Leitura do dia 13/11.
Na postagem anterior vimos Paulo e Barnabé em Icônio, em Listra e Derbe. São considerados deuses. São apedrejados. Não param de levar as boas-novas por todas as cidades onde passam. Até que voltam para Antioquia da Síria, onde contam, com alegria, como foram usados pelo Senhor e como a porta se abriu para que os gentios sejam alcançados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-141-28.html
Agora, caminharemos através do capítulo quinze de Atos.
Chegaram a Antioquia alguns homens da Judeia. Ensinavam aos irmãos que deveriam ser circuncidados, conforme a lei de Moisés, para serem salvos. Paulo e Barnabé discordaram e discutiam com eles energicamente.
A igreja em Antioquia resolve enviar representantes à Jerusalém para alinhamento. Paulo e Barnabé estavam entre eles.
No caminho, passam na Fenícia e Samaria. Visitam os irmãos. Contam-lhes que os gentios também estavam sendo convertidos. Todos ficaram muito alegres.
Quando chegam a Jerusalém são bem recebidos. Relatam o que o Senhor fizera por meio deles.
Alguns discípulos que eram fariseus levantam-se e dizem que os gentios convertidos devem ser circuncidados e devem guardar a lei de Moisés.
Os apóstolos e presbíteros reúnem-se para decidir a questão. Pedro (meu querido) levanta-se. Fala que há muito tempo o Senhor o escolhera para falar as boas-novas aos gentios. Ele, o Senhor, conhece todos os corações. Confirma que aceita os gentios ao lhes dar o Espírito Santo como fizera a eles. Seus corações foram purificados pela fé.
Por que provocar o Senhor, sobrecarregando os gentios com um jugo que nem eles nem seus antepassados conseguiam suportar?
Afirma que todos creem que tanto eles como os gentios são salvos da mesma forma, pela graça do Senhor Jesus (Efésios 2.8).
Todos ficaram em silêncio enquanto Barnabé e Paulo contam os sinais e maravilhas que o Senhor realizara entre os gentios.
Quando terminam, Tiago, irmão do Senhor, levanta-se e toma a palavra. Confirma o que Pedro falara. Citou Amós 9.11,12, dizendo que tudo está em pleno acordo com o que os profetas escreveram. Não deviam criar dificuldades para que os gentios se convertessem ao Senhor. Deveriam escrever-lhes para se abster de comer alimentos oferecidos a ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais estrangulados e do sangue.
Então, escolheram representantes de Jerusalém que foram enviados a Antioquia da Síria, junto com Paulo e Barnabé, para informa-los da decisão. Levaram uma carta para ser lida, onde diziam sobre tal decisão.
Os representantes partiram de imediato. Quando reuniram a igreja em Antioquia, houve grande alegria entre a igreja naquele dia. Despediram os representantes em paz.
Silas, um dos representantes ficou em Antioquia. Paulo e Barnabé também. Eles e muitos outros ensinavam e pregavam a Palavra do Senhor naquela cidade.
Nesta época Paulo chamou Barnabé para voltar às cidades onde pregaram, para visitar os irmãos e verem como estavam.
Barnabé quis levar João Marcos. Paulo não quis. Ele os deixara na Panfilia, não prosseguindo naquela missão. Tiveram um desentendimento tão grande que Barnabé foi para um lado com João Marcos e Paulo para outro, com Silas.
Os irmãos os entregaram ao cuidado do Senhor. Viajaram por toda a Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas por aonde iam.
Que nos interessemos pelo povo do Senhor como esses homens se interessavam. E não permitamos que nenhum desentendimento nos impeça de abençoar pessoas.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito de Atos.
Espero você. Até lá.
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sábado, 23 de novembro de 2019
Atos 15.1-41
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quarta-feira, 30 de outubro de 2019
Mateus 23.1-39
Leitura do dia 18/10.
Nas postagens anteriores, vimos a respeito do casamento e do divórcio, a pergunta do jovem rico que desejava ser perfeito e as recompensas do Reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-191-30.html
Também vimos a parábola dos trabalhadores na vinha, a necessidade de saber pedir e os cegos recuperando a visão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-201-34.html
O Senhor entrou em Jerusalém, aclamado pelas multidões. Limpou o templo, a casa de oração. Amaldiçoou a figueira que tinha folhas, mas não tinha frutos. Não respondeu à pergunta dos religiosos quando à Sua autoridade. Contou a parábola do pai e dois filhos e a dos vinicultores maus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-211-46.html
Lemos também a parábola do banquete nupcial, o pagamento dos impostos, a ressurreição, o maior dos mandamentos e o Senhorio de Jesus sobre o rei Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-221-46.html
Hoje, leremos a partir do capítulo vinte e três de Mateus. Até o capítulo vinte e cinco.
Jesus dirige-se à multidão e a Seus discípulos dizendo que os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés, a cadeira de ensino e autoridade. Por esse motivo, deviam obedecer e fazer o que diziam, mas não o que faziam. Embora ensinassem o correto, não praticavam o que pregavam.
Também afirma que atavam fardos pesados e colocavam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não tinham a mínima disposição em levantar um só dedo que fosse para mover esses fardos. Regras sobre regras.
Alertou à multidão e Seus discípulos que tudo que faziam era para serem vistos pelos homens. Alteravam até suas roupas para chamar mais atenção. Também gostavam dos lugares de honra nos jantares e dos assentos mais importantes nas sinagogas. Além de gostarem de ser saudados nas praças e serem chamados de Mestres.
Infelizmente, os mestres da lei, embora estudassem as Escrituras, haviam se perdido. Amando mais o reconhecimento humano do que o Todo-Poderoso.
O conhecimento das Escrituras deve nos levar a amar mais o Senhor. Precisamos ter cuidado para não nos perdermos. Não nos tornarmos orgulhosos em função do que aprendemos. Quanto mais conhecermos as Escrituras, em verdade, menores nos consideramos. Como João Batista, que disse que o Senhor devia crescer e ele diminuir (João 3.30).
O Senhor continua dizendo que ninguém devia ser chamado de Mestre, pois um só é o nosso Mestre. Todos somos irmãos. Nem de Pai, porque nosso Pai é Aquele que está nos céus. Nem ao menos chefes, porque nosso Chefe é Cristo, o Ungido, o Senhor.
Para não deixar qualquer tipo de dúvidas, reafirmou que o maior era o que servisse. Pois todo que a si mesmo se exalta, acaba sendo humilhado, mas todo que a si mesmo se humilha, será exaltado.
Que o Senhor ensine essas verdades aos nossos corações. Que à medida que aprendermos, enxerguemos quem somos, como somos. Que gritemos como João Batista, um grito que saia de dentro de nossos corações: “Que Ele cresça e eu diminua.”
https://www.youtube.com/watch?v=Me9WNFKaTjo
Agora, estamos em meio à multidão. Meus olhos estão quase saltando. Meu coração também. Ele se dirige aos mestres da lei e aos fariseus. E os chama de hipócritas!
Nas postagens anteriores, vimos a respeito do casamento e do divórcio, a pergunta do jovem rico que desejava ser perfeito e as recompensas do Reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-191-30.html
Também vimos a parábola dos trabalhadores na vinha, a necessidade de saber pedir e os cegos recuperando a visão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-201-34.html
O Senhor entrou em Jerusalém, aclamado pelas multidões. Limpou o templo, a casa de oração. Amaldiçoou a figueira que tinha folhas, mas não tinha frutos. Não respondeu à pergunta dos religiosos quando à Sua autoridade. Contou a parábola do pai e dois filhos e a dos vinicultores maus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-211-46.html
Lemos também a parábola do banquete nupcial, o pagamento dos impostos, a ressurreição, o maior dos mandamentos e o Senhorio de Jesus sobre o rei Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-221-46.html
Hoje, leremos a partir do capítulo vinte e três de Mateus. Até o capítulo vinte e cinco.
Jesus dirige-se à multidão e a Seus discípulos dizendo que os mestres da lei e os fariseus se assentam na cadeira de Moisés, a cadeira de ensino e autoridade. Por esse motivo, deviam obedecer e fazer o que diziam, mas não o que faziam. Embora ensinassem o correto, não praticavam o que pregavam.
Também afirma que atavam fardos pesados e colocavam sobre os ombros dos homens, mas eles mesmos não tinham a mínima disposição em levantar um só dedo que fosse para mover esses fardos. Regras sobre regras.
Alertou à multidão e Seus discípulos que tudo que faziam era para serem vistos pelos homens. Alteravam até suas roupas para chamar mais atenção. Também gostavam dos lugares de honra nos jantares e dos assentos mais importantes nas sinagogas. Além de gostarem de ser saudados nas praças e serem chamados de Mestres.
Infelizmente, os mestres da lei, embora estudassem as Escrituras, haviam se perdido. Amando mais o reconhecimento humano do que o Todo-Poderoso.
O conhecimento das Escrituras deve nos levar a amar mais o Senhor. Precisamos ter cuidado para não nos perdermos. Não nos tornarmos orgulhosos em função do que aprendemos. Quanto mais conhecermos as Escrituras, em verdade, menores nos consideramos. Como João Batista, que disse que o Senhor devia crescer e ele diminuir (João 3.30).
O Senhor continua dizendo que ninguém devia ser chamado de Mestre, pois um só é o nosso Mestre. Todos somos irmãos. Nem de Pai, porque nosso Pai é Aquele que está nos céus. Nem ao menos chefes, porque nosso Chefe é Cristo, o Ungido, o Senhor.
Para não deixar qualquer tipo de dúvidas, reafirmou que o maior era o que servisse. Pois todo que a si mesmo se exalta, acaba sendo humilhado, mas todo que a si mesmo se humilha, será exaltado.
Que o Senhor ensine essas verdades aos nossos corações. Que à medida que aprendermos, enxerguemos quem somos, como somos. Que gritemos como João Batista, um grito que saia de dentro de nossos corações: “Que Ele cresça e eu diminua.”
https://www.youtube.com/watch?v=Me9WNFKaTjo
Agora, estamos em meio à multidão. Meus olhos estão quase saltando. Meu coração também. Ele se dirige aos mestres da lei e aos fariseus. E os chama de hipócritas!
Minha plaquinha cai no chão. Fiquei sem forças. Meu Senhor é tão corajoso e verdadeiro! Fala na “cara” daqueles homens, mestres da lei e fariseus, considerados “os tais”, os estudiosos das Escrituras, que são falsos, que agem de uma maneira, mas pensam de outra. E continua.
Vou me encolhendo.
Vou me encolhendo.
Chama atenção daqueles homens, os estudiosos da lei, pois fecham o Reino dos céus diante dos homens. Não entram e nem deixam entrar os que gostariam. Estou pasma. Que coragem!
Mas ainda não acabou. Denuncia que, com a desculpa de orarem, devoram as casas das viúvas. Serão castigados com mais severidade. Sabem perfeitamente o que estão fazendo.
Realmente me encolho. Parece que está vivendo os dias de hoje. Fala desses estudiosos que percorrem terra e mar para fazer um convertido e quando o fazem não o libertam, mas o tornam duas vezes mais filho do inferno que eles. Quantas vezes a igreja tem feito isso ao longo da história? Quantas vezes tem sido pregado um evangelho distorcido, que empobrece a alma ao invés de enriquecê-la? Que escraviza ao invés de libertar?
O Senhor os chama de guias cegos, cegos e insensatos. Considerando o ouro mais que o santuário.
Ele disse isso faz dois mil anos. Hoje precisamos ouvir essa denúncia!
Ele disse isso faz dois mil anos. Hoje precisamos ouvir essa denúncia!
E quanto ao dízimo? Davam rigorosamente o dízimo das colheitas, mas negligenciavam os preceitos mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fidelidade.
Olho à volta. Estou mesmo nas páginas do livro de Mateus ou estou em pleno século 21? Será que vivemos dando voltas? Recordo-me do que Salomão disse: “O que acontece agora, já aconteceu antes, e o que acontecerá no futuro também já aconteceu, pois Deus faz as mesmas coisas acontecerem repetidamente (Eclesiastes 3.15)" . Onde estão a justiça, a misericórdia e a fidelidade hoje em dia? Sinceramente, estou embasbacada.
Olho à volta. Estou mesmo nas páginas do livro de Mateus ou estou em pleno século 21? Será que vivemos dando voltas? Recordo-me do que Salomão disse: “O que acontece agora, já aconteceu antes, e o que acontecerá no futuro também já aconteceu, pois Deus faz as mesmas coisas acontecerem repetidamente (Eclesiastes 3.15)" . Onde estão a justiça, a misericórdia e a fidelidade hoje em dia? Sinceramente, estou embasbacada.
Comprometido com a verdade, Ele é a própria Verdade, repete a denúncia. São guias cegos que coam um mosquito e engolem um camelo. Enxergam os ciscos e não enxergam as traves.
Sinceramente, fui arrancada das páginas de Mateus e trazida para os dias de hoje.
Sinceramente, fui arrancada das páginas de Mateus e trazida para os dias de hoje.
Mestres da lei que limpam o exterior e por dentro estão cheios de ganância e cobiça. O coração não importa mais. A alma pode estar estraçalhada. A aparência é o que importa. É ter e não ser.
Quantos sepulcros caiados temos visto? Bonitos por fora e cheios de ossos e toda imundície por dentro. Com aparência de justiça e cheios de hipocrisia e maldade. Estou pasma! Tenho certeza que o Senhor está falando à nossa geração, a muitos de nossos líderes, a muitos de nós.
Ainda denuncia que esses mestres edificam os túmulos dos profetas e adornam os monumentos dos justos dizendo que não teriam derramado sangue se fossem vivos naquela época. Testemunham que são descendentes dos que agiram assim, mas não fazem como Esdras e Neemias, que confessaram e pediram perdão pelos pecados de seus antepassados.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/neemias-um-homem-de-oracao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-zelo.html
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http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-zelo.html
Tenho que sentar. Imagino João Batista, ou Isaías, ou Elias ou qualquer um dos profetas “surgindo” diante de nós. Estou certa, seriam mortos. O mais rapidamente possível. Sua mensagem seria muito dura para nós, para nossa geração, acostumada a fechar os olhos para mosquitos e camelos. Desejosa de ouvir que pode, que consegue, que merece.
O Senhor diz que estão enchendo a medida de pecados de seus antepassados. Estamos fazendo o mesmo? Temo e tremo diante dessa palavra.
Seu semblante é duro, assim como Suas palavras. Mestres da lei e fariseus, considerados a nata, sendo chamados pelo Mestre de serpentes e raça de víboras. Sua pergunta ecoa por toda Jerusalém: “Como vocês escaparão da condenação ao inferno?” Como?
Depois, profetizou que estava enviando profetas, sábios e mestres. Uns seriam crucificados, uns açoitados e uns perseguidos.
