Leitura do dia 14/10.
Continuamos nossa viagem pelo livro de Mateus.
Na postagem anterior, vimos o Senhor dando instruções aos doze.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-101-42.html
Agora, leremos o capítulo onze de Mateus.
Após instruir Seus doze discípulos, Ele próprio saiu para ensinar nas cidades da Galileia.
João Batista, que estava na prisão, ouviu o que estava fazendo e enviou seus discípulos com a seguinte pergunta: "És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro"?.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Essa pergunta chama minha atenção. Amo essas informações que o Senhor nos deixou nas Escrituras, para lembrarmos que somos humanos e não super-homens. Se não fosse assim, não teríamos coragem de prosseguir, achando que não conseguiríamos.
Um dia, devia ser um "daqueles dias" que de vez em quando temos, quando não conseguimos entender, quando parece que tudo está fora do lugar, sem explicação, sem lógica, João mandou perguntar se Jesus era de fato quem havia de vir ou se deveriam esperar outro.
Nem mesmo João, que reconheceu o Senhor dentro do ventre de sua mãe, que teve seu nascimento anunciado por um anjo, que viu os céus abertos quando o Senhor foi batizado (e que era o sinal que Deus lhe falou que daria), nem mesmo ele que apontou para o Cordeiro de Deus, era um super-homem infalível, que nunca cansava e que tinha absoluta certeza de tudo. Até ele ficou desnorteado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/o-encontro-de-duas-maes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
Nunca vou cansar de dizer que amo isso na Bíblia. Que amo isso em Deus. Temos direito a essas perguntas, pois somos completamente falíveis. E Ele sabe disso.
Jesus não mandou repreendê-lo. Sua resposta foi: “Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo...” Ele sabia que seria o bastante para João.
Quando os discípulos de João saíram, Jesus testemunhou à multidão quem era João. Um profeta. E mais que um profeta. Estava escrito sobre João em Isaías. Ele era o que prepararia (e preparou) o caminho para o Senhor. E Jesus foi além. Se eles quisessem aceitar, João era o Elias que havia de vir.
Jesus aproveita a oportunidade para denunciar aquela geração, que não estava em sintonia com os tempos de Deus. João veio, jejuava e não bebia vinho e diziam que estava endemoninhado. Jesus veio, comendo e bebendo e o chamavam de comilão e beberrão, criticando também seus relacionamentos.
Ah, como é necessário sermos, principalmente nos dias de hoje, como os filhos de Issacar, que conheciam os tempos e sabiam como agir. “Da tribo de Issacar, duzentos chefes estrategistas, que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstancia. Comandavam todos os seus parentes”; – 1 Crônicas 12.32.
Após denunciar aquela geração, Jesus denuncia também as cidades em que havia sido realizada a maioria dos seus milagres, porque não se arrependeram. Se os milagres que foram realizados nas cidades de Corazim e Betsaida houvessem sido realizados em Tiro e Sidom (cidades gentias), elas teriam se arrependido. Assim como Sodoma, se tivesse visto o que Cafarnaum viu. No Dia do Juízo haverá mais rigor para essas cidades e menos para aquelas. O Dia do Juízo trará justiça porque o julgamento será feito com todos os dados necessários para um juízo perfeitamente justo.
Então, esse capítulo termina com o Senhor agradecendo ao Pai por ter escondido as maravilhas que estavam acontecendo, dos sábios e cultos, e as revelado aos pequeninos. Porque Ele assim quis.
Tudo foi entregue ao Senhor pelo Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho quiser revelar. É Jesus quem nos revela o Pai. Somente Ele. Ele é o único caminho para o Pai. O único.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Ele nos chama, a todos nós que estamos cansados e sobrecarregados. Ele nos dará descanso. Seu jugo é suave e Seu fardo é leve. É com Ele que devemos aprender, pois Ele é manso e humilde de coração. Se aprendermos com Ele, encontraremos descanso para as nossas almas. Somente nEle.
Gosto sempre de lembrar que manso significa “força sob controle”. O Senhor tem domínio próprio, por isso pode nos ensinar o descanso.
Ficamos por aqui.
Que aprendamos realmente com Ele. Que encontremos descanso nEle.
Amanhã prosseguimos nossa viagem, através do capítulo doze de Mateus.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 11.1-30
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Joel 3.1-21
Leitura do dia 21/09.
Na postagem anterior vimos que precisamos fazer parte, ativamente, do poderoso exército do Senhor. Ele é nosso comandante.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/joel-21-32.html
Agora, caminharemos através do capítulo três de Joel.
O Senhor fala que, no tempo em que restaurar Judá e Israel, reunirá todas as nações no Vale de Josafá. Josáfá significa “O Senhor julga”. Todos serão reunidos para Seu justo juízo.
Ele julgará os que maltrataram Seu povo. Que os transformaram em escravos. Que trocaram meninos por prostitutas e meninas por vinho. Para se embriagar.
Se alguma nação tem algo contra Ele, deve tomar cuidado. Ele lhes dará o que merecem por causa de suas ações. Tiro, Sidom e a Filistia roubaram Sua prata, Seu ouro, Seus tesouros preciosos e os colocaram nos templos de seus ídolos. Venderam os habitantes de Judá e Jerusalém aos gregos, que os levaram para longe de sua terra natal.
