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segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Malaquias 1.1-2.17

Leitura do dia 09/10.

Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.

Ontem vimos Zacarias mencionar a primeira e a segunda vinda do Senhor Jesus. A guerra contra Jerusalém. E Sua chegada com todos os Seus santos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-131-1421.html

Hoje, um novo livro.

Caminharemos pelos dois primeiros capítulos de Malaquias. O último livro do Antigo Testamento.

Viu como foi fácil chegar até aqui? Quantas jornadas diferentes! Quantos livros maravilhosos!

Malaquias significa “Mensageiro do Senhor”. Provavelmente viveu cerca de cem anos após os profetas Ageu e Zacarias.

A mensagem do Senhor através de seu profeta inicia com uma deliciosa declaração de amor. O Senhor sempre amou Seu povo. O povo, no entanto, não conseguia enxergar e perguntava como os amara.

Ele responde que amou Jacó e rejeitou Esaú. Esaú foi rejeitado por causa de sua rebeldia e orgulho. Lembra? Massacraram Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html

Quando Seu povo visse a destruição de Edom com seus próprios olhos, reconheceriam que Sua grandeza vai muito além das fronteiras de Israel. Vai até os confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

O Senhor os admoesta a honrarem-No. É Pai, mas não tem honra. Seu povo despreza Seu nome. Ainda perguntam como. Não conseguem enxergar. Ele responde que oferecem sacrifícios contaminados. Seu povo continua sem enxergar e pergunta como fazem isso. Dizem que a mesa do Senhor não merece respeito. Oferecem animais cegos, aleijados e doentes. Depois Lhe pedem compaixão.

Ele não ouvirá. Não O respeitam. Oferecem qualquer coisa. Não oferecem o melhor.

Seu desejo é que alguém feche as portas do templo para não acenderem mais o fogo sobre o altar. Não se agrada deles. Não aceitará suas ofertas.

Se queremos oferecer algo ao Senhor, precisa ser nosso melhor. Ele não aceita sobras. Não aceita o que desprezamos. Seu povo O despreza.

Ainda assim, Seu nome é honrado o dia todo. Por pessoas de outras nações. Em todo o mundo Lhe oferecem incensos e sacrifícios puros. Em Sua honra. Seu nome é grande entre as nações. Aleluias!

Quanto a Israel, com suas ações, desonram-No. Acham difícil demais servi-Lo. Desprezam Suas ordens. Trazem ofertas roubadas, aleijadas e doentes. Prometem uma oferta excelente, mas oferecem o pior. Até fruto de roubo!

Ele ordena que os sacerdotes tomem uma decisão. Que decidam honrar Seu nome. Se não o fizerem, serão amaldiçoados, mesmo através das bençãos que receberam. Estão tão afastados do Senhor que já se encontram amaldiçoados. Não levaram a sério Suas advertências. Seus descendentes serão castigados.

Lembra que Sua aliança com os levitas era lhes dar vida e paz. Foi o que Ele fez. Bastava que O temessem. E eles o fizeram. Demonstraram grande temor ao Senhor. Reverenciaram Seu nome. Transmitiram ao povo as verdades das leis que receberam dEle. Não mentiram. Não enganaram. Andaram com Ele. Viveram de modo pacífico e justo. Desviaram muitos do pecado. É assim que deve ser.

As palavras do sacerdote devem guardar o conhecimento do Senhor. E o povo deve buscar o sacerdote para receber instrução. Ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos. Ou, pelo menos, deveria ser.

O que aconteceu? Os sacerdotes se desviaram. Suas instruções fizeram com que muitos caíssem em pecado. Não ensinaram o conhecimento do Senhor. Quebraram a aliança que fez com os levitas. Mostraram-se parciais na aplicação da Sua lei. Será que vemos tal coisa acontecer hoje também? Infelizmente, sim.

O profeta chama seu povo de volta ao Senhor. Foram infiéis. Foram detestáveis. Casaram-se com mulheres que adoravam deuses estrangeiros. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem e ainda perguntam porque Ele não os ouve. Não os ouvirá. Não querem reconhecer seus pecados. Nem deixá-los.

O Senhor responde que foi testemunha da aliança que fizeram na juventude e foram infiéis às suas esposas, embora elas tenham continuado a ser suas companheiras. Ele os fez um. E dessa união queria filhos dedicados a Ele.

Exorta que todos guardem seu coração e permaneçam fieis à sua esposa. Odeia o divórcio. Repudiar a esposa que permanecer fiel, é cobri-la de crueldade. Causa dores profundas.

O Senhor está cansado de tanto ouvir os sacerdotes dizendo aos que praticam mal que são bons aos olhos do Senhor, e que Ele se agrada deles. Mentira! O Senhor abomina o mal.

