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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Habacuque 1.1-3.19

Leitura do dia 01/10.

Continuamos nossa caminhada através das páginas maravilhosas do Livro dos livros.

Ontem vimos as mensagens do Senhor acerca de Nínive. Sua ira. A queda da cidade. Seu julgamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/naum-11-319.html

Hoje caminharemos através do livro de Habacuque.

Habacuque significa “Abraçar”. Por sua oração ao final do livro, para ser cantada com instrumento de corda, é provável que tenha sido um levita ligado à música do templo. Também contemporâneo do profeta Jeremias. Recebeu a mensagem do Senhor através de uma visão. Essa mensagem é contra os caldeus, os babilônios.

Ele clama ao Senhor. Está cansado de pedir socorro! Até quando? Pede socorro, mas o Senhor não responde. Clama que há violência por toda a parte. O Senhor não o salva. Não aguenta mais ver maldades ao seu redor e assistir a tanta opressão. Para qualquer lugar que olhe só vê destruição e violência. Está cercado de pessoas que discutem e brigam o tempo todo. A lei está praticamente morta. Não se faz mais justiça nos tribunais. Os perversos são mais numerosos que os justos, assim, a justiça foi corrompida.

Quase esqueço que estou lendo um livro que provavelmente foi escrito entre 608 a.C e 638 a.C. Parece que está descrevendo nossos noticiários. Estamos realmente vivendo os mesmos tempos. Também estamos perto de um juízo. A terra não ficará impune.

O Senhor responde que estava levantando os babilônios. Eles marchariam por todo o mundo e conquistariam muitas terras. Eram conhecidos por sua crueldade e decidiam eles mesmos o que consideravam certo.

Seus cavalos eram velozes. Seus cavaleiros, como águias. Eram um exército esplêndido! Todos prontos para agir violentamente. Avançavam como o vento do deserto. Ajuntavam prisioneiros como se ajunta areia. Zombavam de todos, até de reis e príncipes. Desprezavam suas fortalezas. Construíam rampas de acesso contra seus muros e os conquistavam. Passavam com rapidez e desapareciam para uma nova conquista. Qualquer conquistador gostaria de um exército desses. Mas, há um problema. Um grave problema. Seu deus é sua própria força! Acham-se invencíveis. Deleitam-se em si mesmos.

Habacuque novamente levanta sua voz. Acredita que o Senhor não deseja exterminar Seu povo. Os babilônios foram enviados para discipliná-los, como castigo por seus pecados. Mas o Senhor é puro. Não suporta ver o mal e a opressão. Ele pergunta se o Senhor ficará indiferente diante desse povo traiçoeiro, se ficará calado enquanto os perversos engolem os que são mais justos que eles.

Pergunta-Lhe se são apenas peixes apanhados em uma rede. Eles, com certeza, oferecerão sacrifícios às suas redes dando-lhes o crédito de que estas o enriqueceram. Continuarão impunes, destruindo nações?

Habacuque diz que subirá até sua torre de vigia. É o lugar onde deve estar. Ficará de guarda. Ali, observando, esperará para ver o que o Senhor lhe responderá.

O Senhor responde. Ordena que escreva Sua resposta em tábuas, para que possa ser lido depressa e com clareza. É uma visão para o futuro. Que, com certeza, será cumprida. Descreve o fim. Se demorar, deve ser esperada com paciência. Não se atrasará. Acontecerá no tempo certo. Basta olhar para os arrogantes e os perversos que confiam em si mesmos e observar seus destinos.

O justo, porém, viverá por sua fidelidade ao Senhor. Viverá pela fé. Esperando nEle. Porque a riqueza é traiçoeira. Os arrogantes nunca descansam. Nunca ficam saciados. Ah, que aflição os espera!

Que aflição espera aqueles que roubam. Que enriquecem através da extorsão. Quando menos esperarem, seus credores se voltarão contra eles e levarão tudo que têm. Sabe quem são os credores? Os que foram roubados. Chegará o dia da justiça do Senhor.

Os babilônios saquearam muitas nações. Cometeram homicídios no campo. Encheram a cidade de violência.

