Leitura do dia 03/03.
Continuamos nossa caminhada por Josué.
Ontem vimos que a terra começou a ser dividida a oeste do Jordão. Por sorteio.
Calebe pede Hebrom, antiga cidade dos descendentes do gigante Enaque. Ele pôde escolher. Não precisa de sorteio.
Otniel, seu sobrinho, conquista Quiriate-Sefer e ganha Acsa como esposa. Esta “garota esperta” pede, como presente, fontes a seu pai, além das terras no deserto.
Judá recebe sua herança. Efraim e Manassés também. As filhas de Zelofeade vão até Josué e os líderes de Israel para receberam sua herança, conforme o Senhor ordenara.
Josué incentiva os descendentes de José a tomarem o bosque, mesmo que seus moradores tivessem carros de guerra. O Senhor era com eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html
Hoje, continuamos através dos capítulos dezoito a vinte.
Josué reúne todo o povo em Siló. Sete tribos ainda não receberam suas heranças. Ele exige um posicionamento. Ainda que não conquistem toda a terra, que com certeza, o Senhor lhes dará como prometido, que a mapeiem para que possam ser sorteadas diante do Senhor.
Três líderes de cada tribo percorrem a terra para mapeá-la. Quando voltam a Siló, Josué faz o sorteio, diante do Senhor.
Os levitas, ele lembra, não receberão herança. O serviço ao Senhor é a sua herança.
Será que nos contentaríamos em receber a melhor herança de todas? O próprio Senhor? Ou preferimos as terras, palpáveis e visíveis? (Não seja rápido em responder. Sonde bem seu coração.)
A primeira tribo sorteada foi Benjamim. Ganhou sua porção entre as tribos de Judá e José. Jerusalém faz parte da herança.
A segunda foi Simeão. Sua herança ficou dentro da terra de Judá porque a porção de Judá foi muito grande para eles.
A terceira foi para Zebulom. A quarta, Issacar. A quinta, Aser. A sexta, Naftali. E a sétima, Dã.
Dã teve muita dificuldade em tomar posse de sua terra. Por isso, viraram as costas e foram embora? Não. Lutaram. Atacaram a cidade de Lésem. Tomaram-na. Massacram seu povo e se estabeleceram. Mudaram o nome da cidade para Dã, em homenagem a este.
Que sejamos como eles. Se está difícil, que lutemos. Até vencermos.
O Senhor havia dito que Josué podia escolher qualquer cidade que quisesse. Que privilégio! Ele escolheu Timnate-Sera, em Efraim. Na região montanhosa.
O Senhor lembrou a Josué a respeito das Cidades de Refúgio. Como já vimos, essa cidade serviria para a proteção contra o vingador de sangue de qualquer um que matasse alguém involuntariamente. Israelita ou estrangeiro. Fugiria para lá e seria julgado pela comunidade. Se fosse comprovado que era um homicida involuntário, moraria ali. Ficaria protegido do vingador de sangue. Só podia sair da cidade, quando o sumo sacerdote da época do acidente, falecesse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
No lado leste do Jordão, foram escolhidas as cidades de Bezer, da tribo de Rúben; Ramote, em Gileade, pertencente a Gade e Golã, no território de Manassés.
No lado oeste, as cidades de Quedes, na Galileia, na região montanhosa de Naftali; Siquém, na região montanhosa de Efraim e Hebrom em Judá, também na região montanhosa.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Que aprendamos com Josué a incentivar nossos irmãos a conquistarem suas heranças.
Que nossa herança maior possa ser servir ao Senhor, como era a herança de Levi.
Que não desistamos e, como Dã, lutemos pela nossa herança.
Continuamos amanhã através dos capítulos finais de Josué, do vinte e um ao vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
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domingo, 3 de março de 2019
Josué 18.1-20.9
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 18.1-20.20
Leitura do dia 21/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos sobre o cancelamento das dívidas no sétimo ano e a libertação de escravos hebreus. Os pobres devem ser tratados com generosidade. Ajudados com o coração bondoso, não de má vontade.
