Leitura do dia 25/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 31.1-29
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
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Deuteronômio 28.1-30.20
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E, maravilha, Seus mandamentos não estavam longe que não pudessem alcançar. Estavam em seus lábios e corações. Podiam obedecer.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
sábado, 23 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 27.1-26
Leitura do dia 24/02.
Na postagem anterior vimos várias leis e um novo chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo vinte e sete de Deuteronômio.
Quando atravessassem o Jordão, iriam até o monte Ebal. Ali, tomariam pedras grandes e as pintariam com cal. Nelas escreveriam os termos da Lei. Construiriam um altar ao Senhor. Com pedras inteiras. Que não teriam seus formatos alterados por nenhum tipo de ferramenta.
Nosso altar ao Senhor também deve ser assim. Nenhuma ferramenta deve alterá-lo. Por melhor que seja.
Eles ofereceriam sacrifícios ao Senhor e celebrariam, alegrando-se em Sua presença.
Não consigo entender porque existem pessoas que acham que o Senhor é um velho ranzinza e severo, que odeia barulho, que nos faz andar como se estivéssemos andando sobre ovos. Ele não é assim. O Senhor instituiu festas e celebrações, para Israel se alegrar em Sua presença. Não ficarem mudos, mas se alegrarem. Celebrarem.
Nos montes eles pronunciariam as bênçãos e as maldições.
As bênçãos seriam ditas no monte Gerizim, com as tribos de Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim reunidas.
As maldições seriam ditas no monte Ebal, com as tribos de Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali reunidas ali.
Os levitas pronunciariam as maldições em alta voz e todo o povo de Israel diria “Amém”, concordando que obedeceriam e seriam malditos se não o fizessem.
Uma aliança é feita para ser cumprida e não descumprida. Se a cumprirmos, não precisamos temer nenhuma consequência ou maldição.
As maldições envolviam idolatria, falta de respeito aos pais, roubo, engano ao cego, falta de justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas, relações sexuais com a esposa do pai, com animais, com a irmã, com a sogra, assassinato e não cumprimento da lei. Quem agisse assim, seria maldito.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos vinte e oito a trinta e um de Deuteronômio.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos várias leis e um novo chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo vinte e sete de Deuteronômio.
Quando atravessassem o Jordão, iriam até o monte Ebal. Ali, tomariam pedras grandes e as pintariam com cal. Nelas escreveriam os termos da Lei. Construiriam um altar ao Senhor. Com pedras inteiras. Que não teriam seus formatos alterados por nenhum tipo de ferramenta.
Nosso altar ao Senhor também deve ser assim. Nenhuma ferramenta deve alterá-lo. Por melhor que seja.
Eles ofereceriam sacrifícios ao Senhor e celebrariam, alegrando-se em Sua presença.
Não consigo entender porque existem pessoas que acham que o Senhor é um velho ranzinza e severo, que odeia barulho, que nos faz andar como se estivéssemos andando sobre ovos. Ele não é assim. O Senhor instituiu festas e celebrações, para Israel se alegrar em Sua presença. Não ficarem mudos, mas se alegrarem. Celebrarem.
Nos montes eles pronunciariam as bênçãos e as maldições.
As bênçãos seriam ditas no monte Gerizim, com as tribos de Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim reunidas.
As maldições seriam ditas no monte Ebal, com as tribos de Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali reunidas ali.
Os levitas pronunciariam as maldições em alta voz e todo o povo de Israel diria “Amém”, concordando que obedeceriam e seriam malditos se não o fizessem.
Uma aliança é feita para ser cumprida e não descumprida. Se a cumprirmos, não precisamos temer nenhuma consequência ou maldição.
As maldições envolviam idolatria, falta de respeito aos pais, roubo, engano ao cego, falta de justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas, relações sexuais com a esposa do pai, com animais, com a irmã, com a sogra, assassinato e não cumprimento da lei. Quem agisse assim, seria maldito.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos vinte e oito a trinta e um de Deuteronômio.
