Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 105.1-45
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 5.1-7.26
Leitura do dia 17/02.
Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.
Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.
Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.
Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.
E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.
Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.
Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.
Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.
Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.
Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.
Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.
Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.
E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.
E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.
Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.
E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.
Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.
Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.
O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.
O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.
Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.
Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.
Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.
Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.
Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.
E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.
Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.
Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.
Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.
Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.
Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.
Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.
Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.
E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.
E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.
Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.
E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.
Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.
Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.
O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.
O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.
Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.
Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.
Espero você. Até lá.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Êxodo 6.1-30
Leitura do dia 17/01.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que Faraó não deixou o povo ir e ainda agravou seu sofrimento. Moisés questionou ao Senhor. Ele não havia feito nada até aquele momento para libertar Seu povo, que continuava sofrendo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
Continuamos agora, através das páginas do capítulo seis.
Após o questionamento de Moisés, o Senhor não faz dele um tição, não o repreende. Não. O Senhor responde que agora Moisés verá o que o Senhor fará a Faraó. E quando Faraó sentir o peso da mão forte do Senhor, deixará o povo ir. Na verdade, Faraó fará o povo ir embora de sua terra.
O Senhor também falou a Moisés que era Javé, o Senhor. Ele aparecera a Abraão, Isaque e Jacó, mas não havia lhes revelado esse nome. Eles O conheciam como El-Shaddai, o Deus Todo-Poderoso.
Moisés deveria estar certo de que o Senhor ouvira o gemido do povo e se lembrado da aliança que fizera com eles.
Moisés iria novamente ao povo de Israel para dizer que o Senhor os libertaria com Seu braço poderoso e com grandes atos de julgamento. Seria o Senhor deles. Eles seriam Seu povo. E os levaria à terra que prometera a Abraão, Isaque e Jacó. Daria essa terra como propriedade. Ele era (e é) o Senhor.
Perceba que os atos do Senhor eram atos de julgamento. O Senhor não apenas estava libertando o povo de Israel, mas também estava julgando o povo do Egito. Seus caminhos são perfeitos.
Moisés transmitiu a mensagem do Senhor, mas o povo não quis mais ouví-lo. Estavam desanimados demais por causa da escravidão brutal e do sofrimento em que viviam.
O Senhor ordenou que Moisés voltasse a Faraó. Novamente Moisés clamou que tinha muita dificuldade em falar. Mas o Senhor não mudou de ideia. Mandou que Moisés obedecesse e fosse com Arão até Faraó e que tirassem o povo de Israel do Egito.
Foi a Moisés e a Arão que o Senhor deu essa incumbência. E foram eles que estiveram diante de Faraó para falar sobre a saída de Israel do Egito.
Moisés continuava dizendo ao Senhor sobre sua dificuldade em falar, mas não há como escapar dessa missão.
Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos através dos capítulos sete a dez de Êxodo. Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Gênesis 48.1-22
Leitura do dia 15/01.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html
Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html
Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Gênesis 13.1-14.24
Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 12.1-20.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
Agora, continuaremos a partir do versículo um do capítulo treze. Até o final do capítulo quatorze.
Depois que Abrão foi escoltado para fora do Egito, prosseguiu para Betel. Acampou entre Betel e Ai. Ali ele construiu um novo altar e invocou o nome do Senhor.
Abrão tornou-se muito rico. Jó, também. Chegou um ponto em que o gado de ambos não conseguia mais ficar próximo. Era demais. A terra não possuía recursos suficientes. Os pastores de ambos começaram a brigar. Abrão chamou Ló. Disse que não deveriam brigar. Eram parentes próximos. Que olhasse a terra e escolhesse para onde queria ir. O lado que escolhesse, Abrão ficaria com o outro.
Novamente fico admirada com a postura de Abrão. O Senhor havia prometido a terra a seus descendentes, mas ele não foi mesquinho e escolheu o melhor. Deu a Ló a oportunidade de escolher o melhor. Sabia que o Senhor o abençoaria de qualquer maneira. Sua promessa seria cumprida.
Ló olhou demoradamente a terra. Viu a melhor região. E a escolheu. Foi para lá. Essa região ficava próxima a Sodoma. Os homens de Sodoma eram perversos. Viviam pecando contra o Senhor. Mas Ló ficou ali mesmo.