E, para meu total horror, afirma que sobre eles recairia todo o sangue justo derramado na terra, desde Abel até Zacarias, que foi assassinado.
Tantas palavras duras, embora verdadeiras, mas então, meu coração derrete. Olho para Ele. Justiça, fidelidade e misericórdia é o que vejo. Sua declaração de amor por Jerusalém, e por todos nós. Compara-se a uma galinha que reúne os pintinhos debaixo de suas asas. Quantas vezes quis fazer assim, mas não quiseram. Fugiram de Seu cuidado, de Seu carinho.
Choro. Sinto Sua dor. Seu amor em meio a todas as denúncias que fez. Seu interesse em denunciar é o arrependimento.
Suas palavras me atingem. Não apenas por mim, mas pela minha geração. Pela nossa geração. Por nós.
Temos, como geração, como igreja, agido assim? Como hipócritas, cegos insensatos, serpentes, raças de víboras?
Venho sondando meu coração ao longo dessa jornada. Quantas verdades o Senhor tem revelado. Quero ser como Ele. Quero ser como Ele deseja. Preciso que continue sondando meu coração.
Fique comigo. Deixe que o Senhor nos toque, coloque luz em nossas vidas e corações. Vamos pedir que nossa situação como igreja mude! Precisamos disso. Muito.
Os mestres da lei e os fariseus devem ter ficado lá fervilhando.
Quem dera se arrependessem. Sabemos que não aconteceu.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 16.1-28
Leitura do dia 16/10.
Ontem vimos o Senhor contando muitas parábolas. Também O vimos ser rejeitado em Nazaré. A morte de João Batista. O testemunho do Senhor sobre João Batista. A primeira e a segunda multiplicação de pães e peixes. Jesus andar sobre o mar. Curar enfermos. Ensinar sobre a pureza interior. Sobre guardar o coração. E a cura da filha da mulher cananeia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-131-58.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-141-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-151-39.html
Hoje leremos a partir do capítulo dezesseis de Mateus. Até o capítulo dezoito.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo dezesseis.
Novamente os fariseus e saduceus aproximaram-se de Jesus. Eles O puseram à prova pedindo-Lhe um sinal do céu. Jesus responde que sabiam olhar para o céu e ver se o dia seria de tempestade ou de sol, mas não sabiam interpretar os sinais dos tempos. Queriam um sinal do céu quando deveriam olhar para os sinais dos tempos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Jesus, sempre comprometido com a verdade, os chamou de geração perversa, que praticava o que era ruim e prejudicava as pessoas; e adúltera, pois haviam abandonado ao Senhor verdadeiro e serviam a si mesmos. Disse ainda que nenhum sinal seria dado a eles, a não ser o sinal de Jonas. E se retirou. Assunto encerrado. Ele não perdia tempo com discussões que não levam a nada.
Assim como Jonas havia ficado no ventre do peixe, Jesus ficaria no ventre da terra. E como Jonas saiu, Jesus ressuscitaria. Não acredito que eles entenderam. Não tinham olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para entender. Olhavam para si. Ouviam o que lhes era conveniente. E não entendiam a verdade da Palavra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Dali, foram para o outro lado do mar da Galileia. Os discípulos esqueceram de levar pão. Jesus lhes disse para estarem atentos e terem cuidado com o fermento dos fariseus e saduceus. Eles ainda estavam muito preocupados com o natural. Começaram a discutir entre si dizendo que não haviam levado pão. Jesus, percebendo a discussão, pergunta: “Homens de pequena fé, por que vocês estão discutindo entre si sobre não terem pão? Ainda não compreendem”?.
Será que temos compreendido o que Jesus tem feito em nossas vidas?
Ele precisou lembrá-los das duas multiplicações dos pães e de como as multidões foram alimentadas naquelas ocasiões, então, os discípulos entenderam que estava falando do ensino dos fariseus e saduceus.
Lembram da história que lhes contei de quando fui fazer o calzone e o excesso de fermento estragou toda a massa? Assim era o ensino desses homens. Ensinavam regras sobre regras. Enchiam a massa de fermento, até que estivesse estragada. Não possuíam vida, apenas religiosidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Que tenhamos cuidado com os fariseus e saduceus de hoje que, ao invés de produzir alimento sadio, enchem a massa de fermento. E de palha.
Fermento em excesso fede, estraga a massa, que só serve para ser jogada fora. Como o sal insípido. Como a luz que não se acende quando deveria estar acesa.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
Que nosso fermento seja no ponto certo, introduzido em massa de trigo puro, sem mistura, que produz vida a todos que se achegarem a nós, como acontecia com nosso Senhor Jesus.
Jesus chega à região de Cesareia de Felipe. Era assim chamada em homenagem a Felipe, filho de Herodes, que dominou aquela região. Antes, chamava-se Panias, em homenagem ao deus pagão Pan, associado aos campos e rebanhos. Estive na caverna que havia sido consagrada a Pan. Ali, declaramos o nome de Jesus, como o único Rei e Senhor do Universo.
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum. Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você? Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós? Joio ou trigo? Árvore que produz bons frutos ou maus? Terra boa ou má? Andar por fé ou vista? Crer ou duvidar? Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Ontem vimos o Senhor contando muitas parábolas. Também O vimos ser rejeitado em Nazaré. A morte de João Batista. O testemunho do Senhor sobre João Batista. A primeira e a segunda multiplicação de pães e peixes. Jesus andar sobre o mar. Curar enfermos. Ensinar sobre a pureza interior. Sobre guardar o coração. E a cura da filha da mulher cananeia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-131-58.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-141-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-151-39.html
Hoje leremos a partir do capítulo dezesseis de Mateus. Até o capítulo dezoito.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo dezesseis.
Novamente os fariseus e saduceus aproximaram-se de Jesus. Eles O puseram à prova pedindo-Lhe um sinal do céu. Jesus responde que sabiam olhar para o céu e ver se o dia seria de tempestade ou de sol, mas não sabiam interpretar os sinais dos tempos. Queriam um sinal do céu quando deveriam olhar para os sinais dos tempos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Jesus, sempre comprometido com a verdade, os chamou de geração perversa, que praticava o que era ruim e prejudicava as pessoas; e adúltera, pois haviam abandonado ao Senhor verdadeiro e serviam a si mesmos. Disse ainda que nenhum sinal seria dado a eles, a não ser o sinal de Jonas. E se retirou. Assunto encerrado. Ele não perdia tempo com discussões que não levam a nada.
Assim como Jonas havia ficado no ventre do peixe, Jesus ficaria no ventre da terra. E como Jonas saiu, Jesus ressuscitaria. Não acredito que eles entenderam. Não tinham olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para entender. Olhavam para si. Ouviam o que lhes era conveniente. E não entendiam a verdade da Palavra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Dali, foram para o outro lado do mar da Galileia. Os discípulos esqueceram de levar pão. Jesus lhes disse para estarem atentos e terem cuidado com o fermento dos fariseus e saduceus. Eles ainda estavam muito preocupados com o natural. Começaram a discutir entre si dizendo que não haviam levado pão. Jesus, percebendo a discussão, pergunta: “Homens de pequena fé, por que vocês estão discutindo entre si sobre não terem pão? Ainda não compreendem”?.
Será que temos compreendido o que Jesus tem feito em nossas vidas?
Ele precisou lembrá-los das duas multiplicações dos pães e de como as multidões foram alimentadas naquelas ocasiões, então, os discípulos entenderam que estava falando do ensino dos fariseus e saduceus.
Lembram da história que lhes contei de quando fui fazer o calzone e o excesso de fermento estragou toda a massa? Assim era o ensino desses homens. Ensinavam regras sobre regras. Enchiam a massa de fermento, até que estivesse estragada. Não possuíam vida, apenas religiosidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Que tenhamos cuidado com os fariseus e saduceus de hoje que, ao invés de produzir alimento sadio, enchem a massa de fermento. E de palha.
Fermento em excesso fede, estraga a massa, que só serve para ser jogada fora. Como o sal insípido. Como a luz que não se acende quando deveria estar acesa.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
Que nosso fermento seja no ponto certo, introduzido em massa de trigo puro, sem mistura, que produz vida a todos que se achegarem a nós, como acontecia com nosso Senhor Jesus.
Jesus chega à região de Cesareia de Felipe. Era assim chamada em homenagem a Felipe, filho de Herodes, que dominou aquela região. Antes, chamava-se Panias, em homenagem ao deus pagão Pan, associado aos campos e rebanhos. Estive na caverna que havia sido consagrada a Pan. Ali, declaramos o nome de Jesus, como o único Rei e Senhor do Universo.
Voltando ao texto de Mateus.
Jesus escolheu essa região, dedicada a um falso deus, para perguntar a Seus discípulos quem as pessoas diziam que Ele era. Eles responderam que uns achavam que era João Batista, outros Elias e ainda outros, Jeremias ou um dos profetas.
Então, fez a maior pergunta, de todas as perguntas que podem ser feitas: “E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou”?. Em algum momento de nossas vidas, na verdade em vários deles, temos que responder a essa pergunta. À maior pergunta do Universo. A mais importante.
Quem dizemos que Ele é? Um profeta? Um revolucionário? Um humanista? Um hippie? Um filósofo? Um homem bonzinho que falava coisas mansas e curava as pessoas? O Filho do Deus vivo? Quem pensamos que Ele é? Nossa resposta a essa pergunta irá definir nossas vidas. Completamente.
A grande pergunta do Universo não é quem eu sou, é quem Ele é. Quando sabemos quem Ele é, Ele nos revela quem somos. É maravilhoso. Sua identidade em nós, nos revela nossa identidade.
Pedro respondeu: “O senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus disse que Pedro era feliz, porque essa revelação foi dada a Ele pelo Pai, que está nos céus. Não podemos ir a Jesus sem que o Pai nos dê essa maravilhosa revelação.
E eu? Quem digo que Ele é? O Cristo, Ungido, filho do Deus vivo? E você? Quem você diz que Ele é? A resposta a essa pergunta define nossas vidas. Define tudo.
Imagino estar sentada ali, junto àquela caverna dedicada a Pan, um falso deus, ouvindo o Senhor perguntar: “E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou”?. Sei que Ele é o Cristo, o filho do Deus vivo. Meu Senhor e Salvador. Meu dono. O Amado da minha alma. Aquele a quem eu seguirei. Todos os dias. Sempre. Para sempre.
Isso me faz lembrar que nessa mesma região, Tito, no ano 70 d.C, após destruir Jerusalém, levou vários judeus ali e os massacrou, em espetáculos de jogos. Olho ao longo da história. Quantos foram martirizados porque reconheceram verdadeiramente quem Jesus é! Pedro foi um desses. Praticamente todos Seus apóstolos. E tantos outros. Inclusive hoje, longe de nossas confortáveis casas, muitos morrem por responder a essa pergunta como Pedro respondeu. Quando temos a revelação de Sua identidade, como Pedro teve, não há como O negarmos.
Estou disposta a responder, mesmo em meio às lutas e tribulações? Mesmo diante da morte, se essa pergunta me for feita?
“E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou"?. Eu quero conhecer Jesus, como Ele é, a cada dia. E você? https://www.youtube.com/watch?v=rBVjbjGVVjo
Após Pedro responder à pergunta mais importante do Universo, reconhecendo Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus afirma que ele era Pedro (pedra). E sobre essa revelação, que Pedro teve a respeito de Sua identidade, Ele edificaria Sua igreja. Sua igreja espalhada nos quatro cantos da terra. A Igreja verdadeira. A que fazemos parte, desde que tenhamos essa revelação, vinda diretamente do Pai até nós.
Jesus é a verdadeira pedra de esquina, aquela que os edificadores rejeitaram e que veio a ser principal, como está escrito no Salmo 118.22.
O Senhor disse que as portas do inferno não prevaleceriam sobre Sua igreja. Significa que nós, igreja, precisamos ir contra o inferno. A igreja não foi feita para ficar plantada em quatro paredes. Precisamos avançar, declarando quem Ele é.
Temos autoridade, dada por Ele, chaves do Reino dos céus. Chaves que ligam nos céus aquilo que ligarmos na terra. Precisamos descobrir o poder da oração. E usar esse poder, para levar o Reino dos céus aos quatro cantos desta terra, a começar pelo lugar onde estamos. Muitas coisas precisam acontecer e estão esperando nossas orações. Temos essa chave em nossas mãos.
Jesus ordenou que os discípulos não contassem a ninguém que Ele era o Cristo. Ainda não era a hora.
Desde então, começou a explicar-lhes a necessidade dEle ir a Jerusalém, sofrer nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei, até ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Após terem a revelação de quem o Senhor Jesus é, Ele passa a dizer o que irá acontecer. É sempre assim. Um passo após o outro. Uma revelação após outra. Como as águas de Ezequiel, que iam ficando cada vez mais fundas à medida que ele prosseguia (Ezequiel 47).
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum. Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Que tipo de pedra temos sido? Temos tido a revelação do Pai de quem Jesus é e, baseados nessa revelação temos deixado que Ele edifique Sua igreja em nós e através de nós? Ou temos sido pedra de tropeço, pensando no que é humano e não no que é de Deus?
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você? Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós? Joio ou trigo? Árvore que produz bons frutos ou maus? Terra boa ou má? Andar por fé ou vista? Crer ou duvidar? Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Uma das coisas que me impressionou em Israel foi a quantidade de pedras pelo caminho. Para todos os lados. Agora, sento em uma. Preciso pensar. Analisar. Verificar minha vida. Minhas escolhas. Sente-se comigo. Espere um pouquinho.
Pronto. Levantamos da pedra que estávamos sentados, pensando sobre que tipo de pedra somos. Prosseguimos pelo capítulo dezesseis de Mateus. Jesus continua falando. Cada vez mais sério. Se quisermos acompanhá-Lo, temos que negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e segui-Lo. Será que temos essa disposição? Negar a si mesmo, envolve tanta coisa. Colocar o Senhor e Sua vontade antes da nossa não é fácil. Nossa natureza é normalmente egoísta.
Pronto. Levantamos da pedra que estávamos sentados, pensando sobre que tipo de pedra somos. Prosseguimos pelo capítulo dezesseis de Mateus. Jesus continua falando. Cada vez mais sério. Se quisermos acompanhá-Lo, temos que negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e segui-Lo. Será que temos essa disposição? Negar a si mesmo, envolve tanta coisa. Colocar o Senhor e Sua vontade antes da nossa não é fácil. Nossa natureza é normalmente egoísta.
Ele fala que se alguém quiser salva sua vida, a perderá, mas quem perder sua vida por Sua causa, a encontrará. Posso dizer que essa verdade tem acontecido em minha vida. “Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está diante de mim, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus” (Filipenses 3.12).
Não existe nada melhor do que encontrar nossa vida em Jesus. Descobrir quem Ele é e quem nós somos.