Espero você. Até lá.
Deuteronômio 24.1-26.19
Leitura do dia 23/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html
Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.
Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.
Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.
O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.
Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.
O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.
Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.
Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.
Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.
A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.
Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.
Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.
Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.
O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.
“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27
Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.
Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.
Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.
As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.
Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.
Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html
Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.
Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.
Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.
O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.
Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.
O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.
Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.
Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.
Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.
A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.
Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.
Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.
Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.
O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.
“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27
Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.
Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.
Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.
As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.
Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.
Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 21.1-23.25
Leitura do dia 22/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as ofertas que seriam separadas para os sacerdotes e levitas. O chamado à santidade. Como reconhecer os verdadeiros profetas. A ordem para separar as cidades refúgios. O exercício da justiça. As leis concernentes às guerras.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-2020.html
Hoje caminharemos através dos capítulos vinte e um ao capítulo vinte e três.
Moisés ordena que, se um morto for encontrado no campo e não souberem quem o matou, as autoridades e juízes medirão a distância até à cidade mais próxima. As autoridades desta cidade oferecerão um sacrifício, pedindo perdão e confessando que não sabem quem cometeu o assassinato. Assim purificariam a terra.
Se algum soldado visse uma prisioneira e gostasse dela, poderia levá-la para casa, rasparia sua cabeça, cortaria suas unhas, trocaria suas roupas de prisioneira e deixaria que ela chorasse por seus pais durante um mês inteiro. Depois, casaria com ela. Se por algum motivo não se agradasse dela, ele a liberaria. Não poderia ser vendida, nem tratada como escrava. Uma lei de proteção à mulher.
O direito do filho mais velho não seria passado a outro, ainda que o outro fosse filho da esposa querida. Assim, a primogenitura estaria protegida.
O filho rebelde, incorrigível, seria levado às autoridades. E apedrejado. Para que Israel visse e não seguisse seu exemplo. Os próprios pais fariam a denúncia.
Se alguém cometesse um crime digno de morte e fosse pendurado no madeiro, não permaneceria pendurado até à noite, pois todo aquele que é pendurado, é maldito aos olhos do Senhor.
Nosso Senhor foi pendurado no madeiro. Fez-se maldito por nós. Em nosso lugar. Por amor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Se encontrassem algum animal perdido, ou até um objeto, teriam que devolver. Nenhum israelita fugiria de sua responsabilidade.
Mulher não vestiria roupa de homem e homem não vestiria roupa de mulher. A questão aqui não é o homem vestir saia e a mulher calça comprida. É o homem vestir-se como se fosse uma mulher e a mulher vestir-se como se fosse um homem.
Toda casa teria um parapeito no telhado, para evitar qualquer acidente.
Se um homem casasse e acusasse sua esposa de não ser virgem, seus pais levariam até às autoridades a prova da virgindade de sua filha. Os lençóis manchados de sangue. O homem seria castigado, pagaria uma multa aos pais e jamais se divorciaria dela, por tê-la envergonhado publicamente. Mais uma lei de proteção à mulher.
Se a acusação fosse verdadeira, a mulher seria apedrejada na porta da casa de seus pais. Para que servisse de exemplo e não voltasse a repetir tal ato em Israel.
Se um homem fosse flagrado em adultério. Ele e a mulher seriam mortos. Para Israel aprender e não cometer mais adultério.
Se um homem encontrasse uma mulher na cidade e a agarrasse, e ela estivesse comprometida a outro homem, ambos seriam mortos. A lógica era que ela não gritara pedindo socorro. Se acontecesse no campo, somente o homem morreria. A mulher deveria ter gritado, mas não foi ouvida. Mas uma lei de proteção à mulher.
Se um homem deitasse com uma virgem não comprometida, seria obrigado a se casar com ela. E jamais divorciar, por tê-la desonrado. Outra lei de proteção à mulher.
Quem tivesse os testículos esmagados ou um membro amputado, não poderia entrar na casa do Senhor. Nem um filho ilegítimo e sua descendência, até à décima geração. Era uma advertência para que os filhos nascessem sempre dentro da proteção do casamento.
