Leitura do dia 01/03.
Iniciamos o mês de março. Continuamos nossa caminhada.
Já andamos por todo o Pentateuco. estamos quase na metade do livro de Josué. Foi tão rápido!
Ontem vimos a conquista de Aí. Não com a estratégia de Israel, mas com a estratégia e a benção do Senhor, que foi e lutou com eles e por eles.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-81-35.html
Vimos também que foram enganados pelos gibeonitas. Embora tivessem fiscalizado suas bagagens, não pediram a orientação do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-91-27.html
Israel derrotou os reis do sul, conquistando toda aquela região. O Senhor era com ele. Até o dia durou mais tempo que o normal. Como nunca antes acontecera. Nem depois. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-101-43.html
Agora, caminharemos através dos capítulos onze a treze.
Os reis do norte se uniram. Saíram todos juntos para guerrear contra Israel. Era uma enorme multidão. Não dava nem para contar. Eram como os grãos de areia na praia. Com muitos cavalos e carros de guerra. Eles se acamparam junto às águas. Prontos para aniquilar Israel.
Israel não tinham nada disso. Contavam apenas com o Senhor!
E o Senhor fala para Josué não temer. No dia seguinte, àquela mesma hora, o Senhor os entregaria a eles.
Não sei o que passou pela cabeça de Josué. Nem dos comandantes. Dos soldados. Ou do povo. Sei o que passou pela minha cabeça. Imagine aqueles cavalos e carros de guerra sendo agregados ao exército de Israel? Uau! Seria um grande acréscimo!
Mas o Senhor ordena que todos os tendões dos cavalos sejam cortados e os carros queimados. Se fosse eu, já levantaria meu dedo, pedindo licença para falar e argumentaria em como seria maravilhoso ter aqueles carros e cavalos para guerrear contra o restante do povo da terra.
Josué não. Ele é muito melhor que eu. Não argumenta. Simplesmente obedece.
Israel atacou de surpresa. E o Senhor deu a vitória a Israel. Não sobrou nenhum guerreiro vivo. Josué fez exatamente o que lhe fora ordenado. Cortou os tendões dos cavalos e queimou os carros de fogo.
A verdade é que se temos o Senhor ao nosso lado, não precisamos de cavalos e carros de guerra? Não. A verdade é que se tivermos muitos cavalos e carros de guerra, diremos que eles foram os responsáveis pela vitória. Não o Senhor.
“Alguns povos confiam em carros de guerra, outros, em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, nosso Deus. Tais nações perdem as forças e caem, mas nós nos levantamos e permanecemos firmes”. – Salmos 20.7,8
Josué matou todos os reis e seus povos. Os despojos e os animais foram tomados. Mas não deixaram ninguém viver. Josué obedeceu fielmente às ordens do Senhor.
Depois de muito tempo, Josué conquistou toda aquela terra. Ninguém fez paz com Israel, exceto os gibeonitas.
E, por fim, a terra descansou em paz.
Ao todo, Israel derrotou trinta e um reis. Exércitos com cavalos e carros. Porque o Senhor era com eles.
Josué já estava velho e ainda faltava muita terra para ser conquistada. O Senhor ordenou que sorteasse e distribuísse a terra entre o povo. Ele mesmo expulsaria os povos de diante deles. Mas a terra precisava ser dividida.
As tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés já haviam recebido sua herança.
A tribo de Levi não tinha herança. Sua herança vinha das ofertas especiais para o Senhor. O próprio Senhor era sua herança. Que maravilha ter o Senhor como herança. E que difícil também.
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos, através dos capítulos quatorze a dezessete de Josué.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 1 de março de 2019
Josué 11.1-13.33
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domingo, 20 de novembro de 2016
Tendo o Senhor à nossa frente em toda circunstância
O reinado de Davi foi sucedido por Salomão, que foi sucedido por Roboão e este por Abias.
Devido às suas vidas dedicadas ao pecado, perderam o reino de Israel. Somente reinaram sobre a tribo de Judá e Benjamim.
A cada reinado, o povo de Judá mais se afastava do Senhor, à semelhança do povo de Israel.
Quando lemos a história de seus reis, às vezes aparece um rei que nos dá um alento. Infelizmente, a maioria é descrita como idólatra.
