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quarta-feira, 19 de junho de 2019

Salmo 105.1-45

Leitura do dia 19/06.

Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.

Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html

Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.

Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html

Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.

O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.

Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.

Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.

Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html

Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.

E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!

Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 5 de março de 2019

Josué 23.1-24.33

Leitura do dia 04/03.

Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html

Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.

Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.

Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.

A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.

Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.

Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.

Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.

Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.

Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.

Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.

Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.

Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.

Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.

Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.

O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.

Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.

Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.

Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.

Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html

Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.

Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.

Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.

Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.

Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.

Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.

Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.

Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.

Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.

Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.

Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 2.1-3.29

Leitura do dia 16/02.

Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html

Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.

Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.

Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.

Que se mexessem e conquistassem a terra.

Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.

Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.

O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.

E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.

O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.

Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.

Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.

Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.

Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.

O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.

Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.

A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.

Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.

Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html

Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Gênesis 49.1-33

Leitura do dia 15/01.

Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html

Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.

Jacó mandou chamar todos os seus filhos.

Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.

Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.

Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.

Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.

Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html

Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.

José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.

Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.

Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.

Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.

Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.

Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.

O capítulo termina aqui.

Continuamos no próximo. Até já.

Gênesis 48.1-22

Leitura do dia 15/01.

Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html

Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.

Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.

Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.

Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.

Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.

Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.

Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).

Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.

Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!

Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.

Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.

José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.

Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.

Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.

Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.

Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.

O capítulo termina assim.

Continuamos no próximo. Até já.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Gênesis 47.13-31

Leitura do dia 14/01.

Na postagem anterior, vimos que os filhos de Jacó foram para Gósen, o melhor da terra do Egito. Não sem antes afirmarem suas identidades aos egípcios, ainda que estes viessem a desprezá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html

Agora, continuamos nossa caminhada, no capítulo quarenta e sete de Gênesis, do versículo treze ao versículo trinta e um.

A fome e a escassez aumentavam a cada ano.

Com o tempo, José arrecadou todo dinheiro que havia no Egito e em Canaã, em troca de cereais. Depositou tudo nos tesouros de Faraó.

Quando o dinheiro acabou, foram até José implorar que não os deixassem sem alimento. José trocou os animais pelos alimentos. Para mais um ano.

No ano seguinte, o povo voltou a implorar por alimento. Não tinham mais nada. Exceto suas terras e eles mesmos.

Assim, José tomou toda a terra do Egito, exceto a terra dos sacerdotes. As demais terras passaram a ser de Faraó, assim como o povo, de uma extremidade do Egito à outra.

A terra dos sacerdotes não foi vendida a Faraó porque o próprio Faraó alimentava os sacerdotes.

Depois de tudo isso, ainda havia fome na terra. José disse ao povo que os havia comprado. Agora faria da seguinte maneira: daria sementes para que cultivassem o campo. A quinta parte de tudo que fosse colhido seria de Faraó. O restante serviria para plantar e alimentar a todos, inclusive as crianças.

Os egípcios ficaram gratos a José, pois ele impediu que morressem. A partir de então foi instituído “o quinto”, a lei que dizia que um quinto das colheitas pertencia a Faraó. Quando Moisés escreveu o livro de Gênesis, ainda era assim. E assim continuou por um bom tempo.

Enquanto tudo isso acontecia entre os egípcios, o povo de Israel se estabelecia em Gósen. Ali, adquiriram propriedades e tiveram muitos filhos.

Jacó viveu mais dezessete anos depois que chegou ao Egito. Quando estava próximo de sua morte, chamou José. Pediu-lhe que jurasse que o enterraria junto de seus antepassados, em Canaã.

José jurou. Ao ouvir seu juramento, Jacó curvou-se humildemente à cabeceira de sua cama. Sabia que voltaria à Canaã, como o Senhor prometera. O tempo estava próximo.

Este capítulo termina aqui.

Continuamos na próxima postagem.

A leitura de Gênesis 45 a 47 é de segunda-feira, dia 14/01.

Amanhã tentarei colocar a leitura dos dias 15 (Gênesis 48-50) e 16 (Êxodo 1-3).

Espero você. Até lá.

Gênesis 47.1-12

Leitura do dia 14/01.

Na postagem anterior, vimos o encontro de Jacó e José. Vimos também que a família de Jacó precisava dizer que eram pastores, ainda que os egípcios os desprezassem, para habitarem no melhor da terra do Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html

Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e sete de Gênesis.