Os moabitas ou amonitas também não entrariam na casa do Senhor, até sua décima geração. Eles contrataram Balaão para amaldiçoar Israel.
Quando fossem à guerra se manteriam afastados de tudo que fosse impuro.
Os israelitas foram instruídos a evacuar fora do acampamento, levando sempre uma pá, para cavar um buraco e cobrir as fezes. Ensinamento sobre saneamento básico.
Se algum escravo fugisse e se refugiasse na casa de um israelita, não seria devolvido. Viveria no meio deles, sem ser oprimido.
Nenhum israelita se prostituiria nos cultos aos ídolos. Suas ofertas também não seriam aceitas.
Se um israelita emprestasse dinheiro a outro, não cobraria juros.
Não fazer voto não é pecado. Mas se fizesse, seria cumprido prontamente.
Se entrassem no vinhedo de alguém, podiam comer o que conseguissem, mas não levar em cestos. O mesmo num campo de cereal.
Hoje terminamos aqui. Leis referentes à moralidade, responsabilidade, obediência, santidade e higiene.
Amanhã continuamos através do capítulo vinte e quatro até o capítulo vinte e sete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as ofertas que seriam separadas para os sacerdotes e levitas. O chamado à santidade. Como reconhecer os verdadeiros profetas. A ordem para separar as cidades refúgios. O exercício da justiça. As leis concernentes às guerras.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-2020.html
Hoje caminharemos através dos capítulos vinte e um ao capítulo vinte e três.
Moisés ordena que, se um morto for encontrado no campo e não souberem quem o matou, as autoridades e juízes medirão a distância até à cidade mais próxima. As autoridades desta cidade oferecerão um sacrifício, pedindo perdão e confessando que não sabem quem cometeu o assassinato. Assim purificariam a terra.
Se algum soldado visse uma prisioneira e gostasse dela, poderia levá-la para casa, rasparia sua cabeça, cortaria suas unhas, trocaria suas roupas de prisioneira e deixaria que ela chorasse por seus pais durante um mês inteiro. Depois, casaria com ela. Se por algum motivo não se agradasse dela, ele a liberaria. Não poderia ser vendida, nem tratada como escrava. Uma lei de proteção à mulher.
O direito do filho mais velho não seria passado a outro, ainda que o outro fosse filho da esposa querida. Assim, a primogenitura estaria protegida.
O filho rebelde, incorrigível, seria levado às autoridades. E apedrejado. Para que Israel visse e não seguisse seu exemplo. Os próprios pais fariam a denúncia.
Se alguém cometesse um crime digno de morte e fosse pendurado no madeiro, não permaneceria pendurado até à noite, pois todo aquele que é pendurado, é maldito aos olhos do Senhor.
Nosso Senhor foi pendurado no madeiro. Fez-se maldito por nós. Em nosso lugar. Por amor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Se encontrassem algum animal perdido, ou até um objeto, teriam que devolver. Nenhum israelita fugiria de sua responsabilidade.
Mulher não vestiria roupa de homem e homem não vestiria roupa de mulher. A questão aqui não é o homem vestir saia e a mulher calça comprida. É o homem vestir-se como se fosse uma mulher e a mulher vestir-se como se fosse um homem.
Toda casa teria um parapeito no telhado, para evitar qualquer acidente.
Se um homem casasse e acusasse sua esposa de não ser virgem, seus pais levariam até às autoridades a prova da virgindade de sua filha. Os lençóis manchados de sangue. O homem seria castigado, pagaria uma multa aos pais e jamais se divorciaria dela, por tê-la envergonhado publicamente. Mais uma lei de proteção à mulher.
Se a acusação fosse verdadeira, a mulher seria apedrejada na porta da casa de seus pais. Para que servisse de exemplo e não voltasse a repetir tal ato em Israel.
Se um homem fosse flagrado em adultério. Ele e a mulher seriam mortos. Para Israel aprender e não cometer mais adultério.
