Leitura do dia 23/09.
Continuamos nossa caminhada através do livro do profeta Amós, um pastor de ovelhas.
Ontem vimos o julgamento do Senhor às nações vizinhas de Israel. A Judá e Israel. Seu povo tem pecado repetidamente. Não ficará impune.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-11-315.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
O Senhor fala às mulheres, àquelas que deveriam estar clamando ao Senhor por si, por seus filhos, seus esposos, sua família, seu povo, sua nação. Sabe o que fazem? Oprimem os pobres. Esmagam os necessitados. E entregaram-se à bebida de tal maneira que pedem a seus maridos que tragam mais bebida. Não ficarão impunes. Serão levadas ao cativeiro. Com ganchos no nariz. Serão expulsas de suas fortalezas.
Sua ira está tão acirrada que ordena, como não se importasse, que continuem a cometer pecados em Betel, a “Casa de Deus”. Que continuem a desobedecer em Gilgal (o lugar do Tabernáculo). Que continuem oferecendo seus sacrifícios pela manhã e seus dízimos. Que apresentem seu pão com fermento como oferta de gratidão. Que continuem entregando suas ofertas voluntárias e se gabem delas. É o que gostam de fazer. Pecar repetidamente.
O Senhor lembra que trouxe fome e escassez. Não voltaram para Ele.
Segurou as chuvas quando suas plantações mais precisavam. Não voltaram para Ele.
Andavam de cidade em cidade buscando água. Nunca havia o suficiente. Nem assim voltaram para Ele.
Castigou suas plantações com pragas e ferrugem. Não voltaram para Ele.
Gafanhotos devoraram suas figueiras e oliveiras. Nem assim voltaram para Ele.
Enviou pragas como as que enviara no Egito. Jovens morreram na guerra. Cavalos foram levados. O mau cheiro de mortos encheu o ar. Cidades foram destruídas. Os que sobreviveram pareciam gravetos chamuscados. E nem assim voltaram para Ele.
Que agora, preparem-se para encontrar com Ele. Aquele que formou os montes. Que agita os ventos. Que graciosamente revela Seus pensamentos à humanidade (Que grandioso privilégio!). Preparem-se para encontrar com Ele.
Que Seu povo ouça o cântico fúnebre. Israel caiu. Não há ninguém que possa ajudar a levantá-lo. Muitos morrerão. Mas há uma solução.
Busquem o Senhor e vivam! Essa é a ordem! Esse é Seu desejo. Não adorem mais em Betel, Gilgal ou Berseba, que se prostituíram. Busquem o Senhor! E vivam! Se não O buscarem, Ele passará como um fogo destruidor. Mas, há uma escolha!
Para que transformar a retidão em amargura e tratar a justiça como lixo? Que voltem para o Senhor! Ele criou as estrelas, as constelações. Ele transforma a escuridão em manhã. O dia em noite.
Por que continuar em pecado? Por que continuar odiando os juízes honestos? Por que continuar detestando a verdade? Oprimindo os pobres? Roubando seu trigo com impostos injustos?
Por causa desses atos, construirão casas belas, mas não morarão nelas. Plantarão videiras verdejantes. Jamais beberão seu vinho. Seus atos de rebeldia são muitos. Seus pecados, muito grandes. O Senhor sabe. Afligem o justo. Aceitam suborno. Não fazem justiça aos pobres nos tribunais. Serão levados ao exílio.
Agora, quem for prudente, ficará com a boca fechada. É tempo de desgraça. Melhor ficar calado. E orar. Clamar por misericórdia.
Que Seu povo faça o bem. Fuja do mal. Para viver! Assim o Senhor dos Exércitos os ajudará.
Que Seu povo odeie o mal. Ame o bem. Estabeleça a justiça nos tribunais. Quem sabe o Senhor se compadeça?
Mas, por falta de arrependimento, haverá choro nas praças públicas. Angústia nas ruas. Por causa da destruição que virá com o juízo.
Que aflição espera os que acreditam que o dia do Senhor não trará justo juízo. Serão como os que escaparam de um leão, chegaram em casa e descansaram a mão na parede. "Ufa! Estou livre", pensaram. Mas, uma cobra venenosa os picará, mesmo na segurança de suas casas. Não há como escapar do juízo do Senhor.
