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quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 17.1-41

Leitura do dia 10/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Jeoacaz reinar em Israel. Depois, seu filho Jeoás. Eliseu fica doente. Faz um ato profético com Jeoás. Morre. Um morto encosta em seus restos mortais e ressuscita. Logo após, Amazias reina em Judá. Um novo Jeroboão reina em Israel. Uzias reina em Judá. Zacarias reina em Israel. Depois, Salum, Menaém, Pecaías e Peca. Jotão reina em Judá. Depois Acaz, que  usando o altar do Senhor como oratório para “suas adivinhações”, manda fazer outro altar para os sacrifícios. Não há mais respeito pelo Senhor, Seu altar, Sua casa.
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Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos dezessete ao dezenove.

Na primeira postagem, o capítulo dezessete.

Oséias, filho de Elá começou a reinar em Israel no décimo segundo ano de Acaz, rei de Judá. Reinou nove anos em Samaria. Não praticou o que o Senhor aprova, mas não foi tão apóstata e promíscuo como os reis antes dele. Salmaneser, rei da Assíria o atacou. Oséias tornou-se seu vassalo e lhe pagava impostos anualmente. Um dia, parou de enviar seus impostos. Salmaneser descobriu que havia mandado mensageiros a Sô, rei do Egito, para se aliar a ele. Ao descobrir, colocou-o em correntes, em uma prisão. Em seguida invadiu Israel, atacou Samaria e a sitiou por três anos.

No nono ano de seu reinado (o último), Salmaneser conquistou completamente Samaria. Levou Israel cativo. Estabeleceu o povo em Hala e junto a Habor, no rio de Gozâ e nas cidades dos medos. Claro que isso estava prestes a acontecer depois de todo pecado que os israelitas cometeram contra o Senhor.

Embora o Senhor os tivesse tirado do Egito, libertando-os da opressão de Faraó, seguiram as tradições e costumes das nações que viviam ali antes deles, as nações que o Senhor destruíra por causa de seus pecados. As mesmas que o Senhor ordenou que não imitassem. Eram o povo do Senhor, separado, escolhido.

Mas Israel adorou a outros deuses. Cometeram outras práticas pagãs que seus próprios reis introduziram. Também pecaram em secreto contra o Senhor. Construíram altares em todas as cidades, até nas torres de sentinelas. Ergueram colunas e postes para adoração em todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa. Parece que virou um “hobby”. Não podiam ver um monte alto ou uma árvore frondosa que já estavam sacrificando a algum deus.

Sacrificaram em todos os lugares altos, como as nações que o Senhor havia expulsado de diante deles. Cometeram ações que provocaram muito a ira do Senhor. Prestaram culto e adoração a ídolos, mesmo o Senhor tendo ordenado expressamente que não fizessem.

Ainda assim, o Senhor não desistiu. Advertiu Israel e Judá através das pregações dos muitos profetas e videntes. Eles ordenavam que se convertessem de seus maus caminhos e guardassem Seus mandamentos e estatutos, conforme escrito na Lei. Mas não deram ouvidos. Pelo contrário, agiram com a mesma teimosia absurda de seus antepassados que não haviam depositado toda sua confiança no Senhor.

Seguiram ídolos inúteis, tornando-se, eles mesmos, absolutamente nulos. Afinal, tornamo-nos semelhantes a quem adoramos. Ídolos inúteis geram pessoas inúteis, anuladas, nulas.

Comportaram-se exatamente como as nações pagãs ao seu redor, contaminando-se com elas, contra as ordens do Senhor. Rejeitaram todos os Seus mandamentos. Edificaram dois ídolos de metal na forma de bezerros. E um poste sagrado para Aserá. Inclinaram-se em adoração ao exército celestial. Cultuaram Baal. Sacrificaram no fogo seus próprios filhos e filhas. Praticaram adivinhação e feitiçaria. Venderam-se para fazer o mal aos olhos do Senhor, provocando, cada vez mais, sua ira.

Chegou a um ponto que o Senhor irou-se tanto contra Israel que os expulsou de Sua presença. Restou apenas a tribo de Judá. Mas, nem mesmo Judá guardou Seus mandamentos. Também seguiram os costumes pagãos que Israel vinha praticando. Por isso, o Senhor desprezou toda a linhagem de Israel e os oprimiu, entregando-os nas mãos dos invasores, até que os expulsou da Sua presença. O pecado os levou à ausência da proteção do Senhor, deixando-os à mercê de seus inimigos.

