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segunda-feira, 8 de julho de 2019

Provérbios 16.1-18.24

Leitura do dia 03/07.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Provérbios.

Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos.

Como é bom ver um sonho realizado. Como é bom ser prudente. Como é bom ter um estábulo cheio de bois, trabalho e uma colheita farta. Como é bom encontrar refúgio até na morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-131-1533.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos dezesseis ao dezoito. Ainda são provérbios de Salomão. Sobre diversos assuntos.

Anote os que mais chamam sua atenção. Vou falar um pouco sobre os que mais chamam a minha.

No capítulo dezesseis, Salomão nos ensina que é da natureza humana fazer planos. A maioria das pessoas faz. Mas, a resposta certa vem do Senhor. Ele é quem dirige nossos passos. Se quisermos andar por Seus caminhos de paz.

Se confiarmos verdadeiramente no Senhor, em todas as áreas de nossas vidas, nossos planos serão bem sucedidos.

Ele examina a intenção de cada um de nós. Não apenas nossas obras. Mas a intenção de tudo que fazemos. O que importa é exatamente o que está dentro de nossos corações. E que só o Senhor pode ver.

Ele detesta orgulho. Precede a destruição. A arrogância precede a queda. Mas a humildade precede a honra. Os orgulhosos não ficarão sem castigo.

O temor do Senhor, que é o princípio da sabedoria, evita o mal. O amor e a fidelidade cobrem pecados.

Com toda a certeza, é melhor ter pouco com justiça, que ser rico e desonesto. Também é melhor viver humildemente com os pobres que repartir o despojo com os orgulhosos. Eles estão fadados à destruição.

Não é que ser orgulhoso, arrogante e soberbo pode levar à queda. É certo que a queda virá. Essas atitudes são precedidas da queda. Como um tsunami é precedido de um silêncio momentâneo e depois a correria de pássaro e animais.

O Senhor exige honestidade. Balanças e pesos exatos. Exatos. Sabe por que? Não somos nós, é Ele quem determina os padrões da imparcialidade. E seus padrões são corretos. Ele não aceita suborno de espécie alguma.

Os sábios têm conselhos sábios. Suas palavras são convincentes.

Palavras bondosas são como mel. Na alma entram com doçura e refletem na saúde até do corpo.

E o que você acha? Salomão diz que é melhor ser paciente que um poderoso conquistador. É melhor se controlar que conquistar uma cidade. Sem dúvida é. A falta de controle e paciência nos leva a muitos erros. Somos não apenas conquistados por falta de controle, somos subjugados.

No capítulo dezessete Salomão mais uma vez fala, com outras palavras, a mesma coisa. É melhor um pedaço de pão, mesmo que esteja seco, com paz, que uma casa cheia de banquetes e conflitos. Ah, como é bom ter paz. É como uma corrente de água que vai passando pelos sulcos da terra. Curando. Revigorando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html

Para saber se o ouro e a prata são puros, eles são submetidos às altas temperaturas. O fogo provará sua pureza. Quanto ao Senhor, muitas vezes nos submete também “às altas temperaturas”, para que nosso coração seja revelado. Não que Ele não conheça. Ele conhece tudo. Nada Lhe está oculto. Somos nós que precisamos conhecer nossos corações.

E quanto à rebeldia? O rebelde sempre procura uma razão, uma desculpa para se rebelar. Ele será castigado. Não tem como não ser. É algo natural.

Duas vezes Salomão fala sobre algo detestável ao Senhor. Condenar o inocente e absolver o culpado. Lembra? É Ele quem decide e determina os padrões da imparcialidade.

O amigo verdadeiro é sempre leal. Em quaisquer circunstâncias. Em todo o tempo. Ele se torna um irmão na hora da dificuldade. Na verdade, é ainda mais chegado que um irmão.

Se estamos passando por dificuldades (e quase sempre estamos), devemos manter nosso coração cheio de esperança. A alegria é um bom remédio. Sustenta até o corpo do enfermo. Mas o espírito abatido consome nossas forças. Ninguém consegue suportá-lo. Acredite, já tive um espírito abatido.

Quem recebe suborno (sabemos de muitos nessa situação), são perversos. Desviam o rumo da justiça. Quem recebe é tão culpado (ou mais) que aquele que oferece.

