Leitura do dia 05/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.
Ontem terminamos o “Livro um”. Todos Salmos de Davi. Nós o vimos pedir para que o Senhor se lembrasse dele. Vimos falar dos resultados de seu pecado, para sua alma e seu corpo. Clamar que o Senhor o livrasse de sua rebeldia. Afirmar que esperou com paciência no Senhor e Ele não o decepcionou. Fez uma obra completa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-381-4113.html
O “Livro um” termina afirmando que o Senhor deve ser louvado. De eternidade a eternidade.
Agora, caminharemos através do “Livro dois”. Os Salmos Históricos. Hoje leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e cinco.
Na primeira postagem, do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro.
No Salmo quarenta e dois, composto pelos descendentes de Corá, descente de Levi, o salmista afirma que sua alma tem sede do Senhor, assim como a corça anseia pelas correntes de água. É nessas correntes que a corça se esconde. Assim como nos escondemos nEle.
De que temos tido sede? Posições, dinheiro, poder? Ou dEle?
O salmista anseia estar na presença do Senhor! Ah, que sejamos assim também. Que tenhamos sede dEle, de Sua presença.
Sua alma está abatida. Ordena que ela espere no Senhor. Sabe que ainda O louvará. Que Ele é o Senhor, seu Salvador e Deus. Ainda que esteja abatido, lembra-se dEle. Não há outro lugar onde podemos nos esconder. Onde podemos descansar.
Apesar de tudo pelo que tem passado, percebe que durante o dia o Senhor derrama sobre ele, Seu amor. E à noite, entoa cânticos e faz orações ao Senhor que lhe dá vida. O único que pode fazer isso. Por isso, ainda que ache que o Senhor se esqueceu, continua clamando e ordenando que sua alma se aquiete e espere nEe. Ainda O louvará.
Que, em meio a nossas lutas e tristeza, tenhamos essa mesma certeza. Sim, ainda O louvaremos. Com alegria.
No Salmo quarenta e três, pede que o Senhor o declare inocente. E o defenda. Ele é sua fortaleza. Pede que o Senhor lhe envie Sua luz e Sua verdade, para que o guiem. É em Sua luz e verdade que precisamos e devemos andar. São elas que podem nos conduzir ao santo monte do Senhor, ao lugar onde Ele habita.
Continua ordenando que sua alma se aquiete. Ainda louvará o Senhor.
No Salmo quarenta e quatro, os descendentes de Coré lembram-se de terem ouvido tudo que se seus antepassados contaram a respeito dos atos do Senhor. De Seu grande poder. De como expulsou as nações e estabeleceu Seu povo na terra. Sim, estão certos de que não foram suas espadas que conquistaram a terra. Nem a força de seus braços que alcançou a vitória. Foi o Senhor. Sua mão direita. Seu braço forte. A luz intensa de Seu rosto. E Seu amor por eles.
O salmista afirma que não confia em seu arco. Não conta com sua espada para salvá-lo. Sabe que é o Senhor que concede a vitória. Por esse motivo, louva ao Senhor e Lhe dá glória o dia todo.
Como é maravilhoso reconhecermos que nossas vitórias vem dEle!
Jesus disse: “Sim, Eu sou a videira, vocês são os ramos. Quem permanece em Mim, e Eu nele, produz muito fruto. Pois, sem Mim, você não podem fazer coisa alguma”. – João 15.5
Não adianta olharmos para o espelho e dizermos quantas vezes quisermos, o quanto somos poderosos. A verdade é que, sem Ele, não podemos fazer nada. Ele é quem nos dá o sopro de vida. Quem nos capacita. Quem nos concede vitória.
O salmista está arrasado por tudo que tem acontecido com seu povo. E queixa-se diante do Senhor. Afirma que não se afastaram do Senhor e só passam vergonha entre os povos. Mas, e quanto a seus antepassados? Deixaram o Senhor. Agora, estão colhendo o que seus pais plantaram.
Que, como Esdras e Neemias, nos arrependamos pelos pecados de nossos pais e peçamos perdão, para sermos abençoados. http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-zelo.html;
O Salmo canta que por amor ao Senhor, enfrentamos a morte todos os dias. Somos levados como ovelhas para o matadouro.
Sabemos que há esperança. Enquanto o versículo de Salmo termina aqui, Paulo vai além. Ele diz: “Mas, apesar de tudo isso, somos mais que vencedores por meio dAquele que nos amou” (Romanos 8.37). Sim. Enfrentamos a morte todos os dias. Mas somos mais que vencedores. Não por nós mesmos, mas por meio do Senhor Jesus, que nos amou e Se entregou por nós!
Não nos esqueçamos disso!
