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terça-feira, 30 de abril de 2019

2 Crônicas 27.1-9

Leitura do dia 30/04.

Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos a rebelião contra Atalia. Sua morte. O reino nas mãos de Joás. As reformar do sacerdote Joiada. Os reparos no templo, liderado por Joás. A morte de Joiada. A apostasia de Joás. O assassinato do sacerdote Zacarias. O reinado de Amazias. Uzias sendo conhecido em muitas terras distantes, porque o Senhor o promoveu. Sua apostasia. Sua lepra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-231-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-241-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-251-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-261-23.html

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e sete a vinte e nove.

Jotão estava com vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos. Praticou o que era justo e sensato diante do Senhor. Seguiu a mesma atitude que houve em Uzias. Mas, ao contrário dele, não entrou no templo do Senhor. Ufa!

Apesar de suas atitudes, o povo de Judá prosseguiu em suas ações e obras voltadas para o mal.

Jotão edificou a porta Superior da Casa do Senhor. Providenciou amplos reparos na muralha, na colina de Ofel. Também construiu várias cidades na região montanhosa de Judá e nos bosques, castelos-fortes e torres nas matas.

Ele guerreou contra o rei de Amom e prevaleceu. Os amonitas pagaram-lhe impostos durante três anos seguidos. Eram três toneladas e meia de prata, cerca de dez mil barris de trigo e dez mil barris de cevada.

Assim, Jotão foi se tornando mais poderoso e respeitado a cada dia. Dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor.

Aqui está o segredo de Jotão se tornar cada vez mais poderoso e respeitado: Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Simples assim.

Os demais atos de Jotão, suas guerras e empreendimentos, estão registrados no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá. Foi sepultado na Cidade de Davi.

Acaz, seu filho, reinou em seu lugar.

Ah, que alívio! Jotão andou nos caminhos bons de seu pai. Não seguiu seu mal exemplo, entrando no templo. Importou-se com a vontade do Senhor. Preocupou-se em edificar a porta de Sua casa, reparou as muralhas de Jerusalém. Construiu cidades, castelos-fortes e torres.

Mas como é triste ver que o povo de Judá continuou em seus maus caminhos, afastando-se do Senhor cada vez mais. A apostasia estava dominando seus corações. Não queriam mais saber do Senhor. Adoravam a outros deuses. Adoravam a si mesmos. Esqueceram do Senhor.

"O caminho dos justos é como a primeira luz do amanhecer, que brilha cada vez mais até o dia pleno clarear. O caminho dos perversos é como a mais absoluta escuridão; nem sequer sabe os que os faz tropeçar". - Provérbios 4.18,19

Que possamos ser fiéis. Até o fim. Em toda e qualquer circunstância.

Que nossos passos sejam segundo o caminho e a vontade do Senhor, para que Ele nos promova como e quando desejar, se desejar.

Que nosso coração esteja inclinado a agradá-Lo, somente isso.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html

quarta-feira, 17 de abril de 2019

1 Crônicas 15.1-29

Leitura do dia 17/04.

Na postagem anterior, vimos Davi pedindo orientação ao Senhor, embora fosse um soldado experiente, tivesse um exército valioso, também experiente, e conhecesse seu inimigo. Preciosas lições a seguir. Sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-141-17.html

Agora, caminharemos pelo capítulo quinze.

Davi construiu seu palácio com edifícios e casas na "Cidade de Davi". Também preparou um lugar especial para receber a Arca do Senhor. Levantou uma tenda para abrigá-la, a Tenda de Davi.

Durante esse tempo, descobriu como a Arca deveria ser transportada. Sua pergunta foi respondida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-131-14.html

Novamente convocou todo o povo de Israel para levarem a Arca ao lugar que havia preparado especialmente para ela. Também convocou os descendentes de Arão e os levitas, seus chefes e irmãos, os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe. Estes eram os líderes e chefes das famílias levitas. Davi exortou-os para que se santificassem, tanto eles como seus irmãos, para transportarem a Arca de Deus.

Ele os lembrou que por não terem conduzido a Arca na primeira vez, a ira do Senhor causou grande destruição. Reconheceu que, infelizmente, não haviam consultado como proceder conforme a lei, ou seja, corretamente. Reconheceu terem agido de maneira errada, não o Senhor.

Os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a Arca. Ainda que fosse esta a sua obrigação, se santificaram para realizá-la. Como deve ser.

Quando servimos ao Senhor, precisamos nos consagrar a Ele. Sempre.

Os levitas não delegaram mais sua tarefa. A Arca era pesada, é verdade. Toda feita de madeira e coberta de ouro. Mas carregaram-na apoiando suas varas sobre os ombros, de acordo com o que Moisés havia determinado, em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html

Se você exerce tarefas que tenham controle de conformidade está acostumado com essa linguagem. Tudo que não é feito em conformidade precisa ser refeito, caso contrário não pode ser aceito. Com o Senhor é assim também, por isso, todos os passos dados precisam estar em conformidade com Sua Palavra. Ela é nosso “Manual de Conformidade”, nosso “Manual de Instruções”.

Davi também ordenou aos chefes dos levitas que encarregassem os músicos de cantar melodias alegres, acompanhados por diversos instrumentos musicais. Era uma ocasião especialmente feliz. Hemã, filho de Joel, e Asafe, filho de Berequias, parentes deles, e também Etã, filho de Cuxaías, dentre os descendentes de Merari, seus parentes, foram os encarregados. Com eles estavam os porteiros, seus parentes pertencentes ao segundo escalão.

Assim, os músicos Hemã, Asafe e Etã tocavam címbalos de bronze;  outros tinham a responsabilidade de tocar as liras, acompanhando o soprano,  e ainda outros tocavam as harpas em oitava, marcando o ritmo. Tudo organizado. Cada um em sua tarefa específica. Como deve ser. Sempre.

Quenanias, o chefe dos levitas, era encarregado dos cânticos. Essa era sua obrigação, tinha talento e competência para executar bem essa tarefa. Quenanias não tinha apenas talento, ele se especializou para executar sua tarefa de maneira competente, com esmero. Como deve ser quando fazemos qualquer coisa, principalmente para o Senhor.

Berequias e Elcana serviam como porteiros e protegiam a Arca. Era o ministério deles. Que devia ser exercido com precisão e esmero.

Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer tocavam as trombetas diante da Arca de Deus.

Obede-Edom e Jeías também eram porteiros. Vigiavam para que ninguém tocasse na Arca. Embora, a essa altura, todos soubessem que ninguém devia tocá-la, ainda assim, estavam ali para lembrar a todos dessa limitação.

Davi, todas as autoridades do povo de Israel e os líderes dos batalhões de mil buscaram a Arca da Aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom, com grande celebração.

Em louvor ao Senhor, que poupou e ajudou os levitas que carregavam a Arca, durante seu transporte havia sacrifícios. Mesmo que agora estivessem agindo da maneira correta, agradeciam ao Senhor.

Os levitas que carregavam a Arca, os músicos e Quenanias, líder dos músicos, vestiam um manto de linho fino. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho.

Toda a nação de Israel acompanhou a Arca da Aliança com grande júbilo e brados de alegria, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e harpas.

Quando a Arca entrou na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, uma das esposas de Davi, estava olhando pela janela. Ela rejeitou Davi pela maneira extravagante com que ele adorava.

Que aprendamos a consultar sempre a Palavra do Senhor para agirmos de acordo com Seus mandamentos, antes de fazermos qualquer coisa, para não corrermos nenhum risco desnecessário. Para aprendermos a agradá-Lo.

Que não desprezemos os verdadeiros adoradores, como fez Mical.

Amanhã prosseguimos. Leremos dos capítulos dezesseis a dezoito de 1 Crônicas.

Espero você. Até lá.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/agindo-em-conformidade.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html

terça-feira, 16 de abril de 2019

1 Crônicas 11.1-47

Leitura do dia 16/04.

Na postagem anterior, vimos a morte de Saul e seus filhos no monte Gilboa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-101-14.html

Agora, veremos o capítulo onze de 1 Crônicas.

O povo de Israel reúne-se em Hebrom, junto com os anciãos e demais autoridades.

Falam a Davi que mesmo quando Saul era rei, quem os liderava nas batalhas era ele. Falam também que o Senhor havia declarado que ele seria rei sobre Israel.

