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quinta-feira, 21 de março de 2019

1 Samuel 31.1-13

Leitura do dia 21/03.

Na postagem anterior vimos Davi sendo dispensado pelos filisteus. Tinham medo dele se voltar contra eles. Também vimos Ziclague sendo destruída e saqueada. Davi pediu orientação ao Senhor e recuperou tudo que havia perdido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-291-3031.html

Agora, continuamos. Estamos no capítulo trinta e um de 1 Samuel. O último capítulo deste maravilhoso livro.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html

Enquanto Davi estava em uma guerra contra os amalequitas que os saquearam, Israel estava sendo atacado pelos filisteus.

Como foi bom Davi não ter ido!

Os filisteus atacaram Israel de tal maneira que Israel fugiu. Muitos foram mortos nas encostas do monte Gilboa. Entre eles, os três filhos de Saul, Jônatas, Abinadabe e Malquisua.

Jônatas, meu querido e admirável benjamita, morre, por causa das decisões erradas de seu pai. Assim como seus irmãos. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/ainda-falando-sobre-as-estrategias-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-141-23.html

É muito triste. Não será mais o segundo no reino de Davi.

Este capítulo é, para mim, um dos mais tristes de toda a Bíblia. Quando estive no monte Gilboa, chorei feito uma criança. Chorei por Saul por todos os que abandonam o Senhor durante a caminhada. Chorei por Jônatas e por todos que são levados à morte por seus pais e líderes, como ele e seus irmãos foram.

A batalha tornou-se muito intensa ao redor de Saul, até que os arqueiros o atingiram. Ficou gravemente ferido. Não haveria saída para ele.

Por não querer que os filisteus o torturassem e zombassem, pediu que seu escudeiro o matasse.

O escudeiro não teve coragem. Então Saul se lançou sobre sua própria espada. Quando viu que Saul morrera, o escudeiro fez o mesmo.

Quando os israelitas que moravam nas redondezas souberam, abandonaram suas casas. Fugiram. Os filisteus foram até elas e as ocuparam. A terra, as cidades e as casas que o Senhor havia dado a Israel.

No dia seguinte, quando estavam saqueando os mortos, viram Saul e seus três filhos no monte Gilboa. Cortaram a cabeça de Saul. Removeram sua armadura.

Anunciaram o ocorrido em toda sua terra. Colocaram a armadura de Saul no templo de Astarote e penduraram seu corpo no muro de Bete-Sã. Com o dos seus filhos.

Quando os habitantes de Jabes-Gileade souberam, seus guerreiros mais valentes viajaram a noite toda. Foram a Bete-Sã. Tiraram o corpo de Saul e de seus filhos do muro. Enterraram seus ossos debaixo de uma tamargueira em Jabes. Jejuaram sete dias.

O livro termina assim. De maneira trágica. Felizmente existem homens corajosos assim, que deram a Saul e seus filhos um lugar decente.

Nem sempre a vida é como gostaríamos que fosse. Como um delicioso romance que acaba bem. Na vida, diferente dos romances, quem toma as decisões somos nós, não o autor.

Que aprendamos a tomar as decisões certas. Não apenas por nós. Por nossos filhos. Nossa descendência. Pelas pessoas que amamos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Saul não precisava ter terminado assim. Como Davi disse, poderia morrer de velhice. Mas, quando abandonou ao Senhor, era certo que colheria o resultado de suas ações. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Fico feliz por Davi não ter ido a essa guerra. A guerra em que seu melhor amigo morreu. Seria ainda mais triste.

E agora? O que acontecerá com ele?

Continuamos amanhã. Leremos 2 Samuel, do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

1 Samuel 29.1-30.31

Leitura do dia 21/03.

Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro de 1 Samuel.

Ontem vimos Davi poupando novamente a vida de Saul e ir morar com os filisteus por medo de Saul o encontrar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-261-2712.html

Também vimos, com grande tristeza, Saul procurar uma médium e acreditar que estava falando com Samuel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-281-25.html

Hoje, continuamos nossa leitura. Serão os três últimos capítulos desse fantástico livro.

Na primeira postagem, os capítulos vinte e nove e trinta.

Lembra que Aquis, rei de Gate disse que Davi e seus homens iriam com ele? Pois é, os outros comandantes filisteus não concordaram. Tinham medo de que, no meio da batalha, Davi fosse contra eles e os entregasse nas mãos de Saul para obter seu perdão. Não sabiam que Davi não havia feito nada para ser perdoado.

Aquis tentou convencê-los dizendo que desde que Davi chegara, não viu uma falta sequer nele. Mas não teve jeito. Precisou conversar com Davi e dispensá-lo, para não desagradar os outros comandantes.

Davi perguntou o que fizera para merecer tal tratamento. Aquis respondeu que o via tão leal como um anjo de Deus, mas os outros comandantes não queriam que ele e seus homens fossem para a guerra.

No dia seguinte, assim que clareou, Davi e seus homens voltaram para casa. Os filisteus seguiram para Jezreel. Como falei em alguma postagem anterior, Jezreel é um lugar amplo, onde dois exércitos podem se enfrentar, como se fosse um campo próprio para guerra.

O caminho de volta levou três dias. Quando chegaram a Ziclague viram que os amalequitas (esse povo dá trabalho) tinham destruído e queimado a cidade. Não havia nenhum morto. Também não havia ninguém. Levaram as mulheres, as crianças e os demais. Como prisioneiros.

Davi e seus homens choraram e lamentaram até não ter mais forças. Seus homens ficaram tão amargurados que falaram em apedrejá-lo. Davi ficou muito aflito. Mas, encontrou forças no Senhor. Não podia ficar prostrado. Tinha que agir.

Pediu que Abiatar, o sacerdote, trouxesse o colete sacerdotal. Perguntou ao Senhor se deveria perseguir os saqueadores e se teria êxito em alcançá-los. O Senhor respondeu que sim. Certamente recuperaria tudo o que fora roubado.

Davi e seus seiscentos homens partiram. Quando chegaram ao ribeiro de Besor, duzentos homens ficaram. Estavam exaustos para atravessar o ribeiro e continuar a perseguição. Ficaram com as bagagens. Os demais continuaram.

No caminho encontraram um rapaz. Levaram-no a Davi. Deram-lhe comida e água. Fazia três dias e três noites que não comia, nem bebia nada. Após comer e recuperar suas forças, Davi perguntou a quem pertencia. E de onde vinha.

Ele disse que era egípcio. Escravo de um amalequita. Seu senhor o abandonara porque ficara doente. Eles estavam voltando de um ataque que fizeram a Ziclague.

Davi pediu que o levasse aos saqueadores. O rapaz respondeu que se Davi jurasse, por Deus, que não o mataria, ele os levaria. E assim foi.

Os amalequitas estavam espalhados. Comendo. Bebendo. E festejando pelo saque que haviam empreendido. Tinham saqueado muitos bens. Tanto na terra dos filisteus, como em Judá.

Davi e seus homens caíram sobre eles. Mataram muitos. Apenas quatrocentos escaparam, montados em camelos.

Recuperaram tudo. Como o Senhor falara. Não faltou absolutamente nada.

Quando chegaram ao ribeiro onde os duzentos homens haviam ficado, eles saíram ao encontro de Davi e os demais. Ele os cumprimentou com alegria.

Mas, entre eles haviam alguns homens que a Bíblia chama de perversos. Eles falaram que não dividiriam os despojos com os que ficaram. Que ficassem apenas com suas mulheres e seus filhos. E fossem embora.

Davi disse que não seria assim. Que não deveriam ser egoístas com o que o Senhor lhes dera. Tudo seria dividido igualmente. Entre todos. Ele fez disso um decreto. Quem ficasse com a bagagem teria o mesmo direito dos que fossem à guerra.

Quando chegou a Ziclague enviou presentes aos líderes de Judá, que eram seus amigos. Um presente que fora tirado dos inimigos do Senhor. Os presentes foram enviados por todos os lugares onde Davi passara.

Que aprendamos a buscar ao Senhor em tudo. Davi estava muito aflito. Prestes a ser morto, a pedradas. Ao invés de se defender, se fortaleceu no Senhor. Sabia que precisava ir atrás dos saqueadores, mas antes, buscou Sua orientação e a seguiu. Com certeza estava exausto, mas prosseguiu naquilo que precisava fazer.

Que aprendamos a respeitar os limites dos outros, assim como os nossos. Davi não criticou os que ficaram. Ele os apoiou.

Que aprendamos a dividir as bênçãos que o Senhor tem nos dado. Davi dividiu com os duzentos que não aguentaram seguir. E deu presentes a seus amigos, que o haviam apoiado em algum momento.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 20 de março de 2019

1 Samuel 28.1-25

Leitura do dia 20/03.

Na postagem anterior, vimos Davi poupar a vida de Saul mais uma vez. Vimos também que se escondeu entre os filisteus. Teme que Saul coloque suas mãos nele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-261-2712.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e oito de 1 Samuel.

Mais uma vez os filisteus reúnem suas tropas para guerrear contra Israel.

Aquis, rei de Gate, avisa a Davi que ele e seus homens, que o servem, irão à batalha. Davi concorda e diz que agora Aquis verá como eles são guerreiros valorosos. Aquis diz que Davi será seu guarda pessoal enquanto Aquis viver.

Não quero ver Davi lutando contra Israel, seu povo. O povo que ele reinará um dia.

Saul reúne seu exército em Gilboa, mas quando vê o tamanho do exército dos filisteus, entra em pânico. O medo o domina.

