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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Isaías 61.1-63.19

Leitura do dia 04/08.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Isaías. Quase chegando ao fim.

Ontem vimos o tipo de jejum que agrada ao Senhor. Suas advertências em relação ao pecado de Seu povo. Sua admiração por não encontrar ninguém que quisesse ajudar os oprimidos, ninguém que ficasse na brecha. E a glória futura de Sua cidade, Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/isaias-601-22.html

Hoje, caminharemos a partir do capítulo sessenta e um. Até o capítulo sessenta e três.

Em um maravilhoso sábado, na cidade de Nazaré, o Senhor Jesus estava em uma sinagoga. Deram-lhe o livro de Isaías para que lesse. Ele o abriu. Encontrou o lugar onde estava escrito o que, hoje, lemos no capítulo 61. Leu o versículo um e parte do versículo dois. Após ler, fechou o livro. Devolveu-o ao assistente da sinagoga e sentou-se.

Tente imaginar a cena.

Todos olhavam atentamente para Ele, ainda que tivesse apenas lido. Esperavam algo. O ambiente da sinagoga estava mudado. Silêncio. Então, Ele falou. Naquele dia, aquela Escritura estava cumprida. Que presença tinha nosso Senhor! Leia, essa história está contada em Lucas 4.16-20.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/a-escritura-de-isaias-se-cumpre.html

Como Seus discípulos, também fomos ungidos para levar as boas novas aos pobres. Aos que anseiam por boas notícias. Ele também nos enviou para consolar os corações quebrantados. Para proclamar que os cativos serão soltos. E os prisioneiros do pecado, serão libertos. Também nos enviou a dizer aos que choram que é chegado o tempo do favor do Senhor.

Somos Seus imitadores, como filhos amados (Efésios 5.1)! Em Sua justiça, nos faz grandes como carvalhos. Foi Ele mesmo que nos plantou. Para Sua glória.

Somos chamados a reconstruir as ruínas antigas. Restaurar os lugares que há muito tempo foram destruídos. A renovar cidades devastadas, gerações após gerações. Quando, aos poucos, tijolo a tijolo foram sendo retirados, como se não houvesse importância.

Quando nos dá esse chamado, está nos remetendo ao antigo caminho do Senhor. A restaurar o significado de Sua palavra. A renovar a Verdade e a Justiça, deixadas de lado tempos atrás. Sim, nós, Seu povo, seremos chamados sacerdotes do Altíssimo. Ministros do nosso Senhor.

Temos a promessa de que, um dia, em lugar da vergonha, receberemos dupla honra. Prosperidade em dobro. E alegria sem fim. Ele, o Senhor, ama a justiça. Odeia o roubo e a maldade. Recompensará fielmente Seu povo. Em uma aliança permanente. Todos saberão quem O serve, quem é Seu povo. Assim como o Senhor Jesus se alegrou no Pai, também nos alegraremos. Suas vestes são roupas de salvação. Seu manto, a Justiça. Ele é como o noivo com suas vestes de casamento.

E, maravilha das maravilhas, mostrará Sua justiça às nações! Todos O louvarão. Sabe quando é começo da primavera e entramos em um jardim? Há plantas e flores brotando em todos os lugares. Assim, pessoas de todas as nações O louvarão, como se brotassem de todos os lugares, em plena primavera. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Isaías ora por Jerusalém. Jamais se calará. Até que a veja resplandecer como uma rocha acesa. Para que as nações vejam sua justiça. Há lindas promessas para os que fazem parte de Jerusalém. Um novo nome. Uma nova identidade. Um novo comprometimento. Entre nós e o Senhor. Entre nós e nossos filhos.

Os que oram ao Senhor não podem descansar. Devem continuar vigilantes dia e noite. Aqueles que Ele encontrou disponíveis, devem permanecer trabalhando, até que Sua obra seja completa. É nosso dever preparar o caminho para que Seu povo volte.

Novamente Isaías tem uma visão do Senhor. Parece que estamos ouvindo João contando suas visões em Apocalipse, capítulo 19. Isaías vê o Senhor, com Suas roupas manchadas de vermelho. Seus trajes reais. Sua marcha em grande força. Sim, Ele anuncia Sua justiça. Ele é poderoso para salvar. Novamente afirma que procurou e não encontrou ninguém que se apresentasse para ajudar os oprimidos. Ninguém se ofereceu para ficar na brecha. Seu forte braço interveio e nos salvou. Em todo nosso sofrimento, Ele também sofreu.

Não servimos a um deus alheio. Servimos ao Senhor, que é cheio de bondade e misericórdia. Olhe para trás. Quantas vezes Ele nos carregou no colo ao longo dos anos! Olhe novamente. Veja Sua bondade e misericórdia seguindo-o todos os dias de sua vida. Quantos livramentos! Quantos milagres! http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html

Ele ainda é nosso Pai. Nosso Redentor. Nosso Resgatador, o Todo-Poderoso.