Eles ungem Davi rei e celebram um pacto perante o Senhor. Samuel havia predito que tal aconteceria. Anos antes havia ungido Davi. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html

Davi marcha para Jerusalém. Os jebuseus que habitavam a cidade, também chamada de Jebus, disseram que ele não entraria. Davi conquista Jerusalém e a fortaleza de Sião. Muda-se para a fortaleza, que passa a ser chamada “Cidade de Davi”.

Neste dia Davi fala que quem ferisse primeiro os jebuseus seria o comandante do exército. Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, foi o primeiro. Torna-se o comandante. Nunca devemos utilizar esse critério para elegermos um comandante, um capitão, um chefe ou o que quer que seja.

Davi reconstruiu uma parte da cidade de Jerusalém, ao redor da fortaleza. Joabe reformou o restante. Não adianta uma fortaleza em ruínas. Se vamos morar em uma, que esteja totalmente equipada, como uma fortaleza deve estar.

Cada dia Davi torna-se mais forte, mais respeitado. Sabe por quê? O Senhor dos Exércitos está com ele. Não eram suas habilidades ou sua riqueza que fazia com que fosse mais forte e respeitado. Era a presença do Senhor. Além disso, alguns homens, chefes dos valentes soldados de Davi, junto com todo o povo de Israel, deram um grande apoio para que seu reinado se estendesse por todo o país, como o Senhor havia prometido.

Não conquistamos sozinhos. Precisamos de pessoas que nos apoiem, cooperem conosco. E, mais que tudo, precisamos que o Senhor esteja conosco.

Agora vem uma lista. Não se apavore, não é uma genealogia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-238-39.html

Apenas uma lista maravilhosa dos chefes de Davi. Uma lista muito interessante, de homens ilustres e valentes, conhecidos como “Os Trinta”. Desses trinta, haviam três principais, conhecidos como “Os Três”.

Jasobeão era chefe dos oficiais. Chamado de chefe dos Trinta. Em uma batalha matou trezentos homens, manejando sua lança de maneira extraordinária. Consegue imaginar? Fico maravilhada.

Eleazar, um dos meus preferidos, e não sem motivo, um dos três principais guerreiros de Davi. Havia uma plantação de lentilhas em Pas-Damim. Os filisteus se reuniram ali para a guerra. As tropas israelitas fugiram. Davi e Eleazar mantiveram suas posições no meio da plantação. Simplesmente não saíram. Defenderam essa posição militar. Mataram muitos filisteus. E o Senhor os livrou com uma grande vitória. Dois homens se posicionaram. E o Senhor agiu. E lhes deu vitória.

Três desses trinta capitães desceram ao penhasco para se encontrar com Davi. Ele estava na caverna de Adulão, um de seus esconderijos no tempo em que fugia de Saul. O destacamento dos filisteus estava em Belém. Davi desejou beber da água do poço que estava em Belém, perto da porta da cidade. Ele contou seu desejo. Esses três homens ouviram. Simplesmente invadiram o acampamento dos filisteus, tiraram água do poço e a levaram a Davi. O respeito de Davi por esses homens foi tão grande que não quis beber. Derramou a água como oferta perante o Senhor.

Que precioso ter amigos assim, que correm risco de vida para realizar um desejo.

Abisai era o chefe dos Trinta. Irmão de Joabe. Manejando com extraordinária perícia sua lança enfrentou e matou trezentos homens. Por causa disso tornou-se famoso como “Os Três”. Foi honrado duas vezes mais que todos os outros guerreiros dos Trinta, ainda assim não se igualou aos Três.

Benaia, filho de Joiada é meu preferido. Matou os dois filhos de Ariel de Moabe, depois desceu e matou um leão numa caverna, em pleno inverno (com neve). Também matou um soldado egípcio de dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Esse egípcio manejava uma lança de guerra que mais parecia uma lançadeira de tecelão. Benaia o enfrentou com um cajado. Arrancou a lança do egípcio e o matou. Com sua própria lança. Por causa de seus feitos, também tornou-se famoso. Dos Trinta era o mais famoso, mesmo assim não se igualou em valor aos Três. Davi o promoveu ao comando da sua guarda pessoal.

Além desses, haviam outros que foram citados por nomes mas não por feitos. Entre eles um amonita, chamado Zeleque. Naarai, escudeiro de Joabe. Urias, o hitita. Adina, um notável líder dos rubenitas. E Itma, um moabita.

Que também sejamos lembrados como homens e mulheres ilustres e guerreiros. Que aprendamos com Davi, a crescermos e sermos notáveis porque o Senhor é conosco. Que aprendamos a valorizar aqueles que colaboram conosco.

E que sejamos amigos como os Três. Davi teve os seus. Jesus também.

Prosseguimos na próxima postagem. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/sendo-forte-e-respeitado.html

quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 14.1-29

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.

Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.

Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.

Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!

Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?

Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.

Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.

Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.

Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.

Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.

Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.

Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.

Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.

É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.

Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/amazias-inicia-seu-reinado.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/nao-va-para-qualquer-guerra.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/apostasia-em-israel.html

2 Reis 12.1-21

Leitura do dia 08/04.

Na postagem anterior, vimos que Joás foi aclamado rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html

Agora, caminharemos pelo capítulo doze.

Joás começou a reinar no ano sétimo de Jeú, rei de Israel. Reinou quarenta anos em Jerusalém. Fez o que era justo perante o Senhor, atendendo às instruções do sacerdote Joiada. Que alívio!

Porém, os altares das colinas não foram retirados. O povo ainda sacrificava e queimava incenso nesses lugares idólatras.

Como é difícil deixar a idolatria, seja ela de que tipo for. Tudo que nos tira do foco, que fica no lugar do Senhor, assume uma magnitude tal, que para derrubar esses altares é necessário renúncia e grande desprendimento.

Joás ordenou que os sacerdotes ajuntassem toda a prata que era trazida como oferta à casa do Senhor, além do dinheiro que era coletado no recenseamento anual, as ofertas individuais e toda prata que trouxessem voluntariamente, para consertar os estragos do templo.

No vigésimo terceiro ano do rei Joás, os sacerdotes ainda não tinham restaurado o templo. Joás chamou Joiada e os demais sacerdotes e perguntou-lhes o motivo. Deveriam, de agora em diante, não recolher mais prata com os tesoureiros, mas usá-la para as restaurações.

Os sacerdotes concordaram em não mais receber nenhum dinheiro do povo, nem se encarregarem dessas reformas. Tinham outros afazeres. A reforma requeria pessoas que estivessem ali exclusivamente para esse serviço.

Joiada tomou uma caixa, fez um buraco em sua tampa e a colocou ao lado do altar. Do lado direito de quem entrava no templo. Os sacerdotes que guardavam a entrada passaram a depositar ali todo dinheiro que era trazido ao templo. Quando a caixa enchia, o escrivão do rei e o sumo sacerdote contavam e colocavam tudo em sacos. Após o valor ser conferido, era entregue aos empreiteiros contratados para as reformas. Estes pagavam os carpinteiros, os construtores, os pedreiros e escultores e a compra de madeira e pedras lavradas.

Entregavam também toda a prata trazida, aos trabalhadores que eram responsáveis por administrar a verba nos reparos do templo.

E, que maravilha, não exigiam prestação de contas. Todos agiam com honestidade.

No entanto, todo dinheiro que era oferecido pela expiação de delito, pecado ou culpa era entregue aos sacerdotes. Pertencia a eles.

Que possamos aprender com Joás. Desejou restaurar o templo. Cobrou essa restauração. E a organizou.

Que possamos aprender com os sacerdotes que abriram mão de receber ofertas para que o templo fosse restaurado. Também não ficaram com mais uma tarefa, sabendo que não era possível. Não eram eles os trabalhadores da restauração.

Que possamos aprender com os responsáveis pela reforma. Faziam tudo corretamente, honestamente, sem necessidade de fiscalização.

Nesse mesmo tempo, o rei da Síria, Hazael, atacou a cidade de Gate. Ele a conquistou. Depois dessa conquista, decidiu marchar contra Jerusalém.

Joás tomou todos os objetos sagrados que seus antecessores, haviam consagrado e tudo que ele mesmo havia oferecido, além de todo o ouro que estava no tesouro da casa do Senhor e no palácio real. Mandou tudo para Harael, que desistiu de invadir Jerusalém.

É triste saber que Joás não clamou ao Senhor por livramento. Foi lá e resolveu. Com o que tinha em mãos.

Dois de seus servos, Jozabade e Jeozabade, conspiraram contra ele. Mataram-no na Casa de Milo, no caminho que desce para Sila. Ele morreu e foi sepultado na Cidade de Davi.

