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sexta-feira, 12 de abril de 2019

2 Reis 25.1-30

Leitura do dia 12/04.

Na postagem anterior, vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e cinco.

No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa de sua rebelião, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.

Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.

No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.

Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.

Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.

Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado. Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.

A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.

No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém. Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e os edifícios importantes. O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.

Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.

Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html

Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.

Destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.

Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.

O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.

Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.

Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.

Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.

Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.

Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.

Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete e Jazanias souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram até Mispá. Eram todos chefes de exército.

Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante deles. Declarou que não deviam temer servir os babilônicos. Se permanecessem na terra e servissem ao rei da Babilônia, tudo correria bem.

Mas, no sétimo mês, Ismael, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e todos que estavam com ele em Mispá, judeus e babilônicos.

O povo de Judá, de crianças a idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.

Que situação lastimosa! Fugiram de suas terras, com medo dos caldeus e foram abrigar-se no Egito, onde haviam sido escravos.

No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim (leia novamente: trigésimo sétimo ano), Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia. Joaquim havia ido para o exílio antes de Zedequias. Amel-Marduque decidiu perdoá-lo e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.

Depois de trinta e sete anos de exílio, Joaquim foi tratado pelo novo rei, com misericórdia e dignidade. Passou a ocupar o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia. Teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro. Passou a fazer suas refeições à mesa real. E seu sustento foi garantido diariamente pelo rei caldeu.

Assim termina a história de 2 Reis. O reino de Judá já não existe. Jerusalém está destruída, abandonada. Os judeus fugiram para o Egito. Outros, vivem como prisioneiros na Babilônia.

Frutos sendo colhidos em função de várias gerações terem abandonado ao Senhor. Escolhido a maldição ao invés da benção, como Moisés havia lhes alertado.

Ainda que estivessem com o gabarito nas mãos, escolheram a maldição. Até que suas terras foram destruídas e foram levados cativos para a Babilônia, enquanto outros fugiram para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

Que nos sirva de lição.

Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar nos aproximar dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.

"Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.11

Ficamos por aqui. Amanhã começaremos 1 Crônicas. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

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http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-do-juizo-destruicao-total.html

2 Reis 24.1-20

Leitura do dia 12/04.

Na postagem anterior, vimos que Jeoacaz e Jeoaquim, filhos de Josias, não amaram ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-231-37.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e quatro.

Jeoaquim e Judá estavam enviando suas riquezas para o Egito, mas durante seu governo, Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu a nação. Jeoaquim foi obrigado a tornar-se seu vassalo por três anos. Depois de servir o Egito, agora serve a Babilônia.

Ao final de três anos, Jeoaquim rebelou-se contra Nabucodonosor. Sabe o que aconteceu?

O Senhor mandou tropas dos babilônios, dos sírios, dos moabitas e dos amonitas contra Jeoaquim e contra Judá, com o objetivo de os aniquilarem. Sim, você leu corretamente. Não foi Faraó Neco ou o rei Nabucodonosor, foi o Senhor dos Exércitos.

Por ordem expressa do Senhor, ordem expressa, todos esses fatos ocorreram contra Judá, para expulsá-lo da Sua presença por causa de todas as maldades e pecados cometidos por Manassés, e também devido ao sangue inocente que derramou em abundância, inundando Jerusalém de sangue sem culpa. Por isso o Senhor decidiu não perdoá-los, fazendo-os colherem as consequências do que plantaram. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/colhendo-o-que-foi-plantado.html

Faraó não teve coragem de enviar seus exércitos para além de suas próprias fronteiras depois que o rei da Babilônia ocupou todo o território que havia pertencido ao Egito. Nabucodonosor era muito poderoso.

Quando Jeoaquim morreu, seu filho Joaquim foi seu sucessor. Estava com dezoito anos. Governou três meses em Jerusalém. E, para nossa total tristeza, não fez o que era mal aos olhos do Senhor, fez o que era intolerável.

Acabou o tempo de Judá. As palavras do Senhor se cumprirão. Serão levados cativos para outros lugares (Deuteronômio 4.26-28).

Nesse tempo, os oficiais de Nabucodonosor sitiaram Jerusalém. O próprio Nabucodonosor veio à cidade. Joaquim, sua mãe, seus conselheiros, seus nobres e seus servos se renderam a ele.

Era o oitavo ano do reinado de Nabucodonosor. Ele tomou Joaquim e seu povo e os levou como prisioneiros. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html

Conforme o Senhor havia dito através de Isaías, ele retirou todos os tesouros da Casa do Senhor e do palácio real. Destruiu todos os utensílios sagrados de ouro que Salomão mandara fazer para o templo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-201-21.html

Que tristeza, ver a cidade que o Senhor escolhera para colocar Seu nome para sempre e o templo onde disse que habitaria, agora invadidos por um rei estrangeiro. Que os destruiu.

Nabucodonosor conduziu para o exílio toda Jerusalém. Todos os anciãos, líderes e homens de combate, todos os artistas e mil artesãos e artífices tiveram que abandonar Jerusalém. Dez mil pessoas. Só ficaram na terra os mais pobres e os doentes.

Também levou cativo para a Babilônia toda a força militar de Judá, composta de sete mil homens preparados para a guerra, fortes e treinados.

Colocou Matanias, tio de Joaquim, para reinar em seu lugar. Mudou seu nome para Zedequias.

Quando o Senhor muda o nome de alguém, está firmando Sua identidade na pessoa. Quando um inimigo muda, está tentando arrancar sua verdadeira identidade e imprimir-lhe outra.

Que sejamos fiéis ao Senhor, para desfrutar de Suas bênçãos, na terra que o Senhor tem nos dado.

Zedequias estava com vinte e um anos quando começou a reinar. Governou onze anos em Jerusalém. Também agiu de maneira que o Senhor reprova, como Jeoaquim, seu antecessor.

Depois de muito tempo exercendo misericórdia, enviando profetas, chamando ao arrependimento, o justo juízo e a ira do Senhor vieram sobre o povo de Jerusalém e de Judá. Foram todos expulsos de Sua presença.

Depois de um tempo, o rei Zedequias promoveu uma revolução contra o rei da Babilônia.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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quinta-feira, 11 de abril de 2019

2 Reis 21.1-26

Leitura do dia 11/04.

Na postagem anterior, vimos Ezequias receber a palavra do Senhor através de Isaías. E ser grato, apesar de tudo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-201-21.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e um.

Manassés estava com doze anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém.

Para nossa tristeza, fez o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu a prática abominável das nações pagãs que o Senhor expulsara daquela terra. Edificou os altares das colinas que seu pai Ezequias tinha posto abaixo. E fez pior.

Ergueu altares a Baal. Mandou construir um poste-ídolo como o que Acabe, rei de Israel, tinha feito. Adorou todo o exército do céu e lhes prestou culto. Levantou altares até na Casa do Senhor. Edificou altares em homenagem aos astros e a todo exército dos céus nos dois pátios do templo do Senhor.

Quando pensamos que acabou, sua lista de abominações continua. Parece interminável.

Ele queimou seu próprio filho como holocausto e sacrifício às divindades que cultuava. Praticou adivinhações através das nuvens. Dedicou-se à feitiçaria. Recorreu a médiuns e a quem dissesse que consultava espíritos.

Fez tudo que o Senhor reprova. Assim, provocou Sua ira.

Além disso, ainda tomou o poste sagrado que havia feito e o colocou na Casa do Senhor. A casa que o Senhor disse expressamente a Davi e a seu filho Salomão que estabeleceria Seu Nome para sempre.