Ah, que aflição espera aqueles que construíram casas enormes com dinheiro obtido através da opressão. Acreditam que a riqueza comprará segurança, mantendo sua família longe do perigo. Mas, por causa de seus homicídios, envergonharam seu nome. Condenaram suas vidas. Até as pedras e as vigas de suas casas clamam contra eles.

Que aflição espera os que constroem cidades com dinheiro obtido através de homicídios e corrupção. O Senhor transformará em cinzas as riquezas dessas nações. Mas, como as águas cobrem o mar, a terra se encherá do conhecimento da Sua glória.

Que aflição espera os que embebedam seus companheiros e se alegram quando estes ficam nus e envergonhados. Em breve também serão humilhados. Quando beberem o cálice da ira do Senhor, sua glória será transformada em desonra.

Que aflição espera os que derrubam florestas. Destroem animais. Cometem suicídios. Enchem a cidade de violência. Confiam em ídolos, quando não há vida neles.

O Senhor, diferente dos ídolos, é vivo. Está em Seu santo templo. Cale-se diante dEle toda a terra.

O profeta entoou uma canção ao Senhor. Quando ouviu a Seu respeito. Ficou maravilhado com Suas obras. Pede que o ajude neste momento de tanta necessidade. Que aja como no passado. Que em Sua ira, lembre-se de Sua misericórdia. Ele O adora. Seu esplendor envolve o céu. Sua vinda é radiante como o nascer do sol. Raios de luz saem de Suas mãos, onde Seu poder está escondido. Quando para, a terra estremece. Quando olha para as nações, elas tremem.

Ele contempla a criação. O Senhor não estava irado quando repartiu os rios pela terra. Ele estava cavalgando em Suas carruagens vitoriosas e com Seu arco e Sua aljava cheia de flechas, dividiu a terra com os rios. Não é lindo? Sua criação foi feita com magnitude e amor. Com arte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-23.html

Depois, se volta para a destruição e estremece pelo que ouviu. Seus lábios tremem de medo. Está apavorado. Suas pernas bamboleiam. Ele treme de terror. Ainda assim, esperará em silêncio pela vingança do Senhor.

Sua canção termina com uma declaração magnífica de fé. Ainda que nada dê certo, ainda que não tenha nada com que se regozijar. Ainda que tudo falte. Ainda que todos seus sonhos e esperanças sejam esmagados, se alegrará no Senhor. Exultará em Sua salvação. Porque o Senhor é sua força. Ele torna seus pés firmes como os da corça para que, como ela, possa andar em lugares altos.
https://www.youtube.com/watch?v=1DzK7Wm3IcE

Ah, como precisamos aprender com esse homem! Nossa salvação vale mais que qualquer coisa na terra. Devemos nos alegrar no Senhor. Na inominável salvação que nos concedeu. Na força que nos dá. Ah, como precisamos aprender a ser gratos! Ele nos arrancou do inferno, nos deu vida eterna através de Seu Filho, o Senhor Jesus. Que exultemos nEle!

"Sabemos quanto Deus nos ama e confiamos em Seu amor. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele". - 1 João 4.16

Terminamos aqui o livro de Habacuque. Amanhã leremos o livro de Sofonias.

Espero você. Até lá.

sábado, 13 de julho de 2019

Provérbios 28.1-30.33

Leitura do dia 07/07.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Provérbios.

Vimos que mentir a respeito de alguém é como atacá-la com uma arma mortal. Causa muitos estragos. Confiar no desleal, também.

Devemos alimentar e saciar a sede, até mesmo de nossos inimigos.

Não podemos ceder aos perversos. Se o fizermos, seremos como uma fonte poluída. E, sem domínio próprio, estaremos totalmente desprotegidos. À mercê de sermos dominados por nossos sentimentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-251-2727.html

Hoje leremos a partir do capítulo vinte e oito. Até o capítulo trinta e um. Encerraremos mais um livro.

Bíblia, caneta e papel na mão?