O Senhor continua dizendo que não adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma. Daríamos qualquer coisa em troca dela. É o que temos de mais importante. Nossa alma é eterna. Devemos então, focar nosso desejo, nossos projetos e nossa vida no que é eterno. Seguir ao Senhor, tomando nossa cruz, a cada dia. Não dia sim, dia não, ou apenas em um dia da semana, para aplacar nossa consciência. Todos os dias. E segui-Lo. Negando nossa vontade, muitas vezes, para obedecê-Lo.
Quando era adolescente, li um livro, “Em seus passos, o que faria Jesus”?. Até hoje, anos depois, quando tenho qualquer dúvida, penso nessa pergunta. “O que Jesus faria? Como Ele agiria? O que Ele responderia? Ele responderia? Ele perdoaria? Ele"... Precisamos viver assim para seguirmos ao Senhor, para acompanhá-Lo, caso contrário ficaremos para trás e, quando abrirmos nossos olhos, já estará bem distante de nós. Precisaremos correr, talvez por lugares onde deveríamos ir agachados, engatinhando, tamanho perigo. Não podemos caminhar sozinhos. Temos que acompanhá-Lo. Precisamos segui-Lo.
Ah, Ele faz uma promessa maravilhosa, digna de confiança. Virá na glória de Seu Pai, com Seus anjos, e recompensará a cada um de acordo com o que tenha feito. Há uma recompensa por negar-se, tomar a cruz e segui-Lo. Uma recompensa eterna, que não conseguimos imaginar.
“É a isso que as Escrituras se referem quando dizem: 'Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que O amam”. - 1 Corintios 2.9
“É a isso que as Escrituras se referem quando dizem: 'Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que O amam”. - 1 Corintios 2.9
Não devermos segui-Lo por causa da recompensa e sim por Ele. Ele é maravilhoso o suficiente para querermos segui-Lo a cada dia, mesmo nas dificuldades, mesmo quando não queremos nos negar ou temos dificuldade em obedecê-Lo, ainda assim, se O seguirmos, seremos recompensados. Estaremos com Ele para sempre. É muito além do que podemos imaginar. E, acredite, não tem nada a ver com ficar sentado em uma nuvem tocando harpa, quase morrendo de tédio. O Senhor é muito mais que isso. Ele é ação, é ordem, é movimento.
Negar-se não é fácil, mas valerá a pena. Por Ele. https://www.youtube.com/watch?v=tZDKWhMfnSQ
Após ter dito essas palavras tão sérias e profundas, o Senhor falou que havia alguns ali que não morreriam antes de ver o Filho do homem vindo em Seu Reino. Os discípulos levaram seis dias para entender o que estava dizendo, talvez mais.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
Continuamos na próxima postagem.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 9.17-38
Leitura do dia 13/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor curar um paralítico. E chamar Mateus. Também vimos a discussão sobre o jejum e o questionamento do Senhor estar com os cobradores de impostos e pecadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-91-16.html
Agora, leremos a partir do versículo dezessete de capítulo nove de Mateus. Até o fim.
Esse mesmo texto é contado em Marcos 5.21-43.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/jairo-aquele-que-ilumina.html
Um dos meus textos preferidos. Amo Jairo.
Um dos chefes da sinagoga. Tinha um excelente status na religião. Ainda assim, teve a humildade de, em meio a uma grande multidão, lançar-se AOS PÉS de Jesus, implorando-lhe que curasse sua filhinha.
Não apenas pediu a cura para sua filha, "implorou encarecidamente", tal foi a intensidade com que se humilhou. Não apenas ajoelhou-se aos pés de Jesus, lançou-se! Praticamente agarrou-se aos Seus pés! Como foi humilde! Não se importou com sua reputação. Cria que Jesus poderia curar sua filha, se quisesse. Era o que importava.
Enquanto ia com Jairo até sua casa, Jesus para no meio do caminho, no meio de uma multidão, e fala: “Quem me tocou”?
Imagino a cena. Como se estivesse no Holodeck em Star Trek (Para quem não está familiarizado, é uma sala com acesso à realidade virtual).
Nós dois estamos ali. Você e eu. Não queremos perder essa visita de Jesus à casa de Jairo. Não sei você, eu estou boquiaberta, queixo caído. “Como assim? Quem me tocou”? Uma multidão nos aperta de todos os lados e Ele pergunta quem O tocou? Decididamente, não entendo Jesus!
E eu, que sou lógica pura, embora seja coração também, fico angustiada. Temos que correr, antes que seja tarde. E mesmo que ame detalhes, não quero saber desse. Quem tocou a Jesus no meio dessa multidão não tem a menor importância. Vamos logo, antes que seja tarde! Me angustio.
Ele continua ali parado, olhando. Esperando alguém se manifestar. Minha agonia é tão grande que estou quase indo lá, eu mesma para puxá-Lo pelo braço e explicar a situação. Jesus não deve ter entendido! Olho para Jairo. Está a ponto de desmaiar de tanto desespero! Transparente! Meu estômago dá voltas!
Finalmente! Uma mulher. Não é conhecida. Aproxima-se. Prostra-se aos Seus pés e conta sobre sua hemorragia que já durava doze anos! Uau! Começo a entender porque Ele parou.
Mas enquanto escutava, minha atenção se volta para algumas pessoas que chegam. Ah não! O que estão falando? Meu coração quase para! Estão dizendo que a menina morreu! Não há necessidade de incomodar mais o Mestre! Não há mais esperança! Afinal, quem pode com a morte?
Está aí outro, além de Abraão, que creu contra a esperança! Aquelas pessoas ministraram desânimo e derrota. Estavam falando a verdade.
Seguro seu braço. Acho que vou desmaiar. Já havia imaginado toda a cena: Jesus chegando e curando a menina. E a alegria voltando àquela casa. Agora isso? Tenho que usar todo meu auto controle para não me jogar no chão aos prantos.
E agora? COMO Jesus vai se desculpar com Jairo? Não há desculpas para isso! Se tivesse andado mais rápido. Se não tivesse parado! Tudo gira ao meu redor. Se não estivesse segurando seu braço teria sido pisoteada, porque estou a ponto de cair.
Então, vejo que Jesus não deu a mínima atenção àquelas palavras. Ele simplesmente diz a Jairo: “Não temas, tão somente continue crendo”! Estou sem fôlego! O que vai acontecer agora? Meu coração novamente se enche de ânimo e esperança. Volto a respirar! Aperto seu braço.
Embora Jairo soubesse que seus familiares falavam a verdade, preferiu crer nas palavras de Jesus! Creu no impossível! Sempre a escolha: Fé ou vista?
Quando da cura daquela mulher, Jairo recebeu dois tipos de ministrações. Como o povo de Israel em Números 13.1-14, quando os espias voltaram de Canaã. "Jesus ficou se importando com o simples fato de alguém tocar-Lhe enquanto minha filha está naquele estado. Sua lentidão vai fazer com que não haja mais cura! Onde já se viu? Parar por causa de uma simples mulher do povo, ao invés de ir correndo até minha filha? A filha de um dos principais da sinagoga!". A outra ministração: "Essa mulher foi curada somente por ter crido em Seu poder. Ter tocado nEle! E nem foi Ele quem a tocou! Mais uma prova de que, impondo Suas mãos, vai curar minha filha! Ele sabia o que ia acontecer! Não iria me acompanhar para simplesmente ir comigo ao enterro!”.
Essa foi a ministração que escolheu. A de vitória! A que aparentemente era a verdade, ele rejeitou. Não aceitou. Sua escolha era: "E agora? Escolho o real, o aparente, o que se vê? Que é tão terrível, tão triste, tão sem retorno, tão sem vitória? Ou escolho o impossível? O que não se vê, que é tão bom mas tão irreal?".
Para sua felicidade e de sua família, escolheu as absurdas palavras de Jesus e continuou até sua casa. Por certo ia pensando a cada passo: "Ele vai colocar Suas mãos nela e curá-la. Ela não está morta! Ele mandou eu crer. Não ter medo. Crer somente! Vai curá-la. Ela vai viver. Vai viver. Vai viver! Eu creio. Eu creio. Eu creio".
Nunca aquele caminho foi tão longo. Não aguento mais andar. Alguém trocou a casa de Jairo de lugar. Nunca chega!
Ufa. Finalmente.
Quando chega à sua casa tudo era contra o que Jesus havia dito! As pessoas que faziam o velório lá estavam. Jairo se agarra às palavras de Jesus. Não andar por vista, mas por fé! Naquela hora poderia ter dito: "É Jesus, não adiantou mesmo. Pode voltar. Obrigado por Sua boa vontade, mas agora não há mais solução. Tudo acabou. A fé foi em vão”.
Mas não falou nada! Continuou crendo nas palavras de Jesus, ainda que tenham rido dEle, continuou crendo! E mais uma vez creu no impossível. Jesus disse que a menina apenas dormia. Ora, se fosse de fato "real", os "veladores profissionais" não estariam ali; Mas ele creu! E Jesus, mais uma vez ministrou fé ao seu coração e mais uma vez Jairo escolheu Sua ministração ao invés de crer no aparente.
"Ela não está morta. Está dormindo. Só dormindo. Eu creio. Creio! Ele vai impor Suas mãos e ela será curada! Essas pessoas é que estão loucas. Não Ele! Ele diz a verdade! Ele é o Criador da Vida. O médico-mor. Ela está dormindo. Não morreu. Só dorme. Ele vai curá-la. Ela vai viver! A derrota não é real. Real é o que Ele falou. O mundo natural está mentindo. O espiritual é verdadeiro. Ela está dormindo. Não morreu".
Jairo entrou em sua casa com Jesus. Impossível entrar sem Ele. Até aqui não havia visto sua filhinha. O momento crucial: entrar no quarto onde a menina está. Meu coração acelera. Foi aí que Jairo viu sua filha. Pálida. Inerte. Sem cor. Sem respirar! Morta! "Ela não está morta. Ele disse que ela só dorme. Ele fala a verdade! Ele é a Verdade. Não vou olhar para a aparência. Vou olhar para Ele. Não vou "ouvir" esse silêncio mortal, mas a voz dEle". Seus olhos focam Jesus!
Então Jairo presencia sua fé e o poder de Jesus mudarem aquela situação! Novamente viu Jesus ministrar cura. Vida. Vitória. Ele tomou a mão de sua filhinha e falou. Simplesmente falou e ela se levantou! Como das outras vezes que havia falado desde que Jairo O encontrara. Falou novamente. O mesmo tipo de palavra. Cheia de certeza. De verdade. De poder. Pouquíssimas palavras, porém verdadeiras, que produziram ação!
Jairo viu sua filha se levantar. Sair andando com a maior disposição.
Sua palavra é digna de aceitação. Mesmo que pareça absurda. Impossível. Irreal. É a palavra dEle! Ele falando. O Logos. O Verbo Encarnado. Aquele que estava com Deus no princípio. Aquele que criou os mundos pela Sua palavra. Imutável e poderosa! Criativa! Curadora! Solucionadora! Palavra que produz ação! Palavra que não volta vazia!
Quando fala, o mundo espiritual move o natural e o natural move o espiritual. Na terra como no céu. Não é lenda! É real!
Fico maravilhada com a fé de Jairo. Continuou crendo no poder de Jesus para solucionar sua situação catastrófica mesmo recebendo tanta ministração contrária. No caminho. Até mesmo antes de falar com Jesus. Em frente à sua casa. Quando viu sua filha.
Mesmo assim creu. Creu até o fim. Contra todas as evidências. Como Paulo, combateu o bom combate. Até o fim. E guardou a fé. Não permitiu que ela se perdesse pelo meio do caminho, à vista das circunstâncias. Continuou acreditando em Jesus. Ministrando Sua palavra à sua mente.
Jairo honrou seu nome, "O iluminador", "O que ilumina". Clareou a situação, mesmo sendo negra. Sua fé em Jesus fez com que sua situação se iluminasse por completo. A negra morte não conseguiu vencer. Venceu a luz! A vida! Tudo porque olhou para Jesus. Seus olhos estavam fitos nEle e não na aparência negra e insolucionável da situação! Que disposição para crer!
Quando nos deparamos com situações, sabedores de que só Jesus tem poder para solucionar e depois "vemos" que não há solução, que "nem Jesus pode", quantas vezes ouvimos e acreditamos no "Não temas, crê somente"? Quantas vezes O deixamos ali plantado, no meio do caminho, impedindo-O de ir conosco até o desfecho da situação, até à hora da solução? Não deixamos que Ele venha conosco. O abandonamos no meio do caminho e vamos correndo preparar o enterro já que agora "nem mesmo Jesus" pode solucionar ou fazer algo! Não é Ele, somos nós quem O abandonamos no meio do caminho e escolhemos seguir o restante sozinhos, para ver e chorar o nosso morto! Ah quantas vezes agi dessa forma!
Mas não deve ser assim. Não pode ser assim. Para Deus, Nada é difícil. Ele sempre tem a solução. Ele é a solução. O EU SOU! Ele nunca chega tarde demais. Nunca age tarde demais. Sempre no momento certo. A derrota nunca triunfa sobre Ele!
Como é importante o lugar para onde estamos olhando. O modo como olhamos. Olhar para Jesus. Não para as circunstâncias. Ele tudo sabe. Tudo pode. Se nossos olhos olham apenas o aparente, o natural, que situação tenebrosa teremos!
Jairo ignorou o mundo natural. Recusou-se a olhar o aparente. Dirigiu seus olhos para Jesus. Seus olhos se encheram de luz e as trevas foram dissipadas!
Ah, Senhor, ensina-nos a seguir esse exemplo. Ensina-nos a prosseguir até o fim. Crendo somente na Tua palavra. Ignorando as evidências contrárias a ela. Ensina-nos quão importante é o modo como olhamos. Como enxergamos cada situação.
Ensina-nos a entender que tudo depende de como vemos! Ensina-nos a olhar com os Seus olhos. Sob o Seu ponto de vista! Ensina-nos a ouvir Tua palavra, que diz: "Não temas, crê somente".
Senhor, só quero ver você! https://www.youtube.com/watch?v=7BoTTLK1K_4
Vamos voltar ao texto acima. Acompanhamos a caminhada de Jairo. Agora, veremos a mulher que por doze anos sofreu com uma hemorragia.
Essa história também está contada em Marcos 5.24-34
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/uma-mulher-fraca-cheia-de-coragem.html
Sua fé impressiona! Bastou "ouvir" falar de Jesus para crer em Seu poder. Não O viu falando nem fazendo nenhum milagre. Apenas ouviu falar dEle. Mas a fé vem pelo ouvir.