Ele consulta ao Senhor, que não o responde, nem por sonhos, nem pelo Urim, nem através de algum profeta. Diferente da vez em que o Senhor não lhe respondeu e ele, imediatamente sabia que havia algo errado, que alguém tinha-se feito culpado perante Ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-261-2712.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html

Agora, sem comunhão com o Senhor, desesperado, ele, que havia expulsado de Israel todos os médiuns e os que consultavam os espíritos dos mortos, pede que seus conselheiros procurem uma mulher que seja médium, para que pergunte a ela o que deve fazer.

Que conselheiros são esses? Ao invés de aconselhar Saul a não acrescentar mais esse pecado à sua lista de pecados, eles vão atrás de uma médium e a encontram.

Saul se disfarça. Quando a encontra explica que precisa falar com um homem que já morreu. Ela fica temerosa. Diz que todos sabem o que Saul fez com aqueles que falavam com os espíritos dos mortos. Ele jura pelo Senhor que não lhe acontecerá nada. Está tão desnorteado que jura pelo Senhor proteger a médium. Jura pelo Senhor fazer algo completamente contrário aos Seus mandamentos.

Quando a mulher concorda, pergunta que espírito deve invocar. Saul responde que Samuel. Quando ela, supostamente vê Samuel, reconhece Saul e grita que ele a enganou. Mas ele diz para ela não ter medo e pergunta quem está vendo.

A mulher responde que um idoso com uma capa. Saul entende que era Samuel. Acreditando que fosse ele, conversa com o espírito. Que diz que Israel será derrotado e ele e seus filhos morrerão.

Ao ouvir notícias tão terríveis, Saul cai estendido no chão, paralisado de terror. Estava fraco. Não havia comido aquele dia. Continua sendo imprudente, indo à guerra sem se alimentar.

A mulher pede para que Saul a deixe alimentá-lo. Ele se recusa a comer. Seus servos insistem muito com ele, até que resolve comer.

Ela estava engordando um bezerro. Depressa o matou e fez para Saul e seus conselheiros. Eles comeram. Depois saíram.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Antes de iniciar a leitura de amanhã, quero convidá-lo a ler o texto “Saul podia ter dado certo”.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Como meu coração fica em pedaços quando vejo o que Saul fez com sua vida. Cada vez mais afastado do Senhor, como se estivesse em queda livre, abismo abaixo.

Amanhã continuamos através dos últimos capítulos de 1 Samuel. Leremos do capítulo vinte e nove ao capítulo trinta e um.

Espero você. Até lá.

1 Samuel 26.1-27.12

Leitura do dia 20/03.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Samuel, meu preferido.

Ontem vimos Davi protegendo Queila, mas não sem antes pedir orientação ao Senhor, ainda que parecesse óbvio. Saul continua sua perseguição ferrenha. O Senhor o entregou nas mãos de Davi, mas ele o poupou. Não tocará no ungido do Senhor. Jamais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-241-22.html

Também vimos seu pedido a Nabal. Sua decisão de matar todos os homens daquela casa. E seu encontro com Abigail, mulher inteligente e bonita, que livrou sua casa da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-251-44.html

Hoje continuamos nossa caminhada, do capítulo vinte e seis ao capítulo vinte e oito.

Nesta primeira postagem, leremos os capítulos vinte e seis e o vinte e sete.

Mais uma vez uns homens de Zife foram a Saul e lhe contaram onde Davi estava escondido. Novamente Saul escolhe três mil de seus melhores soldados. E sai em perseguição a Davi.

Davi fica sabendo. Envia espiões para confirmar. Depois de confirmado, ele mesmo vai ao acampamento. Quer dar uma olhada. Tentar descobrir alguma coisa.

Pergunta a Aimeleque, o hitita e a Abisai, filho de Zeruia quem se oferece para ir com ele. Abisai se oferece, mais que depressa.

Quando entram no acampamento, veem Saul e Abner dormindo dentro de um círculo formado por seus homens. A lança de Saul está fincada ao seu lado, no chão. Os soldados também dormem.

Abisai disse a Davi que agora, certamente, o Senhor o entregara em suas mãos. Pediu que Davi o deixasse ir e encravar a lança em Saul. Seria necessário apenas um golpe.

Davi ordena que Abisai não o mate. Ninguém que ataque o ungido do Senhor será considerado inocente. E mais uma vez pede que o Senhor o livre de matar seu ungido.

Davi pega a lança e o jarro de água que estavam perto de Saul. Vai embora. Ninguém os viu. Ninguém acordou. O Senhor fez cair um profundo sono sobre eles.

Como não admirar um homem desses? Enquanto Saul prepara armadilhas para matar Davi com as mãos de outros, Davi impede qualquer um que deseja matá-lo. E que autoridade ele tem! Consegue dominar seiscentos homens, que adorariam ter Davi como rei. Teriam suas dívidas perdoadas. Seria muito bom para eles.

Quando Davi está a uma distância segura, grita para Abner, chefe do exército de Saul, ordenando que acorde.

Abner fica indignado. Quem ele era para acordar o rei aos gritos?

Davi responde que Abner é um grande homem. Incomparável. Então, por que não protegeu o rei, seu senhor? Ele e seus homens mereciam morrer. Onde estão a lança e o jarro do rei?

Saul reconhece sua voz. Pergunta se era ele mesmo.

Davi responde que sim. E pergunta porque “seu senhor” continua a perseguí-lo. O que havia feito? Qual era seu crime?

Não consegue entender a inveja de Saul. Em nenhum momento seu reino correu qualquer risco de um golpe por Davi. Ele sabia esperar. Não colocaria “os carros à frente dos bois”. Esperaria o tempo do Senhor.

Fala a Saul que se foi o Senhor quem o incitou contra ele, que o Senhor aceite sua oferta. Mas, se foram os homens, que o Senhor os amaldiçoe. Por causa disso, Davi foi expulso de seu lar. Não pode mais viver entre seu povo. Querem que ele sirva a outros deuses. Será que deve morrer longe do Senhor, em terra estrangeira?

Saul responde que pecou. Manda Davi voltar para casa. Não mais o procurará para fazer-lhe mal. Sua vida foi considerara importante para Davi. Reconhece que tem sido insensato e tem cometido erros graves.

Davi pede que o rei mande um de seus servos para recuperar sua lança. Sua oração é que o Senhor considere sua vida preciosa, como considerou a vida de Saul.

Saul responde abençoando Davi. Sabe que realizará muitos feitos heroicos e com toda certeza será bem sucedido.

Mais um encontro entre os dois. Mais uma vez Davi poupa Saul. Mais uma vez Saul volta para casa. Davi não.

Ele pensa que um dia Saul o cercará. Resolve ir para a terra dos filisteus. Acha que lá estará seguro.

Ele e seus seiscentos homens vão a Aquis. Agora não teme. Não está mais sozinho. Davi, seus homens e suas famílias se estabelecem em Gate.

Quando Saul fica sabendo, deixa de perseguí-los.

Davi pede a Gate para morar no campo. Não via necessidade de morar na cidade real. Aquis lhe dá Ziclague.

Dali, Davi e seus homens partiam e atacavam os gesuritas, os gersitas e os amalequitas. Não deixava ninguém vivo, para que Aquis não soubesse onde estava atacando.

Quando Aqui perguntava, dizia que havia atacado o sul de Judá, a região dos jerameelitas e dos queneus, assim o rei acreditava que Davi era odiado em Israel e o serviria para sempre.

Que aprendamos a agir com Davi. Esperar o tempo certo para o cumprimento das palavras do Senhor, sem passar por cima de nada, muito menos de alguém.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 19 de março de 2019

1 Samuel 25.1-44

Leitura do dia 19/03.

Na postagem anterior, vimos Davi poupar a vida de Saul, quando poderia matá-lo. Não tocaria no ungido do Senhor. Jamais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-241-22.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte e cinco de 1 Samuel.

Samuel morre. Todo Israel lamenta sua morte. Enterram-no em Ramá, onde vivia.

Davi vai ao deserto de Maom. Ali mora um homem rico, Nabal. Sua esposa era inteligente e muito bonita, chamava-se Abigail. Nabal tinha propriedades na região do Carmelo. Possuía três mil ovelhas e mil cabras. Era a época da tosquia.

Nabal era descendente de Calebe. Mas, diferente de seu antepassado, era rude e perverso. Em tudo que fazia.

Quando Davi soube que ele estava na tosquia das ovelhas, enviou dez de seus homens. Ordenou que o saudassem com paz. Que contassem a ele que, enquanto seus pastores estiveram com eles, nada lhes foi roubado. Agora, pediam que fosse bondoso com eles. Era uma época de celebração. Que tivesse a bondade de repartir com eles e com seu amigo Davi, o que pudesse de seus mantimentos.

Os homens de Davi falaram com Nabal. Ele respondeu com desprezo. Não sabia quem era “aquele tal de Davi”. Quem “o filho de Jessé” acreditava que era? Não ia lhe dar nada. Não ia dar o que lhe pertencia a um bando que não sabia de onde vinha.

Quando os mensageiros contaram a Davi, ele colocou sua espada à cintura. Seus homens também. Quatrocentos deles foram com ele. Duzentos ficaram com a bagagem.

Felizmente, um servo de Nabal, que era prudente e sábio, viu quando os mensageiros foram e o que seu senhor respondera. Correu imediatamente onde estava Abigail e contou-lhe. Disse que ela era a única esperança. Temia por um grande mal.

Contou a Abigail que os homens de Davi foram para eles e as ovelhas, como um muro de proteção. Não adiantava argumentar com Nabal, era tão cruel que ninguém conseguia falar com ele.

Abigail imediatamente providenciou uma farta quantia de mantimentos. Colocou em jumentos. Ordenou que seus servos fossem à frente dela. E foi. Não contou nada a Nabal.