O Senhor os trará de volta. De todos os lugares para onde foram vendidos. E julgará. Todos serão julgados no vale de Josafá. Todos devem ser avisados. Todos devem se preparar. Que os melhores soldados sejam convocados. Que todos avancem para a batalha. Que transformem seus arados em espadas e suas podadeiras em lanças. Que ninguém fique sem treino, mesmo que seja o mais fraco.
Esse dia aconteceu, como um sinal para o que ainda acontecerá.
Joel clama que o Senhor convoque Seus guerreiros! Que clamemos também! Está na hora da batalha.
"Estas foram Suas instruções: 'A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Orem ao Senhor da colheita; peçam que Ele envie mais trabalhadores para Seus campos'". - Lucas 10.2
Está na hora de lançar a foice. A colheita está madura. Pronta para ser colhida. As uvas estão prontas para serem pisadas. O tanque de prensar está cheio (João 4.35-37).
Multidões esperam no vale da decisão. É ali que o dia do Senhor chegará. Em breve. Se você está nesse vale, decida-se. Escolha em qual exército você vai se alistar. Ninguém ficará sem alistamento.
Dias terríveis estão para vir. O Senhor falará desde Sião, como um leão que ruge. Falará desde Jerusalém, como um trovejar. Os céus e a terra tremerão. Mas Ele será refúgio para Seu povo. Uma fortaleza. Podemos confiar.
Então, quando essas coisas acontecerem, saberão que Ele é Senhor. Que habita em Sião. Sua terra será santa porque Ele é santo.
Haverá abundância. Nunca mais faltará vinho. Nem leite. Uma fonte brotará do templo do Senhor. E regará o Vale das Acácias (Sitim). http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-461-4835.html
Joel fala que o Egito será transformado em uma terra desolada. Edom será um deserto. Atacaram Judá. Mataram inocentes em sua terra. Quanto a Judá, ficará cheia de gente. Para sempre. Jerusalém permanecerá por todas as gerações. Os crimes que ainda não foram perdoados, serão.
Ah, que voltemos nossos olhos para o Senhor. Que sondemos nossos corações. Que nos arrependamos. Para sermos perdoados. Para estarmos com Ele, eternamente.
"Felizes aqueles que lavam suas vestes. A eles será permitido entrar pelas portas da cidade e comer do fruto da árvore da vida. De lado de fora da cidade ficam os cães; os feiticeiros, os sexualmente impuros, os assassinos, os adoradores de ídolos e todos que gostam de praticar a mentira". - Apocalipse 22.14,15
Que livro fantástico! Apenas três capítulos e poderíamos ficar aqui, caminhando por eles, por um bom tempo. Continue cavando os tesouros escondidos. Leia novamente.
Continuamos amanhã. Iniciaremos um novo livro, Amós. Cavemos. Leremos os três primeiros capítulos.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que precisamos fazer parte, ativamente, do poderoso exército do Senhor. Ele é nosso comandante.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/joel-21-32.html
Agora, caminharemos através do capítulo três de Joel.
O Senhor fala que, no tempo em que restaurar Judá e Israel, reunirá todas as nações no Vale de Josafá. Josáfá significa “O Senhor julga”. Todos serão reunidos para Seu justo juízo.
Ele julgará os que maltrataram Seu povo. Que os transformaram em escravos. Que trocaram meninos por prostitutas e meninas por vinho. Para se embriagar.
Se alguma nação tem algo contra Ele, deve tomar cuidado. Ele lhes dará o que merecem por causa de suas ações. Tiro, Sidom e a Filistia roubaram Sua prata, Seu ouro, Seus tesouros preciosos e os colocaram nos templos de seus ídolos. Venderam os habitantes de Judá e Jerusalém aos gregos, que os levaram para longe de sua terra natal.
O Senhor os trará de volta. De todos os lugares para onde foram vendidos. E julgará. Todos serão julgados no vale de Josafá. Todos devem ser avisados. Todos devem se preparar. Que os melhores soldados sejam convocados. Que todos avancem para a batalha. Que transformem seus arados em espadas e suas podadeiras em lanças. Que ninguém fique sem treino, mesmo que seja o mais fraco.
Esse dia aconteceu, como um sinal para o que ainda acontecerá.
Joel clama que o Senhor convoque Seus guerreiros! Que clamemos também! Está na hora da batalha.
"Estas foram Suas instruções: 'A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Orem ao Senhor da colheita; peçam que Ele envie mais trabalhadores para Seus campos'". - Lucas 10.2
Está na hora de lançar a foice. A colheita está madura. Pronta para ser colhida. As uvas estão prontas para serem pisadas. O tanque de prensar está cheio (João 4.35-37).
Multidões esperam no vale da decisão. É ali que o dia do Senhor chegará. Em breve. Se você está nesse vale, decida-se. Escolha em qual exército você vai se alistar. Ninguém ficará sem alistamento.
Dias terríveis estão para vir. O Senhor falará desde Sião, como um leão que ruge. Falará desde Jerusalém, como um trovejar. Os céus e a terra tremerão. Mas Ele será refúgio para Seu povo. Uma fortaleza. Podemos confiar.
Então, quando essas coisas acontecerem, saberão que Ele é Senhor. Que habita em Sião. Sua terra será santa porque Ele é santo.
Haverá abundância. Nunca mais faltará vinho. Nem leite. Uma fonte brotará do templo do Senhor. E regará o Vale das Acácias (Sitim). http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-461-4835.html
Joel fala que o Egito será transformado em uma terra desolada. Edom será um deserto. Atacaram Judá. Mataram inocentes em sua terra. Quanto a Judá, ficará cheia de gente. Para sempre. Jerusalém permanecerá por todas as gerações. Os crimes que ainda não foram perdoados, serão.
