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quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 17.1-41

Leitura do dia 10/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Jeoacaz reinar em Israel. Depois, seu filho Jeoás. Eliseu fica doente. Faz um ato profético com Jeoás. Morre. Um morto encosta em seus restos mortais e ressuscita. Logo após, Amazias reina em Judá. Um novo Jeroboão reina em Israel. Uzias reina em Judá. Zacarias reina em Israel. Depois, Salum, Menaém, Pecaías e Peca. Jotão reina em Judá. Depois Acaz, que  usando o altar do Senhor como oratório para “suas adivinhações”, manda fazer outro altar para os sacrifícios. Não há mais respeito pelo Senhor, Seu altar, Sua casa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-151-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-161-20.html

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos dezessete ao dezenove.

Na primeira postagem, o capítulo dezessete.

Oséias, filho de Elá começou a reinar em Israel no décimo segundo ano de Acaz, rei de Judá. Reinou nove anos em Samaria. Não praticou o que o Senhor aprova, mas não foi tão apóstata e promíscuo como os reis antes dele. Salmaneser, rei da Assíria o atacou. Oséias tornou-se seu vassalo e lhe pagava impostos anualmente. Um dia, parou de enviar seus impostos. Salmaneser descobriu que havia mandado mensageiros a Sô, rei do Egito, para se aliar a ele. Ao descobrir, colocou-o em correntes, em uma prisão. Em seguida invadiu Israel, atacou Samaria e a sitiou por três anos.

No nono ano de seu reinado (o último), Salmaneser conquistou completamente Samaria. Levou Israel cativo. Estabeleceu o povo em Hala e junto a Habor, no rio de Gozâ e nas cidades dos medos. Claro que isso estava prestes a acontecer depois de todo pecado que os israelitas cometeram contra o Senhor.

Embora o Senhor os tivesse tirado do Egito, libertando-os da opressão de Faraó, seguiram as tradições e costumes das nações que viviam ali antes deles, as nações que o Senhor destruíra por causa de seus pecados. As mesmas que o Senhor ordenou que não imitassem. Eram o povo do Senhor, separado, escolhido.

Mas Israel adorou a outros deuses. Cometeram outras práticas pagãs que seus próprios reis introduziram. Também pecaram em secreto contra o Senhor. Construíram altares em todas as cidades, até nas torres de sentinelas. Ergueram colunas e postes para adoração em todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa. Parece que virou um “hobby”. Não podiam ver um monte alto ou uma árvore frondosa que já estavam sacrificando a algum deus.

Sacrificaram em todos os lugares altos, como as nações que o Senhor havia expulsado de diante deles. Cometeram ações que provocaram muito a ira do Senhor. Prestaram culto e adoração a ídolos, mesmo o Senhor tendo ordenado expressamente que não fizessem.

Ainda assim, o Senhor não desistiu. Advertiu Israel e Judá através das pregações dos muitos profetas e videntes. Eles ordenavam que se convertessem de seus maus caminhos e guardassem Seus mandamentos e estatutos, conforme escrito na Lei. Mas não deram ouvidos. Pelo contrário, agiram com a mesma teimosia absurda de seus antepassados que não haviam depositado toda sua confiança no Senhor.

Seguiram ídolos inúteis, tornando-se, eles mesmos, absolutamente nulos. Afinal, tornamo-nos semelhantes a quem adoramos. Ídolos inúteis geram pessoas inúteis, anuladas, nulas.

Comportaram-se exatamente como as nações pagãs ao seu redor, contaminando-se com elas, contra as ordens do Senhor. Rejeitaram todos os Seus mandamentos. Edificaram dois ídolos de metal na forma de bezerros. E um poste sagrado para Aserá. Inclinaram-se em adoração ao exército celestial. Cultuaram Baal. Sacrificaram no fogo seus próprios filhos e filhas. Praticaram adivinhação e feitiçaria. Venderam-se para fazer o mal aos olhos do Senhor, provocando, cada vez mais, sua ira.

Chegou a um ponto que o Senhor irou-se tanto contra Israel que os expulsou de Sua presença. Restou apenas a tribo de Judá. Mas, nem mesmo Judá guardou Seus mandamentos. Também seguiram os costumes pagãos que Israel vinha praticando. Por isso, o Senhor desprezou toda a linhagem de Israel e os oprimiu, entregando-os nas mãos dos invasores, até que os expulsou da Sua presença. O pecado os levou à ausência da proteção do Senhor, deixando-os à mercê de seus inimigos.

Após Salomão, o Senhor havia separado Israel da Casa de Davi. Israel havia proclamado Jeroboão, filho de Nebate, como rei, conforme o Senhor havia dito que faria. Jeroboão, porém por medo de perder o reinado, afastou Israel do Senhor e os induziu a cometer grande pecado, adorando às duas estátuas de ouro em forma de bezerro que mandara erguer nas fronteiras de Israel, para que o povo não fosse a Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html

Assim os israelitas, seguiram Jeroboão, praticando todos os pecados possíveis. Jamais se desviaram deles, até que chegou o dia em que o Senhor expulsou Israel da Sua face, como havia advertido por intermédio de Seus profetas. Israel foi banido da sua própria terra para a Assíria. Quando o livro de 2 Reis foi escrito, ainda estavam exilados lá.

A idolatria nos leva a outros pecados porque não preenche a alma humana, sedenta pelo Deus verdadeiro.

Que nossos olhos e corações estejam voltados apenas para o Senhor.

O rei da Assíria mandou Israel para lá e mandou buscar pessoas da Babilônia, Cuta, Ava, Hamate e Sefarvaim. Colocou essas pessoas na cidade de Samaria. Estabeleceu-as ali. Tomaram posse de Samaria e habitaram em suas cidades. As cidades que o Senhor havia dado a Israel como herança perpétua, agora é habitada por outro povo.

Quando se instalaram, esses povos não cultuavam o Senhor. Ele mandou leões, que estraçalharam a muitos. Eles clamaram ao rei da Assíria dizendo que não conheciam os rituais de culto e a maneira de servir “o deus daquela terra”. Sabiam que esse era o motivo dos leões ferozes que os atacaram e mataram.

O rei da Assíria mandou que levassem para lá um dos sacerdotes que havia sido exilado. Que voltasse e habitasse entre eles, ensinando-os a maneira de servir o “deus da terra”. Que responsabilidade e oportunidade esse sacerdote tem em mãos. Ele foi morar em Betel e lhes ensinou como adorar e obedecer ao Senhor.

O Senhor não é “o deus da terra”. É o Deus de toda a terra, de todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Infelizmente, essas nações não aproveitaram a oportunidade para aprender a serví-Lo. Cada nação edificou para si seus próprios deuses. Colocou-os nos templos dos montes que os samaritanos haviam construído.

Os babilônios ergueram uma estátua de Sucote-Benote. Os de Cuta, cultuaram a imagem de Nergal. Os de Hamate, Asima. Os aveus levantaram Nibaz e Tartaque (não satisfeitos com um deus apenas). Os sefarvitas chegaram a queimar seus próprios filhos em sacrifício a Adrameleque e Anameleque, que eram os deuses de Sefarvaim, sua terra.

Até temiam ao Senhor, mas um temor que não levava a nada. Completamente inútil. Nomeavam qualquer religioso que se prontificasse a lhes servir como sacerdote nos altares idólatras. Não se decidiam pelo Senhor. Temiam-no, mas também cultuavam seus próprios deuses, conforme o costume e as tradições pagãs das nações por onde tinham andado, levados cativos, ou onde nasceram.

Até os dias em que o livro de 2 Reis foi escrito, praticavam seus rituais conforme os costumes antigos.

A verdade é que não honraram nem obedeceram ao Senhor, muito menos respeitaram Seus estatutos, decretos, juízos e ordenanças. Não se comprometeram com Sua Lei, nem com Seus mandamentos. Os mandamentos ordenados aos filhos de Jacó, a quem deu o nome de Israel, quando o Senhor fez uma Aliança com eles, ordenando expressamente que não temessem outros deuses, nem os adorassem ou prestassem culto, muito menos oferecessem devoção e sacrifícios.

Essas ordenanças são para todos que desejam conhecer o Deus verdadeiro. De qualquer nação.

Os filhos de Israel deveriam temer, adorar e oferecer sacrifícios somente ao Senhor, que os libertara do Egito com grande poder e braço forte. Eram Seus estatutos, Suas normas, Sua Lei, e Seus mandamentos que o Senhor escrevera que obedeceriam, com zelo, todos os dias de suas vidas, sem esquecer da Aliança que estabelecera com eles. Confiariam somente no Senhor, assim Ele os livraria do poder de todos seus inimigos, como fez durante muito tempo.

