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sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 15.1-39
Leitura do dia 15/10.
Na postagem anterior vimos a morte de João Batista. A primeira multiplicação dos pães e peixes. O Senhor andar sobre as águas. Os enfermos tocando-O e recebendo cura.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-141-36.html
Agora, entramos através das páginas do capítulo quinze de Mateus.
Aparentemente Jesus continua em Genesaré, se não, naquela região, porque alguns fariseus e mestres da lei, vindos de Jerusalém, foram até Ele.
Quando lemos até aqui, podemos ficar animados, pensando que, finalmente, aqueles homens resolveram ouvir Jesus. Mas não, eles tinham perguntas. E foram logo perguntando, sem preâmbulos: “Por que seus discípulos desobedecem à tradição dos líderes religiosos”?. E, para o caso de Jesus não entender, citam a transgressão: “Eles não respeitam a cerimônia de lavar as mãos antes de comer!".
Mais uma vez gostaria de ter uma placa nas mãos, escrita: “Aplausos”. Jesus também era direto. Seu compromisso era com a verdade. Gosto quando responde uma pergunta com outra. Nos leva a pensar.
Também responde à queima-roupa, perguntando: “E (esse "e" aqui é muito importante) por que vocês transgridem o mandamento de Deus por causa da tradição”?. E, para o caso de não entenderem ao que está se referindo, cita um dos dez mandamentos, o que fala sobre honrar pai e mãe.
Os fariseus e mestres da lei usavam como desculpa a tradição para não cuidarem de seus pais. Diziam que o que podiam lhes oferecer haviam dado em oferta ao Senhor. Interessante notar que, absurdamente, podiam ficar de posse e administrar essa oferta. Logo, não ofertavam ao Senhor. O que faziam era não cuidar de seus pais e invalidarem o mandamento usando uma tradição como desculpa. Jesus foi bem claro ao dizer que estavam anulando a palavra de Deus por causa de suas tradições.
Continua, chamando aqueles homens de hipócritas. Sinceramente, estou boquiaberta. Fico olhando, paralisada e maravilhada. Esse é o meu Senhor. Completamente comprometido com a verdade. Corajoso. Não tem medo de “bater de frente” com os líderes religiosos de Seu tempo, mesmo sabendo da grande influência que exerciam nas autoridades civis.
Para não deixar nenhuma dúvida do que estava falando, “quem tem ouvidos, ouça”, Jesus cita Isaías. Ele é transparente como água. “Bem profetizou Isaías acerca de vocês, dizendo”... O texto é direto. Era um povo que honrava ao Senhor com os lábios, mas o coração estava longe dEle. Adoravam ao Senhor em vão. Seus ensinamentos não passavam de regras, ensinadas por homens.
Continuo com minha plaquinha levantada. Não satisfeito em dizer a verdade aos fariseus e mestres da lei, que a essa altura deviam estar com “cara de tacho”, rangendo os dentes de raiva, Jesus chama a multidão para junto de Si. Todos deviam ouvir o que iria falar. “Ouçam e entendam”, foi como começou Seu discurso.
Explica a todos que o que contamina o homem não é o que entra através da sua boca, mas o que sai. Já havia dito anteriormente que o que sai da boca é o que está no coração. E o que sai do coração é o que realmente contamina o homem.
Olho para os discípulos. Estão boquiabertos também. Meio temerosos, percebo. Acho que até suando um pouco. Se aproximam dEle e perguntam: “Sabe que os fariseus ficaram ofendidos quando ouviram isso"?. Como se Ele não soubesse.
Jesus responde que toda planta que o Pai não plantara seria arrancada. Se houvesse entre aqueles homens alguém que de fato ouvisse e entendesse, se arrependeria de suas práticas. A verdade deve ser dita. E foi além, os discípulos não deviam se preocupar com eles. Eram cegos. Guiando outros cegos. Indo diretamente para um buraco.
Pedro pediu que lhes explicasse a parábola do que contaminava o homem. Jesus demonstra espanto por ainda não terem entendido. Seus ensinamentos sempre eram voltados para o interior do homem, já estava na hora de entenderem.
Por que o que contamina o homem é o que sai do próprio homem? Tudo começa em nossos corações. Todas as palavras ditas, todos os atos, têm sua raiz no coração. É do coração que saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias. Essas coisas nascem no coração para depois tomar vida, tornar-se realidade.
Comer sem lavar as mãos não tem o mesmo peso. Não torna o homem impuro. Apenas cerimonialmente impuro. É completamente diferente.
Os fariseus não se importavam com o coração, somente com a aparência.
O Senhor enxerga além. Dentro dos nossos corações. Onde nascem nossos pensamentos, ideias, atos. É o nosso coração, acima de qualquer coisa, que deve estar limpo. É com nosso coração que devemos nos preocupar.
Claro, vamos lavar as mãos antes das refeições, por questão de higiene, não por questão de caráter.
Ainda com minha plaquinha na mão, fico ali sentada, em meio à multidão. Como tem estado meu coração? O que tem permeado meus pensamentos? O que tem me levado a agir a cada dia? Não esqueço de lavar as mãos antes das refeições, mas tenho mantido meu coração limpo e reto diante dEle? http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/o-que-e-mais-importante-tradicao-do.html
Percebo mais uma vez que o importante é quem somos, por dentro. Por isso o conselho do sábio, Salomão, que infelizmente andou um bom tempo por aí, sem guardar seu coração.
“Acima de todas as coisas, guarde seu coração,pois ele dirige o rumo de sua vida.” – Provérbios 4.23
Qual tem sido a disposição do meu coração? E do seu?
É dessa disposição que depende toda nossa vida.
Jesus retirou-se daquele lugar e foi para a região de Tiro e Sidom. Tiro ficava na Fenícia, hoje Líbano.
Uma mulher daquele lugar foi até Ele, desesperada, gritando: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! Minha filha está endemoninhada e sofrendo muito”.
Observo essa cena com olhos arregalados. Aquela mulher não pertencia ao povo de Israel, é chamada no texto de “cananeia”. No entanto, sabia quem era Jesus. Dirigiu-se a Ele, clamando, chamando-O de Senhor e Filho de Davi.
Meus olhos quase saltam quando vejo o Senhor sequer se mexer. Não disse uma palavra. Olho atentamente. O que irá acontecer?
Os discípulos vão falar com Ele. Fico parada. Atenta. Quero ouvir. Pedem a Jesus que mande a mulher embora. Não estão aguentando o grito dela atrás deles. Minha boca fica seca. Não posso acreditar em uma cena dessas.
Uma mulher clamando misericórdia. Jesus sem responder. Os discípulos pedindo que a mande embora. Não que Ele atenda a mulher, mas que a mande embora! Meu coração está a ponto de sair pela boca. E partido. Não sei o que está acontecendo. Não entendo.
Jesus responde que foi enviado apenas às ovelhas perdidas de Israel. O que está fazendo então em uma região com tantos gentios? E os outros gentios que atendeu? E Ele não é afinal, a luz para os gentios (Isaías 49.6)?
Nem sequer pisco. Aquela mulher vai sair furiosa dali, gritando horrores. Falando mal de Jesus.
Mas não. Ela O adora. De joelhos. E suplica: “Senhor, ajuda-me”!.