Ah, que voltemos nossos olhos para o Senhor. Que sondemos nossos corações. Que nos arrependamos. Para sermos perdoados. Para estarmos com Ele, eternamente.
"Felizes aqueles que lavam suas vestes. A eles será permitido entrar pelas portas da cidade e comer do fruto da árvore da vida. De lado de fora da cidade ficam os cães; os feiticeiros, os sexualmente impuros, os assassinos, os adoradores de ídolos e todos que gostam de praticar a mentira". - Apocalipse 22.14,15
Que livro fantástico! Apenas três capítulos e poderíamos ficar aqui, caminhando por eles, por um bom tempo. Continue cavando os tesouros escondidos. Leia novamente.
Continuamos amanhã. Iniciaremos um novo livro, Amós. Cavemos. Leremos os três primeiros capítulos.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Ezequiel 27.1-29.21
Leitura do dia 04/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Ezequiel.
Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra Amom, Moabe, Edom, Filistia e Tiro. Cidades que saberiam quem o Senhor é, através de Seu justo juízo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-251-2621.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e sete até o capítulo vinte e nove.
O Senhor ordenou que Ezequiel entoasse um cântico fúnebre para a cidade de Tiro. Ela era a entrada para o mar. Tinha relações comerciais com muitas nações. Se gloriava de sua beleza.
Quando o Senhor fala, no capítulo vinte e três, da Assíria, cita que o uniforme dos assírios eram azuis. O dos babilônios eram vermelhos, chamativos. Agora, Tiro, que negocia com diversas nações, tem seus toldos azuis e vermelhos. Sempre agrada a todos.
Navios de todas as nações negociavam mercadorias nesta cidade. Tinham um grande exército, de homens da Pérsia, da Lídia e da Líbia. Seus escudos e capacetes eram pendurados em seus muros, o que completava sua beleza e lhe dava honra.
Todo tipo de “mercadoria” era comercializada nesta cidade. Inclusive escravos, que vinham da Grécia, de Tubal e Meseque. Tiro possuía o monopólio do mercado de várias regiões litorâneas. Judá e Israel também comercializavam com ela. Os depósitos em sua ilha estavam sempre abarrotados. Reis até nos confins da terra se enriqueceram com seu comércio. Era uma cidade que não parava.
Agora, vindo o juízo, tudo se perderia. Como um navio naufragado. Naufragou junto com suas mercadorias e seus tripulantes.
Ezequiel também foi ordenado a entregar uma palavra ao príncipe de Tiro. Em seu grande orgulho ele acreditava que era um deus. Seu trono, divino, era no coração do mar. Estava enganado. Era apenas um homem. Acreditava ser mais sábio que Daniel. Que não existia segredo que não soubesse. Ficou rico por causa de sua sabedoria. Mas, sua riqueza o tornou muito orgulhoso. Morreria no fundo do mar, ferido violentamente. De forma vergonhosa. Na mão de estrangeiros.
Que nossa sabedoria nos leve a conhecer mais o Senhor e não a nos tornarmos orgulhosos.
O Senhor ordenou ao profeta que cantasse um cântico fúnebre sobre o rei de Tiro. Esse cântico é considerado como uma descrição de Lúcifer.
O rei de Tiro era o modelo de perfeição. Não um modelo, mas o modelo. Cheio de sabedoria e beleza. Estava no jardim do Senhor. Suas roupas eram enfeitadas com todas as pedras preciosas. Estas pedras foram todas trabalhadas, com cuidado, especialmente para ele. Sobre o ouro mais puro. E foram entregues no dia em que foi criado. O Senhor o escolheu e o ungiu como querubim guardião. Tinha acesso ao monte dEle. Andava entre as pedras cintilantes. Era irrepreensível. Até o dia em que se achou maldade nele. Seu rico comércio o levou à violência. Ele pecou.
Foi banido em desonra do monte do Senhor. Foi expulso de seu lugar entre as pedras cintilantes. Seu coração ficou cheio de orgulho por causa de sua beleza. Sua sabedoria foi corrompida, por causa de seu esplendor. Todos que o conheciam ficaram horrorizados com seu destino. Chegou a um fim terrível. Não mais existirá.
O que aconteceu também com o rei de Tiro.
O Senhor entregou uma mensagem a Sidom. Traria julgamento àquela cidade. Revelaria Sua santidade. E todos que observassem saberiam que Ele é o Senhor.
Ele promete que o povo de Israel voltará a viver em sua própria terra. Na terra que deu a Seu servo Jacó. Ele os recolherá de todos os lugares para onde foram enviados. E julgará as nações vizinhas que os trataram com desprezo. Quando o julgamento vier, saberão que Ele é o Senhor.
O Egito não ficou sem julgamento. O Senhor também se levantou contra Faraó. Este dizia que o Nilo era seu. Que o fez para si. Se tornaria uma nação desolada. Seriam espalhados pelo mundo. Durante quarenta anos. Depois voltariam, mas nunca mais seriam uma nação importante que dominasse outras nações. O que também, aconteceu.
O Senhor daria o Egito como presente a Nabucodonosor pelo que fez a Tiro. Quando a destruiu estava trabalhando para Ele. Ele usa quem quer para trazer Seu justo juízo.