Doze anos sofrendo de hemorragia! Foi privada do convívio com as pessoas. Não podia tocar em ninguém. Nem ser tocada, abraçada, beijada. Vivia à parte. À margem. Havia gasto tudo que possuía e sofrido muito sob o cuidado de vários médicos. Experimentado todo tipo de tratamento. Falavam algo para ela, fazia, na expectativa da cura. Nada! E assim se passaram doze anos! Doze. Anos.
Devia ser fraca. Extremamente magra. Pálida. Raquítica. Anêmica. Quanto sofrimento! Quantas dificuldades para o dia a dia. Para andar. Provavelmente solteira. Não devia passear. Não ia ao poço. Não ia à sinagoga. Não ia a festas.
Já sofri algumas hemorragias. Enfraquece. Acaba com você. Um dia. Imagina doze anos!
Jesus era a única esperança que lhe restara. Os meios naturais já haviam se esgotado por completo. Restava agora apenas crer no que ouvira. E ela creu. Creu de tal forma que seus pensamentos foram mudados e começou a pensar, com convicção, que se tocasse nEle, somente tocasse em Suas vestes, seria curada. Seu raciocínio, seu modo de ver a situação, não foi o aparente, o natural. Foi o irreal. O impossível. O ilógico. A fé!
Já havia se tratado durante anos. Gasto todo seu dinheiro. Ido a médicos e mais médicos. Médicos de renome. De perto e de longe. Nada adiantou. Sua situação só piorava. Usou remédios caseiros. Seguiu conselhos de amigos, parentes, vizinhos. Nada! Mas quando ouviu falar de Jesus, mudou seu modo de ver a situação. Pensou: “Ele pode! Vou tocar-Lhe e ficarei curada”. Creu em sua cura. Esqueceu sua situação miserável e foi em busca do que agora via: seu restabelecimento!
Tudo é possível ao que crê! E embora não pudesse tocar em ninguém, foi atrás de seu mais ousado ato: Tocar o Mestre!
Ah, mas não seria fácil. Teve que caminhar até onde Ele estava. Uma multidão O cercava de todos os lados! E ela baixinha (isso é por minha conta, imaginando-me naquela situação) e frágil. “Como alcançá-Lo? Como vencer todas aquelas pessoas? Aquele monte de homem em volta dela? Aquele monte de gente alta”? E ela foi. Se esgueirando entre a multidão. Ignorando que não podia tocar em ninguém. Ignorando sua condição. Sua fraqueza. Brigando. Empurrando. Lutava por ela. Por sua vida. Seus sonhos. Seu futuro. Sua história. De repente O viu! Aproximou-se.
Em um ato profundo de fé, tocou em Suas vestes! Sua fé obteve resultado. Sua hemorragia cessou. Ela sentiu a diferença em seu corpo. Aquele fluxo estancou! A energia voltou ao seu organismo!
O ouvir dessa mulher foi aquele ouvir que produz ação e resultado. Teve ouvidos para ouvir! Tocou em Jesus de uma forma especial! Ele sentiu que havia saído poder curador de Si.
Muitas vezes precisamos tocar em Jesus ao invés de esperar que Ele toque em nós. Ele está ali. Ao nosso alcance. Basta querermos tocar. Quando O tocamos assim, não tem como ficar alheio! "Quem me tocou?".
A mulher naquele tempo era nada! Mal podia abrir sua boca. Cheia de medo, prostrou-se a Seus pés. Contou-lhe o que havia acontecido! Não podia deixar de contar que fora ela. Estava consciente da cura que recebera. Cura que mudaria toda sua vida! Precisava falar. Ainda que gaguejando. Estava livre. Ia começar a viver! Adeus ida e visitas de médicos e conversas só relacionadas à sua doença! Adeus “modo de sobrevivência”! Ia começar a viver! Finalmente! Re-viver!
Jesus a honrou publicamente! Como não fazê-lo? Confirmou sua cura! Chamou-a de filha! O Verbo Encarnado. O Princípio de todas as coisas sabia quem ela era. E ainda que estivesse em uma importante missão, acompanhando o líder da sinagoga, em uma missão urgente, parou para lhe falar, lhe dar atenção! Para Jesus, sempre somos prioridade! Para nós não existe fila! Ele está sempre disposto a nos ouvir, nos socorrer, nos auxiliar, mudar nossa história. Basta que O toquemos!
Pare um pouco. Toque nEle. Ele está disponível para você. Para mim.
A notícia sobre a filha de Jairo espalhou-se por toda aquela região. Impossível não espalhar. Após Jesus sair dali, dois cegos O seguiram, clamando em alta voz. Jesus perguntou-lhes se eles criam que era capaz de curá-los. Responderam que sim. Jesus tocou em seus olhos, dizendo: “Seja feito conforme a sua a fé”. A visão deles foi restaurada. Tinham fé para tal.
Jesus os advertiu para que ninguém soubesse do acontecido. Mas como? Eram cegos, de repente passam a enxergar. Como esconder tal feito? Eles saíram e espalharam a notícia por toda aquela região. Estavam eufóricos.
Quando Jesus faz algo por nós, não temos como esconder. Podemos até tentar mas, se Ele realmente agiu em nosso favor, ainda que não abramos a boca, as pessoas saberão. É impossível ser tocado por Ele (ou tocar nEle) e continuar da mesma maneira. A transformação pode até ser lenta, mas é aparente. É imperativo que seja.
Após essa cura, um homem foi levado ao Senhor. Estava endemoninhado e não podia falar. Jesus expulsou o demônio e o homem começou a falar. Claro, a multidão ficou admirada. Nunca tinham visto nada parecido em Israel. A cada passo que Jesus dava, algo acontecia. Era maravilhoso.
Mas os fariseus diziam que ele expulsava os demônios pelo príncipe dos demônios. Já reparou que quando não há argumentos, as pessoas inventam as desculpas mais esfarrapadas para justificar seu posicionamento errado? Era o que os fariseus faziam constantemente. Porque não queriam mudar suas vidas, que era totalmente aprazível aos seus próprios olhos. Não se importavam mais se estavam certos ou errados.
Essa atitude não intimidou Jesus. Ele ia percorrendo as cidades e povoados. Ensinava nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino. Curando todas as enfermidades e doenças. Ele se compadecia das multidões porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas que não têm pastor. Uma ovelha sem direção não sabe para onde vai. Não tem senso de direção, nem de perigo. Precisa que o pastor a guie, com sua vara e seu cajado. Assim era Israel naqueles dias. Os líderes religiosos só queriam saber de si mesmo, de levar vantagem em tudo que faziam. De galgar posições. Serem conhecidos. Não se importavam com as pessoas.
Jesus enxergava toda a situação. Disse aos Seus discípulos que orassem pedindo ao Senhor para enviar trabalhadores, porque a colheita era grande e os trabalhadores, poucos.
Que não sejamos como ovelhas que não têm pastor. O Senhor é o nosso Pastor. Que O deixemos nos guiar. Ele sabe aonde nos levar.
E que tenhamos disposição para trabalhar em Sua colheita, cooperando com Ele.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos o Senhor curar um paralítico. E chamar Mateus. Também vimos a discussão sobre o jejum e o questionamento do Senhor estar com os cobradores de impostos e pecadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-91-16.html
Agora, leremos a partir do versículo dezessete de capítulo nove de Mateus. Até o fim.
Esse mesmo texto é contado em Marcos 5.21-43.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/jairo-aquele-que-ilumina.html
Um dos meus textos preferidos. Amo Jairo.
Um dos chefes da sinagoga. Tinha um excelente status na religião. Ainda assim, teve a humildade de, em meio a uma grande multidão, lançar-se AOS PÉS de Jesus, implorando-lhe que curasse sua filhinha.
Não apenas pediu a cura para sua filha, "implorou encarecidamente", tal foi a intensidade com que se humilhou. Não apenas ajoelhou-se aos pés de Jesus, lançou-se! Praticamente agarrou-se aos Seus pés! Como foi humilde! Não se importou com sua reputação. Cria que Jesus poderia curar sua filha, se quisesse. Era o que importava.
Enquanto ia com Jairo até sua casa, Jesus para no meio do caminho, no meio de uma multidão, e fala: “Quem me tocou”?
Imagino a cena. Como se estivesse no Holodeck em Star Trek (Para quem não está familiarizado, é uma sala com acesso à realidade virtual).
Nós dois estamos ali. Você e eu. Não queremos perder essa visita de Jesus à casa de Jairo. Não sei você, eu estou boquiaberta, queixo caído. “Como assim? Quem me tocou”? Uma multidão nos aperta de todos os lados e Ele pergunta quem O tocou? Decididamente, não entendo Jesus!
E eu, que sou lógica pura, embora seja coração também, fico angustiada. Temos que correr, antes que seja tarde. E mesmo que ame detalhes, não quero saber desse. Quem tocou a Jesus no meio dessa multidão não tem a menor importância. Vamos logo, antes que seja tarde! Me angustio.
Ele continua ali parado, olhando. Esperando alguém se manifestar. Minha agonia é tão grande que estou quase indo lá, eu mesma para puxá-Lo pelo braço e explicar a situação. Jesus não deve ter entendido! Olho para Jairo. Está a ponto de desmaiar de tanto desespero! Transparente! Meu estômago dá voltas!
Finalmente! Uma mulher. Não é conhecida. Aproxima-se. Prostra-se aos Seus pés e conta sobre sua hemorragia que já durava doze anos! Uau! Começo a entender porque Ele parou.
Mas enquanto escutava, minha atenção se volta para algumas pessoas que chegam. Ah não! O que estão falando? Meu coração quase para! Estão dizendo que a menina morreu! Não há necessidade de incomodar mais o Mestre! Não há mais esperança! Afinal, quem pode com a morte?
Está aí outro, além de Abraão, que creu contra a esperança! Aquelas pessoas ministraram desânimo e derrota. Estavam falando a verdade.
Seguro seu braço. Acho que vou desmaiar. Já havia imaginado toda a cena: Jesus chegando e curando a menina. E a alegria voltando àquela casa. Agora isso? Tenho que usar todo meu auto controle para não me jogar no chão aos prantos.
E agora? COMO Jesus vai se desculpar com Jairo? Não há desculpas para isso! Se tivesse andado mais rápido. Se não tivesse parado! Tudo gira ao meu redor. Se não estivesse segurando seu braço teria sido pisoteada, porque estou a ponto de cair.
Então, vejo que Jesus não deu a mínima atenção àquelas palavras. Ele simplesmente diz a Jairo: “Não temas, tão somente continue crendo”! Estou sem fôlego! O que vai acontecer agora? Meu coração novamente se enche de ânimo e esperança. Volto a respirar! Aperto seu braço.
Embora Jairo soubesse que seus familiares falavam a verdade, preferiu crer nas palavras de Jesus! Creu no impossível! Sempre a escolha: Fé ou vista?
Quando da cura daquela mulher, Jairo recebeu dois tipos de ministrações. Como o povo de Israel em Números 13.1-14, quando os espias voltaram de Canaã. "Jesus ficou se importando com o simples fato de alguém tocar-Lhe enquanto minha filha está naquele estado. Sua lentidão vai fazer com que não haja mais cura! Onde já se viu? Parar por causa de uma simples mulher do povo, ao invés de ir correndo até minha filha? A filha de um dos principais da sinagoga!". A outra ministração: "Essa mulher foi curada somente por ter crido em Seu poder. Ter tocado nEle! E nem foi Ele quem a tocou! Mais uma prova de que, impondo Suas mãos, vai curar minha filha! Ele sabia o que ia acontecer! Não iria me acompanhar para simplesmente ir comigo ao enterro!”.
Essa foi a ministração que escolheu. A de vitória! A que aparentemente era a verdade, ele rejeitou. Não aceitou. Sua escolha era: "E agora? Escolho o real, o aparente, o que se vê? Que é tão terrível, tão triste, tão sem retorno, tão sem vitória? Ou escolho o impossível? O que não se vê, que é tão bom mas tão irreal?".
Para sua felicidade e de sua família, escolheu as absurdas palavras de Jesus e continuou até sua casa. Por certo ia pensando a cada passo: "Ele vai colocar Suas mãos nela e curá-la. Ela não está morta! Ele mandou eu crer. Não ter medo. Crer somente! Vai curá-la. Ela vai viver. Vai viver. Vai viver! Eu creio. Eu creio. Eu creio".
Nunca aquele caminho foi tão longo. Não aguento mais andar. Alguém trocou a casa de Jairo de lugar. Nunca chega!
Ufa. Finalmente.
Quando chega à sua casa tudo era contra o que Jesus havia dito! As pessoas que faziam o velório lá estavam. Jairo se agarra às palavras de Jesus. Não andar por vista, mas por fé! Naquela hora poderia ter dito: "É Jesus, não adiantou mesmo. Pode voltar. Obrigado por Sua boa vontade, mas agora não há mais solução. Tudo acabou. A fé foi em vão”.
Mas não falou nada! Continuou crendo nas palavras de Jesus, ainda que tenham rido dEle, continuou crendo! E mais uma vez creu no impossível. Jesus disse que a menina apenas dormia. Ora, se fosse de fato "real", os "veladores profissionais" não estariam ali; Mas ele creu! E Jesus, mais uma vez ministrou fé ao seu coração e mais uma vez Jairo escolheu Sua ministração ao invés de crer no aparente.
"Ela não está morta. Está dormindo. Só dormindo. Eu creio. Creio! Ele vai impor Suas mãos e ela será curada! Essas pessoas é que estão loucas. Não Ele! Ele diz a verdade! Ele é o Criador da Vida. O médico-mor. Ela está dormindo. Não morreu. Só dorme. Ele vai curá-la. Ela vai viver! A derrota não é real. Real é o que Ele falou. O mundo natural está mentindo. O espiritual é verdadeiro. Ela está dormindo. Não morreu".
Jairo entrou em sua casa com Jesus. Impossível entrar sem Ele. Até aqui não havia visto sua filhinha. O momento crucial: entrar no quarto onde a menina está. Meu coração acelera. Foi aí que Jairo viu sua filha. Pálida. Inerte. Sem cor. Sem respirar! Morta! "Ela não está morta. Ele disse que ela só dorme. Ele fala a verdade! Ele é a Verdade. Não vou olhar para a aparência. Vou olhar para Ele. Não vou "ouvir" esse silêncio mortal, mas a voz dEle". Seus olhos focam Jesus!
Então Jairo presencia sua fé e o poder de Jesus mudarem aquela situação! Novamente viu Jesus ministrar cura. Vida. Vitória. Ele tomou a mão de sua filhinha e falou. Simplesmente falou e ela se levantou! Como das outras vezes que havia falado desde que Jairo O encontrara. Falou novamente. O mesmo tipo de palavra. Cheia de certeza. De verdade. De poder. Pouquíssimas palavras, porém verdadeiras, que produziram ação!
Jairo viu sua filha se levantar. Sair andando com a maior disposição.