Depois que Ló partiu o Senhor falou com Abrão. Foi necessário que Ló partisse para o Senhor lhe mostrar a terra que havia prometido. Toda a terra. O Senhor ordenou que Abrão olhasse em todas as direções. Até onde sua vista alcançasse. Disse-lhe que aquela terra era sua e de seus descendentes. Para sempre. Abrão ainda não tinha nenhum descendente. Sua mulher, Sarai, continuava estéril. Mas o Senhor disse que sua descendência seria tão numerosa como o pó da terra. Se pudessem contar o pó da terra, contariam a descendência dele.
Abrão deveria percorrer a terra que um dia seria sua, em todas as direções. E foi o que fez. Mudou seu acampamento e mais uma vez construiu um altar ao Senhor. Aonde Abrão ia, construía um altar ao Senhor.
Então, houve uma rebelião entre alguns povos. Quatro reis contra cinco. De um lado estavam os reis de Sodoma e Gomorra. Eles lutavam com Quedorlaomer, rei de Elão e outros. Os que estavam com Quedorlaomer venceram. Entraram em Sodoma, onde Ló morava. Levaram de lá os despojos de guerra. Ló foi junto, com tudo que possuía.
Um dos servos de Ló conseguiu fugir. Foi até Abrão e lhe contou. Nesta época ele morava junto ao bosque de carvalho pertencente a Manre. Esse Manre, amorreu, Escol e Aner, eram aliados de Abrão. Assim que Abrão soube da notícia, tomou seus trezentos e dezoito homens, nascidos em sua casa e treinados. Perseguiu o exército de Quedorlaomer até conseguir recuperar todos os bens saqueados, Ló e os outros prisioneiros.
O rei de Sodoma ficou tão satisfeito que disse a Abrão para ficar com todos os bens. Devolvesse apenas as pessoas. Mas Abrão disse que não ficaria com nada. Apenas com o que seus jovens guerreiros se alimentaram e que ele, o rei de Sodoma, desse algo para seus aliados. Não queria que o rei de Sodoma dissesse que havia enriquecido Abrão.
Vejo uma grande evolução aqui. Abrão não se importou com os presentes que ganhou de Faraó, mas agora não quer que digam que outro o enriqueceu.
Depois que Abrão voltou vitorioso, Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Senhor trouxe pão e vinho, e abençoou Abrão. Não sabemos muito sobre Melquisedeque. Ele não era descendente de Abrão, mas era sacerdote do Senhor, o Deus de Abrão. O livro de Hebreus nos diz que o Senhor Jesus é da mesma ordem de sacerdotes que Melquisedeque (Hebreus 7).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 12.1-20.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
Agora, continuaremos a partir do versículo um do capítulo treze. Até o final do capítulo quatorze.
Depois que Abrão foi escoltado para fora do Egito, prosseguiu para Betel. Acampou entre Betel e Ai. Ali ele construiu um novo altar e invocou o nome do Senhor.
Abrão tornou-se muito rico. Jó, também. Chegou um ponto em que o gado de ambos não conseguia mais ficar próximo. Era demais. A terra não possuía recursos suficientes. Os pastores de ambos começaram a brigar. Abrão chamou Ló. Disse que não deveriam brigar. Eram parentes próximos. Que olhasse a terra e escolhesse para onde queria ir. O lado que escolhesse, Abrão ficaria com o outro.
Novamente fico admirada com a postura de Abrão. O Senhor havia prometido a terra a seus descendentes, mas ele não foi mesquinho e escolheu o melhor. Deu a Ló a oportunidade de escolher o melhor. Sabia que o Senhor o abençoaria de qualquer maneira. Sua promessa seria cumprida.
Ló olhou demoradamente a terra. Viu a melhor região. E a escolheu. Foi para lá. Essa região ficava próxima a Sodoma. Os homens de Sodoma eram perversos. Viviam pecando contra o Senhor. Mas Ló ficou ali mesmo.
Depois que Ló partiu o Senhor falou com Abrão. Foi necessário que Ló partisse para o Senhor lhe mostrar a terra que havia prometido. Toda a terra. O Senhor ordenou que Abrão olhasse em todas as direções. Até onde sua vista alcançasse. Disse-lhe que aquela terra era sua e de seus descendentes. Para sempre. Abrão ainda não tinha nenhum descendente. Sua mulher, Sarai, continuava estéril. Mas o Senhor disse que sua descendência seria tão numerosa como o pó da terra. Se pudessem contar o pó da terra, contariam a descendência dele.
