Leitura de 07/06.
Na postagem anterior, vimos que não devemos pecar. Mas, se pecarmos, que nos arrependamos, como Davi. Que não sejamos perseguidos pelo pecado. Que o encaremos de frente. E peçamos perdão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-511-19.html
Continuamos a partir do Salmo cinquenta e dois. Até o cinquenta e seis.
O Salmo cinquenta e dois também foi composto por Davi. Quando soube que Doegue, o edomita, disse a Saul que o vira na casa do sacerdote Aimeleque. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Ele se pergunta porque um grande guerreiro conta vantagem de seus crimes. Não sabe que o amor do Senhor dura eternamente. O que tem uma coisa com outra? Davi está certo de que é amado pelo Senhor. Sendo amado, está protegido. Para sempre.
Esse guerreiro trama destruição o dia todo. Sua língua é mentirosa. Corta como navalha afiada. Ama o mal. Fala mais mentiras que verdades. Gosta de destruir os outros com palavras.Davi afirma, com razão, que o Senhor destruirá pessoas assim. Os justos verão e temerão. Proclamarão o que acontece com poderosos guerreiros que não fazem do Senhor sua fortaleza. Confiam em suas muitas riquezas e se refugiam em suas próprias maldades.
Mas ele não é assim. É como a oliveira que cresce na casa do Senhor, contemplando-O a cada dia. Sempre confiará nEle e em Seu bom nome. E O louvará para sempre.
O Salmo cinquenta e três também é de Davi. Nele, canta que os tolos dizem em seu coração que Deus não existe. Como não têm temor, são corruptos e praticam o mal.
O Senhor olha para toda a humanidade. Procura alguém que seja sábio. Que busque ao Senhor. O que percebe, com tristeza, é que todos se desviaram. Todos se corromperam. Não encontrou ninguém.
Sua alma grita: “Acaso os que praticam o mal jamais aprenderão?” Não conseguem enxergar o fim? Eles devoram o povo do Senhor como se fosse pão. Nem passa por suas cabeças a ideia de orar ao Senhor. Por isso, um grande terror se apoderará deles. Serão humilhados, rejeitados por Ele.
Davi pede que venha alguém, do monte Sião, para salvar Israel. E sabe que, quando o Senhor restaurar Seu povo, haverá grande alegria e exaltação.
O Salmo cinquenta e quatro, também de Davi, foi composto quando os zifeus contaram a Saul que Davi estava escondido entre eles. Era para ser acompanhado com instrumentos de corda.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html
Davi pede ao Senhor que venha e, com a força do Seu nome, o salve. Que o defenda, com Seu grande poder. Que ouça sua oração. Desconhecidos o atacam. Pessoas violentas tentam matá-lo. Pessoas que não se importam com Deus. Pessoas sem limites.
Reconhece que o Senhor é seu auxílio. O Senhor o mantém com vida. Que as tramas dos violentos se voltem contra eles mesmos.
Oferece ao Senhor sacrifício voluntário. Esse sacrifício é seu louvor. Porque o Senhor é bom. Sabe disso. E, canta que o Senhor o livrou de suas aflições. O Senhor o ajudou a vencer seus inimigos.
O Salmo cinquenta e cinco, de Davi, deveria ser acompanhado também com instrumentos de corda. Davi pede socorro ao Senhor. Seus inimigos gritam contra ele. Seu coração está acelerado. O terror da morte apodera-se dele. Está tão tomado de medo e pânico que não consegue parar de tremer. Deseja ter asas como uma pomba. Voaria para longe. Fugiria. Encontraria sossego no deserto. Se apressaria a fugir para um lugar distante da tempestade que está vivendo.
Pede que o Senhor confunda o plano de seus inimigos. Tudo o que vê é violência e conflito. O tempo todo os muros são guardados por causa dos invasores. Mas a perversidade e a maldade estão do lado de dentro. Tudo está desmoronando. Ameaça e engano estão soltos nas ruas. E correm.
É muito mais perigoso quando o inimigo está do lado de dentro. Ainda que os muros estejam guardados, é em vão. O desmoronamento vem de dentro. O que fazer?
Que tenhamos cuidado com nossos corações. Com nossos pensamentos. Que estejamos firmes no Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
Davi se queixa que seu adversário não é um desconhecido. É seu companheiro e amigo chegado. Lembra-se que tinham comunhão e iam juntos à casa do Senhor. Ah, como é difícil passar por uma situação assim. A traição dói porque é feita por alguém que amamos. Um estranho não pode nos trair. Apenas alguém a quem amamos nos trai. Por isso dói tanto.