O sensato mantém seus olhos fixos na sabedoria. Quer aprender. Dedica-se ao conhecimento. Os olhos do tolo, no entanto, ficam vagueando. Não conseguem se fixar em nada. Vagueiam por aí, sem qualquer compromisso. Até os confins da terra.

O capítulo dezoito começa com um alerta extremamente interessante. Quem vive isolado é egoísta. Preocupa-se apenas consigo. Rejeita a sabedoria e o bom senso.

Sabe aqueles momentos em que estamos mal? Que queremos nos isolar? Que ansiamos por um buraco bem fundo para ficarmos lá escondidos? Esses são os momentos que não podemos nos isolar. São os momentos que precisamos pedir ajuda. Precisamos aprender com a criança que, quando não consegue fazer algo sozinha, fala que precisa de ajuda. Não podemos viver isolados. É burrice. Quem vive assim está descambando para a depressão. E destruição.

Nosso trabalho deve ser feito com esmero. Aquele que é relaxado está agindo como o destruidor. Devemos fazer tudo como se estivéssemos fazendo para o Senhor (Colossenses 6.17-23).

Quem procura socorro no nome do Senhor, fica protegido. Quem confia em sua riqueza não está seguro.

Quem tem discernimento sempre deseja aprender mais. Não há limite para seu aprendizado. Seus ouvidos estão sempre abertos para o conhecimento.

E, se você feriu ou ofendeu um amigo, saiba que é mais difícil reconquistar sua amizade que uma cidade fortificada. As discussões separam como se fossem um forte portão trancado. Esse é um dos motivos para cuidar de nossa língua. O que falamos tem poder para trazer morte ou vida. Colheremos as consequências de nossas palavras.

O homem que encontra uma esposa encontrou um tesouro. Um tesouro muito precioso. Que deve ser guardado e cuidado como tal. Ele alcançou o favor do Senhor. É, sem dúvida, bem-aventurado.

Que aprendamos com tantas palavras de sabedoria que estão à nossa disposição.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o vinte e um.

Espero você. Até lá.

domingo, 7 de julho de 2019

Provérbios 13.1-15.33

Leitura do dia 02/07.

Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.

Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!

Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.

Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?

Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.

Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?

“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6

Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.

E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.

Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.

Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.

E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.

Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.

Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.

A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.

O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.

E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.

E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.

Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.

Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.

Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?

Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.

E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.

Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.

E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.

E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.

E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.

Quantos conselhos completamente atuais e necessários!

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Provérbios 7.1-9.18

Leitura do dia 30/06.

Continuamos nossa caminhada através desse caminho rico que é o livro de Provérbios.

Ontem vimos que devemos adquirir a sabedoria. E aprender a ter discernimento. Também vimos que precisamos, acima de tudo, guardar nossos corações. E olhar para frente. Andar por um caminho reto. Sem nos desviarmos. O desvio é muito perigoso. Salomão nos alerta aos perigos da indisciplina. E nos ensina que o caminho da disciplina é prazeroso. Nos conduz à vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-41-6-35.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos sete a nove.

O capítulo sete é totalmente voltado às advertências à imoralidade. Se amarmos a sabedoria como se fosse nossa irmã e o discernimento como um membro de nossa família, escaparemos da imoralidade e da promiscuidade.

Conta a história de um rapaz ingênuo, que passa pela porta de uma mulher sagaz. Ele cai em sua armadilha, como um patinho. Como um boi que vai para o matadouro. Não sabe que a escolha da insensatez custará sua vida. O adultério tem muitas vítimas. Sua casa é o caminho para a sepultura. Seu quarto não é apenas um lugar de prazer. É uma câmara da morte.

No capítulo oito, a Sabedoria é personificada. Ela clama. O entendimento levanta sua voz. Em todos os lugares. No alto dos montes, nas encruzilhadas. Não há caminho por onde a Sabedoria não passa. Clamando a todos, sem exceção, para que ouçam. Há coisas importantes a serem ouvidas. Tudo que a Sabedoria fala é correto. É verdade. “Ela” odeia qualquer espécie de engano. Por menor que seja. Mesmo “aquele jeitinho brasileiro” ou aquele “isso não tem importância”.