No capítulo vinte e oito Salomão lembra que o perverso foge. Mesmo quando ninguém o persegue. O justo, ao contrário, é valente como o leão. Já reparou o tamanho de um leão e de um elefante? Quem é mais forte? O elefante, claro! Mas o leão é quem o ataca. E o subjuga. Ele é mais valente. Se faz de mais forte. E vence facilmente o elefante.

O pobre que oprime outros pobres é como uma chuva torrencial que destrói a plantação. A chuva deveria regar a plantação. Ajudá-la a crescer. Não destruí-la.

Quando os justos são bem-sucedidos todos se alegram. Sabem que as leis serão justas, protetivas. Que as negociações serão corretas. Mas, quando os perversos assumem o poder, as pessoas se escondem. Têm medo do que pode acontecer.

Se somos daqueles que não ouvem a lei (no sentido de obedecê-la), nossas orações serão detestáveis ao Senhor. Ele não nos responderá.

Se ocultarmos nossos pecados, não seremos bem sucedidos. Se confessarmos e abandonarmos, receberemos misericórdia. E perdão.

“Mas, se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. – 1 João 1.9

Quem não faz o mal por temor ao Senhor e, até às consequências, é feliz. Quem mantem o coração duro e comete o mal, fatalmente cairá em desgraça. Pode levar mais tempo ou menos, mas cairá.

Provérbios também nos fala que afinal, o assassino tem uma consciência. Atormentada. Ela o levará à sepultura. O Senhor continua falando. Terá a chance de se arrepender. Ou não. A escolha é dele. Não temos poder sobre as escolhas de ninguém.

Que aceitemos a repreensão. Quem sempre se recusa em ser repreendido, de repente, num soprar, será destruído. E não conseguirá se recuperar. Perdeu as oportunidades de mudar de vida.

O mal é amarrado em seu próprio laço. O justo escapa das armadilhas. E grita de alegria. Ele também se importa e leva em consideração os direitos dos pobres. Não olha apenas por si e pelos seus. Ele olha à sua volta. Enxerga os outros. Enxerga os pobres. Os necessitados. Já o perverso, não dá a mínima. Olha apenas seu umbigo. Ambos serão recompensados de acordo com suas atitudes.

Mais uma vez falando em disciplina, Salomão lembra que a criança que é corrigida se tornará um adulto sábio. O filho que não tem disciplina envergonha sua mãe. E não apenas a ela. Envergonha a si próprio. E toda sua família.

Já vimos que precisamos ter domínio próprio. Quem não tem e perde a calma facilmente, cometerá muitos pecados. Não apenas um, muitos. É como um abismo chamando outro. Como uma enxurrada ladeira abaixo.

Quem confia no Senhor está sempre seguro. Confiar nas pessoas buscando nelas salvação, é uma armadilha perigosa.

No capítulo trinta estão registrados os ditados de Agur, filho de Jaque. São todos ditados maravilhosos. Cheios de sabedoria. E atuais. Começa dizendo que está cansado. É tolo e não tem discernimento. Não aprendeu a sabedoria humana e nem tem conhecimento do Senhor, mas, à medida que caminhamos por suas palavras, vemos que está à procura exatamente de discernimento e conhecimento do Senhor. Ele é um observador. E aprende com o que observa.

Fala até do Senhor Jesus. Sim. Afinal, quem é capaz de subir aos céus e descer? Quem pode segurar o vendo nas mãos? Quem pode envolver os oceanos com sua capa? Quem criou o mundo inteiro? Sabemos Seu nome. E o nome de Seu glorioso Filho. Esse é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. O único Deus verdadeiro. Criador dos céus e da terra. E o nome de Seu Filho é o nome que está acima de todo nome. Seja na terra ou no céu. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html

Sabe que a palavra do Senhor se prova verdadeira. Que Ele é escudo para todos que buscam nEle, sua proteção. Não podemos acrescentar nada à Sua palavra. Se o fizermos, nos repreenderá e mostrará que somos mentirosos. É o que acontecerá com os que têm agido assim, acrescentando meias verdades e mentiras completas à Sua palavra.

