Leitura do dia 24/03.
Na postagem anterior, vimos Davi cumprindo a promessa que fez a seu querido amigo, Jônatas. Ele colocou Mefibosete em sua mesa, como um de seus filhos, ainda que fosse coxo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-91-13.html
Agora, continuamos através do capítulo dez de 2 Samuel.
Certo tempo passou.
Naás, rei dos amonitas morreu. Ele sempre fora leal a Davi. Por isso, Davi resolveu enviar mensageiros para consolar seu filho, Hanum, que assumira o trono em seu lugar.
Quando os mensageiros de Davi chegaram, os líderes amonitas disseram a Hanum que Davi não estava se importando em consolá-lo. Aqueles mensageiros estavam ali para espiar a terra. E depois, conquistá-la.
Hanum, acreditou em seus conselheiros. Prendeu os mensageiros. Cortou metade de suas barbas e metade de suas roupas. Deixou as roupas na altura das nádegas. Depois, expulsou-os da cidade.
Esses homens foram tremendamente envergonhados. Quando Davi soube, ordenou que ficassem em Jericó, uma das cidades refúgios, até que suas barbas crescessem, só então, voltariam para casa. Sem carregar vergonha. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
Os amonitas perceberam a bobagem que fizeram. Agora eram detestáveis aos olhos de Davi. Contrataram vinte mil soldados de infantaria dos sírios, mil homens do rei de Maaca e doze mil da terra de Tobe.
Quando Davi soube, enviou Joabe e seus homens para lutarem contra eles.
Os amonitas fizeram uma frente de batalha na entrada da cidade, enquanto que os mercenários se posicionaram nos campos abertos.
Joabe viu que teria que lutar em duas frentes. Dividiu o exército. Escolheu alguns dos melhores guerreiros e os colocou sob seu comando. O restante, sob o comando de Abisai, seu irmão.
Joabe disse a Abisai que, se os sírios fossem demais para ele, Abisai sairia em seu socorro. Agora, se os amonitas fossem demais para Abisai, ele iria ajuda-lo.
Disse a seu irmão que deviam ter coragem! Que lutassem bravamente pelo povo que era deles e pelas cidades do Senhor, o Deus deles. E, que a vontade do Senhor fosse feita.
Quantos de nós estamos dispostos a lutar pelo nosso povo e pelas cidades do Senhor, nosso Deus, esperando que a vontade do Senhor seja feita?
Será que preferimos ficar entre quatro paredes, alheios à guerra que ruge ao nosso redor (É bem mais seguro)? E se formos corajosos, lutarmos bravamente e a vontade do Senhor for diferente da nossa?
Ah, concordo com Davi que Joabe e Abisai eram difíceis, mas que aprendamos com eles a ter essa disposição de enfrentar a batalha pelo povo do Senhor e por Ele! Estavam dispostos a morrer, se fosse necessário, mas não abandonariam a batalha.
Joabe e seus homens atacaram os sírios, que fugiram. Quando os amonitas viram os sírios fugindo, fugiram de Abisai.
Os sírios não tinham condições de lutar contra Israel. Aguardaram reforços, que vieram com o capitão Sobaque, comandante do exército de Hadadezer.
Quando Davi soube, reuniu suas tropas. Os sírios se posicionaram e lutaram. Novamente fugiram de Israel. O exército de Davi matou setecentos homens em carros de guerras e quarenta mil soldados de infantaria. Sobaque também morreu.
Os aliados de Hadadezer renderam-se a Israel. Tornaram-se súditos de Davi.
Quanto aos sírios, ficaram com medo de ajudar novamente os amonitas.
Terminamos nossa leitura hoje.
Amanhã, continuamos. Do capítulo onze ao capítulo quatorze. Antes porém, gostaria de convidá-lo a ler o texto "Imprudência escraviza e mata."
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/imprudencia-escraviza-e-mata.html
Que aprendamos a ser prudentes.
Espero você. Até lá.
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domingo, 24 de março de 2019
2 Samuel 10.1-19
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sábado, 16 de março de 2019
1 Samuel 14.1-23
Leitura do dia 16/03.
Na postagem anterior vimos que Saul não soube esperar por Samuel. Bastava ter esperado mais uns minutos. Mas, se precipitou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-131-23.html
Agora, continuamos através do capítulo quatorze. Do versículo um ao versículo vinte e três.
Os soldados continuam acampados. Um dia Jônatas, filho de Saul, chamou seu escudeiro para que fossem ao destacamento dos filisteus. Ele já havia derrotado o destacamento que estava em Geba. Agora queria ver o destacamento em Micmás.
Saul estava acampado nos arredores de Gibeá. Ninguém percebeu que Jônatas saíra.
Para chegar ao destacamento dos filisteus, Jônatas precisava passar por entre dois penhascos. Seu escudeiro o acompanhava. Ele disse ao escudeiro que atravessariam. Iriam até o destacamento. Tinha esperança de que o Senhor os ajudaria. Sabia que nada podia detê-Lo. Que o Senhor podia vencer com muitos ou poucos guerreiros.
Que atitude diferente de seu pai! Enquanto seu pai age contra os mandamentos do Senhor porque o exército estava diminuindo, Jônatas sabe que o Senhor pode vencer com poucos. Com dois.
Como já lhe contei, 1 Samuel é meu livro preferido, de todos na face da terra. Nele moram meus personagens preferidos. Um deles é Jônatas.