Como ver uma cena dessas e não me desfazer em lágrimas? Ela clama desesperadamente pela filha, que jaz endemoninhada em casa. Encontra um Jesus que se cala e depois diz que foi enviado apenas às ovelhas perdidas de Israel e ela se prostra diante dEle, adorando-O.
Que diferença para os mestres da lei, fariseus e saduceus, que só se aproximavam dEle para questionamentos ridículos. Ela o adora. Fico pasma! Que mulher é essa?
Agora Jesus vai curar sua filha, penso. Não sei você, não consigo piscar. Meu coração bate na boca, prestes a saltar. Jesus responde que não é certo tirar o pão dos filhos e lançá-los aos cachorrinhos. Meu estômago revira. Minha boca está aberta. Agora a mulher vai sair jogando poeira em cima de todos. Foi isso mesmo que ouvi? Jesus chamou a mulher de cachorrinho? Sei que os judeus costumavam chamar os gentios assim, mas esse é Jesus. Alguma coisa está errada.
Para meu total espanto, a mulher concorda com Ele. Concorda. Ela responde: “Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”.
Continuo chorando. Aquela mulher concordou que era um cachorrinho, que não pertencia ao povo de Israel, mas sabia que podia ficar com algo simples como uma migalha. Aquele era o Senhor, Filho de Davi, o Messias que devia vir ao mundo. Libertar sua filha de demônios era como uma migalha para Ele.
Meu coração acelera. Vejo algo em Seu rosto. Ele responde: “Mulher, grande é a sua fé! Seja conforme você deseja”. Naquele mesmo instante, sua filha foi curada. Ufa! Esse é o Jesus que conheço. Misericordioso. Acessível a todos.
Já vi muitas explicações sobre esse texto. A mulher precisava ser tratada de seu orgulho e tantas outras coisas. Mas acredito que esse texto foi escrito para mim. Talvez para você também.
Jesus foi até aquela região, habitada por muitos gentios. Sempre curava a todos. Não ia deixar de curar. Os discípulos não se apiedaram dela.
Será que temos agido assim também? Não suportando gritos atrás de nós clamando por socorro, clamando por Jesus?
Jesus elogiou sua fé. Era isso que queria ver? Sua perseverança? Até onde ela iria para conseguir o que queria? Até onde iria por quem amava?
Ele jamais iria até lá para não fazer nada. O único empecilho de milagres era a falta de fé, como aconteceu em Nazaré. Todos que se aproximaram dEle, com fé, receberam o que desejavam, precisavam.
Estou sentada no meio do caminho. Não consigo prosseguir agora. Preciso pensar. Sente-se comigo.
Quando os obstáculos vem, achamos que não quer nos abençoar? Desistimos, virando as costas?
Em nenhum momento aquela mulher pensou nisso. Continuou a clamar e adorar, mesmo sendo, aparentemente, rejeitada por Jesus.
Temos sido perseverantes? Temos clamado, até que ponto, por quem amamos?
Diante do não do Senhor, viro as costas emburrada ou me prostro aos Seus pés e O adoro?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/04/quando-deus-diz-nao.html
Diante de Seu silêncio, continuo adorando, esperando por Ele? Ou viro as costas para Aquele que sei ser o único que tem todas as respostas às minhas perguntas, abandonando-O no caminho?
Saio pisando duro quando diz algo que não me agrada? Ou me ordena a fazer algo que não concordo? http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/naama-e-o-processo.htmll
Muito a pensar. Muito a aprender com a atitude dessa mulher. Se fosse eu naquela situação, será que agiria da mesma forma? Ou gritaria impropérios para Ele, me sentindo injustiçada, deixando que o ódio e o ressentimento tomassem conta de mim? Será que me prostraria aos Seus pés e o adoraria? Ou cuspiria a Palavra como uma arma contra Ele, dizendo que aquilo não era justo?
https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM
Depois desse acontecimento,, Jesus saiu da região de Tiro e Sidon. Foi para a beira do mar da Galileia. Lá, subiu a um monte, onde se assentou.
Uma grande multidão foi até Ele. Essa multidão levou aleijados, cegos, mancos, mudos e muitos outros, que eram colocados aos Seus pés. Ele os curava. O povo ficava admirado vendo os mudos falando, os mancos curados, os aleijados andando e os cegos vendo, embora esse resultado fosse o esperado, uma vez que estavam levando aquelas pessoas até Jesus. Eles viam, se admiravam e louvavam ao Deus de Israel.
Depois de três dias, Jesus chamou Seus discípulos dizendo ter compaixão da multidão pois não tinham nada para comer. Não queria mandá-los embora com fome. Podiam desfalecer no caminho. Estavam ali há três dias!
Meu coração se ilumina diante dessas palavras. Percebo Seu cuidado com aquelas pessoas. O Senhor pode ter sido duro em muitas situações, mas também era sensível. Percebia as necessidades. Mesmo as mais simples. Quando era duro, era por Seu compromisso com a Verdade. Afinal, Ele é a Verdade.
Os discípulos, parecem ter esquecido que haviam presenciado uma multidão ser alimentada com cinco pães e dois peixes e perguntam: “Onde conseguiríamos comida suficiente para tamanha multidão neste lugar deserto?".
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
Será que isso também acontece conosco? Esquecemos o que Jesus já fez? Comigo, infelizmente, sim.
Jesus não responde. Ah, como amo esse jeito dEle! Simplesmente faz outra pergunta: “Quantos pães vocês tem”?. Precisamos, desesperadamente, aprender a ver as situações como o Senhor vê. Quando falou que queria alimentar a multidão, sabia onde encontraria o alimento. Talvez a pergunta certa dos discípulos fosse "como" e não "onde". Ou com "o quê"?
Eles responderam que tinham sete pães e alguns peixes. Problema resolvido. O Senhor ordenou que a multidão se assentasse. Tomou os pães e os peixes, deu graça, partiu-os, entregou aos discípulos. E os discípulos entregaram o alimento à multidão.
Todos comeram até ficarem satisfeitos. Ainda sobraram sete cestos cheios. Eram quatro mil homens, sem contar as mulheres e crianças.
Depois que Jesus alimentou a multidão, Ele a despediu. Entrou no barco e foi para a região de Magadã.
Jesus não se importa apenas com as necessidades da nossa alma e nosso espírito. Ele se preocupa também com o nosso corpo. Que estejamos bem alimentados, que não desfaleçamos pelo meio do caminho, num lugar deserto, onde não teremos como buscar socorro e alimento. Ele nos alimenta. Nos alimenta através daqueles que são, hoje, Seus discípulos.
Nós somos responsáveis para alimentar a multidão. Nós temos os pães e os peixes necessários, que nas mãos do Senhor, se multiplicarão. Basta partir, dividir, compartilhar. É assim que Ele multiplica. Através da divisão. Nós entregamos nossos recursos a Ele, Ele abençoa, multiplica e nos devolve, para que alimentemos a outros. Tudo que é dado a Ele, é multiplicado para abençoar. Sempre.
Hoje, ficamos por aqui.
O que temos à nossa disposição que podemos entregar a Ele? É nosso dever, como discípulos, alimentar a multidão. Com o que temos, mesmo que seja pouco. Temos em nós essa mesma sensibilidade que havia em Jesus? Ou deixamos que a multidão (ou alguém) vá, sem receber o alimento, correndo o risco de desfalecer em um lugar deserto, onde não encontrará o socorro necessário?