Sua palavra é digna de aceitação. Mesmo que pareça absurda. Impossível. Irreal. É a palavra dEle! Ele falando. O Logos. O Verbo Encarnado. Aquele que estava com Deus no princípio. Aquele que criou os mundos pela Sua palavra. Imutável e poderosa! Criativa! Curadora! Solucionadora! Palavra que produz ação! Palavra que não volta vazia!
Quando fala, o mundo espiritual move o natural e o natural move o espiritual. Na terra como no céu. Não é lenda! É real!
Fico maravilhada com a fé de Jairo. Continuou crendo no poder de Jesus para solucionar sua situação catastrófica mesmo recebendo tanta ministração contrária. No caminho. Até mesmo antes de falar com Jesus. Em frente à sua casa. Quando viu sua filha.
Mesmo assim creu. Creu até o fim. Contra todas as evidências. Como Paulo, combateu o bom combate. Até o fim. E guardou a fé. Não permitiu que ela se perdesse pelo meio do caminho, à vista das circunstâncias. Continuou acreditando em Jesus. Ministrando Sua palavra à sua mente.
Jairo honrou seu nome, "O iluminador", "O que ilumina". Clareou a situação, mesmo sendo negra. Sua fé em Jesus fez com que sua situação se iluminasse por completo. A negra morte não conseguiu vencer. Venceu a luz! A vida! Tudo porque olhou para Jesus. Seus olhos estavam fitos nEle e não na aparência negra e insolucionável da situação! Que disposição para crer!
Quando nos deparamos com situações, sabedores de que só Jesus tem poder para solucionar e depois "vemos" que não há solução, que "nem Jesus pode", quantas vezes ouvimos e acreditamos no "Não temas, crê somente"? Quantas vezes O deixamos ali plantado, no meio do caminho, impedindo-O de ir conosco até o desfecho da situação, até à hora da solução? Não deixamos que Ele venha conosco. O abandonamos no meio do caminho e vamos correndo preparar o enterro já que agora "nem mesmo Jesus" pode solucionar ou fazer algo! Não é Ele, somos nós quem O abandonamos no meio do caminho e escolhemos seguir o restante sozinhos, para ver e chorar o nosso morto! Ah quantas vezes agi dessa forma!
Mas não deve ser assim. Não pode ser assim. Para Deus, Nada é difícil. Ele sempre tem a solução. Ele é a solução. O EU SOU! Ele nunca chega tarde demais. Nunca age tarde demais. Sempre no momento certo. A derrota nunca triunfa sobre Ele!
Como é importante o lugar para onde estamos olhando. O modo como olhamos. Olhar para Jesus. Não para as circunstâncias. Ele tudo sabe. Tudo pode. Se nossos olhos olham apenas o aparente, o natural, que situação tenebrosa teremos!
Jairo ignorou o mundo natural. Recusou-se a olhar o aparente. Dirigiu seus olhos para Jesus. Seus olhos se encheram de luz e as trevas foram dissipadas!
Ah, Senhor, ensina-nos a seguir esse exemplo. Ensina-nos a prosseguir até o fim. Crendo somente na Tua palavra. Ignorando as evidências contrárias a ela. Ensina-nos quão importante é o modo como olhamos. Como enxergamos cada situação.
Ensina-nos a entender que tudo depende de como vemos! Ensina-nos a olhar com os Seus olhos. Sob o Seu ponto de vista! Ensina-nos a ouvir Tua palavra, que diz: "Não temas, crê somente".
Senhor, só quero ver você! https://www.youtube.com/watch?v=7BoTTLK1K_4
Vamos voltar ao texto acima. Acompanhamos a caminhada de Jairo. Agora, veremos a mulher que por doze anos sofreu com uma hemorragia.
Essa história também está contada em Marcos 5.24-34
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/uma-mulher-fraca-cheia-de-coragem.html
Sua fé impressiona! Bastou "ouvir" falar de Jesus para crer em Seu poder. Não O viu falando nem fazendo nenhum milagre. Apenas ouviu falar dEle. Mas a fé vem pelo ouvir.
Doze anos sofrendo de hemorragia! Foi privada do convívio com as pessoas. Não podia tocar em ninguém. Nem ser tocada, abraçada, beijada. Vivia à parte. À margem. Havia gasto tudo que possuía e sofrido muito sob o cuidado de vários médicos. Experimentado todo tipo de tratamento. Falavam algo para ela, fazia, na expectativa da cura. Nada! E assim se passaram doze anos! Doze. Anos.
Devia ser fraca. Extremamente magra. Pálida. Raquítica. Anêmica. Quanto sofrimento! Quantas dificuldades para o dia a dia. Para andar. Provavelmente solteira. Não devia passear. Não ia ao poço. Não ia à sinagoga. Não ia a festas.
Já sofri algumas hemorragias. Enfraquece. Acaba com você. Um dia. Imagina doze anos!
Jesus era a única esperança que lhe restara. Os meios naturais já haviam se esgotado por completo. Restava agora apenas crer no que ouvira. E ela creu. Creu de tal forma que seus pensamentos foram mudados e começou a pensar, com convicção, que se tocasse nEle, somente tocasse em Suas vestes, seria curada. Seu raciocínio, seu modo de ver a situação, não foi o aparente, o natural. Foi o irreal. O impossível. O ilógico. A fé!
Já havia se tratado durante anos. Gasto todo seu dinheiro. Ido a médicos e mais médicos. Médicos de renome. De perto e de longe. Nada adiantou. Sua situação só piorava. Usou remédios caseiros. Seguiu conselhos de amigos, parentes, vizinhos. Nada! Mas quando ouviu falar de Jesus, mudou seu modo de ver a situação. Pensou: “Ele pode! Vou tocar-Lhe e ficarei curada”. Creu em sua cura. Esqueceu sua situação miserável e foi em busca do que agora via: seu restabelecimento!
Tudo é possível ao que crê! E embora não pudesse tocar em ninguém, foi atrás de seu mais ousado ato: Tocar o Mestre!
Ah, mas não seria fácil. Teve que caminhar até onde Ele estava. Uma multidão O cercava de todos os lados! E ela baixinha (isso é por minha conta, imaginando-me naquela situação) e frágil. “Como alcançá-Lo? Como vencer todas aquelas pessoas? Aquele monte de homem em volta dela? Aquele monte de gente alta”? E ela foi. Se esgueirando entre a multidão. Ignorando que não podia tocar em ninguém. Ignorando sua condição. Sua fraqueza. Brigando. Empurrando. Lutava por ela. Por sua vida. Seus sonhos. Seu futuro. Sua história. De repente O viu! Aproximou-se.
Em um ato profundo de fé, tocou em Suas vestes! Sua fé obteve resultado. Sua hemorragia cessou. Ela sentiu a diferença em seu corpo. Aquele fluxo estancou! A energia voltou ao seu organismo!
O ouvir dessa mulher foi aquele ouvir que produz ação e resultado. Teve ouvidos para ouvir! Tocou em Jesus de uma forma especial! Ele sentiu que havia saído poder curador de Si.
Muitas vezes precisamos tocar em Jesus ao invés de esperar que Ele toque em nós. Ele está ali. Ao nosso alcance. Basta querermos tocar. Quando O tocamos assim, não tem como ficar alheio! "Quem me tocou?".
A mulher naquele tempo era nada! Mal podia abrir sua boca. Cheia de medo, prostrou-se a Seus pés. Contou-lhe o que havia acontecido! Não podia deixar de contar que fora ela. Estava consciente da cura que recebera. Cura que mudaria toda sua vida! Precisava falar. Ainda que gaguejando. Estava livre. Ia começar a viver! Adeus ida e visitas de médicos e conversas só relacionadas à sua doença! Adeus “modo de sobrevivência”! Ia começar a viver! Finalmente! Re-viver!
Jesus a honrou publicamente! Como não fazê-lo? Confirmou sua cura! Chamou-a de filha! O Verbo Encarnado. O Princípio de todas as coisas sabia quem ela era. E ainda que estivesse em uma importante missão, acompanhando o líder da sinagoga, em uma missão urgente, parou para lhe falar, lhe dar atenção! Para Jesus, sempre somos prioridade! Para nós não existe fila! Ele está sempre disposto a nos ouvir, nos socorrer, nos auxiliar, mudar nossa história. Basta que O toquemos!
Pare um pouco. Toque nEle. Ele está disponível para você. Para mim.
A notícia sobre a filha de Jairo espalhou-se por toda aquela região. Impossível não espalhar. Após Jesus sair dali, dois cegos O seguiram, clamando em alta voz. Jesus perguntou-lhes se eles criam que era capaz de curá-los. Responderam que sim. Jesus tocou em seus olhos, dizendo: “Seja feito conforme a sua a fé”. A visão deles foi restaurada. Tinham fé para tal.
Jesus os advertiu para que ninguém soubesse do acontecido. Mas como? Eram cegos, de repente passam a enxergar. Como esconder tal feito? Eles saíram e espalharam a notícia por toda aquela região. Estavam eufóricos.
Quando Jesus faz algo por nós, não temos como esconder. Podemos até tentar mas, se Ele realmente agiu em nosso favor, ainda que não abramos a boca, as pessoas saberão. É impossível ser tocado por Ele (ou tocar nEle) e continuar da mesma maneira. A transformação pode até ser lenta, mas é aparente. É imperativo que seja.
Após essa cura, um homem foi levado ao Senhor. Estava endemoninhado e não podia falar. Jesus expulsou o demônio e o homem começou a falar. Claro, a multidão ficou admirada. Nunca tinham visto nada parecido em Israel. A cada passo que Jesus dava, algo acontecia. Era maravilhoso.
Mas os fariseus diziam que ele expulsava os demônios pelo príncipe dos demônios. Já reparou que quando não há argumentos, as pessoas inventam as desculpas mais esfarrapadas para justificar seu posicionamento errado? Era o que os fariseus faziam constantemente. Porque não queriam mudar suas vidas, que era totalmente aprazível aos seus próprios olhos. Não se importavam mais se estavam certos ou errados.
Essa atitude não intimidou Jesus. Ele ia percorrendo as cidades e povoados. Ensinava nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino. Curando todas as enfermidades e doenças. Ele se compadecia das multidões porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas que não têm pastor. Uma ovelha sem direção não sabe para onde vai. Não tem senso de direção, nem de perigo. Precisa que o pastor a guie, com sua vara e seu cajado. Assim era Israel naqueles dias. Os líderes religiosos só queriam saber de si mesmo, de levar vantagem em tudo que faziam. De galgar posições. Serem conhecidos. Não se importavam com as pessoas.
Jesus enxergava toda a situação. Disse aos Seus discípulos que orassem pedindo ao Senhor para enviar trabalhadores, porque a colheita era grande e os trabalhadores, poucos.
Que não sejamos como ovelhas que não têm pastor. O Senhor é o nosso Pastor. Que O deixemos nos guiar. Ele sabe aonde nos levar.
E que tenhamos disposição para trabalhar em Sua colheita, cooperando com Ele.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Espero você. Até lá.
terça-feira, 24 de abril de 2018
João Batista sabia quem era. Nós sabemos?
Continuamos nossa caminhada através de João. Ainda no capítulo 1. Agora do versículo 19 ao 28.
João continua falando de João Batista e de seu testemunho.
Os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas até João, em Betânia, do outro lado do Jordão, onde estava batizando.
Eles lhe perguntarem quem ele era. João não mentiu. Declarou abertamente que não era o Cristo.
Eles então, perguntaram se ele era Elias. Ou “o” Profeta. Ele respondeu que não era. Nem um, nem outro.
Insistiram com ele, querendo saber sua identidade, para responderem àqueles que lhes haviam enviado.
A pergunta: “Quem diz você acerca de si próprio?”
João respondeu com as palavras do profeta Isaías. Disse que era a voz do que clama no deserto: “Façam um caminho reto para o Senhor”.
Alguns fariseus que tinham sido enviados, também o interrogaram perguntando porque ele batizava se não era nem o Cristo, nem Elias e nem “o” Profeta.
João não responde o motivo. Responde que batizava com água, mas entre eles estava alguém que eles não conheciam, que vinha depois dele e cujas correias das sandálias, não era digno de desamarrar.
Quero parar aqui.
Não é verdade que temos dificuldades de falarmos de nós mesmos?
Quando alguém pede nossa descrição, e pede para falarmos de nossas qualidades e defeitos, quase sempre, entramos em pânico.
João Batista foi perguntado, à queima-roupa: “Quem diz você acerca de si próprio?”
Ele respondeu, também à queima-roupa. João Batista sabia quem era.
Como é importante sabermos quem somos. Se soubermos nossa identidade, saberemos nossa missão.
João Batista falou quem era, a voz. Em seguida, falou qual era sua missão, preparar um caminho reto para o Senhor.
Não saberemos nossa missão, nosso chamado, nossa vocação ou como quer que chamemos nosso propósito nesta terra, se não soubermos quem somos.
Pare um pouco. Se sabe quem é e qual sua missão, agradeça ao Senhor. Não despreze seu chamado, nem sua identidade. Faça como João Batista. Aja de acordo com sua identidade e chamado.
Se ainda não sabe, peça ao Senhor que se revele a você. Quando o Senhor se revela a nós, Ele revela nossa identidade. Quando sabemos nossa identidade, descobrimos nosso chamado.
Não podemos continuar nossa caminhada pela vida, se não soubermos quem somos.
Amanhã prosseguimos através dos próximos versículos de João. Até lá.
João continua falando de João Batista e de seu testemunho.
Os judeus de Jerusalém enviaram sacerdotes e levitas até João, em Betânia, do outro lado do Jordão, onde estava batizando.
Eles lhe perguntarem quem ele era. João não mentiu. Declarou abertamente que não era o Cristo.
Eles então, perguntaram se ele era Elias. Ou “o” Profeta. Ele respondeu que não era. Nem um, nem outro.
Insistiram com ele, querendo saber sua identidade, para responderem àqueles que lhes haviam enviado.
A pergunta: “Quem diz você acerca de si próprio?”
João respondeu com as palavras do profeta Isaías. Disse que era a voz do que clama no deserto: “Façam um caminho reto para o Senhor”.
Alguns fariseus que tinham sido enviados, também o interrogaram perguntando porque ele batizava se não era nem o Cristo, nem Elias e nem “o” Profeta.
João não responde o motivo. Responde que batizava com água, mas entre eles estava alguém que eles não conheciam, que vinha depois dele e cujas correias das sandálias, não era digno de desamarrar.
Quero parar aqui.
Não é verdade que temos dificuldades de falarmos de nós mesmos?
Quando alguém pede nossa descrição, e pede para falarmos de nossas qualidades e defeitos, quase sempre, entramos em pânico.
João Batista foi perguntado, à queima-roupa: “Quem diz você acerca de si próprio?”