Quando entrava em um desfiladeiro, montada em seu jumento, avistou Davi e seus homens. Seu coração deve ter disparado. Quatrocentos homens estavam indo à sua casa, com toda certeza, para uma grande vingança.

Davi havia acabado de falar que não deixaria nenhum homem vivo até o amanhecer.

Quando Abigail o viu, desceu depressa de seu jumento. Curvou-se diante dele. Com o rosto em terra. Caiu a seus pés. Disse que a culpa era toda sua. Que Davi ouvisse o que ela, sua serva tinha a dizer.

Enquanto Davi é o meu preferido, essa mulher, Abigail, é minha preferida. Sabe como agir.

Ela disse a Davi que Nabal era um homem perverso. Que não lhe desse atenção. Era um insensato, como seu nome indicava. Ela não vira os homens que Davi enviara.

Disse também que, assim como o Senhor vive, Davi podia estar certo de que foi enviada para impedir que promovesse justiça com as próprias mãos e assim, manchasse o reinado que teria. Estava lhe entregando um presente. Para ele e seus companheiros. Que aceitasse. E a perdoasse, se de alguma maneira o tivesse ofendido.

Ao contrário de Nabal, sabia exatamente quem Davi era. E o abençoou, desejando que sua dinastia fosse duradoura, por estar lutando as guerras do Senhor. E que o Senhor o livrasse de fazer mal, durante toda a sua vida.

E, mesmo quando Davi fosse perseguido (ela sabia o que estava acontecendo), sua vida estava segura no Senhor, protegida como um tesouro. Quanto aos seus inimigos, desapareceriam como pedras lançadas de uma funda (como Golias).

Quando o Senhor fizesse a Davi tudo que lhe prometera e o tornasse rei sobre Israel, por não ter se vingado, não haveria peso em sua consciência por ter derramado sangue inocente.

Parece que Abigail conhece a consciência de Davi! Deve ter ouvido que Davi cortara a borda do manto de Saul e ficara com a consciência pesada.

Pediu a Davi que, quando o Senhor tivesse feito grandes coisas a seu favor, que se lembrasse dela, sua serva.

Abigail sabe não apenas quem Davi é, mas quem o Senhor é em sua vida e as promessas tem lhe dado.

Davi louvou ao Senhor pela vida dessa mulher de bom senso! Teve certeza de que fora o Senhor quem a enviara. E a abençoou.

Aceitou seus presentes. Ordenou que voltasse em paz para sua casa. Ele a atenderia.

Quando chegou em casa, Abigail viu que Nabal estava oferecendo um banquete digno de um rei. Se divertia e já estava muito embriagado. Não lhe contou nada. Era realmente um mulher inteligente.

Na manhã seguinte, quando Nabal estava sóbrio, ela contou. Nabal, de tão apavorado, teve um mal súbito. Ficou completamente paralisado. Depois de aproximadamente dez dias, o Senhor o feriu. Ele morreu. Colheu a consequência de seus próprios pecados.

Quando Davi soube, louvou mais uma vez ao Senhor por não ter se vingado com suas próprias mãos.
Mandou mensageiros a Abigail, pedindo-a em casamento.

Ela respondeu que iria. Que ficaria contente em se casar com ele. Rapidamente se arrumou, tomou cinco servas e foi com os mensageiros. Assim, tornou-se esposa de Davi.

Davi também tomou como esposa Ainoã, de Jezreel. Saul dera Mical, sua filha, esposa de Davi, a Palti, um homem de Galim.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Gostaria de convidá-lo a ler o texto “Abigail, enxergava como Deus“ antes de iniciar a leitura de amanhã. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/abigail-enxergava-como-deus.html

Que o Senhor nos ensine a enxergar como Ele. Nos ensine a reconhecer Seus ungidos. Enxergar seu futuro. E respeitá-los.

Continuaremos, amanhã, do capítulo vinte e seis ao capítulo vinte e oito.

Espero você. Até lá.

1 Samuel 24.1-22

Leitura do dia 19/03.

Na postagem anterior, vimos Davi fugindo de Saul. Jônatas o anima a ficar firme no Senhor. E o Senhor livra Davi, no instante exato em que seria preso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-231-29.html

Agora, continuamos nossa caminhada através do capítulo 24 de 1 Samuel

Quando Saul volta da luta contra os filisteus, fica sabendo que Davi fugiu para En-Gedi. Escolhe três mil de seus melhores soldados e vai à procura de Davi.

No caminho, Saul entra em uma caverna para fazer suas necessidades. É, acontece. Até com os reis.

A caverna que entrou, era justamente o esconderijo de Davi e seus homens.

Quando os homens de Davi veem Saul “naquela condição”, imediatamente falam que é a oportunidade de Davi. Era uma oportunidade tão extraordinária que chegaram a dizer que o Senhor estava falando naquele dia que certamente entregara seu inimigo em suas mãos. Davi devia fazer o que quisesse.

Que perigo! Não é porque acontece algo assim, que significa termos que desembainhar nossa espada e agir.

Davi foi devagar até onde Saul estava e cortou um pedaço da borda de seu manto. Apenas.

Sabe o que aconteceu?

Imediatamente sua consciência pesou. Davi é um homem temente ao Senhor. Sensível. Não pode sequer cortar um pedaço da roupa de Saul. Ele diz a seus homens que o Senhor o livre de atacar o homem que o Senhor ungiu. Conteve seus homens. Não deixou que matassem Saul.

Davi me deixa maravilhada. Sua sensibilidade. Fez algo aparentemente tão simples. Não matou Saul. Sequer o feriu. Mas, sua consciência, a consciência de um homem que anda com o Senhor diariamente, na mesma hora o acusa. E ele detém seiscentos homens que desejam a mesma coisa, matar Saul.

Voltaram para o interior da caverna. Quando Saul já estava a uma distância segura, Davi sai e grita, chamando-o de seu senhor e rei. Quando Saul olha para trás, Davi, com todo respeito, se curva com o rosto em terra. Aquele que se tornará o maior rei de Israel, se prostra diante de Saul. O rei que se tornou desequilibrado.

Grita a Saul perguntando porque ele dá ouvidos a homens que dizem que Davi procura fazer-lhe mal. Hoje o rei pode ver com seus próprios olhos que não é verdade. Davi diz que o Senhor o entregou em suas mãos. Que seus homens queriam que o matasse, mas ele o poupou. Jamais fará mal a Saul, ele é o ungido do Senhor, o rei.

Davi mostra a Saul, chamando-o de pai, o que tem em suas mãos. Um pedaço da borda de seu manto. Uma prova cabal de que não procura seu mal. Ainda que Saul o esteja perseguindo com a intenção de matá-lo.

Davi fala que talvez o Senhor castigue Saul por estar lhe perseguindo daquela forma, mas ele jamais estenderá sua mão para fazer mal ao rei. Cita um provérbio que diz que de pessoas perversas, vêm atos perversos. Ele não é assim. O rei pode estar certo de que jamais o fará mal. Que o Senhor julgue entre ambos. E seja seu defensor, para livrá-lo das mãos de Saul.

Saul fica pasmo com a atitude de Davi. Ele chora. Pergunta se é ele mesmo, chamando-o de filho. Diz que Davi é mais justo que ele. Pagou o mal com o bem. Foi extremamente bondoso. Ninguém além dele deixaria um inimigo escapar assim.

Saul abençoa Davi. E reconhece publicamente que será rei sobre Israel e será bem sucedido. Pede que Davi jure não exterminar sua família.

Naquele tempo, quando um rei assumia o trono, matava todos os descendentes do rei anterior. Eliminando quaisquer riscos de uma guerra entre a antiga e a nova dinastia.

Davi jura. Saul volta para casa. Davi e seus homens, para a fortaleza. Não pode confiar em Saul. Não pode voltar para casa. Precisa continuar vivendo como um fugitivo. Até que o Senhor mude sua sorte.

Deveria estar vivendo ao lado de Saul, sendo como um filho para ele. Mas, o pecado de Saul, seu medo de perder sua posição e deixar de ser admirado, faz com que vivam como inimigos.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

1 Samuel 23.1-29

Leitura do dia 19/03.

Continuamos nossa caminhada através de 1 Samuel.

Estamos quase terminando este maravilhoso livro. Não quero acabar. Quero ler de novo e de novo. Tantas lições escondidas dentro de suas páginas!

Ontem vimos Jônatas e Davi unirem-se para descobrir se realmente Saul estava decidido a matar Davi. Estava.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html

Também vimos Davi fugindo de Saul e buscando ajuda com o sacerdote Aimeleque. Depois se escondeu na caverna de Adulão, onde quatrocentos homens se uniram a ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html

E, com muita tristeza, vimos Saul mandar matar Aimeleque e toda a sua família. 85 sacerdotes! Sua loucura cada vez maior. É muito triste quando alguém se afasta do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-221-23.html

Hoje, caminharemos através dos versículos vinte e três a vinte e cinco de 1 Samuel.

Na primeira postagem, o capítulo vinte e três.

Davi recebeu uma notícia. A cidade de Queila estava sendo atacada pelos filisteus. Estavam roubando as colheitas. Qual a atitude de um homem como Davi? Ele precisa salvar a cidade, é lógico. Foi ungido rei. Sabe que um dia ocupará esse lugar.

Mas não sai correndo feito um louco como se “fosse tirar a mãe da forca”. Não, ele sabe que livrar Queila e suas colheitas dos filisteus é importante. Não mais importante porém, que perguntar ao Senhor se deve ir. Se esta missão é dele, naquele momento.

Ele pergunta ao Senhor. O Senhor responde que sim, deve ir. E livrar Queila. Os homens de Davi não concordam. Falam que estão temerosos escondidos em Judá. Quanto mais, se forem lutar com os filisteus em Queila!

