Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/no-tempo-certo-acontece.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.
Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.
Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor.
Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!
Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.
Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.
Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.
Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.
Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando.
Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.
Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?
Mas Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso.
Eliseu respondeu que o Senhor havia lhe revelado que ele seria rei da Síria.
Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.
Mas, no dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.
Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.
Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.
Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.
Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Ele conseguiu enxergar o homem que realmente Hazael era.
Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html
Mais uma coisa: dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
Com quem queremos parecer?
Na quarta-feira, continuamos. Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
O valor de uma herança
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.
Na última postagem vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
Hoje, caminharemos através do capitulo vinte e um.
Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.
Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que ele cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.
Nabote respondeu ao rei: “Yahweh me livre de te entregar a herança de meus pais!”
Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.
Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la, depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.
Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente: “Não lhe entregarei a herança de meus pais!” Que homem corajoso!
O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada.
Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.
A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.
Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, o jezreelita, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusou, dizendo que não entregaria sua vinha.
Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”
Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.
Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote.
Nessas cartas estava escrito que deveriam proclamar um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.
Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.
Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei.
Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.
Mandaram dizer a Jezabel que havia sido executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusou entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.
Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.
O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria perguntar-lhe: “Assassinastes teu semelhante e ainda tens a impiedade de se apossar de sua propriedade?”
E mais: O Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lambiam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.
Quando Acabe viu Elias, lhe disse: “Então, finalmente, me encontraste, meu inimigo!”
Elias disse: “Sim, eu te encontrei.” E perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.
Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel.
E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.
O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa.
Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.
Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.
Então o Senhor falou com Elias, o tesbita: “Viste como Acabe tem se humilhado diante de mim? Considerando, pois, que tem sido humilde em seu proceder diário, não mais trarei a desgraça que prometi sobre ele, durante sua vida e reinado, mas a trarei durante o império de seu filho”.
Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.
O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai o fez.
Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.
E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar ao Caminho. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. https://www.youtube.com/watch?v=XEa2jjT9SyQ
Não existe nada melhor que andar com o Senhor.
Na sexta-feira prosseguimos. Espero você.
Na última postagem vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html
Hoje, caminharemos através do capitulo vinte e um.
Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.
Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que ele cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.
Nabote respondeu ao rei: “Yahweh me livre de te entregar a herança de meus pais!”
Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.
Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la, depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.
Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente: “Não lhe entregarei a herança de meus pais!” Que homem corajoso!
O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada.
Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.
A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.
Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, o jezreelita, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusou, dizendo que não entregaria sua vinha.
Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”
Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.
Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote.
Nessas cartas estava escrito que deveriam proclamar um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.
Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.
Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei.
Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.
Mandaram dizer a Jezabel que havia sido executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusou entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.
Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.
O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria perguntar-lhe: “Assassinastes teu semelhante e ainda tens a impiedade de se apossar de sua propriedade?”
E mais: O Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lambiam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.
Quando Acabe viu Elias, lhe disse: “Então, finalmente, me encontraste, meu inimigo!”
Elias disse: “Sim, eu te encontrei.” E perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.
Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel.
E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.
O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa.
Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.
Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.
Então o Senhor falou com Elias, o tesbita: “Viste como Acabe tem se humilhado diante de mim? Considerando, pois, que tem sido humilde em seu proceder diário, não mais trarei a desgraça que prometi sobre ele, durante sua vida e reinado, mas a trarei durante o império de seu filho”.
Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.
O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai o fez.
Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.
E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar ao Caminho. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. https://www.youtube.com/watch?v=XEa2jjT9SyQ
Não existe nada melhor que andar com o Senhor.
Na sexta-feira prosseguimos. Espero você.
domingo, 23 de setembro de 2018
Acordos sem aprovação
Ontem vimos a guerra entre Acabe e Ben-Hadade. O Senhor falou a Acabe que o daria em suas mãos. Ele, Acabe, deveria iniciar o ataque. Foi o que aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/esteja-pronto-pode-ser-sua-vez.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte. A partir do versículo vinte e três. Até o final.
O profeta havia dito a Acabe que dentro de um ano, Ben-Hadade voltaria para uma nova guerra.
Neste tempo, os conselheiros de Ben-Hadade lhe encorajaram dizendo que os deuses dos israelitas eram deuses das montanhas. Por isso, eles foram fortes e prevaleceram. Contudo, diziam, se os combatessem nas planícies, com toda certeza seriam mais fortes e sairiam vitoriosos.
Também aconselharam que Ben-Hadade deveria tirar todos os reis dos seus comandos e substituí-los por outros comandantes.
Também deveria arregimentar outro exército. Com o mesmo poder do anterior, cavalo por cavalo e carro por carro.