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 5 de junho de 2019
Salmos 42.1-44.26
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domingo, 2 de junho de 2019
Salmo 23.1-6
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Salmos.
Anteriormente, vimos a natureza, eterna missionária, apregoando a glória do Senhor e a habilidade de Suas mãos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-191-14.html
Vimos também que algumas nações confiam em seus carros e cavalos de guerra. Elas perdem suas forças e caem. Diferente daqueles que confiam no nome do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-201-2113.html
No Salmo 22, vimos a revelação precisa dada a Davi sobre o sofrimento do Messias, nosso Senhor Jesus Cristo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-221-31.html
Hoje, caminharemos através dos Salmos vinte e três a vinte e seis.
Na primeira postagem, o Salmo 23.
O Salmo vinte e três é um dos preferidos. Não apenas textos foram escritos sobre ele. Livros foram escritos. O que podemos extrair dele e de toda a Palavra do Senhor é inesgotável, tal como o Senhor. Lembremos que Sua Palavra é viva! Ela nos ensina diariamente. E, cada vez que a garimpamos, encontramos novos tesouros. Mais preciosos que ouro, prata e qualquer outro.
Davi declara que o Senhor é seu pastor. Desde novo, Davi sabia o que era ser um pastor. Ele cuidava das ovelhas. Colocava sua vida em risco, por elas. Treinava com sua funda para protegê-las. Ia atrás da desgarrada. Cuidava da doente. Não as abandonava. Agora, se vê como uma ovelha. Precisa de um pastor. Olha para o alto e vê que o Senhor é seu pastor. Não terá falta de nada. Tudo que realmente precisar, o Senhor suprirá.
Como uma ovelha, anseia por um lugar de descanso. Não são seus guerreiros ou sua habilidade que o levará a esses lugares. É o Senhor quem o faz repousar em pastos verdejantes. Onde não falta alimento. Como já falou em Salmos anteriores, sabe que pode dormir, porque é o Senhor quem cuida dele.
Sua alma tem sede. E o Senhor o leva às águas tranquilas. Ali, pode se refrescar. Pode beber. Matar sua sede. E descansar.
Mas não é só isso! Sabe que ainda que ande pelo escuro vale da morte, onde o sol mal consegue penetrar, onde o inimigo pode montar uma armadilha, não terá medo. Por um único motivo: o Senhor está ao seu lado. Ah que descanso! Que tranquilidade pode desfrutar, mesmo em um momento tão terrível.
Declara que a vara e o cajado do Senhor o protegem. Podem até doer. Mas o protegem. Com a vara, o Senhor pode lhe tocar e guiar quando estiver se perdendo. E com o cajado, ainda que esteja prestes a cair de um precipício, pode ser pego. São proteção. Não castigo.
Davi pede que o Senhor prepare um banquete para ele, na presença de seus inimigos. Que unja sua cabeça com óleo.
Recentemente aprendi porque a cabeça da ovelha é ungida com óleo. É um lugar sensível. Está sempre com uma ferida ou outra. O óleo, além de ajudar a curar a ferida, impede que as moscas fiquem voando em cima, colocando ovos, incomodando a ovelha.
Sabemos que “Belzebu” significa “Senhor das moscas”. Feridas são brechas para atuação de demônios. Devemos levar nossas feridas ao Senhor. Para que Ele as unja com Seu óleo, nos cure e nos livre das nojentas (Eclesiastes 9.8).
Davi sabe como um convidado é bem recebido para um banquete. Quando é bem vindo, seu cálice é cheio até à tampa. Quando é mais que bem vindo, seu cálice não apenas é cheio, transborda.
Conhecendo o Senhor, sabe que Sua bondade e amor o seguirão todos os dias. Não será apenas um dia ou outro. Será todos os dias. Ele olha para trás, não para ver o que ficou, o que perdeu. Olha para trás e vê que a bondade e o amor o tem seguido. O tempo todo. E, melhor que tudo, viverá na casa do Senhor para sempre. Sempre. Eternamente abrigado em Sua casa. Tendo o Senhor como seu responsável. Seu cuidador.
Que, assim como uma ovelha, nunca falte o óleo do Senhor sobre nossas cabeças. Que O sigamos, como ovelhas que conhecem seu Pastor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Davi e os detalhes que me capturam
Percorrendo as páginas de II Samuel.
Saul morre. Aquele que podia ter dado certo, cujo
nome significa “o desejado, o solicitado, o conseguido por meio de orações”.
Davi, “o amado, o predileto”, se torna, de fato,
rei. Vamos caminhar um pouco em sua história? Afinal, estamos em II
Samuel.
O que faz dele o meu preferido são os detalhes, que
me capturam. No meu caso sempre será assim. Não os grandes feitos, os detalhes!
Não o que todos veem, mas o que consigo enxergar nas entrelinhas.