José foi até Faraó e lhe contou que sua família havia chegado. Levou cinco de seus irmãos com ele e os apresentou.

Faraó, como José havia dito, perguntou qual era a profissão de seus irmãos. Eles falaram a verdade, ainda que os egípcios os desprezassem. Eram pastores. A terra de Canaã estava em terrível fome. Ficariam ali por um tempo.

Faraó disse a José que escolhesse qualquer lugar para morarem. O melhor da terra. Que morassem em Gósen. E se houvesse entre eles homens capazes, que os colocasse para cuidar de seus rebanhos também.

Em seguida José apresentou seu pai a Faraó. Sabe o que aconteceu? Jacó abençoou Faraó.

O maior sempre abençoa o menor. O menor sempre é abençoado pelo maior.

Faraó, o rei do Egito, foi abençoado por Jacó. Um pastor de ovelhas abençoou o rei do Egito.

Faraó perguntou quantos anos Jacó tinha. Jacó respondeu. Cento e trinta árduos anos.

Antes de sair da presença de Faraó, Jacó o abençoou novamente.

José deu a seu pai e seus irmãos, a melhor terra do Egito, a região de Ramessés. Providenciou mantimento para todos, incluindo as crianças pequenas. Eles enxergavam todos.. Não apenas os adultos. As crianças precisavam ser bem alimentadas e cuidadas.

Gostaria de trazer um pouco essa história para nossa realidade.

Jacó saiu de Canaã, a terra prometida. Foi ao Egito. O Senhor disse que iria com ele. E o traria de volta à Canaã.

Nossa missão, como cristãos, muitas vezes é no Egito. Não em Canaã. É lá, no Egito, que precisamos fazer a diferença.

Quando chegamos ao Egito, porém, temos uma escolha a fazer.

Morar no melhor da terra, confessando quem somos, como os irmãos de José fizeram, ainda que os egípcios desprezassem os pastores ou morar junto aos egípcios e ser aceitos por eles, desprezando nossa identidade.

O que é mais importante? Nossa identidade ou nossa aceitação diante dos outros?

Paulo suplicou: “Portanto, irmãos, suplico-lhes que entreguem seu corpo a Deus, por causa de tudo que Ele fez por vocês. Que seja um sacrifício vivo e santo, do tipo que Deus considera agradável. Essa é a verdadeira forma de adorá-lo. Não imitem o comportamento e os costumes deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma mudança em seu modo de pensar, a fim de que experimentem a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para vocês”. – Romanos 12.1,2

Nosso lugar no Egito não é no palácio, nem ao menos “no centro da cidade”. Nosso lugar no Egito é em Gósen, o melhor da terra, onde podemos experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Mas temos que afirmar nossa identidade e suportar o desprezo dos egípcios. Tal qual os irmãos de José fizeram.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

Gênesis 46.1-34

Leitura do dia 14/01.

Na postagem anterior vimos que José disse a seus irmãos quem era. Enviou carruagens para trazer seu pai e toda sua família para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html

Agora, continuamos através do capítulo quarenta e seis de Gênesis.

Mas antes, gostaria que você lesse comigo o texto “Jacó, José não morreu, acredite”! Caso não tenha lido “José, o livro”, está na hora de ler também. Depois de lidos esses textos, continue.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Jacó partiu para o Egito. Levou toda sua família. E todos os seus bens. Não deixou nada para trás.

Parou em Berseba e ali ofereceu sacrifícios ao Senhor, o Deus de Isaque, seu pai.

Lembre que era tempo de profunda escassez. Ainda assim ofereceu sacrifícios ao Senhor. seguir

Um novo tempo ia começar em sua vida. Estava deixando tudo que conhecia para trás. Precisava ter um tempo com Ele. antes de viagem.

O Senhor lhe falou à noite. Quando o chamou, Jacó imediatamente respondeu. Estava ali. À disposição do Senhor. Queria Sua palavra. Seu direcionamento.

O Senhor disse a Jacó que era o Deus de seu pai. Que não tivesse medo. Que descesse ao Egito. Lá, o Senhor faria de sua família uma grande nação. O Senhor iria com ele ao Egito. E certamente o traria de volta à Canaã. José estaria ao seu lado quando morresse.

Que notícia maravilhosa o Senhor lhe deu! Ele veria seu filho. Não morreria longe dele. José estaria ao seu lado. Melhor ainda: O Senhor iria com ele ao Egito. E o traria de volta à terra que havia prometido que seria dele e de seus descendentes.

