Leitura do dia 29/04.
Na postagem anterior, vimos como Joás agiu com Zacarias, filho de Joiada que havia sido seu conselheiro e protetor. Seu coração deixou-se enganar por lisonjas, desviando-o do Caminho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-241-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e cinco.
Amazias, filho de Joás, tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e nove anos. Praticou o correto e agradável diante dos olhos do Senhor. Mas - e esse mas me deixa intrigada - não foi totalmente sincero em seu coração.
O que será que aconteceu?
Quando o reino estava sob seu total controle, mandou matar os oficiais que haviam assassinado seu pai. Não executou os filhos dos assassinos. Agiu conforme o Livro da Lei de Moisés. Como o Senhor ordenou, quando disse que os pais não morreriam em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais, mas cada um morreria por seu próprio erro e pecado.
Depois Amazias convocou Judá. Dividiu conforme as suas famílias. Nomeou comandantes de mil e chefes de cem homens. Fez isso em toda a região de Judá e Benjamim. Reuniu todos os homens com mais de vinte anos. Constatou que podia contar com trezentos mil guerreiros. Todos prontos para o serviço militar. Capazes de empunhar a lança e o escudo.
Resolveu contratar cem mil homens de Israel. Experientes em combate. Pelo valor de três toneladas e meia de prata.
Porém, um homem de Deus foi até ele e lhe advertiu. Disse-lhe que o Senhor não estava com Israel, portanto ele não deveria deixar o exército de Israel caminhar com ele. Mas, se julgasse que seria fortalecido para a guerra dessa maneira, o Senhor o faria cair diante do inimigo. Afinal, o Senhor tem todo o poder para cooperar e também para fazer cair e derrotar.
Amazias havia gasto aquelas três toneladas e meia de prata. Perguntou ao homem de Deus o que faria com essa perda. Se fosse eu, responderia que se tivesse consultado ao Senhor, antes, não teria perda alguma.
O homem de Deus prontamente respondeu que o Senhor tinha muito mais a dar. Amazias ouviu o homem de Deus. Separou as tropas de Efraim e ordenou que voltassem para sua terra.
Apesar de terem recebido a prata, sentiram-se ofendidos por não lutarem com Judá. Foram furiosos para sua terra.
Amazias, encorajado, conduziu seu povo. Foi ao Vale do Sal. Ali, com seu exército matou dez mil. Também capturou outros dez mil. Eles os conduziram ao alto de um penhasco e os atiraram de lá. Todos morreram despedaçados.
Enquanto isso, as tropas que Amazias havia mandado de volta, atacaram as cidades de Judá. Desde Samaria até Bete-Horom. Mataram três mil pessoas. Saquearam as propriedades. E levaram grande quantidade de despojos.
Então, me preparo para ler que Amazias retornou da guerra e orou ao Senhor, que lhe entregou Israel. Mas não. Não é isso que está escrito.
Amazias retornou da guerra trazendo os deuses do povo de Seir entre os despojos. Ele os estabeleceu como seus próprios deuses e protetores. Reverenciou e queimou incenso diante deles, adorando-os.
Claro que sabemos o que aconteceu em seguida. A ira do Senhor acendeu grandemente contra Amazias. O Senhor enviou um de Seus profetas, que lhe perguntou porque havia buscado os deuses de Seir, que sequer foram capazes de livrar seu próprio povo.
Enquanto o profeta ainda falava com o rei, foi interrompido. O rei perguntou-lhe quem havia feito dele seu conselheiro. Ordenou que se calasse ou morreria naquela mesma hora.
O profeta calou-se. Mas não sem antes advertí-lo, dizendo que sabia que o Senhor havia decidido destruí-lo. Primeiro porque havia adorado deuses falsos. Depois, por não dar ouvidos à advertência que ele trazia. Que coragem a desse homem!
Depois de buscar conselhos e sugestões, Amazias mandou uma mensagem a Jeoás, rei de Israel dizendo que queria encontrar-se com ele para medir forças.
Jeoás mandou responder a Amazias que este estava sendo arrogante e vaidoso por ter derrotado Edom. Que ficasse quieto em seu palácio, ou acabaria provocando uma desgraça apenas para destruir a si e a Judá.