Que temamos o Senhor. Que reverenciemos Seu nome. Que transmitamos a verdade de Sua Lei. Que não mintamos. Nem enganemos.

Que andemos com Ele. Que vivamos de modo digno e justo, desviando outros do pecado.

Que tenhamos em nós Seu conhecimento e ensinemos Sua Palavra a Seu povo.

Que guardemos nossos corações. Que sejamos fiéis. Que nenhum de nós cubra seu cônjuge com crueldade.

Sim, guardemos nossos corações. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html;

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos três e quatro de Malaquias.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Salmos 111.1-112.10

Leitura do dia 21/06.

Na postagem anterior, vimos Davi cantando sobre sua visão do Senhor Jesus. Que canção maravilhosa!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1101-7.html

Agora, continuaremos através dos Salmo cento e onze e cento e doze. Esses dois Salmos são poemas acrósticos. Depois da nota de introdução, cada linha começa com uma letra do alfabeto hebraico. Em sucessão.

O Salmo cento e onze começa com louvores ao Senhor e termina conclamando todos a louvarem-No para sempre.

Fala de Suas grandiosas obras. Todos que tem prazer nEle devem meditar em suas obras. Tudo que faz revela Sua glória e majestade. Seus atos e obras nos mostram quem Ele é. Sua justiça permanece para sempre. Ele mesmo nos faz recordar Suas maravilhas.

É a mesma maravilhosa história de sempre. Quando olhamos para trás, vemos Sua bondade e misericórdia nos seguindo. Sempre estiveram ali. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html

Tudo que Ele faz é justo. E bom. Todos Seus mandamentos, sem exceção, são confiáveis. Não nos ordena algo que não seja bom. Seu intuito é nos fazer viver melhor. É nos fazer realmente viver. Por isso, devemos obedecer com fidelidade. Com retidão. Sem arrumarmos desculpas, desvios ou adendos.

Ele mesmo pagou o resgate por nós, Seu povo. Garantiu Sua aliança para sempre. Não é um contrato que um dia terá fim. Não é uma aliança qualquer que pode ser jugada fora. Ou trocada. É uma aliança eterna. Nela, não existe divórcio.

O salmista canta que o temor do Senhor é o princípio do conhecimento. Quer conhecimento verdadeiro? Quer sabedoria? Tema ao Senhor. Todos que obedecem Seus mandamentos, ordenados para nosso bem, mostram bom senso.

O Salmo cento e doze inicia com um louvor ao Senhor. Sim, louvado seja o Senhor. O salmista canta como é feliz os que O temem e tem prazer em obedecer Seus mandamentos. Parece a continuação do anterior. Provavelmente é.

Os que tem prazer em obedecer Seus mandamentos terão filhos bem sucedidos. Uma geração inteira de justos. Que será abençoada. Terá, em sua casa, riqueza e prosperidade. Suas boas ações, e não suas riquezas, permanecerão para sempre. Nossa maneira de agir manifesta quem somos. E quem somos é o que verdadeiramente importa. Não o que temos.

Continua cantando que a luz brilha na escuridão, para o que é justo. Está escuro? Sim, muitas vezes precisamos passar pelo vale da sombra da morte. Precisamos passar por outros vales. De escuridão. Mas ali, na escuridão, a luz do Senhor brilha sobre nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-dorme-em-meio-tempestade-e-agora.html

Será que somos justos? O justo é compassivo. Misericordioso. E íntegro. Não julga. Muito menos, condena. É compassivo. Misericordioso. Não fica claudicando entre dois pensamentos. Ou filosofias. Ou ideias. Ou mundos. Ele é íntegro. Inteiro. Em sua completude pertente ao Senhor. Totalmente.

Ele canta que é feliz aquele que empresta com generosidade e conduz seus negócios com honestidade. Não aquele que empresta visando lucro, contando os centavos. Oprimindo. Nem aquele que acredita que os fins justificam os meios. Que dão “jeitinhos brasileiros”. Que desejam e levam vantagem em tudo. Não. Os felizes são os que emprestam generosamente e negociam honestamente. Talvez seus lucros sejam menores. Mas são felizes. Felicidade é infinitamente melhor que lucros.

Esse homem, o salmista canta com propriedade, não será abalado. A lembrança de seu nome durará por muito tempo. Ele não teme más notícias. Sabe que pode confiar plenamente no cuidado do Senhor. Não em seus negócios e lucros. Não no dinheiro que tem guardado. Nas riquezas que adquiriu. Mas no cuidado do Senhor.