Mas o povo não deu ouvidos à Sua Palavra. Entregaram-se à prática de todos os costumes e rituais pagãos, conforme faziam antigamente. Assim fazem seus filhos e descendentes.

Como é terrível temer ao Senhor e idolatrar outros deuses. Cria-se uma falsa ilusão de estar no Caminho, quando não é verdade. Indo de mal a pior, cada vez mais dentro de um engano. Como o Senhor havia dito: “Servindo deuses inúteis, tornaram-se eles mesmos nulos”.

Que sirvamos apenas ao Senhor. Somente assim Ele verdadeiramente será nosso Senhor e Rei. Ele não aceita outro.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 15.1-38

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos Jeroboão filho de Jeoás, rei de Israel, que andou nos passos de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-141-29.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quinze de 2 Reis.

Azarias, filho de Amazias iniciou seu reinado em Judá. Era o vigésimo sétimo ano do reinado de Jeroboão, rei de Israel. Estava com dezesseis anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e dois anos. Fez o que é agradável aos olhos do Senhor. Como seu pai.

Percebe que o padrão mudou? Não faziam mais o que era agradável aos olhos do Senhor "como Davi". Era simplesmente "como seu pai".

Os altares pagãos das colinas não foram retirados. O povo continuava sacrificando e queimando incenso nesses locais. O Senhor feriu Azarias com lepra. Até sua morte. Ele morava em uma casa separada. Seu filho Jotão precisou governar em seu lugar.

Como assim? Ele fez o que agradou o Senhor como seu pai e o Senhor o feriu de lepra?

2 Crônicas nos conta o que exatamente aconteceu. Não deixe de ler. Ele se esqueceu do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/ele-se-esqueceu.html

Quando morreu, sepultaram-no na Cidade de Davi.

Quando já estava no trigésimo oitavo ano do governo de Azarias, Zacarias, filho de Jeroboão tornou-se rei em Israel. Reinou apenas seis meses. Também seguiu os passos de Jeroboão, filho de Nebate. Fez o que era mau aos olhos do Senhor.

Salum, filho de Jabes, conspirou contra ele. Matou Zacarias diante do povo. Ocupou seu trono e reinou em seu lugar. Aqui, mais uma vez, cumpriu-se a palavra do Senhor, dita a Jeú de que seus descendentes reinariam sobre Israel até à quarta geração. Foi exatamente o que aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Lembre que Jeú afastou-se dos caminhos do Senhor, descumpriu Sua aliança. Mas o Senhor, não.
Continuou sendo fiel à Sua palavra e cumpriu o que havia prometido a Jeú.

Quando estava no trigésimo nono ano de Uzias, rei de Judá, Salum, filho de Jabes, começou a reinar em Israel. Reinou apenas por um mês.

Menaém, filho de Gadi, subiu de Tirza, foi até Samaria e matou Salum. Então, reinou em seu lugar.

Infelizmente, Israel vai indo de mal a pior. É o que acontece quando o Senhor é deixado para trás.

Menaém, atacou Tifsa. Feriu todos naquela cidade. E ao redor dela. Tudo porque recusaram a abrir as portas da cidade. Ele a saqueou. E, com toda crueldade, rasgou ao meio todas as mulheres grávidas. Esse é o triste relato sobre Menaém.

Onde Israel vai parar? Não há mais temor ao Senhor, nem respeito aos homens. Que triste situação.

Menaém, filho de Gadi, tornou-se rei de Israel quando Azarias, rei de Judá, estava em seu trigésimo nono ano de reinado. Governou dez anos. Nunca se desviou dos pecados que Jeroboão, filho de Nebate, induziu e conduziu Israel a cometer e permanecer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html

Tiglate-Pileser, também chamado Pull, era rei da Assíria nesta época. Ele invadiu Israel. Menaém deu-lhe trinta e cinco mil quilos de prata para conquistar seu apoio e manter-se no trono. Diferente dos outros reis, cobrou essa quantia de Israel. Todos os homens de posse foram obrigados a contribuir com seiscentos gramas de prata neste pagamento. Com esse acordo Pull suspendeu seus planos para invadir Israel.

Quando morreu, Pecaías, seu filho, passou a reinar em seu lugar.

Quando estava no quinquagésimo ano do reinado de Azarias, rei de Judá, Pecaías, filho de Nebate, começou a reinar. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados que, anos antes, Jeroboão, filho de Nebate, induziu Israel a cometer.

Um de seus principais oficiais, Peca, junto com cinquenta homens gileaditas, conspirou contra ele. Feriram-no em Samaria, na fortaleza da casa do rei, junto com Arobe e com Arié. Peca o matou e passou a reinar em seu lugar. Era o quinquagésimo segundo ano de Azarias, rei de Judá. Ele governou Israel durante vinte anos. Também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se desviou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate.

Nos dias de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria invadiu e tomou muitas terras de Israel. Além de tomar as terras, levou seus habitantes para a Assíria a fim de servi-lo.

Por se afastarem do Senhor, Israel tem suas fronteiras diminuídas e seu povo enviado para uma terra distante. Tornaram-se servos e escravos mais uma vez.

No segundo ano do reinado de Peca, Jotão, filho de Uzias, começou a reinar em Judá. Estava com vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Governou durante dezesseis anos em Jerusalém.

Para nossa alegria, fez o que era reto aos olhos do Senhor. Em tudo procedeu de acordo com o que fizera Uzias, seu pai (pelo menos isso). Ele reconstruiu a Porta Superior da Casa do Senhor.

O padrão não é mais Davi. Agora, se alguém consegue fazer o que é reto, pelo menos, como seu pai, já está bom. Isso é muito triste.

Os altares idólatras continuaram em pé. Não foram derrubados. O povo continuava adorando, oferecendo sacrifícios pagãos e queimando incenso nesses lugares. Ainda que o rei fizesse o que agradava ao Senhor, o povo já estava bem distante dEle.

Neste tempo, o Senhor começou a enviar Rezim, rei da Síria e Peca, rei de Israel, contra Judá. Aos poucos o território de Judá também está diminuindo. Tudo por causa do pecado.

Quando Jotão morreu foi sepultado junto a seus pais, na Cidade de Davi. Seu filho Acaz passou a reinar em seu lugar

Oseias, filho de Elá, conspirou contra Peca. Ele o matou e reinou em seu lugar. Já era o vigésimo ano de Jotão, filho de Uzias.

Que lembremos que, o Senhor, diferente dos homens, não diminui Seu padrão.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 14.1-29

Leitura do dia 09/04.

Na postagem anterior, vimos que Eliseu, mesmo morto, abençoou um homem que tocou em seus ossos, ressuscitando-o! http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-131-25.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quatorze.

Quando Jeoás, filho de Jeoacaz, rei de Israel, estava no segundo ano de seu reinado, Amazias, filho de Joás, tornou-se rei em Judá. Tinha vinte e cinco anos de idade. Reinou vinte e nove anos em Jerusalém. Praticou o que o Senhor aprova. Não como Davi, seu antepassado. Seguiu o exemplo de seu pai Joás. Os altares pagãos não foram derrubados e o povo continuava oferecendo sacrifícios e queimando incenso neles.

Logo que seu reino foi consolidado, ordenou que os assassinos de seu pai fossem mortos. Não mandou matar seus filhos, em obediência à Lei de Moisés, onde o Senhor ordena que cada um morrerá, se preciso, pelo seu próprio pecado.

Amazias venceu dez mil edomitas no vale do Sal. Conquistou a cidade de Selá em combate. Mudou seu nome para Jocteel. Depois disso, enviou mensageiros a Jeoás, rei de Israel, “convidando-o” para ir à guerra. Que se enfrentassem!

Jeoás, rei de Israel, respondeu que Amazias estava muito arrogante. Havia atacado Edom e se considerava um conquistador. Agora, ao invés da arrogância seria melhor que ficasse em casa. Por que causaria uma desgraça para ele e seu reino?

Não devemos ir para qualquer tipo de guerra. Amazias não ouviu a advertência de Jeoás e foi. Queria mostrar sua força. Os dois se enfrentaram no território de Judá, em Bete-Semes. Judá foi derrotado por Israel. Cada um, vergonhosamente, fugiu para sua casa.