Em sua angústia, espera que seus inimigos sejam apanhados de surpresa. A maldade mora dentro deles.
Ele, porém, invocará o Senhor, que o livrará. Davi clama ao Senhor o tempo todo, cheio de angústia. O Senhor ouve sua voz. Ele o resgata e o mantém a salvo na batalha, mesmo que sejam muitos os que estão contra ele.
Quanto a seus inimigos, não querem mudar de atitude. Não temem ao Senhor. Seu companheiro traiu amigos, não apenas ele. Não cumpriu suas promessas. Embora sua fala fosse macia como manteiga, seu coração era belicoso. Ainda que suas palavras parecessem suaves como azeite, na verdade eram punhais.
Davi aconselha que todos entreguem suas aflições ao Senhor. Ele, com certeza, cuidará de cada um. Jamais permite que o justo tropece e caia.
O Salmo cinquenta e seis, também de Davi, foi composto quando os filisteus o prenderam em Gate. Era para ser cantado com a melodia “Pomba em carvalhos distantes”. E, claro, gostaria de saber como era tal melodia. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-221-23.html
Clama ao Senhor por Sua misericórdia. Está sendo perseguido. Seus inimigos o atacam o dia todo. Muitos, abertamente. Nem se preocupam em disfarçar ou armar armadilhas.
Diante dessa situação terrível, Davi canta uma frase simplesmente fantástica: “Quando eu tiver medo, confiarei em Ti”. Sabe que o medo virá. No Salmo anterior, cantou que estava tão apavorado, que não parava de tremer.
Muitas vezes, por mais que tentemos não temer, estamos sim, com medo. E o que fazer nesta situação? Davi diz que, quando temer, quando estiver com medo, quando estiver tremendo de medo, confiará no Senhor. E mais. Ele O louva por Suas promessas. Ainda não aconteceram. São promessas. Mas confia no Senhor. E, no fim, não temerá. O que podem lhe fazer os homens quando tem o Senhor por Seu escudo?
“Que podemos dizer diante de coisas tão maravilhosas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” – Romanos 8.31
Em sua canção, Davi conta que seus inimigos distorcem o que diz. Passam dias tramando prejudicá-lo. Reúnem-se para espioná-lo. Estão ansiosos para matá-lo. Pede que o Senhor os castigue. Sabe que o Senhor o conhece bem. Conhece bem todas as suas angústias. Está certo que suas lágrimas não são em vão. Todas foram recolhidas num jarro. Pelo Senhor. E registradas em Seu livro. Seu coração enxerga o Deus amoroso em quem confia. E isso, em meio às calúnias e perseguições que sofre.
Sabe que, quando clama ao Senhor, seus inimigos batem em retirada. Pode não saber muita coisa, mas tem certeza de saber pelo menos uma: O Senhor está ao seu lado. Por isso O louva. Louva por Suas promessas. Confia nEle. Não terá medo. Antes, cumprirá seus votos e oferecerá sacrifício de gratidão. Sabe que a gratidão é um sacrifício que, de fato, honra o Senhor (Salmo 50.23a). Ele o livrará da morte. Não deixará que tropece. A calma retornou. Pode andar em Sua presença. Pode andar em Sua luz. Que dá vida. Que o tira do vale da sombra da morte. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Que sigamos seu exemplo. Quando o medo vier, vamos confiar no Senhor. Ofereçamos a Ele, sacrifícios de louvor. E continuemos em Seus caminhos, andando sob Sua luz.
Continuamos amanhã. Leremos do Salmo cinquenta e sete ao sessenta e um.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 7 de junho de 2019
Salmos 52.1-56.13
segunda-feira, 18 de março de 2019
1 Samuel 22.1-23
Leitura do dia 18/03.
Na postagem anterior, vimos Davi encontrar-se com Aimeleque, o sacerdote. Tomar a espada de Golias e os pães sagrados para alimentar-se. Ele foi até Gate, mas teve medo de ficar na corte de Aquis e ser morto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Continuamos agora através do capítulo vinte e dois de 1 Samuel.
Davi fugiu de Gate. Escondeu-se na caverna de Adulão. Quando seus irmãos e parentes souberam, foram encontrar-se com ele.
Imagine e dificuldade de, nesta época, ser irmão e parente de Davi, o perseguido?
Homens aflitos, endividados e descontentes se uniram a ele. Conheciam sua fama. Queriam um líder. Precisavam de um. Logo Davi liderava aproximadamente quatrocentos homens. Que não deviam ter o temperamento fácil.