Que nossas orações ecoem! Que não deixemos de orar, até que Sua obra seja completa, até que chegue “aquele dia”. https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sessenta e quatro. Até o capítulo sessenta e seis.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Salmos 111.1-112.10

Leitura do dia 21/06.

Na postagem anterior, vimos Davi cantando sobre sua visão do Senhor Jesus. Que canção maravilhosa!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1101-7.html

Agora, continuaremos através dos Salmo cento e onze e cento e doze. Esses dois Salmos são poemas acrósticos. Depois da nota de introdução, cada linha começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão.

O Salmo cento e onze começa com louvores ao Senhor e termina conclamando todos a louvarem-No para sempre.

Fala de Suas grandiosas obras. Todos que tem prazer nEle devem meditar em suas obras. Tudo que faz revela Sua glória e majestade. Seus atos e obras nos mostram quem Ele é. Sua justiça permanece para sempre. Ele mesmo nos faz recordar Suas maravilhas.

É a mesma maravilhosa história de sempre. Quando olhamos para trás, vemos Sua bondade e misericórdia nos seguindo. Sempre estiveram ali. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html

Tudo que Ele faz é justo. E bom. Todos Seus mandamentos, sem exceção, são confiáveis. Não nos ordena algo que não seja bom. Seu intuito é nos fazer viver melhor. É nos fazer realmente viver. Por isso, devemos obedecer com fidelidade. Com retidão. Sem arrumarmos desculpas, desvios ou adendos.

Ele mesmo pagou o resgate por nós, Seu povo. Garantiu Sua aliança para sempre. Não é um contrato que um dia terá fim. Não é uma aliança qualquer que pode ser jugada fora. Ou trocada. É uma aliança eterna. Nela, não existe divórcio.

O salmista canta que o temor do Senhor é o princípio do conhecimento. Quer conhecimento verdadeiro? Quer sabedoria? Tema ao Senhor. Todos que obedecem Seus mandamentos, ordenados para nosso bem, mostram bom senso.

O Salmo cento e doze inicia com um louvor ao Senhor. Sim, louvado seja o Senhor. O salmista canta como é feliz os que O temem e tem prazer em obedecer Seus mandamentos. Parece a continuação do anterior. Provavelmente é.

Os que tem prazer em obedecer Seus mandamentos terão filhos bem sucedidos. Uma geração inteira de justos. Que será abençoada. Terá, em sua casa, riqueza e prosperidade. Suas boas ações, e não suas riquezas, permanecerão para sempre. Nossa maneira de agir manifesta quem somos. E quem somos é o que verdadeiramente importa. Não o que temos.

Continua cantando que a luz brilha na escuridão, para o que é justo. Está escuro? Sim, muitas vezes precisamos passar pelo vale da sombra da morte. Precisamos passar por outros vales. De escuridão. Mas ali, na escuridão, a luz do Senhor brilha sobre nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-dorme-em-meio-tempestade-e-agora.html

Será que somos justos? O justo é compassivo. Misericordioso. E íntegro. Não julga. Muito menos, condena. É compassivo. Misericordioso. Não fica claudicando entre dois pensamentos. Ou filosofias. Ou ideias. Ou mundos. Ele é íntegro. Inteiro. Em sua completude pertente ao Senhor. Totalmente.

Ele canta que é feliz aquele que empresta com generosidade e conduz seus negócios com honestidade. Não aquele que empresta visando lucro, contando os centavos. Oprimindo. Nem aquele que acredita que os fins justificam os meios. Que dão “jeitinhos brasileiros”. Que desejam e levam vantagem em tudo. Não. Os felizes são os que emprestam generosamente e negociam honestamente. Talvez seus lucros sejam menores. Mas são felizes. Felicidade é infinitamente melhor que lucros.

Esse homem, o salmista canta com propriedade, não será abalado. A lembrança de seu nome durará por muito tempo. Ele não teme más notícias. Sabe que pode confiar plenamente no cuidado do Senhor. Não em seus negócios e lucros. Não no dinheiro que tem guardado. Nas riquezas que adquiriu. Mas no cuidado do Senhor.

Por tudo isso, este homem é confiante. Destemido. Sabe que vencerá. E, seus lucros, compartilha generosamente com os pobres. Sim, com os pobres. Não tem uma mesa redonda repleta de ricos compartilhando suas conquistas. Ele as compartilha com os pobres. Seus atos de justiça serão lembrados eternamente. Terá influência e honra. Verdadeiros. Vindos do Senhor.