Jeoás prendeu Amazias. Foi até Jerusalém. Derrubou cento e oitenta metros da muralha da cidade. Desde a porta de Efraim até à porta da Esquina. Tomou todo o ouro, prata e os objetos que estavam na Casa do Senhor e no palácio real. Levou reféns e voltou à Samaria.

Amazias viveu mais quinze anos após a morte de Jeoás. Tramaram contra ele em Jerusalém. Perseguiram-no até Laquis e lá o mataram. Seu corpo foi levado a cavalo para Jerusalém e enterrado junto de seus antepassados, na Cidade de Davi.

Todo o povo de Judá escolheu Azarias, chamado também de Uzias para ser rei em seu lugar. Uzias estava com dezesseis anos quando começou a reinar. Ele edificou a Elate e a devolveu a Judá.

Enquanto isso, em Israel, Jeroboão, filho de Jeoás foi proclamado rei. Era o décimo quinto ano do reinado de Amazias, rei de Judá. Foi mau aos olhos do Senhor. Não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate. A apostasia havia tomado conta de Israel.

Ainda assim, restabeleceu as fronteiras. Desde a entrada de Hamate, ao norte; até o Mar Morto, ao Sul, como o Senhor havia dito que aconteceria, por intermédio de seu servo, o profeta Jonas, filho do profeta Amitai, de Gate-Héfer. Esse é o mesmo Jonas que pregou em Nínive.

Esse restabelecimento nas fronteiras aconteceu porque o Senhor observou a aflição de Israel. Não havia nem escravo, nem livre, nem ninguém que os socorresse. Ele mesmo os libertou por intermédio de Jeroboão, filho de Jeoás.

Quando Jeroboão morreu, foi enterrado junto de seus antepassados, nos túmulos dos reis. Seu filho Zacarias reinou em seu lugar.

É triste perceber que mesmo sendo usado pelo Senhor para restabelecer as fronteiras de Israel, após uma palavra direta do Senhor, Jeroboão continuou seguindo o caminho de seus antepassados, em total idolatria.

Quanto a Zacarias, como será o novo rei? Seguirá os passos de seus pais ou se voltará para o Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 13.1-25

Leitura do dia 09/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos Jeú matar a família de Acabe, Jezabel e os profetas de Baal. Mas, infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Vimos também o assassinato dos filhos de Acazias. Atalia reinando. Até que Joás assume o trono, com apenas sete anos. Ele restaurou o templo do Senhor, mas confiou em riquezas para evitar que Hazael, rei da Síria, invadisse Jerusalém. Entregou suas riquezas ao inimigo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-111-21.html
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Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos treze a dezesseis.

Na primeira postagem, o capítulo treze.

Quando Joás estava em seu vigésimo terceiro ano de reinado, Jeoacaz, filho de Jeú, começou a reinar sobre Israel, em Samaria, a capital. Ele reinou dezessete anos. Também fez o que era mau aos olhos do Senhor. Infelizmente, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Como todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html

Por isso, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Por um longo tempo Ele os manteve sob o poder de Hazael, rei da Síria e de seu filho, Ben-Hadade.

Sabe o que aconteceu?

Jeoacaz buscou o favor do Senhor. E o Senhor, sempre misericordiosos, o atendeu. Ele viu todo o sofrimento que Hazael impunha sobre Israel e providenciou um salvador, que libertou Israel do jugo dos sírios. Eles puderam morar em suas tendas, como antigamente.

Mas, não se voltaram para o Senhor. Continuaram praticando os pecados que a dinastia de Jeroboão havia induzido e conduzido Israel a cometer. Além disso, obstinaram-se no erro, adorando o poste ídolo em Samaria.

O exército de Israel foi dizimado por Hazael. Restaram cinquenta cavaleiros, dez carros de guerra e dez mil soldados da infantaria.

Quando Jeoacaz morreu, foi sepultado junto a seus antepassados em Samaria e, conforme a promessa do Senhor a Jeú, o filho de Jeoacaz, Jeoás, reinou em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html

Era o trigésimo sétimo ano do reinado de Joás, rei de Judá.

É triste vermos que em Israel, um rei sucedia ao outro e continuava andando longe dos caminhos do Senhor. Agora, um novo rei. Uma nova chance. Como agirá? Como será seu coração?

Jeoás também fez o que era mal aos olhos do Senhor. Não se afastou de nenhum dos pecados de Jeroboão. Andou teimosamente em pecado. Sem se arrepender.

Ele guerreou contra Amazias, rei de Judá. Seu reinado não teve proeminência, como vemos nos poucos versículos que fala sobre ele. É como se tivesse sido levado ao vento. Quando morreu, foi sepultado em Samaria, junto a seus antepassados. Conforme prometido pelo Senhor, Jeroboão, seu filho, reinou em seu lugar.

Depois de muito tempo, leremos sobre Eliseu. Ele ficou doente. Da enfermidade que o levou à morte. Não é interessante ver o homem que ressuscitou um morto, agora doente, de uma enfermidade que o levará à morte? Os caminhos do Senhor não são iguais para todas as pessoas. Por isso não devemos julgar nada nem ninguém. Não somos juízes. Não sabemos todos os fatos.

Jeoás, mesmo tendo sua vida de idolatria, foi visitar o profeta. Quando o viu exclamou, chorando, chamando-o de pai e dizendo que ele era como os carros de guerra e o exército de Israel. Essa afirmação demonstrava a grande consideração de Jeoás por Eliseu, comparando-o com o exército de Israel.

Eliseu, sempre disposto a abençoar todos com quem se relacionava, mesmo doente, ordenou que Jeoás buscasse um arco e algumas flechas. Prontamente Jeoás seguiu sua ordem.

Quando trouxe, Eliseu disse que empunhasse e retesasse o arco. Jeoás o fez. Eliseu colocou suas mãos sobre as mãos do rei. Ordenou-lhe que abrisse a janela que dava para o Oriente, em direção ao leste e atirasse.

Depois disse que pegasse as flechas. Ele as pegou. Eliseu ordenou que golpeasse o chão com elas. Jeoás as lançou ao chão e golpeou três vezes.

Você está entendendo alguma coisa? O que ele estava fazendo?

Quando Eliseu viu que Jeoás deu apenas três golpes com as flechas ficou muito triste. Irritado até. Disse que era preciso dar cinco ou seis golpes. Assim, ele derrotaria a Síria e a arrasaria por completo. Agora, venceria apenas três vezes. Foi um “ato profético”. E Jeoás não prestou a devida atenção.

Depois disso, Eliseu morreu.

As tropas dos moabitas costumavam invadir Israel a cada primavera. Em uma dessas invasões, enquanto alguns israelitas sepultavam o corpo de um homem, viram, de repente, uma dessas tropas. Ficaram apavorados. Jogaram o cadáver no túmulo de Eliseu, que estava próximo e fugiram.

Que homem era Eliseu! Assim que o corpo do morto encostou nos ossos de Eliseu, vou repetir, nos ossos de Eliseu, pois a carne já havia se decomposto, o homem voltou a viver. Deve ter sido uma cena e tanto!

Hazael, rei da Síria dominou sobre Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.

Porém o Senhor teve misericórdia de Israel. Demonstrou Seu carinho por eles. Por causa da aliança que fizera com Abraão, Isaque e Jacó. Até os dias em que este texto de 2 Reis foi escrito, Ele não havia levado o povo para longe de Sua face.

Quando Hazael morreu, seu filho Ben-Hadade governou a Síria em seu lugar. Jeoás, filho de Jeoacaz, retomou as cidades das mãos de Ben-Hadade. Três vezes Jeoás o feriu severamente, vencendo e recuperando as cidades que pertenciam a Israel. Como Eliseu havia dito que aconteceria.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

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2 Reis 10.1-36


Leitura do dia 08/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos o Senhor transformar a economia de Samaria, através de um verdadeiro milagre. Milagre este, anunciado por quatro leprosos. O escudeiro incrédulo, morre. O acampamento da Síria é saqueado. A mulher de Suném volta para casa e é restituída. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-71-20.html;
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Também vimos Eliseu ir a Damasco. Ben-Hadade é assassinado por Hazael. Jeorão reina em Judá. Após sua morte, Acazias reina. Um jovem profeta unge Jeú rei sobre Israel. Após ter sido ungido rei, foi instrumento do Senhor para realizar juízo e justiça. É sempre bom lembrar que o juízo do Senhor tem como base a verdadeira justiça.
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Hoje caminharemos através dos capítulo dez a doze.