O que fazer? Davi consultou novamente o Senhor. E, novamente o Senhor lhe responde que deveria ir. Ele entregaria os filisteus em suas mãos. Agora, que o Senhor deu o resultado da batalha, os homens tomaram coragem. Ele e Davi foram a Queila.

Os filisteus foram massacrados. E saqueados. Davi e seus homens tomaram todos os seus rebanhos. E libertaram o povo de Queila.

Saul ficou sabendo que Davi estava lá. Gostou muito da notícia. Dessa vez Davi não lhe escaparia.  Ele estava encurralado, em uma cidade com portões e trancas. Saul acredita que o Senhor o entregara em suas mãos. Reuniu todo seu exército para ir a Queila e cercar Davi e seus homens.

Saul já está de tal forma desnorteado, que acredita que o Senhor o entregou Davi.

Davi fica sabendo dos planos de Saul. O que fazer? Qual seria nosso primeiro pensamento? Fugir?

Davi não. Seu primeiro pensamento é orar. Ele pergunta ao Senhor se Saul realmente irá atrás dele. O Senhor responde que sim. Então pergunta se os homens de Queila o entregarão, mesmo tendo ele acabado de salvar a cidade. O Senhor responde que sim, eles o entregarão.

Ele e seus homens fogem. Agora não são mais quatrocentos, são seiscentos homens. Andando sem rumo.

Quando Saul foi avisado de que Davi saiu de Queila, não foi mais para lá.

Davi ficou nas fortalezas do deserto. Saul o perseguia o tempo todo. Mas o Senhor não deixou que fosse achado.

Ah, se nós precisamos fugir para o deserto, que fiquemos nas fortalezas, como Davi. O Senhor estará conosco. Não permitirá que nossos inimigos nos encontrem. Ele nos esconderá embaixo de Suas asas. Estaremos seguros.

Certa vez, perto de Horesa, Davi ficou sabendo que Saul estava a caminho do deserto de Zife para matá-lo.

Algo lindo acontece. Jônatas vai a seu encontro. Anima Davi a permanecer firme no Senhor. A não temer. Sabe que seu pai nunca o encontraria e compartilhou sua convicção com Davi. Ele seria rei de Israel e Jônatas seria o segundo no reino. Jônatas disse a Davi que Saul também sabia disso.

Repito, que homem é esse Jônatas? Não se importa em ser o segundo. Sabe que Davi foi ungido rei. Não tem a pretensão de ficar com seu lugar. Quer estar no lugar que o Senhor tem para ele
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-incontestavel.html (não deixe de ler).

Eles renovam seus votos de amizade eterna. Jônatas, que não está com seu pai, perseguindo Davi, volta para casa. Davi continua em Horesa.

Os habitantes de Zife (tenho vontade de lhes dar uns cascudos, no mínimo), vão até Saul e lhe dizem que sabem onde Davi está escondido. Saul fica feliz. “Finalmente alguém se preocupou comigo”. Sua resposta é característica de sua condição deplorável. Comiseração.

Ele responde aos homens de Zife que, assim que encontrarem seu esconderijo, o avisem. Ele irá em seguida.

Davi e seus homens foram ainda para mais dentro do deserto, até à grande rocha. Lugar perfeito para se esconder. Na grande rocha que é Jesus.

Saul continua a procurá-lo. É sua obsessão. Não desiste. A perseguição fica ferrenha. Estão lado a lado. Cada um em uma montanha. Mas, no instante exato em que Saul e seus homens cercaram Davi e seus homens, para prendê-los, chegou uma mensagem. Ufa!

É assim que o Senhor age. Nunca chega atrasado. É no instante exato.

A mensagem dizia que os filisteus estavam atacando Israel. Saul voltou correndo para lutar contra eles. Aquele lugar passou a ser chamado Selá-Hamalecote, “Pedra de escape”.

Jesus é nossa Selá-Hamalecote. Nosso escape sempre está nEle.

Davi saiu daquela região. Foi morar na região de En-Gedi.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 18 de março de 2019

1 Samuel 21.1-14

Leitura do dia 18/03.

Na postagem anterior, vimos que Saul decidiu matar Davi. Ele precisa fugir. Jônatas, seu grande amigo, o ajuda. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-201-42.html

Continuamos agora, através do capítulo vinte e um de 1 Samuel.

Davi vai até Nobe para encontrar-se com o sacerdote Aimeleque. Quando Aimeleque o viu, teve medo. O que Davi estava fazendo ali sozinho?

Davi disse-lhe que estava em uma missão secreta. Pediu algo para comer.

O sacerdote disse que não tinha nada além dos pães consagrados ao Senhor. Se ninguém tivesse se contaminado deitando-se com mulher, podia comer. Davi pegou os pães sagrados, que haviam sido trocados naquele dia. Estavam frescos.

Sempre há pães frescos na presença do Senhor, disponíveis para nós.

Também perguntou se havia alguma lança ou espada que pudesse usar. Havia saído tão apressadamente que não teve tempo de armar-se.

A espada de Golias estava ali. Era a única arma. Aimeleque disse que Davi podia levá-la.

Um problema: Doegue, de Edom, chefe dos pastores de Saul, estava ali cumprindo alguma promessa ao Senhor e viu Davi. Será que contará a Saul que o viu ali?

Davi pegou a espada e os pães. Fugiu até Gate. Apresentou-se ao rei Aquis. Mas, enquanto estava ali, ouviu os oficiais do rei perguntando entre si se aquele não era Davi, o rei da terra de Israel, que cantavam a canção (aquela que Saul detestava) que Saul matou milhares e Davi dezena de milhares.
Quando Davi ouviu esses comentários ficou com muito medo de ser morto. Como não podia fingir-se de morto, fingiu-se de louco. Começou a arranhar as portas e a babar.

Aquis ficou indignado. Precisavam levar a ele mais um louco? Não bastavam todos os que já estavam ali? É, parece que palácios são lugares de loucos...

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

1 Samuel 20.1-42

Leitura do dia 18/03.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Samuel. Cada vez que o leio, aprendo mais. E mais amo esse livro que tem tanto a nos ensinar.

Ontem vimos Samuel ungir Davi. Era um pastor de ovelhas. Do pasto foi para a corte. Não a sua. A de Saul. E foi serví-lo. Tocava para ele. Saul cada vez mais afastado do Senhor, precisava que alguém tocasse para se acalmar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html

Vimos também Golias desafiar o exército de Israel. Sem ninguém com coragem para assumir o desafio. Até que Davi chega. Assume e vence. Porque o Senhor era com ele. Tornou-se um soldado. Encontrou um verdadeiro amigo. E também um inimigo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-171-57.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-181-30.html

Saul, com inveja e medo de Davi, começa a perseguí-lo. Quer acabar com ele. Davi foge, ajudado por Mical, sua esposa, filha de Saul. Vai morar com Samuel, mas Saul vai atrás dele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-191-24.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte. Até o capítulo vinte e dois.

Davi foge de Saul. Encontra-se com Jônatas. Não consegue entender. Seu coração está cheio de perguntas. O que fez? Qual é seu crime? Que pecado cometeu para que Saul esteja tão decidido a matá-lo? Tudo isso, pergunta a Jônatas.

Jônatas responde que não será morto. Seu pai não faz nada sem contar-lhe antes. Existe uma amizade entre pai e filho aqui.

Davi, no entanto, fala a Jônatas que é certo que seu pai o matará. Não contou a ele porque sabe da amizade entre os dois e não quer ver o filho magoado.

A angústia de Davi é enorme. Ele compartilha com seu amigo que a separação entre ele e a morte é apenas um passo. Um passo!

A resposta de Jônatas é simplesmente maravilhosa! Responde com uma pergunta a Davi. “O que posso fazer para ajudá-lo?”

No dia seguinte era a festa da lua nova. Davi sempre estava presente à mesa do rei.

Ele combina com Jônatas que não irá. Ficará escondido. Se o rei não notar sua ausência, saberá que está tudo bem. Mas se o rei se irritar profundamente, saberá que o mal já foi decretado a seu respeito.

Jônatas afirma que no dia seguinte ou, no máximo, no próximo, encontrar-se-ão no mesmo lugar que estavam. Sairá com seu ajudante. Atirará algumas flechas. Se falar ao ajudante que as flechas estão mais à frente, Davi saberá que Saul decidiu realmente matá-lo.

Jônatas vai ao jantar. Davi fica escondido.

Na primeira noite, Saul vê o lugar de Davi vazio. Não dá muita importância. Provavelmente Davi fez alguma coisa que o deixou cerimonialmente impuro, ele pensa. Mas na segunda noite, pergunta a Jônatas.

Quando Jônatas responde, Saul fica completamente transtornado. Ofende Jônatas. Ofende a mãe dele. Diz a Jônatas que nunca será rei enquanto Davi estiver vivo. Ordena que vá atrás de Davi e o traga para ser morto. Vai matá-lo.

Jônatas não quer ser o rei. Não se importa com isso. Sabe da unção sobre Davi. Mais uma vez o defende diante de seu pai.

Saul fica tão furioso que pega sua lança e joga sobre Jônatas, com a clara intenção de matá-lo.

Mal posso acreditar que esse é o mesmo homem gentil e obediente, do início desse livro. Como o afastar-se do Senhor nos desumaniza! Não basta mais matar Davi, agora tem o desejo de matar seu próprio filho. Onde o ódio e a inveja podem chegar?

Jônatas levanta-se imediatamente da mesa. Está furioso. Não come. Está completamente frustrado pela forma como seu pai desonrou Davi publicamente. Seu pai também o desonrou publicamente, mas sua preocupação é com seu amigo, não com ele.