O Senhor também havia dito que não permitiria mais que os pés dos filhos de Israel caminhassem sem rumo naquela terra, desde que tivessem o cuidado de viver e observar tudo o que lhes ordenara. Mas o povo não deu ouvidos. Deixaram-se induzir por Manassés, ao erro e ao pecado. Agiram muito pior do que as nações pagãs que o Senhor havia exterminado diante dos olhos dos israelitas. Por mais impossível que pareça.

O Senhor enviou Seus servos, os profetas, dizendo que por tudo que fizeram, enviaria um castigo tão severo sobre Jerusalém e Judá, que ambos os ouvidos de todos que escutassem retiniriam. Estenderia sobre Jerusalém o fio de medir utilizado contra Samaria e o fio de prumo usado contra a família de Acabe. Limparia Jerusalém como se limpa um prato. Lavando e virando de cabeça para baixo.

Usar o fio de medir era um costume da época. As pessoas eram colocadas lado a lado. Normalmente, media-se o fio em um grupo. Este era salvo. Media-se novamente dois grupos, que eram condenados.

O Senhor desprezaria os restos da Sua herança. Ele os entregaria nas mãos de seus inimigos. Serviriam de presa e espólio. Tudo porque praticaram o que é reprovável aos Seus olhos, deixando-O irado desde o tempo em que seus antepassados saíram do Egito até aqueles dias.

Manassés era tão terrível que matou muitas pessoas inocentes. As ruas de Jerusalém ficaram alagadas de sangue. Além disso, cometeu o pecado de induzir o povo de Judá a adorar seus ídolos, praticando, o que definitivamente não agrada o Senhor. Quando morreu, foi sepultado num terreno em seu próprio palácio, no Jardim de Uzá. Seu filho Amom assumiu seu lugar.

Como é triste ver que após Ezequias, que se convertera ao Senhor e andara nos caminhos de Davi, vem Manassés que fez e levou o povo a fazer pior que as nações que o Senhor havia expulsado.

Judá passou a andar nos caminhos de Israel. Não conseguia enxergar que teria o mesmo destino.

Amom é o novo rei. Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas dois anos em Jerusalém. Não seguiu o caminho de seu avô Ezequias. Como seu pai, cometeu muitos pecados. Suas atitudes e práticas desgostaram o Senhor. Muito.

Andou no mau procedimento de seu pai, imitando-o. Também adorou e serviu os ídolos que seu pai havia cultuado. Desprezou o Senhor, Deus de seus antepassados. Não quis seguir o caminho do Eterno. Um dia, seus próprios oficiais conspiraram contra ele. Assassinaram-no em seu palácio. Foi sepultado no túmulo da família real, no Jardim de Uzá.

Depois disso, o povo da terra matou os que se revoltaram contra Amom. Josias, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar.

Ainda há uma lâmpada acesa na família de Davi.

Como será Josias? Imitará seu pai e seu avô? Imitará os reis de Israel? Há alguma esperança para Judá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

2 Reis 19.1-37

Leitura do dia 10/04.

Na postagem anterior, vimos que o rei da Assíria, através de Rabsaqué, afrontou o Senhor e Ezequias. Disse que nenhum deus conseguiu livrar nenhuma nação de seu senhor. O Senhor também não conseguiria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-181-33.html

Agora, caminharemos através do capítulo dezenove de 2 Reis.

Quando Ezequias soube de tudo que Rabsaqué falou, rasgous suas vestes, cobriu-se de pano de saco em sinal de profunda tristeza e humilhação. E entrou no templo do Senhor. Era onde deveria estar. Clamando ao Único que podia socorrê-lo.

Ele enviou Eliaquim, o mordomo e administrador geral do palácio, Sebna, o escrivão, e os anciãos dos sacerdotes, todos vestidos de pano de saco, à presença do profeta Isaías, filho de Amoz. Eles transmitiram as palavras de Ezequias ao profeta. Aquele era um dia de grande angústia, repreensão e vergonha. Como o dia do nascimento de filhos quando não há ânimo nem força para dar à luz. Sua esperança era que o Senhor tivesse ouvido as palavras de Rabsaqué, a quem Senaqueribe enviara para insultar o Deus Vivo. Que o Senhor o repreendesse. E que Isaías intercedesse pelos que ainda sobreviviam.

Quando os oficiais do rei entregaram a mensagem a Isaías, ele lhes declarou que transmitissem ao rei as palavras do Senhor. O Senhor ordenou que Ezequias não tivesse medo das palavras que ouvira, das blasfêmias com as quais os asseclas do rei da Assíria O afrontaram. Porquanto o Senhor mudaria o espírito e as intenções de Senaqueribe. Ele receberia uma notícia que o faria tomar a decisão de retornar imediatamente ao seu país. E em sua própria terra o Senhor o faria morrer ao fio da espada.

Enquanto isso, Senaqueribe partiu de Láquis. Rabsaqué o encontrou em combate contra Libna. Nesse tempo, recebeu a notícia que Tiraca, rei da Etiópia, estava indo guerrear contra ele. Então mandou novamente uma mensagem a Ezequias, rei de Judá.

A mensagem dizia que o Deus, em quem ele, Ezequias, confiava, não o iludisse, quando prometia que Jerusalém não seria entregue às mãos do rei da Assíria. Ezequias já tinha ouvido o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações, destruindo-as completamente. Ele não iria escapar. Nenhum deus libertou as nações que seus pais haviam devastado. O rei perguntou onde estava o rei de Hamate, o rei de Arpade, o rei da cidade de Sefarvaim, de Hena e de Iva. Todos destruídos.

Quando Ezequias leu, imediatamente voltou à Casa do Senhor. Estendeu as cartas diante dEle. E orou. Pediu que o Eterno Deus de Israel, que estava assentado em Seu trono, muito acima dos querubins, sim era com Ele mesmo que estava falando. Com o Único Senhor e Deus sobre todos os reinos da terra, o Senhor que criou os céus e a terra, que Ele inclinasse Seus ouvidos e ouvisse e observasse atentamente as palavras que Senaqueribe tornou públicas para afrontá-Lo. Ezequias reconhecia que a afronta era ao Senhor, antes de ser a qualquer outro.

Disse que era verdade que os reis da Assíria tinham devastado as nações e suas terras e lançado seus deuses no fogo. Mas não eram, de fato, deuses. Eram apenas obras das paixões e das mãos dos homens, que os modelaram em madeira e pedra. Por isso mesmo, foram destruídos. Não tinham nenhum poder. Não eram nada.

Ele suplicou que o Senhor o livrasse de sua mão, e que todos os reinos da terra ficassem sabendo que só o Senhor é Deus. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

O profeta Isaías mandou dizer a Ezequias que o Senhor ouvira sua súplica a respeito de Senaqueribe, rei da Assíria. E a palavra do Senhor contra Senaqueribe era que a virgem, a filha de Sião, desprezava e zombava dele, meneando a cabeça. Consegue imaginar a cena? Embora Senaqueribe fosse o grande rei da Assíria e Jerusalém fosse como uma indefesa virgem, ela meneava sua cabeça para ele.

Ele havia insultado, blasfemado e levantado com arrogância sua voz. Olhado com desdém para o Santo de Israel. Não para um deus qualquer. Era o Senhor, o Santo de Israel. Ofendeu o Senhor ao dizer que com a multidão de seus carros de guerra havia conquistado o alto dos montes, no interior do Líbano, derrubado pinheiros e chegado à pousada mais remota e à floresta mais densa.