Vimos também que os machos das primeiras crias são do Senhor. Serão comidos em Sua presença. Com alegria.
Nenhum animal com defeito ou doente deve ser oferecido.
As Festas da Páscoa, da Colheita e das Cabanas devem ser rigorosamente cumpridas. A justiça ser íntegra e imparcial.
Quando tiverem um rei ele, entre outras coisas, copiará o livro da lei para ter sempre a seu alcance, lendo-o todos os dias de sua vida. Assim aprenderá a amar e temer ao Senhor, prolongando seu reino e de seus descendentes. Também aprenderá que não é superior a ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-151-1720.html
Hoje caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Israel é lembrado a cuidar dos sacerdotes e levitas. Eles não receberão porção na terra. O Senhor é Sua porção.
Israel é chamado a viver em santidade. Jamais oferecer um filho em sacrifício. Nem praticar adivinhação. Ou usar encantamentos. Interpretar agouros. Envolver-se com bruxaria. Nem lançar feitiços. Atuar como médium, praticar ocultismo, consultar os espíritos dos mortos. Tais práticas são detestáveis ao Senhor.
As nações que estão prestes a serem lançadas dali, tem essas práticas. Por isso o Senhor as está destruindo.
O Senhor promete que levantará um profeta como Moisés. E para saber se um profeta é verdadeiro, esperarão que sua palavra se cumpra.
Mais três cidades de refúgio serão necessárias do lado de lá do Jordão. Para todos que cometerem um crime, sem intenção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Se Israel obedecer ao Senhor e Ele aumentar seu território, deverão escolher mais três cidades.
Moisés lembra que o assassino deve ser executado, pelo vingador de sangue. Se ele fugir para uma cidade refúgio, as autoridades o levarão de volta até o vingador de sangue. Não devem ter compaixão dessa pessoa para que Israel aprenda.
Quem matou inadvertida ou acidentalmente, fugirá para a cidade de refúgio. Os caminhos para essas cidades eram sempre mantidos em perfeitas condições para que o homicida pudesse chegar com facilidade. Antes do vingador de sangue. Assim Israel estaria livre da culpa de matar um inocente.
Jamais deverão roubar as terras de outros. Os limites antigos não podem ser alterados.
Novamente Moisés fala da importância de uma segunda testemunha. Para alguém ser condenado, todos os fatos devem ser apurados, investigados com cuidado, pelos juízes.
Se houver uma testemunha falsa, ela sofrerá o dano que planejou para o acusado injustamente. Não devem ter compaixão dessa pessoa. Para que Israel veja, tema e aprenda.
Quando o exército for para a guerra, o sacerdote lhes ordenará que não tenham medo, mesmo que o exército inimigo seja maior. O Senhor, que os tirou da terra do Egito, está com eles. O sacerdote também dirá que devem ser corajosos. Não se apavorar, nem tremerem diante do inimigo. O Senhor irá com eles e lutará contra seus inimigos.
Depois do sacerdote, os oficiais do exército falarão aos soldados que, se tiverem construído uma casa e ainda não usufruído dela, que voltem e usufruam. Se tiverem plantado uma videira e ainda não comeram de seus frutos, que voltem e comam. Se estiverem noivo, que voltem e casem. Para não correrem o risco de morrer na guerra e outro usufruir de sua casa, sua videira, sua noiva.
Eles também dirão que se houver alguém com medo ou angustiado que volte para sua casa, antes que amedronte outros.
Só então, eram escolhidos os comandantes para as tropas. Pessoas que completamente focadas na guerra. Sem preocupações ou medos em seus corações.
Quando forem à uma guerra, longe da terra que o Senhor lhes dá, devem oferecer primeiramente a paz, se aceitarem, não matarão ninguém. A população será escrava. Se partirem para a guerra, todos os homens serão mortos. As mulheres e crianças podem ser tomadas. Assim como o despojo.
Mas, das nações moradoras da terra que o Senhor está lhes dando, devem destruir tudo. Ninguém será poupado. Para que não sirva de armadilha, ensinando-os a servirem outros deuses.