Jônatas é maravilhoso. Preciso repetir.

Na manhã seguinte ele e Davi encontram-se. Jônatas faz conforme o combinado. Depois manda seu ajudante embora. Davi sai de seu esconderijo. O rei ungido curva-se diante de Jônatas, o herdeiro natural do trono, três vezes. Com o rosto em terra.

Quando se despedem, choram muito. Uma amizade tão linda que agora precisa de distância, para segurança de ambos. Jônatas fala para Davi ir em paz. E que o Senhor os ajude a preservar para sempre o laço de amizade que existe entre eles, para que possa continuar entre seus descendentes.

Jônatas volta para sua casa. Davi não pode. Precisa fugir. Sua vida realmente está a um passo da morte.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

1 Samuel 19.1-24

Leitura do dia 17/03.

Na postagem anterior, vimos a ascensão de Davi. E a inveja de Saul. Que quer matá-lo de qualquer jeito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-181-30.html

Agora, continuamos no capítulo dezenove de 1 Samuel.

Saul instigou seus servos e seu filho Jônatas a matar Davi. Por causa da aliança de amizade que Jônatas e Davi tinham, Jônatas contou a Davi os planos de seu pai.

Pediu que Davi encontrasse um lugar para se esconder. Ele conversaria com o pai. E lhe contaria o que descobrisse.

Na manhã seguinte, Jônatas falou com seu pai. Disse-lhe muitas coisas boas a respeito de Davi. Coisas verdadeiras. Lembrou-lhe de Davi matando Golias. E de como Saul se alegrara. Não havia motivos para matar Davi.

Jônatas pediu a seu pai que deixasse esse plano de lado. Por que matar um inocente? Saul atendeu seu filho. Jurou que não mataria Davi.

Jônatas contou a Davi e levou-o a Saul. Davi continuou servindo Saul como fazia.

A guerra entre Israel e os filisteus continua. E Davi continua sendo vitorioso.

Certo dia, porém, quando Saul estava em casa, o espírito maligno se apoderou dele. Estava com uma lança na mão. Atirou-a contra Davi, para matá-lo. Seu coração devia estar cheio de inveja, medo e ódio de Davi, por isso o espírito maligno se apoderou dele. Havia brechas em seu coração.

Mais uma vez Davi fugiu. Saul enviou guardas à sua casa. Ordenou que assim que saísse de manhã, deviam matá-lo.

Mical, esposa de Davi e filha de Saul, o alertou. Falou que se não fugisse naquela noite, seria morto.
Ela o ajudou a fugir. Ele desceu por uma janela.

Ela pegou uma escultura, um ídolo do lar (o que estava fazendo em sua casa?) e colocou na cama, disfarçando.

Quando amanheceu o dia, os soldados foram prender Davi, para matá-lo. Mical disse que ele estava doente. De cama.

Os soldados foram a Saul e lhe informaram. Ele ordenou que voltassem e levassem Davi com cama e tudo. Iria matá-lo.

Quando os soldados chegaram ao quarto, viram que foram enganados. Saul ficou furioso. Perguntou a Mical porque ela o enganara, deixando seu inimigo escapar.

Que ótima oportunidade para Mical agir como Jônatas, seu irmão, e falar bem de seu marido. Ela, no entanto, disse que Davi a ameaçou de morte, o que, provavelmente, só aumentou o ódio de seu pai.

Davi foi encontrar-se com Samuel. Contou-lhe o que Saul fizera. E ficou morando com ele.

Quando Saul soube, enviou oficiais para que o prendessem. Quando os oficiais chegaram para prendê-lo, viram Samuel e um grupo de profetas que, naquele momento, profetizavam. O Espírito do Senhor apoderou-se dos soldados, que também profetizaram.

Saul enviou um segundo grupo. Aconteceu a mesma coisa. Enviou um terceiro grupo. Profetizaram também. Resolveu ir pessoalmente. Também profetizou. Durante a noite toda, diante de Samuel.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Que o Senhor nos livre de nos afastarmos dEle e invejarmos quem O segue fielmente.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte ao vinte e dois de 1 Samuel.

Davi continuará fugindo? Saul continuará a perseguí-lo, com essa gana de matá-lo?

Espero você. Até lá.

domingo, 17 de março de 2019

1 Samuel 18.1-30

Leitura do dia 17/03.

Na postagem anterior vimos Davi vencer um gigante de 2,90m. Porque o Senhor era com ele, ele ousou confiar. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-171-57.html

Agora, continuamos através das páginas do capítulo dezoito de 1 Samuel.

Quando Davi matou Golias, apresentou-se diante de Saul. Assim que a conversa com o rei acabou, imediatamente formou-se uma forte amizade entre Davi e Jônatas.

Saul não permitiu que Davi voltasse para Jessé. Deu-lhe várias missões. Todas cumpridas com êxito. Até que Saul lhe deu uma posição de comando em seu exército. Todos aprovaram. O povo e os oficiais.

Jônatas assumiu um compromisso solene com Davi. Ele o amava como a si mesmo. Selou sua aliança entregando a Davi seu manto. Também lhe entregou sua armadura, sua espada e seu cinturão. Jônatas deu a Davi suas próprias vestes. Sua defesa.

Quando o exército de Israel voltou após Davi ter matado Golias, as mulheres de todas as cidades esperavam por eles. Saíram ao encontro do rei. Cantavam e dançavam com alegria.

A letra da música não agradou Saul. Elas cantavam que Saul matara milhares. E Davi dezena de milhares.

Saul, que a essa altura, se importava completamente com a aprovação dos homens, ficou indignado. Disse que só faltava declararem Davi rei. A partir daí, Saul passou a olhar Davi com desconfiança.

No dia seguinte, um espírito maligno, enviado pelo Senhor, se apoderou dele. Saul começou a delirar em sua casa. Como um louco. Ah, o que a inveja pode fazer!

Como estava “destemperado”, Davi tocava para ele. Como costumava fazer. Saul tinha uma lança em suas mãos. Ele a atirou contra Davi. Queria matá-lo. Davi escapou. Duas vezes.

Sabe que Davi podia ter pego a lança e matado Saul, mas não o fez.

Saul temia Davi. Sabia que o Senhor o abandonara (por ele ter abandonado o Senhor antes), mas era com Davi.

Por causa desse medo, Saul o afastou de si. Nomeou Davi chefe de mil soldados. Devia ter esperança de vê-lo morto. Mas Davi dirigia as tropas vitoriosamente.

Em tudo que Davi fazia, tinha êxito. Saul ficou com mais medo ainda. Era notório que o Senhor era com ele.

Israel e Judá amavam Davi. Ele sabia como conduzir as tropas vitoriosamente. Agora Davi não é mais apenas um pastor. Tornou-se um soldado treinado. Um líder do exército de Israel.

Um dia Saul disse que estava na hora de dar-lhe sua filha Merabe, como prometera. Mas, antes, queria que Davi o servisse como um guerreiro valente. Continuando a lutar nas batalhas do Senhor. Pensava que Davi podia morrer na batalha, assim não “sujaria suas mãos”. Mas elas já estavam sujas, porque seu coração estava sujo.

Davi, no entanto, não se considerava bom o suficiente para ser genro do rei. Quando chegou o tempo de Saul entregar sua filha em casamento, ele a deu a outro.

Logo Saul ficou sabendo que sua outra filha, Mical, era apaixonada por Davi. Gostou da  notícia. Era mais uma chance para matá-lo.

Disse a Davi que tinha mais uma oportunidade para se tornar seu genro. Disse a seus servos que falassem com Davi que o rei gostava muito dele e queria muito que fosse seu genro.

Quando os servos de Saul falaram a Davi, ele respondeu que não tinha como pagar o dote da filha de um rei. Os homens contaram a Saul.

Saul, planejando matá-lo com a espada dos filisteus, disse que queria apenas cem prepúcios dos filisteus. Era o dote.

Os homens, que eram como bolas de “ping-pong”, para lá e para cá, falaram a Davi. Ele gostou da ideia. Antes do prazo, ele e seus homens atacaram os filisteus. Levaram a Saul não cem, mas duzentos prepúcios.

Saul lhe deu sua filha Mical. E temeu mais ainda a Davi. Viu que o Senhor era com ele. Viu que sua filha o amava. Tornou-se seu inimigo.

Davi era sempre o mais bem sucedido de todos os oficiais de Saul. Seu nome se tornou muito famoso.

Ainda que o inimigo nos arme emboscadas, se estivermos com o Senhor, Ele nos livrará, como fez com Davi.

Terminamos aqui. Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

1 Samuel 17.1-57

Leitura do dia 17/03.

Na postagem anterior, vimos Samuel ungir Davi, filho de Jessé, o caçula, rei sobre Israel. Mas, ao invés de ir ao palácio para reinar, ele vai para acalmar Saul, tocando para ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html

Continuamos agora, através do capítulo dezessete de 1 Samuel.

Novamente os filisteus reuniram-se para lutar contra Israel. Saul responde reunindo suas tropas. Eles ficam frente a frente. Cada um em uma colina. O vale entre eles.

Muitas vezes é o vale, onde não queremos estar, que nos separa de nossos inimigos.

Um guerreiro de Gate, chamado Golias, saiu das fileiras. Era muito alto. Um gigante. Com 2,90m de altura. Seu capacete era de bronze. Sua couraça de escamas também, pesava aproximadamente sessenta quilos. Usava caneleiras de bronze. No ombro carregava um dardo de bronze. A haste de sua lança era pesada e grossa, parecia o eixo de um tecelão. A ponta de ferro de sua lança pesava aproximadamente sete quilos. Seu escudeiro ia à sua frente.