Se um homem encontrasse uma mulher na cidade e a agarrasse, e ela estivesse comprometida a outro homem, ambos seriam mortos. A lógica era que ela não gritara pedindo socorro. Se acontecesse no campo, somente o homem morreria. A mulher deveria ter gritado, mas não foi ouvida. Mas uma lei de proteção à mulher.
Se um homem deitasse com uma virgem não comprometida, seria obrigado a se casar com ela. E jamais divorciar, por tê-la desonrado. Outra lei de proteção à mulher.
Quem tivesse os testículos esmagados ou um membro amputado, não poderia entrar na casa do Senhor. Nem um filho ilegítimo e sua descendência, até à décima geração. Era uma advertência para que os filhos nascessem sempre dentro da proteção do casamento.
Os moabitas ou amonitas também não entrariam na casa do Senhor, até sua décima geração. Eles contrataram Balaão para amaldiçoar Israel.
Quando fossem à guerra se manteriam afastados de tudo que fosse impuro.
Os israelitas foram instruídos a evacuar fora do acampamento, levando sempre uma pá, para cavar um buraco e cobrir as fezes. Ensinamento sobre saneamento básico.
Se algum escravo fugisse e se refugiasse na casa de um israelita, não seria devolvido. Viveria no meio deles, sem ser oprimido.
Nenhum israelita se prostituiria nos cultos aos ídolos. Suas ofertas também não seriam aceitas.
Se um israelita emprestasse dinheiro a outro, não cobraria juros.
Não fazer voto não é pecado. Mas se fizesse, seria cumprido prontamente.
Se entrassem no vinhedo de alguém, podiam comer o que conseguissem, mas não levar em cestos. O mesmo num campo de cereal.
Hoje terminamos aqui. Leis referentes à moralidade, responsabilidade, obediência, santidade e higiene.
Amanhã continuamos através do capítulo vinte e quatro até o capítulo vinte e sete.
Espero você. Até lá.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 18.1-20.20
Leitura do dia 21/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos sobre o cancelamento das dívidas no sétimo ano e a libertação de escravos hebreus. Os pobres devem ser tratados com generosidade. Ajudados com o coração bondoso, não de má vontade.
Vimos também que os machos das primeiras crias são do Senhor. Serão comidos em Sua presença. Com alegria.
Nenhum animal com defeito ou doente deve ser oferecido.
As Festas da Páscoa, da Colheita e das Cabanas devem ser rigorosamente cumpridas. A justiça ser íntegra e imparcial.
Quando tiverem um rei ele, entre outras coisas, copiará o livro da lei para ter sempre a seu alcance, lendo-o todos os dias de sua vida. Assim aprenderá a amar e temer ao Senhor, prolongando seu reino e de seus descendentes. Também aprenderá que não é superior a ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-151-1720.html
Hoje caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Israel é lembrado a cuidar dos sacerdotes e levitas. Eles não receberão porção na terra. O Senhor é Sua porção.
Israel é chamado a viver em santidade. Jamais oferecer um filho em sacrifício. Nem praticar adivinhação. Ou usar encantamentos. Interpretar agouros. Envolver-se com bruxaria. Nem lançar feitiços. Atuar como médium, praticar ocultismo, consultar os espíritos dos mortos. Tais práticas são detestáveis ao Senhor.
As nações que estão prestes a serem lançadas dali, tem essas práticas. Por isso o Senhor as está destruindo.
O Senhor promete que levantará um profeta como Moisés. E para saber se um profeta é verdadeiro, esperarão que sua palavra se cumpra.
Mais três cidades de refúgio serão necessárias do lado de lá do Jordão. Para todos que cometerem um crime, sem intenção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Se Israel obedecer ao Senhor e Ele aumentar seu território, deverão escolher mais três cidades.
Moisés lembra que o assassino deve ser executado, pelo vingador de sangue. Se ele fugir para uma cidade refúgio, as autoridades o levarão de volta até o vingador de sangue. Não devem ter compaixão dessa pessoa para que Israel aprenda.
