Leitura do dia 06/04.
Na postagem anterior, vimos Eliseu orando para que seu servo conseguisse enxergar a realidade, não o que ele via.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-68-23.html
Agora, continuamos a caminhar através do capítulo seis de 2 Reis. A partir do versículo vinte e quatro.
Depois de um tempo, Ben-Hadade, o rei da Síria, convocou seu exército. Havia decidido atacar Samaria. Ele a cercou.
O cerco durou por muitos dias. Houve grande fome. Não havia mais nada para comer. A escassez era tão grande que chegou ao ponto de uma cabeça de jumento custar o equivalente a oitenta peças de prata e uma caneca de esterco de pomba, cinco peças. É isso mesmo que você leu! Era enorme a escassez em Samaria.
Um dia o rei de Israel ia passando pela muralha e uma mulher gritou-lhe que a socorresse. Ele ficou indignado. Respondeu-lhe que se o Senhor não a socorria, quem era ele para ajudar?! Não havia trigo na eira nem vinho no tanque de prensar uvas.
Ainda assim o rei resolveu perguntar-lhe o que havia acontecido. Ela devia parecer desesperada. Mas não estava só. Estava acompanhada de outra mulher. Explicou que a outra havia lhe proposto que entregasse seu filho para que o comessem. No dia seguinte comeriam o dela. Ela entregou. Elas o comeram. No dia seguinte, a mulher escondeu o filho, não entregando para que ambas comessem.
Você pode imaginar tal situação? Consegue ficar indiferente a este relato?
O rei de Israel não conseguiu. Rasgou suas vestes. Viram então que, por baixo de sua roupa, vestia um pano de saco. Estava se humilhando diante do Senhor para que aquela situação passasse.
Ficou tão indignado que disse que mataria Eliseu, arrancando-lhe a cabeça, até o final do dia.
Qual era a culpa de Eliseu? Não era ele que vinha contando ao rei as estratégias do rei da Síria, impedindo várias vezes que Israel fosse atacado?
Eliseu estava sentado em sua casa. Os anciãos de Israel, com ele. O rei enviou um mensageiro. Antes que chegasse, o Senhor revelou a Eliseu o que o rei dissera.
Eliseu disse aos anciões que o rei havia mandado cortar sua cabeça. Ordenou que ficassem atentos e, assim que o mensageiro chegasse, que fechassem a porta, empurrando-o para que não entrasse. Trancassem a porta. Eliseu disse que logo em seguida o rei viria.
Mas, quando Eliseu ainda falava, o mensageiro chegou. Estava desolado. Declarou que aquilo era uma desgraça vinda do Senhor. Não havia mais nenhuma razão para continuar a esperar no Senhor. Não havia mais esperança. Será?
Qual será a atitude de Eliseu? Haverá esperança para Samaria ou ela será derrotada e seus moradores mortos ou escravizados?
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos de sete a nove.
O que Eliseu responderá e o que acontecerá? Seremos surpreendidos? Haverá ou não esperança?
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/sem-esperanca.html
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 6.24-33
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O rei quer matar Eliseu,
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Síria
2 Reis 6.8-23
Leitura do dia 06/04.
Na última postagem, vimos Eliseu abençoando o discípulo que perdeu o machado emprestado. Se era importante para ele, também era para Eliseu. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-61-7.html
Agora, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo seis. Do versículo oito até o versículo vinte e três. Uma história extremamente interessante.
Nesta época, havia guerra entre a Síria e Israel.
O rei da Síria reuniu seus conselheiros e decidiu acampar em determinado lugar. Pronto para a guerra. Era uma informação completamente sigilosa. Apenas seus conselheiros sabiam. Ninguém mais.
No entanto, o Senhor, que sabe todas as coisas, revelou esta "informação" a Eliseu, que mandou dizer ao rei de Israel para ter muito cuidado com tal lugar. Os sírios estavam marchando para lá. Sim, era exatamente o lugar onde os sírios acampariam.
O rei de Israel, sabiamente ouviu sua palavra. Enviou tropas ao local indicado e se protegeu, impedindo o acampamento do exército inimigo. Isso aconteceu algumas vezes. O texto fala que não foi nem uma, nem duas vezes.
O rei da Síria ficou muito perturbado. Mandou chamar seus servos. Devia haver um espião. Ele os interrogou, querendo saber quem era o traidor.
Um dos servos respondeu que não havia traidor. Era o profeta Eliseu. Estava em terras israelitas e contava ao rei de Israel tudo quando o rei da Síria dizia no secreto de seus aposentos.
O texto não nos conta como esse servo, sírio, conseguiu tal informação. O fato é que disse com tanta certeza que o rei ordenou que fossem atrás de Eliseu. Queria falar com ele.