Quando derrota o destacamento dos filisteus, já fico impressionada. Está à frente de mil soldados. Mas agora, apenas ele e seu escudeiro. Que homem é esse?
E seu escudeiro? Um homem com quem Jônatas pode contar. Fala a seu escudeiro que vão ao acampamento dos filisteus e ele responde que Jônatas deve fazer o que achar melhor. Ele o seguirá, onde quer que Jônatas for.
Jônatas lhe diz que vão atravessar os dois penhascos. E deixar que os filisteus os vejam. Se disserem que fiquem onde estão, ficarão. Se disserem que subam e lutem, subirão. Será o sinal que o Senhor os entregaria em suas mãos.
Quando os filisteus os vêem, gritam, debocham deles, dizendo que haviam saído de seus esconderijos. Que subissem até eles. Iam lhes dar uma lição.
Jônatas chama seu escudeiro para subir atrás dele. Estava absolutamente certo de que o Senhor os entregara em suas mãos.
Se Saul chamou minha atenção, Jônatas muito mais. Que coragem! São apenas dois contra um destacamento inteiro! Apenas uma espada. Ainda assim, Jônatas crê no Senhor. Sabe que nada pode detê-Lo.
Eles sobem. Jônatas à frente. Derrubando os filisteus. Seu escudeiro, atrás, matando-os. Mataram por volta de vinte homens no espaço de terra equivalente ao espaço arado por uma junta de bois em um dia.
De repente, absolutamente do nada, o pânico toma conta do exército filisteu. Em todos os lugares. No campo, nos acampamentos e nos destacamentos. Um terremoto!
Ah, que Deus lindo! Quando nos colocamos diante do Senhor, com disposição, Ele age em nosso favor. Dois homens, um destacamento, uma espada. E o Senhor!
Saul tinha posto sentinelas em Gibeá. Eles viram os filisteus correndo para todos os lados, em total confusão. Avisaram-no.
Saul ordena que fosse feita uma chamada. Estava faltando alguém? Viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam entre eles.
Saul pediu que Aías, o sacerdote que usava o colete sacerdotal, viesse. Enquanto isso, o tumulto e a gritaria entre os filisteus só aumentava. Saul percebeu que era hora de agir. Não dava tempo de mais nada.
Correm à batalha. Encontram os filisteus se matando. Uma confusão por toda parte.
Os hebreus que haviam desertado para o lado dos filisteus, voltam-se contra eles. Até os homens que estavam escondidos saem de seus esconderijos e perseguem os filisteus.
Assim, o Senhor livrou Israel naquele dia. Por causa de dois homens. Que creram que o Senhor pode vencer com muitos ou com poucos. Um homem que tomou uma atitude. E agiu. Outro homem que seguiu seu líder, com toda a lealdade, de todo coração. E agiu.
Que lição a aprender!
Antes de continuarmos na próxima postagem, leia o texto "Jônatas, o admirável". Você irá concordar comigo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html
Depois, espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos que Saul não soube esperar por Samuel. Bastava ter esperado mais uns minutos. Mas, se precipitou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-131-23.html
Agora, continuamos através do capítulo quatorze. Do versículo um ao versículo vinte e três.
Os soldados continuam acampados. Um dia Jônatas, filho de Saul, chamou seu escudeiro para que fossem ao destacamento dos filisteus. Ele já havia derrotado o destacamento que estava em Geba. Agora queria ver o destacamento em Micmás.
Saul estava acampado nos arredores de Gibeá. Ninguém percebeu que Jônatas saíra.
Para chegar ao destacamento dos filisteus, Jônatas precisava passar por entre dois penhascos. Seu escudeiro o acompanhava. Ele disse ao escudeiro que atravessariam. Iriam até o destacamento. Tinha esperança de que o Senhor os ajudaria. Sabia que nada podia detê-Lo. Que o Senhor podia vencer com muitos ou poucos guerreiros.
Que atitude diferente de seu pai! Enquanto seu pai age contra os mandamentos do Senhor porque o exército estava diminuindo, Jônatas sabe que o Senhor pode vencer com poucos. Com dois.
Como já lhe contei, 1 Samuel é meu livro preferido, de todos na face da terra. Nele moram meus personagens preferidos. Um deles é Jônatas.
Quando derrota o destacamento dos filisteus, já fico impressionada. Está à frente de mil soldados. Mas agora, apenas ele e seu escudeiro. Que homem é esse?
E seu escudeiro? Um homem com quem Jônatas pode contar. Fala a seu escudeiro que vão ao acampamento dos filisteus e ele responde que Jônatas deve fazer o que achar melhor. Ele o seguirá, onde quer que Jônatas for.
Jônatas lhe diz que vão atravessar os dois penhascos. E deixar que os filisteus os vejam. Se disserem que fiquem onde estão, ficarão. Se disserem que subam e lutem, subirão. Será o sinal que o Senhor os entregaria em suas mãos.
Quando os filisteus os vêem, gritam, debocham deles, dizendo que haviam saído de seus esconderijos. Que subissem até eles. Iam lhes dar uma lição.
Jônatas chama seu escudeiro para subir atrás dele. Estava absolutamente certo de que o Senhor os entregara em suas mãos.
Se Saul chamou minha atenção, Jônatas muito mais. Que coragem! São apenas dois contra um destacamento inteiro! Apenas uma espada. Ainda assim, Jônatas crê no Senhor. Sabe que nada pode detê-Lo.
