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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Números 34.1-36.13

Leitura do dia 15/02.

Nas postagens anteriores vimos a conquista de Midiã por Israel. Também vimos que levaram as mulheres para si. As mesmas que os haviam seduzido a pecar contra si mesmos e contra o Senhor. Moisés mandou que as matassem.

Depois vimos a divisão do despojo. A parte que ficaria para os que foram à batalha, a que ficaria com os que permaneceram no acampamento e a parte de Eleazar e dos levitas. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html

Vimos também que Rúben e Gade pediram para ficar com as terras de Gileade. E se comprometeram a passar à frente do exército do Senhor para guerrear por Ele.

Por último vimos todos os lugares onde Israel acampou. Desmontando e montando o tabernáculo. Com ordem, responsabilidade, disposição e santidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-321-3356.html

Hoje caminharemos pelas páginas finais de Números. Do capítulo trinta e quatro ao capítulo trinta e seis.

O Senhor ordenou que Moisés transmitisse a Israel, a fronteira de suas terras. Nos mínimos detalhes. Para que não ocupassem território que não lhes pertencia e também não deixassem de ocupar o que era seu por direito eterno.

As famílias de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés receberam herança do lado leste do Jordão. Do lado oposto de Jericó.

Eleazar e Josué seriam os responsáveis para repartir a terra. O Senhor escolheu doze homens, um de cada tribo, para ajudá-los nesta missão. Ele nominou cada um dos doze.

Das propriedades que receberiam, separariam quarenta e oito cidades para dar aos levitas, junto com seus arredores, para servir de pasto aos seus gados.

Os levitas estariam espalhados por Israel. Próximos de todas as tribos. Não é lindo? Sua herança era o Senhor. E, assim como no acampamento, abençoariam todo Israel.

Dessas quarenta e oito cidades, seis cidades seriam “Cidades de Refúgio”. Para lá correria qualquer um que matasse alguém acidentalmente. Ninguém seria executado sem um julgamento. Lá o vingador de sangue não poderia matá-lo.

Essas cidades estariam em lugares de fácil acesso. Eram disponíveis para o israelita, o estrangeiro que morasse em Israel ou alguém que estivesse apenas de passagem. Qualquer um poderia encontrar nelas o refúgio necessário.

Há algo mais interessante. O refugiado só podia deixar seus termos após a morte do sumo-sacerdote. Se saísse antes, o vingador de sangue poderia matá-lo. E não seria assassinato.

Se alguém cometesse assassinato, era obrigação do vingador de sangue, o parente mais próximo do morto, executar o assassino.

Todos os assassinos seriam executados. Assim, a terra não ficaria contaminada. Assassinato contamina a terra. E o único sacrifício capaz de fazer expiação pela terra é a execução do assassino.

Jesus é nossa cidade refúgio. Corremos para Ele. A estrada estava acessível, afinal, Ele mesmo é o Caminho. Estamos abrigados nEle. Não podemos abandoná-Lo. Ele é o Sumo-Sacerdote que nunca morre. Já morreu uma vez e ressuscitou para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html

Se sairmos de Seus termos, o vingador de sangue, nosso arqui-inimigo tem legalidade para nos destruir. Fiquemos, pois, refugiados em Seus braços, eternamente. Não existe melhor lugar!

O texto ainda nos fala dos filhos de Manassés, que preocupados em não perder território herdado, foram até Moisés e os líderes de Israel com uma petição. Que todas as mulheres portadoras de herança, como as filhas de Zelofeade, casassem com homens de sua escolha, dentro de seus clãs. Assim, a herança ficaria na tribo herdada e não haveria perdas.

O Senhor disse que a preocupação deles era justa e assim foi. As filhas de Zelofeade casaram com primos das famílias de seus pais mantendo a porção da herança que receberam.

Terminamos mais um livro. Um livro maravilhoso. Repleto de ensinamentos.

Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Deuteronômio.