Quem matou inadvertida ou acidentalmente, fugirá para a cidade de refúgio. Os caminhos para essas cidades eram sempre mantidos em perfeitas condições para que o homicida pudesse chegar com facilidade. Antes do vingador de sangue. Assim Israel estaria livre da culpa de matar um inocente.
Jamais deverão roubar as terras de outros. Os limites antigos não podem ser alterados.
Novamente Moisés fala da importância de uma segunda testemunha. Para alguém ser condenado, todos os fatos devem ser apurados, investigados com cuidado, pelos juízes.
Se houver uma testemunha falsa, ela sofrerá o dano que planejou para o acusado injustamente. Não devem ter compaixão dessa pessoa. Para que Israel veja, tema e aprenda.
Quando o exército for para a guerra, o sacerdote lhes ordenará que não tenham medo, mesmo que o exército inimigo seja maior. O Senhor, que os tirou da terra do Egito, está com eles. O sacerdote também dirá que devem ser corajosos. Não se apavorar, nem tremerem diante do inimigo. O Senhor irá com eles e lutará contra seus inimigos.
Depois do sacerdote, os oficiais do exército falarão aos soldados que, se tiverem construído uma casa e ainda não usufruído dela, que voltem e usufruam. Se tiverem plantado uma videira e ainda não comeram de seus frutos, que voltem e comam. Se estiverem noivo, que voltem e casem. Para não correrem o risco de morrer na guerra e outro usufruir de sua casa, sua videira, sua noiva.
Eles também dirão que se houver alguém com medo ou angustiado que volte para sua casa, antes que amedronte outros.
Só então, eram escolhidos os comandantes para as tropas. Pessoas que completamente focadas na guerra. Sem preocupações ou medos em seus corações.
Quando forem à uma guerra, longe da terra que o Senhor lhes dá, devem oferecer primeiramente a paz, se aceitarem, não matarão ninguém. A população será escrava. Se partirem para a guerra, todos os homens serão mortos. As mulheres e crianças podem ser tomadas. Assim como o despojo.
Mas, das nações moradoras da terra que o Senhor está lhes dando, devem destruir tudo. Ninguém será poupado. Para que não sirva de armadilha, ensinando-os a servirem outros deuses.
E, olha que interessante, quando cercassem uma cidade, não podiam cortar as árvores frutíferas. Comeriam suas frutas. Cortariam apenas as que não fossem frutíferas para construírem seus equipamentos de guerra.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e um até o capítulo vinte e três.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos sobre o cancelamento das dívidas no sétimo ano e a libertação de escravos hebreus. Os pobres devem ser tratados com generosidade. Ajudados com o coração bondoso, não de má vontade.
Vimos também que os machos das primeiras crias são do Senhor. Serão comidos em Sua presença. Com alegria.
Nenhum animal com defeito ou doente deve ser oferecido.
As Festas da Páscoa, da Colheita e das Cabanas devem ser rigorosamente cumpridas. A justiça ser íntegra e imparcial.
Quando tiverem um rei ele, entre outras coisas, copiará o livro da lei para ter sempre a seu alcance, lendo-o todos os dias de sua vida. Assim aprenderá a amar e temer ao Senhor, prolongando seu reino e de seus descendentes. Também aprenderá que não é superior a ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-151-1720.html
Hoje caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Israel é lembrado a cuidar dos sacerdotes e levitas. Eles não receberão porção na terra. O Senhor é Sua porção.
Israel é chamado a viver em santidade. Jamais oferecer um filho em sacrifício. Nem praticar adivinhação. Ou usar encantamentos. Interpretar agouros. Envolver-se com bruxaria. Nem lançar feitiços. Atuar como médium, praticar ocultismo, consultar os espíritos dos mortos. Tais práticas são detestáveis ao Senhor.
As nações que estão prestes a serem lançadas dali, tem essas práticas. Por isso o Senhor as está destruindo.
