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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 32.1-34.12

Leitura do dia 25/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.

Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.

Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html

Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html

O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.

Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.

A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.

Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.

É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.

Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.

A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.

Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.

Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.

“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26

Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.

Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.

Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.

Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.

Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.

Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).

Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.

Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.

Nunca houve em Israel outro profeta como ele.

Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.

Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.

Como será essa conquista?

Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.

Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 4.1-49

Leitura do dia 17/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.

Seus dias estão contados. Não entrará na terra.

Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html

Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.

Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.

Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.

Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.

Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.

Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.

Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.

Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.

Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.

Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.

Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.

Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.

Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.

Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?

Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.

Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.

O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.

Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.

Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.

Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Salmo 106.1-48

Leitura do dia 19/06.

Na postagem anterior, vimos o salmista cantar um resumo da história de Israel. Desde que eram apenas uma família. Até chegarem à terra prometida. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html

Agora, caminharemos através do Salmo cento e seis.

Nele, o salmista começa proclamando que todos deem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Tão bom que Seu amor não tem fim. Dura para sempre.

Faz um questionamento. Quem poderá contar Seus poderosos feitos? Só posso responder: “Ninguém”. Não conseguimos contar tudo que faz. Mesmo em nossas vidas. Quantas vezes recebemos livramentos e bênçãos que nem temos conhecimento?

E quem poderá louvá-Lo como merece? Com certeza, nós não podemos. Somos pequenos. Ainda assim, Ele fica feliz com nosso louvor.

Ah, como são felizes os que fazem o que é certo e praticam o tempo todo a justiça. São eles que habitam no monte do Senhor. Tem Sua presença constante em suas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-111-155.html

O salmista clama que o Senhor lembre-se dele. Que se aproxime e o resgate. Assim como seus antepassados, pecou. Então, também canta a história de Israel.

Foram desobedientes. Rebeldes. Não deram valor às Suas maravilhas. Não se lembraram de Seus feitos de bondade. Rebelaram-se contra Ele junto ao Mar Vermelho. Ainda assim, o Senhor, por Sua bondade, abriu o mar. Eles passaram a seco. Quando atravessaram o mar, creram em Suas promessas. E cantaram louvores.

Mas, logo esqueceram. Não quiseram esperar por Seus conselhos. Eu sei. É muito difícil esperar. Cada dia fica mais difícil. Queremos que Seus conselhos venham na velocidade da luz. Ou, no mínimo, em uma entrega expressa. Quem sabe na velocidade de um micro-ondas. Não temos paciência. Tudo exige velocidade. E não queremos esperar. Como o povo de Israel fez.

E, quantas vezes nos voltamos para métodos e ensinamentos que parecem nos responder instantaneamente. Como Israel que trocou o Senhor, o glorioso Senhor, pela estátua de um boi. Um boi que come capim. Rebaixaram o Criador do universo a um animal comedor de capim. Porque não quiseram esperar.

No deserto, ao invés de aprenderem, tornaram-se insaciáveis. Tiveram inveja de Moisés e Arão. Por isso, a terra se abriu e engoliu vários rebeldes.

Esqueceram-se do Senhor. E de tudo que fizera no Egito. No Mar Vermelho.

O Senhor declarou que iria acabar com todos. Mas, Moisés, que podia ter concordado (seria bem mais fácil para ele), levantou-se. Colocou-se entre o Senhor e o povo. Clamou por Sua misericórdia. E foi atendido.

Ainda assim, sendo poupados da destruição, recusaram-se a entrar na terra prometida, agradável, segura. Não creram em Suas promessas. Para que o Senhor os levaria até a fronteira se não fossem para entrar? Eles não creram. Resmungaram. E Não deram ouvidos ao Senhor. Colheram o que plantaram. Morreram no deserto.

Mas antes, ainda fizeram pior. Não satisfeitos com o bezerro de ouro que adoraram, uniram-se aos adoradores de Baal. Comeram sacrifícios oferecidos aos mortos. O Senhor se irou. Uma praga se alastrou entre eles. E ia destruindo-os. Até que Fineias, descendente de Arão, teve coragem de intervir. E a praga cessou.

Que homem é esse? O Senhor enviou a praga. Ia matar o povo. Mas ele interviu. Por seu ato, a praga foi detida. Teve coragem, como Moisés havia tido. Ficou entre o povo e o Senhor. Foi considerado justo. Porque interviu. Consegue perceber o que Fineias conseguiu?

Em Meribá também pecaram. Murmurando contra o Senhor, de tal maneira que causaram grandes problemas a Moisés. Ele ficou irado. Falou sem refletir. E pecou.

Quando Israel chegou à terra, ao invés de destruir as nações que ali habitavam, misturou-se com elas. Pior. Israel adotou seus costumes. Quando deveria ser a nação que levaria os outros povos ao Senhor, adoraram ídolos estrangeiros. Contaminaram a si mesmos com seus atos perversos e seu amor aos ídolos.