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o dezoito.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Malaquias 1.1-2.17
Leitura do dia 09/10.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos Zacarias mencionar a primeira e a segunda vinda do Senhor Jesus. A guerra contra Jerusalém. E Sua chegada com todos os Seus santos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-131-1421.html
Hoje, um novo livro.
Caminharemos pelos dois primeiros capítulos de Malaquias. O último livro do Antigo Testamento.
Viu como foi fácil chegar até aqui? Quantas jornadas diferentes! Quantos livros maravilhosos!
Malaquias significa “Mensageiro do Senhor”. Provavelmente viveu cerca de cem anos após os profetas Ageu e Zacarias.
A mensagem do Senhor através de seu profeta inicia com uma deliciosa declaração de amor. O Senhor sempre amou Seu povo. O povo, no entanto, não conseguia enxergar e perguntava como os amara.
Ele responde que amou Jacó e rejeitou Esaú. Esaú foi rejeitado por causa de sua rebeldia e orgulho. Lembra? Massacraram Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Quando Seu povo visse a destruição de Edom com seus próprios olhos, reconheceriam que Sua grandeza vai muito além das fronteiras de Israel. Vai até os confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor os admoesta a honrarem-No. É Pai, mas não tem honra. Seu povo despreza Seu nome. Ainda perguntam como. Não conseguem enxergar. Ele responde que oferecem sacrifícios contaminados. Seu povo continua sem enxergar e pergunta como fazem isso. Dizem que a mesa do Senhor não merece respeito. Oferecem animais cegos, aleijados e doentes. Depois Lhe pedem compaixão.
Ele não ouvirá. Não O respeitam. Oferecem qualquer coisa. Não oferecem o melhor.
Seu desejo é que alguém feche as portas do templo para não acenderem mais o fogo sobre o altar. Não se agrada deles. Não aceitará suas ofertas.
Se queremos oferecer algo ao Senhor, precisa ser nosso melhor. Ele não aceita sobras. Não aceita o que desprezamos. Seu povo O despreza.
Ainda assim, Seu nome é honrado o dia todo. Por pessoas de outras nações. Em todo o mundo Lhe oferecem incensos e sacrifícios puros. Em Sua honra. Seu nome é grande entre as nações. Aleluias!
Quanto a Israel, com suas ações, desonram-No. Acham difícil demais servi-Lo. Desprezam Suas ordens. Trazem ofertas roubadas, aleijadas e doentes. Prometem uma oferta excelente, mas oferecem o pior. Até fruto de roubo!
Ele ordena que os sacerdotes tomem uma decisão. Que decidam honrar Seu nome. Se não o fizerem, serão amaldiçoados, mesmo através das bençãos que receberam. Estão tão afastados do Senhor que já se encontram amaldiçoados. Não levaram a sério Suas advertências. Seus descendentes serão castigados.
Lembra que Sua aliança com os levitas era lhes dar vida e paz. Foi o que Ele fez. Bastava que O temessem. E eles o fizeram. Demonstraram grande temor ao Senhor. Reverenciaram Seu nome. Transmitiram ao povo as verdades das leis que receberam dEle. Não mentiram. Não enganaram. Andaram com Ele. Viveram de modo pacífico e justo. Desviaram muitos do pecado. É assim que deve ser.
As palavras do sacerdote devem guardar o conhecimento do Senhor. E o povo deve buscar o sacerdote para receber instrução. Ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos. Ou, pelo menos, deveria ser.
O que aconteceu? Os sacerdotes se desviaram. Suas instruções fizeram com que muitos caíssem em pecado. Não ensinaram o conhecimento do Senhor. Quebraram a aliança que fez com os levitas. Mostraram-se parciais na aplicação da Sua lei. Será que vemos tal coisa acontecer hoje também? Infelizmente, sim.
O profeta chama seu povo de volta ao Senhor. Foram infiéis. Foram detestáveis. Casaram-se com mulheres que adoravam deuses estrangeiros. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem e ainda perguntam porque Ele não os ouve. Não os ouvirá. Não querem reconhecer seus pecados. Nem deixá-los.
O Senhor responde que foi testemunha da aliança que fizeram na juventude e foram infiéis às suas esposas, embora elas tenham continuado a ser suas companheiras. Ele os fez um. E dessa união queria filhos dedicados a Ele.
Exorta que todos guardem seu coração e permaneçam fieis à sua esposa. Odeia o divórcio. Repudiar a esposa que permanecer fiel, é cobri-la de crueldade. Causa dores profundas.
O Senhor está cansado de tanto ouvir os sacerdotes dizendo aos que praticam mal que são bons aos olhos do Senhor, e que Ele se agrada deles. Mentira! O Senhor abomina o mal.
Que temamos o Senhor. Que reverenciemos Seu nome. Que transmitamos a verdade de Sua Lei. Que não mintamos. Nem enganemos.
Que andemos com Ele. Que vivamos de modo digno e justo, desviando outros do pecado.
Que tenhamos em nós Seu conhecimento e ensinemos Sua Palavra a Seu povo.
Que guardemos nossos corações. Que sejamos fiéis. Que nenhum de nós cubra seu cônjuge com crueldade.
Sim, guardemos nossos corações. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html;
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos três e quatro de Malaquias.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do Livro dos livros.
Ontem vimos Zacarias mencionar a primeira e a segunda vinda do Senhor Jesus. A guerra contra Jerusalém. E Sua chegada com todos os Seus santos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-131-1421.html
Hoje, um novo livro.
Caminharemos pelos dois primeiros capítulos de Malaquias. O último livro do Antigo Testamento.
Viu como foi fácil chegar até aqui? Quantas jornadas diferentes! Quantos livros maravilhosos!
Malaquias significa “Mensageiro do Senhor”. Provavelmente viveu cerca de cem anos após os profetas Ageu e Zacarias.
A mensagem do Senhor através de seu profeta inicia com uma deliciosa declaração de amor. O Senhor sempre amou Seu povo. O povo, no entanto, não conseguia enxergar e perguntava como os amara.
Ele responde que amou Jacó e rejeitou Esaú. Esaú foi rejeitado por causa de sua rebeldia e orgulho. Lembra? Massacraram Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Quando Seu povo visse a destruição de Edom com seus próprios olhos, reconheceriam que Sua grandeza vai muito além das fronteiras de Israel. Vai até os confins da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
O Senhor os admoesta a honrarem-No. É Pai, mas não tem honra. Seu povo despreza Seu nome. Ainda perguntam como. Não conseguem enxergar. Ele responde que oferecem sacrifícios contaminados. Seu povo continua sem enxergar e pergunta como fazem isso. Dizem que a mesa do Senhor não merece respeito. Oferecem animais cegos, aleijados e doentes. Depois Lhe pedem compaixão.
Ele não ouvirá. Não O respeitam. Oferecem qualquer coisa. Não oferecem o melhor.
Seu desejo é que alguém feche as portas do templo para não acenderem mais o fogo sobre o altar. Não se agrada deles. Não aceitará suas ofertas.
Se queremos oferecer algo ao Senhor, precisa ser nosso melhor. Ele não aceita sobras. Não aceita o que desprezamos. Seu povo O despreza.