Lutariam contra os israelitas nos lugares planos e certamente os subjugariam. Vencendo a guerra.
O rei ouviu todos esses conselhos.
Na primavera seguinte, na passagem do ano, Ben-Hadade convocou todos os sírios. Marchou até Afeque, para lutar contra os filhos de Israel.
Os filhos de Israel foram mobilizados e providos de alimentos. Então, marcharam contra eles.
Acamparam defronte do inimigo; como dois pequenos rebanhos de cabras. Os sírios enchiam toda a região.
O homem de Deus, que também não sabemos o nome, aproximou-se de Acabe e disse-lhe: “Assim fala o Senhor: Porque os arameus declararam: ‘O Senhor é um deus das montanhas, mas não tem poder sobre as planícies!’ Eis que Eu entregarei nas tuas mãos toda esta grande multidão, e saberás que Eu Sou o Senhor!”
O Senhor deseja se revelar. Ainda que Acabe não O conhecesse, era Seu desejo que viesse a conhecê-Lo, assim como os sírios, que saberiam que só o Senhor é Deus. Deus sempre. Em todos os lugares.
Durante sete dias ficaram ali acampados. Uns na frente dos outros.
Já passou por situações assim? Parece que tudo está pausado. E uma guerra prestes a estourar. Acontece conosco. Não podemos baixar a guarda. Em breve a batalha começará.
E foi assim. No sétimo dia travou-se a grande batalha. Os filhos de Israel exterminaram num só dia cem mil soldados de infantaria dos sírios. Cem mil! Eles que eram apenas como dois pequenos rebanhos de cabra.
Ah, quando a guerra é do Senhor, tudo muda. Ele é o Senhor dos Exércitos, o Vencedor.
Os sobreviventes fugiram para Afeque. Sabe o que aconteceu? As muralhas da cidade desabaram sobre os vinte e sete mil homens que restavam. Isso mesmo, desabaram! Dá para dizer que essa guerra não era do Senhor?
Quando Ben-Hadade viu tudo isso, fugiu para a cidade. Buscava refúgio, ora num esconderijo, ora em outro.
Seus oficiais lhe aconselharam dizendo que os reis de Israel eram misericordiosos. Propuseram-lhe que fossem até ele, vestindo panos de saco e tendo cordas envolvendo o pescoço, como escravo. Talvez ele poupasse sua vida.
E assim foram. Vestiram panos de sacos. Colocaram cordas ao redor do pescoço e se apresentaram ao rei de Israel.
Suplicaram: “O teu servo Ben-Hadade manda dizer: Rogo-te que me permitas viver.” Agora era Ben-Hadade quem chamava a si mesmo de servo, mandando recado.
Acabe replicou: “Ele ainda está vivo? É meu irmão!”
Estou pasma! E você? Era o inimigo que queria ficar com tudo que era dele! Agora, diz que é seu irmão!
Os mensageiros interpretaram como um bom sinal. Sem refletir aproveitaram o que o rei havia dito e acrescentaram: “Sim, isso mesmo, teu irmão Ben-Hadade vive!”
Acabe ordenou que fossem buscar Ben-Hadade.
Assim que chegou, Acabe o fez subir em seu carro. Era um sinal de honra.
Ben-Hadade disse a Acabe que restituiria as cidades que seu pai havia tomado do pai dele. Assim, Acabe poderia estabelecer seus próprios mercados em Damasco, como fez seu pai em Samaria.
Acabe lhe disse que mediante um tratado, deixaria Ben-Hadade em liberdade. Formalizaram um contrato. Acabe o deixou partir livre.
O Senhor mandou que um dos discípulos dos profetas ordenasse a seu companheiro que o ferisse. O homem se recusou a fazê-lo.
Esse discípulo disse-lhe que por não ter obedecido à voz do Senhor, logo que se afastasse um leão o mataria. De fato, assim que o companheiro seguiu seu caminho, um leão o encontrou e o matou.
Quão perigoso é não obedecer à voz do Senhor! Provavelmente um leão não o encontrará pelo caminho, mas há tantas outras coisas que podem acontecer. A obediência é sempre o melhor caminho. Não por medo, por amor.
O profeta encontrou-se com outro homem e pediu que o ferisse. No mesmo momento o homem o golpeou, ferindo-o.
O profeta partiu. Ficou aguardando o rei na entrada. Colocou uma atadura sobre os olhos. Estava irreconhecível.
Quando o rei passou, ele gritou: “Teu servo estava em combate quando alguém saiu das fileiras e trouxe-me um homem, exclamando: ‘Vigia este homem! Se ele desaparecer, tua vida responderá pela sua ou, então, pagarás trinta e cinco quilos de prata'. Mas, enquanto o teu servo estava ocupado de uma e de outra parte, o homem desapareceu!”