Ele respondeu, também à queima-roupa. João Batista sabia quem era.
Como é importante sabermos quem somos. Se soubermos nossa identidade, saberemos nossa missão.
João Batista falou quem era, a voz. Em seguida, falou qual era sua missão, preparar um caminho reto para o Senhor.
Não saberemos nossa missão, nosso chamado, nossa vocação ou como quer que chamemos nosso propósito nesta terra, se não soubermos quem somos.
Pare um pouco. Se sabe quem é e qual sua missão, agradeça ao Senhor. Não despreze seu chamado, nem sua identidade. Faça como João Batista. Aja de acordo com sua identidade e chamado.
Se ainda não sabe, peça ao Senhor que se revele a você. Quando o Senhor se revela a nós, Ele revela nossa identidade. Quando sabemos nossa identidade, descobrimos nosso chamado.
Não podemos continuar nossa caminhada pela vida, se não soubermos quem somos.
Amanhã prosseguimos através dos próximos versículos de João. Até lá.
sábado, 10 de março de 2018
Jesus temia falar a verdade?
Continuamos em Lucas, capítulo 11. Versículos de 37 a 54.
Quando Jesus terminou de falar sobre a candeia, um fariseu O convidou para comer com ele. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e de maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu e fala essas coisas? Nada O intimida? Ele tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se Ele não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar como esmola o que estava dentro do prato para que o restante ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como Ele tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: Ai de vocês, fariseus...”
Por que?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Eu quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor vai responder? Sei que Ele não é "politicamente correto, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!
Por que?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar, mas vocês mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que os seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Eles mataram, vocês fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Ele fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas eles matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração será considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. E ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que Ele falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem com Ele mas para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
Precisamos ficar por aqui.
Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Quando Jesus terminou de falar sobre a candeia, um fariseu O convidou para comer com ele. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e de maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu e fala essas coisas? Nada O intimida? Ele tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se Ele não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar como esmola o que estava dentro do prato para que o restante ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como Ele tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: Ai de vocês, fariseus...”
Por que?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Eu quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor vai responder? Sei que Ele não é "politicamente correto, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!
Por que?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar, mas vocês mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que os seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Eles mataram, vocês fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Ele fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas eles matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração será considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. E ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que Ele falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem com Ele mas para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
Precisamos ficar por aqui.
Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Amanhã prosseguimos. Até lá.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
Jesus morre. E agora?
Nosso Senhor entregou Seu espírito. Está morto.
A tarde cai. As pessoas se dispersam.
José, de Arimatéia, homem rico, discípulo de Jesus, vai até Pilatos. Pede o corpo do Senhor para ser sepultado. Nós deixamos o Calvário e o acompanhamos. Não era um pedido comum, mas Pilatos ordena que entreguem o corpo a ele.
Ele vai até ao Calvário. É muita tristeza. Tira o corpo de Jesus da cruz. Envolve-o num lençol de linho, limpo. Coloca-o em um sepulcro novo, que havia mandado cavar em uma rocha.
João nos conta que Nicodemos estava com ele. Trouxe aproximadamente trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés (João 19.39). Trinta e quatro quilos! Você consegue imaginar? Eles o envolvem em faixas de linho, com essa mistura, como era costume dos judeus. Depois, José fecha o sepulcro com uma pedra. Essa pedra costumava ser muito pesada. Provavelmente seus servos estavam com ele para conseguir rolar a pedra. Vão embora. Não há mais o que fazer.
Maria Madalena e outra Maria estão assentadas em frente ao sepulcro, observando. Assim como nós. Não queremos deixá-Lo.
Mas, no dia seguinte, precisamos acompanhar os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Eles vão até Pilatos. Lembraram que Jesus havia dito que ressuscitaria. Pedem a Pilatos para ordenar que o sepulcro seja guardado até ao terceiro dia. Tem medo que seus discípulos roubem Seu corpo e digam que Ele ressuscitou. Isso seria um engano, segundo eles, pior que Ele ter dito que era o Cristo, o Filho de Deus. Tenho vontade de rir da cara deles.
Pilatos autoriza um destacamento para manter o sepulcro em segurança. Da forma que achassem melhor. Um destacamento inteiro! Eles vão ao sepulcro. Armam um esquema de segurança. Além disso, lacram a pedra que José havia colocado. Com a pedra lacrada, é impossível abrir o sepulcro sem que ficassem sabendo.
Esquema de segurança montado. Um destacamento inteiro guardando o sepulcro. Uma pedra lacrada. Não havia como o corpo ser roubado. Os chefes dos sacerdotes e os fariseus estão contando os dias, as horas. Aquela história de Jesus ser o Cristo, o Filho de Deus, está a prestes a acabar. É só esperar até ao terceiro dia. Será? Meu coração dispara, cheio de expectativas.
Amanhã veremos o que acontece. Até lá.
domingo, 7 de janeiro de 2018
De quem o Cristo é filho?
Prosseguindo através do capítulo 22 de Mateus.
Ainda ecoa em meus ouvidos e coração a resposta de Jesus quanto ao maior mandamento. Fico pensando que achamos mais fácil seguir regras e costumes a amar.
Nos apegamos a “não faça isso”, “não faça aquilo”, ou “faça isso”, “faça aquilo”, sempre procurando defender nossa justiça própria.
É mais fácil que amar. Amar exige entrega, renúncia. Envolve relacionamento. Preciso me mostrar. Quando o Senhor se mostra, acabo enxergando a mim e nem sempre é agradável. Amar não é algo fácil. Exige tantas renúncias. Sua resposta ainda está clara em meu coração, revolvendo-o e sondando-o, como uma lâmpada.
Quero amar. Quero relacionamentos, ainda que seja difícil. Percebo que é uma escolha que devo fazer a cada dia. Não posso agir como um robô. Sou humana. Quantas vezes não gosto de me expor. Amar exige exposição. Quando amo o próximo, enxergo a mim mesmo também. E melhor. Assim como o outro passa a me enxergar. Como sou.
Volto novamente minha atenção para Ele. Os fariseus continuam reunidos. Calados. Escuto Sua voz.
Jesus lhes pergunta. Novamente, é Sua vez de perguntar e Ele aproveita a oportunidade, como o sábio maravilhoso que é.
Sua pergunta também é à queima-roupa: “O que vocês pensam a respeito do Cristo? De quem é filho?”
Claro que Ele sabia a resposta. Diferente dos fariseus, não queria colocar ninguém à prova. Queria ensinar. Esclarecer. Revelar. Como antes fazíamos com o negativo de uma fotografia. Mostrar a verdade oculta. Sua hora estava chegando.
Os fariseus, claro, responderam que o Cristo, o Ungido esperado, era filho de Davi. Não havia dúvidas quanto a essa informação.
Jesus aprofunda a pergunta: “Então, como é que Davi, falando pelo Espírito, O chama Senhor? Pois ele afirma: O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-Te à minha direita, até que Eu ponha os teus inimigos debaixo de Teus pés”. Se, pois, Davi O chama Senhor, como pode ser Ele seu filho?”
E agora? O que responder? Os fariseus não conseguiam. Ninguém conseguiu. Não tinham a revelação de que o Cristo era sim, filho de Davi, porque o Todo-Poderoso cumpriria Sua promessa a Davi, mas também era, é, o Deus Encarnado, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, como João tão lindamente explica no capítulo um de seu livro.
Jesus deixou a pergunta no ar. Para ser pensada. Ruminada. Pesquisada. Estudada.
Se queremos aprender, precisamos examinar as Escrituras, com o coração atento às verdades ali contidas.
Depois disso, ninguém mais conseguia responder-Lhe sequer uma palavra. E daquele dia em diante, não tiveram mais coragem de fazer perguntas.
Quero repetir o que escrevi esses dias. Se fazemos perguntas ao Senhor, devemos desejar Suas respostas. Ele irá responder. E Suas respostas, assim como Suas perguntas, sempre vão fazer com que, de alguma maneira, tenhamos que tomar atitudes, posições. Então, faça perguntas, se quiser aprender e mudar. Se não, prossiga quieto, à margem do caminho, como um simples expectador. Eu não quero essa posição. Você quer?
Amanhã prosseguimos.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Qual o maior mandamento?
Prosseguimos através de Mateus, capítulo 22.
Nós e a multidão continuamos admirados com o ensino de Jesus.
Quanto aos fariseus, depois de ouvirem dizer que Ele havia deixado os saduceus sem resposta, reuniram-se. Sempre com suas tramoias.
Um deles, perito da lei, resolveu colocar Jesus mais uma vez à prova, perguntando-Lhe qual era o maior mandamento da Lei.
Prontamente o Senhor respondeu que o maior mandamento é amar o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. E reforçou que este é o primeiro e o maior de todos os mandamentos. E como sempre vai além, respondeu que o segundo mandamento é semelhante a este e ordena que amemos o nosso próximo como amamos a nós mesmos. E vai mais além quando diz que destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.
Vamos parar aqui e pensar em Sua resposta.
O maior mandamento é também o primeiro mandamento. Ele nos ordena a amar ao nosso Senhor, o Eterno. Amar por inteiro, por completo. Com todo o nosso coração, com toda nossa alma e com todo o nosso entendimento. Tudo em nós deve amá-Lo. Um amor incondicional e ao mesmo tempo com entendimento.
Coração e alma refletem sentimentos e vontades. Entendimento reflete conhecimento, sabedoria, clareza. Não é um amor insensato. É um amor que tem motivos para ser doado. Um amor a quem é digno. Um amor sem limites. Se amarmos ao Senhor assim, estaremos sempre buscando agradá-Lo. Como uma noiva que deseja se agradável ao seu noivo. Teremos um relacionamento profundo com Ele.
Embora o mestre da lei não tenha perguntado, Jesus foi adiante e disse qual era o segundo mandamento. Afirmou que era semelhante ao primeiro. Amor sempre provoca relacionamento, envolve laços. Amar ao próximo como a si mesmo. Se amarmos nosso próximo como nos amamos, respeitaremos todas as pessoas como gostaríamos de ser respeitados. Trataremos todos como gostaríamos de ser tratados. Teremos paciência, misericórdia, consideração. O amor envolve tudo isso.
Jesus terminou Sua resposta dizendo que desses dois mandamentos dependiam toda a Lei e os profetas. Todos os mandamentos serão respeitados se amarmos ao Senhor completamente e amarmos ao nosso próximo como a nós mesmos.
Não há necessidade de regras, de fiscais. O amor excede a isso.
Consegue perceber que os mandamentos dos quais dependem toda a Lei e os profetas não envolvem regras? Envolvem atitudes, relacionamentos, entregas. Não envolvem exigências, envolvem ação, doação. Quando amo, me dou.
Jesus veio ao mundo porque o Senhor nos amou. Ação. Doação.
Como tenho agido? Tenho amado ao Senhor com essa entrega? Tenho me amado? Tenho amado meu próximo? Quais tem sido minhas ações? Não posso amar se em mim não houver ação. Preciso agir mais? Mudar algumas atitudes? Fazer escolhas diferentes? Minhas atitudes manifestam o amor que há dentro de mim? Minhas ações são coerentes com meu coração?
Vamos parar. Analisar. Mudar. Amanhã prosseguimos.
Nós e a multidão continuamos admirados com o ensino de Jesus.
Quanto aos fariseus, depois de ouvirem dizer que Ele havia deixado os saduceus sem resposta, reuniram-se. Sempre com suas tramoias.
Um deles, perito da lei, resolveu colocar Jesus mais uma vez à prova, perguntando-Lhe qual era o maior mandamento da Lei.
Prontamente o Senhor respondeu que o maior mandamento é amar o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. E reforçou que este é o primeiro e o maior de todos os mandamentos. E como sempre vai além, respondeu que o segundo mandamento é semelhante a este e ordena que amemos o nosso próximo como amamos a nós mesmos. E vai mais além quando diz que destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.
Vamos parar aqui e pensar em Sua resposta.
O maior mandamento é também o primeiro mandamento. Ele nos ordena a amar ao nosso Senhor, o Eterno. Amar por inteiro, por completo. Com todo o nosso coração, com toda nossa alma e com todo o nosso entendimento. Tudo em nós deve amá-Lo. Um amor incondicional e ao mesmo tempo com entendimento.
Coração e alma refletem sentimentos e vontades. Entendimento reflete conhecimento, sabedoria, clareza. Não é um amor insensato. É um amor que tem motivos para ser doado. Um amor a quem é digno. Um amor sem limites. Se amarmos ao Senhor assim, estaremos sempre buscando agradá-Lo. Como uma noiva que deseja se agradável ao seu noivo. Teremos um relacionamento profundo com Ele.
Embora o mestre da lei não tenha perguntado, Jesus foi adiante e disse qual era o segundo mandamento. Afirmou que era semelhante ao primeiro. Amor sempre provoca relacionamento, envolve laços. Amar ao próximo como a si mesmo. Se amarmos nosso próximo como nos amamos, respeitaremos todas as pessoas como gostaríamos de ser respeitados. Trataremos todos como gostaríamos de ser tratados. Teremos paciência, misericórdia, consideração. O amor envolve tudo isso.
Jesus terminou Sua resposta dizendo que desses dois mandamentos dependiam toda a Lei e os profetas. Todos os mandamentos serão respeitados se amarmos ao Senhor completamente e amarmos ao nosso próximo como a nós mesmos.
Não há necessidade de regras, de fiscais. O amor excede a isso.
Consegue perceber que os mandamentos dos quais dependem toda a Lei e os profetas não envolvem regras? Envolvem atitudes, relacionamentos, entregas. Não envolvem exigências, envolvem ação, doação. Quando amo, me dou.
Jesus veio ao mundo porque o Senhor nos amou. Ação. Doação.
Como tenho agido? Tenho amado ao Senhor com essa entrega? Tenho me amado? Tenho amado meu próximo? Quais tem sido minhas ações? Não posso amar se em mim não houver ação. Preciso agir mais? Mudar algumas atitudes? Fazer escolhas diferentes? Minhas atitudes manifestam o amor que há dentro de mim? Minhas ações são coerentes com meu coração?
Vamos parar. Analisar. Mudar. Amanhã prosseguimos.
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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
A parábola do grande banquete
Prosseguimos nossa caminhada através do capítulo 22 de Mateus.
Jesus continua contando Suas parábolas.
Ele compara o Reino dos céus com um rei que preparou um banquete de casamento para seu filho.
Naquela época um convite era enviado com antecedência. E outro quando o banquete estava pronto. Normalmente o convidado recebia, do próprio anfitrião, vestes apropriadas para a ocasião. Era uma atitude de honra vestir-se com as vestes recebidas.
Jesus conta que quando o banquete estava pronto, o rei enviou seu servo aos que já haviam sido convidados, mas esses convidados não quiseram comparecer.