O Senhor promete que levantará um profeta como Moisés. E para saber se um profeta é verdadeiro, esperarão que sua palavra se cumpra.
Mais três cidades de refúgio serão necessárias do lado de lá do Jordão. Para todos que cometerem um crime, sem intenção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Se Israel obedecer ao Senhor e Ele aumentar seu território, deverão escolher mais três cidades.
Moisés lembra que o assassino deve ser executado, pelo vingador de sangue. Se ele fugir para uma cidade refúgio, as autoridades o levarão de volta até o vingador de sangue. Não devem ter compaixão dessa pessoa para que Israel aprenda.
Quem matou inadvertida ou acidentalmente, fugirá para a cidade de refúgio. Os caminhos para essas cidades eram sempre mantidos em perfeitas condições para que o homicida pudesse chegar com facilidade. Antes do vingador de sangue. Assim Israel estaria livre da culpa de matar um inocente.
Jamais deverão roubar as terras de outros. Os limites antigos não podem ser alterados.
Novamente Moisés fala da importância de uma segunda testemunha. Para alguém ser condenado, todos os fatos devem ser apurados, investigados com cuidado, pelos juízes.
Se houver uma testemunha falsa, ela sofrerá o dano que planejou para o acusado injustamente. Não devem ter compaixão dessa pessoa. Para que Israel veja, tema e aprenda.
Quando o exército for para a guerra, o sacerdote lhes ordenará que não tenham medo, mesmo que o exército inimigo seja maior. O Senhor, que os tirou da terra do Egito, está com eles. O sacerdote também dirá que devem ser corajosos. Não se apavorar, nem tremerem diante do inimigo. O Senhor irá com eles e lutará contra seus inimigos.
Depois do sacerdote, os oficiais do exército falarão aos soldados que, se tiverem construído uma casa e ainda não usufruído dela, que voltem e usufruam. Se tiverem plantado uma videira e ainda não comeram de seus frutos, que voltem e comam. Se estiverem noivo, que voltem e casem. Para não correrem o risco de morrer na guerra e outro usufruir de sua casa, sua videira, sua noiva.
Eles também dirão que se houver alguém com medo ou angustiado que volte para sua casa, antes que amedronte outros.
Só então, eram escolhidos os comandantes para as tropas. Pessoas que completamente focadas na guerra. Sem preocupações ou medos em seus corações.
Quando forem à uma guerra, longe da terra que o Senhor lhes dá, devem oferecer primeiramente a paz, se aceitarem, não matarão ninguém. A população será escrava. Se partirem para a guerra, todos os homens serão mortos. As mulheres e crianças podem ser tomadas. Assim como o despojo.
Mas, das nações moradoras da terra que o Senhor está lhes dando, devem destruir tudo. Ninguém será poupado. Para que não sirva de armadilha, ensinando-os a servirem outros deuses.
E, olha que interessante, quando cercassem uma cidade, não podiam cortar as árvores frutíferas. Comeriam suas frutas. Cortariam apenas as que não fossem frutíferas para construírem seus equipamentos de guerra.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e um até o capítulo vinte e três.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 8.1-10.22
Leitura do dia 18/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.
Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.
Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.
Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.
Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!
É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.
Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.
Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.
Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.
E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.
Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.
Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.
Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!
Nosso texto de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos que Moisés encorajou Israel e obedecer ao Senhor, alertou-os contra a idolatria, separou três cidades refúgios.
Iniciou seu segundo discurso, lembrou os dez mandamentos que o Senhor entregou nas tábuas da aliança, chamou Israel a um compromisso total com Ele, de corpo, alma, coração.
Falou do privilégio de ser um povo separado para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos oito a dez.
Moisés lembra novamente Israel da importância da obediência. Seu coração pesa, prestes a deixar o povo. Acredito que, se pudesse, abria seus corações e plantava lá todos os mandamentos, decretos e preceitos do Senhor. Para nunca deixarem de amá-Lo e serví-Lo, obedecendo-O em tudo.