Davi, um filho honrado, preocupava-se com seus pais. Foi ao rei de Moabe e pediu para deixar que seus pais morassem ali, até que soubesse o que o Senhor faria com ele. Não até que soubesse o que aconteceria. Ou até que matasse Saul. Ou até que se tornasse rei de Israel. Mas, até que soubesse o que o Senhor faria. Com ele.
Como não admirar um homem desses? Está encurralado. Morando em uma caverna. Com quatrocentos homens que precisam de liderança e controle. Mas sabe que precisa descobrir a vontade do Senhor para sua vida. É o que realmente importa. Não os acontecimentos. A vontade do Senhor.
Davi deixou seus pais em Moabe e voltou para a fortaleza. Um dia o profeta Gade ordenou-lhe que deixasse a fortaleza e voltasse à Judá. Davi obedeceu. Foi para o bosque de Herete.
Quando Saul ficou sabendo, estava sentado embaixo de uma árvore na colina de Gibeá. Cercado por seus homens. Com sua lança na mão. Parece que não desgruda mais dela. Agora que não tem o Senhor, precisa grudar em alguma coisa para sentir-se seguro.
Ele pergunta aos homens de Benjamim se “aquele filho de Jessé” (parece que quando alguém é odiado, seu nome é evitado) prometeu alguma coisa para eles. Suas perguntas revelam claramente um homem magoado, frustrado, egocêntrico e cheio de autocomiseração.
Choraminga que ninguém lhe contou quando seu filho assumiu um compromisso com “o filho de Jessé”. Ninguém teve pena dele.
Em sua loucura, fala que Jônatas, seu filho, pretende matá-lo, juntamente com Davi. Davi só está fugindo. Nunca se voltou contra ele. E Jônatas? Leal, tanto ao amigo, quanto ao pai.
Mas, havia um homem ali, Doegue. Lembra? Ele conta a Saul que viu “o filho de Jessé” conversando com Aimeleque, quando estava em Nobe. Aimeleque, inclusive, consultou ao Senhor em seu favor. Depois, deu-lhe alimento e a espada que fora de Golias.
É, esse homem, estava com as orelhas em pé e os olhos atentos.
Saul mandou chamar Aimeleque e toda sua família que servia como sacerdote. Eles foram até o rei. Quando chegaram, Saul gritou. Que “o filho de Aitube” escutasse.
Devia ser uma ofensa muito grande não pronunciar o nome do odiado.
Aimeleque respondeu humildemente ao rei. Saul lhe pergunta por qual motivo ele e “o filho de Jessé” conspiraram contra ele. Por que lhe deu alimento e uma espada? Por que consultou ao Senhor por ele? E, pasme: porque instigou Davi a matá-lo? Sim, Saul diz que é o que Davi está procurando naquele dia, instigado por Aimeleque. Sua loucura está cada vez mais terrível.
Aimeleque responde que não existe ninguém mais fiel ao rei que Davi. Todos sabem disso. É o capitão de sua guarda pessoal. Membro muito honrado de sua casa. Havia consultado ao Senhor outras vezes em seu favor. Além disso, defende-se dizendo que o rei não pode acusá-lo. Não sabia de nenhuma conspiração.
O rei ordena que sua guarda pessoal mate Aimeleque e sua família. Eles haviam sim, conspirado contra ele. Sabiam que Davi estava fugindo dele e não fizeram nada.
Consegue reconhecer os sintomas de Saul? Está esquizofrênico.
Seus homens se negam a matar os sacerdotes do Senhor. Era uma ordem muito errada. Com certeza, com graves consequências.
O rei então ordenou a Doegue. Ele os matou. Oitenta e cinco sacerdotes. Estavam todos vestidos com suas túnicas de linho. Não contente, foi a Nobe, a cidade dos sacerdotes, e matou suas famílias. Homens, mulheres, crianças. Até recém-nascidos. Além do gado, jumentos e ovelhas. Não havia temor do Senhor no coração deste homem.
Mas, um conseguiu escapar. Apenas um. Abiatar. Filho de Aimeleque. Fugiu e correu para encontrar Davi. Contou-lhe o ocorrido.
Davi sentiu-se responsável por todas aquelas mortes. Vira Doegue. Sabia que contaria a Saul.