Eles sobem. Jônatas à frente. Derrubando os filisteus. Seu escudeiro, atrás, matando-os. Mataram por volta de vinte homens no espaço de terra equivalente ao espaço arado por uma junta de bois em um dia.
De repente, absolutamente do nada, o pânico toma conta do exército filisteu. Em todos os lugares. No campo, nos acampamentos e nos destacamentos. Um terremoto!
Ah, que Deus lindo! Quando nos colocamos diante do Senhor, com disposição, Ele age em nosso favor. Dois homens, um destacamento, uma espada. E o Senhor!
Saul tinha posto sentinelas em Gibeá. Eles viram os filisteus correndo para todos os lados, em total confusão. Avisaram-no.
Saul ordena que fosse feita uma chamada. Estava faltando alguém? Viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam entre eles.
Saul pediu que Aías, o sacerdote que usava o colete sacerdotal, viesse. Enquanto isso, o tumulto e a gritaria entre os filisteus só aumentava. Saul percebeu que era hora de agir. Não dava tempo de mais nada.
Correm à batalha. Encontram os filisteus se matando. Uma confusão por toda parte.
Os hebreus que haviam desertado para o lado dos filisteus, voltam-se contra eles. Até os homens que estavam escondidos saem de seus esconderijos e perseguem os filisteus.
Assim, o Senhor livrou Israel naquele dia. Por causa de dois homens. Que creram que o Senhor pode vencer com muitos ou com poucos. Um homem que tomou uma atitude. E agiu. Outro homem que seguiu seu líder, com toda a lealdade, de todo coração. E agiu.
Que lição a aprender!
Antes de continuarmos na próxima postagem, leia o texto "Jônatas, o admirável". Você irá concordar comigo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/jonatas-o-admiravel.html
Depois, espero você. Até já.
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Jônatas e seu escudeiro,
Nada pode deter o Senhor,
Saul
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Josué 4.1-24
Leitura do dia 27/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Josué.
Ontem vimos a ordem do Senhor a Josué. Ele precisa ser forte e corajoso. Meditar em Sua lei dia e noite. Ter o cuidado em obedecê-la.
Também vimos Josué ordenar às tribos de Rúben, Gade e à meia tribo de Manassés, que atravessem o Jordão para batalhar por seus irmãos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Vimos a ajuda de Raabe, a prostituta, aos dois espias de Josué. E o cordão vermelho e a segurança que apontam para o Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
Israel atravessou o Jordão. Apenas os pés dos sacerdotes molharam. O restante do povo atravessou em terra seca.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html
Hoje caminharemos do capítulo quatro ao capítulo sete.
Na primeira postagem, o capítulo quatro.
Assim que atravessaram o Jordão, o Senhor ordenou que Josué escolhesse doze líderes, um de cada tribo. Iriam até o meio do rio, onde a arca ainda se encontrava e pegariam doze pedras. Cada um trouxe uma pedra em seus ombros. Com elas, fariam um monumento.
Eram homens corajosos. Entraram novamente no rio que haviam atravessado rapidamente.
Trouxeram as pedras. Fizeram um monumento para as próximas gerações. Todos saberiam que, assim como o Senhor abrira o Mar Vermelho, também abriu o Jordão.
Josué também levantou um monumento com doze pedras, no lugar em que a arca estava parada, dentro do Jordão.
Um monumento fora do Jordão, no acampamento em Gilgal e um monumento dentro do Jordão. Um visível o outro não.
Os sacerdotes só saíram de dentro do rio depois que todas as ordens do Senhor foram cumpridas. Quando todos estavam do outro lado do Jordão, em completa segurança, os sacerdotes saíram do leito do rio, enquanto todo o povo observava. A arca ia em seus ombros, nas quatro varas próprias para carregá-la. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Os guerreiros das tribos de Rúben, Gade e da meia tribo de Manassés atravessaram à frente dos israelitas. Cerca de quarenta mil homens armados para a guerra. Cumpriram sua palavra para com Moisés e Josué. O Senhor ia com eles enquanto avançavam.
Neste dia o Senhor engrandeceu Josué à vista de todos. Israel reconheceu que o Senhor era com ele e o obedeceu enquanto viveu.
Josué ordenou aos israelitas que, quando perguntassem o que significava aquele monumento de doze pedras, contariam que atravessaram o Jordão a pé enxuto. O Senhor fez assim para que todas as nações da terra soubessem o quão poderoso Ele é e para que Israel sempre O temesse.
Assim termina o capítulo quatro.
Que cumpramos nossas palavras como esses guerreiros cumpriram, atravessando à frente de seus irmãos, ainda que já tivessem recebido sua herança.
Que sejamos corajosos como aqueles homens que voltaram para pegar uma pedra, dentro do rio. Como Josué, que ergueu um monumento ali. Como os sacerdotes que carregavam a arca. E foram os primeiros a entrar no rio e os últimos a sair.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Josué.
Ontem vimos a ordem do Senhor a Josué. Ele precisa ser forte e corajoso. Meditar em Sua lei dia e noite. Ter o cuidado em obedecê-la.
Também vimos Josué ordenar às tribos de Rúben, Gade e à meia tribo de Manassés, que atravessem o Jordão para batalhar por seus irmãos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Vimos a ajuda de Raabe, a prostituta, aos dois espias de Josué. E o cordão vermelho e a segurança que apontam para o Senhor Jesus.