Ainda assim, Seu nome é honrado o dia todo. Por pessoas de outras nações. Em todo o mundo Lhe oferecem incensos e sacrifícios puros. Em Sua honra. Seu nome é grande entre as nações. Aleluias!
Quanto a Israel, com suas ações, desonram-No. Acham difícil demais servi-Lo. Desprezam Suas ordens. Trazem ofertas roubadas, aleijadas e doentes. Prometem uma oferta excelente, mas oferecem o pior. Até fruto de roubo!
Ele ordena que os sacerdotes tomem uma decisão. Que decidam honrar Seu nome. Se não o fizerem, serão amaldiçoados, mesmo através das bençãos que receberam. Estão tão afastados do Senhor que já se encontram amaldiçoados. Não levaram a sério Suas advertências. Seus descendentes serão castigados.
Lembra que Sua aliança com os levitas era lhes dar vida e paz. Foi o que Ele fez. Bastava que O temessem. E eles o fizeram. Demonstraram grande temor ao Senhor. Reverenciaram Seu nome. Transmitiram ao povo as verdades das leis que receberam dEle. Não mentiram. Não enganaram. Andaram com Ele. Viveram de modo pacífico e justo. Desviaram muitos do pecado. É assim que deve ser.
As palavras do sacerdote devem guardar o conhecimento do Senhor. E o povo deve buscar o sacerdote para receber instrução. Ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos. Ou, pelo menos, deveria ser.
O que aconteceu? Os sacerdotes se desviaram. Suas instruções fizeram com que muitos caíssem em pecado. Não ensinaram o conhecimento do Senhor. Quebraram a aliança que fez com os levitas. Mostraram-se parciais na aplicação da Sua lei. Será que vemos tal coisa acontecer hoje também? Infelizmente, sim.
O profeta chama seu povo de volta ao Senhor. Foram infiéis. Foram detestáveis. Casaram-se com mulheres que adoravam deuses estrangeiros. Cobrem de lágrimas o altar do Senhor, choram e gemem e ainda perguntam porque Ele não os ouve. Não os ouvirá. Não querem reconhecer seus pecados. Nem deixá-los.
O Senhor responde que foi testemunha da aliança que fizeram na juventude e foram infiéis às suas esposas, embora elas tenham continuado a ser suas companheiras. Ele os fez um. E dessa união queria filhos dedicados a Ele.
Exorta que todos guardem seu coração e permaneçam fieis à sua esposa. Odeia o divórcio. Repudiar a esposa que permanecer fiel, é cobri-la de crueldade. Causa dores profundas.
O Senhor está cansado de tanto ouvir os sacerdotes dizendo aos que praticam mal que são bons aos olhos do Senhor, e que Ele se agrada deles. Mentira! O Senhor abomina o mal.
Que temamos o Senhor. Que reverenciemos Seu nome. Que transmitamos a verdade de Sua Lei. Que não mintamos. Nem enganemos.
Que andemos com Ele. Que vivamos de modo digno e justo, desviando outros do pecado.
Que tenhamos em nós Seu conhecimento e ensinemos Sua Palavra a Seu povo.
Que guardemos nossos corações. Que sejamos fiéis. Que nenhum de nós cubra seu cônjuge com crueldade.
Sim, guardemos nossos corações. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html;
Continuamos amanhã. Leremos os capítulos três e quatro de Malaquias.
Espero você. Até lá.
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Sacerdotes que não ensinam
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Provérbios 4.1-6-35
Leitura do dia 29/06.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinos de Provérbios.
Ontem vimos o objetivo desses ensinos. Também vimos que precisamos buscar a sabedoria, como se busca um tesouro escondido. Com todos os recursos. E total desprendimento. Se buscarmos Sua vontade em tudo que fizermos, Ele guiará nosso caminho. A sabedoria dá mais lucro que a prata. Rende mais que o ouro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-11-33.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-21-335.html
Agora, andaremos pelas páginas dos capítulos quatro ao capítulo seis.
Salomão nos ensina a aprender a ter discernimento. Sim, devemos adquirir a sabedoria, mas aprender a ter discernimento.
A sabedoria deve ser adquirida como um tesouro. Não aos pinguinhos. Devemos tomar posse dela. Agarrar-nos a ela (Provérbios 3.18). Mas, o discernimento deve ser aprendido.
Como? Precisamos conhecer a verdade. Para discernir toda mentira e erro. Aprender leva tempo. É preciso passar pelos ensinamentos. Um após outro. Para conhecer a verdade, é necessário estudá-la.
Não existe nada mais sábio a fazer que adquirir a sabedoria. E aprender a ter discernimento.
O caminho da sabedoria nos leva a uma estrada reta. Onde não podemos ser detidos. Podemos até correr por ela. Sem tropeçar.
Precisamos nos apegar às instruções. Sem jamais soltá-las. E guardá-las bem. Em nossos corações. Elas são a chave da vida. Quer viver bem? Apegue-se às instruções. Guarde-as em seu coração.
O caminho do justo, no começo é escuro. Muitos obstáculos. Muitas lutas. Mas, tal como a luz da aurora, vai brilhando mais e mais, até ser dia pleno. Um pouco a cada instante. Até a claridade total.
E o que devemos guardar acima de tudo? Nosso coração. Ele dirige o rumo de nossas vidas. Sim. Quantas vezes queremos agir com nossa mente, mas nosso coração sempre vence! Por isso, devemos guardá-lo. É mister guardá-lo. Como à menina de nossos olhos.
Devemos olhar para frente. Manter os olhos fixos em nossos objetivos, que estão adiante de nós.
Que estabeleçamos um caminho reto para não nos desviarmos da estrada segura. Precisamos seguir em frente. Sem nos desviarmos nem para a direita, nem para a esquerda. Nossos pés devem seguir o Senhor. Não o mal.
Nossa estrada é reta, mas se nos desviamos dela, seja para a direita ou para a esquerda, encontraremos abismos. Fatalmente cairemos. No mínimo, ficaremos pendurados. Por isso, sigamos o conselho de Salomão. Que nossos olhos olhem reto. Para o que está à frente. O mesmo conselho que Paulo seguiu, concentrando todos os seus esforços: “... mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus”. – Filipenses 3.13b,14
O capítulo cinco é voltado ao ensinamento para ficar longe da impureza. Quem serve ao Senhor deve ser puro. Sua Lei não mudou. Ele não mudou. Ainda exige pureza. Sempre exigiu. Sempre exigirá. Não por mesquinhez. É para nosso bem. Nosso. Bem.
Muitos não querem saber de seguir esses conselhos, pois o prazer imediato é o que mais importa. No fim, haverá choro, por causa das consequências. O impuro gritará “por que não ouvi?”
O conselho é que o amor deve ser compartilhado apenas com a esposa. E vice-versa. Há prazer dentro de um casamento. Esse prazer não deve ser dividido com mais ninguém. É para apenas os dois. Um satisfazendo o outro. Como sempre deveria ter sido.
Aquele que não tem disciplina morrerá exatamente por falta dela. Ficará perdido por causa de sua grande insensatez.
Salomão também nos aconselha a não sermos fiadores. Nem de amigo, nem de algum conhecido. O risco é grande. Podemos perder o que temos.
O preguiçoso (e também quem não é) deve aprender com a formiga. Ela não tem um comandante, mas junta alimento durante o verão para ter o que comer no inverno.