Na primeira postagem, o capítulo dez.

Havia setenta descendentes de Acabe morando em Samaria. Jeú escreveu uma carta aos chefes de Jezreel, às suas autoridades e aos tutores desses descendentes. Na carta, ordenava que os tutores, assim que a recebessem, escolhessem um descendente de Acabe, o melhor e mais capaz, para continuar sua dinastia. E que a defendessem. Os tutores sentiram grande medo. Comentaram entre si que se dois reis não conseguiram resistir Jeú, como eles poderiam?

Então, o prefeito do palácio, o governador da cidade, as autoridades e os tutores enviaram uma mensagem a Jeú. Nela diziam que eram seus servos. Fariam o que ordenasse. Não escolheriam rei algum. Que Jeú fizesse o que fosse de seu agrado.

Jeú respondeu-lhes com outra carta. Nesta, dizia que se estavam ao seu lado e, realmente queriam ouví-lo, que tomassem as cabeças dos homens da família de Acabe e fossem encontrar com ele, no dia seguinte, naquela mesma hora, em Jezreel.

Quando as autoridades de Samaria receberam a carta, reuniram os filhos de Acabe. Degolaram todos os setenta. Colocaram suas cabeças em cestos. E enviaram-nas a Jezreel.

Um mensageiro deu a notícia a Jeú. Ele ordenou que fizessem dois montes, à entrada da porta da cidade. Que as cabeças ficassem ali até a manhã seguinte. Na manhã seguinte Jeú foi à porta da cidade. Disse ao povo de Jezreel que eles eram inocentes. Foi ele quem conspirou contra seu senhor e o matou. Mas quem havia degolado aqueles? Disse também que toda a palavra do Senhor dita contra a família de Acabe seria cumprida. O Senhor já estava cumprindo o que havia anunciado por meio de Elias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Em seguida, exterminou todos que restavam da família de Acabe em Jezreel. Seus aliados, nobres e sacerdotes. Não permitiu que ninguém escapasse.

Depois desses acontecimentos, Jeú foi à Samaria.

No caminho, em Bete-Equede dos Pastores, encontrou uma caravana. Perguntou quem eram. Eram parentes de Acazias. Estavam indo visitar as famílias do rei e a rainha-mãe.

Naquela época as informações não eram transmitidas na velocidade de hoje. Não sabiam o que havia acontecido. Não faziam ideia da unção do novo rei. Nem que este havia enfrentado Jorão e Acazias. E agora, estava diante deles.

Jeú, imediatamente, ordenou que seus soldados os prendessem vivos. Foram presos e degolados na cisterna de Bate-Equede. Eram quarenta e dois. Nenhum escapou.

Quando saiu dali, Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe. Perguntou-lhe se seu coração era leal com ele, tal qual o seu era com Jonadabe. Jonadabe respondeu que era. Jeú pediu que lhe desse a mão. Jonadabe estendeu-lhe a mão e Jeú o colocou a seu lado no carro que conduzia. Disse-lhe que fosse com ele e observasse seu zelo pelo Senhor.

Quando leio essas palavras, meu coração dispara. O que Jeú fará agora? Matou Jorão, Acazias e Jezabel. Quem será o próximo?

Quando entrou em Samaria, mandou matar todos os sobreviventes da família de Acabe. Ele simplesmente os aniquilou. Exatamente como previu a palavra que o Senhor havia falado a Elias.

Jeú mandou que todo o povo fosse reunido. Então disse que Acabe cultuou pouco a Baal, mas ele o cultuaria muito mais.

E agora? Meu coração dispara muito mais que antes. Ele disse a Jonadabe que lhe mostraria seu zelo pelo Senhor. Agora fala que cultuará a Baal. Não estou entendendo. O que aconteceu?

Jeú mandou que levassem a si todos os profetas de Baal, seus servos e sacerdotes. Que ninguém fosse deixado para trás. Queria fazer um grande e importante sacrifício a Baal naquele dia. Quem faltasse seria sumariamente morto.

Jeú estava sendo irônico. Agia de forma dissimulada. Seu objetivo era exterminar todos os adoradores de Baal. Por isso os queria reunidos ali. Ordenou que uma assembleia solene fosse convocada. Para Baal. Enviou mensageiros por toda a terra de Israel. Todos os seguidores e adoradores de Baal atenderam à convocação. Ninguém deixou de comparecer. Entraram no templo de Baal, que ficou lotado.

Jeú ordenou ao responsável pelas vestes que trouxessem os mantos para todos os ministros de Baal.
Ele prontamente trouxe. Em seguida, entrou no templo. Estava acompanhado de Jonadabe, filho de Recabe. Declarou aos ministros de Baal que olhassem em volta e observassem que não houvesse nenhum servo do Senhor entre eles. Somente ministros de Baal deveriam estar ali. Aproximaram-se e ofereceram os holocaustos a Baal.

Jeú havia colocado oitenta homens do lado de fora, com a ordem expressa de que se deixassem um só escapar da morte, pagariam com a própria vida.

Quando os ministros de Baal acabaram de oferecer o holocausto, Jeú ordenou aos seus guardas e oficiais que entrassem e matassem todos. Que ninguém fosse poupado.

Todos foram mortos ao fio da espada. Jogaram seus cadáveres para fora. Entraram no santuário interno do templo e arrastaram a coluna sagrada para fora, onde a queimaram. O templo foi demolido.

Até o dia em que o livro de 2 Reis foi escrito, esse local era usado como sanitário público.

Assim Jeú exterminou de Israel o culto a Baal. Fico tão feliz enquanto caminho por essas páginas e vejo seu zelo pelo Senhor, mas infelizmente seu coração não era íntegro. Não abandonou os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Continuou adorando os bezerros de ouro que estavam em Betel e Dã, nos dois extremos de Israel. Os bezerros que Jeroboão havia erigido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html

O Senhor disse a Jeú que ele havia executado bem o que era justo a Seus olhos, assim como cumpriu toda Sua determinação contra a casa de Acabe. Por isso, seus filhos se assentariam no trono de Israel, até a quarta geração.

Nem mesmo uma promessa maravilhosa dessas fez com que Jeú voltasse seu coração ao Senhor. Não teve cuidado de andar de todo o coração segundo Sua Lei. Também não se apartou dos pecados que Jeroboão induziu Israel a cometer.

Neste tempo, o Senhor começou a reduzir o território de Israel. Quando nos afastamos do Senhor, aos poucos perdemos o que Ele nos deu. Nossa herança é dilapidada,

O rei Hazael, da Síria, feriu Israel em todas as suas fronteiras. Todas. Desde o leste do Jordão, incluindo toda a terra de Gileade. Conquistou também desde Aroer, junto à garganta do Arnom, até Basã, passando por Gileade, e as terras das tribos de Gade, Rúben e Manassés.

Jeú reinou sobre Israel vinte e oito anos. Quando morreu, foi sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz, como o Senhor havia prometido, foi seu sucessor.

O Senhor sempre cumpre Suas promessas. Sempre. Que estejamos preparados para sermos Seus instrumentos, como Jeú foi.

Que possamos aprender a guardar nosso coração, entregando-o totalmente ao Senhor. Que não nos desviemos para lado nenhum. Nem para Baal, nem para bezerros de ouro erigidos por mãos humanas.

De que adianta não cultuar a Baal e cultuar bezerros aos invés de cultuar ao Senhor?

E agora? Como será que Jeoacaz conduzirá seus caminhos?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.



Textos semelhantes:

2 Reis 9.1-37

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem vimos que alianças erradas continuam sendo feitas. E sendo reprovadas pelo Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-816-29.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo nove.

Passado um tempo, Eliseu convocou um dos alunos dos profetas. Ordenou-lhe que vestisse sua capa, pegasse com ele um vaso de azeite e fosse até Ramote-Gileade. Quando chegasse lá, deveria procurar Jeú, filho de Josafá. neto de Ninsi.

Ao encontrá-lo, chamaria-o à parte para uma conversa reservada, em uma sala onde ninguém os ouvisse. Quando estivesse a sós com ele, pegaria o vaso e derramaria o azeite sobre sua cabeça, entregando-lhe uma palavra do Senhor. Em seguida, deveria abrir a porta e fugir.

Não era uma tarefa fácil. Se fosse descoberto pelo rei, seria, com certeza, morto. O jovem profeta obedeceu. Arrumou-se e foi a Ramote-Gileade. Quando chegou, encontrou os comandantes do exército reunidos. Olhando para Jeú, falou que tinha algo a lhe dizer, chamando-o de comandante. Como eram muitos, Jeú perguntou a qual deles o profeta estava se dirigindo. O jovem profeta respondeu que era a ele.