Agur pede ao Senhor dois favores. O primeiro é que o Senhor o ajude a ficar longe da falsidade e da mentira. Não quer andar por esse caminho. Em seu aprendizado sabe que são caminhos de morte. Seu segundo pedido é que seja próspero. Ser próspero significa ter o necessário. Não quer ser rico, para tendo muito esquecer o Senhor e se apegar à sua riqueza. Sabe a tentação que corre. E, se for pobre demais, pode roubar para suprir suas necessidades e assim, desonrar o nome do Senhor. Seus pedidos são repletos de sabedoria. E discernimento.

Ele conta que existem alguns que amaldiçoam o pai e são ingratos à mãe. Esses são imundos. Orgulhosos. Agem como fera. Devoram os pobres e os necessitados. Não conhecem a bondade. São como sanguessugas que só querem. Nunca oferecem nada.

Então, passa a escrever em um estilo próprio. Escreve sobre três coisas e corrige que, na verdade, são quatro.

Quatro coisas não se satisfazem: a sepultura, o ventre que é estéril, o deserto sedento e o fogo abrasador. Esses, sempre querem mais. Nada lhes é suficiente.

Quatro coisas o deixam maravilhado. Não consegue entender. Como a águia plana no céu. Como a serpente consegue rastejar na rocha. Como uma embarcação navega no mar. E como um homem ama uma mulher. São inexplicáveis aos seus olhos, tão maravilhosas são.

Quatro coisas deixam a terra em alvoroço: o servo se tornando rei, um tolo arrogante que consegue prosperar, uma mulher amarga que consegue um marido e uma serva que toma o lugar de sua senhora. Realmente, são coisas que causam alvoroço na terra.

Quatro coisas são pequenas, porém sábias: As formigas, que mesmo não sendo fortes, armazenam alimento no verão. Os coelhos silvestres que não são poderosos, mas moram nas rochas. Os gafanhotos, que mesmo sem um rei, marcham em fileira, como um exército poderoso. E, as lagartixas. São fáceis de apanhar, mas moram até nos palácios dos reis. Andam tranquilamente pelas paredes. E nos fazem bem, ao matar diversos insetos.

Quatro seres vivos se movem de forma imponente. O leão, rei dos animais, não abre caminho para ninguém, mesmo não sendo o mais forte. O galo, que anda com o peito estufado, como se fosse “o tal” (e é). O bode, também altivo. E o rei liderando seu exército.

Também observou que o olho de quem zomba de seu pai e despreza as instruções de sua mãe, será arrancado e devorado. Ficará cego. Andará às apalpadelas. Sem saber o caminho que deve tomar.

Que sejamos observadores, como Agur, e aprendamos com a natureza. Há muitas lições a serem aprendidas. Que nossos olhos não vagueiem pela terra sem fixar em nada. Mas que se fixem e aprendam. Sempre.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Salmo 119.121-128

Leitura do dia 23/06.

Seguimos nossa caminhada através do Salmo cento e dezenove. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119113-120.html

Agora, do versículo cento e vinte e um ao versículo cento e vinte e oito.

Áin
O salmista, sempre em constante luta, como temos visto ao longo do Salmo, pede que o Senhor não o entregue a seus inimigos.

Tem agido de maneira justa e correta. Clama que o Senhor lhe garanta o bem. Que não permita que os arrogantes o oprimam.

Em meio às lutas e angústias, seus olhos se esforçam para que veja o livramento do Senhor. O cumprimento de Sua justa promessa. Como precisamos fazer.

Lembra ao Senhor que é Seu servo. Que o Senhor o trate conforme Seu amor. E lhe ensine Seus decretos. Que lhe dê discernimento. Para que entenda Seus preceitos. Essa também deve ser nossa oração. Que o Senhor nos dê discernimento em meio a um mundo egocêntrico, que anda na contramão do Senhor. Que torce leis e direitos.

Seu coração grita que já é hora do Senhor agir. Violaram Sua lei.

Não temos, também, clamado dessa maneira? Em breve o Senhor se levantará. Creia.