Asa é um dos poucos citados como aprovado pelo Senhor. Sua história é contada a partir de II Crônicas 14. E podemos aprender muito com ele.
Retirou os altares dos deuses estrangeiros e os altares idólatras que havia nos montes, despedaçou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Ordenou ao povo de Judá que buscasse ao Senhor, obedecendo Suas leis e mandamentos.
Seu reino esteve em paz, porque o Senhor lhe deu descanso. Era um homem de visão. Imagino que leu os provérbios de seu tataravô Salomão. Age como uma prevenida formiga, que aproveita o verão. Aproveitou o tempo de paz e construiu cidades fortificadas com torres, portas e trancas, e muros ao redor. E treinou um exército.
Lembrou ao povo que a terra ainda os pertencia por estarem buscando ao Senhor. Reconheceu que foi o Senhor quem havia lhes dado paz. Construíram e prosperaram.
Embora tempo de paz, possuía um exército enorme. Trezentos mil homens de Judá, equipados com escudos grandes e lanças, e duzentos e oitenta mil de Benjamin, equipados com escudos pequenos e arcos. Todos valentes homens de combate. Fico admirada imaginando quinhentos e oitenta mil soldados. Todos valentes homens de combate.
Então, alguém aparece na história. Nada menos que um poderoso etíope, Zerá, que marcha contra Asa, com um esplêndido exército de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Um milhão de soldados. Meu coração dispara.
De repente, olho para o exército de Asa e penso: são quinhentos e oitenta mil equipados com algumas armas. Mas o poderoso etíope Zerá possui um exército de um milhão. Soldados magníficos. E trezentos carros de guerra.
O que acontecerá? Fico aliviada ao lembrar que Asa construiu cidades fortificadas. Ele se esconderá? Como lutar contra um exército desses? Impossível vencer. Ah, estava tão bom ler sobre Asa. Mas e agora?
Asa não se esconde! Simplesmente sai ao encontro daquele magnífico exército e ambos se colocam em posição de combate. Meu coração quase sai pela boca. Que guerra será essa? É Davi contra Golias.
Então Asa faz exatamente o que deveria fazer, clama ao Senhor. Ele lembra ao Senhor que ninguém além dEle é capaz de ajudar os fracos contra os poderosos. E lembra que a sua confiança e de seu valente exército está no Senhor e que, assim como Davi, eles estavam ali em nome do Senhor. Então, era o fabuloso exército de Zerá contra o Senhor. Guerra vencida!
E aí? O Senhor, ninguém menos que o Senhor dos Exércitos, derrotou o exército etíope. Eles fugiram! Aquele fabuloso exército de um milhão de guerreiros, com seus trezentos carros, fugiu. E Asa e seu exército os perseguiram. Caíram tantos deles que não conseguiram recuperar-se e os homens de Judá saquearam muitos bens. E não ficou só nisso. Além de derrotarem o exército e saquearem muitos bens, derrotaram todas as cidades ao redor de Gerar, pois o terror do Senhor havia caído sobre elas.
Quando clamamos ao Senhor, e enfrentamos uma guerra em Seu nome, Ele não faz apenas o que pedimos. O Senhor não apenas derrotou o exército inimigo, Ele proporcionou uma grande vitória, com um grande despojo para todo o exército.
Logo em seguida, a Bíblia nos conta que o Senhor encheu o profeta Azarias, que foi ao encontro de Asa e o animou. Suas palavras: "O Senhor está com vocês quando vocês estão com Ele. Se o buscarem, Ele deixará que O encontrem, mas, se o abandonarem, Ele os abandonará." - II Crônicas 15.2. Azarias o fortaleceu.
Quando Asa ouviu essas palavras, encheu-se de coragem. Retirou os ídolos repugnantes de toda a terra de Judá, de Benjamin e das cidades que havia conquistado. E, após destruir os ídolos, restaurou o altar do Senhor. Nesta ordem. Asa se desfez de todos os ídolos que seu pai havia feito e até destituiu sua avó Maaca da posição de rainha-mãe, por causa de sua idolatria.
Muitos de Israel passaram para seu lado porque viam que o Senhor era com ele.