Ufa! Só de ler sua descrição, fico apavorada! Não conseguiria carregar nem ao menos sua lança.
Consegue imaginar seu tamanho? Enquanto Saul, alto como era, impunha respeito e beleza, esse Golias, impõe completo pavor.

Ele grita às tropas israelenses que não havia necessidade de todos irem à guerra. Que apenas um soldado de Israel se apresentasse. Lutariam. Um contra um. Quem perdesse seria escravo do outro.

Quando Saul e seus guerreiros ouviram (e o viram), ficaram completamente aterrorizados e abalados. Lembre-se de Saul, como era corajoso! Agora está aterrorizado. E seus guerreiros? Eram os valentes e fortes de Israel. Abalados!

Davi estava indo e vindo de Belém. Ficava um pouco com Saul e voltava para ficar com seu pai, já idoso, e cuidar das ovelhas.

Quando os dois exércitos estavam acampados, cara a cara, Davi estava com seu pai. Jessé o chamou. Carregou o carro com mantimentos e presentes. Ordenou que Davi fosse encontrar seus irmãos no acampamento para ver como estavam. Queria notícias. Os três irmãos mais velhos de Davi serviam no exército de Saul.

Davi deixou as ovelhas com outro pastor e na manhã seguinte partiu, como seu pai ordenara. A unção não “subiu à sua cabeça”. Continua servindo. Continua obedecendo. Continua cuidando das ovelhas.

Enquanto isso, durante quarenta dias seguidos, Golias se apresentava e desafiava o exército de Israel. Pela manhã e à tarde. Eles permaneciam parados, aterrorizados e abalados. A espera de um milagre?

Quando Davi chegou ao acampamento, os exércitos estavam se reunindo. Cada um em uma colina. Israel com seus gritos de guerra. Os filisteus com o desafio de Golias.

Davi deixou os suprimentos com o responsável e correu à frente da batalha para conversar com seus irmãos. Estava conversando com eles quando Saul saiu das fileiras. Davi o ouviu gritando seu costumeiro desafio.

Isso lhe é familiar? O inimigo e seu costumeiro desafio?

Quando os israelitas, homens valentes, fortes e corajosos, viram Golias, começaram a fugir. Apavorados.

Comentavam uns com os outros que todos os dias ele desafiava Israel. O rei dissera que recompensaria quem o matasse. Uma ótima recompensa. O herói se tornaria genro do rei e sua família seria isenta de impostos. Mas quem tinha coragem? Ninguém!

Davi ouviu. Perguntou aos soldados próximos a ele qual seria a recompensa para quem matasse Golias.

E, pasme, Davi perguntou quem era aquele incircunciso para desafiar o exército do Deus vivo. Ele não enxerga a aterrorizante altura do gigante. Nem sua poderosa armadura. Ou sua voz de trovão gritando com Israel. Ele enxerga o que Golias era. Um incircunciso. Ou seja, alguém que não tinha uma aliança com o Senhor. Para que temê-lo? Diferente de Golias, ele e o Senhor tinham uma aliança.

Quando Eliabe, seu irmão mais velho, viu Davi conversando com os soldados, ficou furioso. Perguntou-lhe o que estava fazendo ali. Deveria estar tomando conta das poucas ovelhas de seu pai. Menosprezou Davi e seu trabalho. E Eliabe viu quando Samuel o ungiu. Pelo jeito, não levou a sério.

Disse mais. Disse que conhecia a arrogância e as más intenções de Davi. Estava ali apenas porque queria ver a batalha. Arrogância de Davi? Onde?

Davi responde que só havia feito uma pergunta. Saiu de perto de seu irmão e perguntou a mesma coisa a outros soldados. Recebeu a mesma resposta. Era surdo? Não. Precisava arranjar uma forma de ser convocado pelo rei. Não poderia aparecer diante dele e dizer que lutaria.

Saul foi avisado. E mandou chamá-lo.

Ah, amo como Davi se apresenta a Saul. Ele diz que ninguém precisa ficar preocupado com aquele filisteu. “Seu servo” lutaria com ele.

Saul responde que não é possível. Não pode lutar e vencer. É apenas um rapaz. Enquanto o filisteu é um guerreiro desde que era jovem.

Davi não se deixa intimidar. Contou que cuidava das ovelhas de seu pai. Quando um leão ou um urso vinha para levar uma de suas ovelhas. Ele saía atrás. Com seu cajado. Tirava o cordeiro da boca do animal. Se o animal o atacava, ele o segurava pela mandíbula e dava golpes, com o cajado, até o animal morrer. Fizera assim com um leão e com um urso. Faria o mesmo com aquele filisteu incircunciso. O Senhor que o livrou das garras do leão e do urso também o livraria do filisteu. Simples assim.

Saul acabou consentindo. Não havia ninguém mais na fila. Nenhum candidato. Apenas Davi.

Saul lhe deu sua própria armadura, sua couraça e seu capacete. Também de bronze.

Davi prendeu a espada e tentou andar. Não conseguiu. Nunca havia usado tais roupas. Não era um soldado. Era um pastor.

Tirou tudo. Pegou cinco pedras lisas de um riacho. Colocou em sua bolsa de pastor. Era o que ele era. Um pastor. Armado apenas com seu cajado e sua funda, apresentou-se ao filisteu.

Quando Golias viu, desprezou Davi. Riu do belo rapaz moreno que era. Perguntou se era um cachorro para que Davi fosse até ele com um pedaço de pau. Chegou a amaldiçoá-lo em nome de seus deuses. Disse que daria sua carne às aves e animais selvagens.

Davi respondeu que Golias o enfrentava com uma espada, mas ele ia enfrentá-lo em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel. Que ele desafiara. Disse que, naquele dia, o Senhor o entregaria em suas mãos.

Davi o mataria. Cortaria sua cabeça. E daria os cadáveres de seus homens às aves e aos animais selvagens.

E sabe o que Davi disse que aconteceria? Todo o mundo saberia que há Deus em Israel. E todos que ali estavam saberiam que o Senhor salva seu povo, mas não com espada e lança. A batalha era do Senhor. E Ele os entregaria nas mãos de Israel.

Se temos uma batalha para enfrentar e, com certeza temos, que sigamos com nossas armas. Não nos será de utilidade alguma vestir as roupas de outro. Precisamos das nossas. Precisamos ser quem somos. A batalha é nossa e do Senhor. E Ele nos livrará. Como já fez antes.

Não precisamos temer a “maldição de Golias”. Porque “Como o pardal que alça voo e a andorinha que atravessa o céu, a maldição imerecida não pousa sobre quem ela é dirigida”. – Provérbios 26.2

Nossa vitória mostrará quem o Senhor é. Há Deus em Israel. O mundo todo precisa saber! Davi era um jovem de visão. A revelação do Senhor era (e é) para o mundo todo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Quando Golias se aproximou para atacar, Davi foi correndo ao seu encontro. Colocou a mão em sua bolsa. Pegou uma pedra. E atirou com sua funda.

A pedra atingiu exatamente a testa de Golias. Ficou encravada. O gigante caiu. Para a frente. Rosto em terra. Onde estava sua aterrorizante força? Abatida.

Davi correu até ele, puxou a espada do gigante, e o matou. Depois, cortou sua cabeça.

Davi venceu o gigante. Com uma funda. E uma pedra. Aparentemente. A verdade é que o Senhor era com ele. Por isso, venceu.

Quando os filisteus viram, saíram correndo. Fugiram a toda velocidade.

Os soldados de Israel deram um grito de guerra em foram atrás. Até Gate. Até os portões de Ecrom. Os corpos dos filisteus ficaram pelo caminho. Depois, voltaram e saquearam o acampamento abandonado.

Pelo jeito Saul não se lembrava de Davi. Perguntou a Abner, o chefe de seu exército, quem era o pai daquele jovem. Abner não sabia.

Quando Davi voltou, após matar Golias, Saul perguntou-lhe quem era seu pai. Davi respondeu que era Jessé, de Belém.

Assim termina esse capítulo.

Antes da próxima postagem, leia o texto "Davi, você, eu e os processos".
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html

Espero você. Até já.

1 Samuel 16.1-23

Leitura do dia 17/03.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Samuel.

Ontem vimos que Saul viveu em constante guerra com os filisteus. Vimos também sua precipitação ao oferecer os holocaustos em lugar de Samuel. E seu juramento insensato.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-131-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-1424-52.html

Jônatas entra em cena em grande estilo. Coragem e fé.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-141-23.html

Saul derrota os amalequitas, mas ele e seu exército guardam o que viram de melhor, para sacrificar ao Senhor. Saul gostou de ser reconhecido. Amou a aprovação e a aceitação dos homens. Mais que a aprovação do Senhor. Seu reino foi rasgado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-151-35.html

Agora, leremos do capítulo dezesseis ao capítulo dezenove.

Um novo personagem aparece em cena. Meu preferido.

O Senhor falou com Samuel que ele, Samuel, já havia lamentado o suficiente por Saul. Ele reconhece que precisamos de um tempo de luto, mas depois é hora de olharmos para frente. E seguirmos.

Assim, o Senhor ordenou que Samuel enchesse uma vasilha com óleo e fosse a Belém. Lá, procuraria um homem chamado Jessé. Um de seus filhos era o escolhido do Senhor para ser rei em lugar de Saul.

“Quem será?” Eu pergunto. Samuel vai além. Preocupa-se com sua segurança. Como fará isso? Se Saul souber, o matará. Não é triste essa convicção de Samuel? Ele acredita piamente que o homem que ungira rei, por ordem do Senhor, o matará por perder o lugar e a posição que antes não queria.