Seu filho Amazias passou a reinar em seu lugar.

Ah, que possamos clamar ao Senhor ao invés de agirmos por conta própria. Ele sempre nos orientará e nos dará o escape.

E quanto a Amazias? Que tipo de rei será?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo treze ao capítulo dezesseis.

Espero você. Até lá.

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2 Reis 9.1-37

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem vimos que alianças erradas continuam sendo feitas. E sendo reprovadas pelo Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-816-29.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo nove.

Passado um tempo, Eliseu convocou um dos alunos dos profetas. Ordenou-lhe que vestisse sua capa, pegasse com ele um vaso de azeite e fosse até Ramote-Gileade. Quando chegasse lá, deveria procurar Jeú, filho de Josafá. neto de Ninsi.

Ao encontrá-lo, chamaria-o à parte para uma conversa reservada, em uma sala onde ninguém os ouvisse. Quando estivesse a sós com ele, pegaria o vaso e derramaria o azeite sobre sua cabeça, entregando-lhe uma palavra do Senhor. Em seguida, deveria abrir a porta e fugir.

Não era uma tarefa fácil. Se fosse descoberto pelo rei, seria, com certeza, morto. O jovem profeta obedeceu. Arrumou-se e foi a Ramote-Gileade. Quando chegou, encontrou os comandantes do exército reunidos. Olhando para Jeú, falou que tinha algo a lhe dizer, chamando-o de comandante. Como eram muitos, Jeú perguntou a qual deles o profeta estava se dirigindo. O jovem profeta respondeu que era a ele.

Jéu levantou-se imediatamente. Entrou na casa onde estavam. O jovem profeta pegou o vaso, ungiu-lhe a cabeça, e declarou que o Senhor, Deus de Israel o ungia como rei sobre o povo do Senhor, sobre Israel. Que ele eliminasse a família de Acabe, para O Senhor vingasse o sangue de Seus servos, os profetas, e o sangue de todos os servos do Senhor da mão de Jezabel. Pois toda a família de Acabe morreria. O Senhor exterminaria todos os homens, desde os meninos, da família de Acabe em Israel, seja escravo, seja livre. Porquanto Ele trataria a família de Acabe como tratara a de Jeroboão, filho de Nebate, e a de Baasa, filho de Aías. Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezreel; não sobrará ninguém para enterrá-la.

Assim que terminou de falar, o jovem abriu a porta e fugiu.

Jeú retornou para junto dos demais oficiais de seu senhor. Um deles lhe perguntou o que aquele louco queria com ele e se estava tudo bem. Chamaram o jovem profeta de louco. Devem ter visto ele fugindo, correndo como um verdadeiro louco.

Ele lhes respondeu que conheciam aquele homem e sabiam o que havia falado. Mas seus amigos disseram que não era verdade. Algo havia acontecido ali. Talvez sentissem o cheiro do óleo. Vissem que o cabelo de Jeú estava brilhoso. Insistiram que lhes explicasse tudo que havia falado. Com certeza, estavam pensando em algo muito importante para o jovem ter saído correndo daquela maneira. Por fim, Jeú lhes contou o que o havia acontecido.

No mesmo instante, todos tomaram seus mantos. Estenderam sobre os degraus diante dele. Tocaram a trombeta. E exclamaram: “Eis que Jeú é o rei”.

Eliseu era o profeta, mas não foi quem cumpriu essa tarefa. Foi um profeta jovem, com habilidade e agilidade para correr. Era uma tarefa perigosa. Exigia coragem e preparo físico. Esse foi o escolhido. Era o que possuía as características necessárias para tal.

Sempre há alguém indicado para determinada missão. Não devemos desejar sermos os portadores ou executores de tudo que acontece. Cada um de nós têm chamados e tarefas especificas, que devemos cumprir de acordo com a vontade do Senhor. Por isso, devemos estar preparados. Talvez tenhamos que correr.

Mesmo sendo jovem, era conhecido. Jeú saiu imediatamente da sala para ouvir o que tinha a dizer, demonstrando respeito. Embora os comandantes o chamassem louco, acreditaram em suas palavras. Não contestaram o que havia falado. Não debocharam ou brincaram com Jeú. Sabiam a seriedade daquele ato. Entenderam porque o profeta saíra correndo.

Não esperaram nada. Imediatamente prostraram-se diante de Jeú, aceitando-o e proclamando-o rei, tal como o Senhor havia dito.

E agora? Há um rei no trono. Como será deposto? Qual o próximo movimento? O que acontecerá?

A tarefa de Jeú não é apenas reinar, mas destruir a casa de Acabe. Será que conseguirá? Os comandantes que se prostraram diante dele, o ajudarão?

Bem, após ser ungido rei, Jeú iniciou sua campanha contra o rei Jorão. Este havia retornado a Jezreel para tratar seus ferimentos adquiridos em batalha contra Hazael, rei da Síria.

Israel estava reunido em Ramote-Gileade. Jeú propôs ao povo que, se estivessem de acordo, ninguém deveria levar notícia a Jorão. Ele iria pessoalmente. Então, subiu em seu carro e foi até Jezreel.

Nesta mesma época, Acazias, rei de Judá, havia ido visitar Jorão.

Como sempre, havia uma sentinela na torre de Jezreel. Ele viu a tropa de Jeú e gritou essa informação. Jorão ordenou que um cavaleiro fosse enviado ao seu encontro para inquirir se sua vinda era de paz.

Quando o homem chegou a Jeú, este lhe perguntou quem era ele para falar de paz. E ordenou que saísse de sua frente, continuando sua aproximação.

A sentinela, que observa tudo de sua posição privilegiada, a torre, relatou que o mensageiro havia chegado até a tropa, mas não estava voltando com a resposta.

Jorão imediatamente enviou outro mensageiro. Jeú respondeu da mesma forma, ordenando que fosse para trás dele. A sentinela avisou que este também havia chegado e não estava voltando e, àquela altura, vigilante e observador como uma sentinela deveria ser, informou que o chefe da tropa, pela maneira de conduzir o carro, furiosa e insensatamente, era Jeú.

Jorão ordenou que seu carro de guerra fosse preparado. Imediatamente ele e Acazias, rei de Judá, partiram ao encontro de Jeú. Encontraram-no nas terras que haviam sido de Nabote (lembra dele?).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Quando Jorão viu Jeú, perguntou-lhe se sua vinda era de paz. Jeú respondeu com outra pergunta: Como ele podia falar de paz enquanto continuavam as idolatrias e feitiçarias da sua mãe, Jezabel?

Jorão imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Virou-se e fugiu, dizendo a Acazias que era uma traição. Ninguém falava com o rei dessa maneira, a não ser que o tivesse enfrentando. Jeú, porém, já havia preparado seu arco. Ele atingiu o coração do rei, que caiu dentro de seu carro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Jeú ordenou que Bidcar, seu oficial, tomasse o cadáver e o atirasse sobre o terreno que havia sido de Nabote. Lembrou ao seu oficial que, quando os dois iam juntos seguindo Acabe, o Senhor havia dito contra ele esta sentença. Que se cumprisse Sua palavra.

Quando Acazias viu tudo isso, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã. Jeú o perseguiu, gritando que o matassem também. Feriram-no dentro de seu carro, na subida de Gur. Ainda teve forças para refugiar-se em Megido. Mas morreu ali. Seus oficiais o levaram a Jerusalém. Sepultaram-no com seus antepassados em seu túmulo. Na Cidade de Davi.

Jeú continuou indo para Jezreel. Quando Jezabel soube, pintou seus olhos, fez um penteado e ficou observando de uma janela do palácio. Quando Jeú passou pelo portão, ela gritou se ele, assassino de seu próprio senhor, estava em paz. Ele olhou em direção à janela, não falou com ela. Gritou se havia alguém que estava do seu lado. Uns dois ou três eunucos inclinaram-se para ele.

Jeú ordenou que Jezabel fosse lançada abaixo. Imediatamente, atiraram-na pela janela. Os cavalos a pisotearam. Seu sangue salpicou a parede.

Jeú entrou no palácio. Comeu e bebeu. Depois ordenou que fossem ver Jezabel, “aquela maldita” e a sepultassem, afinal, era filha de rei. Quando foram retirar seu corpo, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.