E, olha que interessante, quando cercassem uma cidade, não podiam cortar as árvores frutíferas. Comeriam suas frutas. Cortariam apenas as que não fossem frutíferas para construírem seus equipamentos de guerra.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e um até o capítulo vinte e três.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos sobre o cancelamento das dívidas no sétimo ano e a libertação de escravos hebreus. Os pobres devem ser tratados com generosidade. Ajudados com o coração bondoso, não de má vontade.
Vimos também que os machos das primeiras crias são do Senhor. Serão comidos em Sua presença. Com alegria.
Nenhum animal com defeito ou doente deve ser oferecido.
As Festas da Páscoa, da Colheita e das Cabanas devem ser rigorosamente cumpridas. A justiça ser íntegra e imparcial.
Quando tiverem um rei ele, entre outras coisas, copiará o livro da lei para ter sempre a seu alcance, lendo-o todos os dias de sua vida. Assim aprenderá a amar e temer ao Senhor, prolongando seu reino e de seus descendentes. Também aprenderá que não é superior a ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-151-1720.html
Hoje caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Israel é lembrado a cuidar dos sacerdotes e levitas. Eles não receberão porção na terra. O Senhor é Sua porção.
Israel é chamado a viver em santidade. Jamais oferecer um filho em sacrifício. Nem praticar adivinhação. Ou usar encantamentos. Interpretar agouros. Envolver-se com bruxaria. Nem lançar feitiços. Atuar como médium, praticar ocultismo, consultar os espíritos dos mortos. Tais práticas são detestáveis ao Senhor.
As nações que estão prestes a serem lançadas dali, tem essas práticas. Por isso o Senhor as está destruindo.
O Senhor promete que levantará um profeta como Moisés. E para saber se um profeta é verdadeiro, esperarão que sua palavra se cumpra.
Mais três cidades de refúgio serão necessárias do lado de lá do Jordão. Para todos que cometerem um crime, sem intenção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Se Israel obedecer ao Senhor e Ele aumentar seu território, deverão escolher mais três cidades.
Moisés lembra que o assassino deve ser executado, pelo vingador de sangue. Se ele fugir para uma cidade refúgio, as autoridades o levarão de volta até o vingador de sangue. Não devem ter compaixão dessa pessoa para que Israel aprenda.
Quem matou inadvertida ou acidentalmente, fugirá para a cidade de refúgio. Os caminhos para essas cidades eram sempre mantidos em perfeitas condições para que o homicida pudesse chegar com facilidade. Antes do vingador de sangue. Assim Israel estaria livre da culpa de matar um inocente.
Jamais deverão roubar as terras de outros. Os limites antigos não podem ser alterados.
Novamente Moisés fala da importância de uma segunda testemunha. Para alguém ser condenado, todos os fatos devem ser apurados, investigados com cuidado, pelos juízes.
Se houver uma testemunha falsa, ela sofrerá o dano que planejou para o acusado injustamente. Não devem ter compaixão dessa pessoa. Para que Israel veja, tema e aprenda.
Quando o exército for para a guerra, o sacerdote lhes ordenará que não tenham medo, mesmo que o exército inimigo seja maior. O Senhor, que os tirou da terra do Egito, está com eles. O sacerdote também dirá que devem ser corajosos. Não se apavorar, nem tremerem diante do inimigo. O Senhor irá com eles e lutará contra seus inimigos.
Depois do sacerdote, os oficiais do exército falarão aos soldados que, se tiverem construído uma casa e ainda não usufruído dela, que voltem e usufruam. Se tiverem plantado uma videira e ainda não comeram de seus frutos, que voltem e comam. Se estiverem noivo, que voltem e casem. Para não correrem o risco de morrer na guerra e outro usufruir de sua casa, sua videira, sua noiva.
Eles também dirão que se houver alguém com medo ou angustiado que volte para sua casa, antes que amedronte outros.