Que, tal qual o salmista, amemos Seus mandamentos. Mais que o ouro. Sim, mais que o ouro puro. Que as riquezas, o poder, ou qualquer outro ídolo não ganhe nossos corações. Que amemos o Senhor mais que o ouro. Cada um de Seus mandamentos é reto. https://www.youtube.com/watch?v=0rU0ZNV8L7U

Que odiemos todo e qualquer caminho falso. Só há apenas um caminho. Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode vir ao Pai senão por mim”. – João 14.6

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 13.1-25

Leitura do dia 08/03.

Na postagem anterior, lemos sobre Jefté e seu voto precipitado.
Continuamos agora através do capítulo treze de Juízes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-111-1215.html

Novamente os israelitas fizeram o que é mal aos olhos do Senhor. Foram entregues nas mãos dos filisteus. Sofrerão opressão durante quarenta anos.

Nessa época, havia um homem chamado Manoá. Vivia na terra de Zorá. Era da tribo de Dã.

Sua mulher era estéril.

Um dia o anjo do Senhor apareceu e disse que ela teria um filho. Não deveria beber nada fermentado, nem comer nada impuro. Quando o menino nascesse, não cortaria o cabelo. Seria nazireu desde o ventre. Ele começaria a livrar Israel dos filisteus.

Ela saiu correndo e contou a seu marido. Ele orou. Pediu ao Senhor que o anjo de Deus aparecesse novamente e lhes dessem mais instruções. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/a-paciencia-de-deus-conosco.html

O Senhor atendeu seu pedido. Quando sua mulher estava no campo, o anjo do Senhor apareceu novamente. Ela correu e foi contar a seu marido. Que voltou correndo com ela.

Quando viu o anjo do Senhor perguntou-lhe se era o homem que falara com sua esposa antes. Ele respondeu que sim.

Manoá perguntou o que fariam quando o menino nascesse. O anjo do Senhor respondeu que sua esposa deveria seguir às instruções que lhe dera. Obedecer todas às suas ordens.

Manoá pediu que o anjo do Senhor esperasse. Queria preparar algo. Ele esperou. Disse que não comeria, mas poderiam oferecer o alimento em holocausto ao Senhor.

Manoá ainda não havia percebido que aquele “homem” era o anjo do Senhor. Perguntou seu nome. Ele não respondeu. Disse que era tão maravilhoso que Manoá não conseguiria entender.

Eles tomaram um cabrito e uma oferta de cereal. Apresentaram o holocausto sobre uma rocha. Ficaram observando. Fogo subiu do altar. Quando as chamas subiram ao céu, o anjo do Senhor subiu também.

Quando viram, curvaram seus rostos.

Manoá ficou apavorado. Viram o Senhor. Com certeza morreriam.

Sua mulher disse a ele que não. Se o Senhor desejasse matá-los, não aceitaria o holocausto que ofereceram, nem apareceria a eles. Muito menos, revelaria aquelas maravilhas.

Ela, de fato, engravidou. Quando seu filho nasceu, colocou o nome de Sansão.

Enquanto crescia, o Senhor o abençoou. O Espírito do Senhor começou a agir nele.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Juízes 4.1-5.31

Leitura do dia 06/03.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Juízes.

Ontem vimos que o povo se afastou do Senhor. Fez alianças com os povos que deveria ter destruído. E serviu a seus deuses. O anjo do Senhor apareceu a eles. Choraram quando perguntou por que não obedeceram Suas ordens. Mas não se arrependeram.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-11-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-21-331.html

Começaram uma ciranda. Um círculo vicioso. Prostituíam-se. Eram oprimidos. Clamavam ao Senhor. Ele os livrava através de Juízes. O Juiz morria. Eles se prostituíam. E assim iam. Descendo a ladeira.

Hoje leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo sete.

Nesta postagem, do capítulo quatro ao capítulo cinco.

Eúde morreu. Os israelitas voltaram a fazer o que o Senhor enxerga como errado. Foram oprimidos por Jabim, rei cananeu de Hazor.

Jabim tinha um comandante chamado Sísera. Possuía novecentos carros de guerra com rodas de ferro. Era cruel com Israel. Os oprimiu durante vinte anos. Vinte anos!