O conselho da Sabedoria é justo. Não existe nada nele que fuja à verdade, que a distorça, que se desvie dela, que seja uma “meia verdade”. Para os que têm entendimento, suas palavras são claras. São palavras corretas para os que possuem conhecimento.

Que sigamos seu conselho e escolhamos a instrução ao invés da prata. O conhecimento ao invés do ouro, mesmo que seja ouro puro. Ela vale muito mais que rubis. Nada do que desejamos pode se comparar a ela.

Feche os olhos. Pense em algo que deseja muito. Pensou? Não pode ser comparado com a sabedoria. Absolutamente nada pode se comparar.

A Sabedoria mora com a prudência. Sabe onde encontrar o conhecimento e o discernimento. Eles andam juntos. Se adquirirmos sabedoria, seremos prudentes. Teremos conhecimento e discernimento. Atributos completamente necessários para vivermos.

Quem teme o Senhor, odeia o mal. Ele odeia o orgulho, a arrogância, a corrupção e palavras perversas. Que odiemos também. Que sejamos humildes, retos e abençoadores.

E o que Ele ama? Os que o amam. E quem O procura, com toda certeza, O encontrará. O Senhor não sabe brincar de “esconde-esconde”. Quando vê alguém à Sua procura, logo sai de Seu esconderijo e se apresenta. Lembra? Ele oferece Sua amizade (Provérbios 3.32).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Seus presentes são verdadeiros tesouros. Riquezas e honras. Bens duradouros e justiça. Valem mais que ouro. Seu rendimento é melhor que a fina prata. É um rendimento que produz dividendos eternos. Quem o ama recebe riquezas como herança. Tesouros cheios. Por Ele.

Todos que seguem a Sabedoria são felizes. Quem fica à Sua porta diariamente, esperando na entrada de Sua casa, ouvirá Seus ensinos. Encontra vida. Recebe o favor do Senhor.

Onde temos andado? Onde temos feito acampamento? Na porta da casa da Sabedoria?

Se não a encontramos, prejudicamos a nós mesmos. Todos que odeiam a Sabedoria, amam a morte.

No capítulo nove, a própria Sabedoria construiu uma casa perfeita. Com sete colunas. Preparou um banquete. Um enorme banquete. Com vinhos deliciosos. Arrumou a mesa. E enviou suas servas para convidar a todos. Ninguém deve ficar de fora do banquete. Os ingênuos e os que não têm juízo são convidados a participar, para deixarem sua ingenuidade e andarem pelo caminho do discernimento. Todos somos convidados. Iremos?

O zombador repreendido odiará quem o repreende. O sábio, amará. E tornar-se-á mais sábio.

Novamente fala que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. E mais. Quer ter discernimento? Ele é o resultado de conhecer o Senhor, o Santo.

A sabedoria multiplica nossos dias. Torna nossas vidas mais longas. Se aprendermos a ser sábios, seremos beneficiados. Se desprezarmos a sabedoria, sofreremos as consequências. Simples assim.

Sempre preocupado com a pureza, o sábio explica que a mulher insensata é atrevida. É ignorante também. E nem se dá conta disso. Senta-se em um lugar onde todos podem vê-la. E convida todos à sua casa. Seu discurso é que as águas roubadas são mais refrescantes. O pão comido às escondidas é mais saboroso. Mentira. Um discurso falso para atrair os que não têm juízo. As águas da própria cisterna são melhores. São limpas. E o pão comido sem pressa e sem culpa, é muito melhor. Quem despreza a sabedoria, vai de encontro à insensatez. Não imagina que os mortos estão ali. Que seus convidados estão nas profundezas da sepultura.

Que andemos por caminhos retos. Que abracemos a sabedoria. Que gastemos tempo para conhecermos o Senhor, adquirindo assim, discernimento.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Salmos 95.1-98.9

Leitura do dia 17/06.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Salmos.

Ontem vimos a oração de Moisés. Que oremos também, para vivermos com sabedoria, entendendo quão rápida é nossa vida. Que habitemos no esconderijo do Altíssimo. Assim, aprenderemos a descansar debaixo de Sua sombra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-901-9116.html

Também vimos o cântico a ser entoado nos sábados, louvando o Senhor e reconhecendo que Ele nos alegra. Ele reina e Seus preceitos, soberanos, não podem ser alterados.