Ele nos chama atenção para sete coisas que o Senhor considera detestáveis:
1. Olhos arrogantes.
2. Língua mentirosa.
3. Mãos que matam o inocente.
4. Coração que trama a maldade.
5. Pés que se apressam em fazer o mal.
6. Testemunha falsa que diz mentiras.
7. Quem semeia desentendimento entre irmãos.
Que nossos atos estejam longe dessa lista. Para não sermos detestáveis a Seus olhos.
Se temos ou tivemos pais que temem ao Senhor, não deixemos seus conselhos. Eles nos guiarão quando andarmos. Nos protegerão quando dormirmos, o que faremos em sossego. E nos orientarão quando acordarmos, perguntando o que fazer naquele dia.
Está escuro? O mandamento é lâmpada. A instrução é luz. E as correções da disciplina são o caminho que conduz à vida.
Hoje, mais que nunca, muitos não querem saber de disciplina, mas sem ela estaremos caminhando direto para o inferno. Rumo à total escuridão. A disciplina nos conduz à vida. O mandamento e a instrução clareiam nossos caminhos. Saberemos onde estamos andando.
Salomão alerta que a disciplina livra da mulher imoral (e do homem também). O ladrão que rouba para saciar sua fome, pode até ter uma desculpa. Mas, quem comete o adultério, não. Está brincando com fogo. Carregando-o junto ao peito. Com certeza, irá se queimar. Não tem juízo algum. É um desmiolado. Está destruindo a si mesmo. Será ferido. Desonrado. E carregará sua vergonha.
Que fujamos desse caminho. Como? Disciplina.
Que guardemos os mandamentos em nosso coração. Com guardas à porta. Que seja inviolável. Para andarmos pelos caminhos sensatos. Os caminhos de vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o nove.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinos de Provérbios.
Ontem vimos o objetivo desses ensinos. Também vimos que precisamos buscar a sabedoria, como se busca um tesouro escondido. Com todos os recursos. E total desprendimento. Se buscarmos Sua vontade em tudo que fizermos, Ele guiará nosso caminho. A sabedoria dá mais lucro que a prata. Rende mais que o ouro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-11-33.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-21-335.html
Agora, andaremos pelas páginas dos capítulos quatro ao capítulo seis.
Salomão nos ensina a aprender a ter discernimento. Sim, devemos adquirir a sabedoria, mas aprender a ter discernimento.
A sabedoria deve ser adquirida como um tesouro. Não aos pinguinhos. Devemos tomar posse dela. Agarrar-nos a ela (Provérbios 3.18). Mas, o discernimento deve ser aprendido.
Como? Precisamos conhecer a verdade. Para discernir toda mentira e erro. Aprender leva tempo. É preciso passar pelos ensinamentos. Um após outro. Para conhecer a verdade, é necessário estudá-la.
Não existe nada mais sábio a fazer que adquirir a sabedoria. E aprender a ter discernimento.
O caminho da sabedoria nos leva a uma estrada reta. Onde não podemos ser detidos. Podemos até correr por ela. Sem tropeçar.
Precisamos nos apegar às instruções. Sem jamais soltá-las. E guardá-las bem. Em nossos corações. Elas são a chave da vida. Quer viver bem? Apegue-se às instruções. Guarde-as em seu coração.
O caminho do justo, no começo é escuro. Muitos obstáculos. Muitas lutas. Mas, tal como a luz da aurora, vai brilhando mais e mais, até ser dia pleno. Um pouco a cada instante. Até a claridade total.
E o que devemos guardar acima de tudo? Nosso coração. Ele dirige o rumo de nossas vidas. Sim. Quantas vezes queremos agir com nossa mente, mas nosso coração sempre vence! Por isso, devemos guardá-lo. É mister guardá-lo. Como à menina de nossos olhos.
Devemos olhar para frente. Manter os olhos fixos em nossos objetivos, que estão adiante de nós.
Que estabeleçamos um caminho reto para não nos desviarmos da estrada segura. Precisamos seguir em frente. Sem nos desviarmos nem para a direita, nem para a esquerda. Nossos pés devem seguir o Senhor. Não o mal.
Nossa estrada é reta, mas se nos desviamos dela, seja para a direita ou para a esquerda, encontraremos abismos. Fatalmente cairemos. No mínimo, ficaremos pendurados. Por isso, sigamos o conselho de Salomão. Que nossos olhos olhem reto. Para o que está à frente. O mesmo conselho que Paulo seguiu, concentrando todos os seus esforços: “... mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus”. – Filipenses 3.13b,14
O capítulo cinco é voltado ao ensinamento para ficar longe da impureza. Quem serve ao Senhor deve ser puro. Sua Lei não mudou. Ele não mudou. Ainda exige pureza. Sempre exigiu. Sempre exigirá. Não por mesquinhez. É para nosso bem. Nosso. Bem.
Muitos não querem saber de seguir esses conselhos, pois o prazer imediato é o que mais importa. No fim, haverá choro, por causa das consequências. O impuro gritará “por que não ouvi?”
O conselho é que o amor deve ser compartilhado apenas com a esposa. E vice-versa. Há prazer dentro de um casamento. Esse prazer não deve ser dividido com mais ninguém. É para apenas os dois. Um satisfazendo o outro. Como sempre deveria ter sido.
Aquele que não tem disciplina morrerá exatamente por falta dela. Ficará perdido por causa de sua grande insensatez.
Salomão também nos aconselha a não sermos fiadores. Nem de amigo, nem de algum conhecido. O risco é grande. Podemos perder o que temos.
O preguiçoso (e também quem não é) deve aprender com a formiga. Ela não tem um comandante, mas junta alimento durante o verão para ter o que comer no inverno.
Ele nos chama atenção para sete coisas que o Senhor considera detestáveis:
1. Olhos arrogantes.
2. Língua mentirosa.
3. Mãos que matam o inocente.
4. Coração que trama a maldade.
5. Pés que se apressam em fazer o mal.
6. Testemunha falsa que diz mentiras.
7. Quem semeia desentendimento entre irmãos.
Que nossos atos estejam longe dessa lista. Para não sermos detestáveis a Seus olhos.
Se temos ou tivemos pais que temem ao Senhor, não deixemos seus conselhos. Eles nos guiarão quando andarmos. Nos protegerão quando dormirmos, o que faremos em sossego. E nos orientarão quando acordarmos, perguntando o que fazer naquele dia.
Está escuro? O mandamento é lâmpada. A instrução é luz. E as correções da disciplina são o caminho que conduz à vida.
Hoje, mais que nunca, muitos não querem saber de disciplina, mas sem ela estaremos caminhando direto para o inferno. Rumo à total escuridão. A disciplina nos conduz à vida. O mandamento e a instrução clareiam nossos caminhos. Saberemos onde estamos andando.
Salomão alerta que a disciplina livra da mulher imoral (e do homem também). O ladrão que rouba para saciar sua fome, pode até ter uma desculpa. Mas, quem comete o adultério, não. Está brincando com fogo. Carregando-o junto ao peito. Com certeza, irá se queimar. Não tem juízo algum. É um desmiolado. Está destruindo a si mesmo. Será ferido. Desonrado. E carregará sua vergonha.
Que fujamos desse caminho. Como? Disciplina.
Que guardemos os mandamentos em nosso coração. Com guardas à porta. Que seja inviolável. Para andarmos pelos caminhos sensatos. Os caminhos de vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o nove.