Reuniu todo o povo em Jerusalém. Juraram buscar ao Senhor. Um juramento feito de todo o coração. Todos se alegraram e buscaram a Deus com a melhor disposição. Ah, e o Senhor deixou que O encontrassem e lhes concedeu paz em todas as fronteiras.
Mas então, algo triste acontece. Baasa, rei de Israel, invade Judá. Depois de tudo o que vimos, sabemos que não há a menor possibilidade de Baasa vencer. Mas, ao invés de Asa clamar ao Senhor, ajunta seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor e envia a Ben-Hadade, rei da Síria, para que este venha socorrê-lo. Não consigo entender.
Asa não apenas fez aliança com um rei inimigo, como entregou a ele seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor.
E aqui paro um pouco. Quantas vezes fazemos o mesmo? Clamamos ao Senhor quando vemos um exército de um milhão de soldados vindo contra nós, mas quando é algo mais simples, achamos que "damos um jeito", vamos lá e, ao invés de orar e pedir uma solução e uma orientação do Senhor, entregamos nossos tesouros e os tesouros do Senhor, ao nosso inimigo, para que nos proteja de outro inimigo. Perdemos. Perdemos sempre. Perdemos muito. Perdemos a chance de, com o Senhor, vencer dois inimigos e perdemos tesouros preciosos, sejam quais forem.
Hanani, um profeto corajoso, exortou o rei pela sua escolha equivocada. Asa ficou tão indignado que mandou prendê-lo. E nessa época, oprimiu brutalmente alguns do povo.
Em sua velhice, Asa sofre de uma doença dos pés e, embora sua doença fosse grave, não recorreu ao Senhor, somente aos médicos. O problema não foi recorrer aos médicos mas somente a eles. Esqueceu de clamar ao Senhor, que poderia tê-lo ouvido e curado.
Em algum momento em sua caminhada, esqueceu quem era o Senhor. Aquele que ele mesmo havia reconhecido como o que ajuda os fracos contra os poderosos.
Que aprendamos com sua história. Que busquemos ao Senhor, em todo o tempo. Sejam os adversários e problemas grandes ou pequenos. Ele quer nos ajudar. Ele deseja ser achado por nós. Que clamemos por Sua ajuda, Sua orientação, mesmo em coisas aparentemente pequenas. Ele deve ser o nosso Senhor em todo o tempo. Em cada circunstância. A cada dia.
Devido às suas vidas dedicadas ao pecado, perderam o reino de Israel. Somente reinaram sobre a tribo de Judá e Benjamim.
A cada reinado, o povo de Judá mais se afastava do Senhor, à semelhança do povo de Israel.
Quando lemos a história de seus reis, às vezes aparece um rei que nos dá um alento. Infelizmente, a maioria é descrita como idólatra.
Asa é um dos poucos citados como aprovado pelo Senhor. Sua história é contada a partir de II Crônicas 14. E podemos aprender muito com ele.
Retirou os altares dos deuses estrangeiros e os altares idólatras que havia nos montes, despedaçou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Ordenou ao povo de Judá que buscasse ao Senhor, obedecendo Suas leis e mandamentos.
Seu reino esteve em paz, porque o Senhor lhe deu descanso. Era um homem de visão. Imagino que leu os provérbios de seu tataravô Salomão. Age como uma prevenida formiga, que aproveita o verão. Aproveitou o tempo de paz e construiu cidades fortificadas com torres, portas e trancas, e muros ao redor. E treinou um exército.
Lembrou ao povo que a terra ainda os pertencia por estarem buscando ao Senhor. Reconheceu que foi o Senhor quem havia lhes dado paz. Construíram e prosperaram.
Embora tempo de paz, possuía um exército enorme. Trezentos mil homens de Judá, equipados com escudos grandes e lanças, e duzentos e oitenta mil de Benjamin, equipados com escudos pequenos e arcos. Todos valentes homens de combate. Fico admirada imaginando quinhentos e oitenta mil soldados. Todos valentes homens de combate.
Então, alguém aparece na história. Nada menos que um poderoso etíope, Zerá, que marcha contra Asa, com um esplêndido exército de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Um milhão de soldados. Meu coração dispara.
De repente, olho para o exército de Asa e penso: são quinhentos e oitenta mil equipados com algumas armas. Mas o poderoso etíope Zerá possui um exército de um milhão. Soldados magníficos. E trezentos carros de guerra.