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Israel atravessou o Jordão. Apenas os pés dos sacerdotes molharam. O restante do povo atravessou em terra seca.
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Hoje caminharemos do capítulo quatro ao capítulo sete.
Na primeira postagem, o capítulo quatro.
Assim que atravessaram o Jordão, o Senhor ordenou que Josué escolhesse doze líderes, um de cada tribo. Iriam até o meio do rio, onde a arca ainda se encontrava e pegariam doze pedras. Cada um trouxe uma pedra em seus ombros. Com elas, fariam um monumento.
Eram homens corajosos. Entraram novamente no rio que haviam atravessado rapidamente.
Trouxeram as pedras. Fizeram um monumento para as próximas gerações. Todos saberiam que, assim como o Senhor abrira o Mar Vermelho, também abriu o Jordão.
Josué também levantou um monumento com doze pedras, no lugar em que a arca estava parada, dentro do Jordão.
Um monumento fora do Jordão, no acampamento em Gilgal e um monumento dentro do Jordão. Um visível o outro não.
Os sacerdotes só saíram de dentro do rio depois que todas as ordens do Senhor foram cumpridas. Quando todos estavam do outro lado do Jordão, em completa segurança, os sacerdotes saíram do leito do rio, enquanto todo o povo observava. A arca ia em seus ombros, nas quatro varas próprias para carregá-la. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Os guerreiros das tribos de Rúben, Gade e da meia tribo de Manassés atravessaram à frente dos israelitas. Cerca de quarenta mil homens armados para a guerra. Cumpriram sua palavra para com Moisés e Josué. O Senhor ia com eles enquanto avançavam.
Neste dia o Senhor engrandeceu Josué à vista de todos. Israel reconheceu que o Senhor era com ele e o obedeceu enquanto viveu.
Josué ordenou aos israelitas que, quando perguntassem o que significava aquele monumento de doze pedras, contariam que atravessaram o Jordão a pé enxuto. O Senhor fez assim para que todas as nações da terra soubessem o quão poderoso Ele é e para que Israel sempre O temesse.
Assim termina o capítulo quatro.
Que cumpramos nossas palavras como esses guerreiros cumpriram, atravessando à frente de seus irmãos, ainda que já tivessem recebido sua herança.
Que sejamos corajosos como aqueles homens que voltaram para pegar uma pedra, dentro do rio. Como Josué, que ergueu um monumento ali. Como os sacerdotes que carregavam a arca. E foram os primeiros a entrar no rio e os últimos a sair.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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domingo, 16 de setembro de 2018
Um homem corajoso aparece na história. Ou será louco?
Quantas coisas já vimos! Às vezes pode até “dar um nó” em nossas cabeças. É um tal de “e fulano não fez o que agrada ao Senhor”.
Mas infelizmente é assim mesmo. Na maioria das vezes, as pessoas acham mais fácil seguirem seus caminhos sozinhas. Esquecem que terão que arcar com as consequências de suas escolhas. Esquecem que poderiam estar andando por um caminho melhor.
Ontem vimos um homem matando outro e outro matando o outro, para se tornarem reis. Não interessava para eles o bem estar de Israel. Estavam pensando em si mesmos e em suas dinastias. Que foram rápidas. Não seguiram ao Senhor.
Até que surge Acabe. Dos reis do Israel dividido, sem dúvida é o mais famoso, se não por ele, por sua mulher, Jezabel. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/traicao-morte-destruicao.html
Então, vamos caminhar através do capítulo dezessete. Vejamos quem é Acabe e o que ele fez. Mas, ele não é o único personagem desse capítulo, nem dos próximos.
O texto fala de Elias, o tesbita. Habitava em Gileade.
Ele foi até Acabe, o rei, e disse, com a ousadia que lhe era peculiar: “Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, a quem sirvo, juro em Nome do Eterno que, não cairá orvalho nem chuva nos anos que se seguirão, exceto mediante a minha palavra!”
Não sei você. Eu fico pasma. Que homem é esse? Que coragem! Ele está falando isso diante do rei!
Israel é uma terra que chove pouco. Precisa muito de chuva e de orvalho. Um profeta chega diante do rei e diz que não vai chover, exceto quando ele disser! Consegue imaginar e cena? Corajoso ou louco?
E a cena se transforma. Não estamos mais em Samaria. Elias sai de cena. Não ficamos sabendo a reação de Acabe. Acho que deve ter ficado boquiaberto. Paralisado.
Então, enquanto estamos querendo saber de Acabe, Elias toma a cena.
O Senhor mandou que ele fugisse para o Leste. Que fosse refugiar-se perto do ribeiro de Querite, à Leste do Jordão. Olha só, Elias foi um refugiado. O Senhor lhe mostrou exatamente o lugar onde deveria ir, como se fosse um GPS. Mas dos que não falham. O Senhor nunca nos leva para a morte. Sempre para a vida.
Mas o que um refugiado como Elias precisa? No mínimo, alimento. E um lugar de descanso. No caso, Elias já possuía um cargo e um encargo, era profeta.
O Senhor estava providenciando o necessário para aqueles dias. Elias iria beber da água do ribeiro e os corvos iriam dar-lhe alimento.
Sempre que leio esse texto, fico imaginando Elias.