Como sempre, o Senhor tem uma ótima estratégia. Ordenou que Samuel levasse um novilho e dissesse que foi oferecer um sacrifício ao Senhor. Jessé seria seu convidado. E o Senhor lhe mostraria qual de seus filhos Samuel ungiria.

Da primeira vez o Senhor mostrou a Samuel quem seria o rei. Agora, Ele mostra o pai. Será um dos filhos de Jessé. Samuel sai de casa sem saber qual. Nem conhece Jessé, quanto mais seus filhos.

Quando chegou a Belém, as autoridades da cidade receberam-no com temor. O que Samuel estava fazendo ali? Sua vinda era de paz? Ele responde que foi oferecer um sacrifício ao Senhor e os convida, ordenando que se purifiquem.

Quando Jessé e seus filhos chegaram, Samuel olha para Eliabe, o primogênito de Jessé e pensa “certamente é este o homem”.

O Senhor lhe diz que não. Ordenou que Samuel não o julgasse por sua aparência, nem sua altura. Ele o rejeitara. Porque vê diferente das pessoas. As pessoas julgam pela aparência exterior, o Senhor vê o coração.

Ah, como é difícil mudar nossa maneira de pensar. Quando Samuel viu Saul, aprovou-o na mesma hora. Lembra? Não havia ninguém como ele. Era o jovem mais bonito de todo o Israel. E mais alto que todos. Os homens mais altos batiam em seus ombros. Extraordinário. Quem não desejaria um rei assim, perfeito?

Pela forma como o Senhor falou, Eliabe era bonito e alto. Claro que, quando Samuel o viu, acreditou que seria ele. Certamente seria! Não era.

Jessé chamou seu filho Abinadabe, o segundo. Também não era esse o escolhido. Simeia, o terceiro. Também não. Samuel conheceu os sete filhos de Jessé. Um por um. Não era nenhum deles. Perguntou a Jessé se não havia outro filho.

Jessé respondeu que havia. Como assim? Por que não estava com eles, oferecendo o holocausto ao Senhor?

Jessé explica que falta o caçula. Ele estava no campo. Cuidando do rebanho.

Samuel ordenou que fosse chamado. Não comeriam enquanto não estivesse com eles.

Quando chegou, o Senhor disse a Samuel para levantar-se. Era aquele. Que fosse ungido. O jovem era moreno, de boa aparência e olhos bonitos. Seu nome é Davi, "amado". Samuel o unge diante de seus irmãos.

A partir daquele dia, o Espírito do Senhor veio poderosamente sobre ele.

Enquanto isso, o Espírito do Senhor se retira de Saul. Não há mais como conviver com ele. Saul afastou-se do Senhor. Não se arrependeu. Seu coração se endureceu.

O Senhor enviou um espírito maligno, que o atormentava. Essa é a consequência de nos afastarmos dEle. Saul estava colhendo o que plantara.

Seus servos reconheceram que estava atormentado. Sugeriram que fosse trazido à sua presença alguém que tocasse harpa. Assim, toda vez que ficasse atormentado, essa pessoa tocaria e ele se acalmaria.

Saul concordou. Mandou que encontrassem alguém.

Um de seus servos disse que conhecia um filho de Jessé, de Belém, que sabia tocar harpa. E, além de tocar, era um rapaz corajoso, apto para ir à guerra, tinha bom senso (raro em nossos dias), boa aparência e, mais importante (na minha opinião, espero que na sua também), o Senhor era com ele.

Claro que já chamou minha atenção. O Senhor era com ele.

Saul pediu que Jessé lhe enviasse Davi. Ele foi. Com presentes para o rei.

Preste atenção: Samuel o ungiu rei em lugar de Saul. Davi, o caçula de Jessé, seu oitavo filho, o cuidador do rebanho, o pastor de ovelhas. Rei. Mas o que acontece com ele? Apresenta-se para servir a Saul. Servir!

Saul gostou tanto dele que o fez seu escudeiro. E pediu a Jessé que o deixasse ali. Estava muito satisfeito.

Assim, dois homens que foram ungidos para ser rei, conviviam. Davi servindo Saul. E, toda vez que o espírito maligno afligia Saul, Davi tocava a harpa, até que Saul se acalmasse. Então o espírito se retirava dele.

Fico impressionada! Davi conquista meu coração, com sua humildade e submissão. Um bom rei precisa antes aprender a servir. E Davi está aprendendo. Primeiro cuidando do rebanho de seu pai. Agora, tocando para o rei, ao invés de ser ele, o rei.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Ate já.

sábado, 16 de março de 2019

1 Samuel 15.1-35

Leitura do dia 16/03.

Na postagem anterior vimos o voto insensato de Saul, que provocou o pecado de todo seu exército. Também vimos suas palavras precipitadas, que quase levaram Jônatas à morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-1424-52.html

Agora, continuamos através do capítulo quinze.

Um dia Samuel lembrou a Saul que fora ele quem o ungira rei. O Senhor o enviara com essa missão. Agora, havia mais uma mensagem do Senhor a ser entregue a Saul.

O Senhor resolveu “acertar as contas” com os amalequitas. Eles se colocaram contra Israel quando saía do Egito. Agora, Saul deveria ir e destruir completamente a nação amalequita. Ninguém seria perdoado. Nem sequer os animais.

Saul reuniu todo o exército. Duzentos mil soldados de Israel e dez mil de Judá. Armaram uma emboscada no vale. Antes, avisou aos queneus que saíssem de seu caminho. Eles foram bons com Israel. Não queria matá-los, nem mesmo acidentalmente. Eles saíram.

Saul atacou os amalequitas. E os derrotou.

Destruiu completamente o povo. Mas capturou Agague, o rei. Ele e seus homens pouparam Agague, assim como o melhor dos animais, ovelhas, gado, bezerros gordos e cordeiros.

Ao invés de obedecerem ao Senhor, destruíram apenas o que era de qualidade inferior ou não tinha valor.

Samuel ainda não havia encontrado Saul, mas o Senhor lhe contou que Saul havia se afastado dEle e se recusado a obedecê-Lo.

Samuel ficou tão triste, tão frustrado, que passou a noite todo clamando ao Senhor. Seu coração doía por Saul.

Na manhã seguinte, provavelmente sem dormir, foi atrás de Saul. Ficou sabendo que Saul fora para a região do Carmelo, onde levantara um monumento para si próprio. Sim, foi isso mesmo que lemos! Ele levantou um monumento para si. Não um altar para o Senhor.

Depois, foi a Gilgal. Quando Samuel o encontrou, Saul o cumprimentou todo feliz. Disse que cumprira a ordem do Senhor.

Samuel simplesmente pergunta que barulho de ovelhas e bois era o que estava escutando. Saul respondeu que os soldados haviam poupado o melhor das ovelhas e dos bois. Mas era por uma boa causa. Iam sacrificar ao Senhor.

Quando se trata de obedecer ou não, não existe “boa causa”. Apenas devemos obedecer, nada mais.

Samuel ordenou que Saul parasse de falar. Deveria ouvir o que o Senhor lhe falara naquela noite.

Saul quis saber o que o Senhor dissera. Samuel respondeu que embora Saul se considerasse insignificante aos seus próprios olhos, o Senhor o tornara líder de Israel. O Senhor também lhe dera uma ordem. Que destruísse completamente os amalequitas. Por que não obedeceu?

Aqui, vemos o problema de Saul. Sua autoestima era baixa. Ele gostou de ser líder. De ser estimado. Admirado.

Teimosamente, respondeu que obedecera. Cumprira a missão que o Senhor lhe dera. Apenas trouxera o rei Agague, mas destruíra todos os outros. E seus soldados trouxeram o melhor dos animais, para oferecerem ao Senhor, seu Deus.

Ele fala “seu” Deus. Não “meu” Deus, ou “nosso” Deus. Não era mais seu Deus? Quem era agora? Ele mesmo?

Samuel não desiste. Não se deixa convencer por desculpas esfarrapadas. Responde que obedecer é melhor que sacrificar. Submissão é melhor que a gordura de carneiros. E mais, a rebeldia é tão grave quanto a feitiçaria. E persistir no erro é como adorar ídolos. E pior, assim como ele rejeitou ao Senhor, o Senhor o estava rejeitando como rei.

Saul finalmente reconhece que pecou. Explica o motivo. Teve medo do povo. Por isso fez o que exigiram dele.

O mesmo homem que não ligou para os que o desprezaram, agora tem medo do povo. O mesmo homem que lutou contra Naás, que lutou contra todos os inimigos em redor de Israel, com medo do povo. Medo de não ser mais admirado e seguido.

Ele pede a Samuel que o perdoe. Por um motivo. Quer que Samuel o acompanhe no sacrifício.

Samuel repete que, uma vez que Saul rejeitou ao Senhor, Ele também o rejeitou. Parece que Saul não ouvira.

Saul não fala nada. Quando Samuel se vira para ir embora, porém, segura a barra de seu manto. Que rasga.

Samuel lhe diz que o Senhor rasgou dele o reino de Israel. E o entregou a outro. Alguém melhor que ele.

O que imaginamos a seguir? Que Saul se jogará no chão, rasgará suas vestes, colocará cinza sobre sua cabeça e clamará pelo perdão do Senhor? Pois bem. Ele diz que reconhece que pecou. Mas pede que Samuel vá com ele ao sacrifício, para que possa ser honrado diante de seu povo e diante de Israel.

Não se importa com a rejeição do Senhor! Não quer ser rejeitado por seu povo, nem por Israel.