Jacó, seus filhos e netos partiram de Berseba. Eram sessenta e seis os descendentes diretos de Jacó que foram ao Egito. Além deles, José e seus dois filhos que já estavam lá, totalizando setenta pessoas.

Quando estavam chegando ao Egito, Jacó enviou Judá para informar a José. José foi para Gósen para encontrar-se com seu pai. Imagine seu coração. Pouco tempo antes não havia nenhuma esperança de saber notícias, agora o veria! E Jacó, que nunca soube de fato o que acontecera. Agora, encontraria seu filho!

Eles se abraçaram. José chorou, sem soltá-lo, durante muito tempo. Até que Jacó disse que agora poderia morrer pois havia visto José e sabia que estava vivo.

Antes Jacó presumia que José havia morrido, que um animal feroz o devorara. Não sabia o que havia acontecido. Agora Jacó sabia. José estava vivo.

José disse à sua família que iria levá-los a Faraó. Ele lhes perguntaria sua profissão. Deveriam dizer que eram pastores e haviam trazido todo seu gado. Então, Faraó lhes permitiria viver na região de Gósen porque os egípcios desprezavam os pastores.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

Gênesis 45.1-28

Leitura do dia 14/01.

Nas postagens anteriores, vimos os capítulos quarenta e dois a quarenta e quatro de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-421-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-431-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-441-33.html

E, na postagem imediatamente anterior, vimos que Judá, que aprendeu a dor de perder dois filhos, implorou para ficar no lugar de Benjamim, como escravo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-441-33.html

Hoje, caminharemos pelos capítulos quarenta e cinco a quarenta e sete.

Quando viu Judá implorando por seu irmão e preocupado com seu pai, José não conseguiu mais se conter.

Ordenou que todos saíssem de sua presença. Ficou a sós com seus irmãos. Revelou-lhes sua identidade. Ele chorou. Chorou tão alto que os egípcios o ouviram.

A notícia chegou até ao palácio de Faraó.

Seus irmãos ficaram tão espantados que não conseguiam acreditar. Ficaram mudos.

José ordenou que chegassem mais perto. Que vissem que ele era José, o irmão que haviam vendido como escravo ao Egito. Que não ficassem aflitos ou furiosos uns com os outros. Foi o Senhor que o enviara, à frente deles, para que suas vidas fossem preservadas. E não apenas a vida deles, mas a vida de muitas pessoas.

José deixa bem claro que não foram eles que o enviaram ao Egito e sim o Senhor. E o havia feito conselheiro de Faraó, administrador de seu palácio e governador de todo o Egito.

José sabia quem era. E quem dirigia sua vida. E qual era sua missão.

Pediu que seus irmãos voltassem logo à Canaã e trouxessem seu pai. Ele cuidaria de todos. Que voltassem rapidamente ao Egito. Ainda faltavam cinco anos de fome, miséria e intensa escassez. Se não ficassem sob sua proteção e cuidados, perderiam tudo que tinham.

José precisava ficar repetindo que era ele mesmo. Seus irmãos ainda não acreditavam.

E como fazer Jacó acreditar? José disse que deveriam contar a seu pai tudo que José tinha no Egito e a posição de honra que ocupava.

José chorou de muita alegria. Abraçou Benjamim e chorou. Benjamim também o abraçou. Depois abraçou cada um de seus irmãos e chorou com eles. Só então, conversaram à vontade.

Agora eram homens feitos. Não os rapazes invejosos de outrora.

Quando Faraó soube que os irmãos de José estavam ali, ele e seus oficiais ficaram felizes. Faraó disse a José que sua família deveria vir morar no Egito. Ele lhes daria o melhor da terra. Ordenou que fossem levadas carruagens para trazer seu pai, suas mulheres e as crianças. Que não se preocupassem com seus pertences. O melhor da terra do Egito seria deles.

José deu presentes a seus irmãos. Mais a Benjamim que a qualquer outro. Enviou presentes a Jacó, o melhor da terra do Egito.

Ordenou que não brigassem pelo caminho por causa do que havia acontecido.

Quando chegaram à Canaã, disseram a Jacó que José estava vivo. E não apenas vivo, mas que era ele quem governava toda a terra do Egito.