Ofendeu também quando disse que havia cavado e bebido águas de terras estrangeiras e secado com as plantas de seus pés todos os rios do Egito. Será que Senaqueribe não tinha ouvido que o Senhor determinara esses acontecimentos há muito tempo e desde antes da antiguidade planejara o que agora Ele fazia acontecer? Simplesmente aprouve ao Senhor, executá-los através de Senaqueribe, que era apenas um vaso para que a vontade do Senhor se cumprisse naquelas cidades. Exatamente por isso seus habitantes não tiveram qualquer poder. Ficaram aterrorizados e envergonhados. Tornaram-se como a erva do campo, como a relva verde, e como o capim dos telhados, que se queimam antes mesmo de amadurecer.

Mas o Senhor conhecia muito bem o assentar, o sair e o entrar de Senaqueribe, assim como observava o seu furor contra Ele. E, por causa da sua ira maldosa contra o Senhor e porque sua insolência subiu aos Seus ouvidos, o Senhor colocaria Seu anzol em seu nariz e Seu cabresto em sua boca, obrigando-o a voltar pelo caminho por onde viera.

O Senhor disse que daria a Isaías um sinal. Naquele ano comeriam do que crescesse espontaneamente do solo. No ano seguinte o que brotasse. Mas no terceiro ano semeariam e colheriam, plantariam vinhas e comeriam seus frutos. O que escaparia da casa de Judá lançaria raízes e daria fruto. De Jerusalém sobreviveria um resto, e do monte Sião, haveria quem fosse salvo. Era o zelo do Senhor dos Exércitos que faria tal acontecer.

O Senhor ainda disse que o rei da Assíria não entraria em Jerusalém. De jeito nenhum. Nem lançaria qualquer flecha contra Seu povo. Também não enfrentaria a cidade com escudo, tampouco construiria rampas de ataque ao redor dela. Ele retornaria aos seus pelo mesmo caminho por onde viera, mas jamais entraria em Jerusalém. Pelo simples motivo que o Senhor protegeria Jerusalém e a salvaria, por amor dEle mesmo e por amor do Seu servo Davi.

Sabe o que aconteceu?

Naquela mesma noite, o Anjo do Senhor matou cento e oitenta e cinco mil guerreiros que se encontravam no acampamento dos assírios. Vou repetir. Cento e oitenta e cinco mil guerreiros! Quando o povo se levantou ao raiar do dia seguinte, aqueles guerreiros eram cadáveres. Senaqueribe fugiu apavorado, retornando a Nínive, onde permaneceu.

Um dia, quando estava no templo de Nisroque, adorando e cultuando seu deus, seus filhos Adrameleque e Sarezer o assassinaram ao fio da espada e fugiram para a terra de Arará. Seu outro filho, Esar-Hadom passou a reinar em seu lugar. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Podemos crer e confiar em Sua palavra. Sempre. Ele é fiel. Mesmo quando não conseguimos ver uma saída, uma solução. Ele é fiel. É o Todo-Poderoso.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte ao capítulo vinte e dois

Espero você. Até lá.

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quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 16.1-20

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos que Judá não abandona os altares idólatras, oferecendo sacrifícios pagãos. Israel e Judá estão perdendo território.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-151-38.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dezesseis de 2 Reis.

Acaz, filho de Jotão, começou a reinar em Judá. Era o décimo sétimo ano de Peca, filho de Remalias, rei de Israel. Tinha vinte anos de idade quando começou ao reinar. Não fez o que era agradável ao Senhor como Davi fizera. Oferecia sacrifícios e incenso nos lugares altos, nas colinas e debaixo de toda árvore verdejante.

Como se não bastassem os pecados de Judá, imitou a conduta de alguns reis de Israel. Chegou a sacrificar seu próprio filho no fogo, conforme as tradições e costumes das nações pagãs que o Senhor havia expulsado da terra de Canaã, através dos filhos de Israel.

Rezim, rei da Síria, e Peca, rei de Israel, pelejaram contra Jerusalém. Mas não prevaleceram contra Acaz.

Nessa época, Rezim, recuperou Elate e tirou os judeus de lá. Os edomitas passaram a habitar em Elate.

Acaz, que não sabia o que era recorrer ao Senhor, enviou mensageiros a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Em sua mensagem dizia que era seu servo e filho, que Tiglate-Pileser subisse e o livrasse do poder do rei da Síria e de Israel. A mensagem foi acompanhada da prata e do ouro que se acharam no templo do Senhor e nos tesouros da casa do rei.

O rei da Assíria atendeu seu pedido. Subiu contra Damasco. Apoderou-se dela, deportou seus habitantes para Quir e mandou matar Rezim.

Enquanto no tempo de Salomão houve paz em todas as fronteiras de Israel, agora Israel e Judá enfrentam guerras por todos os lados. Mesmo assim não cogitam em voltar para o Senhor. É uma tristeza essa parte da história.

Que possamos nos lembrar do Senhor em todos os momentos de nossas vidas, jamais deixando-O para trás.

Como fez aliança com Tiglate-Pileser, rei da Assíria, Acaz foi a Damasco para encontrá-lo. Lá viu um altar e mandou ao sacerdote Urias o modelo com informações detalhadas para sua construção. O sacerdote Urias construiu o altar seguindo todas as instruções enviadas pelo rei. Ficou pronto antes que Acaz voltasse de Damasco.

Quando o rei viu o altar, aproximou-se e fez queimar sobre ele seu holocausto, ofertas de cereais e suas oblações, vinho e sangue de ofertas pacíficas.

O altar de bronze, que era dedicado apenas e exclusivamente ao Senhor, ficava entre o novo altar e o templo, então Acaz o transferiu para o lado norte do seu novo altar. Ordenou que Urias queimasse “no seu altar” todos os holocaustos e ofertas, dele e de toda a nação. Não deveria mais usar o altar de bronze, o “altar do Senhor” para isso. A partir de então, Acaz passaria a usar o “altar do Senhor” como oráculo para suas adivinhações. O altar que era do Senhor! E pior, o sacerdote Urias não questionou. Simplesmente fez tudo que o rei lhe ordenara.

Que o Senhor nos guarde de usar o "Seu Altar" como oráculo ou como qualquer outra coisa, que não seja para adorá-Lo.

Acaz também mandou que fossem retirados os painéis laterais e arrancou as pias dos estrados móveis. Tirou o tanque de cima dos touros de bronze e o depositou sobre uma base de pedra. Tudo para pagar o rei da Assíria. Também retirou a cobertura que era usada no sábado, que fora edificada no templo e acabou com a entrada real do lado de fora da Casa do Senhor. Não havendo mais respeito pelo Senhor, por que haveria respeito com Seu altar, Sua casa?

Judá caminha a passos largos, cada vez mais longe do Senhor. O templo feito com tanta dedicação e carinho por Salomão, está se transformando em ruínas e altares de outros deuses tomam Seu lugar.

Quando Acaz morreu foi sepultado junto a seus pais, na Cidade de Davi. Seu filho Ezequias passou a reinar em seu lugar.

Não sei você, meu coração fica partido quando vejo que um rei após outro não se importa mais com o Senhor. Uma dinastia que carrega a promessa transmitida pelo Senhor a Davi não se importa em conhecer esse Senhor e muito menos em andar nos caminhos que Davi andou.

Como será o reinado de Ezequias? Será que ainda há esperança para o povo de Judá?

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezessete ao capítulo dezenove.

Espero você. Até lá.

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2 Reis 15.1-38

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos Jeroboão filho de Jeoás, rei de Israel, que andou nos passos de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-141-29.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quinze de 2 Reis.