O rei de Israel lhe declarou: “Ora, esta é a tua sentença; tu mesmo a pronunciaste!”
Naquela hora, o profeta rapidamente removeu o turbante que lhe protegia os olhos. O rei prontamente o reconheceu.
Ele disse ao rei: “Assim diz o Senhor: ‘Porquanto deste liberdade ao homem que Eu havia determinado que devia morrer, tua vida responderá pela vida dele, e o teu povo pagará pelo povo dele!’”
Assim, o rei de Israel retornou para seu palácio em Samaria. Irritado e deprimido.
Parece que os reis, tanto de Israel como de Judá, gostavam de fazer acordos sem consultar ao Senhor.
Até achei que Acabe estava aprendendo, mas parece que não. Não fala que ele voltou arrependido. Fala que voltou irritado e deprimido.
Acordos, contratos e alianças, sejam comerciais ou de qualquer outro tipo, precisam ter a orientação e a aprovação do Senhor, se queremos que os mesmos sejam corretos e tragam sucesso e prosperidade.
Que oremos antes de qualquer decisão a ser tomada. Para o nosso próprio bem.
Amanhã prosseguimos. Espero você.
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sábado, 22 de setembro de 2018
Esteja pronto! Pode ser a sua vez!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.
Ontem vimos que Elias chegou à exaustão. O Senhor o alimentou e ordenou que continuasse. Há muito a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/exaustao.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte. Até o versículo vinte e três.
O rei da Síria, Ben-Hadade, reuniu seu exército. Havia com ele, trinta e dois reis, cavalos e carros de guerra. Ele foi até Samaria, capital de Israel. A sitiou. E batalhou contra ela.
Enviou mensageiros para comunicar ao rei Acabe que estava declarando seus toda a prata e o ouro que fora de Acabe, assim como o melhor de suas mulheres e filhos.
Acabe, sem encontrar uma solução, respondeu que seria assim, como Ben-Hadade dizia. Ainda o chamou de rei e senhor, afirmando que ele e tudo o que tinha estavam à sua disposição.
Os mensageiros retornaram a Acabe, anunciando nova mensagem de Ben-Hadade. Ele estava dando ordens expressas para tomar toda a prata, ouro, mulheres e filhos e que no dia seguinte, àquela mesma hora, enviaria seus oficiais. Eles iriam vasculhar o palácio e até as casas dos serviçais, pegando e carregando tudo que houvesse de precioso. Nada escaparia das mãos de Ben-Hadade.
Quando Acabe ouviu esta notícia, convocou todos os anciãos daquelas terras e queixou-se. Aquele homem queria sua perda total! Estava exigindo dele suas esposas e filhos, embora ele não houvesse recusado sua prata e ouro.
Todas as autoridades e o povo consultados afirmaram que Acabe não deveria lhe obedecer. Não deveria consentir que ficasse com tudo.
Acabe deu ouvidos aos seus conselheiros. Ordenou aos mensageiros de Ben-Hadade que lhe dissessem que faria tudo que havia sido pedido a ele da primeira vez, contudo esta outra exigência não.
Embora o chamasse de meu rei e meu senhor e se colocasse na posição de servo, disse que não podia satisfazê-lo, dando-lhe tudo.
Os mensageiros levaram a declaração de Acabe. Ben-Hadade novamente enviou seus mensageiros que disseram a Acabe: “Que os deuses me castiguem com toda a severidade, caso reste em Samaria pó suficiente para dar um punhado a cada um dos meus guerreiros!”
Acabe, ao que parece, já estava ficando enjoado daquele vem e vai de mensagens. Mandou dizer a Ben-Hadade que não deveria se gabar quem veste a armadura como aquele que as tira! Quem veste uma armadura está indo para a guerra, não sabe o que acontecerá. Quem as tira, está voltando, vivo e vitorioso.
Quando Ben-Hadade ouviu esta resposta, estava bebendo nas tendas, com os reis, seus aliados. Ficou indignado. Ordenou imediatamente aos seus oficiais que estivessem preparados para a guerra. Eles prontamente se prepararam para atacar Samaria.
Um profeta, que não sabemos o nome, foi até o rei Acabe e lhe entregou uma palavra do Senhor: “Vês esta imensa multidão? Pois Eu a entrego hoje em tuas mãos e reconhecerás que Eu Sou Yahweh!’”
Embora Acabe tenha virado as costas para o Senhor, o Senhor não virou Suas costas. Queria que Acabe O reconhecesse como Senhor.
Acabe acreditou nas palavras do Senhor, ditas através do profeta. Perguntou quem o Senhor iria usar para a vitória. O profeta lhe disse que seriam os jovens soldados dos líderes das províncias. Eles realizariam tudo que fosse preciso.
