Prosseguimos através do capítulo 6 de Lucas. Dos versículos 17 a 26.
Jesus havia subido ao monte e escolhido os doze que estariam com Ele.
Quando desceu, parou em um lugar plano. Ali estavam muitos de seus discípulos, bem como uma imensa multidão da Judéia, Jerusalém e do litoral de Tiro e Sidom. Vieram para ouví-Lo e serem curadas.
Todos procuravam tocar nEle, porque dEle saía poder, que curava a todos. Os que eram perturbados por espíritos imundos também eram curados.
Ele olhou para Seus discípulos e começou a falar. Seu discurso parece, para muitos, sem sentido.
Os pobres eram bem aventurados, pois a eles pertence o Reino de Deus. Assim como os famintos, pois seriam saciados. Os que choram, pois viriam a rir.
Os que fossem odiados, expulsos, insultados e até os que teriam seus nomes eliminados por causa dEle deveriam alegrar-se, saltar de alegria, porque a recompensa no céu é grande. Ele afirmou que foi assim que os antepassados deles trataram os profetas.
Mas ai dos ricos, pois já haviam recebido sua consolação. Ai dos que tem fartura, pois passariam fome. Ai dos que riem, pois iriam se lamentar e chorar.
Ai daqueles que fossem elogiados, pois foi dessa maneira que os antepassados deles trataram os falsos profetas.
Precisamos parar e pensar. Não podemos ser ricos, ter fartura, sorrir e ser elogiados? Esse não é o ponto. O ponto é colocar o coração na riqueza, na fartura, na felicidade terrestre, no nosso eu, e em posições de destaque. Se nossos corações estiverem nesses lugares, já teremos recebido nossa recompensa. Não estamos agindo e nem esperando pelo Reino dos céus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Quanto aos profetas: não é muito mais fácil vermos um falso profeta ser seguido por uma legião de discípulos do que um verdadeiro profeta? Ele prega facilidades e mensagens que massageiam o ego humano. Ao contrário dos verdadeiros profetas que nos ensinam a negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e seguirmos ao Mestre. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/andando-ao-lado-de-jesus.html
Antes de prosseguirmos, precisamos pensar. Quem temos seguido? Que vozes temos ouvido? Que mensagem temos deixado ficar em nossos corações? O que tem importado para nós?
Que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir. Que nossos corações estejam inclinados ao Senhor, Àquele que renunciou tudo por nós. Que andou com os que perceberam que necessitavam dEle.
Amanhã prosseguimos juntos, através do capítulo sete. Até lá.
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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Um discurso inusitado
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Que tipo de pergunta temos feito?
Chegamos ao capítulo 18 de Mateus.
Encontramos os discípulos perguntando a Jesus quem era o maior no Reino dos céus.
Ele chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus”.
Não foi essa a pergunta dos discípulos. Mas, enquanto estavam preocupados em ser o maior no Reino dos céus, Jesus se importava com a conversão deles. Eles entrariam no Reino dos céus?
Converter-se. O que significa? Mudar de direção. Imagine que você está no trânsito indo para o sul e precisa ir para o norte. Assim que encontrar uma “conversão”, você entra para mudar sua direção.
Jesus disse aos discípulos que se eles não se convertessem e se tornassem como crianças, jamais, veja bem, jamais, entrariam no Reino dos céus. Isso era o importante. Não quem seria o maior ou o menor. Entrar. Não ficar de fora.
Uma criança quer carinho, amor, atenção. Não se preocupa em ser a maior. Quer ser amada. Quer amar também.
Já reparou que muitas vezes, como os discípulos fizeram aqui, perguntamos ao Senhor algo de nosso interesse e Ele responde algo do interesse dEle?
O Senhor continua dizendo que quem recebesse uma criança em Seu nome, estaria recebendo-O. Mas, se ao contrário, alguém fizesse cair em pecado um pequenino que nEle cria, seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Uma pedra de moinho era a pedra usada para moer grãos e giradas por um burro. Enorme.
Enquanto os discípulos pensavam em ser os maiores, o Senhor se importava com o que poderia impedí-los de entrar no Reino dos céus.
E prossegue, aparentemente falando sobre assuntos que não tem a ver com o questionamento dos discípulos.