Azarias, filho de Amazias iniciou seu reinado em Judá. Era o vigésimo sétimo ano do reinado de Jeroboão, rei de Israel. Estava com dezesseis anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e dois anos. Fez o que é agradável aos olhos do Senhor. Como seu pai.

Percebe que o padrão mudou? Não faziam mais o que era agradável aos olhos do Senhor "como Davi". Era simplesmente "como seu pai".

Os altares pagãos das colinas não foram retirados. O povo continuava sacrificando e queimando incenso nesses locais. O Senhor feriu Azarias com lepra. Até sua morte. Ele morava em uma casa separada. Seu filho Jotão precisou governar em seu lugar.

Como assim? Ele fez o que agradou o Senhor como seu pai e o Senhor o feriu de lepra?

2 Crônicas nos conta o que exatamente aconteceu. Não deixe de ler. Ele se esqueceu do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/ele-se-esqueceu.html

Quando morreu, sepultaram-no na Cidade de Davi.

Quando já estava no trigésimo oitavo ano do governo de Azarias, Zacarias, filho de Jeroboão tornou-se rei em Israel. Reinou apenas seis meses. Também seguiu os passos de Jeroboão, filho de Nebate. Fez o que era mau aos olhos do Senhor.

Salum, filho de Jabes, conspirou contra ele. Matou Zacarias diante do povo. Ocupou seu trono e reinou em seu lugar. Aqui, mais uma vez, cumpriu-se a palavra do Senhor, dita a Jeú de que seus descendentes reinariam sobre Israel até à quarta geração. Foi exatamente o que aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Lembre que Jeú afastou-se dos caminhos do Senhor, descumpriu Sua aliança. Mas o Senhor, não.
Continuou sendo fiel à Sua palavra e cumpriu o que havia prometido a Jeú.

Quando estava no trigésimo nono ano de Uzias, rei de Judá, Salum, filho de Jabes, começou a reinar em Israel. Reinou apenas por um mês.

Menaém, filho de Gadi, subiu de Tirza, foi até Samaria e matou Salum. Então, reinou em seu lugar.

Infelizmente, Israel vai indo de mal a pior. É o que acontece quando o Senhor é deixado para trás.

Menaém, atacou Tifsa. Feriu todos naquela cidade. E ao redor dela. Tudo porque recusaram a abrir as portas da cidade. Ele a saqueou. E, com toda crueldade, rasgou ao meio todas as mulheres grávidas. Esse é o triste relato sobre Menaém.

Onde Israel vai parar? Não há mais temor ao Senhor, nem respeito aos homens. Que triste situação.

Menaém, filho de Gadi, tornou-se rei de Israel quando Azarias, rei de Judá, estava em seu trigésimo nono ano de reinado. Governou dez anos. Nunca se desviou dos pecados que Jeroboão, filho de Nebate, induziu e conduziu Israel a cometer e permanecer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html

Tiglate-Pileser, também chamado Pull, era rei da Assíria nesta época. Ele invadiu Israel. Menaém deu-lhe trinta e cinco mil quilos de prata para conquistar seu apoio e manter-se no trono. Diferente dos outros reis, cobrou essa quantia de Israel. Todos os homens de posse foram obrigados a contribuir com seiscentos gramas de prata neste pagamento. Com esse acordo Pull suspendeu seus planos para invadir Israel.

Quando morreu, Pecaías, seu filho, passou a reinar em seu lugar.

Quando estava no quinquagésimo ano do reinado de Azarias, rei de Judá, Pecaías, filho de Nebate, começou a reinar. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados que, anos antes, Jeroboão, filho de Nebate, induziu Israel a cometer.

Um de seus principais oficiais, Peca, junto com cinquenta homens gileaditas, conspirou contra ele. Feriram-no em Samaria, na fortaleza da casa do rei, junto com Arobe e com Arié. Peca o matou e passou a reinar em seu lugar. Era o quinquagésimo segundo ano de Azarias, rei de Judá. Ele governou Israel durante vinte anos. Também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se desviou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate.

Nos dias de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria invadiu e tomou muitas terras de Israel. Além de tomar as terras, levou seus habitantes para a Assíria a fim de servi-lo.

Por se afastarem do Senhor, Israel tem suas fronteiras diminuídas e seu povo enviado para uma terra distante. Tornaram-se servos e escravos mais uma vez.

No segundo ano do reinado de Peca, Jotão, filho de Uzias, começou a reinar em Judá. Estava com vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Governou durante dezesseis anos em Jerusalém.

Para nossa alegria, fez o que era reto aos olhos do Senhor. Em tudo procedeu de acordo com o que fizera Uzias, seu pai (pelo menos isso). Ele reconstruiu a Porta Superior da Casa do Senhor.

O padrão não é mais Davi. Agora, se alguém consegue fazer o que é reto, pelo menos, como seu pai, já está bom. Isso é muito triste.

Os altares idólatras continuaram em pé. Não foram derrubados. O povo continuava adorando, oferecendo sacrifícios pagãos e queimando incenso nesses lugares. Ainda que o rei fizesse o que agradava ao Senhor, o povo já estava bem distante dEle.

Neste tempo, o Senhor começou a enviar Rezim, rei da Síria e Peca, rei de Israel, contra Judá. Aos poucos o território de Judá também está diminuindo. Tudo por causa do pecado.

Quando Jotão morreu foi sepultado junto a seus pais, na Cidade de Davi. Seu filho Acaz passou a reinar em seu lugar

Oseias, filho de Elá, conspirou contra Peca. Ele o matou e reinou em seu lugar. Já era o vigésimo ano de Jotão, filho de Uzias.

Que lembremos que, o Senhor, diferente dos homens, não diminui Seu padrão.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 14.1-29

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.

Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.

Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.

Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!

Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?

Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.

Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.

Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.

Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.

Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.

Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.

Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.

Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.

É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.

Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 13.1-25

Leitura do dia 09/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Jeú matar a família de Acabe, Jezabel e os profetas de Baal. Mas, infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Vimos também o assassinato dos filhos de Acazias. Atalia reinando. Até que Joás assume o trono, com apenas sete anos. Ele restaurou o templo do Senhor, mas confiou em riquezas para evitar que Hazael, rei da Síria, invadisse Jerusalém. Entregou suas riquezas ao inimigo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html
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Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos treze a dezesseis.

Na primeira postagem, o capítulo treze.

Quando Joás estava em seu vigésimo terceiro ano de reinado, Jeoacaz, filho de Jeú, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, a capital. Ele reinou dezessete anos. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Como todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
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Por isso, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Por um longo tempo Ele os manteve sob o poder de Hazael, rei da Síria e de seu filho, Ben-Hadade.

Sabe o que aconteceu?

Jeoacaz buscou o favor do Senhor. E o Senhor, sempre misericordiosos, o atendeu. Ele viu todo o sofrimento que Hazael impunha sobre Israel e providenciou um salvador, que libertou Israel do jugo dos sírios. Eles puderam morar em suas tendas, como antigamente.

Mas, não se voltaram para o Senhor. Continuaram praticando os pecados que a dinastia de Jeroboão havia induzido e conduzido Israel a cometer. Além disso, obstinaram-se no erro, adorando o poste ídolo em Samaria.

O exército de Israel foi dizimado por Hazael. Restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados da infantaria.

Quando Jeoacaz morreu, foi sepultado junto a seus antepassados em Samaria e, conforme a promessa do Senhor a Jeú, o filho de Jeoacaz, Jeoás, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.

É triste vermos que em Israel, um rei sucedia ao outro e continuava andando longe dos caminhos do Senhor. Agora, um novo rei. Uma nova chance. Como agirá? Como será seu coração?

Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.

Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá. Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento. Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados. Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.

Depois de muito tempo, leremos sobre Eliseu. Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte. Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte? Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.

Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou, chorando, chamando-o de pai e dizendo que ele era como os carros de guerra e o exército de Israel. Essa afirmação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.

Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, mesmo doente, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.

Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.

Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que golpeasse o chão com elas. Jeoás as lançou ao chão e golpeou três vezes.

Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?

Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes. Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.

Depois disso, Eliseu morreu.

As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.

Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!

Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.

Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles. Por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.

Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 12.1-21

Leitura do dia 08/04.

Na postagem anterior, vimos que Joás foi aclamado rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html

Agora, caminharemos pelo capítulo doze.

Joás começou a reinar no ano sétimo de Jeú, rei de Israel. Reinou quarenta anos em Jerusalém. Fez o que era justo perante o Senhor, atendendo às instruções do sacerdote Joiada. Que alívio!

Porém, os altares das colinas não foram retirados. O povo ainda sacrificava e queimava incenso nesses lugares idólatras.

Como é difícil deixar a idolatria, seja ela de que tipo for. Tudo que nos tira do foco, que fica no lugar do Senhor, assume uma magnitude tal, que para derrubar esses altares é necessário renúncia e grande desprendimento.

Joás ordenou que os sacerdotes ajuntassem toda a prata que era trazida como oferta à casa do Senhor, além do dinheiro que era coletado no recenseamento anual, as ofertas individuais e toda prata que trouxessem voluntariamente, para consertar os estragos do templo.

No vigésimo terceiro ano do rei Joás, os sacerdotes ainda não tinham restaurado o templo. Joás chamou Joiada e os demais sacerdotes e perguntou-lhes o motivo. Deveriam, de agora em diante, não recolher mais prata com os tesoureiros, mas usá-la para as restaurações.

Os sacerdotes concordaram em não mais receber nenhum dinheiro do povo, nem se encarregarem dessas reformas. Tinham outros afazeres. A reforma requeria pessoas que estivessem ali exclusivamente para esse serviço.

Joiada tomou uma caixa, fez um buraco em sua tampa e a colocou ao lado do altar. Do lado direito de quem entrava no templo. Os sacerdotes que guardavam a entrada passaram a depositar ali todo dinheiro que era trazido ao templo. Quando a caixa enchia, o escrivão do rei e o sumo sacerdote contavam e colocavam tudo em sacos. Após o valor ser conferido, era entregue aos empreiteiros contratados para as reformas. Estes pagavam os carpinteiros, os construtores, os pedreiros e escultores e a compra de madeira e pedras lavradas.

Entregavam também toda a prata trazida, aos trabalhadores que eram responsáveis por administrar a verba nos reparos do templo.

E, que maravilha, não exigiam prestação de contas. Todos agiam com honestidade.

No entanto, todo dinheiro que era oferecido pela expiação de delito, pecado ou culpa era entregue aos sacerdotes. Pertencia a eles.

Que possamos aprender com Joás. Desejou restaurar o templo. Cobrou essa restauração. E a organizou.

Que possamos aprender com os sacerdotes que abriram mão de receber ofertas para que o templo fosse restaurado. Também não ficaram com mais uma tarefa, sabendo que não era possível. Não eram eles os trabalhadores da restauração.

Que possamos aprender com os responsáveis pela reforma. Faziam tudo corretamente, honestamente, sem necessidade de fiscalização.

Nesse mesmo tempo, o rei da Síria, Hazael, atacou a cidade de Gate. Ele a conquistou. Depois dessa conquista, decidiu marchar contra Jerusalém.

Joás tomou todos os objetos sagrados que seus antecessores, haviam consagrado e tudo que ele mesmo havia oferecido, além de todo o ouro que estava no tesouro da casa do Senhor e no palácio real. Mandou tudo para Harael, que desistiu de invadir Jerusalém.

É triste saber que Joás não clamou ao Senhor por livramento. Foi lá e resolveu. Com o que tinha em mãos.

Dois de seus servos, Jozabade e Jeozabade, conspiraram contra ele. Mataram-no na Casa de Milo, no caminho que desce para Sila. Ele morreu e foi sepultado na Cidade de Davi.

Seu filho Amazias passou a reinar em seu lugar.

Ah, que possamos clamar ao Senhor ao invés de agirmos por conta própria. Ele sempre nos orientará e nos dará o escape.

E quanto a Amazias? Que tipo de rei será?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo treze ao capítulo dezesseis.

Espero você. Até lá.

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2 Reis 11.1-21

Leitura do dia 08/04.

Na postagem anterior, vimos que Jeú, embora deixasse de servir a Baal, continuou servindo aos bezerros de ouro que Jeroboão havia erigido. Seu coração não era íntegro. Foi facilmente corrompido. Muito triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Agora, caminharemos através do capítulo onze.

Lembra que há alguns capítulos atrás vimos Jeú mandar matar Acazias, rei de Judá?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-91-37.html

Quando a mãe de Acazias, Atalia, soube que seu filho estava morto, mais que depressa mandou matar toda a descendência real. Sim, é isso mesmo. Todos os irmãos e filhos de Acazias foram mortos. Ou, quase todos. Um escapou.

Lembre que os filhos de Acazias eram netos de Atalia. Ainda assim ela os mandou matar. Queria o reino para si. O poder era mais importante que sua própria família.

Jeoseba, filha do rei Jeorão, irmã de Acazias, conseguiu esconder Joás, filho de Acazias. Ela o raptou dentre os filhos do rei que haviam sido condenados à morte. Ela o escondeu de Atalia junto com sua ama, para que não fosse morto.

Durante seis anos Joás ficou sob sua proteção, escondido no templo do Senhor. O marido de Jeoseba era sacerdote. Joiada.

Enquanto isso, Atalia reinava sobre Judá. Uma rainha assassina. Uma rainha que despreza sua própria família. Consegue pensar como deveria ser com o povo?

Mas algo está prestes a acontecer.

No sétimo ano, o sacerdote Joiada, esposo de Jeoseba, convocou à sua presença, no templo do Senhor, os líderes dos batalhões de cem e os oficiais da guarda. Ali firmou com eles uma aliança com juramento. Depois apresentou-lhes o filho do rei, que havia ficado escondido durante esses anos.

Em seguida ordenou que, quando entrassem para o serviço no sábado, um terço deles faria a guarda do palácio real. Outro terço ficaria na porta Sur. O outro terço na porta atrás da guarda. Assim fariam a vigilância do templo por turnos. Os dois grupos que deixassem o serviço no sábado ficariam de guarda no templo para zelar pelo rei.

Deveriam guardar o rei Joás com suas espadas em punho. Que matassem qualquer um que se aproximasse de suas fileiras. Acompanhariam o rei o tempo todo. Eles obedeceram. Reuniram seus soldados na presença de Joiada. Os que estavam entrando em serviço no sábado e os que estavam saindo. O próprio sacerdote entregou aos centuriões as lanças e os escudos que haviam sido do rei Davi e estavam ali guardados.

Os guardas, cada um com as armas na mão, se posicionaram em torno do rei, do lado direito e esquerdo, ao longo do altar e do templo.

Então, Joiada fez sair o filho do rei, pôs-lhe a coroa e lhe entregou uma cópia da Aliança, o Livro do Testemunho. Todo rei recebia uma cópia da Lei para que nela meditasse todos os dias de sua vida e conhecesse o Senhor e Seus caminhos. Ninguém em Judá era proclamado rei sem que recebesse a cópia da Aliança do Senhor. Assim que Joás recebeu essa cópia, foi proclamado rei. Eles o ungiram e todo o povo celebrava com palmas e brados de “Viva o rei”.