Jéu levantou-se imediatamente. Entrou na casa onde estavam. O jovem profeta pegou o vaso, ungiu-lhe a cabeça, e declarou que o Senhor, Deus de Israel o ungia como rei sobre o povo do Senhor, sobre Israel. Que ele eliminasse a família de Acabe, para O Senhor vingasse o sangue de Seus servos, os profetas, e o sangue de todos os servos do Senhor da mão de Jezabel. Pois toda a família de Acabe morreria. O Senhor exterminaria todos os homens, desde os meninos, da família de Acabe em Israel, seja escravo, seja livre. Porquanto Ele trataria a família de Acabe como tratara a de Jeroboão, filho de Nebate, e a de Baasa, filho de Aías. Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezreel; não sobrará ninguém para enterrá-la.

Assim que terminou de falar, o jovem abriu a porta e fugiu.

Jeú retornou para junto dos demais oficiais de seu senhor. Um deles lhe perguntou o que aquele louco queria com ele e se estava tudo bem. Chamaram o jovem profeta de louco. Devem ter visto ele fugindo, correndo como um verdadeiro louco.

Ele lhes respondeu que conheciam aquele homem e sabiam o que havia falado. Mas seus amigos disseram que não era verdade. Algo havia acontecido ali. Talvez sentissem o cheiro do óleo. Vissem que o cabelo de Jeú estava brilhoso. Insistiram que lhes explicasse tudo que havia falado. Com certeza, estavam pensando em algo muito importante para o jovem ter saído correndo daquela maneira. Por fim, Jeú lhes contou o que o havia acontecido.

No mesmo instante, todos tomaram seus mantos. Estenderam sobre os degraus diante dele. Tocaram a trombeta. E exclamaram: “Eis que Jeú é o rei”.

Eliseu era o profeta, mas não foi quem cumpriu essa tarefa. Foi um profeta jovem, com habilidade e agilidade para correr. Era uma tarefa perigosa. Exigia coragem e preparo físico. Esse foi o escolhido. Era o que possuía as características necessárias para tal.

Sempre há alguém indicado para determinada missão. Não devemos desejar sermos os portadores ou executores de tudo que acontece. Cada um de nós têm chamados e tarefas especificas, que devemos cumprir de acordo com a vontade do Senhor. Por isso, devemos estar preparados. Talvez tenhamos que correr.

Mesmo sendo jovem, era conhecido. Jeú saiu imediatamente da sala para ouvir o que tinha a dizer, demonstrando respeito. Embora os comandantes o chamassem louco, acreditaram em suas palavras. Não contestaram o que havia falado. Não debocharam ou brincaram com Jeú. Sabiam a seriedade daquele ato. Entenderam porque o profeta saíra correndo.

Não esperaram nada. Imediatamente prostraram-se diante de Jeú, aceitando-o e proclamando-o rei, tal como o Senhor havia dito.

E agora? Há um rei no trono. Como será deposto? Qual o próximo movimento? O que acontecerá?

A tarefa de Jeú não é apenas reinar, mas destruir a casa de Acabe. Será que conseguirá? Os comandantes que se prostraram diante dele, o ajudarão?

Bem, após ser ungido rei, Jeú iniciou sua campanha contra o rei Jorão. Este havia retornado a Jezreel para tratar seus ferimentos adquiridos em batalha contra Hazael, rei da Síria.

Israel estava reunido em Ramote-Gileade. Jeú propôs ao povo que, se estivessem de acordo, ninguém deveria levar notícia a Jorão. Ele iria pessoalmente. Então, subiu em seu carro e foi até Jezreel.

Nesta mesma época, Acazias, rei de Judá, havia ido visitar Jorão.

Como sempre, havia uma sentinela na torre de Jezreel. Ele viu a tropa de Jeú e gritou essa informação. Jorão ordenou que um cavaleiro fosse enviado ao seu encontro para inquirir se sua vinda era de paz.

Quando o homem chegou a Jeú, este lhe perguntou quem era ele para falar de paz. E ordenou que saísse de sua frente, continuando sua aproximação.

A sentinela, que observa tudo de sua posição privilegiada, a torre, relatou que o mensageiro havia chegado até a tropa, mas não estava voltando com a resposta.

Jorão imediatamente enviou outro mensageiro. Jeú respondeu da mesma forma, ordenando que fosse para trás dele. A sentinela avisou que este também havia chegado e não estava voltando e, àquela altura, vigilante e observador como uma sentinela deveria ser, informou que o chefe da tropa, pela maneira de conduzir o carro, furiosa e insensatamente, era Jeú.

Jorão ordenou que seu carro de guerra fosse preparado. Imediatamente ele e Acazias, rei de Judá, partiram ao encontro de Jeú. Encontraram-no nas terras que haviam sido de Nabote (lembra dele?).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Quando Jorão viu Jeú, perguntou-lhe se sua vinda era de paz. Jeú respondeu com outra pergunta: Como ele podia falar de paz enquanto continuavam as idolatrias e feitiçarias da sua mãe, Jezabel?

Jorão imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Virou-se e fugiu, dizendo a Acazias que era uma traição. Ninguém falava com o rei dessa maneira, a não ser que o tivesse enfrentando. Jeú, porém, já havia preparado seu arco. Ele atingiu o coração do rei, que caiu dentro de seu carro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Jeú ordenou que Bidcar, seu oficial, tomasse o cadáver e o atirasse sobre o terreno que havia sido de Nabote. Lembrou ao seu oficial que, quando os dois iam juntos seguindo Acabe, o Senhor havia dito contra ele esta sentença. Que se cumprisse Sua palavra.

Quando Acazias viu tudo isso, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã. Jeú o perseguiu, gritando que o matassem também. Feriram-no dentro de seu carro, na subida de Gur. Ainda teve forças para refugiar-se em Megido. Mas morreu ali. Seus oficiais o levaram a Jerusalém. Sepultaram-no com seus antepassados em seu túmulo. Na Cidade de Davi.

Jeú continuou indo para Jezreel. Quando Jezabel soube, pintou seus olhos, fez um penteado e ficou observando de uma janela do palácio. Quando Jeú passou pelo portão, ela gritou se ele, assassino de seu próprio senhor, estava em paz. Ele olhou em direção à janela, não falou com ela. Gritou se havia alguém que estava do seu lado. Uns dois ou três eunucos inclinaram-se para ele.

Jeú ordenou que Jezabel fosse lançada abaixo. Imediatamente, atiraram-na pela janela. Os cavalos a pisotearam. Seu sangue salpicou a parede.

Jeú entrou no palácio. Comeu e bebeu. Depois ordenou que fossem ver Jezabel, “aquela maldita” e a sepultassem, afinal, era filha de rei. Quando foram retirar seu corpo, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.

Voltaram para contar a Jeú que lhes lembrou que o Senhor havia dito, por meio de Elias. No campo de Jezreel, os cães devorariam sua carne e seus restos mortais seriam espalhados em um terreno, como esterco. Ninguém seria capaz de identificar seu corpo. Foi exatamente o que aconteceu.

Pense nessa história. Na importância da sentinela. Na importância dos mensageiros. Na atitude de Jeú.

Ele claramente observou tudo que havia acontecido. Guardou em seu coração o que o Senhor havia dito. Presenciou a Sua Palavra sendo cumprida, através dele. Que privilégio!

E agora? O que acontecerá? Jeú continuará agindo como servo do Senhor e sendo instrumento de Seus juízos e Sua justiça?

Continuamos amanhã. Leremos do capítulo dez ao capítulo doze.

Espero você. Até lá.

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http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/qual-o-proximo-movimento.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/vendo-palavra-se-cumprir.html

terça-feira, 2 de abril de 2019

1 Reis 15.10-34

Na postagem anterior, vimos que Abião, ou Abias, se afastou do Senhor. Viveu sempre em guerra. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-151-9.htmll

Agora, ainda no capitulo quinze. Do versículo dez até o final.

Quando Jeroboão, rei de Israel, já havia reinado vinte anos, Asa começou a reinar em Judá. Reinou quarenta e um anos em Jerusalém.

Quando leio o versículo a seguir, tenho vontade de pular. Acredita que Asa agiu de modo reto diante do Senhor, como Davi? http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/o-reinado-de-davi-foi-sucedido-por.html

Sim, ele tirou da terra os prostitutos cultuais, que eram conhecidos como sodomitas. Destruiu todos os ídolos que seus pais haviam erguido. Fez uma verdadeira limpeza.