Era um homem consagrado, profeta do Senhor. Ele obedeceu. Simplesmente seguiu o GPS do Senhor e foi. Não questionou. Não exigiu que fosse um animal “limpo” que o alimentasse. Os corvos eram considerados “imundos”. Não disse que tudo aquilo era um absurdo. Que precisava ter certeza de que o Senhor faria. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Sabe o que aconteceu? Os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã e ao pôr-do-sol. Ele saciava sua sede nas águas do ribeiro. Que cena fantástica.
Mas, passados alguns dias, a água secou. Não chovia. Elias mesmo disse que não iria chover, enquanto ele não desse uma palavra.
Por que você acha que Elias estava escondido? Acabe deveria estar procurando-o por todos os lugares, para exigir que voltasse a chover. Chega a ser engraçado. Mas era verdade. Nada de chuva, enquanto Elias não falasse.
Quando a água secou, não vemos Elias reclamar.
O Senhor dá a ele uma nova ordem: “Apronta-te e vai viver em Sarepta, cidade que pertence ao território de Sidom; ordenei ali a uma viúva que te providencie teu sustento”.
Volte ao último parágrafo. Leia de novo. O Senhor mandou Elias para Sarepta? Foi isso mesmo? Para o território de Sidom? Sim.
Tudo bem até aí. Antes era refugiado em seu próprio país, um migrante. Mas agora está indo refugiar-se, por ordem do Senhor, em outro país. Não é mais em Israel.
E tem mais. O que o Senhor ordenou?
Que uma viúva providenciasse o sustento dele. Uma viúva? Lembra as condições das viúvas naquela época? Eram terríveis. Não tinham nada. Precisavam de alguém para sustentá-las.
Elias me deixa boquiaberta. Não escutamos, ou não lemos, se preferir, nenhuma queixa. Ele simplesmente parte e vai a Sarepta, por mais louca que fosse essa ordem do Senhor. Outro país. Uma viúva. Que coragem!
Quando chega à entrada da cidade, há uma viúva que está apanhando lenha. Ele a chama. Pede que lhe traga um pouco de água para poder saciar sua sede.
Ela vai. Essa mulher também me espanta.
Quando está saindo para buscar a água, ele a chama novamente. Pede que ela traga também um pedaço de pão. Está com fome.
Não sei como, mas essa mulher sabia quem Elias servia. Respondeu-lhe que assim como era certo que o Senhor Deus de Elias, vivia, ela jurava por Seu Nome que não tinha um bolo sequer, senão apenas um pouquinho de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na botija. Estava apanhando uns dois gravetos para levar para casa. Ia preparar uma refeição para ela e seu filho, para que comessem e depois morressem.
E agora? O Senhor deu o endereço errado para Elias? Era essa a viúva que deveria sustentá-lo? Com um pouquinho de farinha e azeite, que mal dava para ela, viúva, e seu filho?
Será?
Veremos amanhã.
Ah, e quanto a Acabe? Vamos deixá-lo de lado um pouco, até o Senhor nos ensinar com a vida desse homem maravilhoso que é Elias.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 21 de março de 2017
Natã, sua obediência e coragem
Lemos em I Reis 18 Elias dizendo a Acabe que a chuva estava chegando. Enquanto Acabe foi se proteger da chuva, Elias foi orar pela chuva.
Em I Samuel 10,vemos Samuel dizer a Saul que aconteceriam certas coisas e depois que isso acontecesse, Saul deveria fazer o que achasse melhor, pois o Senhor era com Ele.
Agora estamos em II Samuel, capítulo 7. Davi reina sobre Israel. Tem um palácio em Jerusalém. Mora na fortaleza, a Cidade de Davi. A arca da aliança está ali também, em uma tenda feita por ele. O Senhor havia dado descanso a Davi de todos os seus inimigos.
Davi então comenta com Natã: “Moro num palácio e a arca do Senhor permanece numa simples tenda.”
Natã, o profeta do Senhor, imediatamente responde: “Faze o que tiveres em mente, pois o Senhor é contigo.”
Imagino Davi feliz, empolgado, pensando em tudo que teria que recolher, comprar, organizar e mandar fazer para o templo do Senhor. Um lugar ainda mais fabuloso que o seu palácio. Não deve nem ter dormido.
Mas, naquela mesma noite, enquanto Davi provavelmente fazia planos para a construção do templo, algo aconteceu. O Senhor apareceu a Natã. E mandou que este voltasse a Davi e lhe falasse outra coisa. E agora?
Pense por um momento. Se você fosse Natã? E como fica sua reputação? Você vai dizer que se enganou? Que falou de si mesmo? Que não era bem assim? Que “veja bem ...” Davi era o rei! Ele falou que o rei poderia fazer algo que estava em seu coração e agora terá que dizer outra coisa? Mudar os planos de um rei!
Natã, obediente servo do Senhor, voltou até o rei e lhe “transmitiu tudo o que o Senhor lhe tinha falado e revelado”. Davi não iria construir um templo ao Senhor. Só depois dele ter morrido, seu filho construiria esse templo.
Até aí tudo bem. Você pensa: “Vou dizer a Davi que ele não construirá o templo como eu havia dito que ele faria, mas em compensação o Senhor está lhe prometendo uma dinastia eterna. Ah, vamos focar aqui. Esse é o ponto chave.”
Certo. E quando Davi adultera com Bete-Seba e manda assassinar Urias?