O Senhor despreza as festas religiosas. Não suporta mais as reuniões em Seu nome. Não aceitará as ofertas. Não dará a mínima atenção. Não aguenta mais os cânticos ruidosos. O que Ele quer é uma grande inundação de justiça. Um rio inesgotável de retidão.
Não é a Ele que essas festas têm sido dirigidas. Não é a Ele que essas ofertas são oferecidas.
Que aflição espera aqueles que vivem sossegadamente, sem se importar em limpar seus corações e servir o Senhor, achando que por viver em Jerusalém, serão impunes. Não importa se vivem em Samaria, cercado por segurança. Não importa se são líderes a quem os outros recorrem. Serão alvo do juízo do Senhor.
Ele odeia a arrogância. Quem transforma retidão em veneno e o fruto da justiça em amargura, contando vantagem pela conquista de nada, logo verá Seu justo juízo.
Que sejamos sinceros em nossa adoração. Adorando e amando somente o Senhor. Que rios de água viva fluam de nós. Em justiça e retidão.
“Pois as Escrituras declaram: ‘Rios de água viva brotarão do interior de quem crê em Mim’”. – João 7.38
Que estejamos preparados para encontrar com o Senhor. Será em breve.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o final.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 105.1-45
Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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domingo, 20 de janeiro de 2019
Êxodo 7.14-8.32
Leitura do dia 18/01.
Na postagem anterior vimos que o Senhor enviou novamente Moisés e Arão a Faraó. Mas ele não quis ouvir. E ainda imitou o milagre do Senhor através das artes mágicas do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html
Agora, caminharemos a partir do versículo quatorze do capítulo sete. Até o versículo trinta e dois do capítulo oito.
O Senhor disse a Moisés que o coração de Faraó era duro. Ele continuaria se recusando a deixar o povo sair.
Moisés deveria ir pela manhã encontrar-se com ele às margens do rio Nilo, onde se banhava. Que não esquecesse a vara que havia se transformado em serpente. E dissesse a Faraó que o Senhor, o Deus dos hebreus o havia enviado para dizer que deixasse o povo sair para adorá-Lo no deserto. Por ele estar se recusando a ouvir, o Senhor mostraria a Faraó que Ele era (e é) o Senhor.
Arão bateria com a vara nas águas do Nilo. Elas se transformariam em sangue e os peixes morreriam. O rio ficaria fedendo. Os egípcios não poderiam beber suas águas.
Moisés e Arão fizeram como o Senhor ordenara. Diante de Faraó, Arão levantou a vara e bateu nas águas do Nilo. Estendeu a mão às águas do Egito. Todo o Nilo se transformou em sangue. Seus rios, canais, açudes e reservatórios também. Aconteceu o mesmo até com a água armazenada em vasilhas de madeira e pedra.
Mais uma vez os magos usaram suas mágicas e fizeram o mesmo. Faraó recusou-se a ouvir. Voltou para seu palácio e não pensou mais naquilo.
Os egípcios cavaram às margens do Nilo para conseguirem água.
A situação ficou assim por sete dias.
Então o Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Com a mesma mensagem: “Deixa meu povo sair para me adorar”.
Se Faraó continuasse se recusando, o Senhor enviaria rãs sobre toda a terra do Egito. O Nilo ia fervilhar de rãs. Ia ser rã para todos os lados. Elas invadiriam o palácio e até o quarto e a cama de Faraó. Entrariam nas casas de seus oficiais e de todo o povo. Também pulariam dentro dos fornos e das tigelas de amassar pão. As rãs avançariam sobre todos.
Que horror! Não gosto nem de imaginar.
O Senhor ordenou a Moisés que dissesse a Arão para estender a vara que trazia em sua mão. Que a estendesse sobre os rios, canais e açudes. Ele estendeu e as rãs cobriram toda a terra.
Os magos usaram suas artes mágicas para imitar a praga e também fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.
Prestou atenção? Imitar a praga. Eles não conseguiam fazer o milagre. Usavam suas mágicas para imitar o milagre. Como vemos hoje acontecer.
Chegou o momento em que Faraó convocou Moisés e Arão. Pediu que suplicassem ao Senhor que afastasse aquelas rãs dele e de seu povo. Ele deixaria o povo ir.