Aqui, parece que estou lendo, não a história de Israel, mas a história da Igreja. Ah, quantas vezes temos agido da mesma maneira! Ao invés de levarmos o Reino, como o Senhor nos ordenou, temos trazido ídolos estrangeiros para a Igreja. E assim como a adoração a esses ídolos foi considerada adultério e causou a ruína de Israel, estamos vendo muita ruína entre o povo chamado “povo do Senhor”.

Os israelitas se desviaram de tal maneira que chegaram a sacrificar aos demônios seus filhos e filhas, derramando sangue inocente e contaminando a terra. Será que não temos visto isso acontecer em nossos dias também?

Que nós, como Igreja, nos voltemos para o Senhor, antes que Sua ira se acenda e Ele sinta aversão por Seu povo.

Que o Senhor nos salve. Que nossos olhos sejam abertos. Que louvemos Seu nome. O único Deus verdadeiro. Que vive de eternidade a eternidade.

Que nós, intercessores, tenhamos a coragem de Fineias para intervir e trazer livramento.

Que nós, pais, consagremos nossos filhos, a cada dia, ao único Senhor e Rei do Universo, o Deus verdadeiro, Criador dos céus e da terra.

Aqui termina o “livro quatro” de Salmos.

Continuamos amanhã. Iniciaremos o último livro, o “livro cinco”, os “Salmos do Exílio e do Retorno”. Leremos a partir do Salmo cento e sete até o Salmo cento e nove.

Espero você. Até lá.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Números 20.1-29

Leitura do dia 10/02.

Na postagem anterior, vimos a água purificadora e a novilha vermelha, uma clara menção ao Senhor Jesus, que foi morto fora da cidade, pelos nossos pecados. Ele, puro, perfeito, sem defeito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-191-22.html

Agora caminharemos através do capítulo vinte.

No primeiro mês do ano, não sabemos de qual ano, chegaram ao deserto de Zim.

Acamparam em Cades. Miriã morreu ali. E ali foi sepultada.

Não havia água naquele lugar. O povo se rebelou novamente. Discutiram com Moisés. Chegaram ao ponto de dizer que deveriam ter morrido quando seus irmãos morreram.

Como se não soubessem o motivo, perguntaram a Moisés porque em ele e Arão os trouxeram ao deserto. Foi para morrer juntamente com seus animais? Por que os obrigaram a sair do Egito e os trouxeram àquela terra horrível, sem cereais, sem frutas, sem água?

Como esqueciam facilmente que eram escravos no Egito, que o Senhor os libertara, que não foram obrigados a sair do Egito, que saíram triunfantes de lá! Que estavam ali por causa de seus próprios pecados. Já poderiam há muito tempo estar em Canaã.

Moisés e Arão já sabiam o que fazer nestas circunstâncias. Afastaram-se do povo. Foram à tenda do encontro. Prostraram-se rosto em terra.

O Senhor disse que lhes daria água. Que Moisés e Arão pegassem a vara que estava na presença do Senhor. E, enquanto o povo observasse, falassem a uma determinada rocha, e dela jorraria água. Seria água suficiente para que todos da comunidade tomassem, assim como seus animais.

Moisés fez conforme o Senhor ordenou. Pegou a vara que estava na presença do Senhor. Convocou todo o povo para estar diante da rocha. Chamou-os de rebeldes e...

Ao invés de falar com a rocha, falou com o povo: “Será que é desta rocha que teremos de tirar água para vocês?” Ele bateu na rocha duas vezes. Deu certo. Mas estava errado.

Jorrou muita água. Todos beberam até matar a sede. Inclusive os animais.

O Senhor disse a Moisés e Arão que eles não confiaram nEle para mostrar Sua santidade ao povo. Por isso, não iriam conduzí-los à terra que Ele lhes dava.

Aquele lugar foi chamado de Meribá. Ali os israelitas discutiram com o Senhor. Ali Ele mostrou Sua santidade.

Lembra que Moisés disse a Arão que o Senhor mostrava Sua glória ao povo e Sua santidade àqueles que se aproximassem dEle?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/levitico-81-1020.html

“A quem muito foi dado, muito será pedido; e a quem muito foi confiado, ainda mais será exigido”. – Lucas 12.48b

Moisés conhecia Sua santidade. Não podia ter feito diferente do que o Senhor pediu. Devia ter falado à rocha. Não batido nela duas vezes como fez. A consequência foi drástica. Ele e Arão não entraram na terra prometida. Faltava tão pouco!

Quando ainda estavam em Cades, Moisés enviou mensageiros ao rei de Edom, pedindo que passassem por sua estrada real. Não desviariam do caminho. Se usassem sua água, pagariam por ela. Ele não concordou.