Informaram ao rei que Eliseu estava em Dotan. Cavalos, carros e um grande exército foram enviados até lá. Tudo por causa de um único homem. Que nem guerreiro era! "Apenas" um profeta.
Foram à noite e sitiaram Dotan. Na manhã do dia seguinte, Eliseu levantou-se ao romper da aurora. Saiu de casa e viu que um batalhão cercava toda a cidade com cavalos e carros de guerra. Não se abalou.
Seu servo, porém, apavorado, perguntou o que fariam diante de tal situação. Eliseu acalmou-o dizendo que não tivesse medo. Os que estavam com eles eram mais numerosos que o exército inimigo. Seu servo não via nada. Não via ninguém. Só enxergava o grande exército acampado contra a cidade.
Eliseu orou. Não orou para que o exército fosse derrotado. Para que caísse fogo do céu e eliminasse todos os sírios. Não. Eliseu orou pelo servo. Pediu ao Senhor que seus olhos fossem abertos para que conseguisse, de fato, ver. Precisava enxergar a situação como ela realmente era!
O Senhor abriu os olhos do servo de Eliseu. Em torno de Eliseu, havia cavalos e carros de fogo. Não era um simples exército! Era um exército poderoso, celestial.
E quanto a nós? Somos como Eliseu ou como seu servo? Enxergamos o exército do Senhor ao nosso lado ou apenas o exército inimigo, pronto a atacar?
Estamos, de fato, enxergando?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/cura-personalizada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-e-sua-versatilidade.html
O exército inimigo começou a mover-se. Quando desciam contra ele, Eliseu orou. Também não pediu que o fogo do céu descesse e aniquilasse a todos. Pediu ao Senhor, simplesmente, que aqueles homens fossem feridos de cegueira.
No mesmo momento, o Senhor, que abrira os olhos do servo de Eliseu, fez com que todos os soldados sírios ficassem completamente cegos.
Eliseu prontamente ofereceu-se para orientá-los. Disse que aquele não era o caminho, nem a cidade que estavam procurando. Pediu que o seguissem. Ele os conduziria ao homem que buscavam.
Eliseu os conduziu a Samaria. Ao entrarem na cidade, novamente orou. Dessa vez pediu ao Senhor que abrisse os olhos daquele grande exército.
O Senhor abriu-lhes os olhos. Eles não enxergaram o exército celestial ao lado de Eliseu. Viram, apenas,que estavam dentro de Samaria, a capital de Israel.
Quando o rei de Israel os viu, consultou Eliseu. Perguntou-lhe, dirigindo-se respeitosamente a ele, chamando-o de pai e mestre, se deveria matá-los.
Eliseu lhe respondeu que não. Perguntou-lhe se era assim que costumava tratar seus prisioneiros de guerra.
Não é espantoso? Os prisioneiros de guerra em Israel não eram mortos! Eram, de fato, prisioneiros.
Eliseu ordenou ao rei (isso mesmo, ordenou), que lhes dessem pão e água, para se alimentarem. Depois de saciados, deveriam voltar à sua terra, ao seu senhor. Sem sofrer qualquer retaliação.
O rei ordenou que lhes fosse servido um grande banquete. Não apenas pão e água, mas um grande banquete! Depois que comeram e beberam até fartarem-se, despediu-os.
O exército retornou à Síria. Em função desse tratamento, o rei sírio desistiu, por algum tempo, de tentar invadir o território de Israel.
Não é magnífica a forma como trataram aqueles homens?
Como temos tratado aqueles que o Senhor nos entrega? Queremos liquidá-los como o rei de Israel a princípio pensou em fazer ou oferecemos o alimento necessário e damos-lhes liberdade, como aqui?
Que aprendamos mais essa lição com Eliseu.
Que enxerguemos cada situação de nossas vidas como devem ser, de fato, enxergadas. O Senhor está conosco.
Continuamos.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/estamos-de-fato-enxergando.html
Na última postagem, vimos Eliseu abençoando o discípulo que perdeu o machado emprestado. Se era importante para ele, também era para Eliseu. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-61-7.html
Agora, caminharemos ainda pelas páginas do capítulo seis. Do versículo oito até o versículo vinte e três. Uma história extremamente interessante.
Nesta época, havia guerra entre a Síria e Israel.
O rei da Síria reuniu seus conselheiros e decidiu acampar em determinado lugar. Pronto para a guerra. Era uma informação completamente sigilosa. Apenas seus conselheiros sabiam. Ninguém mais.
No entanto, o Senhor, que sabe todas as coisas, revelou esta "informação" a Eliseu, que mandou dizer ao rei de Israel para ter muito cuidado com tal lugar. Os sírios estavam marchando para lá. Sim, era exatamente o lugar onde os sírios acampariam.