Parece que está aprendendo! Será?
Acabe pergunta ao profeta quem deveria começar a batalha. O profeta prontamente lhe responde: “Tu mesmo!”
Então, imediatamente, Acabe convocou os jovens guerreiros dos chefes das províncias. Eram duzentos e trinta e dois homens.
Depois deles, contou todos os israelitas. Eram sete mil.
A tropa partiu ao meio-dia.
Ben-Hadade, que não esperava um ataque, continuava bebendo e se embriagando nas tendas, com os trinta e dois reis, seus aliados.
Então os jovens cooperadores dos administradores das províncias avançaram.
Alguns espiões mandados por Ben-Hadade informaram-lhe que um grupo de soldados estava saindo de Samaria. No mesmo instante ele ordenou que ficassem atentos. Quer tivessem saído com intenções pacíficas ou bélicas, deveriam ser capturados vivos.
Os jovens guerreiros marcharam para fora da cidade. O exército na retaguarda. E cada um matou seu adversário.
Diante disto, os sírios partiram em retirada. Perseguidos pelos israelitas
Ben-Hadade, rei Síria, escapou a cavalo, com alguns de seus cavaleiros.
Então Acabe tomou os cavalos e carros de guerra e impôs aos sírios uma terrível derrota.
O profeta deu um aviso a Acabe. Ele deveria fortalecer-se. Atentar bem para suas atitudes. Dentro de um ano, o rei da Síria voltaria para atacar.
E agora?
Acabe prestará atenção em suas atitudes?
Reconhecerá que só o Senhor é Deus?
Estará preparado para a guerra, quando ela vier?
Amanhã continuamos. Espero você.
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Fazendo a limpeza
Ontem vimos que Abião, ou Abias, se afastou do Senhor. Viveu sempre em guerra.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sempre-em-guerra.html
Hoje, caminharemos através do capitulo quinze. A partir do versículo dez. Até o final.
Quando Jeroboão, rei de Israel, já havia reinado vinte anos, Asa começou a reinar em Judá. Reinou quarenta e um anos em Jerusalém.
Quando leio o versículo a seguir, tenho vontade de pular. Acredita que Asa agiu de modo reto diante do Senhor, como Davi?
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/o-reinado-de-davi-foi-sucedido-por.html
Sim, ele tirou da terra os prostitutos cultuais, que eram conhecidos como sodomitas. Também destruiu todos os ídolos que seus pais haviam erguido. Ele fez uma verdadeira limpeza.
E o que acho muito impressionante, ele destituiu sua própria avó, Maaca, filha de Absalão, da autoridade de rainha-mãe. Ela havia construído um abominável objeto de culto para servir de ídolo sagrado, que ele também queimou. Ficava próximo ao ribeiro de Cedrom.
Asa não removeu os altares das colinas. Mas seu coração foi totalmente dedicado ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html
Ele trouxe para o templo do Senhor os objetos que seu pai, Abião ou Abias, havia consagrado, e os objetos que ele mesmo consagrara, prata, ouro e vasos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-solene.html
No segundo ano de seu reinado, Nadabe, filho de Jeroboão, tornou-se rei em Israel. Governou apenas dois anos.
Praticou o que o Senhor reprova. Andou nos caminhos de seu pai e no pecado que havia induzido Israel a cometer.
Então, Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, conspirou contra ele. Feriu-o de morte em Gibeom dos filisteus, pois Nadabe e todo o Israel havia sitiado Gibeom.
Baasa assassinou-o no terceiro ano do governo de Asa, e reinou em seu lugar. Assim que se tornou rei, massacrou toda a casa de Jeroboão. Não poupou ninguém. Exterminou-os. Como o Senhor dissera através de seu servo Aías, o silonita.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html
Tudo por causa dos pecados que Jeroboão havia praticado e levado o povo de Israel a praticar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html
Baasa reinou durante vinte e quatro anos. Praticou o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu o caminho de Jeroboão, errando e induzindo Israel ao erro.
Houve grande batalha entre Asa e Baasa, rei de Israel. Eles guerrearam o tempo todo.
Baasa, rei de Israel, invadiu Judá e edificou Ramá, para que ninguém pudesse sair nem entrar no território de Asa.
Asa tomou toda a prata e o ouro que estavam nos tesouros do templo, além dos objetos valiosos do palácio real e os entregou nas mãos de seus servos para enviar a Ben-Hadade, rei da Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
Ben-Hadade morava em Damasco. Asa enviou os objetos com a mensagem de que houvesse aliança entre eles e que ele rompesse a aliança que possuía com Baasa.