Jacó ficou impressionado com a notícia. Seu coração quase parou. Não podia acreditar. Seu filho amado, José, não estava morto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html

Quando os irmãos de José repetiram toda a história e Jacó viu as carruagens que José enviou para levá-lo ao Egito, seu coração encheu-se ânimo.

Devia ser verdade. José ainda estava vivo.

Iria rapidamente vê-lo antes que ele mesmo morresse.

Como será esse encontro?

Continuamos na próxima postagem. Até já.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Gênesis 43.1-34

Leitura do dia 13/01.

Na postagem anterior, vimos que os irmãos de José foram ao Egito comprar alimento. Ele os reconheceu na hora, eles não. Como imaginar que seu irmão, vendido aos midianitas, era o governador do Egito?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-421-38.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo quarenta e três.

A fome piorou em Canaã. Jacó ordenou que seus filhos voltassem ao Egito e comprassem mais alimento.

Judá lembrou a seu pai que só poderiam voltar se levassem Benjamim com eles.

Jacó não se conformava de terem falado que tinham mais um irmão. Mas Judá disse-lhe que o governador perguntou. Eles só responderam suas perguntas. Como saberiam que iria querer comprovar que tinham outro irmão?

Então Judá se responsabilizou por Benjamim. Garantiu pessoalmente sua segurança. Disse que se não o trouxesse de volta, carregaria a culpa para sempre.

Por fim, Jacó resolveu deixá-los ir. Não havia outro jeito.

Ordenou que levassem o dobro do dinheiro. Para devolver o primeiro pagamento. Deveriam levar também os tesouros da terra de Canaã para aplacar o governador. E que o Senhor, o Todo-Poderoso tivesse misericórdia quando estivessem diante do “tal homem”, para que libertasse Simeão e deixasse Benjamim voltar.

Jacó disse que se tal não acontecesse, se tivesse que perder seus dois filhos, que assim fosse.

Quando chegaram ao Egito e José viu que Benjamim estava entre eles, disse ao administrador que os levassem a seu palácio. Almoçariam com ele.

Quando seus irmãos viram que estavam sendo levados ao palácio do governador, ficaram apavorados. Acreditavam que ele planejava acusá-los de ladrões. Que seriam seus escravos. Que seus jumentos seriam tomados.

Ah, como a imaginação, muitas vezes, pode ser tão diferente da realidade!

Quando entraram no palácio onde José morava, falaram com o administrador para devolver o dinheiro. O administrador disse que deve ter sido o Deus deles, o Deus do pai deles que devolveu-lhes o dinheiro. Ele estava certo que havia recebido o pagamento.

Foram levados para lavar os pés. Seus jumentos ganharam ração. E foram avisados que almoçariam, ao meio dia, com o governador.

Assim que José chegou, entregaram-lhe os presentes que haviam trazido, encurvando-se até o chão.
José os cumprimentou e perguntou se o pai deles ainda estava vivo. Responderam que sim. E encurvaram-se mais uma vez diante de José.

José olhou para Benjamim e perguntou se era o irmão mais novo que haviam lhe falado. Abençoou Benjamim. E teve que retirar-se. Ficou muito emocionado. Foi para seu quarto. E chorou.

Depois de lavar o rosto, mais controlado, voltou e ordenou que o almoço fosse servido.

Sentaram-se em três mesas. Uma era de José. Outra de seus irmãos e outra dos egípcios que almoçavam com eles.

Os egípcios não almoçavam junto com os hebreus porque os desprezavam.

Os irmãos de José sentaram-se em ordem. Do mais velho ao mais novo. Receberam suas porções. Benjamim recebeu cinco porções ao invés de uma.

Eles comeram e beberam à vontade com José.

Assim termina o capítulo quarenta e três.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

Gênesis 42.1-38

Leitura do dia 13/01.

Ontem vimos Gênesis, do capítulo trinta e oito ao capítulo quarenta e um.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-381-30.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-411-57.html

O capítulo trinta e oito nos conta sobre Judá e Tamar. Os demais, a história de José.

José é um dos meus personagens preferidos. Que história fantástica. Que roteiro singular!

Antes de iniciarmos a leitura de hoje, gostaria de convidá-lo a ler o texto “José, o livro”.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Após a leitura do texto acima, vamos continuar nossa leitura de hoje.