Voltaram para contar a Jeú que lhes lembrou que o Senhor havia dito, por meio de Elias. No campo de Jezreel, os cães devorariam sua carne e seus restos mortais seriam espalhados em um terreno, como esterco. Ninguém seria capaz de identificar seu corpo. Foi exatamente o que aconteceu.

Pense nessa história. Na importância da sentinela. Na importância dos mensageiros. Na atitude de Jeú.

Ele claramente observou tudo que havia acontecido. Guardou em seu coração o que o Senhor havia dito. Presenciou a Sua Palavra sendo cumprida, através dele. Que privilégio!

E agora? O que acontecerá? Jeú continuará agindo como servo do Senhor e sendo instrumento de Seus juízos e Sua justiça?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo dez ao capítulo doze.

Espero você. Até lá.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/qual-o-proximo-movimento.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/vendo-palavra-se-cumprir.html

terça-feira, 2 de abril de 2019

1 Reis 15.1-9

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Roboão e Judá seguiram ao Senhor apenas durante três anos. Depois, viraram as costas para Ele. Perderam seus tesouros. Suas riquezas. Seus escudos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1421-31.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quinze. Até o versículo nove.

Quando Jeroboão, filho de Nebate, estava em seu décimo oitavo ano de reinado em Israel, Abião se tornou rei de Judá. Governou apenas três anos em Jerusalém. Sua mãe era Maaca, filha de Absalão.

Abião, segundo nos relata Crônicas, começou bem, mas repetiu todos os pecados que seu pai, Roboão, havia cometido antes dele. Não foi íntegro para com o Senhor, como Davi foi.

Ainda assim, o Senhor, por amor a Davi, permitiu que sua linhagem continuasse em Jerusalém.

Davi fez o que o Senhor aprova. Não deixou de obedecer nenhum dos mandamentos do Senhor durante todos os dias de sua vida. Exceto no caso de Urias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-121-31.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideranca-pelo-exemplo.html

Houve guerra entre Roboão e Jeroboão, como houve guerra entre Abião e Jeroboão. Os dias de paz em Israel ficaram para trás. Agora, estão sempre em guerra. Judá e Israel. Porque se afastaram do Senhor.

Em 2 Crônica, capítulo treze, ficamos sabendo um pouco mais de Abião ou Abias. Você não pode deixar de ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/de-quem-e-vitoria.html

Que aprendamos a colocar o Senhor acima de tudo em nossas vidas. E que Ele sempre vá à nossa frente.

Abião morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Asa reinou em seu lugar.

Como será que Asa vai se comportar? Como seus pais ou como Davi? Será que ainda há esperança para Judá?

E como será que está se saindo Nadabe, filho de Jeroboão, lá em Israel? Agindo como seu pai?

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sempre-em-guerra.html

domingo, 31 de março de 2019

1 Reis 8.1-66

Leitura do dia 31/03.

Na postagem anterior, vimos que Hurão, a mandado de Salomão, construiu tudo de acordo com o modelo do Senhor. Tudo foi feito com o melhor material e da melhor maneira. Por especialistas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-71-51.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo oito de 1 Reis.

Salomão reuniu em Jerusalém os anciãos, líderes, autoridades de Israel, e todos os chefes das famílias israelitas, para transportarem de Sião, a Cidade de Davi, a Arca da Aliança.

Todos os homens de Israel uniram-se ao rei Salomão, no sétimo mês do ano, durante a festa que era realizada nesta época.

Quando todos os líderes de Israel chegaram, os sacerdotes tomaram a Arca do Senhor e a Tenda do Encontro com todos os seus utensílios sagrados e os levaram.

Aos sacerdotes e levitas cabia o transporte de todos os objetos sagrados.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html

Salomão e toda a comunidade israelita, que se havia congregado a ele diante da Arca, sacrificaram tantas ovelhas e tantos bois que não teve como contar.

Os sacerdotes transportaram a Arca da Aliança do Senhor para seu espaço reservado no Santo dos Santos. Depositaram-na debaixo das grandes asas dos querubins.

As estátuas dos querubins tinham suas asas abertas sobre o Lugar da Arca e a cobriam, assim como as varas utilizadas para o transporte. Essas varas eram tão longas que as suas pontas, que se estendiam para fora da Arca, podiam ser observadas da frente do Santo dos Santos.

Dentro da Arca estavam apenas as duas Tábuas de Pedra que Moisés tinha depositado na Arca, quando o Senhor estabeleceu uma aliança com os israelitas depois de tê-los libertado do Egito.

Quando os sacerdotes se retiraram do Santo dos Santos, a Nuvem encheu o Templo do Senhor. Os próprios sacerdotes não puderam continuar o seu serviço ritual. A Glória do Senhor tomou por completo o Templo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/ate-o-fim.html

Salomão lembrou que o Senhor disse que habitaria numa nuvem escura.

Ainda assim, desejou construir um templo magnífico, uma Casa para que nela o Senhor habitasse para sempre. Não apenas Davi teve esse desejo. Salomão também.

Depois de falar, o rei voltou-se e abençoou toda a assembleia de Israel. Toda a multidão se mantinha em pé. Ele bendisse o Senhor, o Deus de Israel, que realizou por Sua mão o que prometera a Davi, afirmando que desde o dia em que fizera Israel sair do Egito não escolhera uma cidade, dentre todas as tribos de Israel, para nela se construir uma casa onde estaria Seu Nome, mas escolhera Davi para comandar Israel, Seu povo.

Salomão disse que seu pai teve em seu coração o desejo de construir uma Casa para o Nome do Senhor, entretanto, o Senhor revelou a Davi que não seria ele quem edificaria este Templo, e sim seu filho.

O Senhor fez com que Sua palavra se tornasse realidade. Ele sucedeu a seu pai e tomou posse do trono de Israel como prometera o Senhor. Também edificou a Casa para o Nome do Senhor, Deus de Israel, e nela preparou um Lugar para a Arca, na qual se encontra depositada a Aliança que o Senhor firmou com seus antepassados quando os fez sair do Egito.

Logo depois, Salomão postou-se diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembleia de Israel; estendeu as mãos em direção ao céu, e orou.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html

Disse que não existe nenhum Deus semelhante ao Senhor, lá nos mais altos céus, nem cá embaixo sobre toda a terra. Só o Senhor preserva Sua Aliança de Amor com os Seus servos que, de todo o coração, andam segundo a Sua vontade.

Também disse que o Senhor cumpriu a Davi a promessa que lhe havia firmado. Naquele dia. Orou para que o Senhor continuasse a manter a Davi a promessa que fez quando declarou que jamais faltaria um descendente para se assentar no trono de Israel, desde que seus filhos tivessem total cuidado de caminhar de acordo com Suas orientações, como Davi procedeu diante do Senhor.

Mesmo sabendo que os céus não podiam contê-Lo e menos ainda a Casa que construiu, Salomão pediu que o Senhor inclinasse Seus ouvidos à sua oração. Que o Senhor atentasse para o clamor que fazia em Sua presença. Que Seus olhos estivessem observando dia e noite aquele Templo, contemplando aquele lugar do qual o Senhor afirmou que Seu Nome estaria presente.

Que o Senhor ouvisse a oração que fizesse voltado na direção daquele lugar. E, quando ouvisse, concedesse Seu perdão.

Salomão também pediu que se alguém pecasse contra seu próximo e viesse a jurar diante do Seu altar neste Templo, que o Senhor ouvisse do céu, operasse e julgasse Seus servos. Que condenasse o culpado e inocentasse o justo.

E quando Israel, o povo do Senhor, fosse vencido diante do inimigo, por haver pecado, e se convertesse, louvasse Seu Nome, orasse e suplicasse no Templo; que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Israel, e trouxesse-os novamente à terra que foi dada a seus pais.

Quando o céu se fechasse e não houvesse chuva por terem pecado contra o Senhor, se orassem ali, louvassem Seu Nome e se arrependessem de seu pecado, que o Senhor escutasse no céu, perdoasse o pecado de Seu servo e de Seu povo Israel.

Salomão também pediu que o Senhor indicasse o caminho reto que deviam seguir, e regasse com chuva a terra que deu em herança a Seu povo.

Quando a terra sofresse fome, peste, ferrugem mofo; ataque de gafanhotos peregrinos e lagartas devastadoras, ou ainda quando os inimigos sitiassem suas cidades, quando em meio a qualquer praga ou epidemia, orassem ao Senhor, cada pessoa sofrendo com suas próprias aflições e dores, estendendo as mãos na direção do Templo, que o Senhor ouvisse dos altos céus, perdoasse e agisse; retribuindo cada um segundo seu proceder, porque o Senhor conhece o coração.