O que acontecerá? Fico aliviada ao lembrar que Asa construiu cidades fortificadas. Ele se esconderá? Como lutar contra um exército desses? Impossível vencer. Ah, estava tão bom ler sobre Asa. Mas e agora?
Asa não se esconde! Simplesmente sai ao encontro daquele magnífico exército e ambos se colocam em posição de combate. Meu coração quase sai pela boca. Que guerra será essa? É Davi contra Golias.
Então Asa faz exatamente o que deveria fazer, clama ao Senhor. Ele lembra ao Senhor que ninguém além dEle é capaz de ajudar os fracos contra os poderosos. E lembra que a sua confiança e de seu valente exército está no Senhor e que, assim como Davi, eles estavam ali em nome do Senhor. Então, era o fabuloso exército de Zerá contra o Senhor. Guerra vencida!
E aí? O Senhor, ninguém menos que o Senhor dos Exércitos, derrotou o exército etíope. Eles fugiram! Aquele fabuloso exército de um milhão de guerreiros, com seus trezentos carros, fugiu. E Asa e seu exército os perseguiram. Caíram tantos deles que não conseguiram recuperar-se e os homens de Judá saquearam muitos bens. E não ficou só nisso. Além de derrotarem o exército e saquearem muitos bens, derrotaram todas as cidades ao redor de Gerar, pois o terror do Senhor havia caído sobre elas.
Quando clamamos ao Senhor, e enfrentamos uma guerra em Seu nome, Ele não faz apenas o que pedimos. O Senhor não apenas derrotou o exército inimigo, Ele proporcionou uma grande vitória, com um grande despojo para todo o exército.
Logo em seguida, a Bíblia nos conta que o Senhor encheu o profeta Azarias, que foi ao encontro de Asa e o animou. Suas palavras: "O Senhor está com vocês quando vocês estão com Ele. Se o buscarem, Ele deixará que O encontrem, mas, se o abandonarem, Ele os abandonará." - II Crônicas 15.2. Azarias o fortaleceu.
Quando Asa ouviu essas palavras, encheu-se de coragem. Retirou os ídolos repugnantes de toda a terra de Judá, de Benjamin e das cidades que havia conquistado. E, após destruir os ídolos, restaurou o altar do Senhor. Nesta ordem. Asa se desfez de todos os ídolos que seu pai havia feito e até destituiu sua avó Maaca da posição de rainha-mãe, por causa de sua idolatria.
Muitos de Israel passaram para seu lado porque viam que o Senhor era com ele.
Reuniu todo o povo em Jerusalém. Juraram buscar ao Senhor. Um juramento feito de todo o coração. Todos se alegraram e buscaram a Deus com a melhor disposição. Ah, e o Senhor deixou que O encontrassem e lhes concedeu paz em todas as fronteiras.
Mas então, algo triste acontece. Baasa, rei de Israel, invade Judá. Depois de tudo o que vimos, sabemos que não há a menor possibilidade de Baasa vencer. Mas, ao invés de Asa clamar ao Senhor, ajunta seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor e envia a Ben-Hadade, rei da Síria, para que este venha socorrê-lo. Não consigo entender.
Asa não apenas fez aliança com um rei inimigo, como entregou a ele seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor.
E aqui paro um pouco. Quantas vezes fazemos o mesmo? Clamamos ao Senhor quando vemos um exército de um milhão de soldados vindo contra nós, mas quando é algo mais simples, achamos que "damos um jeito", vamos lá e, ao invés de orar e pedir uma solução e uma orientação do Senhor, entregamos nossos tesouros e os tesouros do Senhor, ao nosso inimigo, para que nos proteja de outro inimigo. Perdemos. Perdemos sempre. Perdemos muito. Perdemos a chance de, com o Senhor, vencer dois inimigos e perdemos tesouros preciosos, sejam quais forem.
Hanani, um profeto corajoso, exortou o rei pela sua escolha equivocada. Asa ficou tão indignado que mandou prendê-lo. E nessa época, oprimiu brutalmente alguns do povo.
Em sua velhice, Asa sofre de uma doença dos pés e, embora sua doença fosse grave, não recorreu ao Senhor, somente aos médicos. O problema não foi recorrer aos médicos mas somente a eles. Esqueceu de clamar ao Senhor, que poderia tê-lo ouvido e curado.
