que acreditava estar acima da lei, foi deposto e morto. No lugar, um pastor, que conhecia o deserto como ninguém. E que cuidava e se importava com um rebanho. Em secreto, o Deus que não esquece, estava preparando Moisés para libertar o Seu povo do Egito. Mas Ele não queria um herdeiro de faraó. Ele queria um pastor. Ele não podia contar com um homem cheio de orgulho. Ele precisava contar com um homem que perdeu. Que perdeu posição e riqueza. Que não era mais lembrado. Alguém que sequer era mencionado “nas rodas sociais” do Egito. Que não era mais um egípcio. Um homem que aprendera a se curvar.
Então, quando faraó dentro dele é morto, o Senhor se apresenta. E lhe diz que o está enviando ao Egito para tirar Seu povo de lá, libertá-lo da escravidão. Deus se revela a Moisés e lhe revela a sua própria identidade. Ele não era um egípcio. Era um libertador.
E quando Deus finalmente “se lembra”, tudo está no seu devido lugar. Tudo devidamente e minuciosamente preparado. Nos mínimos detalhes, como Ele gosta.
O personagem principal, aquele com quem Ele vai contar e a quem Ele usará, está pronto. Passou pelo treinamento do deserto. E quando ninguém mais se lembrava dele, quando achavam que estava fora de cena para sempre, Moisés volta ao Egito. Mas agora, não é mais um egípcio. Ou alguém sem identidade. Ele é Moisés, o homem de Deus.
Aquele que havia sido um assassino, agora é o homem mais manso da terra. Lembre-se que mansidão significa "força sob controle".
Como é linda a maneira que Deus trabalha. Em secreto. Em segredo. Sabendo exatamente o que está fazendo. Sabendo exatamente como.
O povo de Israel gemia. E o Senhor agia. Sem ninguém perceber. Treinando um líder para libertar e liderar Israel.
E, à semelhança das águas baixando quando o Senhor “se lembrou” de Noé, aqui em Êxodo, podemos perceber todo um processo desde antes do Senhor “se lembrar”, até o povo de fato sair do Egito. Foram necessários dias de tribulação, sinais e aliança, até o momento das águas secarem e os israelitas atravessarem a seco o Mar Vermelho. E deixarem definitivamente o Egito para trás. E faraó afogado, morto pelas águas.
Deus nunca se esqueceu. Ele está trabalhando. Na escola secreta do deserto. Onde ninguém vê. Enquanto ninguém vê. Onde é realmente necessário. Dentro dos nossos corações. Quando as águas baixarem, estaremos prontos para conquistar a terra em Seu nome. Sabendo exatamente quem Ele é e quem nós somos.
É preciso deixar faraó morrer. Faraó não pode atravessar em seco. Ele precisa ser afogado pelas águas.
Olha a palavra aí novamente, “Deus lembrou-se”. Como se fosse possível Deus esquecer! Mas é aquela lembrança que muda as situações. Deus "olhou" e "viu". Ele atentou para o que estava acontecendo. E começou a agir. Será?
Na verdade, já estava agindo em secreto, sem que ninguém visse. Muito tempo antes dessa frase.
Volte alguns versículos. Volte ao começo do capítulo 2 de Êxodo. Moisés nasce. É escondido. Durante três meses. Depois desse tempo, não havia mais como escondê-lo. Então, sua mãe o coloca em uma cesta e o deixa no Nilo. Não há mais o que fazer. Se o Senhor tiver algum propósito com aquele menino, lindo, que foi escondido durante três meses, será o Senhor que terá que fazer algo.
E Ele o faz.
O menino é encontrado pela filha do faraó. Ela se compadece. E ele é levado para ser criado por sua própria mãe. Deus e suas surpresas. Além de ter o menino de volta, sua mãe recebe um salário para cuidar dele.
O tempo passa. Moisés é levado à filha do faraó, que o adota como seu filho. É criado como um egípcio. Como ninguém nada menos que um neto de faraó. Mora no palácio. É visto como um egípcio. Não sabe o que é escravidão.