Pediu que Abiatar ficasse com ele. Cuidaria dele. Protegeria. Abiatar podia ter certeza que, com Davi, estaria seguro.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e três a vinte e cinco.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Davi encontrar-se com Aimeleque, o sacerdote. Tomar a espada de Golias e os pães sagrados para alimentar-se. Ele foi até Gate, mas teve medo de ficar na corte de Aquis e ser morto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Continuamos agora através do capítulo vinte e dois de 1 Samuel.
Davi fugiu de Gate. Escondeu-se na caverna de Adulão. Quando seus irmãos e parentes souberam, foram encontrar-se com ele.
Imagine e dificuldade de, nesta época, ser irmão e parente de Davi, o perseguido?
Homens aflitos, endividados e descontentes se uniram a ele. Conheciam sua fama. Queriam um líder. Precisavam de um. Logo Davi liderava aproximadamente quatrocentos homens. Que não deviam ter o temperamento fácil.
Davi, um filho honrado, preocupava-se com seus pais. Foi ao rei de Moabe e pediu para deixar que seus pais morassem ali, até que soubesse o que o Senhor faria com ele. Não até que soubesse o que aconteceria. Ou até que matasse Saul. Ou até que se tornasse rei de Israel. Mas, até que soubesse o que o Senhor faria. Com ele.
Como não admirar um homem desses? Está encurralado. Morando em uma caverna. Com quatrocentos homens que precisam de liderança e controle. Mas sabe que precisa descobrir a vontade do Senhor para sua vida. É o que realmente importa. Não os acontecimentos. A vontade do Senhor.
Davi deixou seus pais em Moabe e voltou para a fortaleza. Um dia o profeta Gade ordenou-lhe que deixasse a fortaleza e voltasse à Judá. Davi obedeceu. Foi para o bosque de Herete.
Quando Saul ficou sabendo, estava sentado embaixo de uma árvore na colina de Gibeá. Cercado por seus homens. Com sua lança na mão. Parece que não desgruda mais dela. Agora que não tem o Senhor, precisa grudar em alguma coisa para sentir-se seguro.
Ele pergunta aos homens de Benjamim se “aquele filho de Jessé” (parece que quando alguém é odiado, seu nome é evitado) prometeu alguma coisa para eles. Suas perguntas revelam claramente um homem magoado, frustrado, egocêntrico e cheio de autocomiseração.
Choraminga que ninguém lhe contou quando seu filho assumiu um compromisso com “o filho de Jessé”. Ninguém teve pena dele.
Em sua loucura, fala que Jônatas, seu filho, pretende matá-lo, juntamente com Davi. Davi só está fugindo. Nunca se voltou contra ele. E Jônatas? Leal, tanto ao amigo, quanto ao pai.
Mas, havia um homem ali, Doegue. Lembra? Ele conta a Saul que viu “o filho de Jessé” conversando com Aimeleque, quando estava em Nobe. Aimeleque, inclusive, consultou ao Senhor em seu favor. Depois, deu-lhe alimento e a espada que fora de Golias.
É, esse homem, estava com as orelhas em pé e os olhos atentos.
Saul mandou chamar Aimeleque e toda sua família que servia como sacerdote. Eles foram até o rei. Quando chegaram, Saul gritou. Que “o filho de Aitube” escutasse.
Devia ser uma ofensa muito grande não pronunciar o nome do odiado.
Aimeleque respondeu humildemente ao rei. Saul lhe pergunta por qual motivo ele e “o filho de Jessé” conspiraram contra ele. Por que lhe deu alimento e uma espada? Por que consultou ao Senhor por ele? E, pasme: porque instigou Davi a matá-lo? Sim, Saul diz que é o que Davi está procurando naquele dia, instigado por Aimeleque. Sua loucura está cada vez mais terrível.
Aimeleque responde que não existe ninguém mais fiel ao rei que Davi. Todos sabem disso. É o capitão de sua guarda pessoal. Membro muito honrado de sua casa. Havia consultado ao Senhor outras vezes em seu favor. Além disso, defende-se dizendo que o rei não pode acusá-lo. Não sabia de nenhuma conspiração.
O rei ordena que sua guarda pessoal mate Aimeleque e sua família. Eles haviam sim, conspirado contra ele. Sabiam que Davi estava fugindo dele e não fizeram nada.
Consegue reconhecer os sintomas de Saul? Está esquizofrênico.
Seus homens se negam a matar os sacerdotes do Senhor. Era uma ordem muito errada. Com certeza, com graves consequências.