Disse que se Israel passasse por lá, enviaria um poderoso exército contra eles. Na verdade, ele mobilizou seu exército e marchou contra Israel.

Então Israel se desviou de suas terras. Edom era descendente de Ismael. E aquela terra havia sido dada a eles pelo Senhor. Não seria tomada deles por Israel.

Eles se desviaram de Edom. Partiram de Cades e chegaram ao monte Hor.

O Senhor ordenou que Moisés, Eleazar e Arão subissem. Chegara a hora de Arão morrer. O povo observava. Eles subiram.

Quando chegaram ao topo do monte, Arão transferiu suas roupas para Eleazar, seu filho. E morreu. Moisés e Eleazar desceram. Quando o povo viu que Arão havia morrido, choraram por ele durante trinta dias.

Que tenhamos temor do Senhor. Que reverenciemos Sua santidade, valorizando-a como deve ser. O Senhor é Santo.

Que saibamos que, se temos pedido muito ao Senhor e Ele nos tem concedido, nossa responsabilidade é muito maior.

Que aprendamos que nem tudo que dá certo está certo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html

Continuamos na próxima postagem. Até já.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Números 26.1-27.23

Leitura do dia 12/02.

Na postagem anterior, vimos o povo de Israel adorar a Baal, prostituindo-se. Fineias evitou que todos fossem destruídos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html

Agora, caminharemos através do versículo um do capítulo vinte e seis até o final do capítulo vinte e sete.

Depois que a praga cessou, o Senhor ordenou que fosse feito um novo censo. Que fosse feita uma lista de todos os homens de vinte anos para cima, aptos para irem à guerra.

O censo foi feito. Da tribo de Rúben, 43.730 homens foram registrados. Da tribo de Simeão, 22.200. De Gade, 40.500. De Judá, 76.500. De Issacar, 64.300. De Zebulom, 60.500. De Manassés, 52.700. De Efraim, 32.500. De Benjamim, 45.600. De Dã 64.400. De Aser 53.400. De Naftali, 45.400.

Um total de 601.730 homens aptos para a guerra.

A terra agora seria dividida. De acordo com o número dos registrados no censo. Por sorteio entre as tribos maiores e menores. Proporcionalmente.

Os levitas foram contados. A partir de um mês de idade. Eram 23.000. Mas não receberiam herança junto com os demais. O Senhor era a herança. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html

Ninguém dessa lista estava no censo anterior. Todos haviam morrido no deserto, conforme o Senhor falara. Por causa de seus pecados. Havia apenas duas exceções, Calebe e Josué.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html

Um dos descendentes de Manassés, Zelofeade, morreu sem ter filhos. Teve apenas filhas. Cinco. Maala, Noa, Hogla, Milca e Tirza. Mulheres corajosas.

Um dia elas foram até Moisés, Eleazar e os líderes das tribos, para fazer um pedido. Queriam receber herança entre seus parentes. Seu pai havia morrido no deserto. Não por causa da rebelião de Corá, Datã e Abirão, mas por causa de seus próprios pecados. Por que deveria desaparecer de seu clã só porque não teve filhos homens?

Moisés levou o caso ao Senhor.

O Senhor respondeu que a reivindicação delas era justa. Ordenou que lhes dessem uma porção na terra, a herança que seria de Zelofeade.

A partir de então, passou a ser lei. Se alguém não tivesse filhos homens, a herança passaria para as filhas. Se não tivesse filhas, para um irmão. Se não tivesse irmão, ao parente mais próximo. E olha, o Senhor disse que essa era uma prescrição definitiva para os israelitas.

Está chegando a hora de Moisés morrer. O Senhor ordenou que subisse a um dos montes Abarim e olhasse a terra. Não entraria na terra porque não obedeceu Suas instruções nas águas de Meribá. Não demonstrou Sua santidade diante do povo. http://www.espalhandoasemente.com/search?q=Merib%C3%A1

Sou apaixonada por Moisés. Ele clamou ao Senhor, não para que mudasse de ideia e permitisse que entrasse na terra. Não. Pediu que o Senhor levantasse um líder em seu lugar que guiasse o povo de Israel. Que os conduzisse nas batalhas, para que o povo do Senhor não fosse como ovelhas sem pastor.

O Senhor respondeu que convocasse Josué. O Espírito estava sobre ele.

Moisés deveria colocar suas mãos sobre Josué, apresentá-lo a Eleazar diante de todo o povo, encarregando-o publicamente da liderança.

Quando fosse necessário que Josué recebesse orientação do Senhor, ele se apresentaria diante de Eleazar, que usando o Urim, perante o Senhor, determinaria Sua vontade.