Ben-Hadade aceitou o acordo. Enviou os chefes de seu exército contra Israel. Conquistou Ijom, Dã, Abel-Bete-Maaca e todo o Quinerete, a região próxima ao lago da Galiléia, além de todo o território de Naftali.
Israel perdendo o que havia conquistado. Tudo por ter se afastado do Senhor.
Quando Baasa soube, parou de construir Ramá. Ficou em Tirza.
Então, Asa determinou em todo Judá que trouxessem as pedras de Ramá e a madeira com que Baasa a edificava. Com esse material Asa mandou construir Geba de Benjamim e Mispá.
O resto da história de Asa, muito interessante, está escrito em Crônicas. Na sua velhice, ficou doente dos pés. Vale a pena ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
Ele morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Josafá foi seu sucessor.
É muito triste ver que Jeroboão, que podia ter uma dinastia perene, abandonou ao Senhor. Seu filho seguiu seus caminhos. Foi assassinado. Sua família exterminada. Não sobrou ninguém. Como o Senhor havia dito. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html
Baasa não aprendeu a lição. Sabia que Jeroboão estava naquela situação por ter se afastado do Senhor, mas seguiu os caminhos de Jeroboão. Também não se voltou para o Senhor.
O que acontecerá com ele? Seus filhos governarão após ele? Será que ainda há esperança para Israel?
E quanto à Judá? Asa segue ao Senhor. Até destitui sua avó do cargo de rainha-mãe, por ser ela uma idólatra. Ele morre. Josafá reina em seu lugar.
Como será seu reinado? Seguirá os caminhos de Davi ou ao menos os caminhos de seu pai? Há esperança para Judá?
E quanto a nós? Temos seguido ao Senhor, independente das circunstâncias? Há esperança para nós?
Lembre-se: nossas decisões impactam gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html
Amanhã veremos. Espero você. Até lá.
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Aliança rompida
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos que o rei Asa e o povo de Judá estavam com o coração tão inclinado em servir ao Senhor, que não apenas fizeram uma aliança, mas uma aliança solene com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-solene.html
Hoje vamos andar pelas páginas do capítulo dezesseis.
No trigésimo sexto ano do governo de Asa, Baasa, rei de Israel, invadiu Judá. Começou a cercar de muralhas a cidade de Ramá. Queria controlar o movimento que passava pela estrada que ia a Jerusalém.
Asa juntou o ouro e a prata do tesouro da Casa do Senhor e do seu próprio palácio. Enviou a Ben-Hadade, rei da Síria, com uma mensagem para celebrarem um pacto entre os dois, como havia entre seus pais. Ele pedia que Ben-Hadade anulasse sua aliança com Baasa, em troca do ouro e prata. Assim, Baasa se retiraria das terras de Judá.
Ben-Hadade aceitou a proposta. Enviou os capitães dos seus exércitos contra as cidades de Israel; e feriu a Ijom, Dã, Abel-Maim e todas as cidades-armazéns de Naftali.
Quando Baasa ouviu, desistiu de fortificar Ramá. Interrompeu sua obra. Voltou para suas terras.
Asa convocou os homens de Judá para irem a Ramá. Lá retiraram as pedras e a madeira que Baasa estava usando na construção das muralhas. Com esse material, Asa mandou erguer muralhas em volta de Geba e de Mispa.
Nessa época veio Hanani, o vidente, até Asa. Trazia uma admoestação.
O Senhor questionou o motivo dele ter procurado refúgio e salvação no rei da Síria e não nEle. Disse-lhe que por isso, o exército da Síria escapou-lhe das mãos.
O Senhor ainda lhe perguntou se os etíopes, os cuchitas, e os líbios não formavam um grande e poderoso exército, com muitíssimos carros de guerra e cavaleiros. Mas Asa confiou no Senhor, e Ele os entregou pessoalmente. Afinal, Seus olhos contemplam toda a terra, para revelar-se poderoso para com aqueles cujo coração é plenamente dEle.
Hanani ainda disse que Asa agiu como louco, insensato. Por causa de suas escolhas e ações, a partir de então, enfrentaria muitas batalhas.
Asa se indignou contra Hanani e suas profecias. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. No tronco. Por causa do que havia profetizado.
Nessa mesma ocasião, Asa castigou brutalmente algumas pessoas do seu próprio povo.
No trigésimo nono ano do seu reinado, ficou doente dos pés. Sua enfermidade era em extremo grave. Embora tenha passado muito mal e fosse mortal seu estado, não buscou socorro no Senhor, somente nos médicos de sua confiança.
Morreu no ano quarenta e um de seu reinado. Foi sepultado no túmulo que cavou para si na Cidade de Davi. Num leito repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Fizeram uma grande fogueira em sua homenagem.