Só então, eram escolhidos os comandantes para as tropas. Pessoas que completamente focadas na guerra. Sem preocupações ou medos em seus corações.
Quando forem à uma guerra, longe da terra que o Senhor lhes dá, devem oferecer primeiramente a paz, se aceitarem, não matarão ninguém. A população será escrava. Se partirem para a guerra, todos os homens serão mortos. As mulheres e crianças podem ser tomadas. Assim como o despojo.
Mas, das nações moradoras da terra que o Senhor está lhes dando, devem destruir tudo. Ninguém será poupado. Para que não sirva de armadilha, ensinando-os a servirem outros deuses.
E, olha que interessante, quando cercassem uma cidade, não podiam cortar as árvores frutíferas. Comeriam suas frutas. Cortariam apenas as que não fossem frutíferas para construírem seus equipamentos de guerra.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e um até o capítulo vinte e três.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 8.1-10.22
Leitura do dia 18/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.
Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.
Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.
Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.
Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!
É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.
Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.
Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.
Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.
E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.
Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.
Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.
Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!
Nosso texto de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.
Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.
Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.
Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.
Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!
É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.
Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.
Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.
Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.
E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.
Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.
Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.
Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!
Nosso texto de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.
Espero você. Até lá.
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 4.1-49
Leitura do dia 17/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.
Seus dias estão contados. Não entrará na terra.
Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.
Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.
Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.
Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.
Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.
Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.
Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.
Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.
Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.
Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.
Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.
Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.
Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.
Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?
Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.
Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.
O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html
Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.
Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.
Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.
Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.
Seus dias estão contados. Não entrará na terra.
Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.
Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.
Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.
Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.
Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.
Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.
Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.
Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.
Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.
Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.
Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.
Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.
Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.
Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?
Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.
Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.
O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
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Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.
Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.
Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.
Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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sábado, 16 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 1.1-46
Leitura do dia 16/02.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Números 34.1-36.13
Leitura do dia 15/02.
Nas postagens anteriores vimos a conquista de Midiã por Israel. Também vimos que levaram as mulheres para si. As mesmas que os haviam seduzido a pecar contra si mesmos e contra o Senhor. Moisés mandou que as matassem.
Depois vimos a divisão do despojo. A parte que ficaria para os que foram à batalha, a que ficaria com os que permaneceram no acampamento e a parte de Eleazar e dos levitas. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Vimos também que Rúben e Gade pediram para ficar com as terras de Gileade. E se comprometeram a passar à frente do exército do Senhor para guerrear por Ele.
Por último vimos todos os lugares onde Israel acampou. Desmontando e montando o tabernáculo. Com ordem, responsabilidade, disposição e santidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-321-3356.html
Hoje caminharemos pelas páginas finais de Números. Do capítulo trinta e quatro ao capítulo trinta e seis.
O Senhor ordenou que Moisés transmitisse a Israel, a fronteira de suas terras. Nos mínimos detalhes. Para que não ocupassem território que não lhes pertencia e também não deixassem de ocupar o que era seu por direito eterno.
As famílias de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés receberam herança do lado leste do Jordão. Do lado oposto de Jericó.
Eleazar e Josué seriam os responsáveis para repartir a terra. O Senhor escolheu doze homens, um de cada tribo, para ajudá-los nesta missão. Ele nominou cada um dos doze.
Das propriedades que receberiam, separariam quarenta e oito cidades para dar aos levitas, junto com seus arredores, para servir de pasto aos seus gados.
Os levitas estariam espalhados por Israel. Próximos de todas as tribos. Não é lindo? Sua herança era o Senhor. E, assim como no acampamento, abençoariam todo Israel.
Dessas quarenta e oito cidades, seis cidades seriam “Cidades de Refúgio”. Para lá correria qualquer um que matasse alguém acidentalmente. Ninguém seria executado sem um julgamento. Lá o vingador de sangue não poderia matá-lo.
Essas cidades estariam em lugares de fácil acesso. Eram disponíveis para o israelita, o estrangeiro que morasse em Israel ou alguém que estivesse apenas de passagem. Qualquer um poderia encontrar nelas o refúgio necessário.