Abrão deveria percorrer a terra que um dia seria sua, em todas as direções. E foi o que fez. Mudou seu acampamento e mais uma vez construiu um altar ao Senhor. Aonde Abrão ia, construía um altar ao Senhor.
Então, houve uma rebelião entre alguns povos. Quatro reis contra cinco. De um lado estavam os reis de Sodoma e Gomorra. Eles lutavam com Quedorlaomer, rei de Elão e outros. Os que estavam com Quedorlaomer venceram. Entraram em Sodoma, onde Ló morava. Levaram de lá os despojos de guerra. Ló foi junto, com tudo que possuía.
Um dos servos de Ló conseguiu fugir. Foi até Abrão e lhe contou. Nesta época ele morava junto ao bosque de carvalho pertencente a Manre. Esse Manre, amorreu, Escol e Aner, eram aliados de Abrão. Assim que Abrão soube da notícia, tomou seus trezentos e dezoito homens, nascidos em sua casa e treinados. Perseguiu o exército de Quedorlaomer até conseguir recuperar todos os bens saqueados, Ló e os outros prisioneiros.
O rei de Sodoma ficou tão satisfeito que disse a Abrão para ficar com todos os bens. Devolvesse apenas as pessoas. Mas Abrão disse que não ficaria com nada. Apenas com o que seus jovens guerreiros se alimentaram e que ele, o rei de Sodoma, desse algo para seus aliados. Não queria que o rei de Sodoma dissesse que havia enriquecido Abrão.
Vejo uma grande evolução aqui. Abrão não se importou com os presentes que ganhou de Faraó, mas agora não quer que digam que outro o enriqueceu.
Depois que Abrão voltou vitorioso, Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Senhor trouxe pão e vinho, e abençoou Abrão. Não sabemos muito sobre Melquisedeque. Ele não era descendente de Abrão, mas era sacerdote do Senhor, o Deus de Abrão. O livro de Hebreus nos diz que o Senhor Jesus é da mesma ordem de sacerdotes que Melquisedeque (Hebreus 7).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1101-7.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/hebreus-71-928.html
Abrão deu a ele a décima parte de todos os bens que havia recuperado.
Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo quinze ao capítulo dezessete. Até lá.
Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo quinze ao capítulo dezessete. Até lá.
sábado, 23 de julho de 2016
Conquistando o que foi prometido
Percorrendo mais um pouco o livro de Josué. E só aprendizado.
Josué foi um conquistador. Sua missão era fazer com que o povo de Israel tomasse posse da terra que o Senhor havia prometido ao Seu povo. Ficou quarenta anos no deserto aprendendo. E esperando. Finalmente o tempo da conquista chegou.
A terra estava ali para ser conquistada, porém havia resistência. Era preciso coragem, fé e ação. Posicionamento. Crer que o Senhor cumpriria o prometido. E agir em busca das promessas.
Josué era um homem de fé. Creu em cada promessa que o Senhor fez. Era um líder. Precisava lidar com vários tipos de pessoas. Com discernimento e sabedoria.
As tribos de Ruben, Gade e a meia tribo de Manassés viram as terras aquém do Jordão e falaram: “É aqui. Queremos nossa herança exatamente aqui.” E assim a tiveram. Homens decididos. Homens de guerra.
Quando o povo de Israel passou o Jordão, Josué os conclamou. Deixaram mulheres, crianças e rebanhos. Todos os capacitados para a guerra passaram armados adiante de seus irmãos e os auxiliaram a conquistar suas terras. Já possuíam sua herança e passaram adiante. À frente. Eram conquistadores.
A terra estava prometida, mas todos tiveram que conquistar suas porções. Não houve quem ficasse sentado embaixo de uma palmeira, comendo tâmaras, simplesmente esperando alguma coisa acontecer. Era preciso tomar posse. Lutar a favor da promessa.
Calebe e Josué sabiam exatamente a cidade que queriam. Conheciam a terra em toda a sua extensão. E assim foi. Calebe quis Hebrom e teve que expulsar de lá os descendentes de Enaque, gigantes. Josué escolheu Timnat Serah, nos montes de Efraim. Ele reconstruiu a cidade e se estabeleceu.
As filhas de Zelofeade apresentaram-se para requerer o que haviam conseguido ainda no deserto: que tivessem herança entre seus parentes, embora fossem mulheres.