O Salmo noventa e quatro parece ter sido escrito esses dias. O salmista grita por justiça. Os perversos estão matando as viúvas e os estrangeiros, assassinando os órfãos. Acham que o Senhor não vê. Mas, chegará a hora em que os julgamentos serão novamente baseados na justiça. Nós buscaremos por isso!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-921-9423.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos noventa e cinco ao capítulo cento e um. Na primeira postagem iremos até o capítulo noventa e oito.

No Salmo noventa e cinco o salmista nos chama a cantar ao Senhor. Cantar à Rocha de nossa salvação. Que nos cheguemos a Ele com o coração cheio de ações de graças. Ele é o grande Rei acima de todos os deuses. Somos o povo que Ele pastoreia. Ah, o Senhor é realmente nosso Pastor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html

Que possamos ouví-Lo. Que não endureçamos nossos corações como fizeram no deserto, quando O tentaram, ainda que tivessem visto todas as maravilhas que fez. Que nossos corações sejam diferentes. Que não recusemos a andar em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-321-3412.html

O Salmo noventa e seis também nos convida a cantar. Um cântico novo. Que toda a terra cante e louve o Seu maravilhoso nome. Que Sua glória seja anunciada entre as nações. Ele é digno de louvor. Que as nações reconheçam o Senhor. Sua força e glória. Que estejam junto a Ele, em Seus pátios. Que todas as nações digam que Ele reina! Que tudo louve o Senhor! Até os céus, a terra, o mar, o campo, as colheitas, as árvores. Ele é justo e verdadeiro. Merece louvor. E honra.

No Salmo noventa e sete o salmista inicia sua canção declarando que o Senhor reina. Que a terra se alegre. Que os litorais mais distantes O exultem.

Os céus proclamam Sua justiça. Todos os povos da terra veem Sua glória. Ele não é exclusividade de um povo. O Senhor é Supremo. Em toda a terra. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Que nós, que O amamos, odiemos o mal. Ele protege os fieis. Sua luz brilha sobre os justos. A alegria brilha sobre os que têm coração íntegro. Que O louvemos.

No Salmo noventa e oito, o Salmista também nos chama a cantar um cântico novo ao Senhor. Há sempre algo novo a ser cantado. Há sempre inspiração para louvá-Lo. Ele faz maravilhas. Seu braço santo e Sua mão direita conquistam vitória.

É maravilhoso ouvir essa canção. O Senhor anunciou Seu poder para salvar e revelou Sua justiça às nações. Todas as nações viram a vitória do Senhor, através de Seu amor e fidelidade para com Israel.

Que todos os habitantes da terra O louvem. Em alta voz. Com alegres cânticos. Com vários instrumentos. Que até os mares gritem conosco. Que os rios batam palmas e os montes cantem de alegria diante dEle. Ele julgará o mundo com justiça e todas as nações com imparcialidade. Ninguém será privilegiado ou deixado de lado. O julgamento do Senhor é justo. Imparcial.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Salmos 74.1-77.20

Leitura do dia 12/06.

Continuamos nossa caminhada por Salmos.

Ontem vimos o salmista pedindo livramento ao Senhor e reconhecendo que Ele é sua esperança e confiança desde a infância. Depende dEle desde o ventre de sua mãe.

Também vimos Salomão cantar em oração pedindo para ser um rei que cuida bem de seu povo e não permite injustiça.

Asafe quase caiu quando, ao invés de olhar para o Senhor, olhou para a prosperidade do perverso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-711-7328.html?m=1

Hoje continuamos através dos Salmos setenta e quatro a setenta e sete.

No Salmo setenta e quatro, Asafe canta sua tristeza. O santuário foi incendiado, profanado.

Parece que está vivendo em nossos dias quando, em muitos lugares já não vemos Seus sinais, não vemos mais profetas do Senhor e não sabemos até quando será assim.

Anseia pelo levantar e agir do Senhor,  tal como nós.

O Salmo setenta e cinco, também de Asafe, era para ser cantado com a melodia "Não destruas!".

Asafe louva o Senhor. Ele está próximo. E julgará no tempo certo, com justiça. Asafe adverte os orgulhosos e perversos. Ninguém, em lugar nenhum, deve exaltar a si mesmo. Só o Senhor é juiz. E justo.