Quando fosse julgado, todo o povo do Egito saberia que Ele é o Senhor.
Um dia a antiga glória de Israel reviveria e as palavras de Ezequiel seriam ouvidas abertamente. Então, saberiam que Ele é o Senhor.
Que consolo Ezequiel teve do Senhor. Suas palavras seriam ouvidas. Abertamente. Seriam entendidas. Um dia aconteceria. E saberiam que Ele é o Senhor. Não seria um profeta vão. Um dia colheria as sementes que lançou com tanta dor e tristeza. Seu chamado seria cumprido.
“Os que semeiam com lágrimas colherão com gritos de alegria. Choram enquanto lançam as sementes, mas cantam quando voltam com a colheita”. – Salmo 126.5,6
Que nossas palavras ecoem como as de Ezequiel, apontando sempre para o único Senhor Soberano.
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos trinta e trinta e um.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Ezequiel.
Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra Amom, Moabe, Edom, Filistia e Tiro. Cidades que saberiam quem o Senhor é, através de Seu justo juízo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-251-2621.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e sete até o capítulo vinte e nove.
O Senhor ordenou que Ezequiel entoasse um cântico fúnebre para a cidade de Tiro. Ela era a entrada para o mar. Tinha relações comerciais com muitas nações. Se gloriava de sua beleza.
Quando o Senhor fala, no capítulo vinte e três, da Assíria, cita que o uniforme dos assírios eram azuis. O dos babilônios eram vermelhos, chamativos. Agora, Tiro, que negocia com diversas nações, tem seus toldos azuis e vermelhos. Sempre agrada a todos.
Navios de todas as nações negociavam mercadorias nesta cidade. Tinham um grande exército, de homens da Pérsia, da Lídia e da Líbia. Seus escudos e capacetes eram pendurados em seus muros, o que completava sua beleza e lhe dava honra.
Todo tipo de “mercadoria” era comercializada nesta cidade. Inclusive escravos, que vinham da Grécia, de Tubal e Meseque. Tiro possuía o monopólio do mercado de várias regiões litorâneas. Judá e Israel também comercializavam com ela. Os depósitos em sua ilha estavam sempre abarrotados. Reis até nos confins da terra se enriqueceram com seu comércio. Era uma cidade que não parava.
Agora, vindo o juízo, tudo se perderia. Como um navio naufragado. Naufragou junto com suas mercadorias e seus tripulantes.
Ezequiel também foi ordenado a entregar uma palavra ao príncipe de Tiro. Em seu grande orgulho ele acreditava que era um deus. Seu trono, divino, era no coração do mar. Estava enganado. Era apenas um homem. Acreditava ser mais sábio que Daniel. Que não existia segredo que não soubesse. Ficou rico por causa de sua sabedoria. Mas, sua riqueza o tornou muito orgulhoso. Morreria no fundo do mar, ferido violentamente. De forma vergonhosa. Na mão de estrangeiros.
Que nossa sabedoria nos leve a conhecer mais o Senhor e não a nos tornarmos orgulhosos.
O Senhor ordenou ao profeta que cantasse um cântico fúnebre sobre o rei de Tiro. Esse cântico é considerado como uma descrição de Lúcifer.
O rei de Tiro era o modelo de perfeição. Não um modelo, mas o modelo. Cheio de sabedoria e beleza. Estava no jardim do Senhor. Suas roupas eram enfeitadas com todas as pedras preciosas. Estas pedras foram todas trabalhadas, com cuidado, especialmente para ele. Sobre o ouro mais puro. E foram entregues no dia em que foi criado. O Senhor o escolheu e o ungiu como querubim guardião. Tinha acesso ao monte dEle. Andava entre as pedras cintilantes. Era irrepreensível. Até o dia em que se achou maldade nele. Seu rico comércio o levou à violência. Ele pecou.
Foi banido em desonra do monte do Senhor. Foi expulso de seu lugar entre as pedras cintilantes. Seu coração ficou cheio de orgulho por causa de sua beleza. Sua sabedoria foi corrompida, por causa de seu esplendor. Todos que o conheciam ficaram horrorizados com seu destino. Chegou a um fim terrível. Não mais existirá.
O que aconteceu também com o rei de Tiro.
O Senhor entregou uma mensagem a Sidom. Traria julgamento àquela cidade. Revelaria Sua santidade. E todos que observassem saberiam que Ele é o Senhor.
Ele promete que o povo de Israel voltará a viver em sua própria terra. Na terra que deu a Seu servo Jacó. Ele os recolherá de todos os lugares para onde foram enviados. E julgará as nações vizinhas que os trataram com desprezo. Quando o julgamento vier, saberão que Ele é o Senhor.
O Egito não ficou sem julgamento. O Senhor também se levantou contra Faraó. Este dizia que o Nilo era seu. Que o fez para si. Se tornaria uma nação desolada. Seriam espalhados pelo mundo. Durante quarenta anos. Depois voltariam, mas nunca mais seriam uma nação importante que dominasse outras nações. O que também, aconteceu.
O Senhor daria o Egito como presente a Nabucodonosor pelo que fez a Tiro. Quando a destruiu estava trabalhando para Ele. Ele usa quem quer para trazer Seu justo juízo.
Quando fosse julgado, todo o povo do Egito saberia que Ele é o Senhor.