“Ai do mundo por causa das coisas que fazem cair em pecado”! E afirma que é inevitável que essas coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem acontecessem. E, assim como no conhecido “sermão do monte”, em Mateus 5, Ele repete que se a mão ou pé, ou olho o fizer tropeçar, deve ser arrancado. Pois é melhor entrar no Reino dos céus sem eles do que não entrar. E ser lançado no fogo do inferno. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/os-ensinos-praticos-de-jesus.html
Quantas vezes temos oportunidade de aprender com o Senhor mas, à semelhança dos discípulos, fazemos as perguntas erradas!
Para nossa felicidade, muitas vezes Ele responde além do que perguntamos, nos fazendo pensar nas perguntas que realmente importam.
Como alguém disse, é melhor quase não entrar no Reino dos céus e entrar do que quase entrar e ficar do lado de fora.
Que nosso interesse esteja no que realmente importa. Posição? Como está em Lucas 16.15: “Todavia Deus conhece o vosso coração; pois àquilo que as pessoas atribuem grande valor é detestável aos olhos de Deus”.
O Senhor se importa com o que realmente é valioso, transformador e importante. Caráter e não posição.
Será que temos nos achegado a Ele com as perguntas e os interesses certos?
Muito a pensar.
Amanhã prosseguimos.
Encontramos os discípulos perguntando a Jesus quem era o maior no Reino dos céus.
Ele chamou uma criança, colocou-a no meio deles e disse: “Eu asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus”.
Não foi essa a pergunta dos discípulos. Mas, enquanto estavam preocupados em ser o maior no Reino dos céus, Jesus se importava com a conversão deles. Eles entrariam no Reino dos céus?
Converter-se. O que significa? Mudar de direção. Imagine que você está no trânsito indo para o sul e precisa ir para o norte. Assim que encontrar uma “conversão”, você entra para mudar sua direção.
Jesus disse aos discípulos que se eles não se convertessem e se tornassem como crianças, jamais, veja bem, jamais, entrariam no Reino dos céus. Isso era o importante. Não quem seria o maior ou o menor. Entrar. Não ficar de fora.
Uma criança quer carinho, amor, atenção. Não se preocupa em ser a maior. Quer ser amada. Quer amar também.
Já reparou que muitas vezes, como os discípulos fizeram aqui, perguntamos ao Senhor algo de nosso interesse e Ele responde algo do interesse dEle?
O Senhor continua dizendo que quem recebesse uma criança em Seu nome, estaria recebendo-O. Mas, se ao contrário, alguém fizesse cair em pecado um pequenino que nEle cria, seria melhor amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar. Uma pedra de moinho era a pedra usada para moer grãos e giradas por um burro. Enorme.
Enquanto os discípulos pensavam em ser os maiores, o Senhor se importava com o que poderia impedí-los de entrar no Reino dos céus.
E prossegue, aparentemente falando sobre assuntos que não tem a ver com o questionamento dos discípulos.
“Ai do mundo por causa das coisas que fazem cair em pecado”! E afirma que é inevitável que essas coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem acontecessem. E, assim como no conhecido “sermão do monte”, em Mateus 5, Ele repete que se a mão ou pé, ou olho o fizer tropeçar, deve ser arrancado. Pois é melhor entrar no Reino dos céus sem eles do que não entrar. E ser lançado no fogo do inferno. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/os-ensinos-praticos-de-jesus.html
Quantas vezes temos oportunidade de aprender com o Senhor mas, à semelhança dos discípulos, fazemos as perguntas erradas!
Para nossa felicidade, muitas vezes Ele responde além do que perguntamos, nos fazendo pensar nas perguntas que realmente importam.
Como alguém disse, é melhor quase não entrar no Reino dos céus e entrar do que quase entrar e ficar do lado de fora.
Que nosso interesse esteja no que realmente importa. Posição? Como está em Lucas 16.15: “Todavia Deus conhece o vosso coração; pois àquilo que as pessoas atribuem grande valor é detestável aos olhos de Deus”.
O Senhor se importa com o que realmente é valioso, transformador e importante. Caráter e não posição.
Será que temos nos achegado a Ele com as perguntas e os interesses certos?
Muito a pensar.
Amanhã prosseguimos.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Um tesouro escondido
Não sei você, mas não estou cansada, sentada aqui à beira-mar, ouvindo as parábolas de Jesus através do capítulo 13 de Mateus.