Em algum momento em sua caminhada, esqueceu quem era o Senhor. Aquele que ele mesmo havia reconhecido como o que ajuda os fracos contra os poderosos.
Que aprendamos com sua história. Que busquemos ao Senhor, em todo o tempo. Sejam os adversários e problemas grandes ou pequenos. Ele quer nos ajudar. Ele deseja ser achado por nós. Que clamemos por Sua ajuda, Sua orientação, mesmo em coisas aparentemente pequenas. Ele deve ser o nosso Senhor em todo o tempo. Em cada circunstância. A cada dia.
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Jônatas, o incontestável

Voltando ao "Presente de Deus", Jônatas. Seguimos pelas
páginas de I Samuel.
Os filisteus acampados contra Israel. Imagino Jônatas naquele
acampamento, dia após dia, ouvindo o desafio de Golias. Fico pensando porque
Jônatas não o enfrentou, se apenas com seu escudeiro, havia derrotado uma
guarnição inteira de soldados filisteus.
Existem gigantes que não são nossos. E quando andamos na companhia de
Deus, de alguma forma, percebemos isso. Só nos resta esperar, por mais difícil
que seja. Orar, pedindo a solução de Deus. Penso que Jônatas sabia que aquela
batalha não era sua. Deus iria usar outra pessoa. Expectativa! Se fosse eu, talvez
tivesse enfiado os pés pelas mãos. E ido.
Jônatas, acredito, viu Davi se oferecer para aquela terrível missão. Tentar
vestir a armadura de seu pai. Enfrentar o gigante com suas próprias armas. Se
tornar o responsável por aquela vitória. Ouviu a conversa entre Saul e Davi. Jônatas
admirou Davi. Só nos dedicamos ao que admiramos. Então, "a alma de Jônatas
se apegou à alma de Davi com profundo sentimento de respeito e fraternidade. E
Jônatas amou Davi como a si mesmo”. – I Sm 18.1
Houve um juramento de amizade entre os dois. Jônatas deu a Davi suas armas. Sua proteção. Suas defesas. O que tinha de melhor! Sabia que sua armadura sim, poderia ser usada por Davi. Ele, que era um presente, se deu em presente. E como não agir assim? Amou a Davi como a si mesmo. E amor sempre produz ação. “O que posso fazer por ele? Agora é um guerreiro. Tenho que equipá-lo”. Amor é doação. Incondicional.
Houve um juramento de amizade entre os dois. Jônatas deu a Davi suas armas. Sua proteção. Suas defesas. O que tinha de melhor! Sabia que sua armadura sim, poderia ser usada por Davi. Ele, que era um presente, se deu em presente. E como não agir assim? Amou a Davi como a si mesmo. E amor sempre produz ação. “O que posso fazer por ele? Agora é um guerreiro. Tenho que equipá-lo”. Amor é doação. Incondicional.
E Jônatas ouviu o povo de Israel cantar sobre Davi. Sobre suas vitórias.
E não se ressentiu. Viu o medo e o ódio por Davi, crescerem no coração de seu
pai. Ouviu seu pai falar sobre a intenção de matá-lo. Viu o trono, que deveria
ser sua herança, escorrer de suas mãos!
Imagine você, ou poderia ser eu, primogênito do rei. O primeiro na
sucessão do trono. Aquele que Yahweh usou para trazer plena vitória a Israel. E não lhe fizeram nenhuma canção. O próximo rei. Você escuta falar sobre a unção
de Samuel a Davi. Seu melhor amigo. O próximo rei. Não você! E você continua
amando. Se oferecendo para ajudar. Ajudando. Defendendo. Intercedendo. Arriscando sua
vida por ele. Animando-o. Fortalecendo-o. Encorajando-o. Isso é realmente amar como a si mesmo.
“Que importa se não serei o rei? Que importa se serei o segundo”?
Que homem é esse? Só pode ser alguém que sabe exatamente quem é. Que conhece
sua identidade. Seu desígnio. Que sabe que ninguém pode tirar o trono dele.
Porque o trono não é seu. Nenhum medo. Nenhuma inveja. Nenhum ressentimento.