O Senhor é o Único que conhece plenamente as intenções do coração de todos.

Se o Senhor ouvisse, o povo O amaria com temor respeitoso durante todo o tempo em que vivessem sobre a terra que o Senhor deu a seus pais.

Salomão também pediu pelo estrangeiro, que não pertencia à linhagem de Israel, mas que viesse de uma terra distante por causa do Nome do Senhor - ele sabia que ouviriam falar do magnífico Nome do Senhor, Sua boa e poderosa mão e Seu braço forte – quando este povo viesse e orasse voltado para aquele Templo, que o Senhor ouvisse dos céus e atendesse às súplicas do estrangeiro, para que todos os povos da terra fossem esclarecidos quanto ao Nome do Senhor e passassem a amar e temer ao Senhor, como Israel, e soubessem que aquele Templo trazia Seu Nome.

Se o Seu povo saísse à guerra contra seus inimigos e orasse, voltado para a cidade que o Senhor escolheu e para o Templo que ele construiu em homenagem ao Seu Nome, que escutasse nos altos céus e atendesse à sua causa.

Quando pecarem contra o Senhor - pois não há ser humano algum que não peque - e o Senhor ficasse irado e os entregassem nas mãos de seus inimigos, que os prendesse e os levem como escravos;  se na terra para onde forem levados cativos reconhecessem seus erros e se convertessem e confessassem seus pecados, buscando ao Senhor de todo o coração e de toda a alma e orarem ao Senhor, voltados para o Templo edificado ao Seu Nome, que o Senhor escutasse dos altos céus e defendesse a causa do Seu povo.

Que o Senhor perdoe os pecados e todas as revoltas e transgressões que tiverem praticado contra Sua pessoa, fazendo-os encontrar graça diante de seus dominadores, e recebam deles misericórdia. Porque são o Seu povo e a Sua herança, que o Senhor tirou do Egito, daquela fornalha de fundição.

Que Seus olhos estejam abertos para contemplar a atitude quebrantada do Seu servo e de Seu povo Israel, para ouvir todos os apelos que lançarem diante dEle.

Foi o Senhor que os separou como Sua herança, dentre todos os povos da terra, como Moisés disse.

Assim que Salomão acabou de dirigir ao Senhor toda essa oração, levantou-se do lugar onde estava ajoelhado, de mãos erguidas para o céu e pôs-se em pé. Abençoou em alta voz toda a congregação de Israel. Então, o rei e todo o Israel ofereceram sacrifícios diante do Senhor.

O que percebemos é que Salomão não queria sair da presença do Senhor. Não queria parar de orar. Assim como o povo. Após orarem, continuaram em Sua presença, oferecendo sacrifícios ao Senhor.

Para o sacrifício de paz e comunhão que ofereceu ao Senhor, Salomão deu vinte e dois mil bois e cento e vinte mil ovelhas.

Assim, o rei e todos os israelitas consagraram o Templo ao Senhor.

No mesmo dia, o rei consagrou a parte central do pátio que ficava em frente do Templo do Eterno, e ali ofereceu o holocausto, que são os sacrifícios totalmente queimados, a oferta de cereais e a gordura das ofertas pacíficas.

O altar de bronze, que estava diante do Senhor era pequeno demais para todo o holocausto, a oblação e as gorduras dos sacrifícios pacíficos oferecidos aquele dia.

Salomão também celebrou a Festa dos Tabernáculos, e todo o Israel com ele. Houve uma grande assembleia, com multidões vindas desde a Entrada de Hamate, ao norte, até o ribeiro que marca a fronteira com o Egito, ao sul.

No oitavo dia Salomão despediu o povo. Enviou cada pessoa de volta ao seu lar. Todos rogaram as bênçãos do Senhor sobre o rei e retornaram para suas casas, felizes e com o coração repleto de esperança por todo o bem que o Senhor fizera a seu servo Davi e a todo Israel, seu povo.

Que possamos ter esse coração de Salomão, que reconhecia a grandeza do Senhor, rogava Sua misericórdia e clamava por Sua bondade e direção.

Que possamos ter esse coração de gratidão, feliz, repleto de esperança, sabendo que verdadeiramente o Senhor é bom e Seu amor não tem fim.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html

sexta-feira, 29 de março de 2019

1 Reis 3.1-15

Leitura do dia 29/03.

Na postagem anterior, vimos Salomão executar as ordens deixadas por seu pai, Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-213-46.html

Agora, caminharemos pelo capítulo três. Do versículo um ao versículo quinze.

Salomão fez uma aliança com Faraó, rei do Egito. Casou-se com sua filha. E a levou para morar na cidade de Davi até que a construção do seu palácio fosse concluída.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/somos-fieis-ate-nos-tesouros.html

O povo continuava oferecendo sacrifícios em vários altares, nos montes, porque ainda não havia sido edificado o templo para o Senhor. Salomão também.

Salomão amava ao Senhor. Demonstrava seu amor através de suas atitudes. Seu modo de andar era de acordo com as orientações de Davi, seu pai.

Não existe outra maneira de demonstrar amor. Amar sempre envolve ação. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/qual-o-maior-mandamento.html

Um dia Salomão foi a Gibeom oferecer sacrifícios. Lá era o principal lugar sagrado. Ofereceu mil holocaustos queimados.

Naquela noite, o Senhor apareceu a ele em um sonho. Disse que podia pedir o que desejasse. O Senhor lhe daria.

Uau! Se essa pergunta fosse feita a mim, o que eu responderia? E você? Estamos sempre fazendo escolhas. É preciso. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-que-eu-quero-que-o-senhor-me-faca.html

A resposta de Salomão me impressiona. Quanta sabedoria em sua resposta!

Salomão disse ao Senhor que Ele demonstrou grande benevolência para com seu pai porque Davi caminhou diante do Senhor em fidelidade, justiça e retidão. De coração. Por isso, o Senhor manteve prodigiosa misericórdia para com ele e lhe concedeu um filho que se assentou em seu trono.

Não adianta servirmos ao Senhor, se não for de coração. A fidelidade, justiça e retidão precisam estar em nossos corações. De verdade.

Sabe o significado de misericórdia? O Senhor coloca Seu coração em nossas misérias. Isso é muito lindo! Agora, pense em uma prodigiosa misericórdia. Era assim que Salomão via essa tremenda promessa feita pelo Senhor ao seu pai. Reconhecia que era algo grandioso. Mas não imaginava o quanto realmente era!

Salomão disse ao Senhor que não passava de um jovem, que não sabia liderar. Estava no meio do povo que o Senhor escolheu. Com uma população tão grande que nem podia contar.

Seu pedido era, portanto, um coração sábio, que pudesse discernir entre o bem e o mal, para que pudesse governar o povo do Senhor com justiça e equidade, pois sem a sabedoria que vinha do Senhor, não se poderia governar um povo tão grande.

Salomão reconhecia que havia a sabedoria humana. Mas sem a sabedoria que vinha do Senhor, ninguém seria capaz de governar Seu povo. Era essa sabedoria que Salomão pediu. Uma sabedoria com propósito. Não era ser sábio para ser o “todo poderoso”, para ser aclamado e admirado por todos.

A sabedoria humana sempre aponta para mim, para o eu. Quero ser sábio para triunfar, "prosperar", lucrar. Para mim. A sabedoria que vem do céu está direcionada ao bem estar do outro, do próximo.

Salomão queria sabedoria para governar com justiça e equidade. Justiça é agir de acordo com o que é direito. Equidade é imparcialidade, igualdade de direito para todos.

O pedido de Salomão agradou muito ao Senhor.

O Senhor disse que por não ter pedido vida longa, nem riqueza, nem a vida de seus inimigos, mas sim discernimento para ouvir e julgar com justiça, Ele lhe responderia. Faria o que havia sido pedido. Daria a ele um coração sábio e capaz de discernir com inteligência.

Ninguém antes foi como ele, nem seria depois dele. Também lhe daria o que não havia sido pedido: riquezas e glória. Durante sua vida não haveria rei semelhante a ele. E mais, se andasse em Seus caminhos, obedecendo Seus estatutos e mandamentos, como Davi, o Senhor prolongaria seus dias sobre a terra.

Salomão acordou e percebeu que o Senhor falara com ele através de um sonho. Que sonho maravilhoso! Ele não pediu um prazo para pensar sobre o que pedir. Pediu o que estava em seu coração. Seu coração era inclinado ao Senhor.