Jesus usava os acontecimentos cotidianos para ensinar. Estava assentado em um barco. Enquanto a multidão ouve Seus ensinos atentamente. Uma sala de aula ao ar livre, com material didático riquíssimo disponível. A natureza e a vida diária.
Ensinava por parábolas para cumprir o que havia sido escrito a Seu respeito em Salmos 78.2.
Particularmente, amo parábolas. Esse tipo de ensinamento me leva a associações práticas e a um aprendizado melhor, difícil de esquecer, como no caso do fermento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Jesus então deixa a multidão e vai para casa. Seus discípulos lhe pedem que lhes explique a parábola do joio no campo. Ele explica.
E continua Suas comparações. O Reino dos céus é como um tesouro escondido, como pedras preciosas. Quem encontra, vende tudo o que tem para tomar posse.
O Reino dos céus é mais precioso que qualquer tesouro e merece ser buscado em primeiro lugar. Esse é o tesouro que a traça não corrói, que o tempo não envelhece. É o tesouro eterno.
O Senhor ainda compara o Reino dos céus com uma rede de pesca. A rede é lançada. Nela são apanhados todos os tipos de peixe, como em uma grande pescaria.
Quando se pesca com rede, todo tipo de peixe é apanhado. A rede é levada à praia e os peixes bons são separados dos ruins. O Senhor afirma que assim acontecerá no fim desta era. Os anjos virão e separarão os perversos dos justos, como havia dito quando contou a parábola do joio e do trigo. O mesmo ensino visto de maneiras diferentes, em cenas cotidianas.
Ele pergunta aos Seus discípulos se entenderam. Ao responderem que sim, lhes fala que um mestre da lei instruído quanto ao Reino dos céus é como o dono de uma casa que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas.
Havia muitos “mestres da lei” naquela época. Poucos instruídos sobre o Reino dos céus. Sabiam leis, costumes e ritos. Ensinos que atingiam o superficial, não o interior, onde de fato precisamos ser alcançados. Mas um mestre da lei que tivesse conhecimento do Reino dos céus, sempre poderia “sacar” de seus tesouros coisas novas e velhas, que instruem, edificam e transformam seus ouvintes.
Um tesouro sempre será um tesouro, não importa sua idade.
A Palavra de Deus é um tesouro magnífico. Sempre tem algo a nos ensinar. Tesouros novos e velhos que podem transformar nossas vidas. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
Após contar todas essas parábolas, Jesus foi até Nazaré, cidade aonde foi criado. Ensinava nas sinagogas. Ao que parece, as pessoas não conseguiam se concentrar em Seu ensino. Estavam demais admiradas querendo saber de onde vinha Sua sabedoria e Seu poder. Conheciam Jesus, Seus pais, Seus irmãos e se escandalizaram. Não queriam saber quem Ele de fato era. Apenas não se conformavam de um “filho de carpinteiro” ter a sabedoria que viam nEle. E assim foi que não realizou ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.
Como a fé move os acontecimentos, a incredulidade “empaca”. Milagres não andam de mãos dadas com a incredulidade. Andam de mãos dadas com a fé. Pura e simples.
Que possamos aprender e reconhecer, a cada dia, quão precioso é o Reino dos céus. O maior tesouro que poderíamos encontrar. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Sejamos gratos ao Senhor por nos ter revelado tão grande tesouro através de Seu maravilhoso amor.
Amanhã prosseguimos viagem. Até lá.
Jesus usava os acontecimentos cotidianos para ensinar. Estava assentado em um barco. Enquanto a multidão ouve Seus ensinos atentamente. Uma sala de aula ao ar livre, com material didático riquíssimo disponível. A natureza e a vida diária.
Ensinava por parábolas para cumprir o que havia sido escrito a Seu respeito em Salmos 78.2.
Particularmente, amo parábolas. Esse tipo de ensinamento me leva a associações práticas e a um aprendizado melhor, difícil de esquecer, como no caso do fermento. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Jesus então deixa a multidão e vai para casa. Seus discípulos lhe pedem que lhes explique a parábola do joio no campo. Ele explica.
E continua Suas comparações. O Reino dos céus é como um tesouro escondido, como pedras preciosas. Quem encontra, vende tudo o que tem para tomar posse.