A história de Asa, do começo ao fim, está narrada no Livro da História dos Reis de Judá e de Israel.
Vamos considerar alguns pontos dessa história, que começou tão bem e terminou tão mal.
Quando o rei de Israel invadiu Judá, sua intenção era controlar quem ia até Jerusalém. Queria saber quem adorava o Senhor. Israel não O adorava mais.
O inimigo sempre quer saber quem é fiel ao Senhor. Para atacá-lo. Para colocar muralhas e impedí-lo de servir e adorar o Deus único e verdadeiro.
Quando foi atacado por Zerá e seu imenso exército, Asa clamou ao Senhor. Depois, sendo atacado por um rei menor e um exército inferior, não o fez. Recorreu aos recursos que considerava sob seu poder. Além do seu próprio tesouro, juntou o ouro e a prata do tesouro do Senhor e enviou para Ben-Hadade.
Errou várias vezes. Errou em não clamar ao Senhor. Não confiar nEle. Errou ao confiar em seus próprios recursos. Errou em tomar posse do tesouro que havia dedicado e entregue ao Senhor. Errou em esquecer sua aliança solene com o Senhor. Errou em fazer uma aliança com Ben-Hadade.
É verdade que deu certo. Baasa desistiu de fortificar Ramá. Voltou para sua terra. Asa conseguiu até usar as pedras e madeiras para erguer muralhas em cidades de Judá. Ah, mas cuidado! Nem tudo que dá certo, está certo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/delegando-o-indelegavel.html
Logo depois, o Senhor mandou que Hanani apontasse os erros de Asa. Corajosamente, Hanani o fez. A consequência de seus erros foi não destruir o exército da Síria, além de ter que enfrentar muitas batalhas a partir de então.
Como precisamos tomar cuidado para não agir como Asa!
Sua história me faz lembrar Saul. Começou tão bem. Terminou tão mal.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Asa podia ter se arrependido. Não o fez. Se indignou contra Hanani. Ficou realmente enfurecido. Lançou-o no cárcere. E pior, no tronco. Tudo que Hanani fez foi entregar a palavra do Senhor. Asa estava enfurecido contra o Senhor. O mesmo homem que havia feito uma aliança solene. Não me conformo!
Quando nos afastamos do Senhor, nossas decisões se tornam equivocadas. Não O consultamos. Utilizamos Seu tesouro a nosso bel prazer. Não ouvimos Sua palavra. Ficamos enfurecidos com Seus profetas. E nos levantamos de maneira brutal contra pessoas inocentes. Como Asa fez.
Que aprendamos a não agir assim.
Os olhos do Senhor contemplam toda a terra. Ele revela-se poderoso para com todos cujo coração é plenamente dEle.
Mas a história não acaba aqui. Foi pior. Asa ficou doente dos pés. Uma grande oportunidade para voltar ao Senhor.
Estava gravemente enfermo. Até que seu estado tornou-se mortal. Mas em nenhum momento buscou socorro no Senhor. Buscou socorro apenas e tão somente nos médicos de sua confiança. Que nada puderam fazer por ele. Asa morreu.
É triste pensar que Asa não estava mais se importando com sua vida. Não se arrependeu. Não clamou ao Senhor em sua doença. Sua preocupação passou a ser como seria seu sepultamento.
Mandou preparar um túmulo para si na Cidade de Davi. Desejou que seu leito fosse repleto de especiarias raras e perfumes preparados segundo a arte dos melhores perfumistas. Uma grande fogueira foi acesa em sua homenagem.
Sua aliança solene foi quebrada. Suas preocupações agora eram fúteis.
Quantas coisas a aprender.
Que possamos ser fiéis. Até o fim.
Que nossa história termine melhor do que começou.
Mais uma vez, que sejamos como Paulo, que disse (e era verdade): “Combati o bom combate. Terminei a carreira. Guardei a fé”. – 2 Timóteo 4.7
Amanhã continuamos. Espero você.
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domingo, 20 de novembro de 2016
Tendo o Senhor à nossa frente em toda circunstância
O reinado de Davi foi sucedido por Salomão, que foi sucedido por Roboão e este por Abias.
Devido às suas vidas dedicadas ao pecado, perderam o reino de Israel. Somente reinaram sobre a tribo de Judá e Benjamim.
A cada reinado, o povo de Judá mais se afastava do Senhor, à semelhança do povo de Israel.
Quando lemos a história de seus reis, às vezes aparece um rei que nos dá um alento. Infelizmente, a maioria é descrita como idólatra.