Quando voltou a Jerusalém, se pôs diante da Arca do Senhor, sacrificou holocaustos, ofertas pacíficas e de comunhão. Também deu um banquete a todos os seus servos. Era tempo de comemorar. O Senhor era com ele. Havia respondido seu pedido.

E quanto a nós? O que temos pedido ao Senhor? Quais têm sido nossas escolhas? Nossos pedidos tem Lhe agradado?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 23 de março de 2019

2 Samuel 6.1-23

Leitura do dia 23/03.

Na postagem anterior vimos Isbosete, filho de Saul, sendo covardemente assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-41-525.html

Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo seis de 2 Samuel.

Davi reuniu seus melhores guerreiros. Trinta mil. Foram até Baalá. Queriam buscar a arca do Senhor. Estava lá desde que os filisteus a haviam devolvido a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-61-21.html

Puseram-na em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe, que ficava num monte. Seus filhos foram conduzindo a carroça. Aiô à frente. Uzá atrás.

O povo de Israel ia celebrando diante do Senhor. Cantando e tocando vários instrumentos musicais.
De repente, na eira de Nacom, os bois tropeçaram. Uzá estendeu a mão e segurou a arca. Na mesma hora, morreu.

Davi ficou indignado porque Uzá havia morrido. Desistiu de levar a arca para a Cidade de Davi.

A arca foi levada para a casa de Obede-Edom, em Gate. Ficou lá durante três meses. O Senhor abençoou a casa de Obede-Edom. Contaram a Davi.

Antes de vermos o que Davi fez, quero lembrar que a arca não podia ser tocada. Estava na Lei. Sem exceções. Ponto final. Davi não teve nenhum motivo para se sentir indignado.

Outra coisa: A arca deveria ser carregada apenas por levitas. Não por bois ou vacas. Os filisteus colocaram-na em cima de uma carroça porque não sabiam como devolvê-la. O Senhor aceitou. Mas não significa que era o certo. Que deviam repetir o que os filisteus, que não conheciam ao Senhor, fizeram. Precisamos tomar cuidado! Nem sempre o que dá certo é o certo.

Ela devia ser carregada nos ombros dos levitas, pelas varas que estavam nelas, próprias para isso.

Quando Davi soube que a casa de Obede-Edom fora abençoada por causa da presença da arca, resolveu novamente ir. Agora, traria a arca da maneira correta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html

Os levitas a carregavam. Quando davam seis passos, Davi sacrificava um boi e um novilho gordo. O povo fez grande festa, levando a arca para a Cidade de Davi.

Davi estava vestido com um colete sacerdotal de linho. Dançava diante do Senhor, com o coração grato, com todas as suas forças. Levaram a arca do Senhor com grande alegria, ao som de gritos e trombetas.

Quando a arca chegava à cidade, Mical, filha de Saul, esposa de Davi, o viu dançando diante do Senhor. Ela o desprezou em seu coração.

A arca foi colocada no lugar que Davi providenciara. Uma simples tenda. Davi ofereceu holocaustos e ofertas pacíficas. Quando terminou, abençoou o povo em nome do Senhor. Não os deixou voltar para casa de mãos vazias. Entregou a cada pessoa que ali estava, um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de passas.

Então, foi para sua casa, abençoar sua família.

Quando Mical o viu, saiu a seu encontro. Censurou-o por seu comportamento. Disse que havia se tornado desprezível aos olhos das servas.

Davi foi duro com ela. Disse que era rei, porque o Senhor o escolhera. No lugar de Saul e de toda a família dela. O Senhor o nomeara líder de Israel, o povo do Senhor. Por isso, ele continuaria celebrando ao Senhor. Não se importava de continuar se humilhando, se fosse necessário, nem de se tornar desprezível. Mas o certo era que, essas servas que ela disse terem-no desprezado, na verdade o considerariam digno de honra.

Mical morreu sem ter filhos. O Senhor não a abençoou com o dom da maternidade.

Como é sério desprezar um homem, ungido do Senhor, por estar fazendo algo correto aos olhos do Senhor.

Que aprendamos a ter cuidado.

Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo sete ao capítulo dez.

Espero você. Até lá.

2 Samuel 4.1-5.25

Leitura do dia 23/03.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Samuel.

Ontem vimos Davi e seus homens receberem a notícia da morte de Saul e de Jônatas. Vimos a tristeza deles. E o cântico de Davi. Que foi ensinado em toda Judá. Não quer que esqueçam Jônatas e sua amizade. Assim como não queremos que esqueçam nossos amigos. Davi foi ungido rei em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-11-31.html

Asael morre, enquanto perseguia Abner. Joabe e Abisai matam Abner, em vingança. Novamente Davi lamenta. Morreu um grande comandante. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos quatro a seis.

Na primeira postagem, os capítulos quatro e cinco.

Quando Isbosete, filho de Saul, soube que Abner morrera, perdeu completamente o ânimo. Israel inteiro ficou sem reação. Abner era muito respeitado. Um homem de liderança.

Um dia, Recabe e Baanã, ambos benjamitas foram à casa de Isbosete. Era por volta de meio-dia. Horário que costumava descansar. Havia apenas uma mulher à porta de sua casa. Ela ficava peneirando trigo. Mas cochilou. Ambos entraram. Viram Isbosete em sua cama, dormindo. E o mataram. Cortaram sua cabeça e a levaram a Davi, achando que estavam fazendo uma grande coisa pelo rei.

Davi não era como os outros reis que queriam ver os familiares de seu antecessor mortos. Ele havia feito uma aliança com Jônatas e até com Saul.

Quando os dois chegaram a Hebrom, entregaram a cabeça de Isbosete a Davi. Quando Davi viu, tomou o Senhor por testemunha. Disse que havia matado o homem que lhe trouxera a notícia da morte de Saul, acreditando ser uma boa notícia. Quanto mais homens perversos que mataram um homem inocente enquanto dormia. Assim, eles foram mortos.

Pegaram a cabeça de Isbosete e a enterraram no túmulo de Abner.

O texto nos conta que Jônatas tinha um filho. Seu nome era Mefibosete. Estava com cinco anos quando souberam da morte de seu pai e de seu avô. Na ânsia de fugir, sua ama o derrubou do colo e ele ficou aleijado.

Depois que Isbosete morreu, todas as tribos de Israel foram a Hebrom. Disseram que também eram parentes de Davi. Que, na verdade, quando Saul reinava, era Davi quem liderava o exército de Israel. Eles sabiam que o Senhor lhe dissera que reinaria. Que seria o pastor de Seu povo.

Fizeram um acordo, diante do Senhor, com todas as autoridades de Israel. E ungiram Davi rei sobre Israel. É a terceira vez que Davi é ungido. Primeiro por Saul, diante de sua família. Depois pelas autoridades de Judá. Agora, pelas autoridades de Israel.

Estava com trinta anos quando começou a reinar. Reinou sobre Judá sete anos e meio e, em Jerusalém, sobre todo Israel, por trinta e três anos.

Quando foi ungido rei de Israel, Jerusalém ainda era habitada pelos jebuseus. Davi foi com seus soldados para conquistá-la. Os jebuseus riram de Davi. Disseram que até os coxos e cegos eram capazes de impedí-lo de entrar em Jerusalém. Achavam que estavam seguros.

Davi tomou a fortaleza de Sião. Entraram pelo túnel de água. Esse túnel é o túnel que o rei Ezequias mandou fazer. Tive o privilégio de conhecê-lo. Somente uma pessoa, de cada vez, passa por ele. Em muitos pontos é necessário abaixar-se. E a água corre o tempo todo. Batia na minha coxa. Acredito que na época devia correr mais água ainda. http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/quem-e-o-seu-deus.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html

O rei foi morar na fortaleza de Sião, que passou a ser chamada Cidade de Davi. Ele a ampliou.
Davi foi se tornando mais e mais poderoso. Por um motivo: O Senhor era com ele. Não foi porque era um excelente soldado ou líder (embora fosse), mas porque o Senhor era com ele. Esse é o motivo real de seu crescimento e empoderamento.

Hirão, rei de Tiro, lhe enviou mensageiros com madeira de cedro, carpinteiros e pedreiros. Eles construíram um palácio para Davi. Assim, Davi compreendeu que o Senhor o confirmara como rei sobre Israel, exaltando seu reino por amor ao Seu povo.