Paciente, o rei enviou novamente, outros servos que deveriam dizer aos que foram convidados que o banquete estava pronto. Os bois e novinhos gordos haviam sido abatidos. Tudo estava preparado. Quem sabe essa informação lhes deixaria com apetite? Mas não lhes deram atenção.
Quem teria coragem de recusar um convite desses? Era um rei, convidando para o banquete de seu filho e ainda assim os convidados não lhe deram atenção. Uns saíram para o seu campo. Outros para seus negócios. E outros ainda, agarraram os servos, maltratando-os e matando-os.
O rei ficou, com toda razão, muito irado. Agora não enviou mais seus servos. Enviou seu exército. Destruiu aqueles assassinos e queimou suas cidades.
Depois, disse aos servos que o banquete de casamento estava pronto mas seus convidados não eram dignos. Pediu que eles fossem às esquinas, ou seja, na rua, e convidassem todos os que fossem encontrados.
Aqueles servos, obedientemente, saíram e reuniram todas as pessoas que puderam encontrar. Gente de toda espécie. A sala do banquete ficou cheia de convidados.
Então o rei entrou para ver os novos convidados. Percebeu que um homem não estava usando veste nupcial. Era uma grande desfeita ser convidado para um casamento e não usar as vestes nupciais oferecidas pelo anfitrião. Foi até o homem e perguntou “como” o homem havia entrado ali sem veste nupcial. O homem ficou mudo. Falar o quê diante de tal desonra?
O rei ordenou que o homem fosse lançado fora, nas trevas, onde havia choro e ranger de dentes.
Jesus terminou a parábola dizendo que muitos eram chamados, mas poucos escolhidos.
Aquele rei havia chamado a todos. Primeiro, os convidados que se recusaram, depois, simplesmente todos os que foram encontrados. Ainda assim, era impossível ser escolhido a participar do banquete se o rei não fosse honrado.
Sabe o ditado que diz que “a carapuça serviu”? Pois é, a “carapuça serviu” para os fariseus. Eles sabiam qual papel desempenhavam nessa parábola. Sabiam que eram aqueles convidados de honra que não quiseram ir ao banquete pois não eram dignos.
Eles saíram dali e começaram a planejar um meio de enredar Jesus em Suas próprias palavras. Como se fosse possível. Jesus, o Verbo, a Palavra que se fez carne e habitou entre nós (João 1.1), ser enredado em Si mesmo.
Sei que o Senhor continuará a ensinar. Mas vamos parar aqui.
Sente-se comigo. Vamos pensar um pouco. Aquela parábola não foi contada apenas para os fariseus. Foi contada para todos nós. Para cada um de nós. Sabemos quem é o Rei. Sabemos quem é Seu Filho. Mas e eu? Em qual personagem me encaixo? E você?
Somos aqueles que foram convidados com antecedência e não quisemos ir, arrumando uma desculpa esfarrapada de estarmos ocupados com o trabalho? Ou mandamos dizer que precisávamos visitar nosso campo exatamente naquele dia e horário? Ou pior, não tendo desculpas, aborrecidos, espancamos os servos do Rei, maltratando-os até à morte? Lembremos que não matamos alguém apenas fisicamente. Existe a morte sentimental. A morte nos relacionamentos.
Será que somos os convidados que foram achados às ruas e corremos para o banquete? Felizes pelo convite maravilhoso e inesperado e, com o coração grato, vestimos as vestes nupciais fornecidas pelo
Rei? Assentando-nos à Sua mesa, esperando que Ele venha nos cumprimentar?
Ou ainda somos aquele que não merecia ser convidado e foi, mas com o coração cheio de justiça própria resolveu não vestir as vestes nupciais por se considerar bom o suficiente? Afinal, que injustiça o Rei não ter-nos convidado antes? Somos tão bons e perfeitos!
Que sejamos os convidados que compareceram ao banquete, com alegria e vestidos adequadamente.
Amanhã prosseguimos.
Jesus continua contando Suas parábolas.
Ele compara o Reino dos céus com um rei que preparou um banquete de casamento para seu filho.
Naquela época um convite era enviado com antecedência. E outro quando o banquete estava pronto. Normalmente o convidado recebia, do próprio anfitrião, vestes apropriadas para a ocasião. Era uma atitude de honra vestir-se com as vestes recebidas.
Jesus conta que quando o banquete estava pronto, o rei enviou seu servo aos que já haviam sido convidados, mas esses convidados não quiseram comparecer.
Paciente, o rei enviou novamente, outros servos que deveriam dizer aos que foram convidados que o banquete estava pronto. Os bois e novinhos gordos haviam sido abatidos. Tudo estava preparado. Quem sabe essa informação lhes deixaria com apetite? Mas não lhes deram atenção.
Quem teria coragem de recusar um convite desses? Era um rei, convidando para o banquete de seu filho e ainda assim os convidados não lhe deram atenção. Uns saíram para o seu campo. Outros para seus negócios. E outros ainda, agarraram os servos, maltratando-os e matando-os.
O rei ficou, com toda razão, muito irado. Agora não enviou mais seus servos. Enviou seu exército. Destruiu aqueles assassinos e queimou suas cidades.
Depois, disse aos servos que o banquete de casamento estava pronto mas seus convidados não eram dignos. Pediu que eles fossem às esquinas, ou seja, na rua, e convidassem todos os que fossem encontrados.
Aqueles servos, obedientemente, saíram e reuniram todas as pessoas que puderam encontrar. Gente de toda espécie. A sala do banquete ficou cheia de convidados.
Então o rei entrou para ver os novos convidados. Percebeu que um homem não estava usando veste nupcial. Era uma grande desfeita ser convidado para um casamento e não usar as vestes nupciais oferecidas pelo anfitrião. Foi até o homem e perguntou “como” o homem havia entrado ali sem veste nupcial. O homem ficou mudo. Falar o quê diante de tal desonra?
O rei ordenou que o homem fosse lançado fora, nas trevas, onde havia choro e ranger de dentes.
Jesus terminou a parábola dizendo que muitos eram chamados, mas poucos escolhidos.
Aquele rei havia chamado a todos. Primeiro, os convidados que se recusaram, depois, simplesmente todos os que foram encontrados. Ainda assim, era impossível ser escolhido a participar do banquete se o rei não fosse honrado.
Sabe o ditado que diz que “a carapuça serviu”? Pois é, a “carapuça serviu” para os fariseus. Eles sabiam qual papel desempenhavam nessa parábola. Sabiam que eram aqueles convidados de honra que não quiseram ir ao banquete pois não eram dignos.
Eles saíram dali e começaram a planejar um meio de enredar Jesus em Suas próprias palavras. Como se fosse possível. Jesus, o Verbo, a Palavra que se fez carne e habitou entre nós (João 1.1), ser enredado em Si mesmo.
Sei que o Senhor continuará a ensinar. Mas vamos parar aqui.
Sente-se comigo. Vamos pensar um pouco. Aquela parábola não foi contada apenas para os fariseus. Foi contada para todos nós. Para cada um de nós. Sabemos quem é o Rei. Sabemos quem é Seu Filho. Mas e eu? Em qual personagem me encaixo? E você?
Somos aqueles que foram convidados com antecedência e não quisemos ir, arrumando uma desculpa esfarrapada de estarmos ocupados com o trabalho? Ou mandamos dizer que precisávamos visitar nosso campo exatamente naquele dia e horário? Ou pior, não tendo desculpas, aborrecidos, espancamos os servos do Rei, maltratando-os até à morte? Lembremos que não matamos alguém apenas fisicamente. Existe a morte sentimental. A morte nos relacionamentos.
Será que somos os convidados que foram achados às ruas e corremos para o banquete? Felizes pelo convite maravilhoso e inesperado e, com o coração grato, vestimos as vestes nupciais fornecidas pelo
Rei? Assentando-nos à Sua mesa, esperando que Ele venha nos cumprimentar?
Ou ainda somos aquele que não merecia ser convidado e foi, mas com o coração cheio de justiça própria resolveu não vestir as vestes nupciais por se considerar bom o suficiente? Afinal, que injustiça o Rei não ter-nos convidado antes? Somos tão bons e perfeitos!
Que sejamos os convidados que compareceram ao banquete, com alegria e vestidos adequadamente.
Amanhã prosseguimos.
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terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Jesus e o divórcio
Vamos entrar nas páginas do capítulo 19 de Mateus.
Não deixe de ter sua Bíblia em mãos.
Em Atos 17.11 está escrito: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo”.
Não devemos acreditar em tudo que ouvimos, devemos ser como os bereanos. Conferir tudo nas Escrituras.
Quando o Senhor Jesus acabou de ensinar a dura lição, para muitos, sobre perdão, saiu da Galiléia e foi para a região da Judéia. Com seus discípulos.
Como sempre, grandes multidões os seguiam. E como sempre, Ele curava a todos. O Senhor Jesus está sempre disponível para estender Sua mão e nos curar.
E como sempre, o que vemos? Alguns fariseus se aproximam dEle. E para quê? Novamente para colocá-Lo à prova.
Temos nos aproximado de Jesus, enquanto caminhamos pelas páginas de Mateus. É tão bom estar perto dEle, ouvir Seus ensinos, Sua voz. Mas esses fariseus não queriam aprender. Queriam apenas colocá-Lo à prova. Mais nada. Não ficavam como eu, perplexa e maravilhada com Seus ensinos, com minha plaquinha “aplausos” levantada, quase pulando o tempo todo de alegria, maravilhada com Sua sabedoria.
Os fariseus conheciam as Escrituras. Sabiam o que Moisés havia escrito, mas perguntaram a Jesus: “É permitido ao homem divorciar-se de sua mulher por qualquer motivo”?
Naquela época havia duas escolas. Uma dizia que o homem só devia dar carta de divórcio à sua mulher, se ela fosse infiel. A outra escola dizia que o homem podia dar essa carta se não a quisesse mais, ou seja, por qualquer motivo, até se a mulher, por algum descuido, deixasse a comida queimar. Ou simplesmente porque enjoou. E só o homem podia dar carta de divórcio.
Gosto da maneira como o Senhor responde. Sempre. Ele vai ao princípio. À raiz. Não responde simplesmente “não” ou “sim” e sai andando por causa de Seus inúmeros afazeres. É isso que me faz ficar e ouvir o que Ele tem a dizer.
Ele responde: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador os fez homem e mulher e disse: Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne? Assim, eles já não são dois, mais sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe”. Esse era o princípio, o desejo de Deus. Casamentos saudáveis. Uma aliança que não se desfaz.
Os fariseus, não satisfeitos com Sua resposta, uma vez que não respondeu o que queriam ouvir, perguntam: “Então, por que Moisés mandou dar uma certidão de divórcio a mulher e mandá-la embora?”
Duvido que quisessem realmente saber a resposta. Queriam que Jesus contradissesse Moisés para O acusarem de blasfemar contra as Escrituras.
Minha plaquinha está pronta para ficar em pé novamente, aguardando Sua resposta, sempre tão pontual e verdadeira.
Ele responde: “Moisés permitiu que vocês se divorciassem de suas mulheres por causa da dureza de coração de vocês”. Quer mais? A dureza do coração do homem fez com que houvesse uma lei dizendo que o homem poderia se divorciar de sua mulher.
Jesus continua: “Mas não foi assim desde o princípio. Eu digo que todo aquele que se divorciar de uma mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério”.
Posso ouvir o suspiro de muitos. Olhos esbugalhados. Bocas abertas.
Os fariseus não falaram nada. Não retrucaram. Acho que foram embora. Não estou vendo.
Olho para Jesus e os discípulos. Eles estão prestes a perguntar algo ao Senhor.
O divórcio era tão banal e comum naquela época (como é hoje), que os discípulos ficaram espantados e disseram ao Senhor: “Se esta é a situação entre o homem e sua mulher, é melhor não casar”.
Os próprios discípulos parecem seguir a escola que dizia ser correto o divórcio por qualquer motivo banal. Divórcio era a resposta. Não o relacionamento, a reconciliação. Não a tentativa de resolver a questão e chegar a um acordo. Nessa situação, a mulher estava completamente desprotegida. Por qualquer motivo era jogada de lado.
Jesus não coloca panos quentes na situação. Ele responde que se um homem estiver disposto a não ter relações sexuais (ser eunuco), então é melhor não se casar. E ponto. Não tenta consolar os discípulos, nem vem com aquele “veja bem” que conhecemos. Não encontra um caminho tortuoso para satisfazê-los. Não. O que Ele falou era a verdade. Era o que deveria ser seguido. E ponto.
Claro que sabemos que existem casos e casos e cada caso deve ser observado com as suas individualidades. Mas o coração de Deus é um coração reconciliador. Devemos observar o princípio.
Ficamos por aqui. Suas palavras com certeza foram muito fortes.
Amanhã prosseguimos viagem.
Ah, se você desejar saber mais sobre divórcio, leia o livro "A Lei, a Moral e o Divórcio", do Pr. Marcos Borges, o Coty. É da Editora Jocum. Excelente. Esclarecedor. Libertador. Super indico.
Não deixe de ter sua Bíblia em mãos.
Em Atos 17.11 está escrito: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo”.
Não devemos acreditar em tudo que ouvimos, devemos ser como os bereanos. Conferir tudo nas Escrituras.
Quando o Senhor Jesus acabou de ensinar a dura lição, para muitos, sobre perdão, saiu da Galiléia e foi para a região da Judéia. Com seus discípulos.
Como sempre, grandes multidões os seguiam. E como sempre, Ele curava a todos. O Senhor Jesus está sempre disponível para estender Sua mão e nos curar.
E como sempre, o que vemos? Alguns fariseus se aproximam dEle. E para quê? Novamente para colocá-Lo à prova.
Temos nos aproximado de Jesus, enquanto caminhamos pelas páginas de Mateus. É tão bom estar perto dEle, ouvir Seus ensinos, Sua voz. Mas esses fariseus não queriam aprender. Queriam apenas colocá-Lo à prova. Mais nada. Não ficavam como eu, perplexa e maravilhada com Seus ensinos, com minha plaquinha “aplausos” levantada, quase pulando o tempo todo de alegria, maravilhada com Sua sabedoria.
Os fariseus conheciam as Escrituras. Sabiam o que Moisés havia escrito, mas perguntaram a Jesus: “É permitido ao homem divorciar-se de sua mulher por qualquer motivo”?
Naquela época havia duas escolas. Uma dizia que o homem só devia dar carta de divórcio à sua mulher, se ela fosse infiel. A outra escola dizia que o homem podia dar essa carta se não a quisesse mais, ou seja, por qualquer motivo, até se a mulher, por algum descuido, deixasse a comida queimar. Ou simplesmente porque enjoou. E só o homem podia dar carta de divórcio.