Asa é um dos poucos citados como aprovado pelo Senhor. Sua história é contada a partir de II Crônicas 14. E podemos aprender muito com ele.
Retirou os altares dos deuses estrangeiros e os altares idólatras que havia nos montes, despedaçou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Ordenou ao povo de Judá que buscasse ao Senhor, obedecendo Suas leis e mandamentos.
Seu reino esteve em paz, porque o Senhor lhe deu descanso. Era um homem de visão. Imagino que leu os provérbios de seu tataravô Salomão. Age como uma prevenida formiga, que aproveita o verão. Aproveitou o tempo de paz e construiu cidades fortificadas com torres, portas e trancas, e muros ao redor. E treinou um exército.
Lembrou ao povo que a terra ainda os pertencia por estarem buscando ao Senhor. Reconheceu que foi o Senhor quem havia lhes dado paz. Construíram e prosperaram.
Embora tempo de paz, possuía um exército enorme. Trezentos mil homens de Judá, equipados com escudos grandes e lanças, e duzentos e oitenta mil de Benjamin, equipados com escudos pequenos e arcos. Todos valentes homens de combate. Fico admirada imaginando quinhentos e oitenta mil soldados. Todos valentes homens de combate.
Então, alguém aparece na história. Nada menos que um poderoso etíope, Zerá, que marcha contra Asa, com um esplêndido exército de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Um milhão de soldados. Meu coração dispara.
De repente, olho para o exército de Asa e penso: são quinhentos e oitenta mil equipados com algumas armas. Mas o poderoso etíope Zerá possui um exército de um milhão. Soldados magníficos. E trezentos carros de guerra.
O que acontecerá? Fico aliviada ao lembrar que Asa construiu cidades fortificadas. Ele se esconderá? Como lutar contra um exército desses? Impossível vencer. Ah, estava tão bom ler sobre Asa. Mas e agora?
Asa não se esconde! Simplesmente sai ao encontro daquele magnífico exército e ambos se colocam em posição de combate. Meu coração quase sai pela boca. Que guerra será essa? É Davi contra Golias.
Então Asa faz exatamente o que deveria fazer, clama ao Senhor. Ele lembra ao Senhor que ninguém além dEle é capaz de ajudar os fracos contra os poderosos. E lembra que a sua confiança e de seu valente exército está no Senhor e que, assim como Davi, eles estavam ali em nome do Senhor. Então, era o fabuloso exército de Zerá contra o Senhor. Guerra vencida!
E aí? O Senhor, ninguém menos que o Senhor dos Exércitos, derrotou o exército etíope. Eles fugiram! Aquele fabuloso exército de um milhão de guerreiros, com seus trezentos carros, fugiu. E Asa e seu exército os perseguiram. Caíram tantos deles que não conseguiram recuperar-se e os homens de Judá saquearam muitos bens. E não ficou só nisso. Além de derrotarem o exército e saquearem muitos bens, derrotaram todas as cidades ao redor de Gerar, pois o terror do Senhor havia caído sobre elas.
Quando clamamos ao Senhor, e enfrentamos uma guerra em Seu nome, Ele não faz apenas o que pedimos. O Senhor não apenas derrotou o exército inimigo, Ele proporcionou uma grande vitória, com um grande despojo para todo o exército.
Logo em seguida, a Bíblia nos conta que o Senhor encheu o profeta Azarias, que foi ao encontro de Asa e o animou. Suas palavras: "O Senhor está com vocês quando vocês estão com Ele. Se o buscarem, Ele deixará que O encontrem, mas, se o abandonarem, Ele os abandonará." - II Crônicas 15.2. Azarias o fortaleceu.
Quando Asa ouviu essas palavras, encheu-se de coragem. Retirou os ídolos repugnantes de toda a terra de Judá, de Benjamin e das cidades que havia conquistado. E, após destruir os ídolos, restaurou o altar do Senhor. Nesta ordem. Asa se desfez de todos os ídolos que seu pai havia feito e até destituiu sua avó Maaca da posição de rainha-mãe, por causa de sua idolatria.
Muitos de Israel passaram para seu lado porque viam que o Senhor era com ele.
Reuniu todo o povo em Jerusalém. Juraram buscar ao Senhor. Um juramento feito de todo o coração. Todos se alegraram e buscaram a Deus com a melhor disposição. Ah, e o Senhor deixou que O encontrassem e lhes concedeu paz em todas as fronteiras.
Mas então, algo triste acontece. Baasa, rei de Israel, invade Judá. Depois de tudo o que vimos, sabemos que não há a menor possibilidade de Baasa vencer. Mas, ao invés de Asa clamar ao Senhor, ajunta seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor e envia a Ben-Hadade, rei da Síria, para que este venha socorrê-lo. Não consigo entender.
