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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 8.1-10.22

Leitura do dia 18/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.

Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.

Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.

Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.

Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!

É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.

Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.

Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.

Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.

E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.

Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.

Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.

Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!

Nosso texto de hoje termina aqui.

Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.

Espero você. Até lá.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 5.1-7.26

Leitura do dia 17/02.

Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html

É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.

Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.

Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.

Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.

E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.

Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.

Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.

Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?

O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.

Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.

Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.

Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.

Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.

E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.

E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.

Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.

E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.

Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.

Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.

O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.

O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.

Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.

Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.

Terminamos aqui nossa leitura de hoje.

Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.

Espero você. Até lá.