Quando adulto vai até seus irmãos. Vê um egípcio maltratando um hebreu. Toma suas dores. Olha para um lado e para o outro. Não vê ninguém. E mata o egípcio.
Mas sempre há alguém. E Moisés foi observado. Faraó procurou matá-lo, percebendo a ameaça que se tornara. Moisés então foge para o deserto. Ali, novamente é identificado como um egípcio. Era alguém sem identidade. Nascido hebreu. Criado egípcio. Havia um faraó morando dentro dele. Um faraó que precisava ser dominado. E que precisava morrer.
Fico imaginando nosso inimigo vendo tudo aquilo. Um bebê que foi resgatado. Que foi criado como filho da filha de faraó. Um grande perigo. Deus está, com certeza, “tramando alguma”. Enfim, comete um assassinato. É afastado de cena. Abandonou o palco. Agora no deserto. Sozinho. Pastoreando o rebanho de seu sogro Jetro. Insignificante. Não apresenta mais perigo. Acabou sua história. Até que havia começado bem interessante, mas acabou.
Ah, como o inimigo estava enganado. Aqueles anos no deserto forjaram Moisés. O faraó que havia dentro dele morreu. O homem que fazia justiça com as próprias mãos, que não esperava para agir, que acreditava estar acima da lei, foi deposto e morto. No lugar, um pastor, que conhecia o deserto como ninguém. E que cuidava e se importava com um rebanho. Em secreto, o Deus que não esquece, estava preparando Moisés para libertar o Seu povo do Egito. Mas Ele não queria um herdeiro de faraó. Ele queria um pastor. Ele não podia contar com um homem cheio de orgulho. Ele precisava contar com um homem que perdeu. Que perdeu posição e riqueza. Que não era mais lembrado. Alguém que sequer era mencionado “nas rodas sociais” do Egito. Que não era mais um egípcio. Um homem que aprendera a se curvar.
Então, quando faraó dentro dele é morto, o Senhor se apresenta. E lhe diz que o está enviando ao Egito para tirar Seu povo de lá, libertá-lo da escravidão. Deus se revela a Moisés e lhe revela a sua própria identidade. Ele não era um egípcio. Era um libertador.
E quando Deus finalmente “se lembra”, tudo está no seu devido lugar. Tudo devidamente e minuciosamente preparado. Nos mínimos detalhes, como Ele gosta.
O personagem principal, aquele com quem Ele vai contar e a quem Ele usará, está pronto. Passou pelo treinamento do deserto. E quando ninguém mais se lembrava dele, quando achavam que estava fora de cena para sempre, Moisés volta ao Egito. Mas agora, não é mais um egípcio. Ou alguém sem identidade. Ele é Moisés, o homem de Deus.
Aquele que havia sido um assassino, agora é o homem mais manso da terra. Lembre-se que mansidão significa "força sob controle".
Como é linda a maneira que Deus trabalha. Em secreto. Em segredo. Sabendo exatamente o que está fazendo. Sabendo exatamente como.
O povo de Israel gemia. E o Senhor agia. Sem ninguém perceber. Treinando um líder para libertar e liderar Israel.
E, à semelhança das águas baixando quando o Senhor “se lembrou” de Noé, aqui em Êxodo, podemos perceber todo um processo desde antes do Senhor “se lembrar”, até o povo de fato sair do Egito. Foram necessários dias de tribulação, sinais e aliança, até o momento das águas secarem e os israelitas atravessarem a seco o Mar Vermelho. E deixarem definitivamente o Egito para trás. E faraó afogado, morto pelas águas.
Deus nunca se esqueceu. Ele está trabalhando. Na escola secreta do deserto. Onde ninguém vê. Enquanto ninguém vê. Onde é realmente necessário. Dentro dos nossos corações. Quando as águas baixarem, estaremos prontos para conquistar a terra em Seu nome. Sabendo exatamente quem Ele é e quem nós somos.
É preciso deixar faraó morrer. Faraó não pode atravessar em seco. Ele precisa ser afogado pelas águas.
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