O Salmo setenta e seis era para ser acompanhado com instrumentos de cordas. Também é de Asafe.

O Senhor é honrado em Judá. Seu nome é grande em Israel. Seus inimigos foram saqueados. Ninguém teve coragem ou capacidade de levantar as mãos.

O Senhor se levanta para julgar e salvar os oprimidos. A rebeldia humana resultará em Sua glória.

Que todos façam votos e cumpram. Ele deve ser temido.

No Salmo setenta e sete Asafe canta que quando estava angustiado buscou o Senhor. A noite toda. Suas mãos estendidas. Sua alma inconsolada. Desfalecendo.

Ainda assim, relembra canções alegres. Consulta sua alma e tenta compreender sua situação.

Ah, como muitas vezes nos sentimos assim. E não conseguimos compreender nada. Como Asafe pensamos que o Senhor esqueceu de nós. Até que nos lembramos de Suas maravilhas e de tudo que fez em nosso favor. E nos aquietamos.

Que, ao olharmos para trás consigamos perceber Suas maravilhas para conosco. E confiar. Nunca falhou. Com certeza, não falhará jamais.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo setenta e oito. Até o Salmo oitenta.

Espero você. Até lá.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Levítico 18.1-19.37

Leitura do dia 02/02.

Na postagem anterior, vimos mais sobre as regras cerimoniais que o Senhor estava passando ao povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/levitico-151-1716.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte e um de Levítico.

Nesta postagem, os capítulos dezoito e dezenove.

O Senhor ordena categoricamente que não se comportem como o povo do Egito, de onde saíram e nem como o povo de Canaã, para onde iam.

Não deviam, de forma alguma, imitar o estilo do povo de Canaã. Israel deveria obedecer aos estatutos do Senhor. Cumprir Seus decretos. Quem os praticasse, viveria por eles. Seus decretos são vida!

Então, o Senhor fala sobre a vida sexual. O que não fazer. E porque não fazer. A honra e o respeito estão em pauta. Além de evitar práticas detestáveis ao Senhor, depravação e perversão.

As nações que o Senhor expulsaria diante de Israel praticavam todas as práticas que o Senhor detesta. Por isso estavam sendo expulsos. A própria terra os expulsava, enojada por ter sido contaminada com práticas e atos detestáveis.

Se Israel os imitasse, também seriam vomitados pela terra que estavam prestes a possuir.

Essas regras se aplicam tanto aos israelitas de nascimento quanto aos estrangeiros que viviam entre eles.

O Senhor repete, ao longo desses capítulos, o dever de ser santo, porque Ele é santo. Ele tem separado Israel para ser Seu povo.

Em seguida o Senhor continua instruindo o povo a seguir regras de honra, respeito, convivência e honestidade.

Os pais devem ser respeitados. Os sábados guardados.

A confiança não pode estar em ídolos. Não devem fazer imagens de metal representando deuses.

As ofertas devem ser apresentadas de forma apropriada para serem aceitas.

A colheita não deve ser feita até à ultima espiga ou cacho. Deve-se deixar um pouco para os pobres e os estrangeiros.

Não roubar. Nem mentir. Nem enganar.

Não desonrar o nome do Senhor, usando-O para jurar falsamente.

Nada de explorar ou roubar o próximo. Nem de ficar com o salário do empregado até o dia seguinte.

Não insultar o surdo. Não fazer o cego tropeçar. Temer ao Senhor.

A justiça não pode ser distorcida. Por nenhum motivo. O julgamento deve ser sempre com imparcialidade.

Não difamar. Nem ficar de braços cruzados quando a vida de alguém corre perigo.

Não alimentar ódio no coração contra um parente. Os que errarem devem ser confrontados, sem rodeio.

Nada de guardar rancor ou querer se vingar.

Ah, e o resumo da lei aparece aqui, no versículo dezoito do capítulo dezenove: “Ame o seu próximo como a si mesmo”. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/temos-algum-valor.html

Todos os decretos do Senhor devem ser observados.

Quando entrassem na terra, não deveriam colher nos primeiros três anos. No quarto, toda a colheita seria consagrada ao Senhor. No quinto, poderiam comer os frutos. Se agissem assim, o Senhor aumentaria suas colheitas.