O Reino dos céus é mais precioso que qualquer tesouro e merece ser buscado em primeiro lugar. Esse é o tesouro que a traça não corrói, que o tempo não envelhece. É o tesouro eterno.
O Senhor ainda compara o Reino dos céus com uma rede de pesca. A rede é lançada. Nela são apanhados todos os tipos de peixe, como em uma grande pescaria.
Quando se pesca com rede, todo tipo de peixe é apanhado. A rede é levada à praia e os peixes bons são separados dos ruins. O Senhor afirma que assim acontecerá no fim desta era. Os anjos virão e separarão os perversos dos justos, como havia dito quando contou a parábola do joio e do trigo. O mesmo ensino visto de maneiras diferentes, em cenas cotidianas.
Ele pergunta aos Seus discípulos se entenderam. Ao responderem que sim, lhes fala que um mestre da lei instruído quanto ao Reino dos céus é como o dono de uma casa que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas.
Havia muitos “mestres da lei” naquela época. Poucos instruídos sobre o Reino dos céus. Sabiam leis, costumes e ritos. Ensinos que atingiam o superficial, não o interior, onde de fato precisamos ser alcançados. Mas um mestre da lei que tivesse conhecimento do Reino dos céus, sempre poderia “sacar” de seus tesouros coisas novas e velhas, que instruem, edificam e transformam seus ouvintes.
Um tesouro sempre será um tesouro, não importa sua idade.
A Palavra de Deus é um tesouro magnífico. Sempre tem algo a nos ensinar. Tesouros novos e velhos que podem transformar nossas vidas. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
Após contar todas essas parábolas, Jesus foi até Nazaré, cidade aonde foi criado. Ensinava nas sinagogas. Ao que parece, as pessoas não conseguiam se concentrar em Seu ensino. Estavam demais admiradas querendo saber de onde vinha Sua sabedoria e Seu poder. Conheciam Jesus, Seus pais, Seus irmãos e se escandalizaram. Não queriam saber quem Ele de fato era. Apenas não se conformavam de um “filho de carpinteiro” ter a sabedoria que viam nEle. E assim foi que não realizou ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.
Como a fé move os acontecimentos, a incredulidade “empaca”. Milagres não andam de mãos dadas com a incredulidade. Andam de mãos dadas com a fé. Pura e simples.
Que possamos aprender e reconhecer, a cada dia, quão precioso é o Reino dos céus. O maior tesouro que poderíamos encontrar. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Sejamos gratos ao Senhor por nos ter revelado tão grande tesouro através de Seu maravilhoso amor.
Amanhã prosseguimos viagem. Até lá.
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quarta-feira, 29 de novembro de 2017
A parábola do fermento
Continuamos assentados ouvindo o Senhor Jesus contar parábolas através dos versículos de Mateus, capítulo 13.
Após contar a parábola do grão de mostarda e seu crescimento, Ele afirma que o Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha e toda a massa ficou fermentada.
Praticamente todos já fizemos um bolo, ou pão, ou alguma massa que precisasse de uma quantidade de fermento para levedar a massa.
Não é incrível que apenas uma ou duas colheres de fermento, ou um tablete pequeno, possam fazer com que a massa toda fique fermentada? E quando nos esquecemos de colocar o fermento, fica tudo horrível e feio?
Assim é o Reino dos céus. Precisamos que ele cresça em nós, se não, apesar de todos os outros ingredientes, não teremos o crescimento, nem a aparência e nem o gosto que deveríamos ter.
Isso me fez lembrar de algo que aconteceu comigo, muitos anos atrás.
Queria fazer um calzone, olha a pretensão! Vi a receita. Comprei os ingredientes. Mas nunca havia feito nenhum tipo de massa que levasse fermento em tablete. Quando fui comprar, só vi um tablete grande, devia ser uns 150g. O que eu devia ter usado era 15g.
Juntei todos os ingredientes. Por último era o fermento. Achei que a receita devia estar errada. Era fermento demais! Coloquei só a metade. Ainda bem. Não sei o que teria acontecido se tivesse colocado todo aquele fermento. Só de lembrar já tenho um acesso de riso.