Samuel resolve ir. Ordena que tragam Agague. Este vem todo satisfeito, achando que seria perdoado. Samuel o mata! Como o Senhor ordenara a Saul. Se Saul não cumpriu as ordens do Senhor, Samuel cumpre. O mesmo pode acontecer conosco. O que o Senhor ordenou, será cumprido. Se nos ordenou, que seja por nós, não por outro.

Samuel foi para Ramá. Saul voltou para Gibeá. Nunca mais os dois se viram. Samuel, porém, continuou lamentando o que acontecera com Saul.

O Senhor se arrependeu de ter estabelecido Saul como rei de Israel.

Meu coração fica pesado. E triste. Saul começou tão bem. Tinha tantas qualidades! Mas deixou que sua insegurança mandasse nele. Amou mais a aceitação dos homens, do que a aceitação do Senhor.

Não se importou em ser rejeitado pelo Senhor, desde que não fosse rejeitado pelos homens.

Que desejemos a aceitação, o reconhecimento e o favor do Senhor. Não dos homens. Que reconheçamos qual grave é a desobediência e o persistir no erro.

Terminamos hoje aqui.

Amanhã continuamos, através dos capítulos dezesseis a dezenove de 1 Samuel.

Espero você. Até lá.

1 Samuel 14.24-52

Leitura do dia 16/03.

Na postagem anterior vimos Jônatas, “o admirável”, iniciando uma batalha contra os filisteus. O Senhor o ajudou. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-141-23.html

Agora, o exército se reúne para ir atrás do inimigo. Mas, naquele dia, estavam completamente exaustos.

Saul, que cada dia toma atitudes mais insensatas, havia imposto um juramento também insensato.

Disse que seria maldito qualquer que comesse antes do anoitecer, antes que se vingasse de seus inimigos.

Seus guerreiros encontraram favos de mel no bosque, mas não haviam comido nada. O dia todo.

Em tempo de guerra, precisamos estar bem alimentado para conseguir perseguir os inimigos. Jejuemos antes. Não quando estivermos no meio da batalha.

Jônatas havia saído com seu escudeiro. Não ouviu quando seu pai fez o juramento. Ele também encontrou mel no bosque. Colocou a ponta de uma vara em um favo e comeu.

Também devia estar muito cansado. Havia subido entre os penhascos. Derrubado cerca de vinte homens. Mas, ao comer o mel, recuperou suas forças.

Quando um dos soldados viu, contou-lhe o que seu pai fizera. Jônatas disse que seu pai trouxera desgraça ao povo. Se os homens pudessem comer, a vitória sobre os filisteus teria sido muito maior. Teriam mais forças.

O exército israelita perseguiu e matou filisteus o dia todo. De Micmás a Aijalom. Ficaram cada vez mais fracos. Exaustos.

Assim que anoiteceu, tomaram apressadamente os despojos. Mataram ovelhas, bois e bezerros. Estavam tão esfomeados que comeram a carne com o sangue, o que o Senhor havia proibido terminantemente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/levitico-151-1716.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

Alguém contou a Saul. Ele disse que haviam cometido um grande pecado. Que procurassem uma pedra grande. Matassem ali os animais. E deixassem o sangue escorrer. Não deviam pecar contra o Senhor.

Um juramento insensato de um homem, provocou o pecado de um exército inteiro.

Começamos a perceber a diferença entre Saul e Jônatas. O que aconteceu com Saul? Como se perdeu dessa maneira no meio do caminho?

Ainda assim, naquela noite, construiu um altar para o Senhor. Foi o primeiro altar que construiu.

Depois, Saul quis continuar a perseguição. Queria perseguir os filisteus durante toda a noite. Saqueando-os até o amanhecer. Até destruir o último homem.

Seus homens, com as forças recuperadas, falaram que obedeceriam ao que ordenasse.

Mas, o sacerdote lembrou-lhe que primeiro consultassem ao Senhor. Então Saul O consultou. Apenas após o sacerdote lembrá-lo.

Consultaram. O Senhor não respondeu. Saul percebeu que algo estava errado. Alguém havia pecado.

Mais uma vez se precipita. Diz que o culpado morrerá, ainda que seja seu filho Jônatas.

Todos ficaram calados.

Saul disse que ele e Jônatas ficariam de um lado e os demais de outro. Ele orou. Que o Senhor mostrasse entre o culpado e o inocente. A sorte caiu em Jônatas.

Saul ordenou que lhe contasse o que fizera. Jônatas conta que provou um pouco de mel com a ponta de sua vara. Mas, estava pronto para morrer.

Sua coragem continua tocando meu coração. Está pronto para morrer! Ainda que tenha acabado de presenciar um grande livramento do Senhor.

Saul afirma que Jônatas morrerá. Seu exército intercede. Não vão deixá-lo morrer. O Senhor o ajudara a realizar um grande feito naquele dia. Ninguém ia tocar em um só fio de seu cabelo!

Assim salvaram Jônatas.

E Saul deixou de perseguir os filisteus.

Depois que se firmou como rei de Israel, lutou contra os inimigos ao redor. Para todos os lados que lutava, era vitorioso. Realizou grandes coisas. Livrou Israel de todos aqueles que antes o saqueavam.

Durante toda a vida de Saul, os israelitas lutaram contra os filisteus. Por estar em constante guerra, sempre que Saul via um jovem forte e valente, convocava-o para seu exército.

Que aprendamos a não ser insensatos, nem a falar precipitadamente.

Continuamos na próxima postagem, mas antes, leia o texto "Jônatas, o admirável".
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html

Espero você. Até já.

1 Samuel 14.1-23

Leitura do dia 16/03.

Na postagem anterior vimos que Saul não soube esperar por Samuel. Bastava ter esperado mais uns minutos. Mas, se precipitou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-131-23.html

Agora, continuamos através do capítulo quatorze. Do versículo um ao versículo vinte e três.

Os soldados continuam acampados. Um dia Jônatas, filho de Saul, chamou seu escudeiro para que fossem ao destacamento dos filisteus. Ele já havia derrotado o destacamento que estava em Geba. Agora queria ver o destacamento em Micmás.

Saul estava acampado nos arredores de Gibeá. Ninguém percebeu que Jônatas saíra.

Para chegar ao destacamento dos filisteus, Jônatas precisava passar por entre dois penhascos. Seu escudeiro o acompanhava. Ele disse ao escudeiro que atravessariam. Iriam até o destacamento. Tinha esperança de que o Senhor os ajudaria. Sabia que nada podia detê-Lo. Que o Senhor podia vencer com muitos ou poucos guerreiros.

Que atitude diferente de seu pai! Enquanto seu pai age contra os mandamentos do Senhor porque o exército estava diminuindo, Jônatas sabe que o Senhor pode vencer com poucos. Com dois.

Como já lhe contei, 1 Samuel é meu livro preferido, de todos na face da terra. Nele moram meus personagens preferidos. Um deles é Jônatas.

Quando derrota o destacamento dos filisteus, já fico impressionada. Está à frente de mil soldados. Mas agora, apenas ele e seu escudeiro. Que homem é esse?

E seu escudeiro? Um homem com quem Jônatas pode contar. Fala a seu escudeiro que vão ao acampamento dos filisteus e ele responde que Jônatas deve fazer o que achar melhor. Ele o seguirá, onde quer que Jônatas for.

Jônatas lhe diz que vão atravessar os dois penhascos. E deixar que os filisteus os vejam. Se disserem que fiquem onde estão, ficarão. Se disserem que subam e lutem, subirão. Será o sinal que o Senhor os entregaria em suas mãos.

Quando os filisteus os vêem, gritam, debocham deles, dizendo que haviam saído de seus esconderijos. Que subissem até eles. Iam lhes dar uma lição.

Jônatas chama seu escudeiro para subir atrás dele. Estava absolutamente certo de que o Senhor os entregara em suas mãos.

Se Saul chamou minha atenção, Jônatas muito mais. Que coragem! São apenas dois contra um destacamento inteiro! Apenas uma espada. Ainda assim, Jônatas crê no Senhor. Sabe que nada pode detê-Lo.

Eles sobem. Jônatas à frente. Derrubando os filisteus. Seu escudeiro, atrás, matando-os. Mataram por volta de vinte homens no espaço de terra equivalente ao espaço arado por uma junta de bois em um dia.

De repente, absolutamente do nada, o pânico toma conta do exército filisteu. Em todos os lugares. No campo, nos acampamentos e nos destacamentos. Um terremoto!

Ah, que Deus lindo! Quando nos colocamos diante do Senhor, com disposição, Ele age em nosso favor. Dois homens, um destacamento, uma espada. E o Senhor!

Saul tinha posto sentinelas em Gibeá. Eles viram os filisteus correndo para todos os lados, em total confusão. Avisaram-no.

Saul ordena que fosse feita uma chamada. Estava faltando alguém? Viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam entre eles.

Saul pediu que Aías, o sacerdote que usava o colete sacerdotal, viesse. Enquanto isso, o tumulto e a gritaria entre os filisteus só aumentava. Saul percebeu que era hora de agir. Não dava tempo de mais nada.

Correm à batalha. Encontram os filisteus se matando. Uma confusão por toda parte.

Os hebreus que haviam desertado para o lado dos filisteus, voltam-se contra eles. Até os homens que estavam escondidos saem de seus esconderijos e perseguem os filisteus.

Assim, o Senhor livrou Israel naquele dia. Por causa de dois homens. Que creram que o Senhor pode vencer com muitos ou com poucos. Um homem que tomou uma atitude. E agiu. Outro homem que seguiu seu líder, com toda a lealdade, de todo coração. E agiu.

Que lição a aprender!

Antes de continuarmos na próxima postagem, leia o texto "Jônatas, o admirável". Você irá concordar comigo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html

Depois, espero você. Até já.