Essa simplicidade de Davi me toca profundamente. Foi crescendo porque o Senhor era com ele. Compreendeu que o Senhor o confirmara por amor ao Seu povo. Não por ele apenas.

Quando se mudou para Jerusalém, tomou mais esposas e concubinas. E ali, teve mais onze filhos. Quando estava em Hebrom teve seis. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html

Os filisteus ficaram sabendo que Davi se tornara rei sobre Israel. Reuniram-se para atacá-lo. Queriam capturá-lo. Quando soube, foi para a fortaleza. É claro que o novo rei deve ir contra os filisteus e atacá-los. Mas, antes de ir, perguntou ao Senhor se deveria ir, se seria vitorioso.

Em nossa caminhada com o Senhor não existe o óbvio. Precisamos orar e pedir Sua direção. Sempre. A cada dia. Para cada situação.

O Senhor respondeu que sim, Davi deveria ir. O Senhor os entregaria. E, de fato, os entregou. Ele foi como uma violenta inundação sobre seus inimigos.

Depois de um tempo, novamente os filisteus acamparam-se contra Davi. E novamente ele orou, perguntando se deveria atacá-los. O Senhor lhe disse que desta vez não deveria atacá-los de frente. Daria a volta por trás deles. Atacaria próximo às árvores. Mas devia esperar. Quando ouvisse um som como de pés marchando por cima das árvores, atacaria. Era um sinal de que o Senhor estava indo à sua frente. Para derrotar o exército inimigo. Davi obedeceu. E derrotou os filisteus.

Ah, como precisamos aprender a pedir orientação ao Senhor em tudo que fazemos. Antes de fazer. E não, como muitas vezes, pedir que Ele conserte o que fizemos quando não pedimos Sua orientação.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Entregando os tesouros ao inimigo

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos que Joás, reis de Judá, ordenou que o templo fosse restaurado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/restauracao.html

Hoje, caminharemos ainda través das páginas do capítulo doze. Do versículo dezessete ao vinte e um.

Nesse mesmo tempo, o rei da Síria, Hazael, atacou a cidade de Gate. Ele a conquistou. Depois dessa conquista, decidiu marchar contra Jerusalém.

Joás tomou todos os objetos sagrados que seus antecessores, reis de Judá, haviam consagrado e tudo que ele mesmo havia oferecido, além de todo o ouro que estava no tesouro da casa do Senhor e no palácio real. Mandou tudo para Harael, que desistiu de invadir Jerusalém.

É triste saber que Joás não clamou ao Senhor por livramento. Foi lá e resolveu. Com o que tinha em mãos.

Dois de seus servos, Jozabade e Jeozabade, conspiraram contra ele. Mataram-no na Casa de Milo, no caminho que desce para Sila. Ele morreu e foi sepultado junto aos seus antepassados. Na Cidade de Davi.

Seu filho Amazias passou a reinar em seu lugar.

Ah, que possamos clamar ao Senhor ao invés de agirmos por conta própria. Ele sempre nos orientará e nos dará o escape.

E quanto a Amazias? Que tipo de rei será?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Fazendo a limpeza


white wooden louvered door
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos que Abião, ou Abias, se afastou do Senhor. Viveu sempre em guerra.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sempre-em-guerra.html

Hoje, caminharemos através do capitulo quinze. A partir do versículo dez. Até o final.

Quando Jeroboão, rei de Israel, já havia reinado vinte anos, Asa começou a reinar em Judá. Reinou quarenta e um anos em Jerusalém.

Quando leio o versículo a seguir, tenho vontade de pular. Acredita que Asa agiu de modo reto diante do Senhor, como Davi?
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/o-reinado-de-davi-foi-sucedido-por.html

Sim, ele tirou da terra os prostitutos cultuais, que eram conhecidos como sodomitas. Também destruiu todos os ídolos que seus pais haviam erguido. Ele fez uma verdadeira limpeza.

E o que acho muito impressionante, ele destituiu sua própria avó, Maaca, filha de Absalão, da autoridade de rainha-mãe. Ela havia construído um abominável objeto de culto para servir de ídolo sagrado, que ele também queimou. Ficava próximo ao ribeiro de Cedrom.

Asa não removeu os altares das colinas. Mas seu coração foi totalmente dedicado ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html

Ele trouxe para o templo do Senhor os objetos que seu pai, Abião ou Abias, havia consagrado, e os objetos que ele mesmo consagrara, prata, ouro e vasos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-solene.html

No segundo ano de seu reinado, Nadabe, filho de Jeroboão, tornou-se rei em Israel. Governou apenas dois anos.

Praticou o que o Senhor reprova. Andou nos caminhos de seu pai e no pecado que havia induzido Israel a cometer.

Então, Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, conspirou contra ele. Feriu-o de morte em Gibeom dos filisteus, pois Nadabe e todo o Israel havia sitiado Gibeom.

Baasa assassinou-o no terceiro ano do governo de Asa, e reinou em seu lugar. Assim que se tornou rei, massacrou toda a casa de Jeroboão. Não poupou ninguém. Exterminou-os. Como o Senhor dissera através de seu servo Aías, o silonita.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Tudo por causa dos pecados que Jeroboão havia praticado e levado o povo de Israel a praticar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html

Baasa reinou durante vinte e quatro anos. Praticou o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu o caminho de Jeroboão, errando e induzindo Israel ao erro.

Houve grande batalha entre Asa e Baasa, rei de Israel. Eles guerrearam o tempo todo.

Baasa, rei de Israel, invadiu Judá e edificou Ramá, para que ninguém pudesse sair nem entrar no território de Asa.

Asa tomou toda a prata e o ouro que estavam nos tesouros do templo, além dos objetos valiosos do palácio real e os entregou nas mãos de seus servos para enviar a Ben-Hadade, rei da Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Ben-Hadade morava em Damasco. Asa enviou os objetos com a mensagem de que houvesse aliança entre eles e que ele rompesse a aliança que possuía com Baasa.

Ben-Hadade aceitou o acordo. Enviou os chefes de seu exército contra Israel. Conquistou Ijom, Dã, Abel-Bete-Maaca e todo o Quinerete, a região próxima ao lago da Galiléia, além de todo o território de Naftali.

Israel perdendo o que havia conquistado. Tudo por ter se afastado do Senhor.

Quando Baasa soube, parou de construir Ramá. Ficou em Tirza.

Então, Asa determinou em todo Judá que trouxessem as pedras de Ramá e a madeira com que Baasa a edificava. Com esse material Asa mandou construir Geba de Benjamim e Mispá.

O resto da história de Asa, muito interessante, está escrito em Crônicas. Na sua velhice, ficou doente dos pés. Vale a pena ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Ele morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Josafá foi seu sucessor.

É muito triste ver que Jeroboão, que podia ter uma dinastia perene, abandonou ao Senhor. Seu filho seguiu seus caminhos. Foi assassinado. Sua família exterminada. Não sobrou ninguém. Como o Senhor havia dito. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

Baasa não aprendeu a lição. Sabia que Jeroboão estava naquela situação por ter se afastado do Senhor, mas seguiu os caminhos de Jeroboão. Também não se voltou para o Senhor.

O que acontecerá com ele? Seus filhos governarão após ele? Será que ainda há esperança para Israel?

E quanto à Judá? Asa segue ao Senhor. Até destitui sua avó do cargo de rainha-mãe, por ser ela uma idólatra. Ele morre. Josafá reina em seu lugar.

Como será seu reinado? Seguirá os caminhos de Davi ou ao menos os caminhos de seu pai? Há esperança para Judá?

E quanto a nós? Temos seguido ao Senhor, independente das circunstâncias? Há esperança para nós?

Lembre-se: nossas decisões impactam gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Amanhã veremos. Espero você. Até lá.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Reino Dividido

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Reis.

Ontem vimos que Salomão abandonou o Senhor. Seguiu atrás dos deuses de suas muitas mulheres. Que triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo onze. Do versículo vinte e seis em diante.

Falamos ontem que o Senhor levantou inimigos que fizeram guerras contra Salomão. Agora falaremos de Jeroboão.

Era filho de Nebate, efraimita. Servo de Salomão. Um homem valente, talentoso e competente.

Quando Salomão viu o quanto era bom trabalhador, encarregou-o da coordenação de todos que realizavam trabalhos forçados e que pertenciam às tribos de José. Lembra? Efraim e Manassés.

Certo dia, nesta época em que era o coordenador do rei, Jeroboão saiu de Jerusalém. Aías, o profeta de Siló, encontrou-se com ele no caminho.