Um dia a antiga glória de Israel reviveria e as palavras de Ezequiel seriam ouvidas abertamente. Então, saberiam que Ele é o Senhor.
Que consolo Ezequiel teve do Senhor. Suas palavras seriam ouvidas. Abertamente. Seriam entendidas. Um dia aconteceria. E saberiam que Ele é o Senhor. Não seria um profeta vão. Um dia colheria as sementes que lançou com tanta dor e tristeza. Seu chamado seria cumprido.
“Os que semeiam com lágrimas colherão com gritos de alegria. Choram enquanto lançam as sementes, mas cantam quando voltam com a colheita”. – Salmo 126.5,6
Que nossas palavras ecoem como as de Ezequiel, apontando sempre para o único Senhor Soberano.
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos trinta e trinta e um.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 3 de abril de 2019
1 Reis 18.1-20
Leitura do dia 03/04.
Na postagem anterior, vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.
O tempo passou. A estiagem continuou.
No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que mandaria chuva sobre a face da terra.
Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.
O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá, a fome era imensa.
Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real. Servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. E lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.
Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manter vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.
Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.
Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.
Imediatamente Obadias o reconheceu. Prostrou-se com seu rosto rente à terra e perguntou: “Es tu mesmo, meu senhor Elias?”
Não é incrível que o homem que servia ao rei, prostrasse diante do profeta?
Elias respondeu a Obadias que era ele mesmo. E pediu que Obadias fosse depressa a Acabe e dissesse que Elias estava ali. Esperando por ele.
Obadias, lhe perguntou o que havia feito de errado. Que pecado havia cometido para que fosse entregue nas mãos de Acabe, para ser morto. Ele sabia como funcionava o reino.
Obadias jurou pelo nome do Senhor, o Deus de Elias, que não havia uma só nação ou reino onde Acabe não enviasse alguém para procurá-lo. E sempre que uma nação ou reino afirmava que não estava refugiado em suas terras, fazia com que jurassem que haviam se empenhado em sua procura, embora não tenha sido possível encontrá-lo. Mas agora, Elias ordena que ele vá dizer a Acabe que está ali.
Seu medo era que o Senhor o levasse para algum lugar e quando Acabe viesse, não estivesse mais lá. Acabe, com certeza, mataria Obadias. Obadias ainda disse que era servo de Elias e vinha adorando o Senhor desde sua juventude.
Ele pergunta a Elias se não ficou sabendo o que havia feito quando Jezabel massacrou os profetas do Senhor. Contou que os havia escondido. Em duas cavernas. Em grupos de cinquenta. E os abasteceu de comida e água.
Novamente perguntou se era mesmo para ele dizer a Acabe que estava ali. Obadias disse que o rei simplesmente iria acabar com sua vida num instante.
Então Elias assegurou-lhe, jurando pelo Senhor, a quem servia, que se apresentaria a Acabe.
Obadias foi ao encontro de Acabe. Contou-lhe o que havia visto e ouvido. Acabe foi encontrar-se com Elias.
Assim que o viu perguntou-lhe: “És tu mesmo, ó flagelo de Israel?”
Já reparou que muitas vezes os profetas são acusados pelos acontecimentos quando na verdade apenas falaram o que o Senhor lhes ordenou? E os acontecimentos são consequências do que foi plantado?
Elias sabia. Sua consciência estava limpa. Respondeu a Acabe que não era o responsável pelos muitos problemas que assolavam Israel. E apontou para Acabe. Disse que ele e toda a família de seu pai eram os responsáveis. Mas não apenas apontou. Disse o motivo. Haviam abandonado os mandamentos do Senhor e cultuado aos baalins.
Depois ordenou (ordenou ao rei?) que mandasse Israel se reunir a ele no alto do monte Carmelo, assim como os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, todos que se fartavam na mesa de Jezabel (em tempo de miséria, escassez e fome).
Acabe fez a convocação. Reuniu todos no monte Carmelo.
O que acontecerá? Voltará a chover?
O que Elias pretende fazer com esses oitocentos e cinquenta profetas? Afogá-los na chuva?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
Na postagem anterior, vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.
O tempo passou. A estiagem continuou.
No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que mandaria chuva sobre a face da terra.
Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.
O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá, a fome era imensa.
Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real. Servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. E lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.
Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manter vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.
Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.
Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.
Imediatamente Obadias o reconheceu. Prostrou-se com seu rosto rente à terra e perguntou: “Es tu mesmo, meu senhor Elias?”
Não é incrível que o homem que servia ao rei, prostrasse diante do profeta?
Elias respondeu a Obadias que era ele mesmo. E pediu que Obadias fosse depressa a Acabe e dissesse que Elias estava ali. Esperando por ele.
Obadias, lhe perguntou o que havia feito de errado. Que pecado havia cometido para que fosse entregue nas mãos de Acabe, para ser morto. Ele sabia como funcionava o reino.
Obadias jurou pelo nome do Senhor, o Deus de Elias, que não havia uma só nação ou reino onde Acabe não enviasse alguém para procurá-lo. E sempre que uma nação ou reino afirmava que não estava refugiado em suas terras, fazia com que jurassem que haviam se empenhado em sua procura, embora não tenha sido possível encontrá-lo. Mas agora, Elias ordena que ele vá dizer a Acabe que está ali.
Seu medo era que o Senhor o levasse para algum lugar e quando Acabe viesse, não estivesse mais lá. Acabe, com certeza, mataria Obadias. Obadias ainda disse que era servo de Elias e vinha adorando o Senhor desde sua juventude.