Leremos Gênesis, do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro.

Na primeira postagem, capítulo quarenta e dois. Do versículo um ao trinta e oito.

A fome se agravou em todo lugar, inclusive na terra de Canaã, onde Jacó e seus filhos moravam.

Jacó descobriu que havia trigo no Egito. Mandou que seus filhos parassem de olhar um para o outro, sem saber o que fazer. Que fossem até o Egito. Então, os dez irmãos mais velhos de José foram.

José era o governador e o responsável pelas transações com os cereais. Seus irmãos foram diretamente negociar com ele. José os reconheceu imediatamente. Lembrou-se do sonho que tivera com eles, muitos anos antes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html

Eles, embora estivem olhando José, face a face, não o reconheceram. Diferente de anos antes quando o viram pela última vez. Lembra? Eles o reconheceram de longe. E tramaram contra ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-371-36.html

Mas José fingiu que não os reconheceu. Foi áspero com eles. Acusou-os de espiões.

Eles se defenderam. Disseram que eram doze irmãos. Filhos do mesmo pai. Um deles já não estava com eles e o mais novo estava com o pai.

José continuou acusando-os. Disse-lhes que ficariam todos presos, exceto um, que iria até Canaã buscar seu irmão mais novo. Se tivessem mentindo e não tivessem um irmão mais novo, morreriam.

Colocou-os na prisão. Ficaram lá por três dias. Depois José os soltou. Disse que era temente ao Senhor. Que ficaria apenas um preso. Os demais voltariam para suas terras. Dariam alimentos às suas famílias e voltariam com seu irmão mais novo. Se não voltassem com o irmão mais novo, não veriam sua face.

Eles não sabiam que José entendia o que falavam. Concordaram com José. E conversavam entre si que estavam sendo castigados pelo que haviam feito a José. Lembraram que viram sua angústia quando implorou por sua vida e ignoraram. Agora estavam nesta situação tão terrível.

Quando José ouviu, saiu e chorou. Quando conseguiu se recompor, voltou a falar com eles. Escolheu ficar com Simeão. Amarrou-o diante deles e deixou que fossem. Ordenou a seus servos que enchessem os sacos de cereais e devolvesse o dinheiro em todos os sacos.

Quando um deles, no meio do caminho, abriu o saco para dar alimento a seus animais, ficou com o coração na boca. O dinheiro estava dentro do saco. Apavorados perguntaram: “O que o Senhor fez conosco”?

Quando chegaram em casa, na terra de Canaã, contaram a seu pai o que havia acontecido.

Ao abrirem os sacos, viram que o dinheiro tinha sido devolvido a todos. Ficaram apavorados.

Jacó disse que não deixaria Benjamim ir ao Egito. Que seus filhos estavam lhe tirando os outros filhos. José havia sumido. Simeão não estava lá. E ainda queriam levar Benjamim. Acreditava que tudo estava contra ele. O que não era verdade. A verdade era que tudo estava em seu favor. Mas ele não fazia ideia.

Rúben disse a Jacó que se não trouxesse Benjamim de volta, seu pai poderia matar seus dois filhos. Se responsabilizou por ele. Prometeu que o traria de volta.

Mas Jacó não permitiu. Disse que Benjamim era tudo que lhe restava. Se algo acontecesse com ele, eles o mandariam velho e infeliz para a sepultura.

 O capítulo quarenta e dois acaba aqui.

Veremos o que acontece no próximo capítulo. Até já.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gênesis 33.1-20

Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html

Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.

Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.

Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!

Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.

Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.

Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel.  Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.

Continuamos em nossa próxima postagem. Até já. 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Gênesis 12.1-20

Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-111-9.html

Agora, continuaremos até o final do capítulo doze.

O texto nos fala sobre a descendência de Sem, o primogênito de Noé. Dele nasceu Terá. Terá gerou três filhos homens, Abrão, Naor e Harã.

Harã morreu na cidade de Ur dos Caldeus. Os arqueólogos encontraram as ruínas dessa cidade. Era uma cidade grande em sua época. Com construções bem delineadas.

Terá tomou seu filho Abrão, sua nora Sarai que, para sua total desgraça, era estéril, e seu neto Ló, filho de Harã. Eles partiram em direção à terra de Canaã, mas pararam em Harã, cidade do mesmo nome do pai de Ló. Estabeleceram-se ali. Ali também Terá, pai de Abrão faleceu.