Espero você. Até lá.
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sábado, 18 de agosto de 2018
Um novo caminhar
Amanhã começaremos um novo caminhar.
Abra sua Bíblia. E encontre 1 Reis.
Vamos agora caminhar nesse livro.
Sim, é isso mesmo! Muitas coisas a aprender em 1 e 2 Reis. Palavras vivas e atuais. Como guardar nosso coração. Que exemplos seguir. Ah, muita coisa mesmo!
Lance fora seu preconceito e prepare-se!
Prepare-se para uma jornada deliciosa. Prepare-se para um aprendizado inesquecível.
O Senhor vai à nossa frente. Seu Espírito a nos ensinar.
Abra sua Bíblia. E encontre 1 Reis.
Vamos agora caminhar nesse livro.
Sim, é isso mesmo! Muitas coisas a aprender em 1 e 2 Reis. Palavras vivas e atuais. Como guardar nosso coração. Que exemplos seguir. Ah, muita coisa mesmo!
Lance fora seu preconceito e prepare-se!
Prepare-se para uma jornada deliciosa. Prepare-se para um aprendizado inesquecível.
O Senhor vai à nossa frente. Seu Espírito a nos ensinar.
Como guardar meu único bem?
Vimos que só temos um bem: nosso coração. Vimos que devemos guardá-lo porque dele saem as fontes da vida (e da morte). Também vimos que não podemos terceirizar essa tarefa. É diária. E individual.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
Mas será que há realmente como guardar nosso coração?
Em Salmos 119.9, o salmista faz a mesma pergunta, usando outras palavras: “Como pode um jovem conservar puro o seu caminho?”
A resposta está logo em seguida: “Vivendo-o de acordo com a Tua Palavra. De todo o coração eu Te procurei: não deixes que me afaste de Teus mandamentos!” – Salmos 119.9b,10
Já prestou atenção às palavras do Senhor a Josué, logo após a morte de Moisés? Ah, com certeza lembramos que Ele ordenou a Josué que fosse forte e corajoso, certo?
Vamos ler: “Tão-somente sê de fato firme e corajoso, para teres o zelo de agir de acordo com todos os mandamentos da Lei, que te ordenou Moisés, meu servo. Não te apartes dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que tenhas sucesso em todas as tuas realizações. Que o livro da Lei, esteja sempre nos teus lábios: medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de agir em conformidade com tudo que nele está escrito. Deste modo serás vitorioso em todas as tuas empreitadas e alcançarás bom êxito! Ora, não te ordenei: Sê forte e corajoso? Não temas e não te apavores, porquanto Yahweh, o Senhor teu Deus, está contigo por onde quer que andes!” – Josué 1.7-9
O Senhor ordenou a Josué que fosse de fato firme e corajoso. Para quê? Para que tivesse o zelo de agir de acordo com os mandamentos do Senhor, sem desviar nem para a esquerda nem para a direita. Assim Josué teria sucesso em todas as suas realizações.
É preciso ter coragem para agir de acordo com os mandamentos do Senhor? Sim. Sabemos que sim. Afinal, eles estão na contra-mão do sistema. O sistema que nos manda levar vantagem em tudo, passar por cima de todos, pensar primeiro em mim.
Mas o Senhor não parou aí. Seus mandamentos deveriam estar sempre nos lábios de Josué. O que só aconteceria se meditasse neles. Dia e noite. Por quê? Porque "o homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração." - Lucas 6.45
Como Josué falaria dos mandamento do Senhor, se não meditasse neles?
O Senhor completa que Josué deveria agir em conformidade com o que estava escrito. Novamente o meditar antes do agir. Nossas ações são um reflexo do que está em nosso coração. Não há como ser diferente.
Quer guardar seu coração? Ande de acordo com a Palavra do Senhor.
“Escondi a Tua palavra no meu coração, para não pecar contra Ti”. – Salmos 119.11
Ah, mas só é possível se você e eu cumprirmos o que está escrito em Mateus 22.37,38: "Asseverou-lhe Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência. Este é o primeiro e maior dos mandamentos.”
Se ainda não o ama assim, entregue sua vida a Ele e passe a amá-Lo. Com seu coração, sua alma e sua inteligência.
O Senhor é extremamente educado. Diferente de muitos que tentam arrombar a porta de nossos corações ou até roubam nossa senha, pessoal e intransferível. Sabe o que Ele faz? Ele bate.
“Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.” – Apocalipse 3.20
O Senhor Jesus é um verdadeiro cavalheiro. Bate à porta. Identifica-se. E aguarda. Se ouvirmos Sua voz e abrirmos a porta para Ele, então Ele entra e partilha a mesa conosco. Partilhar a mesa é sinal de muita intimidade. Só partilhamos de verdade nossa mesa com aqueles a quem amamos.
Então, esse é o primeiro passo. Abrir a porta do coração para o Senhor, depois que Ele se identificar.
O segundo é abrir Sua palavra. E ler. E estudar. E aprender. E meditar. Como Josué devia fazer. Como cada líder em Israel devia fazer. Como cada um de nós deve fazer.
Vamos guardar nossos corações. Observando, com ele, nosso coração, a Palavra do Senhor. Obedecendo, com ele, nosso coração. Assim nosso coração estará protegido.
Amanhã começaremos uma nova caminhada pelas Escrituras. Vamos acompanhar os reis de Israel e Judá. Vamos aprender com eles a guardar nosso coração. Vamos aprender o que acontece quando o guardamos e o que acontece quando não o guardamos.
Precisamos aprender a deixar nosso coração guardado a cada dia. Há muitos inimigos, ansiosos para conquistá-lo. Precisamos nos proteger.
Espero você. Será uma caminhada muito interessante e proveitosa. Até lá.
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sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Guardando meu tesouro
“Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” – Apocalipse 3.11
Um dia desses, esse versículo “pulou” em cima de mim.
Fiquei pensando: “Guarda o que tens...”
O que eu tenho? Família? Imóvel? Joia? Carro? Diploma? Emprego? Saúde? Vida?
Pensei e pensei. Cheguei à conclusão que qualquer item desses poderia me ser tirado em algum momento. Por mais que eu guardasse. Com unhas e dentes.
E orei. “Senhor, o que tenho?”
A resposta foi imediata: “Um coração”.
Uau! Sim, é a única "coisa" que tenho. É meu maior tesouro. Meu único tesouro. A única coisa que me pertence. Se eu guardar.
Sim, é ele que eu preciso guardar. Meu coração. É minha obrigação. Ninguém o guardará por mim. Nem mesmo o Senhor.
Vamos olhar para trás rapidamente, através das páginas de Crônicas?
Saul, Davi, Salomão, Jeroboão, Roboão, Abias, Asa...
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/uma-nova-jornada.html
Eles guardaram ou não guardaram seus corações. Prepararam ou não prepararam seus corações.
Os que guardaram fizeram o que era bom aos olhos do Senhor. Os demais, não. Tudo focalizado no coração.
Mas por que guardar o coração?
O Senhor Jesus fala para que ninguém tome nossa coroa.
Em Provérbios 4.23 está escrito: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Tudo começa no coração. Ele é a fonte.
Uma fonte precisa ser guardada, protegida. De invasores. De aproveitadores. De exploradores. De enganadores. De saqueadores.