Os filhos de Manassés não conseguiram tomar posse de suas terras. Porém, quando se tornaram mais fortes, submeteram os cananeus a trabalhos forçados. Não desistiram. Persistiram até terem forças. E prevaleceram.
Os descendentes de José reclamaram que a herança era pouca. O Senhor os havia abençoado ricamente, eles se tornaram muitos. Josué os orientou: “subam à floresta, desmatem e limpem o terreno segundo as suas necessidades”. Queremos mais? Temos que “ir atrás”, precisamos fazer algo!
Os filhos de José reclamaram que o povo que ali habitava era forte, possuíam carros de guerra. José os animou. Afirmou que realmente, era verdade, eles possuíam carros de guerra e eram muito fortes, porém mesmo assim, os filhos de José iriam conquistar a floresta e se espalhar por onde precisassem. Eram mais fortes que seus adversários.
A tribo de Dã teve dificuldade para tomar posse do seu território. E, por esse motivo, atacaram a região, conquistaram-na, passaram-na ao fio da espada e a ocuparam, conforme está em Josué 19.47. Não ficaram prostrados chorando. Não se desesperaram. Por causa da dificuldade, se esforçaram mais ainda e tomaram posse da sua herança.
Estamos a caminho de nossa terra prometida. Nossos sonhos, planos e projetos. Tantas coisas a serem conquistadas. Precisamos aprender com essas tribos.
É aqui o meu lugar? Então, ainda que eu precise ajudar meus irmãos em suas conquistas, vou me estabelecer aonde desejo.
Quero mais? Vou romper a floresta. Ainda que seja difícil. Ainda que tenha que enfrentar lutas que aos meus olhos parecem muito difíceis. Ainda que meus adversários sejam mais fortes e organizados.
A cidade que escolhi é habitada por gigantes? Tenho que enfrentá-los. Não posso simplesmente desistir.
A cidade que desejo foi destruída? Vou reconstruir e me estabelecer exatamente aonde quero.
Está difícil? Não vou recuar. Vou me fortalecer e prevalecer.
Temos promessas a alcançar. Mas precisamos lutar para que se tornem realidade em nossas vidas. O Senhor dos Exércitos é conosco. Temos que ir adiante. Como os guerreiros que somos. Não podemos ser negligentes com nossas promessas. Sejamos fiéis e corajosos. Enfrentemos com coragem o que está adiante de nós. Nosso futuro nos espera.
"Tão somente sê de fato firme e corajoso, para teres o zelo de agir de acordo com todos os mandamentos da Lei, que te ordenou Moisés, meu servo. Não te apartes dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que tenhas sucesso em todas as tuas realizações." - Josué 1.7
Josué foi um conquistador. Sua missão era fazer com que o povo de Israel tomasse posse da terra que o Senhor havia prometido ao Seu povo. Ficou quarenta anos no deserto aprendendo. E esperando. Finalmente o tempo da conquista chegou.
A terra estava ali para ser conquistada, porém havia resistência. Era preciso coragem, fé e ação. Posicionamento. Crer que o Senhor cumpriria o prometido. E agir em busca das promessas.
Josué era um homem de fé. Creu em cada promessa que o Senhor fez. Era um líder. Precisava lidar com vários tipos de pessoas. Com discernimento e sabedoria.
As tribos de Ruben, Gade e a meia tribo de Manassés viram as terras aquém do Jordão e falaram: “É aqui. Queremos nossa herança exatamente aqui.” E assim a tiveram. Homens decididos. Homens de guerra.
Quando o povo de Israel passou o Jordão, Josué os conclamou. Deixaram mulheres, crianças e rebanhos. Todos os capacitados para a guerra passaram armados adiante de seus irmãos e os auxiliaram a conquistar suas terras. Já possuíam sua herança e passaram adiante. À frente. Eram conquistadores.
A terra estava prometida, mas todos tiveram que conquistar suas porções. Não houve quem ficasse sentado embaixo de uma palmeira, comendo tâmaras, simplesmente esperando alguma coisa acontecer. Era preciso tomar posse. Lutar a favor da promessa.
Calebe e Josué sabiam exatamente a cidade que queriam. Conheciam a terra em toda a sua extensão. E assim foi. Calebe quis Hebrom e teve que expulsar de lá os descendentes de Enaque, gigantes. Josué escolheu Timnat Serah, nos montes de Efraim. Ele reconstruiu a cidade e se estabeleceu.