O perverso verá e ficará furioso. Mas não poderá fazer nada. Ele desaparecerá. Seus desejos serão frustrados. Pelo Senhor.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

O que é importante para nós?

No capítulo 26 de Mateus é contado a respeito da mulher que derramou seu precioso perfume sobre a cabeça de Jesus.

Ao ver isso, um dos discípulos ficou indignado dizendo que ela poderia ter vendido o perfume e o dinheiro dado aos pobres. Porém no último versículo, Jesus diz: "Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for anunciado, em todo o mundo, também será contado o que ela fez, para memória sua". - Mateus 26:13

O interessante é que em nenhum momento é citado o nome da mulher. Mesmo assim, continua sendo lembrada nos dias de hoje. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/ele-sabe-quem-e-essa-mulher.html http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/uma-mulher-unge-jesus-para-sua-morte.html

Acredito que a mulher não estava interessada na opinião dos outros e muito menos queria ser reconhecida por algo.

Ela tomou esta atitude por amor a Jesus. Derramou aquilo que achava ser o seu bem mais precioso e de alto valor. Fez isso em sinal de rendição a Jesus.

Ela diz que Sua presença é muito melhor que o dinheiro ou qualquer outra coisa que a afaste de Sua presença.

Essa mulher nos constrange com a lição que nos oferece. Talvez o perfume não seja algo de maior valor em nossas vidas, talvez um celular, um carro, uma casa, qualquer coisa que seja de valor para você.

Será que daríamos tudo isso por amor a Jesus?!

Não estou falando aqui para sair dando tudo que temos. Estou falando de uma rendição, onde declaramos que nada é mais importante que Jesus.

A pergunta que precisamos fazer a nós mesmos é se o sacrifício de Jesus tem valido a pena nas nossas vidas. Se realmente O temos amado.

Ninguém sabe o dia nem a hora em que Ele virá. Quando vier, talvez seja tarde demais para chamar sua atenção.

Beatriz Boaventura

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Um discurso inusitado

Prosseguimos através do capítulo 6 de Lucas. Dos versículos 17 a 26.

Jesus havia subido ao monte e escolhido os doze que estariam com Ele.

Quando desceu, parou em um lugar plano. Ali estavam muitos de seus discípulos, bem como uma imensa multidão da Judéia, Jerusalém e do litoral de Tiro e Sidom. Vieram para ouví-Lo e serem curadas.

Todos procuravam tocar nEle, porque dEle saía poder, que curava a todos. Os que eram perturbados por espíritos imundos também eram curados.

Ele olhou para Seus discípulos e começou a falar. Seu discurso parece, para muitos, sem sentido.

Os pobres eram bem aventurados, pois a eles pertence o Reino de Deus. Assim como os famintos, pois seriam saciados. Os que choram, pois viriam a rir.

Os que fossem odiados, expulsos, insultados e até os que teriam seus nomes eliminados por causa dEle deveriam alegrar-se, saltar de alegria, porque a recompensa no céu é grande. Ele afirmou que foi assim que os antepassados deles trataram os profetas.

Mas ai dos ricos, pois já haviam recebido sua consolação. Ai dos que tem fartura, pois passariam fome. Ai dos que riem, pois iriam se lamentar e chorar.

Ai daqueles que fossem elogiados, pois foi dessa maneira que os antepassados deles trataram os falsos profetas.

Precisamos parar e pensar. Não podemos ser ricos, ter fartura, sorrir e ser elogiados? Esse não é o ponto. O ponto é colocar o coração na riqueza, na fartura, na felicidade terrestre, no nosso eu, e em posições de destaque. Se nossos corações estiverem nesses lugares, já teremos recebido nossa recompensa. Não estamos agindo e nem esperando pelo Reino dos céus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html

Quanto aos profetas: não é muito mais fácil vermos um falso profeta ser seguido por uma legião de discípulos do que um verdadeiro profeta? Ele prega facilidades e mensagens que massageiam o ego humano. Ao contrário dos verdadeiros profetas que nos ensinam a negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e seguirmos ao Mestre. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/andando-ao-lado-de-jesus.html

Antes de prosseguirmos, precisamos pensar. Quem temos seguido? Que vozes temos ouvido? Que mensagem temos deixado ficar em nossos corações? O que tem importado para nós?

Que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir. Que nossos corações estejam inclinados ao Senhor, Àquele que renunciou tudo por nós. Que andou com os que perceberam que necessitavam dEle.

Amanhã prosseguimos juntos, através do capítulo sete. Até lá.




quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Uma mulher unge Jesus para Sua morte

 Continuamos através de Mateus. Agora capítulo 26.

Ainda estamos assentados, já faz um bom tempo, com o Senhor e os discípulos, no Monte das Oliveiras.