Verdadeiramente o coração de Amazias estava cheio de arrogância e vaidade. Ele também não atendeu a essa advertência.
Por terem buscado adorar e servir às divindades de Edom, o Senhor quis entregá-lo aos seus inimigos.
Jeoás foi para a batalha contra Amazias em Bete-Semes, no território de Judá. Judá foi completamente derrotado diante do exército de Israel. Os soldados fugiram para suas casas. Os mesmos soldados que venceram Edom.
Jeoás prendeu Amazias, e o levou até Jerusalém. Lá derrubou cento e oitenta metros do muro da cidade. Desde a porta de Efraim até a porta da Esquina. Tomou posse de todo ouro, prata e objetos sagrados encontrados na Casa do Senhor. Os mesmos objetos que haviam estado sob a guarda de Obede-Edom. Tomou também os tesouros do palácio real e fez reféns.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
A partir do momento em que Amazias decidiu não obedecer ao Senhor, muitos de seus colaboradores conspiraram contra ele em Jerusalém. Se viu obrigado a fugir para Láquis. Mas Foi perseguido e assassinado. Seu corpo foi transportado de volta, a cavalo. Foi sepultado junto aos seus antepassados.
Sim, é verdade, a ruína vem logo atrás da soberba (Provérbios 16.18).
Amazias começou servindo ao Senhor. Obedeceu conselhos de um homem de Deus (que nem sabemos seu nome, embora saibamos de quem era e a quem servia). Mas quando ganhou a guerra, atribuiu a vitória a si mesmo. Não percebeu que o Senhor o abençoou para que fosse vitorioso, porque havia obedecido. Não deu-Lhe glória.
Quando a soberba entrou em seu coração, foi atraído para outros deuses. Olhou os ídolos dos filhos de Edom. E os adorou.
O Senhor mandou-lhe um profeta, para que caísse em si e voltasse para Ele. Mas seu coração, cheio de soberba e vaidade, não quis ouvir. Escolheu a apostasia.
A ruína veio quando provocou Jeoás. Foi preso. O templo saqueado. Os muros de Jerusalém destruídos. Até que foi assassinado, fora de Jerusalém. Havia começado bem. Agradando ao Senhor. Mas terminou tão mal!
Mais uma vez, lembremo-nos de Paulo. Começou mal. Perseguindo a Igreja do Senhor. Mas terminou bem. Sendo ele mesmo perseguido, por causa do Caminho. Passou a combater o bom combate, até que completou sua carreira e guardou a fé (2 Timóteo 4.7).
Sempre temos essa escolha. Que sejamos como Paulo, não como Amazias.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/logo-atras-ruina.html
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segunda-feira, 29 de abril de 2019
2 Crônicas 25.1-28
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 14.1-29
Leitura do dia 09/04.
Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.
Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.
Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.
Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!
Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?
Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.
Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.
Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.
Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.
Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.
Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.
Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.
Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.
É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.
Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/nao-va-para-qualquer-guerra.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/apostasia-em-israel.html
Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.
Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.
Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.
Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!
Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?
Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.
Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.
Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.
Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.
Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.
Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.
Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.
Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.
É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.
Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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2 Reis 13.1-25
Leitura do dia 09/04.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos Jeú matar a família de Acabe, Jezabel e os profetas de Baal. Mas, infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html
Vimos também o assassinato dos filhos de Acazias. Atalia reinando. Até que Joás assume o trono, com apenas sete anos. Ele restaurou o templo do Senhor, mas confiou em riquezas para evitar que Hazael, rei da Síria, invadisse Jerusalém. Entregou suas riquezas ao inimigo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-121-21.html
Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos treze a dezesseis.
Na primeira postagem, o capítulo treze.
Quando Joás estava em seu vigésimo terceiro ano de reinado, Jeoacaz, filho de Jeú, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, a capital. Ele reinou dezessete anos. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Como todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html
Por isso, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Por um longo tempo Ele os manteve sob o poder de Hazael, rei da Síria e de seu filho, Ben-Hadade.
Sabe o que aconteceu?
Jeoacaz buscou o favor do Senhor. E o Senhor, sempre misericordiosos, o atendeu. Ele viu todo o sofrimento que Hazael impunha sobre Israel e providenciou um salvador, que libertou Israel do jugo dos sírios. Eles puderam morar em suas tendas, como antigamente.