Há algo mais interessante. O refugiado só podia deixar seus termos após a morte do sumo-sacerdote. Se saísse antes, o vingador de sangue poderia matá-lo. E não seria assassinato.
Se alguém cometesse assassinato, era obrigação do vingador de sangue, o parente mais próximo do morto, executar o assassino.
Todos os assassinos seriam executados. Assim, a terra não ficaria contaminada. Assassinato contamina a terra. E o único sacrifício capaz de fazer expiação pela terra é a execução do assassino.
Jesus é nossa cidade refúgio. Corremos para Ele. A estrada estava acessível, afinal, Ele mesmo é o Caminho. Estamos abrigados nEle. Não podemos abandoná-Lo. Ele é o Sumo-Sacerdote que nunca morre. Já morreu uma vez e ressuscitou para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
Se sairmos de Seus termos, o vingador de sangue, nosso arqui-inimigo tem legalidade para nos destruir. Fiquemos, pois, refugiados em Seus braços, eternamente. Não existe melhor lugar!
O texto ainda nos fala dos filhos de Manassés, que preocupados em não perder território herdado, foram até Moisés e os líderes de Israel com uma petição. Que todas as mulheres portadoras de herança, como as filhas de Zelofeade, casassem com homens de sua escolha, dentro de seus clãs. Assim, a herança ficaria na tribo herdada e não haveria perdas.
O Senhor disse que a preocupação deles era justa e assim foi. As filhas de Zelofeade casaram com primos das famílias de seus pais mantendo a porção da herança que receberam.
Terminamos mais um livro. Um livro maravilhoso. Repleto de ensinamentos.
Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Deuteronômio.
O que descobriremos de seus tesouros? Estamos prontos a escavar?
Nossa leitura será do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Nas postagens anteriores vimos a conquista de Midiã por Israel. Também vimos que levaram as mulheres para si. As mesmas que os haviam seduzido a pecar contra si mesmos e contra o Senhor. Moisés mandou que as matassem.
Depois vimos a divisão do despojo. A parte que ficaria para os que foram à batalha, a que ficaria com os que permaneceram no acampamento e a parte de Eleazar e dos levitas. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Vimos também que Rúben e Gade pediram para ficar com as terras de Gileade. E se comprometeram a passar à frente do exército do Senhor para guerrear por Ele.
Por último vimos todos os lugares onde Israel acampou. Desmontando e montando o tabernáculo. Com ordem, responsabilidade, disposição e santidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-321-3356.html
Hoje caminharemos pelas páginas finais de Números. Do capítulo trinta e quatro ao capítulo trinta e seis.
O Senhor ordenou que Moisés transmitisse a Israel, a fronteira de suas terras. Nos mínimos detalhes. Para que não ocupassem território que não lhes pertencia e também não deixassem de ocupar o que era seu por direito eterno.
As famílias de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés receberam herança do lado leste do Jordão. Do lado oposto de Jericó.
Eleazar e Josué seriam os responsáveis para repartir a terra. O Senhor escolheu doze homens, um de cada tribo, para ajudá-los nesta missão. Ele nominou cada um dos doze.
Das propriedades que receberiam, separariam quarenta e oito cidades para dar aos levitas, junto com seus arredores, para servir de pasto aos seus gados.
Os levitas estariam espalhados por Israel. Próximos de todas as tribos. Não é lindo? Sua herança era o Senhor. E, assim como no acampamento, abençoariam todo Israel.
Dessas quarenta e oito cidades, seis cidades seriam “Cidades de Refúgio”. Para lá correria qualquer um que matasse alguém acidentalmente. Ninguém seria executado sem um julgamento. Lá o vingador de sangue não poderia matá-lo.
Essas cidades estariam em lugares de fácil acesso. Eram disponíveis para o israelita, o estrangeiro que morasse em Israel ou alguém que estivesse apenas de passagem. Qualquer um poderia encontrar nelas o refúgio necessário.
Há algo mais interessante. O refugiado só podia deixar seus termos após a morte do sumo-sacerdote. Se saísse antes, o vingador de sangue poderia matá-lo. E não seria assassinato.