Deixei a massa para descansar. Esperei. Fui fazer outras coisas. Quando voltei à cozinha, tudo fedia. Um cheiro insuportável de fermento. E a massa tinha transbordado pela vasilha. Logo vi que realmente a receita estava errada (na verdade, quem tinha errado era eu). Tive que jogar tudo fora.
Coloquei num saco de lixo enorme. Na frente da minha casa tinha uma lixeira daquelas de pé. Coloquei o saco lá. E da sala (tinha um quintal na frente), sentada no sofá, conseguia escutar os estouros que a massa dava dentro do saco e só ia crescendo e crescendo. Sei que você está rindo. Pode rir à vontade. Gargalho toda vez que lembro.
Mas isso me faz pensar. Tudo em nossas vidas tem que ser com equilíbrio. Quando Jesus contou essa parábola, disse que um pouco de fermento leveda toda a massa. Um pouco. É necessário utilizar a medida certa. O exagero leva a algum tipo de erro.
Ao esquecermos o fermento, estragamos a massa. Se colocarmos menos que o necessário, não terá o crescimento esperado. Se colocarmos em excesso, teremos que jogar todos os ingredientes fora. Fede. Fermento em excesso fede. Não que o Reino dos céus vai feder. A massa é que fede. Como a religiosidade fede. Assim como aquele fermento deixou minha cozinha fedendo.
Precisamos ter atenção. O Reino dos céus é relacionamento. Não adianta querer colocar mais que o necessário para ver a massa crescer. Isso não vai acontecer. Bem, na verdade, a massa vai crescer. Mas não vai prestar. Terá que ser jogada no lixo. Prejuízo. Tempo e ingredientes jogados fora. Como aconteceu comigo. Sem contar a frustração. Eu, com o recheio pronto e sem ter onde colocar.
Religiosidade não nos leva a nada. Não é o que o Senhor deseja para nós. Regras e mais regras era o que os fariseus viviam. Eles fediam com o excesso de fermento. Suas vidas não alimentavam ninguém. Não eram exemplos a serem seguidos. Não edificavam. Apenas iam crescendo. De vez em quando um barulho de um estouro aqui e ali. E mais fedor espalhado.
Que enxerguemos o Reino dos céus como de fato ele é. Que não inventemos regras. Que não sejamos religiosos. Que vivamos. Que sejamos como a mostarda e sirvamos de refúgio e abrigo. Que sejamos como um bolo lindo, saboroso, cheiroso e nutritivo. Que atraiamos as pessoas pelo nosso aroma.
"Contudo, graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo, e por nosso intermédio exala em toda parte o bom perfume do seu conhecimento; porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e mesmo para com os que estão perecendo." - 2 Coríntios 2.14,15
Amanhã continuamos. Até lá.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Tesouro verdadeiro
Continuando o capítulo 6 de Mateus, o Senhor Jesus prossegue ensinando sobre nossas motivações e onde deve estar nosso coração.
Ele nos adverte a acumular tesouros no céu, onde não podemos ser roubados e nossos tesouros não podem ser destruídos. Na terra, isso pode acontecer.
Tesouros acumulados na terra podem ser roubados, perdidos, destruídos e confiscados. O que consiste em algo realmente duro de viver.
Tesouros acumulados nos céus não estão sujeitos ao roubo, à perda, à destruição e ao confisco.
É importante sabermos onde está o nosso tesouro. O que importa para nós? O que faz nosso coração acelerar? Ambicionamos riquezas que podem nos ser tiradas? Pensamos nas riquezas dos céus? No que é eterno ou passageiro?
Onde estiver nosso coração, aí está o nosso tesouro. O coração do Senhor estava no Reino dos céus. E o nosso? Nosso tesouro pode ser facilmente perdido, roubado, destruído? Ou é eterno?
E nossos olhos? Estão olhando para onde? Para o passageiro ou para o eterno? Estamos preocupados com o que temos ou com quem somos? Se nossos olhos forem maus, estaremos em grandes trevas.
A quem servimos? Não podemos servir a dois senhores, quando eles tem alvos completamente diferentes. É impossível servir ao Senhor Eterno e ao dinheiro. Ou servimos a um ou a outro. Ou o dinheiro se torna nosso principal alvo ou o Senhor. A quem estamos servindo? Quais tem sido nossos alvos e nossas preocupações? Medimos as pessoas pelo que tem ou pelo que são?