O Senhor havia dito a Abrão que deixasse sua terra, seus parentes e a família de seu pai. Ele deveria ir a uma terra que o Senhor lhe mostraria. Não sei você. Eu gosto de sair sabendo exatamente para onde estou indo. Mas Abrão precisou obedecer e sair, sem saber para onde ia. O Senhor lhe mostraria a terra no caminho. Ou quando chegasse lá. Para mim, uma total agonia.

Mas não ficou só nisso. Ele deveria ir a uma terra que não sabia qual era e o Senhor lhe disse que faria dele uma grande nação. Que o abençoaria e o tornaria famoso. Abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem. Que grande promessa, mas como ele seria uma grande nação? Sua mulher era estéril. E mais. Através de Abrão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Foi o que o Senhor lhe disse. Eu teria lembrado ao Senhor que era impossível. Tudo bem até ir para uma terra que não sabia onde era, mas daí tornar-se uma grande nação? Como?

Sabe o que Abrão fez? Partiu. Como o Senhor o havia instruído. Sem discussão. Simplesmente obedeceu. Que coragem!

Só que ele levou seu sobrinho, Ló, seu parente. Tomou sua mulher e seu sobrinho, todos seus bens, rebanhos e servos e seguiu para a terra de Canaã. A mesma terra para onde seu pai havia partido e ficou pelo meio do caminho. Foi até Siquém. Ali acampou junto ao carvalho de Moré.

Você já viu um carvalho? É uma árvore realmente enorme. Difícil ficar despercebida. Essa até tinha um nome, uma sinalização, “carvalho de Moré”. Naquela época, os cananeus habitavam aquela região.

O Senhor apareceu a Abrão e disse que daria aquela terra a seus descendentes. Abrão não se queixou que a terra não seria dele. Construiu um altar e o dedicou ao Senhor, grato porque a terra um dia seria de seus descendentes. Ops, Abrão não tem descendentes. Sua mulher é estéril. O que passa na cabeça dele? Acredita realmente que terá descendentes? Que homem é esse?

Depois foi para o sul. Acampou em uma região montanhosa. Entre Betel e Ai. Construiu mais um altar ao Senhor e invocou Seu nome. Em seguida, prosseguiu sua jornada. Naquele tempo, uma fome terrível atingiu a terra de Canaã. Abrão foi obrigado a ir até o Egito. Ali viveu como estrangeiro. Quando estava chegando lá, pediu que Sarai dissesse que era sua irmã. Ela era muito bonita. Ele teve medo de ser morto para que ficassem com ela.

Realmente, quando chegou ao Egito, sua extrema beleza foi notada. Os oficiais de Faraó até falaram com ele sobre ela. Eles a levaram ao palácio. Faraó deu muitos presentes a Abrão. Ovelhas, bois, jumentos, servos e camelos.

Fico realmente espantada! Como um homem tão corajoso como Abrão faz algo assim? Meu coração se revolta! Mas então, o Senhor me lembra que escolhe homens como eu, como você. Com medos, traumas e imperfeições. E vai trabalhando em nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/querendo-ser-um-e-sendo-outro.html

Sabe o que aconteceu? Por causa de Sarai, o Senhor enviou pragas terríveis sobre Faraó e sua casa. Faraó mandou chamar Abrão e lhe passou uma tremenda descompostura. Como teve coragem de fazer aquilo? Ele devolveu Sarai e ordenou que Abrão fosse embora. 

O Senhor cuidou de Sarai.

Abrão saiu do Egito escoltado pelos homens de Faraó. Não é triste? O homem que deveria abençoar todas as nações, começa “dando um furo” destes, sendo expulso da nação. Graças ao Senhor por Sua imensa misericórdia sobre nós. Graças por não chamar homens perfeitos e sim, aperfeiçoá-los ao longo do caminho. Como Paulo disse: "Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12, 13). Foi o que Abrão fez.

Talvez você já tenha passado por uma situação semelhante em que, alguém que não conhece o Senhor, precisa lhe mostrar seu erro, quando era você quem deveria mostrar a ele quem é Seu Senhor. Faça como Abraão, como Paulo. Aceite a correção, Arrependa-se e siga adiante.

Na próxima postagem continuamos, a partir do capítulo treze. Até já.