Gosto da maneira como o Senhor responde. Sempre. Ele vai ao princípio. À raiz. Não responde simplesmente “não” ou “sim” e sai andando por causa de Seus inúmeros afazeres. É isso que me faz ficar e ouvir o que Ele tem a dizer.
Ele responde: “Vocês não leram que, no princípio, o Criador os fez homem e mulher e disse: Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne? Assim, eles já não são dois, mais sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe”. Esse era o princípio, o desejo de Deus. Casamentos saudáveis. Uma aliança que não se desfaz.
Os fariseus, não satisfeitos com Sua resposta, uma vez que não respondeu o que queriam ouvir, perguntam: “Então, por que Moisés mandou dar uma certidão de divórcio a mulher e mandá-la embora?”
Duvido que quisessem realmente saber a resposta. Queriam que Jesus contradissesse Moisés para O acusarem de blasfemar contra as Escrituras.
Minha plaquinha está pronta para ficar em pé novamente, aguardando Sua resposta, sempre tão pontual e verdadeira.
Ele responde: “Moisés permitiu que vocês se divorciassem de suas mulheres por causa da dureza de coração de vocês”. Quer mais? A dureza do coração do homem fez com que houvesse uma lei dizendo que o homem poderia se divorciar de sua mulher.
Jesus continua: “Mas não foi assim desde o princípio. Eu digo que todo aquele que se divorciar de uma mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério”.
Posso ouvir o suspiro de muitos. Olhos esbugalhados. Bocas abertas.
Os fariseus não falaram nada. Não retrucaram. Acho que foram embora. Não estou vendo.
Olho para Jesus e os discípulos. Eles estão prestes a perguntar algo ao Senhor.
O divórcio era tão banal e comum naquela época (como é hoje), que os discípulos ficaram espantados e disseram ao Senhor: “Se esta é a situação entre o homem e sua mulher, é melhor não casar”.
Os próprios discípulos parecem seguir a escola que dizia ser correto o divórcio por qualquer motivo banal. Divórcio era a resposta. Não o relacionamento, a reconciliação. Não a tentativa de resolver a questão e chegar a um acordo. Nessa situação, a mulher estava completamente desprotegida. Por qualquer motivo era jogada de lado.
Jesus não coloca panos quentes na situação. Ele responde que se um homem estiver disposto a não ter relações sexuais (ser eunuco), então é melhor não se casar. E ponto. Não tenta consolar os discípulos, nem vem com aquele “veja bem” que conhecemos. Não encontra um caminho tortuoso para satisfazê-los. Não. O que Ele falou era a verdade. Era o que deveria ser seguido. E ponto.
Claro que sabemos que existem casos e casos e cada caso deve ser observado com as suas individualidades. Mas o coração de Deus é um coração reconciliador. Devemos observar o princípio.
Ficamos por aqui. Suas palavras com certeza foram muito fortes.
Amanhã prosseguimos viagem.
Ah, se você desejar saber mais sobre divórcio, leia o livro "A Lei, a Moral e o Divórcio", do Pr. Marcos Borges, o Coty. É da Editora Jocum. Excelente. Esclarecedor. Libertador. Super indico.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
A parábola do fermento
Continuamos assentados ouvindo o Senhor Jesus contar parábolas através dos versículos de Mateus, capítulo 13.
Após contar a parábola do grão de mostarda e seu crescimento, Ele afirma que o Reino dos céus é como o fermento que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha e toda a massa ficou fermentada.
Praticamente todos já fizemos um bolo, ou pão, ou alguma massa que precisasse de uma quantidade de fermento para levedar a massa.
Não é incrível que apenas uma ou duas colheres de fermento, ou um tablete pequeno, possam fazer com que a massa toda fique fermentada? E quando nos esquecemos de colocar o fermento, fica tudo horrível e feio?
Assim é o Reino dos céus. Precisamos que ele cresça em nós, se não, apesar de todos os outros ingredientes, não teremos o crescimento, nem a aparência e nem o gosto que deveríamos ter.
Isso me fez lembrar de algo que aconteceu comigo, muitos anos atrás.
Queria fazer um calzone, olha a pretensão! Vi a receita. Comprei os ingredientes. Mas nunca havia feito nenhum tipo de massa que levasse fermento em tablete. Quando fui comprar, só vi um tablete grande, devia ser uns 150g. O que eu devia ter usado era 15g.
Juntei todos os ingredientes. Por último era o fermento. Achei que a receita devia estar errada. Era fermento demais! Coloquei só a metade. Ainda bem. Não sei o que teria acontecido se tivesse colocado todo aquele fermento. Só de lembrar já tenho um acesso de riso.
Deixei a massa para descansar. Esperei. Fui fazer outras coisas. Quando voltei à cozinha, tudo fedia. Um cheiro insuportável de fermento. E a massa tinha transbordado pela vasilha. Logo vi que realmente a receita estava errada (na verdade, quem tinha errado era eu). Tive que jogar tudo fora.
Coloquei num saco de lixo enorme. Na frente da minha casa tinha uma lixeira daquelas de pé. Coloquei o saco lá. E da sala (tinha um quintal na frente), sentada no sofá, conseguia escutar os estouros que a massa dava dentro do saco e só ia crescendo e crescendo. Sei que você está rindo. Pode rir à vontade. Gargalho toda vez que lembro.
Mas isso me faz pensar. Tudo em nossas vidas tem que ser com equilíbrio. Quando Jesus contou essa parábola, disse que um pouco de fermento leveda toda a massa. Um pouco. É necessário utilizar a medida certa. O exagero leva a algum tipo de erro.
Ao esquecermos o fermento, estragamos a massa. Se colocarmos menos que o necessário, não terá o crescimento esperado. Se colocarmos em excesso, teremos que jogar todos os ingredientes fora. Fede. Fermento em excesso fede. Não que o Reino dos céus vai feder. A massa é que fede. Como a religiosidade fede. Assim como aquele fermento deixou minha cozinha fedendo.
Precisamos ter atenção. O Reino dos céus é relacionamento. Não adianta querer colocar mais que o necessário para ver a massa crescer. Isso não vai acontecer. Bem, na verdade, a massa vai crescer. Mas não vai prestar. Terá que ser jogada no lixo. Prejuízo. Tempo e ingredientes jogados fora. Como aconteceu comigo. Sem contar a frustração. Eu, com o recheio pronto e sem ter onde colocar.
Religiosidade não nos leva a nada. Não é o que o Senhor deseja para nós. Regras e mais regras era o que os fariseus viviam. Eles fediam com o excesso de fermento. Suas vidas não alimentavam ninguém. Não eram exemplos a serem seguidos. Não edificavam. Apenas iam crescendo. De vez em quando um barulho de um estouro aqui e ali. E mais fedor espalhado.
Que enxerguemos o Reino dos céus como de fato ele é. Que não inventemos regras. Que não sejamos religiosos. Que vivamos. Que sejamos como a mostarda e sirvamos de refúgio e abrigo. Que sejamos como um bolo lindo, saboroso, cheiroso e nutritivo. Que atraiamos as pessoas pelo nosso aroma.
"Contudo, graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo, e por nosso intermédio exala em toda parte o bom perfume do seu conhecimento; porque para Deus somos o aroma de Cristo entre os que estão sendo salvos e mesmo para com os que estão perecendo." - 2 Coríntios 2.14,15
Amanhã continuamos. Até lá.
sábado, 25 de novembro de 2017
Que tipo de geração temos sido?
Continuamos nossa viagem através do capítulo 12 de Mateus.
Se você me conhece, sabe que sou uma pessoa extremamente calma. Mas os fariseus me deixam irada.
É terrível como pessoas que não têm disposição para crer, encontram desculpas e empecilhos para tal.
Depois de tudo que vimos o Senhor realizar nos últimos versículos e contemplar a multidão atônita diante desses fatos, alguns fariseus e mestres da lei (mestres da lei!) pedem a Jesus um sinal milagroso. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Está registrado em Números 16)? Eles só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus.
Como sempre, a resposta de Jesus faz meu coração acelerar. Sua ousadia me deixa completamente apaixonada.
Ele responde: “Uma geração perversa e adúltera pede um sinal milagroso! Mas nenhum sinal será dado, exceto o sinal do profeta Jonas”. E explica que assim como Jonas esteve no ventre de um grande peixe, Ele ficaria no coração da terra. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão essa geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e “agora está aqui o que é maior do que Jonas.” Uau! Que afirmação. Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Ele não parou aí. Sabia como aqueles homens eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão, “e agora está aqui o que é maior do que Salomão”.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Quando cremos e O seguimos, nos tornamos Sua família, sua responsabilidade. Seu cuidado está sobre nós. Quando porém, O ignoramos, estamos vulneráveis, sem defesa.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro?
“Por isso, Deus também o exaltou sobremaneira à mais elevada posição e lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome;” – Filipenses 2.9
Continuamos amanhã, no capítulo 13.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
O que temos falado?
Prossigamos através de Mateus capítulo 12.
Ontem os fariseus começaram a tramar a morte de Jesus. Sabendo disso, retirou-se dali.
Muitos O seguiram e, como sempre fazia, curou todos os doentes, advertindo-os que não dissessem quem era, para que se cumprisse o que estava escrito a respeito dEle em Isaías, capítulo 42. O Ungido de Deus, Jesus, não sairia gritando “por aí”, mas seria (e é, e sempre foi), Aquele em que as nações colocariam a esperança. O único capaz de nos salvar.
Levaram até Ele um endemoninhado, que era cego e mudo. Jesus o curou. Todo o povo ficou atônito. E começaram a perguntar: “Será que este é o Filho de Deus”?
Quando os fariseus souberam, disseram que Jesus havia expulsado o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contra-mão dEle.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles fariseus com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando seus ouvintes e acusadores a pensar. Ontem, O ouvimos responder com uma pergunta, lembra? Agora Sua resposta é lógica pura: “Pensem vocês mesmo. Um reino dividido contra si mesmo logo cairá mas se Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até vocês”. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
E continua, nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Quem não estava com Ele, estava contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
O Espírito Santo é Aquele que veio para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme está escrito em João 16.8. Se não nos deixarmos sermos convencidos por Ele, como haver perdão para nós? Impossível.
Jesus então fala das árvores. Uma árvore boa produz fruto bom e uma árvore ruim, fruto ruim. Elas são conhecidas pelos seus frutos.
Agora, Ele me deixa boquiaberta. Olho para Ele e minha admiração aumenta. Tenho vontade de pular e bater palmas. De arrumar uma placa escrita “Aplausos” e mostrar para todos. Ele os chama de raça de víboras! O manso (força sob controle) Senhor os chama de raça de víboras. Mas ao contrário de mim (se eu fosse falar), a veia de Seu pescoço não se altera. Ele simplesmente fala. A verdade. E continua, com Sua lógica maravilhosa aos meus olhos: “Como vocês sendo maus, podem dizer coisas boas”? Não é possível, Ele explica, “a boca fala do que está cheio o coração”. É assim.
Somos aquilo que falamos porque falamos aquilo que está dentro de nós. O homem bom sempre irá tirar coisas boas de seu tesouro, e o homem mau irá sempre tirar coisas ruins. É o fruto daquilo que somos. Mas, cuidado, tudo o que falarmos será julgado um dia. E seremos condenados ou absolvidos, pelas nossas próprias palavras.
Estou sentada junto à calçada, observando toda aquela cena. Observando a sabedoria do Senhor que me faz amá-Lo mais a cada dia. Vamos parar aqui. Sondar nossos corações. O que há dentro deles? O que temos falado? Somos acusadores, como os fariseus ou somos abençoadores como Jesus? Estendemos a mão ou apontamos o dedo? Abraçamos em socorro ou viramos as costas?
"Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração sejam aceitáveis na Tua presença, Senhor, minha Rocha e meu vingador!" - Salmos 19.14
Amanhã, só amanhã, prosseguimos nossa viagem.
Ontem os fariseus começaram a tramar a morte de Jesus. Sabendo disso, retirou-se dali.
Muitos O seguiram e, como sempre fazia, curou todos os doentes, advertindo-os que não dissessem quem era, para que se cumprisse o que estava escrito a respeito dEle em Isaías, capítulo 42. O Ungido de Deus, Jesus, não sairia gritando “por aí”, mas seria (e é, e sempre foi), Aquele em que as nações colocariam a esperança. O único capaz de nos salvar.
Levaram até Ele um endemoninhado, que era cego e mudo. Jesus o curou. Todo o povo ficou atônito. E começaram a perguntar: “Será que este é o Filho de Deus”?
Quando os fariseus souberam, disseram que Jesus havia expulsado o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contra-mão dEle.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles fariseus com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando seus ouvintes e acusadores a pensar. Ontem, O ouvimos responder com uma pergunta, lembra? Agora Sua resposta é lógica pura: “Pensem vocês mesmo. Um reino dividido contra si mesmo logo cairá mas se Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até vocês”. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
E continua, nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Quem não estava com Ele, estava contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
O Espírito Santo é Aquele que veio para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme está escrito em João 16.8. Se não nos deixarmos sermos convencidos por Ele, como haver perdão para nós? Impossível.
Jesus então fala das árvores. Uma árvore boa produz fruto bom e uma árvore ruim, fruto ruim. Elas são conhecidas pelos seus frutos.
Agora, Ele me deixa boquiaberta. Olho para Ele e minha admiração aumenta. Tenho vontade de pular e bater palmas. De arrumar uma placa escrita “Aplausos” e mostrar para todos. Ele os chama de raça de víboras! O manso (força sob controle) Senhor os chama de raça de víboras. Mas ao contrário de mim (se eu fosse falar), a veia de Seu pescoço não se altera. Ele simplesmente fala. A verdade. E continua, com Sua lógica maravilhosa aos meus olhos: “Como vocês sendo maus, podem dizer coisas boas”? Não é possível, Ele explica, “a boca fala do que está cheio o coração”. É assim.
Somos aquilo que falamos porque falamos aquilo que está dentro de nós. O homem bom sempre irá tirar coisas boas de seu tesouro, e o homem mau irá sempre tirar coisas ruins. É o fruto daquilo que somos. Mas, cuidado, tudo o que falarmos será julgado um dia. E seremos condenados ou absolvidos, pelas nossas próprias palavras.
Estou sentada junto à calçada, observando toda aquela cena. Observando a sabedoria do Senhor que me faz amá-Lo mais a cada dia. Vamos parar aqui. Sondar nossos corações. O que há dentro deles? O que temos falado? Somos acusadores, como os fariseus ou somos abençoadores como Jesus? Estendemos a mão ou apontamos o dedo? Abraçamos em socorro ou viramos as costas?
"Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração sejam aceitáveis na Tua presença, Senhor, minha Rocha e meu vingador!" - Salmos 19.14
Amanhã, só amanhã, prosseguimos nossa viagem.
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