E agora? Atalia, avó de Joás tem reinado sobre Judá. Ela matará o único neto que lhe restou?

Quando Atalia ouviu o alarido da guarda e do povo, foi até à Casa do Senhor para saber o que estava acontecendo. Viu Joás de pé sobre o estrado, junto à coluna, segundo a tradição. Os capitães e os trombeteiros, próximos ao rei. E todo o povo se alegrava ao som das cornetas. Rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!”

O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas que a fizessem sair entre as fileiras. Se alguém a seguisse, deveria ser morto, à espada. Assim ordenou para que ela não fosse morta na Casa do Senhor.

Eles a prenderam e a conduziram ao lugar onde os cavalos entravam no terreno do palácio. Lá a executaram.

Um novo rei sobe ao trono. Um rei que ficou durante seis anos escondido no templo do Senhor. Será que aproveitou esse tempo para estar em Sua presença e não apenas em Seu templo? Ah, como é diferente estar no templo e estar na presença do Senhor.

O sacerdote Joiada, cumprindo bem seu papel, celebrou uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo. Nessa aliança, o povo se comprometeu a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo.

Todos foram ao templo de Baal e o derrubaram. Incrível a facilidade com que levantavam templos. Despedaçaram os altares e os ídolos. Também mataram Matã, o sacerdote de Baal, em frente aos altares.

Joiada destacou guardas para o templo do Senhor. Também convocou capitães da guarda. Fizeram um cortejo. O rei foi aclamado do templo até ao palácio, passando pela porta da guarda. Joás sentou-se no trono. Todos ali reunidos se alegraram muito.

A cidade experimentou grande paz, assim que mataram Atalia à espada, perto da casa do rei. Como deveria ser terrível morar na cidade da rainha que nem seus próprios descendentes poupou!

Sabe quantos anos Joás tinha quando foi proclamado rei e começou a reinar? Apenas sete anos!

Como será a história desse menino que se tornou rei?

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 10.1-36


Leitura do dia 08/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos o Senhor transformar a economia de Samaria, através de um verdadeiro milagre. Milagre este, anunciado por quatro leprosos. O escudeiro incrédulo, morre. O acampamento da Síria é saqueado. A mulher de Suném volta para casa e é restituída. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-71-20.html;
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Também vimos Eliseu ir a Damasco. Ben-Hadade é assassinado por Hazael. Jeorão reina em Judá. Após sua morte, Acazias reina. Um jovem profeta unge Jeú rei sobre Israel. Após ter sido ungido rei, foi instrumento do Senhor para realizar juízo e justiça. É sempre bom lembrar que o juízo do Senhor tem como base a verdadeira justiça.
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Hoje caminharemos através dos capítulo dez a doze.

Na primeira postagem, o capítulo dez.

Havia setenta descendentes de Acabe morando em Samaria. Jeú escreveu uma carta aos chefes de Jezreel, às suas autoridades e aos tutores desses descendentes. Na carta, ordenava que os tutores, assim que a recebessem, escolhessem um descendente de Acabe, o melhor e mais capaz, para continuar sua dinastia. E que a defendessem. Os tutores sentiram grande medo. Comentaram entre si que se dois reis não conseguiram resistir Jeú, como eles poderiam?

Então, o prefeito do palácio, o governador da cidade, as autoridades e os tutores enviaram uma mensagem a Jeú. Nela diziam que eram seus servos. Fariam o que ordenasse. Não escolheriam rei algum. Que Jeú fizesse o que fosse de seu agrado.

Jeú respondeu-lhes com outra carta. Nesta, dizia que se estavam ao seu lado e, realmente queriam ouví-lo, que tomassem as cabeças dos homens da família de Acabe e fossem encontrar com ele, no dia seguinte, naquela mesma hora, em Jezreel.

Quando as autoridades de Samaria receberam a carta, reuniram os filhos de Acabe. Degolaram todos os setenta. Colocaram suas cabeças em cestos. E enviaram-nas a Jezreel.

Um mensageiro deu a notícia a Jeú. Ele ordenou que fizessem dois montes, à entrada da porta da cidade. Que as cabeças ficassem ali até a manhã seguinte. Na manhã seguinte Jeú foi à porta da cidade. Disse ao povo de Jezreel que eles eram inocentes. Foi ele quem conspirou contra seu senhor e o matou. Mas quem havia degolado aqueles? Disse também que toda a palavra do Senhor dita contra a família de Acabe seria cumprida. O Senhor já estava cumprindo o que havia anunciado por meio de Elias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Em seguida, exterminou todos que restavam da família de Acabe em Jezreel. Seus aliados, nobres e sacerdotes. Não permitiu que ninguém escapasse.

Depois desses acontecimentos, Jeú foi à Samaria.

No caminho, em Bete-Equede dos Pastores, encontrou uma caravana. Perguntou quem eram. Eram parentes de Acazias. Estavam indo visitar as famílias do rei e a rainha-mãe.

Naquela época as informações não eram transmitidas na velocidade de hoje. Não sabiam o que havia acontecido. Não faziam ideia da unção do novo rei. Nem que este havia enfrentado Jorão e Acazias. E agora, estava diante deles.

Jeú, imediatamente, ordenou que seus soldados os prendessem vivos. Foram presos e degolados na cisterna de Bate-Equede. Eram quarenta e dois. Nenhum escapou.

Quando saiu dali, Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe. Perguntou-lhe se seu coração era leal com ele, tal qual o seu era com Jonadabe. Jonadabe respondeu que era. Jeú pediu que lhe desse a mão. Jonadabe estendeu-lhe a mão e Jeú o colocou a seu lado no carro que conduzia. Disse-lhe que fosse com ele e observasse seu zelo pelo Senhor.

Quando leio essas palavras, meu coração dispara. O que Jeú fará agora? Matou Jorão, Acazias e Jezabel. Quem será o próximo?

Quando entrou em Samaria, mandou matar todos os sobreviventes da família de Acabe. Ele simplesmente os aniquilou. Exatamente como previu a palavra que o Senhor havia falado a Elias.

Jeú mandou que todo o povo fosse reunido. Então disse que Acabe cultuou pouco a Baal, mas ele o cultuaria muito mais.

E agora? Meu coração dispara muito mais que antes. Ele disse a Jonadabe que lhe mostraria seu zelo pelo Senhor. Agora fala que cultuará a Baal. Não estou entendendo. O que aconteceu?

Jeú mandou que levassem a si todos os profetas de Baal, seus servos e sacerdotes. Que ninguém fosse deixado para trás. Queria fazer um grande e importante sacrifício a Baal naquele dia. Quem faltasse seria sumariamente morto.

Jeú estava sendo irônico. Agia de forma dissimulada. Seu objetivo era exterminar todos os adoradores de Baal. Por isso os queria reunidos ali. Ordenou que uma assembleia solene fosse convocada. Para Baal. Enviou mensageiros por toda a terra de Israel. Todos os seguidores e adoradores de Baal atenderam à convocação. Ninguém deixou de comparecer. Entraram no templo de Baal, que ficou lotado.

Jeú ordenou ao responsável pelas vestes que trouxessem os mantos para todos os ministros de Baal.
Ele prontamente trouxe. Em seguida, entrou no templo. Estava acompanhado de Jonadabe, filho de Recabe. Declarou aos ministros de Baal que olhassem em volta e observassem que não houvesse nenhum servo do Senhor entre eles. Somente ministros de Baal deveriam estar ali. Aproximaram-se e ofereceram os holocaustos a Baal.