E o que acho muito impressionante, destituiu sua própria avó, Maaca, filha de Absalão, da autoridade de rainha-mãe. Ela havia construído um abominável objeto de culto para servir de ídolo sagrado, que ele também queimou. Ficava próximo ao ribeiro de Cedrom.

Asa não removeu os altares das colinas. Mas seu coração foi totalmente dedicado ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html

Ele trouxe para o templo do Senhor os objetos que seu pai, Abião ou Abias, havia consagrado, e os objetos que ele mesmo consagrara, prata, ouro e vasos.

No segundo ano de seu reinado, Nadabe, filho de Jeroboão, tornou-se rei em Israel. Governou apenas dois anos. Praticou o que o Senhor reprova. Andou nos caminhos de seu pai e no pecado que havia induzido Israel a cometer.

Então, Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, conspirou contra ele. Feriu-o de morte em Gibeom dos filisteus, pois Nadabe e todo o Israel havia sitiado Gibeom. Baasa assassinou-o no terceiro ano do governo de Asa, e reinou em seu lugar. Assim que se tornou rei, massacrou toda a casa de Jeroboão. Não poupou ninguém. Exterminou-os. Como o Senhor dissera através de seu servo Aías, o silonita. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Tudo por causa dos pecados que Jeroboão havia praticado e levado o povo de Israel a praticar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html

Baasa reinou durante vinte e quatro anos. Praticou o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu o caminho de Jeroboão, errando e induzindo Israel ao erro.

Houve grande batalha entre Asa e Baasa, rei de Israel. Eles guerrearam o tempo todo.

Baasa, rei de Israel, invadiu Judá e edificou Ramá, para que ninguém pudesse sair nem entrar no território de Asa.

Asa tomou toda a prata e o ouro que estavam nos tesouros do templo, além dos objetos valiosos do palácio real e os entregou nas mãos de seus servos para enviar a Ben-Hadade, rei da Síria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Ben-Hadade morava em Damasco. Asa enviou os objetos com a mensagem de que houvesse aliança entre eles e que a aliança que possuía com Baasa fosse rompida. Ben-Hadade aceitou o acordo. Enviou os chefes de seu exército contra Israel. Conquistou Ijom, Dã, Abel-Bete-Maaca e todo o Quinerete, a região próxima ao lago da Galiléia, além de todo o território de Naftali. 

Israel está perdendo o que havia conquistado. Tudo por ter se afastado do Senhor.

Quando Baasa soube, parou de construir Ramá. Ficou em Tirza. Asa determinou em todo Judá que trouxessem as pedras de Ramá e a madeira com que Baasa a edificava. Com esse material mandou construir Geba de Benjamim e Mispá.

O resto da história de Asa, muito interessante, está escrito em Crônicas. Na sua velhice, ficou doente dos pés. Vale a pena ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Quando morreu foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Josafá foi seu sucessor.

É muito triste ver que Jeroboão, que podia ter uma dinastia perene, abandonou ao Senhor. Seu filho seguiu seus caminhos. Foi assassinado. Sua família exterminada. Não sobrou ninguém. Como o Senhor havia dito. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

Baasa não aprendeu a lição. Sabia que Jeroboão estava naquela situação por ter se afastado do Senhor, mas seguiu os caminhos de Jeroboão. Também não se voltou para o Senhor.

O que acontecerá com ele? Seus filhos governarão após ele? Será que ainda há esperança para Israel?

E quanto à Judá? Asa segue ao Senhor. Até destituiu sua avó do cargo de rainha-mãe, por ser ela uma idólatra. Ele morre. Josafá reina em seu lugar.

Como será seu reinado? Seguirá os caminhos de Davi ou ao menos os caminhos de seu pai? Há esperança para Judá?

E quanto a nós? Temos seguido ao Senhor, independente das circunstâncias? Há esperança para nós?

Lembre-se: nossas decisões impactam gerações. 
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezesseis ao capítulo dezenove de 1 Reis.

Espero você. Até lá.

1 Reis 15.1-9

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Roboão e Judá seguiram ao Senhor apenas durante três anos. Depois, viraram as costas para Ele. Perderam seus tesouros. Suas riquezas. Seus escudos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1421-31.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo quinze. Até o versículo nove.

Quando Jeroboão, filho de Nebate, estava em seu décimo oitavo ano de reinado em Israel, Abião se tornou rei de Judá. Governou apenas três anos em Jerusalém. Sua mãe era Maaca, filha de Absalão.

Abião, segundo nos relata Crônicas, começou bem, mas repetiu todos os pecados que seu pai, Roboão, havia cometido antes dele. Não foi íntegro para com o Senhor, como Davi foi.

Ainda assim, o Senhor, por amor a Davi, permitiu que sua linhagem continuasse em Jerusalém.

Davi fez o que o Senhor aprova. Não deixou de obedecer nenhum dos mandamentos do Senhor durante todos os dias de sua vida. Exceto no caso de Urias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-121-31.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-os-detalhes-que-me-capturam.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideranca-pelo-exemplo.html

Houve guerra entre Roboão e Jeroboão, como houve guerra entre Abião e Jeroboão. Os dias de paz em Israel ficaram para trás. Agora, estão sempre em guerra. Judá e Israel. Porque se afastaram do Senhor.

Em 2 Crônica, capítulo treze, ficamos sabendo um pouco mais de Abião ou Abias. Você não pode deixar de ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/de-quem-e-vitoria.html

Que aprendamos a colocar o Senhor acima de tudo em nossas vidas. E que Ele sempre vá à nossa frente.

Abião morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Asa reinou em seu lugar.

Como será que Asa vai se comportar? Como seus pais ou como Davi? Será que ainda há esperança para Judá?

E como será que está se saindo Nadabe, filho de Jeroboão, lá em Israel? Agindo como seu pai?

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sempre-em-guerra.html

1 Reis 14.21-31

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Jeroboão tentou saber a verdade sobre sua situação. Não quis se expor. Não queria confrontação. Mas, não se esconde de Deus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html

Agora, continuamos através do capítulo quatorze. A partir do versículo vinte e um. Até o final.

Enquanto Jeroboão reinava sobre as dez tribos de Israel, Roboão, filho de Salomão, reinava sobre o que veio a ser conhecido como o reino de Judá.

Roboão tinha quarenta e um anos quando começou a reinar. Reinou durante dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor escolhera dentre todas as cidades de Israel, para nela estabelecer Seu nome.

Sua mãe era de Amom, nação que o Senhor havia dito que os filhos de Israel não deveriam tomar mulher, para não se desviarem do Senhor, indo após seus deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

O livro de Reis não conta, mas o livro de Crônicas nos conta que durante três anos, Roboão e Judá serviram ao Senhor. Apenas três anos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nao-negocie-seu-chamado.html

Depois se desviaram dEle. O povo de Judá pecou, fazendo o que era mal aos olhos do Senhor. Deu a Ele mais motivos para ficar irado, do que todos seus antepassados haviam dado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nossos-atos-e-suas-consequencias.html

Também construíram altares idólatras, colunas sagradas e postes dedicados às divindades. Sobre todos os montes e debaixo de todas as grandes e frondosas árvores. Havia até prostitutos cultuais em todo o reino. O povo se envolveu em todo tipo de prática abominável. Comum nas nações que o Senhor havia expulsado daquela terra, diante dos filhos de Israel.

No quinto ano de Roboão, o rei do Egito, Sisaque, atacou Jerusalém. Não havia mais proteção do Senhor. Eles Lhe deram as costas. Sisaque apoderou-se dos tesouros do templo. Levou todas as riquezas que havia no palácio real. Até os escudos de ouro batido que Salomão mandara fazer.

Quando deixamos o Senhor, somos atacados. Roubam-nos os tesouros. Roubam-nos as riquezas. Roubam-nos os escudos. Inimigos que já haviam sido vencidos, levantam-se e voltam a atacar. E são bem sucedidos.

Ah, e para recuperar tudo? Leva muito tempo. Muitas vezes não se recupera. Troca-se por algo inferior, como aconteceu aqui.

Roboão mandou fazer escudos de bronze para substituir os de ouro. Bronze! E ainda teve que confiá-los aos chefes dos guardas, que vigiavam a porta do palácio real.

Sempre que o rei ia ao templo do Senhor, os guardas pegavam os escudos. Depois, devolviam-nos à sala dos guardas.