Por tudo isso, este homem é confiante. Destemido. Sabe que vencerá. E, seus lucros, compartilha generosamente com os pobres. Sim, com os pobres. Não tem uma mesa redonda repleta de ricos compartilhando suas conquistas. Ele as compartilha com os pobres. Seus atos de justiça serão lembrados eternamente. Terá influência e honra. Verdadeiros. Vindos do Senhor.

O perverso verá e ficará furioso. Mas não poderá fazer nada. Ele desaparecerá. Seus desejos serão frustrados. Pelo Senhor.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Esdras 9.1-10.44

Leitura do dia 05/05.

Na postagem anterior, vimos a seriedade com que Esdras encarava o que testemunhava do Senhor. Também vimos, com tristeza, que nenhum levita se ofereceu para voltar a Jerusalém. Graças ao Senhor, Ido enviou alguns. Que aceitaram voltar.

Quando chegaram ofereceram holocaustos ao Senhor e tiveram o apoio dos oficiais e governadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html

Agora, continuamos através dos capítulos nove e dez de Esdras.

Quando Esdras achou que estava tudo bem, os líderes judeus o procuraram. Contaram-lhe que muitos israelitas e até mesmo os sacerdotes e levitas não obedeceram ao Senhor, mantendo-se puros. Adotaram as práticas detestáveis dos povos que o Senhor expulsara daquela terra, na época da conquista por Israel. Casaram-se com mulheres dos povos que o Senhor ordenara que não se casassem.

Essa ordem não era um “capricho” do Senhor. Ele estava zelando por Seus filhos. Sabia a influência que as mulheres teriam, fazendo-os desviarem-se do  Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

Quando Esdras ouviu, rasgou sua túnica e seu manto. Arrancou os cabelos de sua cabeça e de sua barba. E sentou-se. Completamente pasmo. Para ele, que decidira conhecer, obedecer e ensinar a Lei do Senhor, era difícil acreditar que os israelitas houvessem feito tal coisa, tão prejudicial a si mesmos.

Ele não ficou só. Todos que tremiam diante da Palavra do Senhor sentaram-se com ele. Ficaram ali, sentados, lamentando, até o sacrifício da tarde. Então, Esdras se levantou. Mas não ficou em pé. Caiu de joelhos diante do Senhor. Ergueu suas mãos e clamou.

Seu clamor foi de intercessão. Não apontou com o dedo. Incluiu-se na oração. Disse que se envergonhava de levantar seu rosto para o Senhor, porque a “nossa culpa” se elevava até o céu. Era o povo dele. Ele fazia parte.

Lembrou ao Senhor tudo que acontecera. Agora eram apenas uns poucos remanescentes, que se continuassem em pecado, seriam extintos. Foi uma oração desesperadora. Um clamor do fundo do coração.

Enquanto ainda orava e confessava, chorando com o rosto em terra diante do Senhor, no templo, uma grande multidão de homens, mulheres e até crianças, reuniu-se a ele. Choraram amargamente.
Reconheciam seu pecado. Haviam se afastado do Senhor.

Secanias tomou a palavra. Confessou a Esdras que foram infiéis. Mas nem tudo estava perdido. Havia esperança para Israel. Fariam uma nova aliança com o Senhor. Divorciariam das mulheres estrangeiras. Seguiriam o conselho de Esdras em tudo.

Que Esdras se levantasse. Era ele quem deveria lhes dizer como corrigir aquela situação. Que fosse forte e fizesse o que deveria ser feito. Eles o apoiariam. Reconheciam sua autoridade. Sabiam quem Esdras era.

Ah, como precisamos de homens como Esdras, que se humilham diante do Senhor pelo pecado de outros. E como precisamos de homens como Secanias, que se arrependem prontamente e lembram que existe esperança. O Senhor é misericordioso. Aceita uma nova aliança.

Esdras levantou-se. Exigiu um juramento de que todos fariam o que Secanias propôs. O povo jurou.
Esdras continuou ainda em jejum por um tempo, lamentando a infidelidade dos exilados que regressaram. Ordenou que todos fossem a Jerusalém, em três dias. Quem não fosse seria expulso da comunidade dos exilados.

Dentro de três dias estavam todos ali, sentados na praça, diante do templo do Senhor. O povo tremia por causa da seriedade daquela reunião. Também porque era o tempo das chuvas. Esdras ordenou que confessassem seus pecados. Eles o fizeram.

Alguém, com muito bom senso, levantou-se. Solicitou que voltassem em dias marcados, para se reunirem com as autoridades. Eram muitos os que pecaram, casando-se com estrangeiras. Viriam aos poucos. Cada grupo de sua cidade, em dias específicos.

Apenas dois não concordaram. Eles seguiram o plano. Em pouco menos de três meses resolveram todos os casos.