Ele pergunta a Elias se não ficou sabendo o que havia feito quando Jezabel massacrou os profetas do Senhor. Contou que os havia escondido. Em duas cavernas. Em grupos de cinquenta. E os abasteceu de comida e água.
Novamente perguntou se era mesmo para ele dizer a Acabe que estava ali. Obadias disse que o rei simplesmente iria acabar com sua vida num instante.
Então Elias assegurou-lhe, jurando pelo Senhor, a quem servia, que se apresentaria a Acabe.
Obadias foi ao encontro de Acabe. Contou-lhe o que havia visto e ouvido. Acabe foi encontrar-se com Elias.
Assim que o viu perguntou-lhe: “És tu mesmo, ó flagelo de Israel?”
Já reparou que muitas vezes os profetas são acusados pelos acontecimentos quando na verdade apenas falaram o que o Senhor lhes ordenou? E os acontecimentos são consequências do que foi plantado?
Elias sabia. Sua consciência estava limpa. Respondeu a Acabe que não era o responsável pelos muitos problemas que assolavam Israel. E apontou para Acabe. Disse que ele e toda a família de seu pai eram os responsáveis. Mas não apenas apontou. Disse o motivo. Haviam abandonado os mandamentos do Senhor e cultuado aos baalins.
Depois ordenou (ordenou ao rei?) que mandasse Israel se reunir a ele no alto do monte Carmelo, assim como os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, todos que se fartavam na mesa de Jezabel (em tempo de miséria, escassez e fome).
Acabe fez a convocação. Reuniu todos no monte Carmelo.
O que acontecerá? Voltará a chover?
O que Elias pretende fazer com esses oitocentos e cinquenta profetas? Afogá-los na chuva?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2018
Desespero
Ontem vimos um personagem tomar a cena. Embora seja a história de Reis, o protagonista agora é Elias.
O Senhor ordena que ele vá a Sidom para ser alimentado por uma viúva. Ele obedece.
Na última cena, ele pede água para ela e um pouco de comida. Ela lhe disse que não tinha nada. Que, assim como vivia o Senhor, Deus de Elias, ia fazer dois bolos, um para ela e outro para seu filho e esperariam a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-homem-corajoso-aparece-na-historia.html
Elias, porém lhe disse que não devia temer. Devia fazer como havia dito, mas antes faria um pequeno bolo para ele. Depois, um para ela e seu filho.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
A palavra do Senhor, o Deus de Israel era que a farinha que havia na vasilha não acabaria, e o azeite da botija não faltaria, dia nenhum, até o dia em que o Senhor fizesse chover sobre a terra.
Uau! Imagine você usando a farinha e o azeite e ele não diminuindo? Só havia um pouquinho de farinha e não iria acabar!
Elias deixa claro que não seria ele quem faria chover. Seria o Senhor. Sob a palavra dele.
Sabe o que a mulher fez?
Ela imediatamente foi. Fez conforme a palavra de Elias.
Ele, ela e sua família comeram fartamente durante muitos dias. Vou repetir: fartamente. Não era regulado. Era fartamente.
A farinha da vasilha não acabou e nenhum dia faltou azeite puro na botija, exatamente como o Senhor falara através de Elias.
Depois de algum tempo, o filho desta viúva adoeceu gravemente. E morreu.
Ela ficou desesperada. Claro, quem não ficaria?
Reclamou com Elias: “Que foi que eu te fiz de mal, ó homem de Deus? Vieste para condenar-me pelo meu pecado e matar o meu filho?”
Não sabemos o que se passava no coração desta mulher, nem a que pecado ela se referia.
É muito importante que não tenhamos nenhum pecado escondido. Aquele pensamento a condenou.
Façamos como João nos exortou: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar todos os pecados e nos purificar de qualquer injustiça”. – I João 1.9
Então, nenhuma condenação virá sobre nós.
Mas Elias não estava ali para isso. Estava porque o Senhor o enviou até lá. Para ser abençoado por aquela família e para abençoar.
Devemos abençoar todas as pessoas com quem nos relacionamos. È a ordem que o Senhor deu a Abraão. Que se estende a nós: “e tu, sê uma bênção”. – Gênesis 12.2b
Elias não a condenou. Não era juiz. Era profeta.
Ele pediu que ela lhe desse o filho.
E então, uma cena que acho simplesmente maravilhosa.
Quando pensamos em Elias imaginamos um homem duro. Um profeta ousado. Mas ele também era gentil. Educado.
O menino morto, nos braços da mãe. Ele o toma gentilmente de seus braços. Gentilmente, como uma criança deve ser tratada, em qualquer situação.
Ele toma o menino em seus braços. Leva-o ao quarto onde estava hospedado. Em cima. Coloca-o sobre sua cama.
Em seguida, Elias clama ao Senhor: “Ó Senhor, meu Deus, até a esta generosa viúva que me hospeda tu queres afligir, fazendo seu filho morrer?”
Era íntimo do Senhor. Olha como fala. Não procura palavras rebuscadas. Fala o que está em seu coração. Como deve ser.
Elias se deita sobre o menino, três vezes, suplicando ao Senhor, seu Deus, que fizesse a vida voltar ao menino.
O Senhor ouviu o clamor de Elias. A vida retornou. O menino viveu!
Ele levou o menino para baixo. Entregou-a à sua mãe e disse: “Olha, teu filho está vivo!”