As filhas de Zelofeade apresentaram-se para requerer o que haviam conseguido ainda no deserto: que tivessem herança entre seus parentes, embora fossem mulheres.
Os filhos de Manassés não conseguiram tomar posse de suas terras. Porém, quando se tornaram mais fortes, submeteram os cananeus a trabalhos forçados. Não desistiram. Persistiram até terem forças. E prevaleceram.
Os descendentes de José reclamaram que a herança era pouca. O Senhor os havia abençoado ricamente, eles se tornaram muitos. Josué os orientou: “subam à floresta, desmatem e limpem o terreno segundo as suas necessidades”. Queremos mais? Temos que “ir atrás”, precisamos fazer algo!
Os filhos de José reclamaram que o povo que ali habitava era forte, possuíam carros de guerra. José os animou. Afirmou que realmente, era verdade, eles possuíam carros de guerra e eram muito fortes, porém mesmo assim, os filhos de José iriam conquistar a floresta e se espalhar por onde precisassem. Eram mais fortes que seus adversários.
A tribo de Dã teve dificuldade para tomar posse do seu território. E, por esse motivo, atacaram a região, conquistaram-na, passaram-na ao fio da espada e a ocuparam, conforme está em Josué 19.47. Não ficaram prostrados chorando. Não se desesperaram. Por causa da dificuldade, se esforçaram mais ainda e tomaram posse da sua herança.
Estamos a caminho de nossa terra prometida. Nossos sonhos, planos e projetos. Tantas coisas a serem conquistadas. Precisamos aprender com essas tribos.
É aqui o meu lugar? Então, ainda que eu precise ajudar meus irmãos em suas conquistas, vou me estabelecer aonde desejo.
Quero mais? Vou romper a floresta. Ainda que seja difícil. Ainda que tenha que enfrentar lutas que aos meus olhos parecem muito difíceis. Ainda que meus adversários sejam mais fortes e organizados.
A cidade que escolhi é habitada por gigantes? Tenho que enfrentá-los. Não posso simplesmente desistir.
A cidade que desejo foi destruída? Vou reconstruir e me estabelecer exatamente aonde quero.
Está difícil? Não vou recuar. Vou me fortalecer e prevalecer.
Temos promessas a alcançar. Mas precisamos lutar para que se tornem realidade em nossas vidas. O Senhor dos Exércitos é conosco. Temos que ir adiante. Como os guerreiros que somos. Não podemos ser negligentes com nossas promessas. Sejamos fiéis e corajosos. Enfrentemos com coragem o que está adiante de nós. Nosso futuro nos espera.
"Tão somente sê de fato firme e corajoso, para teres o zelo de agir de acordo com todos os mandamentos da Lei, que te ordenou Moisés, meu servo. Não te apartes dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que tenhas sucesso em todas as tuas realizações." - Josué 1.7
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Só faltam três dias
As escolhas de Josué fizeram dele uma semente que germinou. Germinou e cresceu.
Moisés morreu. O luto passou. O Senhor ordena que Josué se levante, atravesse o Jordão e tome posse da terra.
Consigo ver seu coração acelerado. Aquele povo todo está sob sua responsabilidade.
O que fazer? Quais as atitudes a tomar? Como conseguir conservar o povo unido, focado em conquistar a terra? Como fazer para o povo não escorrer como areia por suas mãos?
Então o Senhor o anima: “Ninguém poderá resistir durante toda a tua vida; assim como estive com Moisés, estarei contigo; jamais te abandonarei, nem te desampararei!” – Josué 1.5
Agora era o líder. E o Senhor o ordena a ser forte, destemido, firme e corajoso. Não para vencer as batalhas, não para montar estratégias de guerras e conquistas, mas para ter o zelo de agir de acordo com todos os Seus mandamentos, não se apartando nem para a direita, nem para a esquerda, para então, ter sucesso em todas as suas realizações.
Para ser o líder que o Senhor desejava que fosse, deveria estar com a Lei do Senhor sempre em seus lábios, meditando nela dia e noite, tendo o cuidado de agir em conformidade com o que estava escrito. Se assim fizesse, seria vitorioso em todas as empreitadas e alcançaria bom êxito.
Após esta ordem do Senhor, Josué mandou que o povo se preparasse. Informou que dentro de três dias entrariam e ocupariam a terra prometida. Três dias. O deserto estava chegando ao fim. Só faltavam três dias.