O tempo só aumenta. Cada vez vão se acostumando mais a serem oprimidos. Como uma dor que incomoda e você acaba se acostumando ao invés de tratá-la, quando considera tratar, é tarde demais.

Então surge Débora. Era profetisa. Seu marido chamava Lapidote. Israel recorre a ela. E ela os julga. Sentada debaixo de sua palmeira, a Palmeira de Débora. Entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim.

Certo dia mandou uma mensagem do Senhor para Baraque, de Naftali. O Senhor o estava convocando para lutar contra Sísera. Ele deveria convocar dez mil guerreiros das tribos de Naftali e Zebulom, para irem ao monte Tabor. O Senhor levaria Sísera, com seus carros de guerra e cavalheiros, até o rio Quisom e lhes entregaria Sísera.

Baraque disse a Débora que só iria se ela fosse junto. Débora concordou em ir. Mas disse que a honra pela vitória não seria dele. O Senhor a daria a uma mulher. O Senhor entregaria o temível e cruel Sísera, comandante de novecentos carros de guerra, com rodas de ferro, a uma mulher.

E assim foi.

Quando Sísera soube que Baraque e dez mil guerreiros estavam no monte Tabor, convocou seus novecentos carros de guerra (com rodas de ferro) e todos os seus guerreiros. Ia massacrá-los.

Débora ordenou que Baraque se preparasse. Aquele era o dia em que o Senhor entregaria Sísera em suas mãos, pois o Senhor marchava à frente dele, contra seu inimigo.

Baraque desceu a encosta do monte Tabor. Ia à frente de seus guerreiros. Quando atacou, o Senhor levou pânico sobre os guerreiros e seus carros de guerra (com rodas de ferro).

Sísera fugiu a pé. Baraque perseguiu os guerreiros e seus carros de guerra (com rodas de ferro). Matou todos. Foram massacrados. Ninguém escapou.

Sísera entrou na tenda de Jael, esposa de Héber, o queneu. Ele estava esgotado. Pediu água. Ela lhe deu leite. Ele se deitou. Imagino que era um leite quentinho. Ele adormeceu. Ela pegou um martelo e uma estaca e atravessou sua cabeça. Que mulher é essa? Que coragem!

Quando Baraque passou por lá, procurando Sísera, Jael o levou até ele.

Neste dia, Israel viu o Senhor derrotar Jabim, o rei cananeu. A partir de então, eles se fortaleceram, até o destruírem totalmente. Houve paz durante quarenta anos.

Débora e Baraque cantaram ao Senhor. Uma linda música. Dizia que os líderes de Israel assumiram o comando. E o povo os seguiu. De boa vontade.

Sempre que líderes legítimos assumem seus lugares, serão seguidos. De boa vontade.

A música também falava que Israel contava com poucos, até que Débora se levantou como mãe em Israel. Ah, como precisamos de mulheres que se levantem como mães “em Israel”, no Brasil, na Igreja. E também de homens que se levantem como pais.

Que nossos corações estejam com os que se oferecem para lutar. Que os apoiemos. Que oremos por eles. Que lutemos com eles.

Que sejamos os remanescentes que se levantam contra os poderosos opressores.

Que não haja indecisão em nós, como houve em Rúben. Ficaram simplesmente entre os currais, ouvindo os pastores comandando seus rebanhos. E não foram à guerra como deveriam ter ido. Escolheram o caminho mais fácil. O lugar mais fácil. Entre os currais. Só ouvindo. Sem precisar agir.

Que não sejamos como Dã que ficou junto a seus navios. Em total segurança. E não ergueu seu arco. Nem como Aser, inerte na praia. Quando seu lugar era a guerra.

Que sejamos corajosos como Zebulom e Naftali, que arriscaram suas vidas, indo ao campo. E venceram.

Que marchemos adiante, com coragem! Para ajudar o Senhor contra os poderosos!

Que brilhemos como o sol! Somos a luz do mundo!
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html

Que cantemos como Débora e Baraque: “Senhor, que todos os teus inimigos assim sejam destruídos! Mas, aqueles que te amam, que se levantem como o sol com toda a sua força”! – Juízes 5.31

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.