Fico imaginando que os magos tentaram sumir com as rãs. Sem nenhum êxito.
Moisés disse a Faraó que escolhesse a hora em que estaria orando por eles. Faraó respondeu que seria no dia seguinte.
Moisés falou que oraria e as rãs deixariam a terra do Egito. Ficariam apenas no Nilo. Ele saberia que não há ninguém como o Senhor.
Moisés e Arão saíram da presença de Faraó e clamaram ao Senhor. O Senhor fez exatamente o que Moisés havia dito. Todas as rãs nas casas, nos pátios e nos campos, morreram. Juntaram montões de rãs. O fedor era terrível.
Acontece que, quando Faraó se viu livre das rãs seu coração se endureceu. Ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e Arão. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
Então o Senhor disse a Moisés que estendesse a vara e batesse no chão. O pó se transformaria em enxames de piolhos. Foi o que aconteceu.
Os magos tentaram fazer o mesmo, dessa vez não conseguiram. E mais, reconheceram que era o dedo de Deus.
Ah, as artes mágicas, as técnicas e seja lá o que conseguem até imitar um ou outro milagre. Mas ficam por aí.
Água sendo transformada em sangue, rãs por toda a parte. Agora enxames de piolho! Quem aguenta uma coisa dessas?
Ainda assim, Faraó recusou ouví-los.
O Senhor ordenou a Moisés que acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente encontrar Faraó às margens do Nilo. Repetiu a mensagem. Disse que se Faraó se recusasse, o Senhor mandaria enxames de moscas. Os lares dos egípcios ficariam cheios de moscas.
Desta vez o Senhor pouparia a região de Gósen. Assim, Faraó saberia que o Senhor era (e é) Deus e estava presente inclusive em sua terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor fez exatamente o que falou. Um denso enxame de moscas encheu o palácio de Faraó e as demais casas. Todo o Egito ficou em estado de calamidade.
Faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse que fossem. Que fizessem sacrifícios ao Senhor. Mas que fizessem ali mesmo, em sua terra.
Moisés respondeu que não seria certo. Os sacrifícios que ofereciam eram detestáveis aos egípcios. Eles os apedrejariam. Os israelitas teriam que viajar durante três dias no deserto, como o Senhor ordenara.
Faraó disse que podiam ir. Que não se afastassem demais. Que suplicassem por ele também.
Moisés respondeu que assim que saíssem de sua presença, suplicariam ao Senhor e as moscas os deixariam. Avisou a Faraó que não deveria mentir novamente, recusando-se a deixar o povo sair.
Quando Moisés orou, o Senhor o atendeu. Não ficou uma só mosca.
Mas o coração de Faraó endureceu outra vez. Ele recusou deixar o povo sair.
Assim termina o capítulo oito de Êxodo. Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos que o Senhor enviou novamente Moisés e Arão a Faraó. Mas ele não quis ouvir. E ainda imitou o milagre do Senhor através das artes mágicas do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-71-13.html
Agora, caminharemos a partir do versículo quatorze do capítulo sete. Até o versículo trinta e dois do capítulo oito.
O Senhor disse a Moisés que o coração de Faraó era duro. Ele continuaria se recusando a deixar o povo sair.
Moisés deveria ir pela manhã encontrar-se com ele às margens do rio Nilo, onde se banhava. Que não esquecesse a vara que havia se transformado em serpente. E dissesse a Faraó que o Senhor, o Deus dos hebreus o havia enviado para dizer que deixasse o povo sair para adorá-Lo no deserto. Por ele estar se recusando a ouvir, o Senhor mostraria a Faraó que Ele era (e é) o Senhor.
Arão bateria com a vara nas águas do Nilo. Elas se transformariam em sangue e os peixes morreriam. O rio ficaria fedendo. Os egípcios não poderiam beber suas águas.
Moisés e Arão fizeram como o Senhor ordenara. Diante de Faraó, Arão levantou a vara e bateu nas águas do Nilo. Estendeu a mão às águas do Egito. Todo o Nilo se transformou em sangue. Seus rios, canais, açudes e reservatórios também. Aconteceu o mesmo até com a água armazenada em vasilhas de madeira e pedra.
Mais uma vez os magos usaram suas mágicas e fizeram o mesmo. Faraó recusou-se a ouvir. Voltou para seu palácio e não pensou mais naquilo.