O Senhor o envia a Davi, com a terrível, apavorante e letal missão de confrontá-lo por seu insulto ao Senhor. O que fazer? Como falar? Por muito menos Davi matou mensageiros. Homens que acreditavam estar levando boas novas até ele, como a morte de seu inimigo declarado, o rei Saul e até sua coroa. Agora a mensagem é um confronto direto a ele. Ao seu pecado. O pecado de um rei. Tudo que posso pensar é que cabeças vão rolar. E não será a do rei pecador. O que fazer?
Natã andava com Deus. Se era para falar ao rei que ele, Natã, lhe deu um comando errado, ele estava disposto. Seu orgulho não lhe importava, muito menos sua reputação. O importante era obedecer ao Senhor. Se o Senhor falou, ele obedecia. Se o Senhor mandou, ele obedecia. É isso. E bastava. Se era para repreender Davi, ele o faria, com amor e sabedoria, mas faria, mesmo que significasse sua morte.
E Natã calmamente (será?) conta ao rei uma história. De dois homens. Um rico e outro pobre. E o rico tomou do pobre, tudo que o pobre possuía e estimava, sem misericórdia. Quando Davi ouviu seu relato, ficou indignado. Declarou, na verdade jurou, que esse homem era merecedor da morte. Uau! E agora?
Natã não titubeou. Imediatamente disse ao rei (lembra, ele está falando com o rei): “Você é esse homem!” E continuou. Natã não apenas expôs o pecado de Davi, ele o repreendeu em nome do Senhor.
Natã, em sua coragem, ainda disse ao rei que o filho gerado por Bete-Seba, morreria. E foi embora para sua casa depois de dizer ao rei tudo o que o Senhor ordenou que fosse dito.
Podia ter sido diferente. Ao pecado do adultério e do assassinato, Davi poderia ter acrescentado mais um assassinato. Natã não estava ileso. Mas Davi reconheceu seu pecado. Se arrependeu. E Natã foi para sua casa vivo, inteiro, com a cabeça no lugar.
Estamos dispostos a obedecer ao Senhor? A voltar atrás se necessário e mudar de direção? Ou a enfrentar a morte para continuarmos em nossa obediência ao Senhor?
Até onde vai nosso amor por nós mesmos e nossa reputação ou pelo único que deve ser o nosso Senhor?
Que aprendamos com Natã. Obediência e ousadia.
“Ora, não te ordenei: Sê forte e corajoso? Não temas e não te apavores, porquanto Yahweh, o Senhor teu deus, está contigo por onde quer que andes?” – Josué 1.9
domingo, 7 de agosto de 2016
Obediência sempre move o coração de Deus
Vamos voltar a Gideão? Capítulos 6 e 7 de Juízes.
Penso, é agora! Ficaram apenas dez mil homens. E o vale de Jezreel está forrado de inimigos.
O vale de Jezreel forrado. Dez mil soldados apenas e o Senhor diz que é muito. Vamos ver quantos sobram e qual Sua estratégia. Finalmente. A prova é simples. Não manda ninguém mergulhar em apneia, cronometrando o tempo. Ou nadar até à outra margem. Ou uma corrida tipo triatlo. Nada disso. "Que todos bebam água. Separa quem beber lambendo igual a um cachorro de um lado. Quem se ajoelhar para beber, separa do outro lado."
E agora? Que prova é essa? Quem vai? Fico observando a cena. Dez mil homens bebendo água. Gideão começa a separar. O número dos que se ajoelharam é muito maior. Ficou muito fácil para contar. Somente trezentos bebem a água como cachorro.
Assim que Gideão ouviu, ajoelhou-se e glorificou ao Senhor. Como não fazê-lo?
Ah, finalmente veremos a estratégia do Senhor para a tão esperada batalha. Mas falaremos dela outro dia. Hoje, gostaria que pensássemos algumas coisas.
Antes do COMO, o Senhor, de alguma forma, nos faz saber que está conosco. Nos fala de várias maneiras, a mesma mensagem, "sou contigo". O Senhor fala conosco como e quando quer. Nosso primeiro passo é a obediência.
Nem todos os corajosos estão preparados para a guerra. É preciso coragem e atenção. Já estamos em guerra. Não é amanhã que devemos estar prontos. É hoje. O inimigo pode atacar de qualquer lado, a qualquer momento. Precisamos estar alertas. "Sede sensatos e vigilantes. O diabo, vosso inimigo, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem devorar." - I Pedro 5.8 Não podemos nos distrair, mesmo quando formos beber água!
Só posso fazer dupla com Paulo e dizer: "A que conclusão, pois, chegamos diante desses fatos? Se Deus é por nós, quem será contra nós?" - Romanos 8.31
Depois de tudo isso, você ainda duvida de que Gideão irá derrotar os midianitas?
Já lemos que
enquanto Gideão viu ao Senhor, O adorou, lhe construiu um altar, derrubou o
altar de Baal, o poste de Asera e ofereceu um holocausto, os inimigos vieram do
leste e se reuniram no Vale "O Senhor Semeia".
Parece um
paradoxo. Mas como ter vitória se não houver um embate?
Com os
inimigos reunidos, no imenso vale de Jezreel, Gideão é tomado pelo Espírito do
Senhor, toca a trombeta de convocação, conclama homens para a batalha e é respondido.