"Eu lhe servirei como segundo no comando". – I Sm 23.17 Simples
assim.
E segue em defesa de Davi, a ponto de arriscar sua vida. "Saul tomou sua lança e a arremessou contra Jônatas com a gana de matá-lo". – I Sm 20.33 E Jônatas saiu da presença do pai, não temendo por sua vida, mas fervilhando de raiva por seu amigo.
Como Elcana disse a Ana que valia para ela mais que dez filhos, com toda certeza Jônatas valia a Davi mais que dez mulheres. Que amigo precioso era. Muito diferente de sua irmã Mical, esposa de Davi. Dizia amá-lo. Ajuda Davi a fugir. Mas diante de seu pai, quando tem a oportunidade de interceder por ele, de, como Jônatas, falar bem de Davi, dizer que o ama, se jogar aos pés do rei, seu pai e clamar pela vida do seu amado, lembrando seus feitos, diz que Davi a ameaçou de morte. Fico paralisada diante dessa cena! Incrédula. Volto e vejo novamente. Não consigo acreditar. Essa mulher é louca? Insana? Ela de fato falou isso? Ama Davi? Ama? Que pai escuta algo assim passivamente? Se Saul o odiava, agora muito mais. Você consegue imaginar sua filha dizer que seu genro a ameaçou de morte e ouvir isso passividade? Estou certa que não.
E segue em defesa de Davi, a ponto de arriscar sua vida. "Saul tomou sua lança e a arremessou contra Jônatas com a gana de matá-lo". – I Sm 20.33 E Jônatas saiu da presença do pai, não temendo por sua vida, mas fervilhando de raiva por seu amigo.
Como Elcana disse a Ana que valia para ela mais que dez filhos, com toda certeza Jônatas valia a Davi mais que dez mulheres. Que amigo precioso era. Muito diferente de sua irmã Mical, esposa de Davi. Dizia amá-lo. Ajuda Davi a fugir. Mas diante de seu pai, quando tem a oportunidade de interceder por ele, de, como Jônatas, falar bem de Davi, dizer que o ama, se jogar aos pés do rei, seu pai e clamar pela vida do seu amado, lembrando seus feitos, diz que Davi a ameaçou de morte. Fico paralisada diante dessa cena! Incrédula. Volto e vejo novamente. Não consigo acreditar. Essa mulher é louca? Insana? Ela de fato falou isso? Ama Davi? Ama? Que pai escuta algo assim passivamente? Se Saul o odiava, agora muito mais. Você consegue imaginar sua filha dizer que seu genro a ameaçou de morte e ouvir isso passividade? Estou certa que não.
Que diferença entre esses dois irmãos. Tenho vontade de esganar essa Mical. Falar isso do meu preferido. Que mulherzinha! Não faz a mínima ideia do que é
amar! Nunca amou Davi. Nunca!
Agora, que amigo precioso é Jônatas! Que grande presente Deus concedeu a
Davi, o Amado.
Como podemos aprender com Jônatas. Que homem corajoso. Que andava na companhia de
Deus. Pronto para morrer. Doador. Desprendido. Leal. Que não precisava da
aprovação do homem. Não precisava de cargo. Não precisava de um trono. Podia
ser o segundo. Sabia seu valor. Sabia quem era. Seguro. Confiante. Incontestável.
Que homem! Podia ser o segundo! Sabia sua identidade.
Quantos Jônatas encontramos em nossas vidas? E se encontramos,
conseguimos enxergar? Valorizar? Ou nossos olhos só procuram pelos Davis? E
nós, podemos ser Jônatas? Amar, nos doar, ser o segundo?
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domingo, 7 de fevereiro de 2016
Jônatas, o admirável
O capítulo 14 de I Samuel conta uma parte da história de Jônatas. Um dos homens que mais admiro na história. Ele me fascina! Que homem é esse? Quem dera existissem mais Jônatas nesse mundo! Que mundo melhor seria o nosso!