Em seguida, Esdras lista os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e os demais israelitas culpados.
Eles se comprometeram a divorciar-se de suas esposas.

Sabemos que o Senhor odeia o divórcio. Devemos nos lembrar, no entanto, que eram mulheres que serviam a outros deuses. E que influenciavam negativamente seus maridos. Ainda assim, deve ter sido muito dolorido. O coração daqueles homens deve ter sangrado para obedecerem essa ordem. Mais do que se tivessem obedecido antes. E não tivessem se casado.

Que nossos nomes sejam encontrados nas listas dos fiéis. Obedecer sempre é melhor. Com certeza, nos poupa de muito sofrimento.

Continuamos amanhã. Um novo livro. Leremos os três primeiros capítulos de Neemias.

Espero você. Até lá.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 24.1-26.19

Leitura do dia 23/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html

Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.

Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.

Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.

O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.

Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.

O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.

Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.

Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.

Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.

A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.

Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.

Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.

Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.

O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.

“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27

Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.

Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.

Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.

As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.

Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.

Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

domingo, 1 de abril de 2018

A parábola do homem rico e Lázaro

Prosseguimos nossa caminhada. Lucas, capítulo 16. Do versículo 16 ao 31.

Jesus diz que a Lei e os Profetas profetizaram até João. Depois disso, estão sendo pregadas as boas novas do Reino de Deus, e todos tentam forçar sua entrada nele.

Mesmo assim, é mais fácil o céu e a terra
desaparecerem, do que cair da Lei um til que seja.

Ele afirma que quem se divorciar de sua mulher e se casar com outra, estará cometendo adultério e o homem que se casar com uma mulher divorciada de seu marido está cometendo adultério.

Essa palavra é muito dura. Não apenas para hoje, mas para aquela época. O divórcio, que havia sido dado por Moisés como proteção, por causa do coração endurecido do homem, agora era tido como uma simples desculpa para despedir a mulher. Queimou a comida? Carta de divórcio para ela.

Ele começa uma história. Havia um homem rico. Esse homem se vestia muito bem e vivia no luxo todos os dias.

Diante do portão de sua casa foi deixado um mendigo. Seu nome era Lázaro. Estava coberto de feridas. Morrendo de fome, ansiava comer o que caía da mesa do rico. Não lhe davam as sobras. Em vez disso, os cães vinham lamber suas feridas.

Chegou o dia em que o mendigo morreu. Os anjos o levaram para junto de Abraão.

O rico também morreu e foi sepultado. Do lugar de seu tormento, olhou para cima e viu Abraão de longe, com Lázaro ao seu lado.

Ele chamou Abraão, pediu que tivesse misericórdia dele e mandasse que Lázaro molhasse a ponta do dedo na água e refrescasse sua língua. Estava sofrendo muito naquele fogo onde estava.

Abraão falou que ele se lembrasse que durante sua vida havia recebido coisas boas e Lázaro coisas más. Agora, porém, Lázaro estava sendo consolado e ele, estava em sofrimento.

Além disso, havia um enorme abismo entre ambos. Não havia como alguém passar para o outro lado.

O homem implorou que Abraão mandasse Lázaro ir à casa de seu pai. Tinha cinco irmãos. Pediu que os avisassem para que não fossem também para aquele lugar de tormento.

Abraão respondeu que eles tinham a Lei e os Profetas. Era o suficiente.

O homem argumentou que se alguém voltasse dos mortos, eles se arrependeriam.

Abraão respondeu que se eles não ouvissem a Lei e os Profetas, não seriam convencidos por mais ninguém.

Vamos parar aqui.

É importante discernir que o homem rico não estava naquele lugar de tormento por ser rico. Abraão foi um homem muito rico. Mas não colocava seu coração nas riquezas. Ele tinha relacionamento com o Senhor. Aquele homem, não. Não se importava com os pobres. Gostava de viver no luxo, comendo do bem e do melhor. Sem se importar em ajudar alguém. Não havia em seu coração misericórdia pela situação de Lázaro, mesmo estando prostrado à sua porta, esperando receber suas migalhas.

Sua riqueza não servia para abençoar ninguém além de si mesmo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html

Quem ama a riqueza é egoísta, não consegue compartilhar.

Temos o suficiente para aprendermos os ensinamentos do Todo-Poderoso. Hoje mais que naquela época. Somos privilegiados. Precisamos aprender. Nos arrepender e viver uma vida digna. Só temos uma vida.

Depois que morrermos, não teremos como nos arrepender. O arrependimento é para hoje.

Se você ainda não se arrependeu de sua vida longe de Deus, faça-o já. Não espere o amanhã. Nada é melhor que vivermos com o Senhor. Tome uma decisão.

Amanhã prosseguimos. Espero você.