Meu
coração acelera ao virar a página. Finalmente o Senhor lhe dirá COMO vencer os
midianitas.
Mas
Gideão ainda quer outro sinal para ter certeza que o Senhor realmente salvará Israel por seu
intermédio. Essa é sua
grande dúvida. O Senhor é com ele? Ainda que
o Anjo do Senhor houvesse lhe falado, queimado o holocausto, recebendo sua
oferta e o Espírito do Senhor o tivesse tomado, o medo e a dúvida permeiam seu
coração.
O sinal
que Gideão pede é interessante. Ele deixa uma porção de lã onde malha o trigo e
pede ao Senhor que o orvalho da noite molhe o novelo e deixe tudo seco em
volta. Acontece.
Mas,
pensa, isso é possível. O chão pode ter secado e a lã ainda não. E Gideão volta
a pedir. Agora, quer um sinal que considera impossível. Tudo em volta
molhado e a lã seca. Novamente o Senhor lhe responde. Não há
mais dúvidas.
É agora, me empolgo, o Senhor vai dizer a ele COMO vencer os
midianitas.
Ao raiar
do dia, Gideão e seu exército estão acampados. Prontos para a guerra. O Senhor
olha. "Hum, muito povo reunido. Esse exército está muito grande. Assim não
dá." O Senhor fala a Gideão que o povo que está com ele é numeroso demais. Venceriam e se encheriam de soberba, acreditando que foi a força deles e
não do Senhor que os fez vencer.
O Senhor
ordena a Gideão que passe o exército em revista. Aqueles que estiverem tremendo de medo, que voltem. E que observem do monte
Gileade. Observem! E aprendam! E deixem de ser covardes a partir dessa
observação.
Fico
pasma! Vinte e dois mil homens, que haviam atendido ao chamado para a guerra,
voltam. Com medo.
Penso, é agora! Ficaram apenas dez mil homens. E o vale de Jezreel está forrado de inimigos.
Mas a
matemática do Senhor é diferente da minha.
O Senhor
diz a Gideão que ainda é muita gente. Ordena que todos desçam à beira da água.
Lá, o próprio Senhor irá provar os homens para Gideão. E lhe dirá quem deve
ir e quem deve ficar.
Minha
curiosidade é aguçada. Imagino aqueles homens descendo às águas e o teste
aplicado pelo Senhor. Quantos será que passarão? Quantos irão para a guerra?
O vale de Jezreel forrado. Dez mil soldados apenas e o Senhor diz que é muito. Vamos ver quantos sobram e qual Sua estratégia. Finalmente. A prova é simples. Não manda ninguém mergulhar em apneia, cronometrando o tempo. Ou nadar até à outra margem. Ou uma corrida tipo triatlo. Nada disso. "Que todos bebam água. Separa quem beber lambendo igual a um cachorro de um lado. Quem se ajoelhar para beber, separa do outro lado."
E agora? Que prova é essa? Quem vai? Fico observando a cena. Dez mil homens bebendo água. Gideão começa a separar. O número dos que se ajoelharam é muito maior. Ficou muito fácil para contar. Somente trezentos bebem a água como cachorro.
Você
consegue perceber a sabedoria nesse teste? Os trezentos já estavam em guerra.
Prontos para a batalha. Atentos. Alertas. Os outros, não.
E o
Senhor informa a Gideão que entregará os midianitas em suas mãos, com
esses trezentos. Meu
coração dispara novamente. No começo
dessa história eram trinta e dois mil homens, agora somente trezentos.
Gideão deve mandar todos os outros para suas casas. Os trezentos ficaram com as provisões dos que foram embora e suas trombetas.
Mas, estranho, não se fala em armas.
Naquela
noite o Senhor ordena que Gideão desça ao vale e ataque os midianitas. Mas se ainda tem medo de ir ao ataque, que desça com seu servo até o
acampamento do inimigo e escute. "Escuta o que dizem.
Você ficará animado e terá coragem para atacar."
Deus
sempre me impressiona. Me surpreende. Aos
soldados que estavam com medo, manda que voltem e observem. A Gideão, chama
de valente guerreiro, atende seus pedidos e ainda lhe dá um encorajamento extra.
Assim é com você. Assim é comigo.
Gideão e
Purá, seu servo, descem ao posto avançado do acampamento inimigo. Novamente
sinto meu coração acelerar. O povo ali reunido era como grandes nuvens de
gafanhotos. Por um momento penso se foi uma boa ideia o Senhor mandá-lo ali. É
tanto inimigo reunido! Como a areia do mar. Não se
podia contar.
Gideão chega ao acampamento no exato momento em que um homem contava ao seu companheiro um
sonho. Um pão de cevada rolava para dentro do acampamento. Batia com força em
uma tenda. Ela caía, virava ao avesso e ficava estendida na terra. Que sonho
é esse? Não consigo entender.
Mas prontamente, o companheiro daquele homem afirma que só pode haver uma
interpretação para o sonho. "Isto quer dizer que Deus entregou os
midianitas e todo o acampamento nas mãos de Gideão!"
Assim que Gideão ouviu, ajoelhou-se e glorificou ao Senhor. Como não fazê-lo?
Imediatamente voltou ao acampamento de Israel e bradou, cheio de fé e coragem.
Animado como o Senhor afirmou que ficaria: "Levantai -vos, porque o Senhor
entregou todo o arraial dos midianitas em nossas mãos!"