Os egípcios cavaram às margens do Nilo para conseguirem água.
A situação ficou assim por sete dias.
Então o Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Com a mesma mensagem: “Deixa meu povo sair para me adorar”.
Se Faraó continuasse se recusando, o Senhor enviaria rãs sobre toda a terra do Egito. O Nilo ia fervilhar de rãs. Ia ser rã para todos os lados. Elas invadiriam o palácio e até o quarto e a cama de Faraó. Entrariam nas casas de seus oficiais e de todo o povo. Também pulariam dentro dos fornos e das tigelas de amassar pão. As rãs avançariam sobre todos.
Que horror! Não gosto nem de imaginar.
O Senhor ordenou a Moisés que dissesse a Arão para estender a vara que trazia em sua mão. Que a estendesse sobre os rios, canais e açudes. Ele estendeu e as rãs cobriram toda a terra.
Os magos usaram suas artes mágicas para imitar a praga e também fizeram aparecer rãs sobre a terra do Egito.
Prestou atenção? Imitar a praga. Eles não conseguiam fazer o milagre. Usavam suas mágicas para imitar o milagre. Como vemos hoje acontecer.
Chegou o momento em que Faraó convocou Moisés e Arão. Pediu que suplicassem ao Senhor que afastasse aquelas rãs dele e de seu povo. Ele deixaria o povo ir.
Fico imaginando que os magos tentaram sumir com as rãs. Sem nenhum êxito.
Moisés disse a Faraó que escolhesse a hora em que estaria orando por eles. Faraó respondeu que seria no dia seguinte.
Moisés falou que oraria e as rãs deixariam a terra do Egito. Ficariam apenas no Nilo. Ele saberia que não há ninguém como o Senhor.
Moisés e Arão saíram da presença de Faraó e clamaram ao Senhor. O Senhor fez exatamente o que Moisés havia dito. Todas as rãs nas casas, nos pátios e nos campos, morreram. Juntaram montões de rãs. O fedor era terrível.
Acontece que, quando Faraó se viu livre das rãs seu coração se endureceu. Ele se recusou a dar ouvidos a Moisés e Arão. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
Então o Senhor disse a Moisés que estendesse a vara e batesse no chão. O pó se transformaria em enxames de piolhos. Foi o que aconteceu.
Os magos tentaram fazer o mesmo, dessa vez não conseguiram. E mais, reconheceram que era o dedo de Deus.
Ah, as artes mágicas, as técnicas e seja lá o que conseguem até imitar um ou outro milagre. Mas ficam por aí.
Água sendo transformada em sangue, rãs por toda a parte. Agora enxames de piolho! Quem aguenta uma coisa dessas?
Ainda assim, Faraó recusou ouví-los.
O Senhor ordenou a Moisés que acordasse cedo no dia seguinte e fosse novamente encontrar Faraó às margens do Nilo. Repetiu a mensagem. Disse que se Faraó se recusasse, o Senhor mandaria enxames de moscas. Os lares dos egípcios ficariam cheios de moscas.
Desta vez o Senhor pouparia a região de Gósen. Assim, Faraó saberia que o Senhor era (e é) Deus e estava presente inclusive em sua terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor fez exatamente o que falou. Um denso enxame de moscas encheu o palácio de Faraó e as demais casas. Todo o Egito ficou em estado de calamidade.
Faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse que fossem. Que fizessem sacrifícios ao Senhor. Mas que fizessem ali mesmo, em sua terra.
Moisés respondeu que não seria certo. Os sacrifícios que ofereciam eram detestáveis aos egípcios. Eles os apedrejariam. Os israelitas teriam que viajar durante três dias no deserto, como o Senhor ordenara.
Faraó disse que podiam ir. Que não se afastassem demais. Que suplicassem por ele também.
Moisés respondeu que assim que saíssem de sua presença, suplicariam ao Senhor e as moscas os deixariam. Avisou a Faraó que não deveria mentir novamente, recusando-se a deixar o povo sair.
Quando Moisés orou, o Senhor o atendeu. Não ficou uma só mosca.
Mas o coração de Faraó endureceu outra vez. Ele recusou deixar o povo sair.
Assim termina o capítulo oito de Êxodo. Continuamos na próxima postagem. Até já.
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