Jesus também disse que se no nosso coração desejássemos alguém que não nos pertencia, já havíamos adulterado. Sim. É isso mesmo (Mateus 5.28). Exagero? Não. É nele que tudo começa.
Primeiro imaginamos em nosso coração. Depois, realizamos. O que quer que seja (Provérbios 23.7).
E quanto aos nossos tesouros? Nosso coração está sempre no que consideramos um tesouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Como está meu coração? E o seu? Estão guardados? Trancados com senha especial? Ou deixamos nossa senha exposta? O cadeado aberto? A chave perdida?
Já pensou que o Senhor ordena que nós o guardemos?
É nossa tarefa. Diária. Individual. Não podemos contratar guardas, vigilantes e nem mesmo mercenários. Ninguém o guardará por mim. Ou por você. É uma tarefa indelegável. Intransferível.
Será possível guardar nosso coração?
Se não fosse, o Senhor não nos daria essa ordem.
Mas, como guardá-lo?
Amanhã veremos. Espero você. Até lá.
Um dia desses, esse versículo “pulou” em cima de mim.
Fiquei pensando: “Guarda o que tens...”
O que eu tenho? Família? Imóvel? Joia? Carro? Diploma? Emprego? Saúde? Vida?
Pensei e pensei. Cheguei à conclusão que qualquer item desses poderia me ser tirado em algum momento. Por mais que eu guardasse. Com unhas e dentes.
E orei. “Senhor, o que tenho?”
A resposta foi imediata: “Um coração”.
Uau! Sim, é a única "coisa" que tenho. É meu maior tesouro. Meu único tesouro. A única coisa que me pertence. Se eu guardar.
Sim, é ele que eu preciso guardar. Meu coração. É minha obrigação. Ninguém o guardará por mim. Nem mesmo o Senhor.
Vamos olhar para trás rapidamente, através das páginas de Crônicas?
Saul, Davi, Salomão, Jeroboão, Roboão, Abias, Asa...
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/uma-nova-jornada.html
Eles guardaram ou não guardaram seus corações. Prepararam ou não prepararam seus corações.
Os que guardaram fizeram o que era bom aos olhos do Senhor. Os demais, não. Tudo focalizado no coração.
Mas por que guardar o coração?
O Senhor Jesus fala para que ninguém tome nossa coroa.
Em Provérbios 4.23 está escrito: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Tudo começa no coração. Ele é a fonte.
Uma fonte precisa ser guardada, protegida. De invasores. De aproveitadores. De exploradores. De enganadores. De saqueadores.
Jesus também disse que se no nosso coração desejássemos alguém que não nos pertencia, já havíamos adulterado. Sim. É isso mesmo (Mateus 5.28). Exagero? Não. É nele que tudo começa.
Primeiro imaginamos em nosso coração. Depois, realizamos. O que quer que seja (Provérbios 23.7).
E quanto aos nossos tesouros? Nosso coração está sempre no que consideramos um tesouro.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Como está meu coração? E o seu? Estão guardados? Trancados com senha especial? Ou deixamos nossa senha exposta? O cadeado aberto? A chave perdida?
Já pensou que o Senhor ordena que nós o guardemos?
É nossa tarefa. Diária. Individual. Não podemos contratar guardas, vigilantes e nem mesmo mercenários. Ninguém o guardará por mim. Ou por você. É uma tarefa indelegável. Intransferível.
Será possível guardar nosso coração?
Se não fosse, o Senhor não nos daria essa ordem.
Mas, como guardá-lo?
Amanhã veremos. Espero você. Até lá.
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
Indo para o Exílio
Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas. Hoje, último capítulo.
Ontem vimos que, apesar de Josias ter o coração inclinado a obedecer, fez uma escolha errada. Não pediu orientação ao Senhor. Não ouviu Sua voz.
Entrou em uma guerra que não era sua. E morreu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 36.
O povo da terra tomou Jeoacaz filho de Josias, e o proclamou rei em lugar de seu pai.
Ele estava com vinte e três anos quando começou a governar. Reinou três meses em Jerusalém.
O rei do Egito conseguiu destroná-lo e condenou o povo de Judá a pagar um imposto equivalente a três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro. Designou Eliaquim, irmão de Jeoacaz, rei sobre Judá e sobre Jerusalém, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim.
Uma mudança de nome é uma tentativa de mudança de cultura, de identidade.
Neco aprisionou Jeoacaz, irmão de Eliaquim, e o levou para o Egito.
Jeoaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a governar. Reinou onze anos em Jerusalém.
Ele fez o que é mau diante do Senhor. Então o rei da Babilônia, Nabucodonosor, o atacou e o fez cativo, preso a correntes, a fim de levá-lo para a Babilônia.
Nabucodonosor tomou e levou para a Babilônia uma parte do mobiliário da Casa do Senhor, e colocou em seu palácio.
Os demais atos de Jeoaquim, todas as atitudes perversas que praticou, bem como todas a faltas pelas quais foi culpado, estão registrados no Livro dos Reis de Israel e Judá.
Seu filho Joaquim passou a reinar em seu lugar.
Tinha Joaquim dezoito anos quando foi proclamado rei. Governou apenas três meses e dez dias em Jerusalém.
Fez o que é detestável para o Senhor. O texto não fala que ele fez o que era mal. Fez o que era detestável aos olhos do Senhor.
Na primavera o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia. Junto com os objetos de valor retirados da Casa do Senhor.
Proclamou Zedequias, seu tio, rei sobre Judá e Jerusalém.
Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar. Governou durante onze anos em Jerusalém.
Também agiu de maneira reprovável para com o Senhor seu Deus. Não deu ouvidos nem se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe aconselhou como porta-voz do Senhor.
Além disso, rebelou-se contra o rei Nabucodonosor, que o tinha feito jurar pelo Senhor que lhe seria fiel. Mesmo assim, continuou teimoso e arrogante para não se arrepender dos seus atos e voltar ao Senhor, Deus de Israel.
Da mesma maneira, todos os chefes e líderes dos sacerdotes e o povo em geral se tornaram cada vez mais infiéis, imitando todas as práticas detestáveis das nações pagãs e contaminando a Casa do Senhor, consagrada por Ele, em Jerusalém.
O Senhor falou-lhes de muitas maneiras. Insistindo em adverti-los por meio de Seus mensageiros. Em Sua compaixão, desejava poupar Seu povo e o lugar que escolhera para Habitação do Seu Nome. Não houve jeito. Eles zombaram dos mensageiros do Senhor, desprezando Suas palavras e advertências. Ridicularizaram Seus profetas, até que a ira do Senhor se inflamou contra Seu próprio povo. Já não houve remédio.
O Senhor enviou o rei dos caldeus contra eles. Ele exterminou seus jovens à espada, no santuário. Não teve piedade de ninguém. Nem dos meninos, nem das moças, nem dos adultos, nem dos mais velhos e avançados em idade.
Deus entregou todos de Seu povo nas mãos do rei Nabucodonosor. Este levou para a Babilônia todos os utensílios da Casa do Senhor, tanto os pequenos como os grandes objetos, com todos os tesouros.
Inclusive os que pertenciam ao rei e a seus oficiais.
Incendiaram o templo do Senhor. Derrubaram os muros de Jerusalém. Queimaram todos os palácios. Destruíram todos os objetos de valor que havia neles.