Seria pela palavra de Eleazar que Josué e todo Israel decidiria o que fazer. Que responsabilidade! Como teria de ser separada a vida de Eleazar!

Moisés fez com Josué exatamente o que o Senhor ordenara.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã leremos os capítulos vinte e oito a trinta de Números.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Êxodo 17.1-7

Leitura do dia 20/01.

Na postagem anterior, vimos o Senhor enviando o maná do céu para o povo de Israel. O maná deveria ser colhido diariamente, de acordo com a necessidade de cada família. Como dever ser hoje com Sua palavra. Precisamos nos alimentar dEle, diariamente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo dezessete de Êxodo, do versículo um ao versículo sete.

O Senhor ordenou a Moisés que Israel partisse do deserto de Sim.

Andaram de um lugar para o outro. Mas lembre-se, foi ordem do Senhor. Por fim, acamparam-se em Refidim. Ali não havia água.

O povo havia visto o Senhor abrir as águas do Mar Vermelho, transformar águas amargas em águas boas para beber. Viram codornizes cobrir seu acampamento. E pão cair do céu diariamente.

Também experimentaram chegar a um oásis com fartura de água e sombra. Doze fontes de águas em um só lugar e setenta palmeiras. Setenta!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-1522-27.html

Agora, chegam a um lugar onde não há água. Não clamam ao Senhor. Queixam-se contra Moisés e contra o Senhor. Exigem que Moisés lhes dê água. Moisés, não o Senhor.

Como será que você e eu reagiríamos a essa situação? Clamaríamos ao Senhor ou murmuraríamos, como eles?

Moisés perguntou o motivo de estarem brigando com ele e porque estavam colocando o Senhor à prova.

Essa atitude de Moisés sempre me admira. Não tomou as dores para si. Não se sentiu culpado. Não era. Não se descabelou. Havia feito o que o Senhor lhe ordenada. Andado por onde o Senhor mandara. Agora, nada de água. Não era sua culpa. Alguma coisa o Senhor faria.

O povo não conseguiu reconhecer que deveriam orar ao invés de murmurar. E foram além. Perguntaram a Moisés porque os tirara do Egito. Queria matar todos de sede? Era essa sua intenção?

Tão cedo esqueceram o que o Senhor fizera por eles e, não podendo culpar ao Senhor, culparam Seu servo. Esqueceram das promessas e maravilhas do Senhor.

Moisés sabiamente clamou. Não ficou “batendo boca”. Não adiantaria absolutamente nada. Queria soluções. Onde encontrar? No Senhor. Em seu clamor perguntou-Lhe o que deveria fazer, informando-O de que estava a ponto de ser apedrejado.

O Senhor orientou Moisés. Ordenou-lhe que passasse à frente do povo. Que levasse sua vara. A mesma vara que havia usado para bater nas águas do Nilo, quando foram transformadas em sangue. Mas não passaria à frente só. Precisava chamar alguns dos líderes de Israel para acompanhá-lo.

Já reparou que há momentos em que caminhamos sozinhos pelo deserto e outros que precisamos de pessoas ao nosso lado?

O Senhor lhe disse ainda que se colocaria diante de Moisés sobre a rocha no Monte Sinai. Não adianta apenas a companhia de outro, precisamos de Sua companhia, Diante de nós.

Moisés bateria na rocha e água jorraria da rocha para o povo beber.

Na presença dos líderes de Israel, Moisés fez conforme o Senhor lhe ordenara. A água jorrou da rocha e saciou o povo.

Ele chamou aquele lugar de Massá e Meribá, que significam respectivamente “prova” e “contenda”. Ali o povo contendeu com Moisés e pôs o Senhor à prova, questionando se Ele estava ou não no meio deles.

Muitas vezes olho para o povo de Israel e penso como podiam duvidar de Sua presença! Mas quantas vezes fazemos isso também?

Vemos milagres e maravilhas em nossa caminhada, então, somos levados pelo Senhor a um lugar sem água e, ao invés de recordar o que Ele fez poderosamente no passado, reclamamos, murmuramos, nos queixamos e exigimos água. Não pedimos, não oramos, não reconhecemos Sua presença e Seu grande poder em nossas vidas. Duvidamos de que esteja conosco.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que nossas mentes possam estar voltadas para o que Ele nos fez e nos faz diariamente.

“Como é amargo recordar meu sofrimento e meu desamparo! Lembro-me sempre destes dias terríveis enquanto lamento minha perda. Ainda ouso, porém, ter esperança quando me recordo disto: ‘O amor do Senhor não tem fim! Suas misericórdias são inesgotáveis. Grande é Sua fidelidade; Suas misericórdias se renovam a cada manhã’. Digo a mim mesmo: ‘O Senhor é minha porção; por isso, esperarei nEle’!”

Continuamos na próxima postagem. Até já.