Mas, não se voltaram para o Senhor. Continuaram praticando os pecados que a dinastia de Jeroboão havia induzido e conduzido Israel a cometer. Além disso, obstinaram-se no erro, adorando o poste ídolo em Samaria.
O exército de Israel foi dizimado por Hazael. Restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados da infantaria.
Quando Jeoacaz morreu, foi sepultado junto a seus antepassados em Samaria e, conforme a promessa do Senhor a Jeú, o filho de Jeoacaz, Jeoás, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html
Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.
É triste vermos que em Israel, um rei sucedia ao outro e continuava andando longe dos caminhos do Senhor. Agora, um novo rei. Uma nova chance. Como agirá? Como será seu coração?
Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.
Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá. Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento. Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados. Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.
Depois de muito tempo, leremos sobre Eliseu. Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte. Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte? Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.
Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou, chorando, chamando-o de pai e dizendo que ele era como os carros de guerra e o exército de Israel. Essa afirmação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.
Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, mesmo doente, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.
Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.
Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que golpeasse o chão com elas. Jeoás as lançou ao chão e golpeou três vezes.
Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?
Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes. Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.
Depois disso, Eliseu morreu.
As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.
Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!
Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.
Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles. Por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.
Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos Jeú matar a família de Acabe, Jezabel e os profetas de Baal. Mas, infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão.
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Vimos também o assassinato dos filhos de Acazias. Atalia reinando. Até que Joás assume o trono, com apenas sete anos. Ele restaurou o templo do Senhor, mas confiou em riquezas para evitar que Hazael, rei da Síria, invadisse Jerusalém. Entregou suas riquezas ao inimigo.
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Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos treze a dezesseis.
Na primeira postagem, o capítulo treze.
Quando Joás estava em seu vigésimo terceiro ano de reinado, Jeoacaz, filho de Jeú, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, a capital. Ele reinou dezessete anos. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Como todo Israel.
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Por isso, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Por um longo tempo Ele os manteve sob o poder de Hazael, rei da Síria e de seu filho, Ben-Hadade.
Sabe o que aconteceu?
Jeoacaz buscou o favor do Senhor. E o Senhor, sempre misericordiosos, o atendeu. Ele viu todo o sofrimento que Hazael impunha sobre Israel e providenciou um salvador, que libertou Israel do jugo dos sírios. Eles puderam morar em suas tendas, como antigamente.
Mas, não se voltaram para o Senhor. Continuaram praticando os pecados que a dinastia de Jeroboão havia induzido e conduzido Israel a cometer. Além disso, obstinaram-se no erro, adorando o poste ídolo em Samaria.
O exército de Israel foi dizimado por Hazael. Restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados da infantaria.
Quando Jeoacaz morreu, foi sepultado junto a seus antepassados em Samaria e, conforme a promessa do Senhor a Jeú, o filho de Jeoacaz, Jeoás, reinou em seu lugar.
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É triste vermos que em Israel, um rei sucedia ao outro e continuava andando longe dos caminhos do Senhor. Agora, um novo rei. Uma nova chance. Como agirá? Como será seu coração?
Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.
Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá. Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento. Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados. Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.
Depois de muito tempo, leremos sobre Eliseu. Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte. Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte? Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.
Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou, chorando, chamando-o de pai e dizendo que ele era como os carros de guerra e o exército de Israel. Essa afirmação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.
Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, mesmo doente, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.
Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.
Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que golpeasse o chão com elas. Jeoás as lançou ao chão e golpeou três vezes.
Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?
Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes. Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.
Depois disso, Eliseu morreu.
As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.
Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!
Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.
Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles. Por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.
Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Joás,
Judá,
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Apostasia em Israel
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos sobre a guerra entre Amazias e Jeoás.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/nao-va-para-qualquer-guerra.html
Hoje, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo quatorze, do versículo vinte e três ao versículo vinte e nove.
Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei de Israel. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Ele foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.
Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.
Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.
Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.
É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.
Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos sobre a guerra entre Amazias e Jeoás.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/nao-va-para-qualquer-guerra.html
Hoje, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo quatorze, do versículo vinte e três ao versículo vinte e nove.
Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei de Israel. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Ele foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.
Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.
Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.
Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.
É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.
Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
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Zacarias
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Não vá para qualquer guerra!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos Amazias, rei de Judá, desafiar Jeoás, rei de Israel. Amazias queria guerrear contra ele. Jeoás aconselhou Amazias a ficar quieto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/amazias-inicia-seu-reinado.html
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo quatorze. Do versículo onze ao versículo vinte e dois.
Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes.
Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.
Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.
Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.
Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolvou a Judá.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Ontem vimos Amazias, rei de Judá, desafiar Jeoás, rei de Israel. Amazias queria guerrear contra ele. Jeoás aconselhou Amazias a ficar quieto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/amazias-inicia-seu-reinado.html
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo quatorze. Do versículo onze ao versículo vinte e dois.
Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes.
Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.
Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.
Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.
Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolvou a Judá.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Amazias inicia seu reinado
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/eliseu-abencoa-mesmo-as-portas-da-morte.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze. Do versículo um ao versículo dez.
Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém.
Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás.
Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e a queimando incenso neles.
Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.
Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel.
Depois disso, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!
Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?
O que acontecerá? Os dois sairão à guerra?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/eliseu-abencoa-mesmo-as-portas-da-morte.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze. Do versículo um ao versículo dez.
Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém.
Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás.
Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e a queimando incenso neles.
Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.
Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel.
Depois disso, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!
Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?
O que acontecerá? Os dois sairão à guerra?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Eliseu abençoa mesmo às portas da morte
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que Jeoás, filho de Jeoacaz, seguiu a vida de idolatria de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levado-ao-vento.html
Hoje caminharemos ainda através das páginas do capítulo treze. Do versículo quatorze ao versículo vinte e cinco. Ainda sobre Jeoás.
Depois de muito tempo, vamos ler também sobre Eliseu.
Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte.
Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte?
Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.
Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou chorando: “Aba! Meu pai! Tu és como os carros de guerra e o exército de Israel!” Essa exclamação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.
Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.
Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.
Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que as batesse nelas no chão. Jeoás as lançou ao chão e as golpeou três vezes.
Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?
Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes.
Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.
Depois disso, Eliseu morreu.
As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.
Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!
Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacás.
Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles, por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.
Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que Jeoás, filho de Jeoacaz, seguiu a vida de idolatria de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levado-ao-vento.html
Hoje caminharemos ainda através das páginas do capítulo treze. Do versículo quatorze ao versículo vinte e cinco. Ainda sobre Jeoás.
Depois de muito tempo, vamos ler também sobre Eliseu.
Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte.
Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte?
Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.
Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou chorando: “Aba! Meu pai! Tu és como os carros de guerra e o exército de Israel!” Essa exclamação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.
Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.
Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.
Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que as batesse nelas no chão. Jeoás as lançou ao chão e as golpeou três vezes.
Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?
Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes.
Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.
Depois disso, Eliseu morreu.
As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.
Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!
Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacás.
Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles, por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.
Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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moabitas,
um homem encosta nos ossos de Eliseu e volta a viver
domingo, 6 de janeiro de 2019
Levado ao vento
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que Jeoacaz perpetuou o pecado de seus antepassados e de Jeroboão, filho de Nebate.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/idolatria-passada-de-geracao-geracao.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo treze. Do versículo dez ao treze.
Ele morreu. Seu filho Jeoás, como o Senhor havia prometido a Jeú, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/quem-escolho-baal-bezerros-de-ouro-o.html
Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.
Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá.
Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento.
Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados.
Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/quem-escolho-baal-bezerros-de-ouro-o.html
Amanhã veremos como foi seu reinado.
Espero você. Até lá.
Ontem vimos que Jeoacaz perpetuou o pecado de seus antepassados e de Jeroboão, filho de Nebate.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/idolatria-passada-de-geracao-geracao.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo treze. Do versículo dez ao treze.
Ele morreu. Seu filho Jeoás, como o Senhor havia prometido a Jeú, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/quem-escolho-baal-bezerros-de-ouro-o.html
Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.
Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá.
Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento.
Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados.
Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/quem-escolho-baal-bezerros-de-ouro-o.html
Amanhã veremos como foi seu reinado.
Espero você. Até lá.
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