Então, todos os homens foram circuncidados. Porque todos os homens de guerra, que haviam saído do Egito, morreram no caminho. Tragicamente. Só Josué e Calebe sobreviveram.
Repousaram no acampamento. Até que a dor passasse. Até que fosse apenas uma cicatriz. E o Senhor afirmou: “Hoje removi de sobre vós a humilhação sofrida no Egito”. Depois da dor.
Celebraram a Páscoa, enquanto estavam acampados em Gilgal. Dor. Sofrimento. Cura. Renovação. Novo tempo. Vitória.
Estavam prestes a viver o futuro.
Josué convocou a todos os homens de guerra, inclusive das tribos de Rubem, Gade e a metade da tribo de Manassés a passarem à frente do povo, para guerrearem por Israel e tomarem posse da terra. Responderam em alta voz, que obedeceriam em tudo a Josué, desde que o Senhor fosse com ele, como foi com Moisés. E o animaram, assim como o Senhor havia feito: “Tão somente sê forte e corajoso”! Tinha a promessa de que o Senhor seria com ele, como foi com Moisés. Então, podia prosseguir.
Em nossas vidas passamos por muitas lutas e dificuldades. Quantas vezes estamos a apenas três dias de sair do deserto e tomar posse da nossa terra, mas temos que passar por Gilgal. Lugar de dor e sofrimento.
Anime-se! Depois de Gilgal, o deserto chegará ao fim. São apenas três dias.
Prepare-se! Três dias e o Senhor fará maravilhas em nosso meio. Não podemos desistir. Falta pouco para o deserto acabar.
Moisés morreu. O luto passou. O Senhor ordena que Josué se levante, atravesse o Jordão e tome posse da terra.
Consigo ver seu coração acelerado. Aquele povo todo está sob sua responsabilidade.
O que fazer? Quais as atitudes a tomar? Como conseguir conservar o povo unido, focado em conquistar a terra? Como fazer para o povo não escorrer como areia por suas mãos?
Então o Senhor o anima: “Ninguém poderá resistir durante toda a tua vida; assim como estive com Moisés, estarei contigo; jamais te abandonarei, nem te desampararei!” – Josué 1.5
Agora era o líder. E o Senhor o ordena a ser forte, destemido, firme e corajoso. Não para vencer as batalhas, não para montar estratégias de guerras e conquistas, mas para ter o zelo de agir de acordo com todos os Seus mandamentos, não se apartando nem para a direita, nem para a esquerda, para então, ter sucesso em todas as suas realizações.
Para ser o líder que o Senhor desejava que fosse, deveria estar com a Lei do Senhor sempre em seus lábios, meditando nela dia e noite, tendo o cuidado de agir em conformidade com o que estava escrito. Se assim fizesse, seria vitorioso em todas as empreitadas e alcançaria bom êxito.
Após esta ordem do Senhor, Josué mandou que o povo se preparasse. Informou que dentro de três dias entrariam e ocupariam a terra prometida. Três dias. O deserto estava chegando ao fim. Só faltavam três dias.
Então, todos os homens foram circuncidados. Porque todos os homens de guerra, que haviam saído do Egito, morreram no caminho. Tragicamente. Só Josué e Calebe sobreviveram.
Repousaram no acampamento. Até que a dor passasse. Até que fosse apenas uma cicatriz. E o Senhor afirmou: “Hoje removi de sobre vós a humilhação sofrida no Egito”. Depois da dor.
Celebraram a Páscoa, enquanto estavam acampados em Gilgal. Dor. Sofrimento. Cura. Renovação. Novo tempo. Vitória.
Estavam prestes a viver o futuro.
Josué convocou a todos os homens de guerra, inclusive das tribos de Rubem, Gade e a metade da tribo de Manassés a passarem à frente do povo, para guerrearem por Israel e tomarem posse da terra. Responderam em alta voz, que obedeceriam em tudo a Josué, desde que o Senhor fosse com ele, como foi com Moisés. E o animaram, assim como o Senhor havia feito: “Tão somente sê forte e corajoso”! Tinha a promessa de que o Senhor seria com ele, como foi com Moisés. Então, podia prosseguir.
Em nossas vidas passamos por muitas lutas e dificuldades. Quantas vezes estamos a apenas três dias de sair do deserto e tomar posse da nossa terra, mas temos que passar por Gilgal. Lugar de dor e sofrimento.