Jeú havia colocado oitenta homens do lado de fora, com a ordem expressa de que se deixassem um só escapar da morte, pagariam com a própria vida.

Quando os ministros de Baal acabaram de oferecer o holocausto, Jeú ordenou aos seus guardas e oficiais que entrassem e matassem todos. Que ninguém fosse poupado.

Todos foram mortos ao fio da espada. Jogaram seus cadáveres para fora. Entraram no santuário interno do templo e arrastaram a coluna sagrada para fora, onde a queimaram. O templo foi demolido.

Até o dia em que o livro de 2 Reis foi escrito, esse local era usado como sanitário público.

Assim Jeú exterminou de Israel o culto a Baal. Fico tão feliz enquanto caminho por essas páginas e vejo seu zelo pelo Senhor, mas infelizmente seu coração não era íntegro. Não abandonou os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Continuou adorando os bezerros de ouro que estavam em Betel e Dã, nos dois extremos de Israel. Os bezerros que Jeroboão havia erigido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html

O Senhor disse a Jeú que ele havia executado bem o que era justo a Seus olhos, assim como cumpriu toda Sua determinação contra a casa de Acabe. Por isso, seus filhos se assentariam no trono de Israel, até a quarta geração.

Nem mesmo uma promessa maravilhosa dessas fez com que Jeú voltasse seu coração ao Senhor. Não teve cuidado de andar de todo o coração segundo Sua Lei. Também não se apartou dos pecados que Jeroboão induziu Israel a cometer.

Neste tempo, o Senhor começou a reduzir o território de Israel. Quando nos afastamos do Senhor, aos poucos perdemos o que Ele nos deu. Nossa herança é dilapidada,

O rei Hazael, da Síria, feriu Israel em todas as suas fronteiras. Todas. Desde o leste do Jordão, incluindo toda a terra de Gileade. Conquistou também desde Aroer, junto à garganta do Arnom, até Basã, passando por Gileade, e as terras das tribos de Gade, Rúben e Manassés.

Jeú reinou sobre Israel vinte e oito anos. Quando morreu, foi sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz, como o Senhor havia prometido, foi seu sucessor.

O Senhor sempre cumpre Suas promessas. Sempre. Que estejamos preparados para sermos Seus instrumentos, como Jeú foi.

Que possamos aprender a guardar nosso coração, entregando-o totalmente ao Senhor. Que não nos desviemos para lado nenhum. Nem para Baal, nem para bezerros de ouro erigidos por mãos humanas.

De que adianta não cultuar a Baal e cultuar bezerros aos invés de cultuar ao Senhor?

E agora? Como será que Jeoacaz conduzirá seus caminhos?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.



Textos semelhantes:

2 Reis 9.1-37

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem vimos que alianças erradas continuam sendo feitas. E sendo reprovadas pelo Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-816-29.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo nove.

Passado um tempo, Eliseu convocou um dos alunos dos profetas. Ordenou-lhe que vestisse sua capa, pegasse com ele um vaso de azeite e fosse até Ramote-Gileade. Quando chegasse lá, deveria procurar Jeú, filho de Josafá. neto de Ninsi.

Ao encontrá-lo, chamaria-o à parte para uma conversa reservada, em uma sala onde ninguém os ouvisse. Quando estivesse a sós com ele, pegaria o vaso e derramaria o azeite sobre sua cabeça, entregando-lhe uma palavra do Senhor. Em seguida, deveria abrir a porta e fugir.

Não era uma tarefa fácil. Se fosse descoberto pelo rei, seria, com certeza, morto. O jovem profeta obedeceu. Arrumou-se e foi a Ramote-Gileade. Quando chegou, encontrou os comandantes do exército reunidos. Olhando para Jeú, falou que tinha algo a lhe dizer, chamando-o de comandante. Como eram muitos, Jeú perguntou a qual deles o profeta estava se dirigindo. O jovem profeta respondeu que era a ele.

Jéu levantou-se imediatamente. Entrou na casa onde estavam. O jovem profeta pegou o vaso, ungiu-lhe a cabeça, e declarou que o Senhor, Deus de Israel o ungia como rei sobre o povo do Senhor, sobre Israel. Que ele eliminasse a família de Acabe, para O Senhor vingasse o sangue de Seus servos, os profetas, e o sangue de todos os servos do Senhor da mão de Jezabel. Pois toda a família de Acabe morreria. O Senhor exterminaria todos os homens, desde os meninos, da família de Acabe em Israel, seja escravo, seja livre. Porquanto Ele trataria a família de Acabe como tratara a de Jeroboão, filho de Nebate, e a de Baasa, filho de Aías. Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezreel; não sobrará ninguém para enterrá-la.

Assim que terminou de falar, o jovem abriu a porta e fugiu.

Jeú retornou para junto dos demais oficiais de seu senhor. Um deles lhe perguntou o que aquele louco queria com ele e se estava tudo bem. Chamaram o jovem profeta de louco. Devem ter visto ele fugindo, correndo como um verdadeiro louco.

Ele lhes respondeu que conheciam aquele homem e sabiam o que havia falado. Mas seus amigos disseram que não era verdade. Algo havia acontecido ali. Talvez sentissem o cheiro do óleo. Vissem que o cabelo de Jeú estava brilhoso. Insistiram que lhes explicasse tudo que havia falado. Com certeza, estavam pensando em algo muito importante para o jovem ter saído correndo daquela maneira. Por fim, Jeú lhes contou o que o havia acontecido.

No mesmo instante, todos tomaram seus mantos. Estenderam sobre os degraus diante dele. Tocaram a trombeta. E exclamaram: “Eis que Jeú é o rei”.

Eliseu era o profeta, mas não foi quem cumpriu essa tarefa. Foi um profeta jovem, com habilidade e agilidade para correr. Era uma tarefa perigosa. Exigia coragem e preparo físico. Esse foi o escolhido. Era o que possuía as características necessárias para tal.

Sempre há alguém indicado para determinada missão. Não devemos desejar sermos os portadores ou executores de tudo que acontece. Cada um de nós têm chamados e tarefas especificas, que devemos cumprir de acordo com a vontade do Senhor. Por isso, devemos estar preparados. Talvez tenhamos que correr.

Mesmo sendo jovem, era conhecido. Jeú saiu imediatamente da sala para ouvir o que tinha a dizer, demonstrando respeito. Embora os comandantes o chamassem louco, acreditaram em suas palavras. Não contestaram o que havia falado. Não debocharam ou brincaram com Jeú. Sabiam a seriedade daquele ato. Entenderam porque o profeta saíra correndo.

Não esperaram nada. Imediatamente prostraram-se diante de Jeú, aceitando-o e proclamando-o rei, tal como o Senhor havia dito.

E agora? Há um rei no trono. Como será deposto? Qual o próximo movimento? O que acontecerá?

A tarefa de Jeú não é apenas reinar, mas destruir a casa de Acabe. Será que conseguirá? Os comandantes que se prostraram diante dele, o ajudarão?

Bem, após ser ungido rei, Jeú iniciou sua campanha contra o rei Jorão. Este havia retornado a Jezreel para tratar seus ferimentos adquiridos em batalha contra Hazael, rei da Síria.

Israel estava reunido em Ramote-Gileade. Jeú propôs ao povo que, se estivessem de acordo, ninguém deveria levar notícia a Jorão. Ele iria pessoalmente. Então, subiu em seu carro e foi até Jezreel.

Nesta mesma época, Acazias, rei de Judá, havia ido visitar Jorão.