Adivinhação e feitiçaria não devem ser praticadas. Até o corte de cabelo devia diferente.

Quando lamentassem a morte de alguém, nada de se cortar e se marcar na pele.

Que ninguém fizesse sua filha tornar-se uma prostituta.

Os sábados do Senhor devem ser guardados. Seu santuário reverenciado.

Nada de se contaminar procurando médiuns e os que consultam os espíritos dos mortos.

Os idosos devem ser honrados.

Os estrangeiros que viviam entre eles deviam ser tratados como se fossem israelitas. E mais, amados como amavam eles mesmos.

As medidas e os pesos devem ser exatos.

Suas leis espelham Seu caráter. Um Deus amoroso, que se importa com cada um de nós. Leis encharcadas e amor e respeito.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Abigail, enxergava como Deus


Continuando a percorrer as páginas de I Samuel. Claro que voltarei a Davi, mas hoje vou continuar com outro "personagem". Temos tanto a aprender por essas páginas tão ricas de I Samuel!

Jônatas e Davi se separam, mas não antes de Jônatas, esse homem simplesmente maravilhoso, encorajar Davi a continuar confiando na proteção do Senhor, como um amigo faz nas horas em que mais precisamos.

Davi em fuga. Se escondendo. Uma hora aqui. Outra ali. Então, de repente, surge outra história.

Não há ninguém na Bíblia com quem me identifique mais que essa mulher. Quando leio sua história, quero estar lendo a minha. Quero me confundir com ela. Agiria EXATAMENTE como ela. Se tenho vontade de esganar Mical (e tenho), gostaria de abraçá-la, parabenizá-la. Ficar horas e horas em sua companhia. Ouvindo-a, aprendendo com ela. Captando seu coração, sua sabedoria. Seu nome, "Alegria de meu pai". Minha ambição. Que o Pai se alegre comigo, como o noivo se alegra com a noiva. Que eu seja Sua alegria.

Que eu me lembre, é a única mulher que é mencionada como inteligente em toda a Bíblia. Seu marido, no entanto, chamava-se Nabal, "Tolo". Um homem muito rico. Proprietário de terras, porém tolo. Sem visão.

Davi e seus homens haviam cuidado dos tosquiadores de Nabal enquanto estavam no deserto. O testemunho deles era que os homens de Davi haviam sido "como um muro protetor ao nosso redor". Quando Nabal estava tosquiando suas ovelhas no Carmelo, Davi mandou dez homens enviando paz e pedindo algum mantimento, para alimentar seus homens.

Nabal era um homem que em algum lugar havia perdido sua visão. Descendente de Calebe, um homem que sabia enxergar. Quando Davi faz seu pedido, Nabal responde: "Quem é Davi?" E menospreza simplesmente o maior rei que Israel teve. O homem que se tornou conhecido como aquele que tem o coração segundo o coração de Deus.

Davi, irado, resolve matar todos os homens da casa de Nabal. Não iria escapar um.

Quando os tosquiadores ouviram como Nabal respondeu aos homens de Davi, correram pedindo socorro a Abigail. Conheciam aquela mulher e sua maneira de agir. Contaram-lhe o que havia acontecido. Só ela podia fazer alguma coisa naquela situação. Ninguém conseguia conversar com Nabal.

No mesmo instante, com a urgência que a situação exigia, Abigail tomou pão, vinho, carne assada, trigo, bolo. Carregou em jumentos. E seguiu atrás de seus servos, em direção a Davi. Não contou nada a Nabal. Não discutiu. Inútil falar com ele. É preciso saber quando agir. Como. E onde.

Escolhas. Poderia ter ficado quieta. E deixado que todos os homens morressem. Mas correu. Em busca de socorro e vida, para todos, sem distinção.

Davi e seus homens vinham, a toda velocidade. Quatrocentos homens. Quatrocentos guerreiros. Prontos para o massacre. Ela os encontrou. Davi havia decidido pela morte de todos os homens. Praticamente jurou.

Assim que Abigail viu Davi, prostrou-se com o rosto em terra diante dele. Como se prostra diante de um rei. Em sinal de plena reverência. Sabia a resposta à pergunta de Nabal. Sabia quem Davi era. Ele seria o rei! ERA o rei! Ela se tornou culpada diante dele, por não ter visto seus homens. Pediu que Davi a perdoasse. E disse a ele palavras que tocaram seu coração! Se quero distância de Mical, quero aprender com Abigail.