Anime-se! Depois de Gilgal, o deserto chegará ao fim. São apenas três dias.
Prepare-se! Três dias e o Senhor fará maravilhas em nosso meio. Não podemos desistir. Falta pouco para o deserto acabar.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
A fidelidade de Deus, inegável
Pouco antes de Moisés morrer e o povo de Israel entrar na
terra prometida, o Senhor revelou o que aconteceria. Foi muito claro.
Disse que após a morte de Moisés, o povo de Israel iria se desviar dos Seus caminhos. Até ensinou uma canção, contando o que aconteceria. Para que se lembrassem dEle e se arrependessem.
A fidelidade de Deus me impressiona! O Senhor prometeu a
Abraão que faria dele um grande povo. Tão numeroso que não se poderia contar.
Que iriam ao Egito e depois voltariam a Canaã, para possuir aquela terra. Terra
que o Senhor daria aos descendentes dele.
E assim foi. O Senhor tirou o povo do Egito, no meio da noite, com braço forte e mão
estendida. Abriu o Mar Vermelho para que passassem. Fechou o mesmo mar, com o
exército de Faraó lá dentro. E os guiou por um caminho no deserto.
Mas eles queriam saber como era a terra, embora o Senhor
houvesse dito que era uma terra que manava leite e mel. Como uma amiga querida
sempre fala, leite de cabras e mel de tâmaras.
Moisés enviou os espias que comprovaram que a terra era
boa. Como o Senhor havia dito. Trouxeram até do seu fruto. Mas se assustaram
com seus habitantes. Mesmo o Senhor dizendo que iria lutar com eles e por eles,
derrotando a todos.
Rebelaram-se contra o Senhor de tal maneira, que toda uma
geração morreu no deserto. Deserto não é lugar de morrer. É lugar de aprender. De
cavar poços. De ouvir a voz do Senhor. De se tornar guerreiro. Josué e Calebe
foram os únicos que sobreviveram.
Uma nova geração iria herdar a terra. Mas o Senhor conhecia
seus corações. E Ele, que não está preso a tempo, contemplando passado, presente
e futuro, sabia o que aconteceria.
Fico chocada quando leio Deuteronômio 31.21b: “Sei o que
estão dispostos a fazer antes mesmo de levá-los para a terra que lhes prometi
sob juramento”.
É verdade. O Senhor sabia o que aconteceria. Mas não pode
negar a Si mesmo. É fiel em toda e qualquer circunstância. Ainda que soubesse o
que estavam dispostos a fazer, Ele iria colocá-los na terra que prometeu. Iria cumprir
cada promessa que fez.
Em Malaquias 3.6a está escrito: “Em
verdade, Eu, Yahweh, o Senhor, não mudo”. Ele é o Deus que trabalha para aquele
que nEle espera (Isaías 64.4). E ninguém trabalha tão bem quanto
Ele. Que não dorme em serviço. Então, podemos crer. Podemos confiar. E prosseguir.
É noite? Ele continua trabalhando. Sempre cumpre Suas
promessas. Mesmo à noite.
Prometeu a terra aos descendentes de Abraão. Cumpriu.
Prometeu que um descendente de Davi, chamado Josias, iria quebrar os altares dos ídolos.
Aconteceu. Prometeu que sempre haveria um descendente de Davi no trono. É fato.
Prometeu que o Seu próprio braço providenciaria salvação. E assim foi.
Sempre cumpre o que promete. Ainda que nos rebelemos
contra Ele. Sua fidelidade é inegável.
Que sejamos, então, daqueles que creem. Que o honremos com
nossa fé. Que nos dias difíceis e nas noites escuras, possamos ser como Habacuque e nos alegrar nEle,
“Ainda que a figueira não floresça, nem haja uvas nas videiras; mesmo falhando
toda a safra de olivas, e as lavouras não produzam mantimento; as ovelhas sejam
sequestradas do aprisco, e o gado morra nos currais, eu, todavia, me alegrarei
no Senhor, e exultarei no Deus da minha salvação! YahwehAdonai, o Senhor
Soberano, é a minha força! Ele faz os meus pés como os do cervo; faz-me
caminhar por lugares altos.” – Habacuque 3.17-19
O Senhor jamais falha. Continuemos nossa caminhada,
certos de que o socorro virá e as promessas dEle, em nossas vidas, se cumprirão.
Mesmo que seja noite.
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