Se alguém cometesse assassinato, era obrigação do vingador de sangue, o parente mais próximo do morto, executar o assassino.
Todos os assassinos seriam executados. Assim, a terra não ficaria contaminada. Assassinato contamina a terra. E o único sacrifício capaz de fazer expiação pela terra é a execução do assassino.
Jesus é nossa cidade refúgio. Corremos para Ele. A estrada estava acessível, afinal, Ele mesmo é o Caminho. Estamos abrigados nEle. Não podemos abandoná-Lo. Ele é o Sumo-Sacerdote que nunca morre. Já morreu uma vez e ressuscitou para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
Se sairmos de Seus termos, o vingador de sangue, nosso arqui-inimigo tem legalidade para nos destruir. Fiquemos, pois, refugiados em Seus braços, eternamente. Não existe melhor lugar!
O texto ainda nos fala dos filhos de Manassés, que preocupados em não perder território herdado, foram até Moisés e os líderes de Israel com uma petição. Que todas as mulheres portadoras de herança, como as filhas de Zelofeade, casassem com homens de sua escolha, dentro de seus clãs. Assim, a herança ficaria na tribo herdada e não haveria perdas.
O Senhor disse que a preocupação deles era justa e assim foi. As filhas de Zelofeade casaram com primos das famílias de seus pais mantendo a porção da herança que receberam.
Terminamos mais um livro. Um livro maravilhoso. Repleto de ensinamentos.
Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Deuteronômio.
O que descobriremos de seus tesouros? Estamos prontos a escavar?
Nossa leitura será do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
Jesus, nossa Cidade Refúgio
Quantas histórias e acontecimentos apontam para Jesus! A resposta de Deus para toda a humanidade.
Uma das minhas preferidas fala das Cidades Refúgios. Quando os israelitas estavam no deserto, recebendo leis e instruções para terem uma vida de qualidade, Deus ordenou que se fizessem essas cidades.
As Cidades Refúgios serviriam para a pessoa que acidentalmente matou alguém. O vingador de sangue, que era alguém próximo à vítima, tinha o direito à vingança. Porém, se a morte fosse acidental, sem intenção, essa pessoa poderia fugir para uma dessas cidades. Elas deveriam ser cidades em lugares estratégicos e deveriam ser feitos acessos de qualidade para que pudessem ser alcançadas com facilidade.
Tinham direito de correr para essas cidades os israelitas, os estrangeiros residentes e quaisquer outros estrangeiros. Ou seja, todos aqueles que haviam matado alguém sem intenção. De qualquer tribo, povo, língua e nação.
Um detalhe. Essa pessoa deveria ficar refugiada naquela cidade, até à morte do sumo sacerdote. Ela não poderia sair de seus limites. Se saísse, estaria à mercê de ser morta pelo vingador de sangue. Que não seria considerado culpado.
Este relato está em Números 35 e Deuteronômio 4 e 19.
Jesus é a nossa Cidade Refúgio. Está disponível para todos aqueles que O desejarem. Ao longo dos séculos, Deus tem provido maneiras para que possamos ouvir e aprender sobre Jesus. Ele está acessível. E Ele mesmo nos convoca: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e Eu vos aliviarei”. – Mateus 11.28
Um detalhe. Só estamos seguros se estivermos nEle. Se revolvermos deixá-Lo e nos aventurar por aí sozinhos, estaremos à mercê do inimigo das nossas almas. Jesus é o nosso Sumo Sacerdote. Eterno. Jamais podemos deixar de estar nEle. Ele é o nosso refúgio. O nosso lugar seguro. O único lugar seguro para nossas almas. Não há outro lugar. Não há outro caminho. Ele é nossa única segurança.
Podemos sair da nossa Cidade Refúgio, mas estaremos completamente sozinhos. Com certeza, seremos alcançados. E vingados. Então, vamos permanecer nEle. Seguros e protegidos. Por toda a eternidade. Sem deixá-Lo um minuto sequer.
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