Claro que acho maravilhoso Davi enfrentar Golias.
Mas o que me cativa é vê-lo cuidando das ovelhas. Sozinho. Compondo canções em adoração ao Senhor. Sendo
ungido rei e continuar cuidando das ovelhas, sem ter nenhum plano mirabolante
para assumir imediatamente o trono.
É ele, com toda humildade, tocar sua harpa para
trazer alivio e bem estar a Saul. É acordar de madrugada, se preocupar em
deixar o rebanho com outro pastor e obedecer seu pai, levando alimento aos
irmãos, que claramente tem algo contra contra ele.
Essa disposição, essa obediência, essa humildade é
que chamam minha atenção!
Fico fascinada ao vê-lo perseguir o leão que
arrebatou sua ovelha e arrancá-la de sua garganta. Arrancar a ovelha da
garganta de um leão. Que homem é esse? Simplesmente poderia explicar ao pai que
o leão veio e arrebatou a ovelha. Não havia o que fazer. Era o risco do
negócio. Seu pai entenderia. Era apenas um rapaz. Um pastor, não um soldado.
Davi podia não ser um soldado, ainda assim, era
um guerreiro! E não permitia, mesmo correndo risco de morte, ainda que ninguém
visse, ainda que tivesse a desculpa perfeita para não fazer, que sua ovelha
fosse arrancada dele. Perseguiu o leão, arrancou a ovelha de sua garganta,
agarrou pela juba, feriu e matou. Golias para mim é “fichinha” diante
disso.
O que realmente importa é o que acontece quando
ninguém vê. São nossas vitórias secretas que nos transformam completamente! Sem
matar o leão, Davi jamais enfrentaria Golias. Para mim, o que importa de fato,
é o leão. É o urso. É o secreto.
Considero fantástico Davi se indignar com o
exército do Deus vivo sendo afrontado. Não era assunto dele. Foi ali obedecendo
uma ordem de seu pai. Deixasse as coisas acontecerem. Quem sabe Saul morria e
ele se tornava logo o rei?
Maravilhoso é ir até Golias com suas próprias
armas, seu conhecimento, sua identidade. Analisando a situação. Pensando em
onde acertar, com apenas cinco pedras. Sendo certeiro. Não querendo usar as
armas de outro. Não querendo ser o outro. Sendo ele mesmo.
Temos que ser nós mesmos. Deus nos fez únicos!
Capacitou-nos individualmente.
Lindo Davi dizer ao terrível gigante que o estava
enfrentando com a "personalidade" de Yahweh, o Senhor dos Exércitos.
O que isso mostra? Sabia quem era Yahweh. Conhecia ao Senhor pelo nome. E isso
aconteceu no secreto. Onde a história não conta. Nas madrugadas. Na adoração.
Na solidão.
Cativa-me ele aceitar a amizade de Jônatas. Aceitar
o que Jônatas tinha de melhor. Se tornar um soldado da noite para o dia.
Aceitar todas as missões que Saul lhe dava. Tornar-se o comandante de seu
exército. Ele, que era o rei ungido. Sem nunca pensar em usurpar o trono. Esse
sim, sabia esperar! Não eu, que volta e meia tenho que me arrepender, quando
deixo a ansiedade me vencer. E começar tudo de novo.
Fico surpresa quando, mesmo sendo o comandante do
exército, continua tocando para acalmar Saul. E se desvia de sua lança, quando
Saul tenta matá-lo, sem arremessá-la de volta. Seria legítima defesa! Mas não
para Davi. Ele se desvia. Continua sua vida. Vivendo os processos. Sendo
moldado, preparado. Esperando o tempo de Deus.
Fico maravilhada ao vê-lo agindo com prudência onde
quer que vá. Alcançando pleno êxito. Não apenas por ser um bom soldado, mas
porque o Senhor é com ele! Sua fama crescendo em toda região. Sendo amado por
todos em Israel e Judá porque sabia conduzir seu exército nas batalhas. E o
trazia de volta! Não perdia seus soldados, assim como não perdia suas ovelhas. Resultado dos processos.
Amo como se relaciona com Deus. Como fala tudo ao Senhor, sem filtros, completamente nu diante dEle, como sempre devemos estar. Quando está feliz, quando está triste. Desesperado. Sem entender nada. Não precisa e não é "politicamente correto", nem "moralmente" correto. Nem "espiritualmente" correto. É ele. Transparente. Nu. Sem máscaras. Vulnerável. Sabe que pode questionar. Que pode gritar e chorar. Que pode falar de seu desespero, seu desejo de fugir e se esconder, mesmo quando tem que ficar e enfrentar. E fica. E enfrenta.