O rei de Israel, sabiamente ouviu sua palavra. Enviou tropas ao local indicado e se protegeu, impedindo o acampamento do exército inimigo. Isso aconteceu algumas vezes. O texto fala que não foi nem uma, nem duas vezes.
O rei da Síria ficou muito perturbado. Mandou chamar seus servos. Devia haver um espião. Ele os interrogou, querendo saber quem era o traidor.
Um dos servos respondeu que não havia traidor. Era o profeta Eliseu. Estava em terras israelitas e contava ao rei de Israel tudo quando o rei da Síria dizia no secreto de seus aposentos.
O texto não nos conta como esse servo, sírio, conseguiu tal informação. O fato é que disse com tanta certeza que o rei ordenou que fossem atrás de Eliseu. Queria falar com ele.
Informaram ao rei que Eliseu estava em Dotan. Cavalos, carros e um grande exército foram enviados até lá. Tudo por causa de um único homem. Que nem guerreiro era! "Apenas" um profeta.
Foram à noite e sitiaram Dotan. Na manhã do dia seguinte, Eliseu levantou-se ao romper da aurora. Saiu de casa e viu que um batalhão cercava toda a cidade com cavalos e carros de guerra. Não se abalou.
Seu servo, porém, apavorado, perguntou o que fariam diante de tal situação. Eliseu acalmou-o dizendo que não tivesse medo. Os que estavam com eles eram mais numerosos que o exército inimigo. Seu servo não via nada. Não via ninguém. Só enxergava o grande exército acampado contra a cidade.
Eliseu orou. Não orou para que o exército fosse derrotado. Para que caísse fogo do céu e eliminasse todos os sírios. Não. Eliseu orou pelo servo. Pediu ao Senhor que seus olhos fossem abertos para que conseguisse, de fato, ver. Precisava enxergar a situação como ela realmente era!
O Senhor abriu os olhos do servo de Eliseu. Em torno de Eliseu, havia cavalos e carros de fogo. Não era um simples exército! Era um exército poderoso, celestial.
E quanto a nós? Somos como Eliseu ou como seu servo? Enxergamos o exército do Senhor ao nosso lado ou apenas o exército inimigo, pronto a atacar?
Estamos, de fato, enxergando?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/cura-personalizada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-e-sua-versatilidade.html
O exército inimigo começou a mover-se. Quando desciam contra ele, Eliseu orou. Também não pediu que o fogo do céu descesse e aniquilasse a todos. Pediu ao Senhor, simplesmente, que aqueles homens fossem feridos de cegueira.
No mesmo momento, o Senhor, que abrira os olhos do servo de Eliseu, fez com que todos os soldados sírios ficassem completamente cegos.
Eliseu prontamente ofereceu-se para orientá-los. Disse que aquele não era o caminho, nem a cidade que estavam procurando. Pediu que o seguissem. Ele os conduziria ao homem que buscavam.
Eliseu os conduziu a Samaria. Ao entrarem na cidade, novamente orou. Dessa vez pediu ao Senhor que abrisse os olhos daquele grande exército.
O Senhor abriu-lhes os olhos. Eles não enxergaram o exército celestial ao lado de Eliseu. Viram, apenas,que estavam dentro de Samaria, a capital de Israel.
Quando o rei de Israel os viu, consultou Eliseu. Perguntou-lhe, dirigindo-se respeitosamente a ele, chamando-o de pai e mestre, se deveria matá-los.
Eliseu lhe respondeu que não. Perguntou-lhe se era assim que costumava tratar seus prisioneiros de guerra.
Não é espantoso? Os prisioneiros de guerra em Israel não eram mortos! Eram, de fato, prisioneiros.
Eliseu ordenou ao rei (isso mesmo, ordenou), que lhes dessem pão e água, para se alimentarem. Depois de saciados, deveriam voltar à sua terra, ao seu senhor. Sem sofrer qualquer retaliação.
O rei ordenou que lhes fosse servido um grande banquete. Não apenas pão e água, mas um grande banquete! Depois que comeram e beberam até fartarem-se, despediu-os.
O exército retornou à Síria. Em função desse tratamento, o rei sírio desistiu, por algum tempo, de tentar invadir o território de Israel.
Não é magnífica a forma como trataram aqueles homens?
Como temos tratado aqueles que o Senhor nos entrega? Queremos liquidá-los como o rei de Israel a princípio pensou em fazer ou oferecemos o alimento necessário e damos-lhes liberdade, como aqui?
Que aprendamos mais essa lição com Eliseu.
Que enxerguemos cada situação de nossas vidas como devem ser, de fato, enxergadas. O Senhor está conosco.
Continuamos.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/estamos-de-fato-enxergando.html
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