Após Salomão, o Senhor havia separado Israel da Casa de Davi. Israel havia proclamado Jeroboão, filho de Nebate, como rei, conforme o Senhor havia dito que faria. Jeroboão, porém por medo de perder o reinado, afastou Israel do Senhor e os induziu a cometer grande pecado, adorando às duas estátuas de ouro em forma de bezerro que mandara erguer nas fronteiras de Israel, para que o povo não fosse a Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html

Assim os israelitas, seguiram Jeroboão, praticando todos os pecados possíveis. Jamais se desviaram deles, até que chegou o dia em que o Senhor expulsou Israel da Sua face, como havia advertido por intermédio de Seus profetas. Israel foi banido da sua própria terra para a Assíria. Quando o livro de 2 Reis foi escrito, ainda estavam exilados lá.

A idolatria nos leva a outros pecados porque não preenche a alma humana, sedenta pelo Deus verdadeiro.

Que nossos olhos e corações estejam voltados apenas para o Senhor.

O rei da Assíria mandou Israel para lá e mandou buscar pessoas da Babilônia, Cuta, Ava, Hamate e Sefarvaim. Colocou essas pessoas na cidade de Samaria. Estabeleceu-as ali. Tomaram posse de Samaria e habitaram em suas cidades. As cidades que o Senhor havia dado a Israel como herança perpétua, agora é habitada por outro povo.

Quando se instalaram, esses povos não cultuavam o Senhor. Ele mandou leões, que estraçalharam a muitos. Eles clamaram ao rei da Assíria dizendo que não conheciam os rituais de culto e a maneira de servir “o deus daquela terra”. Sabiam que esse era o motivo dos leões ferozes que os atacaram e mataram.

O rei da Assíria mandou que levassem para lá um dos sacerdotes que havia sido exilado. Que voltasse e habitasse entre eles, ensinando-os a maneira de servir o “deus da terra”. Que responsabilidade e oportunidade esse sacerdote tem em mãos. Ele foi morar em Betel e lhes ensinou como adorar e obedecer ao Senhor.

O Senhor não é “o deus da terra”. É o Deus de toda a terra, de todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Infelizmente, essas nações não aproveitaram a oportunidade para aprender a serví-Lo. Cada nação edificou para si seus próprios deuses. Colocou-os nos templos dos montes que os samaritanos haviam construído.

Os babilônios ergueram uma estátua de Sucote-Benote. Os de Cuta, cultuaram a imagem de Nergal. Os de Hamate, Asima. Os aveus levantaram Nibaz e Tartaque (não satisfeitos com um deus apenas). Os sefarvitas chegaram a queimar seus próprios filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, que eram os deuses de Sefarvaim, sua terra.

Até temiam ao Senhor, mas um temor que não levava a nada. Completamente inútil. Nomeavam qualquer religioso que se prontificasse a lhes servir como sacerdote nos altares idólatras. Não se decidiam pelo Senhor. Temiam-no, mas também cultuavam seus próprios deuses, conforme o costume e as tradições pagãs das nações por onde tinham andado, levados cativos, ou onde nasceram.

Até os dias em que o livro de 2 Reis foi escrito, praticavam seus rituais conforme os costumes antigos.

A verdade é que não honraram nem obedeceram ao Senhor, muito menos respeitaram Seus estatutos, decretos, juízos e ordenanças. Não se comprometeram com Sua Lei, nem com Seus mandamentos. Os mandamentos ordenados aos filhos de Jacó, a quem deu o nome de Israel, quando o Senhor fez uma Aliança com eles, ordenando expressamente que não temessem outros deuses, nem os adorassem ou prestassem culto, muito menos oferecessem devoção e sacrifícios.

Essas ordenanças são para todos que desejam conhecer o Deus verdadeiro. De qualquer nação.

Os filhos de Israel deveriam temer, adorar e oferecer sacrifícios somente ao Senhor, que os libertara do Egito com grande poder e braço forte. Eram Seus estatutos, Suas normas, Sua Lei, e Seus mandamentos que o Senhor escrevera que obedeceriam, com zelo, todos os dias de suas vidas, sem esquecer da Aliança que estabelecera com eles. Confiariam somente no Senhor, assim Ele os livraria do poder de todos seus inimigos, como fez durante muito tempo.

Mas o povo não deu ouvidos à Sua Palavra. Entregaram-se à prática de todos os costumes e rituais pagãos, conforme faziam antigamente. Assim fazem seus filhos e descendentes.

Como é terrível temer ao Senhor e idolatrar outros deuses. Cria-se uma falsa ilusão de estar no Caminho, quando não é verdade. Indo de mal a pior, cada vez mais dentro de um engano. Como o Senhor havia dito: “Servindo deuses inúteis, tornaram-se eles mesmos nulos”.

Que sirvamos apenas ao Senhor. Somente assim Ele verdadeiramente será nosso Senhor e Rei. Ele não aceita outro.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 14.1-29

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.

Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.

Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.

Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!

Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?

Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.

Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.

Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.

Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.

Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.

Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.

Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.

Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.

É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.

Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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