Como sempre, havia uma sentinela na torre de Jezreel. Ele viu a tropa de Jeú e gritou essa informação. Jorão ordenou que um cavaleiro fosse enviado ao seu encontro para inquirir se sua vinda era de paz.

Quando o homem chegou a Jeú, este lhe perguntou quem era ele para falar de paz. E ordenou que saísse de sua frente, continuando sua aproximação.

A sentinela, que observa tudo de sua posição privilegiada, a torre, relatou que o mensageiro havia chegado até a tropa, mas não estava voltando com a resposta.

Jorão imediatamente enviou outro mensageiro. Jeú respondeu da mesma forma, ordenando que fosse para trás dele. A sentinela avisou que este também havia chegado e não estava voltando e, àquela altura, vigilante e observador como uma sentinela deveria ser, informou que o chefe da tropa, pela maneira de conduzir o carro, furiosa e insensatamente, era Jeú.

Jorão ordenou que seu carro de guerra fosse preparado. Imediatamente ele e Acazias, rei de Judá, partiram ao encontro de Jeú. Encontraram-no nas terras que haviam sido de Nabote (lembra dele?).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Quando Jorão viu Jeú, perguntou-lhe se sua vinda era de paz. Jeú respondeu com outra pergunta: Como ele podia falar de paz enquanto continuavam as idolatrias e feitiçarias da sua mãe, Jezabel?

Jorão imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Virou-se e fugiu, dizendo a Acazias que era uma traição. Ninguém falava com o rei dessa maneira, a não ser que o tivesse enfrentando. Jeú, porém, já havia preparado seu arco. Ele atingiu o coração do rei, que caiu dentro de seu carro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Jeú ordenou que Bidcar, seu oficial, tomasse o cadáver e o atirasse sobre o terreno que havia sido de Nabote. Lembrou ao seu oficial que, quando os dois iam juntos seguindo Acabe, o Senhor havia dito contra ele esta sentença. Que se cumprisse Sua palavra.

Quando Acazias viu tudo isso, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã. Jeú o perseguiu, gritando que o matassem também. Feriram-no dentro de seu carro, na subida de Gur. Ainda teve forças para refugiar-se em Megido. Mas morreu ali. Seus oficiais o levaram a Jerusalém. Sepultaram-no com seus antepassados em seu túmulo. Na Cidade de Davi.

Jeú continuou indo para Jezreel. Quando Jezabel soube, pintou seus olhos, fez um penteado e ficou observando de uma janela do palácio. Quando Jeú passou pelo portão, ela gritou se ele, assassino de seu próprio senhor, estava em paz. Ele olhou em direção à janela, não falou com ela. Gritou se havia alguém que estava do seu lado. Uns dois ou três eunucos inclinaram-se para ele.

Jeú ordenou que Jezabel fosse lançada abaixo. Imediatamente, atiraram-na pela janela. Os cavalos a pisotearam. Seu sangue salpicou a parede.

Jeú entrou no palácio. Comeu e bebeu. Depois ordenou que fossem ver Jezabel, “aquela maldita” e a sepultassem, afinal, era filha de rei. Quando foram retirar seu corpo, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.

Voltaram para contar a Jeú que lhes lembrou que o Senhor havia dito, por meio de Elias. No campo de Jezreel, os cães devorariam sua carne e seus restos mortais seriam espalhados em um terreno, como esterco. Ninguém seria capaz de identificar seu corpo. Foi exatamente o que aconteceu.

Pense nessa história. Na importância da sentinela. Na importância dos mensageiros. Na atitude de Jeú.

Ele claramente observou tudo que havia acontecido. Guardou em seu coração o que o Senhor havia dito. Presenciou a Sua Palavra sendo cumprida, através dele. Que privilégio!

E agora? O que acontecerá? Jeú continuará agindo como servo do Senhor e sendo instrumento de Seus juízos e Sua justiça?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo dez ao capítulo doze.

Espero você. Até lá.

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2 Reis 8.7-15

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem, vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-81-6.html

Agora, ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.

Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.

Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!

Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.

Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.

Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.

Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.

Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando. Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.

Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?

Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso. Eliseu respondeu que o Senhor havia revelado que ele seria rei da Síria.

Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.

No dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.

Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.

Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.

Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.

Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Conseguira enxergar o homem que realmente Hazael era.

Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html

Dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html

Com quem queremos parecer?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/falsa-humildade.html

2 Reis 8.1-6

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem vimos que era dia de boas novas e, nem mesmo os leprosos, podiam ficar calados. O Senhor restaurou a economia de Samaria, de modo sobrenatural. Como só Ele pode fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-71-20.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo oito. Do versículo um ao versículo seis. Apenas.

Antes do cerco de Samaria, Eliseu preveniu a sunamita, mãe do menino que havia sido ressuscitado, de que haveria um tempo de muita fome. Esse período foi determinado pelo Senhor. Duraria sete anos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-417-37.html

A mulher seguiu sua orientação. Foi para a terra dos filisteus e lá viveu durante esse tempo. Quando acabaram os sete anos, ela, que estava prestando atenção e contando o tempo, como devemos fazer, voltou. No tempo certo. Exato. http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/no-tempo-certo-restituicao.html

Como havia ficado fora, perdeu sua casa e seu terreno. Ela foi ao rei fazer um apelo para tê-los de volta.

Lembra de Geazi, o servo de Eliseu? O rei pediu-lhe que contasse os prodígios realizados através de Eliseu. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-520-27.html

Exatamente quando estava contando como o menino havia ressuscitado, a mulher chegou perante o rei para apresentar sua petição de retomar posse da sua casa e propriedade. Exatamente naquele momento. No tempo certo.

Quando Geazi a viu, exclamou ao rei que aquela era a mulher da história que estava contando. E aquele era o menino que havia sido ressuscitado. Uau! Ela chegou exatamente na hora. O que você acha? Coincidência ou o Senhor providenciando para que seus bens lhe fossem restituídos no tempo certo?

O rei pediu que contasse sua história. Ela confirmou tudo que Geazi havia dito.

A seguir, o rei chamou um eunuco para acompanhá-la. Ordenou que tudo que lhe pertencia fosse restituído naquele mesmo dia. Inclusive todos os rendimentos do terreno. Todos. Desde o dia em que havia deixado o país, até aquele dia. Ela não perdeu absolutamente nada!

Não é maravilhoso vermos a ação do Senhor na vida dessa mulher?

Tudo começou quando ela observou que Eliseu era um homem de Deus. Ao observar, tomou a decisão de abençoá-lo. E o fez. Eliseu, grato, orou para que tivesse um filho. Ela teve. O menino morreu. Eliseu orou, o menino voltou à vida. A fome ia assolar a terra, Eliseu lhe disse para sair dali por sete anos. Ela obedeceu. Não passou fome. Ficou pelo tempo determinado. Contou os dias. Prestou atenção ao tempo. Voltou para Israel. Foi ao rei. Teve todos os seus bens restituídos, com os devidos rendimentos. No tempo certo. Exatamente quando deveria acontecer.

Não precisou “protocolar” sua solicitação. Como Geazi estava contando exatamente sua história, seu pedido foi imediatamente atendido.

Quando abençoamos, somos abençoados. Quando socorremos, somos socorridos.

“O generoso prospera; quem revigora outros será revigorado.” – Provérbios 11.25

Lembre-se que a prosperidade que a Bíblia fala é ter o necessário para fazer uma boa viagem. No tempo certo.

Se parece estar demorando, espera mais um pouco. Persevera. No tempo certo, acontece.

Continuamos.

Aguardo você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/no-tempo-certo-acontece.html