Após todas as coisas que o Senhor ensinou sobre Sua segunda vinda, relembrou o que estava prestes a acontecer. Estavam a dois dias da Páscoa e Ele seria entregue para ser crucificado. Ainda parece tão impossível.

Ser crucificado, a morte maldita, por qual motivo?

Em outro lugar, não muito longe dali, os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos se reunem no palácio do sumo sacerdote. Juntos planejam prender o Senhor à traição e matá-Lo. Alguém pode ser preso e condenado à morte por curar e anunciar o Reino dos céus? Precisa ser à traição. Não havia motivo algum para Ele ser preso, muito menos condenado à morte.

Decidiram que esperariam a festa para não haver tumulto entre o povo. Não sabiam que o Senhor Jesus seria morto na Páscoa. Afinal, Ele é o Cordeiro Pascoal, o Cordeiro que tira o pecado do mundo, como anunciado por João Batista. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-caminhada-pelo.html

Finalmente o Senhor, após ter ensinado tantas coisas, foi a Betânia.

Um jantar na casa de Simão, conhecido como Simão, o leproso. Com certeza não era mais leproso, uma vez que convivia com as pessoas, em sua própria casa e havia tido um encontro, em algum momento, com Jesus.

Estamos ali, observando aquele jantar. Todos reclinados à mesa. De repente, uma mulher, com um frasco de alabastro, contendo um perfume muito caro, entra naquela sala de jantar e derrama o perfume sobre Sua cabeça.

Meu coração acelera. Esse acontecimento é um dos meus preferidos. O perfume se espalha por toda a sala. Quase posso sentir. Amo perfumes. Meus olhos estão arregalados. Jesus desfruta daquele ato de amor. Eu também. É um ato lindo.

De acordo com João, capítulo 12, essa mulher é Maria. Alabastro era um tipo de cerâmica usado naquele tempo. Ainda de acordo com João, era um bálsamo de nardo puro. Um óleo perfumado muito caro. Custava cerca de trezentos denários. Lembra que um denário era o pagamento de um dia de trabalho?

Consegue imaginar a cena? Olho de um lado para o outro. A mulher naquele ato de total desprendimento. Um ano de trabalho sendo derramado sobre o Senhor Jesus. O perfume enche o ambiente. O murmúrio é geral. Jesus encharcado de perfume, Sua cabeça e roupas. Ele não reclama. Desfruta.

Os discípulos estão indignados. Consideram um ato de total desperdício. Falam que o perfume podia ser vendido por um alto preço e o dinheiro dado aos pobres. Realmente é muito dinheiro. Mas estou muito maravilhada com essa cena. Essa mulher desprezou o dinheiro para honrar o meu Senhor. O Senhor dela.

Então Jesus percebe o que os discípulos estão falando. Ele repreendeu-os. Ordena que não perturbem a mulher. Afirma que ela havia praticado uma boa ação para com Ele. Disse ainda que os pobres sempre estariam com eles, mas Ele não. E concluiu que, quando ela derramou perfume sobre Ele, estava preparando-O para o sepultamento. Meu coração dispara. Ele disse que faltavam apenas dois dias para a Páscoa. Meu Senhor irá mesmo morrer. Por mim. Por você.

Jesus ainda assegurou-lhes que onde quer que o Evangelho fosse anunciado, em todo o mundo, o que ela fez por Ele seria contado, em sua memória. Perceba que Ele falou que o Evangelho seria anunciado em todo o mundo. Essa história seria contada também, em todo o mundo, para memória dela. Tenho vontade de chorar. O que ela fez foi tão precioso para Ele que essa história será contada por todo o mundo. Para memória dela. Como o Senhor é tão maravilhoso! Meu amor por Ele aumenta. Como não aumentar?

Estamos aqui hoje, lembrando o que ela fez. Dois mil anos depois. Do outro lado do mundo. Meu coração salta de alegria. Podemos confiar em Sua palavra.

Aquela mulher pode não ter visto acontecer, mas nós estamos vendo. Sabemos que o que Ele assegurou, de fato aconteceu. Ele é fiel e verdadeiro. Podemos confiar. O Senhor sempre cumpre Suas promessas.

Após o jantar, Judas, chamado Iscariotes, foi até o chefe dos sacerdotes e perguntou-lhes o que eles dariam a ele se entregasse Jesus.

Eles fixaram um preço. Trinta moedas de prata. Esse preço foi fixado para que se cumprisse o que está escrito em Zacarias 11.11-13.

A partir desse momento Judas passou a procurar uma oportunidade para entregar nosso Senhor.

Vamos ficar por aqui. E pensar.

Nossos atos agradam ao Senhor como o daquela mulher ou precisamos ser repreendidos como os discípulos foram? Ficamos indignados quando alguém honra nosso Senhor ou honramos aquela pessoa?

Amanhã prosseguimos.