Aías usava uma capa nova. Ele agarrou sua capa com toda força e a rasgou. Em doze pedaços.

Imagine a cena. Você andando pela estrada. De repente, um profeta, que normalmente não tem roupas novas, está com uma capa linda, novinha. Ele o vê. Pega em sua própria capa. Com toda força. E a rasga em doze pedaços. Ele vem em sua direção. E lhe entrega dez pedaços.

Pois bem. Aías entregou dez pedaços a Jeroboão. E declarou: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eis que vou arrancar o reino das mãos de Salomão e te darei dez tribos.”

O Senhor disse a Jeroboão que deixaria Salomão com uma tribo como demonstração de Seu amor para com Seu servo Davi e para com Jerusalém. Explicou a Jeroboão que agiria dessa força porque Salomão e seu reino O haviam abandonado, preferindo adorar Astarote, a deusa dos sidônios, Camos, deus dos moabitas e Moloque, deus dos amonitas. Não buscaram andar em Seus caminhos. Não fizeram o que Ele aprova, nem obedeceram Seus estatutos e mandamentos, como Davi.

O Senhor ainda disse que não tiraria o reino das mãos de Salomão. Tiraria da mão de seu filho e daria a ele dez tribos. Uma ficaria com o filho de Salomão para que Davi sempre tivesse uma lâmpada diante do Senhor, em Jerusalém, cidade que Ele havia separado afetuosamente para estabelecer Seu Nome. Na verdade, duas tribos ficariam com os descendentes de Davi, Judá e Benjamim.

O Senhor também disse que levantaria Jeroboão e o faria reinar sobre tudo que seu coração desejasse. Ele seria rei sobre Israel. Mas havia uma condição. Ele deveria atentar para tudo que o Senhor lhe ordenasse, andar em Seus caminhos e praticar o que era justo e certo aos Seus olhos, obedecendo às Suas orientações e mandamentos, como Davi havia feito. O Senhor mesmo estaria com Ele e firmaria para ele uma dinastia perene, como fez com Davi.

Que privilégio de Jeroboão! Ouvir essas palavras do Senhor. Até uma dinastia perene, como a Davi. E o Senhor ainda lhe explica porque não lhe dará Israel todo. Uau! Que homem deveria ser Jeroboão!

E então, sabe o que acontece? Se você se lembrou de Saul, acertou.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Salomão procurou matar Jeroboão. Ele precisou fugir. Fugiu para o Egito, para Sisaque, o rei. Lá ficou, até a morte de Salomão.

Como é triste ver que Salomão se desviou do Senhor. E perdeu sua identidade. Como Saul.

Quando abandonamos o Senhor, não nos perdemos apenas dEle. Perdemo-nos de nós mesmos.

Quem não sabe quem é, normalmente persegue aquele que tem um destino e quer alcançá-lo. Foi o que fez Saul com Davi. E o que fez Salomão com Jeroboão.

Nossa identidade está em Deus. Ele, que nos criou, sabe quem somos. E nos revela.

Salomão morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho, Roboão, reinou em seu lugar.

E agora? Como será? Jeroboão e Roboão reinarão? Como será essa divisão? Dez tribos para Jeroboão e duas para Roboão? Será que dará certo?

Amanhã veremos. Espero você.

domingo, 24 de junho de 2018

Agindo em Conformidade

Vamos continuar nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos Davi pedindo orientação ao Senhor, embora fosse um soldado experiente, tivesse um exército valioso, também experiente e conhecesse seu inimigo. Preciosas lições a seguir. Sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/buscando-direcao-sempre.html

Hoje caminharemos pelo capítulo 15.

Davi construiu seu palácio com edifícios e casas na cidade de Davi. Também preparou um lugar especial para receber a Arca do Senhor. Levantou uma tenda para abrigá-la, a Tenda de Davi.

Durante esse tempo, descobriu como a Arca deveria ser transportada. Sua pergunta foi respondida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html

Novamente convocou todo o povo de Israel para levarem a Arca ao lugar que havia preparado especialmente para ela.

Davi convocou os descendentes de Arão e os levitas, seus chefes e irmãos. Convocou também os sacerdotes Zadoque e Abiatar, os levitas Uriel, Asaías, Joel, Semaías, Eliel e Aminadabe. Eles eram os líderes e chefes das famílias levitas. Davi exortou-os para que se santificassem, tanto eles como seus irmãos, para transportarem a Arca de Deus.

Davi lembrou que por não terem conduzido a Arca na primeira vez, a ira do Senhor causou grande destruição. Ele reconheceu que, infelizmente, não haviam consultado como proceder conforme a lei, ou seja, corretamente. Reconheceu terem agido de maneira errada, não o Senhor.

Os sacerdotes e os levitas se consagraram para transportar a Arca do Senhor. Ainda que fosse esta a sua obrigação, se santificaram para realizá-la. Como deve ser. Quando servimos ao Senhor, precisamos nos consagrar a Ele. Sempre.

Os levitas não delegaram mais sua tarefa. Era pesada, é verdade, toda feita de madeira e coberta de ouro, mas elas carregaram-na apoiando suas varas sobre os ombros, de acordo com o que Moisés havia determinado, em conformidade com a Palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html

Se você exerce tarefas que tenham controle de conformidade está acostumado com essa linguagem. Tudo que não é feito em conformidade precisa ser refeito, caso contrário não pode ser aceito. Com o Senhor é assim também, por isso, todos os passos dados precisam estar em conformidade com Sua Palavra. Ela é nosso “Manual de Conformidade”, nosso “Manual de Instruções”.

Davi também ordenou aos chefes dos levitas que encarregassem os músicos de cantar melodias alegres, acompanhados por diversos instrumentos musicais. Era uma ocasião especialmente feliz. Hemã, filho de Joel, e Asafe, filho de Berequias, parentes deles, e também Etã, filho de Cuxaías, dentre os descendentes de Merari, seus parentes, foram os encarregados. Com eles estavam os porteiros, seus parentes pertencentes ao segundo escalão.

Assim, os músicos Hemã, Asafe e Etã tocavam címbalos de bronze;  outros tinham a responsabilidade de tocar as liras, acompanhando o soprano,  e ainda outros tocavam as harpas em oitava, marcando o ritmo. Tudo organizado. Cada um em sua tarefa específica. Como deve ser. Sempre.

Quenanias, o chefe dos levitas, era encarregado dos cânticos. Essa era sua obrigação, porquanto tinha talento e competência para executar bem essa tarefa. Quenanias não tinha apenas talento, ele se especializou para executar sua tarefa de maneira competente, com esmero. Como deve ser quando fazemos qualquer coisa, principalmente para o Senhor.

Berequias e Elcana serviam como porteiros e protegiam a Arca. Era o ministério deles. Que devia ser exercido com precisão e esmero. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/ana-e-seu-sonho.html

Os sacerdotes Sebanias, Josafá, Natanael, Amasai, Zacarias, Benaia e Eliézer tocavam as trombetas diante da Arca de Deus.

Obede-Edom e Jeías também eram porteiros. Vigiavam para que ninguém tocasse na Arca. Embora, a essa altura, todos soubessem que ninguém devia tocá-la, ainda assim, estavam ali para lembrar a todos dessa limitação.

Davi, todas as autoridades do povo de Israel e os líderes dos batalhões de mil buscaram a Arca da Aliança do Senhor que estava na casa de Obede-Edom, com grande celebração.

Em louvor ao Senhor, que poupou e ajudou os levitas que carregavam a Arca, durante seu transporte havia sacrifícios ao Senhor. Mesmo que agora estivessem agindo da maneira correta, agradeciam ao Senhor.

Os levitas que carregavam a Arca, os músicos e Quenanias, líder dos músicos vestiam um manto de linho fino. Davi vestia também o colete sacerdotal de linho.

Toda a nação de Israel acompanhou a Arca da Aliança com grande júbilo e brados de alegria, ao som de trombetas, cornetas e címbalos, ao toque de liras e harpas.

Quando a Arca entrou na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, uma das esposas de Davi, estava em uma das janela. Ela rejeitou Davi, em seu coração, pela maneira extravagante com que ele adorava.

Que aprendamos a consultar sempre a Palavra do Senhor para agirmos de acordo com Seus mandamentos, antes de fazermos qualquer coisa, para não corrermos nenhum risco desnecessário. Para aprendermos a agradá-Lo.

Amanhã prosseguimos. Espero você.