A mulher imediatamente respondeu a Elias: “Agora sei que tu és um homem de Deus e que a Palavra do Senhor, proferida por tua boca, é toda verdadeira!”
Elias estava no lugar certo, na hora certa. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
Aquela mulher, com toda certeza, testificou a todos em sua volta. Falou quem Elias era e quem era o Senhor de Elias. O Deus de Israel. O Deus de toda a terra.
Que possamos ser usados poderosamente pelo Senhor. Que testifiquem de nós que somos homens e mulheres de Deus e que a Palavra do Senhor, proferida por nossas bocas, sejam todas verdadeiras.
Todas.
O Senhor não aprova meias verdades. Meias verdades são mentiras inteiras.
Amanhã prosseguimos. Será que Acabe encontrará Elias? E como será que andam as coisas em Judá?
Espero você. Até lá.
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domingo, 16 de setembro de 2018
Um homem corajoso aparece na história. Ou será louco?
Quantas coisas já vimos! Às vezes pode até “dar um nó” em nossas cabeças. É um tal de “e fulano não fez o que agrada ao Senhor”.
Mas infelizmente é assim mesmo. Na maioria das vezes, as pessoas acham mais fácil seguirem seus caminhos sozinhas. Esquecem que terão que arcar com as consequências de suas escolhas. Esquecem que poderiam estar andando por um caminho melhor.
Ontem vimos um homem matando outro e outro matando o outro, para se tornarem reis. Não interessava para eles o bem estar de Israel. Estavam pensando em si mesmos e em suas dinastias. Que foram rápidas. Não seguiram ao Senhor.
Até que surge Acabe. Dos reis do Israel dividido, sem dúvida é o mais famoso, se não por ele, por sua mulher, Jezabel. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/traicao-morte-destruicao.html
Então, vamos caminhar através do capítulo dezessete. Vejamos quem é Acabe e o que ele fez. Mas, ele não é o único personagem desse capítulo, nem dos próximos.
O texto fala de Elias, o tesbita. Habitava em Gileade.
Ele foi até Acabe, o rei, e disse, com a ousadia que lhe era peculiar: “Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, a quem sirvo, juro em Nome do Eterno que, não cairá orvalho nem chuva nos anos que se seguirão, exceto mediante a minha palavra!”
Não sei você. Eu fico pasma. Que homem é esse? Que coragem! Ele está falando isso diante do rei!
Israel é uma terra que chove pouco. Precisa muito de chuva e de orvalho. Um profeta chega diante do rei e diz que não vai chover, exceto quando ele disser! Consegue imaginar e cena? Corajoso ou louco?
E a cena se transforma. Não estamos mais em Samaria. Elias sai de cena. Não ficamos sabendo a reação de Acabe. Acho que deve ter ficado boquiaberto. Paralisado.
Então, enquanto estamos querendo saber de Acabe, Elias toma a cena.
O Senhor mandou que ele fugisse para o Leste. Que fosse refugiar-se perto do ribeiro de Querite, à Leste do Jordão. Olha só, Elias foi um refugiado. O Senhor lhe mostrou exatamente o lugar onde deveria ir, como se fosse um GPS. Mas dos que não falham. O Senhor nunca nos leva para a morte. Sempre para a vida.
Mas o que um refugiado como Elias precisa? No mínimo, alimento. E um lugar de descanso. No caso, Elias já possuía um cargo e um encargo, era profeta.
O Senhor estava providenciando o necessário para aqueles dias. Elias iria beber da água do ribeiro e os corvos iriam dar-lhe alimento.
Sempre que leio esse texto, fico imaginando Elias.
Era um homem consagrado, profeta do Senhor. Ele obedeceu. Simplesmente seguiu o GPS do Senhor e foi. Não questionou. Não exigiu que fosse um animal “limpo” que o alimentasse. Os corvos eram considerados “imundos”. Não disse que tudo aquilo era um absurdo. Que precisava ter certeza de que o Senhor faria. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Sabe o que aconteceu? Os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã e ao pôr-do-sol. Ele saciava sua sede nas águas do ribeiro. Que cena fantástica.
Mas, passados alguns dias, a água secou. Não chovia. Elias mesmo disse que não iria chover, enquanto ele não desse uma palavra.
Por que você acha que Elias estava escondido? Acabe deveria estar procurando-o por todos os lugares, para exigir que voltasse a chover. Chega a ser engraçado. Mas era verdade. Nada de chuva, enquanto Elias não falasse.
Quando a água secou, não vemos Elias reclamar.
O Senhor dá a ele uma nova ordem: “Apronta-te e vai viver em Sarepta, cidade que pertence ao território de Sidom; ordenei ali a uma viúva que te providencie teu sustento”.
Volte ao último parágrafo. Leia de novo. O Senhor mandou Elias para Sarepta? Foi isso mesmo? Para o território de Sidom? Sim.
Tudo bem até aí. Antes era refugiado em seu próprio país, um migrante. Mas agora está indo refugiar-se, por ordem do Senhor, em outro país. Não é mais em Israel.
E tem mais. O que o Senhor ordenou?
Que uma viúva providenciasse o sustento dele. Uma viúva? Lembra as condições das viúvas naquela época? Eram terríveis. Não tinham nada. Precisavam de alguém para sustentá-las.