O que descobriremos de seus tesouros? Estamos prontos a escavar?

Nossa leitura será do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Números 26.1-27.23

Leitura do dia 12/02.

Na postagem anterior, vimos o povo de Israel adorar a Baal, prostituindo-se. Fineias evitou que todos fossem destruídos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html

Agora, caminharemos através do versículo um do capítulo vinte e seis até o final do capítulo vinte e sete.

Depois que a praga cessou, o Senhor ordenou que fosse feito um novo censo. Que fosse feita uma lista de todos os homens de vinte anos para cima, aptos para irem à guerra.

O censo foi feito. Da tribo de Rúben, 43.730 homens foram registrados. Da tribo de Simeão, 22.200. De Gade, 40.500. De Judá, 76.500. De Issacar, 64.300. De Zebulom, 60.500. De Manassés, 52.700. De Efraim, 32.500. De Benjamim, 45.600. De Dã 64.400. De Aser 53.400. De Naftali, 45.400.

Um total de 601.730 homens aptos para a guerra.

A terra agora seria dividida. De acordo com o número dos registrados no censo. Por sorteio entre as tribos maiores e menores. Proporcionalmente.

Os levitas foram contados. A partir de um mês de idade. Eram 23.000. Mas não receberiam herança junto com os demais. O Senhor era a herança. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html

Ninguém dessa lista estava no censo anterior. Todos haviam morrido no deserto, conforme o Senhor falara. Por causa de seus pecados. Havia apenas duas exceções, Calebe e Josué.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html

Um dos descendentes de Manassés, Zelofeade, morreu sem ter filhos. Teve apenas filhas. Cinco. Maala, Noa, Hogla, Milca e Tirza. Mulheres corajosas.

Um dia elas foram até Moisés, Eleazar e os líderes das tribos, para fazer um pedido. Queriam receber herança entre seus parentes. Seu pai havia morrido no deserto. Não por causa da rebelião de Corá, Datã e Abirão, mas por causa de seus próprios pecados. Por que deveria desaparecer de seu clã só porque não teve filhos homens?

Moisés levou o caso ao Senhor.

O Senhor respondeu que a reivindicação delas era justa. Ordenou que lhes dessem uma porção na terra, a herança que seria de Zelofeade.

A partir de então, passou a ser lei. Se alguém não tivesse filhos homens, a herança passaria para as filhas. Se não tivesse filhas, para um irmão. Se não tivesse irmão, ao parente mais próximo. E olha, o Senhor disse que essa era uma prescrição definitiva para os israelitas.

Está chegando a hora de Moisés morrer. O Senhor ordenou que subisse a um dos montes Abarim e olhasse a terra. Não entraria na terra porque não obedeceu Suas instruções nas águas de Meribá. Não demonstrou Sua santidade diante do povo. http://www.espalhandoasemente.com/search?q=Merib%C3%A1

Sou apaixonada por Moisés. Ele clamou ao Senhor, não para que mudasse de ideia e permitisse que entrasse na terra. Não. Pediu que o Senhor levantasse um líder em seu lugar que guiasse o povo de Israel. Que os conduzisse nas batalhas, para que o povo do Senhor não fosse como ovelhas sem pastor.

O Senhor respondeu que convocasse Josué. O Espírito estava sobre ele.

Moisés deveria colocar suas mãos sobre Josué, apresentá-lo a Eleazar diante de todo o povo, encarregando-o publicamente da liderança.

Quando fosse necessário que Josué recebesse orientação do Senhor, ele se apresentaria diante de Eleazar, que usando o Urim, perante o Senhor, determinaria Sua vontade.

Seria pela palavra de Eleazar que Josué e todo Israel decidiria o que fazer. Que responsabilidade! Como teria de ser separada a vida de Eleazar!

Moisés fez com Josué exatamente o que o Senhor ordenara.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã leremos os capítulos vinte e oito a trinta de Números.

Espero você. Até lá.