Quando Roboão morreu, foi enterrado na Cidade de Davi. Abião, seu filho reinou em seu lugar.

Que não sirvamos ao Senhor apenas três ou trinta anos. Que O sirvamos todos os dias de nossas vidas, tendo-O sempre conosco.

Como será que agirá Nadabe, filho de Jeroboão, em Israel? E Abião, filho de Roboão, em Judá?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/virando-as-costas.html

1 Reis 14.1-20

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que, quando o Senhor nos dá uma direção, precisamos obedecer. Até o fim. Precisamos aprender a ouvir Sua voz. Conhecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1314-34.html

Agora, prosseguiremos através das páginas do capítulo quatorze. Até o versículo vinte.

O filho de Jeroboão, chamado Abião, ficou muito doente. Jeroboão pediu que sua esposa se disfarçasse para não ser reconhecida como sua mulher. E fosse a Siló, onde morava o profeta Aías.

Lembra? Aías foi o profeta que rasgou sua capa novinha para entregar a Jeroboão a palavra do Senhor de que ele reinaria sobre as dez tribos de Israel e que o Senhor faria seu reinado perene, desde que andasse em Seus caminhos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1126-43.html

Já sabemos que não andou. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html

Agora seu filho está doente. Seus muitos deuses não tem resposta alguma para ele. Deseja, anseia, precisa ouvir a voz do Senhor, o Deus verdadeiro. Mas não quer que sua mulher seja reconhecida. Tem medo do que Aías pode dizer. Aías já está muito idoso. Não enxerga mais. Não reconhece ninguém. Ainda assim, pede que se disfarce para não ter a menor chance de ser reconhecida como sua esposa.

Ordena que leve com ela dez pães, bolos, um pote de mel. Que pergunte o que acontecerá com o menino. Sabe que haverá uma resposta. Verdadeira. Uma resposta realmente da parte do Senhor.

Ela levanta bem cedo e vai à casa de Aías, em Siló.

Antes que chegasse, o Senhor falou a Aías que ela estava indo para pedir uma palavra a respeito do filho, doente. Embora não conseguisse enxergar, o Senhor lhe revelou. Não se foge do Senhor. De maneira alguma. Não há para onde fugir (Salmo 139.7-16). O Senhor ainda disse a Aías que ela viria disfarçada, fazendo-se passar por outra pessoa.

Assim que Aías ouviu o barulho de seus passos junto à porta disse: “Entra, esposa de Jeroboão!” Ela deve ter levado um susto.

Ele perguntou porque estava disfarçada. Disse-lhe tinha a missão de entregar-lhe uma mensagem triste. Ordenou que voltasse para casa e dissesse a Jeroboão: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel”.

O Senhor disse que havia escolhido e exaltado Jeroboão entre o povo. Também o havia constituído líder sobre Israel, Seu povo. Havia tirado o reino da família de Davi e dado a ele. Mas Jeroboão não estava agindo como Davi. Davi guardou Seus mandamentos e O seguiu de todo coração, buscando fazer somente o que era certo aos Seus olhos. Jeroboão estava praticando o mal. Pior que todos que foram antes dele. Havia chegado ao ponto de construir para si deuses e imagens de fundição para provocá-Lo à ira. Havia virado as costas ao Senhor. Por isso, o Senhor faria vir a desgraça sobre sua casa. Até o último dos homens de sua família seria morto. Fossem eles livres ou escravos. O Senhor varreria seus descendentes até o fim. Como se varre o esterco queimado, até que não reste mais nenhum vestígio.

Consegue se colocar no lugar daquela mulher?

De todos que pertenciam à sua família, os cães comeriam os que morressem na cidade, e as aves do céu se fartariam com os que morressem no campo.

Aías ordenou que a mulher se levantasse. Fosse para sua casa. Com esta terrível mensagem. E mais, quando ela entrasse na cidade, o menino morreria. Todo Israel o prantearia e o sepultaria. De todos que pertenciam à família de Jeroboão, ele seria o único sepultado, porque, apenas nele, o Senhor, Deus de Israel, percebera algo de bom e agradável aos Seus olhos.

Mas ainda não acabou. Aías disse que o Senhor estabeleceria sobre Israel um rei que exterminaria toda a casa de Jeroboão. Toda!

Se eu fosse aquela mulher, já teria morrido. Se não tivesse, não voltaria para casa. Quem sabe o menino não morresse se ela não entrasse na cidade? Que tristeza terrível! Não são apenas más notícias, são notícias terrivelmente trágicas.

Aías ainda continua. O Senhor disse que faria Israel vacilar e tremer como o caniço que se agita na água. Ele arrancaria Israel da boa terra que concedera a seus antepassados. O dispersaria do outro lado do Rio Eufrates.

Tudo porque construiu e ergueu postes sagrados, provocando-O à ira. O Senhor abandonaria Israel por causa dos pecados que Jeroboão cometeu. E que fez Israel cometer. Que responsabilidade! Ou talvez seja melhor dizer: Que irresponsabilidade!

Lembre-se: Nenhuma escolha que fazemos é apenas nossa. Ela impacta gerações. Sempre. Seja para o bem ou para o mal. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Depois de ouvir tudo, com certeza, com o coração partido em muitos pedaços, a esposa de Jeroboão levantou-se. Foi para Tirza, onde morava. Assim que chegou à soleira da porta de casa, seu filho morreu. Que tristeza!

Sepultaram-no. Todo Israel o pranteou. Como dissera o Senhor.

Jeroboão reinou durante vinte e dois anos. Seu filho Nadabe foi seu sucessor.

Jeroboão fez as escolhas erradas. Como Saul. Por medo de perder o trono. O reino. O "amor" das pessoas. Perdeu sua comunhão com o Senhor. Perdeu Suas promessas. Perdeu seu filho. Perdeu o reino. E, segundo a palavra do Senhor, sua descendência seria exterminada da face da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Como nossas escolhas e atitudes podem transformar-se em más notícias! Que o Senhor nos ajude. Que aprendamos a escolher!

Mas, será que há esperanças para Nadabe? Seguirá os caminhos e os pecados de seu pai ou voltará seu coração para o Senhor, com arrependimento?

E quanto a Roboão? Como está seu reinado em Judá? Continua seguindo o Senhor, Deus de seus pais?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

1 Reis 13.1-13

Leitura do dia 02/04.

Vamos continuar nossa caminhada através do livro de 1 Reis.

Ontem vimos a visita da Rainha de Sabá a Salomão. A riqueza e o esplendor do rei. Suas muitas esposas que o fizeram desviar-se do Senhor.

Também vimos as tribos do norte se rebelarem contra Roboão, o novo rei. A profecia de Semaías, que impediu Roboão de lutar contra Israel. E a loucura de Jeroboão ao levantar deuses para não perder o reino de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-101-10.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1011-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-111-25.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1126-43.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-121-21.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos treze a quinze.

Na primeira postagem, o capítulo treze. Até o versículo treze.

Jeroboão, que não era levita, estava em pé diante do altar, em Betel, para queimar incenso. Para deuses que não eram Deus. Preste atenção. Leia de novo. Um homem completamente fora de seu lugar.

Então, um homem de Deus, que não é citado por seu nome, apenas por sua identidade, gravada em seu chamado “homem de Deus”, profetizou contra o altar.

Ele gritou: “Altar, altar! Assim fala o Senhor.”

O Senhor disse que na casa de Davi nasceria um filho chamado Josias. Ele imolaria sobre o altar os sacerdotes dos altares idólatras que queimavam incenso. Ossadas humanas seriam queimadas sobre o altar. O que, de fato, aconteceu. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Um sinal seria dado, para provar que aconteceria o que estava falando. O altar se partiria e toda a cinza que estava sobre ele seria derramada.

Quando Jeroboão tomou conhecimento de que o homem de Deus bradava contra o altar de Betel, não se arrependeu. Estendeu sua mão e ordenou que o homem de Deus fosse preso.

O braço que apontou contra o homem de Deus ficou paralisado. Como seco. Não conseguia mais mexê-lo.

Em seguida, como o homem de Deus falara, o altar se partiu. Toda a cinza que estava sobre ele se derramou. Exatamente como o sinal que o homem de Deus falara que aconteceria.

O rei, desesperado, rogou ao homem de Deus, que orasse por ele, para que a ira do Senhor, o Deus do "homem de Deus" se aplacasse e seu braço voltasse a ser como era.