Ah, finalmente veremos a estratégia do Senhor para a tão esperada batalha. Mas falaremos dela outro dia. Hoje, gostaria que pensássemos algumas coisas.
Antes do COMO, o Senhor, de alguma forma, nos faz saber que está conosco. Nos fala de várias maneiras, a mesma mensagem, "sou contigo". O Senhor fala conosco como e quando quer. Nosso primeiro passo é a obediência.
Muitas
vezes, antes do COMO, precisamos saber com quem. Os covardes não devem ser
nossa companhia. Que eles observem e aprendam. Tomem coragem e depois
guerreiem.
Nem todos os corajosos estão preparados para a guerra. É preciso coragem e atenção. Já estamos em guerra. Não é amanhã que devemos estar prontos. É hoje. O inimigo pode atacar de qualquer lado, a qualquer momento. Precisamos estar alertas. "Sede sensatos e vigilantes. O diabo, vosso inimigo, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem devorar." - I Pedro 5.8 Não podemos nos distrair, mesmo quando formos beber água!
Não
importa se você está malhando trigo num tanque, morrendo de medo dos
midianitas. Se Ele disse que você é corajoso, acredite. Você é.
Obedeça,
derrube os altares e ídolos. Adore e ofereça sua vida e suas ofertas apenas ao
Senhor. Seja
cheio do Seu Espírito e conclame todo o povo para a guerra. Mas tenha a
humildade e sabedoria de obedecê-Lo. Não leve os covardes, mesmo que
tenham atendido ao seu chamado. Não leve os desatentos, mesmo sendo corajosos.
Leve os que forem testados pelo Senhor. Apenas estes. Mesmo que sejam poucos.
Mesmo que seja impossível. O Senhor é contigo.
Só posso fazer dupla com Paulo e dizer: "A que conclusão, pois, chegamos diante desses fatos? Se Deus é por nós, quem será contra nós?" - Romanos 8.31
Depois de tudo isso, você ainda duvida de que Gideão irá derrotar os midianitas?
Podemos até não saber COMO, mas estamos certos que ele vencerá. Obediência sempre move o coração de Deus.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Posicione-se!
Depois que Elias enfrentou os profetas de Baal, deveria estar saltitando de alegria. Mas não. Ouviu uma única palavra que o derrubou. O inimigo mandou um recado. Jezabel iria matá-lo! Elias foi para a caverna e pediu a morte!
Quando Neemias conseguiu o favor do rei para reedificar Jerusalém e tudo parecia que iria correr bem, enfrentou tanta oposição que dormia armado! E a cada dia recebia recados de morte. E do seu próprio povo.
E é assim em nossas vidas. Tudo que foi escrito, foi para o nosso ensino. Não precisamos mais inventar a roda, precisamos, sim, descobrir o que podemos fazer com ela.
Não sei que tipo de assaltos e temores você tem sofrido. Nem se está sofrendo. Mas sei. Fato. Que o nosso inimigo vai mandar inúmeros recados. Para jogá-lo ao chão.
Se não consegue nos matar, tenta nos roubar e destruir. Depois de uma vitória, vem com tudo. Manda reforços. Precisa a todo custo nos fazer recuar. E usa todas as armas disponíveis. Pessoas. Situações. Sentimentos. Coisas mal resolvidas. Coisas não resolvidas. Pensamentos do tipo: “Deus fez isso, mas por que até hoje não fez aquilo? Não resolveu aquilo outro”, e por aí vai.
Não sei que tipo de luta você enfrenta, nem os pensamentos com os quais tem que lutar. Você sabe. Então, pegue o escudo da fé e apague todos os dardos inflamados do maligno. Não deixe que ele o acerte com nenhuma flecha. Você é um guerreiro vitorioso. Tem que lutar. Tem que prosseguir. Você não é inadequado. Foi Ele quem o chamou. Não é perfeito. Mas o Seu poder o aperfeiçoa na fraqueza. Deus olha para você e vê o que Ele está fazendo. E Ele gosta do que vê. Ele gosta do futuro que planejou para você. Que é melhor do que o que você mesmo planejou. Seus caminhos são sempre melhores que os nossos. Ele o está capacitando. Como fez com Josué. É você quem vai levar o povo para conquistar a terra. Acredite. Ainda que as circunstâncias gritem na sua cara o contrário.
Não deixe nenhum fiozinho de tristeza invadir sorrateiramente o seu coração. Faça como Neemias. Se posicione. Deus tem tesouros escondidos para lhe entregar. Só porque Ele quer. Não importa se você merece ou não. Ele quer. Graça. Favor imerecido. Porque é a Sua natureza. Ele é amor. E o amor sempre nos faz enxergar o melhor. E Ele olha para você e já o vê lá na frente. Vencendo. Conquistando. Testemunhando tudo que fez na sua vida. E as pessoas se rendendo a Ele também porque querem servir ao Deus que você serve. O Deus bondoso. Que opera maravilhas. E Ele quer ouvi-lo. Sem filtro. Quer curar o que quer que seja.
Estou certa de que Deus o ama muito. E que tem um plano lindo e especial para sua vida. Esperando por você. Então, se posicione. E comece a andar. Esquecendo o passado. Olhando para o futuro. E vencendo. A cada dia.
Toda mudança começa na mente. Todo posicionamento se inicia na mente. Depende de nós. É nossa escolha. A cada dia.
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