Aparece em cena antes de Davi. E sua primeira imagem é a de um homem corajoso. Um homem que sabia quem Yahweh é e o que Ele pode fazer (I Sm 14.6). E seu escudeiro? Atraímos aquilo que admiramos. Com toda certeza aquele escudeiro admirava Jônatas ou não diria o que disse. Quem vai proteger alguém que não admira? Não conheço ninguém. Sua resposta a Jônatas é linda: "Segue a inclinação do teu coração. Eu estarei ao teu lado, senhor; o meu coração é como o teu coração." - I Sm 14.7. Para mim, é uma declaração de amor. Um servo que ama seu senhor. Esse escudeiro, que nem sabemos o nome, sabia quem Jônatas era. Sabia que podia seguir a inclinação do seu coração. Sabia que Jônatas era diferente de quem seu pai havia se tornado.
Jônatas significa "Dado por Deus, Presente de Deus". Podia ter um nome mais perfeito que esse? Quando ouviu essa declaração de seu escudeiro, Jônatas descreve seu plano. Alguém pode pensar que ele era completamente louco! Que plano é esse? Os dois partirem na direção da guarnição dos filisteus de peito aberto? E foi o que fizeram. Os dois! Contra uma guarnição inteira! E o que Jônatas fez? Colocou seu escudeiro ATRÁS dele! E afirmou: "Yahweh acaba de entregá-los nas mãos de Israel”. Não em suas mãos. Nas mãos de Israel. Não tem como não me apaixonar por ele. E a história só está começando. E Jônatas vai. Ferindo os filisteus. Seu escudeiro matando. Dois homens. Uma só espada.
O que acontece? Consegue ver a cena? Um terrível pavor toma conta do exército dos filisteus, que sai em debandada. Um terremoto! Um grande medo de Deus! Ah, como queria ter presenciado. Depois disso, o exército de Saul entra em cena e acaba com tudo. "Assim o Senhor concedeu plena vitória, vou repetir, plena vitória a Israel naquele dia”. Por quê? Um homem tomou uma decisão. Fez uma escolha. Resolveu acreditar que talvez o Senhor fizesse alguma coisa. Só “talvez”, e o Senhor concedeu plena vitória. O Senhor fez.
Saul, sem discernimento, impôs um juramento para ninguém se alimentar. Jônatas não sabia e experimentou mel. É ilógico ficar sem se alimentar em plena guerra. Os soldados ficaram desfalecidos de tal maneira que quando comeram, pareciam animais. Comeram até com o sangue. Por causa do juramento de Saul, ainda que imprudente, o Senhor se calou quando consultado. Quando tiraram a sorte, caiu sobre Jônatas. Ele contou que havia provado o mel. Saul havia dito que mataria o culpado. Jônatas afirmou que estava pronto para morrer. Que homem é esse? Admirável!
Os soldados intercederam a uma só voz, afinal, Jônatas havia alcançado aquela grande vitória para Israel. E mais, eles disseram que Jônatas havia realizado tudo na companhia de Deus. Na companhia de Deus! Jônatas sabia com quem andar!
Por enquanto, o que sabemos de Jônatas é isso. É ou não um tipo de homem que faz falta ao mundo? Corajoso. Que age na companhia do Senhor. Que está pronto para morrer. E ainda não chegamos em sua característica mais fantástica.
Na próxima semana vamos continuar? Deixar de lado o meu preferido, Davi, e olhar o exemplo de vida desse homem? Temos muito que aprender com ele! Entristece-me o fato de Jônatas não ser enxergado como deveria. Mas nós o enxergaremos. E aprenderemos com ele. Seguiremos seu exemplo, desde já!
Que possamos também, andar na companhia de Deus. E lutar nossas guerras, sabendo que o Senhor é conosco e nos dará a vitória.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Davi, você, eu e os processos - Parte 2
Vamos continuar em I Samuel comigo? Ainda falando sobre processos.
Lembra, Davi passou pelos processos em secreto e enfrentou Golias à vista de todos. Sua ousadia livrou todo o exército de Israel. Na verdade, todo o povo de Israel da escravidão. Simplesmente fantástico. Mas sou suspeita em falar, porque Davi é o meu preferido. Sempre foi e sempre será. Incomparável! Imbatível! Mesmo com as pisadas de bola catastróficas. Homem. Não um super-homem infalível. Isso é o melhor de tudo!
Não que Davi seja meu assunto preferido. Meu assunto preferido é Jesus. Mas não aprendo tanto com alguém, como com ele. O que fazer e o que não fazer. Um homem com o coração segundo o coração de Deus. É demais para mim!