Amo como se relaciona com Deus. Como fala tudo ao Senhor, sem filtros, completamente nu diante dEle, como sempre devemos estar. Quando está feliz, quando está triste. Desesperado. Sem entender nada. Não precisa e não é "politicamente correto", nem "moralmente" correto. Nem "espiritualmente" correto. É ele. Transparente. Nu. Sem máscaras. Vulnerável. Sabe que pode questionar. Que pode gritar e chorar. Que pode falar de seu desespero, seu desejo de fugir e se esconder, mesmo quando tem que ficar e enfrentar. E fica. E enfrenta.
E não é covardia. Porque se tem uma coisa que
podemos falar, é de sua coragem. É o ser homem, e não se fingir de super homem.
Um homem verdadeiro. Que fala de sua perplexidade diante do ímpio que prospera.
Que manda sua alma descansar em Deus. Como faço constantemente com a minha.
Pode não entender, mas confia mesmo assim. Sabe quem Deus é. Sabe quem ele é.
Amado!
Seu andar íntimo com Yahweh o fez enxergar o
Messias, antes que viesse ao mundo. Sua integridade o fez saber que o Senhor é
o seu Pastor. E como cuida de suas ovelhas e de seus soldados, o Senhor cuida
dele. Como leva suas ovelhas aos melhores pastos, o Senhor o leva aos melhores
lugares. Como guia suas ovelhas às águas tranquilas, o Senhor o leva ao
refrigério. Como cuida das ovelhas com a vara e o cajado, impedindo-as de
caírem precipício abaixo, o Senhor o conduz mesmo no vale da sombra da
morte. Em segurança. Um pastor que dá sua vida pelas ovelhas. Como Seu
Senhor.
Fico profundamente emocionada quando deseja beber
da água da fonte que estava em Belém. Seus três amigos invadem o acampamento
filisteu. Tomam a água do poço e a levam a Davi. Que amigos verdadeiros! Ele a
derrama no chão, como oferta ao Senhor, honrando aqueles três valentes. Era
demais para ele! Lindo demais para mim! Muito mais que "a boa
aparência" que a Bíblia fala que possuía.
E quando foge de Saul ao invés de tentar um golpe
de estado. E quando procura um lugar seguro para seus pais, enquanto está
apenas um fugitivo, embora rei ungido.
E quando atende à intercessão de Abigail,
mesmo já tendo decidido diante de Deus que mataria todos os homens da casa de
Nabal. Decidido diante de Deus, e muda de ideia. E quando decide pedir sua mão,
mesmo sendo um fugitivo. Sabia que é melhor um fugitivo de Deus que um
fazendeiro tolo. E quando manda mensageiros pedirem sua mão, para dar a ela a
liberdade de escolha, sem intimidá-la com sua presença, sabendo que ela o via
como rei.
Quando chora a morte de Jônatas e até de Saul. A morte de Abner, chefe do exército de Israel. Quando procura alguém da casa de Jônatas para cumprir a promessa feita ao amigo de cuidar de seus descendentes. E cumpre.
Fascina-me quando se alegra com todas as suas forças diante do Senhor. Adoração sem limites. Entrega total. "Eu nada sou. Ele é tudo." Posso ser o rei, mas Ele é meu Soberano!
Quando se arrepende depois de contar o exército. Quando diz que não irá oferecer ao Senhor algo que não lhe custe nada. E compra a terra onde vai oferecer o sacrifício.
E quando é confrontado por Natã por seus erros e não fica procurando desculpas.
Arrepende-se. E clama. E chora. Quer Deus em sua vida novamente. E sabe que o
Senhor pode perdoar, ainda que seus pecados sejam terríveis.
Quando sai de Jerusalém, em uma das cenas que considero das mais tristes, fugindo de seu filho Absalão. E intercede por Absalão, para que ninguém o mate. Apesar da traição. Do golpe de estado. Da humilhação imposta.
Quando deseja construir uma casa para o Senhor. E orienta Salomão, nos mínimos detalhes. Deixando tudo separado e preparado para a construção.
De fato, um homem segundo o coração de Deus.
E ainda assim não era perfeito. Ainda assim errou. E teve que se arrepender. E voltar. Mas se arrependeu. E voltou. E continuou sua caminhada.
Por isso podemos aprender muito com ele. O que fazer e o que não fazer. Um homem que agradou tanto ao coração do Pai que recebeu a promessa de um Descendente no trono por toda a eternidade!
Detalhes. Que fazem de Davi quem ele era. Que nos inspiram. Que nos ensinam.
Detalhes. Que fazem nossas vidas.
Que
possamos aprender em secreto, em comunhão com o Pai, a cada dia, como deve ser
nossa caminhada. E agradá-Lo em nossos passos, caminhando, até ser dia
perfeito.
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