Nabucodonosor levou para o exílio, na Babilônia, todos que sobreviveram à espada de seu exército, a fim de lhe servirem, e a seus descendentes, como escravos, até os tempos do império persa.
Tudo isto em cumprimento à Palavra do Senhor profetizada pela boca de Jeremias.
Tudo porque não quiseram andar nos caminhos propostos pelo Senhor.
A terra desfrutou os seus descansos sabáticos. Repousou durante o tempo de sua desolação, até que os setenta anos de descanso se completassem.
No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a Palavra do Senhor, anunciada por Jeremias, o Senhor moveu o coração de Ciro, para que fizesse uma proclamação, por escrito e de viva voz, em todo o território de seu domínio, dizendo que o Senhor, o Deus do universo, entregou em suas mãos todos os reinos da terra. Ele o encarregou de construir para Si um templo em Jerusalém, nas terras de Judá. Sendo assim, todo aquele que pertencia a Seu povo, estava sendo liberto a partir daquele momento, para ir a Jerusalém, e que o Senhor seu Deus, estivesse com ele.
Foi assim que aconteceu. O povo partiu. Foi para Jerusalém como está escrito no livro de Esdras.
Mas antes de chegarmos lá, gostaria de caminhar pelas páginas de Reis. Lá, veremos os reis de Israel. E vamos rever os reis de Judá. Tudo o que fizeram para que Israel fosse levado cativo, antes de Judá.
Então, espero você. Vamos caminhar juntos através das páginas de 1 e 2 Reis. Antes porém, gostaria de compartilhar com vocês algumas palavras sobre guardar nossos corações.
O povo de Israel e de Judá foi levado cativo por não ter aprendido a guardar seus corações. Que sejamos diferentes. Que aprendamos a guardar nossos corações.
Começamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que, apesar de Josias ter o coração inclinado a obedecer, fez uma escolha errada. Não pediu orientação ao Senhor. Não ouviu Sua voz.
Entrou em uma guerra que não era sua. E morreu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 36.
O povo da terra tomou Jeoacaz filho de Josias, e o proclamou rei em lugar de seu pai.
Ele estava com vinte e três anos quando começou a governar. Reinou três meses em Jerusalém.
O rei do Egito conseguiu destroná-lo e condenou o povo de Judá a pagar um imposto equivalente a três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro. Designou Eliaquim, irmão de Jeoacaz, rei sobre Judá e sobre Jerusalém, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim.
Uma mudança de nome é uma tentativa de mudança de cultura, de identidade.
Neco aprisionou Jeoacaz, irmão de Eliaquim, e o levou para o Egito.
Jeoaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a governar. Reinou onze anos em Jerusalém.
Ele fez o que é mau diante do Senhor. Então o rei da Babilônia, Nabucodonosor, o atacou e o fez cativo, preso a correntes, a fim de levá-lo para a Babilônia.
Nabucodonosor tomou e levou para a Babilônia uma parte do mobiliário da Casa do Senhor, e colocou em seu palácio.
Os demais atos de Jeoaquim, todas as atitudes perversas que praticou, bem como todas a faltas pelas quais foi culpado, estão registrados no Livro dos Reis de Israel e Judá.
Seu filho Joaquim passou a reinar em seu lugar.
Tinha Joaquim dezoito anos quando foi proclamado rei. Governou apenas três meses e dez dias em Jerusalém.
Fez o que é detestável para o Senhor. O texto não fala que ele fez o que era mal. Fez o que era detestável aos olhos do Senhor.
Na primavera o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia. Junto com os objetos de valor retirados da Casa do Senhor.
Proclamou Zedequias, seu tio, rei sobre Judá e Jerusalém.
Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar. Governou durante onze anos em Jerusalém.
Também agiu de maneira reprovável para com o Senhor seu Deus. Não deu ouvidos nem se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe aconselhou como porta-voz do Senhor.
Além disso, rebelou-se contra o rei Nabucodonosor, que o tinha feito jurar pelo Senhor que lhe seria fiel. Mesmo assim, continuou teimoso e arrogante para não se arrepender dos seus atos e voltar ao Senhor, Deus de Israel.
Da mesma maneira, todos os chefes e líderes dos sacerdotes e o povo em geral se tornaram cada vez mais infiéis, imitando todas as práticas detestáveis das nações pagãs e contaminando a Casa do Senhor, consagrada por Ele, em Jerusalém.
O Senhor falou-lhes de muitas maneiras. Insistindo em adverti-los por meio de Seus mensageiros. Em Sua compaixão, desejava poupar Seu povo e o lugar que escolhera para Habitação do Seu Nome. Não houve jeito. Eles zombaram dos mensageiros do Senhor, desprezando Suas palavras e advertências. Ridicularizaram Seus profetas, até que a ira do Senhor se inflamou contra Seu próprio povo. Já não houve remédio.
O Senhor enviou o rei dos caldeus contra eles. Ele exterminou seus jovens à espada, no santuário. Não teve piedade de ninguém. Nem dos meninos, nem das moças, nem dos adultos, nem dos mais velhos e avançados em idade.
Deus entregou todos de Seu povo nas mãos do rei Nabucodonosor. Este levou para a Babilônia todos os utensílios da Casa do Senhor, tanto os pequenos como os grandes objetos, com todos os tesouros.
Inclusive os que pertenciam ao rei e a seus oficiais.
Incendiaram o templo do Senhor. Derrubaram os muros de Jerusalém. Queimaram todos os palácios. Destruíram todos os objetos de valor que havia neles.
Nabucodonosor levou para o exílio, na Babilônia, todos que sobreviveram à espada de seu exército, a fim de lhe servirem, e a seus descendentes, como escravos, até os tempos do império persa.
Tudo isto em cumprimento à Palavra do Senhor profetizada pela boca de Jeremias.
Tudo porque não quiseram andar nos caminhos propostos pelo Senhor.
A terra desfrutou os seus descansos sabáticos. Repousou durante o tempo de sua desolação, até que os setenta anos de descanso se completassem.
No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a Palavra do Senhor, anunciada por Jeremias, o Senhor moveu o coração de Ciro, para que fizesse uma proclamação, por escrito e de viva voz, em todo o território de seu domínio, dizendo que o Senhor, o Deus do universo, entregou em suas mãos todos os reinos da terra. Ele o encarregou de construir para Si um templo em Jerusalém, nas terras de Judá. Sendo assim, todo aquele que pertencia a Seu povo, estava sendo liberto a partir daquele momento, para ir a Jerusalém, e que o Senhor seu Deus, estivesse com ele.
Foi assim que aconteceu. O povo partiu. Foi para Jerusalém como está escrito no livro de Esdras.
Mas antes de chegarmos lá, gostaria de caminhar pelas páginas de Reis. Lá, veremos os reis de Israel. E vamos rever os reis de Judá. Tudo o que fizeram para que Israel fosse levado cativo, antes de Judá.
Então, espero você. Vamos caminhar juntos através das páginas de 1 e 2 Reis. Antes porém, gostaria de compartilhar com vocês algumas palavras sobre guardar nossos corações.
O povo de Israel e de Judá foi levado cativo por não ter aprendido a guardar seus corações. Que sejamos diferentes. Que aprendamos a guardar nossos corações.
Começamos amanhã. Espero você. Até lá.
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