Se você será alguém de importância no Reino, seu processo será penoso. Se for alguém de muito peso, então, se prepara! O negócio vai apertar e ficar feio para o seu lado. Lembre-se das melhores uvas. Elas são espremidas.
Agora Davi torna-se herói de Israel. Após ter feito sua escolha, e assim que matou o gigante, com sua própria arma, foi conduzido por Abner à presença do rei Saul. Quem passa pelo processo em secreto, depois mata um gigante à vista de todos. E quem mata um gigante é posto entre os grandes. O Senhor o promoveu!
Lembra quem Davi era? Um jovem pastor de ovelhas ungido rei. Logo, ele era o rei! Mas estava no processo de Deus. Antes, ninguém o via, ninguém o conhecia. Não sabiam quem ele era. Mal era lembrado por sua família. Agora todos o veem como um herói que derrotou o gigante. Deus o vê rei. Deus o via rei antes de ungi-lo e ainda assim, Davi precisou passar por tudo que passou. Era servo do rei Saul.
Amo sua humildade. Não foram dias ou meses. Foram anos. Veremos isso outro dia. O que quero falar hoje é que, de repente (lembra, num instante), Davi vence o gigante. É levado à presença do rei. Conhece Jônatas, um amigo de verdade, disposto a arriscar sua vida por ele e ganha o manto, a túnica militar, a espada, o arco e o cinturão dele. E a Bíblia não fala que Davi recusou. Nem que ficou grande ou pequeno. Acredito que tenha lhe servido direitinho.
Israel vivia em guerra. Os filisteus não deixavam que tivessem espadas. Naquele momento já haviam pilhado o acampamento dos filisteus, mas antes só Saul e Jônatas tinham espadas. Jônatas deu a Davi o que de mais precioso possuía. Suas armas. Suas defesas. E, tenho certeza, Davi aceitou. Quando um amigo, que Deus nos deu, nos oferece gratuitamente seus bens preciosos, com toda a certeza serão bênçãos em nossas vidas!
E então, o jovem pastor de ovelhas agora é enviado por Saul a diversas missões de guerra. E aceita cada uma delas. Age em todas com sabedoria e obtêm êxito. Uma após a outra. Fico imaginando Davi tendo um curso super intensivo com Jônatas, para aprender o manejo correto e eficaz da espada. De repente, Saul o coloca como o comandante do exército!
E é aqui que quero chegar! Quando passamos pelo processo e passamos bem, o Senhor nos prepara para o que vem adiante. O processo nos ensinou a lutar com o cajado e a funda, mas aí, aprendemos os princípios, e Ele nos capacita a lutar com a espada e nos coloca no comando do exército, mesmo que não tenhamos sido treinados para isso! Nosso treino em secreto nos capacita para o que vem à frente.
Agora Davi não é mais um pastor de ovelhas, é um soldado! E é lindo que ganhou seu uniforme de seu amigo! É lindo que não precisa se esforçar sobremaneira. Tudo vai acontecendo e se encaixando. Aonde Davi vai, age com prudência. Tem êxito. É aprovado. Apreciado. Amado, afinal esse é o seu nome.
Bendito processo de Deus em nossas vidas!
Quando Davi enfrentou o leão, talvez até imaginasse que um dia seria um soldado do rei. Comandante do exército de Israel? Duvido! Rei de Israel? Duvido que tenha pensado! O maior rei de Israel? Que seu descendente ocuparia o trono pelos séculos dos séculos? Jamais! É impressionante onde se submeter e aprender com o processo o levou.
Davi era antes de tudo, um adorador. Nosso Pai tem planos maravilhosos para nós! Se soubermos aprender, escolher e adorar, nosso futuro será bem maior do que conseguimos pedir ou imaginar. A criatividade do nosso Pai não tem limites e Seus planos para nós são simplesmente fantásticos. Muito além do que pedimos ou pensamos, mesmo para os mais criativos. E são planos para não apenas impactar essa geração, mas todas as gerações que vem pela frente!
Que nos submetamos ao Senhor e aos Seus processos. Que aprendamos. Que cresçamos. Que escolhamos. Que caminhemos. Que vivamos. Definitivamente, a caminhada é nossa!
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