Elias me deixa boquiaberta. Não escutamos, ou não lemos, se preferir, nenhuma queixa. Ele simplesmente parte e vai a Sarepta, por mais louca que fosse essa ordem do Senhor. Outro país. Uma viúva. Que coragem!
Quando chega à entrada da cidade, há uma viúva que está apanhando lenha. Ele a chama. Pede que lhe traga um pouco de água para poder saciar sua sede.
Ela vai. Essa mulher também me espanta.
Quando está saindo para buscar a água, ele a chama novamente. Pede que ela traga também um pedaço de pão. Está com fome.
Não sei como, mas essa mulher sabia quem Elias servia. Respondeu-lhe que assim como era certo que o Senhor Deus de Elias, vivia, ela jurava por Seu Nome que não tinha um bolo sequer, senão apenas um pouquinho de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na botija. Estava apanhando uns dois gravetos para levar para casa. Ia preparar uma refeição para ela e seu filho, para que comessem e depois morressem.
E agora? O Senhor deu o endereço errado para Elias? Era essa a viúva que deveria sustentá-lo? Com um pouquinho de farinha e azeite, que mal dava para ela, viúva, e seu filho?
Será?
Veremos amanhã.
Ah, e quanto a Acabe? Vamos deixá-lo de lado um pouco, até o Senhor nos ensinar com a vida desse homem maravilhoso que é Elias.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Jesus nos chama a aprender com Ele
Após Jesus instruir Seus doze
discípulos, Ele próprio saiu para ensinar nas cidades da Galileia.
João Batista, que estava na
prisão, ouviu o que Ele estava fazendo e enviou seus discípulos com a seguinte
pergunta: És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Essa pergunta chama minha
atenção. Amo essas informações que o Senhor nos deixou nas Escrituras, para
lembrarmos que somos humanos e não super-homens. Se não fosse assim, não
teríamos coragem de prosseguir, achando que não conseguiríamos.
Um dia, devia ser um
"daqueles dias" que de vez em quando temos, quando não conseguimos
entender, quando parece que tudo está fora do lugar, sem explicação, sem
lógica, João mandou perguntar se Jesus era de fato quem havia de vir ou se
deveriam esperar outro.
Nem mesmo João, que
reconheceu o Senhor dentro do ventre de sua mãe, que teve seu nascimento
anunciado por um anjo, que viu os céus abertos quando o Senhor foi batizado (e
que era o sinal que Deus lhe falou que daria), nem mesmo ele, era um
super-homem infalível, que nunca cansava e que tinha absoluta certeza de tudo.
Até ele ficou desnorteado.
Nunca vou cansar de dizer
que amo isso na Bíblia. Que amo isso em Deus. Temos direito a essas perguntas,
pois somos completamente falíveis. E Ele sabe disso.
Jesus não mandou repreender
João. Sua resposta foi: “Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e
vendo...” Ele sabia que seria o bastante para João.
Quando os discípulos de João
saíram, Jesus testemunhou à multidão quem era Joao. Um profeta. E mais que um
profeta. Estava escrito sobre João em Isaías. Ele era o que prepararia (e
preparou) o caminho para o Senhor. E Jesus foi além. Se eles quisessem aceitar,
João era o Elias que havia de vir.
Jesus aproveita a
oportunidade para denunciar aquela geração, que não estava em sintonia com os
tempos de Deus. João veio, jejuava e não bebia vinho e diziam que ele estava
endemoninhado. Jesus veio, comendo e bebendo e eles o chamavam de comilão e
beberrão, criticando também seus relacionamentos.
Ah, como é necessário sermos,
principalmente nos dias de hoje, como os filhos de Issacar, que conheciam os
tempos e sabiam como agir. “da tribo de Issacar, duzentos chefes estrategistas,
que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstancia. Comandavam todos
os seus parentes;” – 1 Crônicas 12.32
Após denunciar aquela
geração, Jesus denuncia também as cidades em que havia sido realizada a maioria
dos seus milagres, porque não se arrependeram. Se os milagres que foram
realizados nas cidades de Corazim e Betsaida houvessem sido realizados em Tiro
e Sidom (cidades gentias), elas teriam se arrependido. Assim como Sodoma, se
tivesse visto o que Cafarnaum viu. No Dia do Juízo haverá mais rigor para essas
cidades e menos para aquelas. O Dia do Juízo trará justiça porque o julgamento
será feito com todos os dados necessários para um juízo perfeitamente justo.
Então, esse capítulo termina
com o Senhor agradecendo ao Pai por ter escondido as maravilhas que estavam
acontecendo, dos sábios e cultos e as revelado aos pequeninos. Porque Ele assim
quis.
Tudo foi entregue ao Senhor
pelo Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a
não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar. É Jesus quem nos
revela o Pai. Somente Ele. Ele é o único caminho para o Pai. O único.
Ele nos chama, a todos nós
que estamos cansados e sobrecarregados. Ele nos dará descanso. O jugo dEle é
suave e o fardo é leve. É com Ele que devemos aprender, pois Ele é manso e
humilde de coração. Se aprendermos com Ele, encontraremos descanso para as
nossas almas. Somente nEle.
Gosto sempre de lembrar que
manso significa “força sob controle”. O Senhor tem domínio próprio, por isso
pode nos ensinar a termos descanso.
Ficamos por aqui. Que aprendamos
realmente com Ele. Que encontremos descanso nEle.
Amanhã prosseguimos nossa
viagem, através do capítulo 12 de Mateus. Espero você.
Até lá.
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