Em I Sm 25.28-31, ela fala a Davi que Yahweh firmará sua casa. O chama de seu senhor. Afirma que Davi guerreia as guerras de Yahweh e que ao longo da vida de Davi, não iria se achar mal contra ele. Que o Senhor iria guardá-lo, em meio ao Seu precioso tesouro. E ainda que o Senhor cumpriria Sua promessa de estabelecê-lo rei sobre Israel. Essa mulher, sim, sabe enxergar. Sabe falar. Que palavras! Que visão de futuro. Que revelação de quem Davi era. De como Deus agia com ele. Tinha olhos que realmente viam. Ouvidos que ouviam. Discernimento! Abigail sabia enxergar como Deus enxergava.

O que Davi podia fazer diante dela? Bendizer ao Senhor. O que mais? Reconhecer sua sabedoria. Reconhecer que o Senhor a enviara a ele. Que o Senhor promovera aquele encontro, para alterar seus planos. Receber seu presente. Atender sua súplica e a enviar para casa em paz. Foi o que fez. Sua ira foi aplacada. Sem o derramar de uma gota de sangue. Apenas palavras de benção e paz.

Quando Abigail chega em casa, encontra Nabal completamente embriagado. Havia uma festa de rei. Para um tolo. Que não tinha a menor ideia do que havia escapado. De manhã, Abigail lhe conta. O coração de Nabal fica paralisado no peito. Torna-se como uma pedra. Dez dias depois, o Senhor o fere. Ele morre.

Quando Davi soube da notícia, agradeceu ao Senhor por tê-lo livrado de fazer justiça com as próprias mãos e por ter sido vingado por Ele. E Davi envia uma comitiva para pedir Abigail em casamento.

E Abigail? Tinha como não aceitar? O Carmelo não é um lugar fácil de ser deixado. Estive lá. É lindo. Um ar fresco de se respirar. Uma vista fabulosa. Porém ela imediatamente, o texto diz "apressadamente" se preparou e foi ter com Davi.

Davi não tinha aonde "cair morto". Era um fugitivo. Um dia estava no deserto. Outro dia em alguma caverna. Sempre escondido. Sendo perseguido por Saul a cada dia. Ainda assim, teve a coragem de pedir essa mulher em casamento. Sabia quem ele era. Reconhecia a unção que estava sobre si. Enxergava seu futuro. Seu valor. Seu destino em Deus. Aqui, um dos motivos porque Davi é o meu preferido. Estava como um fugitivo, mas agia como o rei que seria. O rei que era. Só lhe faltava o trono. Suas ações, ao longo de sua história, já eram as ações de um rei. Poder de antecipação. Sabia enxergar. Talvez alguém pense, talvez você olhe para Davi e pense: "Que irresponsabilidade". Eu digo: "Que visão"!

E Abigail? Largou sua casa no lindo e maravilhoso Carmelo para ir morar com Davi, sabe se lá onde. Sempre pronta para fugir. Sabe-se lá para onde. Porque também enxergava o futuro. Hoje um fugitivo. Amanhã, o rei de Israel! Hoje um deserto, uma caverna, um esconderijo. Amanhã, o palácio.

Fé. A certeza das coisas que se esperam. Abigail olhava para Davi e o enxergava exatamente como Deus o via! Um rei. Amado pelo Senhor. Um homem com o coração segundo o coração de Deus. Quando o encontrou, o tratou como o rei que seria, lhe pediu um favor. Sabia, com certeza, que o veria no lugar que o Senhor disse que o colocaria. Que mulher!

Que possamos aprender com ela, a enxergar. A olhar da maneira que o Senhor olha. A captar a identidade. A honrar o futuro. A ter visão desse futuro. A ter poder de antecipação. A despertar nas pessoas o melhor delas. A tratar a todos não apenas pelo que são hoje, mas pelo que em Deus o são, e se tornarão amanhã. Que creiamos nas palavras dEle para nós e para os outros. Que aprendamos a abençoar. A ver o melhor em cada um. A lançar as pessoas ao seu destino. Como se lança uma flecha ao alvo!

Quero aprender a enxergar como Abigail.