Temos entregue nossas preocupações ao Pai ou temos ficado perplexos diante das dificuldades que precisamos enfrentar? O Pai cuida dos pássaros, cuida das plantas e somos muito mais valiosos que eles. Os que confiam no Senhor não devem ser conhecidos por suas preocupações, os que não conhecem ao Senhor é que são. Nós devemos confiar. E mais. Devemos buscar primeiro o Seu Reino e a Sua justiça, assim as demais coisas nos serão acrescentadas.
Não significa que não devemos desejar progredir, significa que em primeiro lugar deve estar o eterno, o que realmente tem significado, o que realmente nos enriquece. É onde deve estar nosso coração. Devemos aprender o que o Apóstolo Paulo aprendeu, porque seu coração estava nas coisas que são eternas e não nas passageiras: "... porquanto aprendi a viver satisfeito sob toda e qualquer circunstância. Sei bem o que é passar necessidade e sei o que é andar com fartura. Aprendi o mistério de viver feliz em todo lugar e em qualquer situação, esteja bem alimentado, ou mesmo com fome, possuindo fartura, ou passando privações. Tudo posso Naquele que me fortalece." - Filipenses 4.11b-12
Muita coisa a pensar nesse pequeno texto. Muitas perguntas a fazer. Muitas respostas a analisar.
Demos uma pausa e examinemos nossos corações. Onde está nosso tesouro?
Amanhã prosseguimos viagem.
Ele nos adverte a acumular tesouros no céu, onde não podemos ser roubados e nossos tesouros não podem ser destruídos. Na terra, isso pode acontecer.
Tesouros acumulados na terra podem ser roubados, perdidos, destruídos e confiscados. O que consiste em algo realmente duro de viver.
Tesouros acumulados nos céus não estão sujeitos ao roubo, à perda, à destruição e ao confisco.
É importante sabermos onde está o nosso tesouro. O que importa para nós? O que faz nosso coração acelerar? Ambicionamos riquezas que podem nos ser tiradas? Pensamos nas riquezas dos céus? No que é eterno ou passageiro?
Onde estiver nosso coração, aí está o nosso tesouro. O coração do Senhor estava no Reino dos céus. E o nosso? Nosso tesouro pode ser facilmente perdido, roubado, destruído? Ou é eterno?
E nossos olhos? Estão olhando para onde? Para o passageiro ou para o eterno? Estamos preocupados com o que temos ou com quem somos? Se nossos olhos forem maus, estaremos em grandes trevas.
A quem servimos? Não podemos servir a dois senhores, quando eles tem alvos completamente diferentes. É impossível servir ao Senhor Eterno e ao dinheiro. Ou servimos a um ou a outro. Ou o dinheiro se torna nosso principal alvo ou o Senhor. A quem estamos servindo? Quais tem sido nossos alvos e nossas preocupações? Medimos as pessoas pelo que tem ou pelo que são?
Temos entregue nossas preocupações ao Pai ou temos ficado perplexos diante das dificuldades que precisamos enfrentar? O Pai cuida dos pássaros, cuida das plantas e somos muito mais valiosos que eles. Os que confiam no Senhor não devem ser conhecidos por suas preocupações, os que não conhecem ao Senhor é que são. Nós devemos confiar. E mais. Devemos buscar primeiro o Seu Reino e a Sua justiça, assim as demais coisas nos serão acrescentadas.
Não significa que não devemos desejar progredir, significa que em primeiro lugar deve estar o eterno, o que realmente tem significado, o que realmente nos enriquece. É onde deve estar nosso coração. Devemos aprender o que o Apóstolo Paulo aprendeu, porque seu coração estava nas coisas que são eternas e não nas passageiras: "... porquanto aprendi a viver satisfeito sob toda e qualquer circunstância. Sei bem o que é passar necessidade e sei o que é andar com fartura. Aprendi o mistério de viver feliz em todo lugar e em qualquer situação, esteja bem alimentado, ou mesmo com fome, possuindo fartura, ou passando privações. Tudo posso Naquele que me fortalece." - Filipenses 4.11b-12
Muita coisa a pensar nesse pequeno texto. Muitas perguntas a fazer. Muitas respostas a analisar.
Demos uma pausa e examinemos nossos corações. Onde está nosso tesouro?
Amanhã prosseguimos viagem.
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