Ele lembra a situação prestes a tornar-se realidade. Não vão mais estar no deserto. Dependendo completamente do Senhor para saciar sua fome e sede.
Entrarão na terra. Construirão casas boas. Seus rebanhos e suas riquezas multiplicarão. Comerão o melhor da terra. Ah, que perigo!
É muito mais difícil servir ao Senhor no palácio, como José fez, que no deserto. Muito mais difícil serví-Lo em Canaã, em meio à prosperidade, que no deserto.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
Moisés sabia disso. Viveu quarenta anos como filho da filha de Faraó. Em um palácio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-11-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/a-escola-secreta.html
Ele queria, de todas as formas possíveis, incutir a Palavra do Senhor no coração de Israel. Que não batessem no peito e dissessem que foram eles que conseguiram tudo que tinham. Que se lembrassem do Senhor e Sua bondade. De como os conduziu pelo deserto. Como os provou para depois suprí-los.
Além disso, Moisés queria que ficasse claro que o Senhor lhes dava a terra por causa de Suas promessas a seus antepassados. Não expulsaria aquelas nações diante deles por serem bons, mas pela perversidade das nações, que estavam vivendo o tempo de Seu justo juízo.
Moisés lembrou também do bezerro de ouro. Ele teve que subir novamente ao monte Sinai onde ficou mais quarenta dias e quarenta noites sem comer e sem beber, clamando que o Senhor não os destruíssem. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
E aqui, finalmente, vemos que o Senhor desejou destruir Arão, mas Moisés também intercedeu por ele. E o Senhor o ouviu.
Lembra também que o Senhor escreveu novamente em duas tábuas. Moisés havia ficado tão indignado quando viu o bezerro de ouro, que quebrara primeiro.
E, mais uma vez, chama Israel a amar e obedecer ao Senhor. Era o que o Senhor desejava. Que eles O temessem e vivessem de maneira agradável aos Seus olhos, amando-O e servindo-O de todo o coração e alma. Que deixassem de ser teimosos. E fossem obedientes.
Afinal, o Senhor é o Deus dos deuses, Senhor dos senhores. O grande Deus, o Deus poderoso e temível, que não mostra parcialidade e não aceita subornos.
Não adiantaria servirem-No parcialmente, oferecendo barganhas. Ele não aceita subornos. Ele é totalmente reto e justo. Ele faz justiça ao órfão e à viúva. E ama o estrangeiro. Ele é o único digno do nosso louvor.
Esse é o Senhor de Israel. O nosso Senhor. Que o amemos de todo nosso coração e alma, como Moisés ensinou. Obedecendo-O com alegria e sinceridade. Não importa se estamos no deserto ou no palácio. No deserto ou na terra prometida. Que sejamos totalmente dEle!
Nosso texto de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos de onze a quatorze.
Espero você. Até lá.
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 5.1-7.26
Leitura do dia 17/02.
Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.
Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.
Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.
Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.
E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.
Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.
Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.
Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.
Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.
Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.
Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.
Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.
E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.
E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.
Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.
E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.
Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.
Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.
O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.
O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.
Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.
Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html
É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.
Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.
Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.
Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.
Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.
E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.
Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.
Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.
Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.
Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.
Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.
Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.
Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.
E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.
E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.
Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.
E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.
Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.
Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.
O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.
O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.
Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.
Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.
Espero você. Até lá.
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Trajetórias de Israel
Deuteronômio 4.1-49
Leitura do dia 17/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.
Seus dias estão contados. Não entrará na terra.
Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.
Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.
Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.
Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.
Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.
Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.
Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.
Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.
Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html
O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.
Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.
Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.
Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.
Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.
Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?
Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.
Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.
O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html
Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.
Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.
Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.
Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.
Seus dias estão contados. Não entrará na terra.
Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.
Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.
Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.
Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.
Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.
Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.
Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.
Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.
Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
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O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.
Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.
Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.
Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.
Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.
Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?
Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.
Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.
O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
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Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.
Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.
Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.
Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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sábado, 16 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 2.1-3.29
Leitura do dia 16/02.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
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Deuteronômio 1.1-46
Leitura do dia 16/02.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
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Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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