O rei então ordenou a Doegue. Ele os matou. Oitenta e cinco sacerdotes. Estavam todos vestidos com suas túnicas de linho. Não contente, foi a Nobe, a cidade dos sacerdotes, e matou suas famílias. Homens, mulheres, crianças. Até recém-nascidos. Além do gado, jumentos e ovelhas. Não havia temor do Senhor no coração deste homem.
Mas, um conseguiu escapar. Apenas um. Abiatar. Filho de Aimeleque. Fugiu e correu para encontrar Davi. Contou-lhe o ocorrido.
Davi sentiu-se responsável por todas aquelas mortes. Vira Doegue. Sabia que contaria a Saul.
Pediu que Abiatar ficasse com ele. Cuidaria dele. Protegeria. Abiatar podia ter certeza que, com Davi, estaria seguro.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e três a vinte e cinco.
Espero você. Até lá.
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1 Samuel 21.1-14
Leitura do dia 18/03.
Na postagem anterior, vimos que Saul decidiu matar Davi. Ele precisa fugir. Jônatas, seu grande amigo, o ajuda. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Continuamos agora, através do capítulo vinte e um de 1 Samuel.
Davi vai até Nobe para encontrar-se com o sacerdote Aimeleque. Quando Aimeleque o viu, teve medo. O que Davi estava fazendo ali sozinho?
Davi disse-lhe que estava em uma missão secreta. Pediu algo para comer.
O sacerdote disse que não tinha nada além dos pães consagrados ao Senhor. Se ninguém tivesse se contaminado deitando-se com mulher, podia comer. Davi pegou os pães sagrados, que haviam sido trocados naquele dia. Estavam frescos.
Sempre há pães frescos na presença do Senhor, disponíveis para nós.
Também perguntou se havia alguma lança ou espada que pudesse usar. Havia saído tão apressadamente que não teve tempo de armar-se.
A espada de Golias estava ali. Era a única arma. Aimeleque disse que Davi podia levá-la.
Um problema: Doegue, de Edom, chefe dos pastores de Saul, estava ali cumprindo alguma promessa ao Senhor e viu Davi. Será que contará a Saul que o viu ali?
Davi pegou a espada e os pães. Fugiu até Gate. Apresentou-se ao rei Aquis. Mas, enquanto estava ali, ouviu os oficiais do rei perguntando entre si se aquele não era Davi, o rei da terra de Israel, que cantavam a canção (aquela que Saul detestava) que Saul matou milhares e Davi dezena de milhares.
Quando Davi ouviu esses comentários ficou com muito medo de ser morto. Como não podia fingir-se de morto, fingiu-se de louco. Começou a arranhar as portas e a babar.
Aquis ficou indignado. Precisavam levar a ele mais um louco? Não bastavam todos os que já estavam ali? É, parece que palácios são lugares de loucos...
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos que Saul decidiu matar Davi. Ele precisa fugir. Jônatas, seu grande amigo, o ajuda. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html
Continuamos agora, através do capítulo vinte e um de 1 Samuel.
Davi vai até Nobe para encontrar-se com o sacerdote Aimeleque. Quando Aimeleque o viu, teve medo. O que Davi estava fazendo ali sozinho?
Davi disse-lhe que estava em uma missão secreta. Pediu algo para comer.
O sacerdote disse que não tinha nada além dos pães consagrados ao Senhor. Se ninguém tivesse se contaminado deitando-se com mulher, podia comer. Davi pegou os pães sagrados, que haviam sido trocados naquele dia. Estavam frescos.
Sempre há pães frescos na presença do Senhor, disponíveis para nós.
Também perguntou se havia alguma lança ou espada que pudesse usar. Havia saído tão apressadamente que não teve tempo de armar-se.
A espada de Golias estava ali. Era a única arma. Aimeleque disse que Davi podia levá-la.
Um problema: Doegue, de Edom, chefe dos pastores de Saul, estava ali cumprindo alguma promessa ao Senhor e viu Davi. Será que contará a Saul que o viu ali?
Davi pegou a espada e os pães. Fugiu até Gate. Apresentou-se ao rei Aquis. Mas, enquanto estava ali, ouviu os oficiais do rei perguntando entre si se aquele não era Davi, o rei da terra de Israel, que cantavam a canção (aquela que Saul detestava) que Saul matou milhares e Davi dezena de milhares.
Quando Davi ouviu esses comentários ficou com muito medo de ser morto. Como não podia fingir-se de morto, fingiu-se de louco. Começou a arranhar as portas e a babar.
Aquis ficou indignado. Precisavam levar a ele mais um louco? Não bastavam todos os que já estavam ali? É, parece que palácios são lugares de loucos...
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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