Que terrível a confissão de Jeroboão! O Senhor não era mais seu Deus. E mesmo vendo o altar rachado, não havia em seu coração espaço para arrependimento. O amor pela sua posição era maior que qualquer outra coisa.

O homem de Deus orou ao Senhor. O braço do rei voltou ao normal.

Jeroboão convidou-o para que fosse com ele até sua casa se alimentar, refazer suas forças e ser recompensado.

O homem de Deus recusou. Disse que ainda que o rei lhe desse metade do reino, não seguiria em sua companhia, tampouco comeria pão ou saciaria sua sede naquele lugar. Havia recebido uma ordem expressa do Senhor para que não comesse, nem bebesse, nem sequer voltasse pelo mesmo caminho por onde havia chegado ali.

E assim fez o homem de Deus. Foi embora. Retornou por outro caminho.

Em Betel morava um profeta. Já idoso. Um profeta velho. Seus filhos contaram o que viram o homem de Deus realizar e dizer.

Seu pai perguntou por qual caminho o homem de Deus havia seguido. Seus filhos lhe mostraram. Ele pediu que selassem um jumento e partiu atrás do homem de Deus.

E agora? O que acontecerá? O que o profeta velho quer com o homem de Deus?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html

segunda-feira, 1 de abril de 2019

1 Reis 12.22-33

Leitura do dia 01/04.

Na postagem anterior, vimos que Roboão assumiu o reino de seu pai, Salomão. Israel pediu que as cargas dos impostos fossem diminuídas. Ele não atendeu o povo. Isso vinha do Senhor. Para que se cumprisse o que havia dito a Jeroboão, através do profeta Aías.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-121-21.html

Israel se dividiu. Judá e Benjamim ficaram com Roboão e o restante de Israel com Jeroboão. Quando Roboão voltou a Jerusalém, convocou cento e oitenta mil guerreiros da elite, de Judá e Benjamim, para lutarem contra Israel, a fim de restituírem seu reino.

Veremos, agora, o que aconteceu. Ainda no capítulo doze, a partir do versículo vinte e dois.

Quando estavam todos reunidos para a batalha, veio o a Palavra do Senhor a Semaías, homem de Deus. Não era para guerrearem contra seus irmãos, os filhos de Israel. Que cada um voltasse para sua casa, pois o que aconteceu foi a vontade do Senhor.

Para meu total espanto e alegria, obedeceram ao Senhor. E voltaram. Como o Senhor lhes havia orientado expressamente. Vejo esperança para Roboão e o povo de Judá.

E quanto a Jeroboão?

Ele fortificou a cidade de Siquém, na região montanhosa de Efraim, e habitou ali. Mais tarde partiu de lá e construiu Peniel.

Então, refletiu consigo mesmo que se o povo de Israel continuasse subindo ao Templo em Jerusalém, para oferecer sacrifícios, o reino poderia voltar à casa de Davi, pois o coração do povo se inclinaria a Roboão e este por fim, o mataria.

Você lembra o que o Senhor falou a Jeroboão? Pois é. Ele não. Não se lembrou. Caso contrário estaria buscando ao Senhor e perguntaria a Ele o que fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

Ficou tão perturbado, com medo de perder seu reino, que buscou conselhos com loucos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/um-reino-esfacelado.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Depois de ter recebido alguns conselhos, fez dois bezerros de ouro e declarou a Israel que aqueles eram seus deuses que os haviam tirado do Egito. Colocou um bezerro em Betel, e o outro em Dã. Um na fronteira ao sul e outro ao norte. Com isso, todo o povo passou a ir até à cidade de Dã para adorar e cultuar aquele bezerro, pecando muito contra o Senhor.

Jeroboão também construiu altares idólatras. E designou sacerdotes dentre o povo. Isso mesmo, designou sacerdotes que não eram levitas, para servirem a deuses que não eram o Senhor.

Também celebrou uma festa no oitavo mês, no décimo quinto dia do mês, como a que se celebrava em Judá. Subiu ao altar, em Betel. Sacrificou em louvor aos bezerros que mandara construir.

Estabeleceu em Betel os sacerdotes dos lugares altos que ele mesmo instituíra. Escolheu uma data arbitrariamente, segundo as intenções do seu coração.

Não sei você. Eu tenho vontade de me jogar no chão.

Não consigo entender porque Jeroboão agiu assim. Amando mais o reino que ao Senhor, como Saul.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Ele ouviu Aías falar o que aconteceria. E até ouviu o Senhor prometer-lhe um reino perene como o de Davi. A única exigência era andar em Seus caminhos. Alguns anos mais tarde, quando Salomão morre, acontece exatamente o que o Senhor disse. Ainda assim, ele teme perder o reino, teme morrer e ao invés de buscar ao Senhor como deveria, aconselha-se homens loucos. E constrói dois bezerros para que o povo não “desista” dele.

Que tenhamos o cuidado para não amar mais os presentes que o Senhor nos dá do que a Ele mesmo. Que tenhamos o cuidado para não amar mais o reino que o próprio Senhor do Reino. Que tenhamos o cuidado para não amar mais ministérios que o Senhor. Que nada, nem o Reino, nos afaste dos Seus caminhos. Que saibamos a quem pedir conselhos. Que saibamos quem são nossos conselheiros e quem eles seguem. Que não tenhamos medo de perder seguidores. Que tenhamos zelo em não perder a presença do Senhor em nossas vidas. Isso é o que importa. Seguir ao Senhor a cada dia. Sempre.

O que acontecerá agora com Jeroboão que desobedeceu ao Senhor pecando dessa maneira e fazendo todo o povo de Israel pecar?

Amanhã prosseguimos. Leremos os capítulos treze a quinze de 1 Reis.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html

1 Reis 12.1-21

Leitura do dia 01/04.

Na postagem anterior, vimos que Salomão perseguiu Jeroboão, o homem a quem o Senhor disse, através do profeta Aías, que daria Israel em suas mãos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1126-43.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo doze. Até o versículo vinte e um.

Essa história também consta em 2 Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/um-reino-esfacelado.html

Salomão morre. Enviam mensageiros a Jeroboão, filho de Nebate, ao Egito, para que retorne a Israel.

Roboão, filho de Salomão, parte para Siquém, onde os israelitas estavam reunidos para proclamá-lo rei.

Jeroboão estava lá. Reunido com todo o Israel. Eles pediram a Roboão que os impostos diminuíssem. Se fossem, serviriam-no de bom grado.

Roboão mandou que aguardassem três dias e voltassem para ouvir sua resposta. Iria pensar.

Roboão consultou os anciãos e conselheiros que ajudavam Salomão. Eles o aconselharam a atender o povo. Tornando-se agradável, eles o serviriam para sempre.

Depois ele se reuniu com seus amigos, que cresceram junto com ele. Eles o aconselharam a dizer que seria mais duro que seu pai, dizendo que o dedo mínimo dele era mais grosso que a cintura de seu pai. E se Salomão os havia oprimido com açoites, ele os açoitaria com chicotes com pontas de ferro!

Ao terceiro dia, Jeroboão e o povo estavam reunidos para ouvir a resposta de Roboão. Seguindo o conselho de seus amigos de infância, Roboão falou duramente.

Não ouviu os conselheiros de Salomão e nem ao povo. Era uma disposição do próprio Senhor, para que se cumprisse Sua palavra a Jeroboão.

Quando Israel compreendeu que Roboão se recusava a ouví-los, não diminuindo os impostos, ordenou que cada um fosse para sua casa. Não tinham herança com Davi. Que seus parentes cuidassem de sua casa.

Roboão enviou Adorão, encarregado dos trabalhos forçados, para recolher os impostos. Todo Israel o apedrejou. Até à morte. Roboão conseguiu subir em sua carruagem e fugiu para Jerusalém.

Assim, Israel se rebelou contra a dinastia de Davi. Os que moravam nas cidades de Judá ficaram com Roboão. Assim como a tribo de Judá e Benjamim.

Israel proclamou a Jeroboão rei sobre todo Israel. Conforme o Senhor havia dito. Dez tribos ficaram com ele.

Quando Roboão voltou a Jerusalém, convocou todos de Judá e Benjamim para guerrearem contra Israel. Cento e oitenta mil guerreiros de elite, a fim de restituírem o reino a Roboão.

E agora? O reino de Jeroboão durará assim tão pouco? Ou Judá e Benjamim cairão diante de Israel?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Lembre-se: O Senhor sempre cumpre Sua Palavra.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/diminua-nossos-impostos.html