Asa não apenas fez aliança com um rei inimigo, como entregou a ele seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor.
E aqui paro um pouco. Quantas vezes fazemos o mesmo? Clamamos ao Senhor quando vemos um exército de um milhão de soldados vindo contra nós, mas quando é algo mais simples, achamos que "damos um jeito", vamos lá e, ao invés de orar e pedir uma solução e uma orientação do Senhor, entregamos nossos tesouros e os tesouros do Senhor, ao nosso inimigo, para que nos proteja de outro inimigo. Perdemos. Perdemos sempre. Perdemos muito. Perdemos a chance de, com o Senhor, vencer dois inimigos e perdemos tesouros preciosos, sejam quais forem.
Hanani, um profeto corajoso, exortou o rei pela sua escolha equivocada. Asa ficou tão indignado que mandou prendê-lo. E nessa época, oprimiu brutalmente alguns do povo.
Em sua velhice, Asa sofre de uma doença dos pés e, embora sua doença fosse grave, não recorreu ao Senhor, somente aos médicos. O problema não foi recorrer aos médicos mas somente a eles. Esqueceu de clamar ao Senhor, que poderia tê-lo ouvido e curado.
Em algum momento em sua caminhada, esqueceu quem era o Senhor. Aquele que ele mesmo havia reconhecido como o que ajuda os fracos contra os poderosos.
Que aprendamos com sua história. Que busquemos ao Senhor, em todo o tempo. Sejam os adversários e problemas grandes ou pequenos. Ele quer nos ajudar. Ele deseja ser achado por nós. Que clamemos por Sua ajuda, Sua orientação, mesmo em coisas aparentemente pequenas. Ele deve ser o nosso Senhor em todo o tempo. Em cada circunstância. A cada dia.
Devido às suas vidas dedicadas ao pecado, perderam o reino de Israel. Somente reinaram sobre a tribo de Judá e Benjamim.
A cada reinado, o povo de Judá mais se afastava do Senhor, à semelhança do povo de Israel.
Quando lemos a história de seus reis, às vezes aparece um rei que nos dá um alento. Infelizmente, a maioria é descrita como idólatra.
Asa é um dos poucos citados como aprovado pelo Senhor. Sua história é contada a partir de II Crônicas 14. E podemos aprender muito com ele.
Retirou os altares dos deuses estrangeiros e os altares idólatras que havia nos montes, despedaçou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Ordenou ao povo de Judá que buscasse ao Senhor, obedecendo Suas leis e mandamentos.
Seu reino esteve em paz, porque o Senhor lhe deu descanso. Era um homem de visão. Imagino que leu os provérbios de seu tataravô Salomão. Age como uma prevenida formiga, que aproveita o verão. Aproveitou o tempo de paz e construiu cidades fortificadas com torres, portas e trancas, e muros ao redor. E treinou um exército.
Lembrou ao povo que a terra ainda os pertencia por estarem buscando ao Senhor. Reconheceu que foi o Senhor quem havia lhes dado paz. Construíram e prosperaram.
Embora tempo de paz, possuía um exército enorme. Trezentos mil homens de Judá, equipados com escudos grandes e lanças, e duzentos e oitenta mil de Benjamin, equipados com escudos pequenos e arcos. Todos valentes homens de combate. Fico admirada imaginando quinhentos e oitenta mil soldados. Todos valentes homens de combate.
Então, alguém aparece na história. Nada menos que um poderoso etíope, Zerá, que marcha contra Asa, com um esplêndido exército de um milhão de soldados e trezentos carros de guerra. Um milhão de soldados. Meu coração dispara.
De repente, olho para o exército de Asa e penso: são quinhentos e oitenta mil equipados com algumas armas. Mas o poderoso etíope Zerá possui um exército de um milhão. Soldados magníficos. E trezentos carros de guerra.
O que acontecerá? Fico aliviada ao lembrar que Asa construiu cidades fortificadas. Ele se esconderá? Como lutar contra um exército desses? Impossível vencer. Ah, estava tão bom ler sobre Asa. Mas e agora?
Asa não se esconde! Simplesmente sai ao encontro daquele magnífico exército e ambos se colocam em posição de combate. Meu coração quase sai pela boca. Que guerra será essa? É Davi contra Golias.
Então Asa faz exatamente o que deveria fazer, clama ao Senhor. Ele lembra ao Senhor que ninguém além dEle é capaz de ajudar os fracos contra os poderosos. E lembra que a sua confiança e de seu valente exército está no Senhor e que, assim como Davi, eles estavam ali em nome do Senhor. Então, era o fabuloso exército de Zerá contra o Senhor. Guerra vencida!
E aí? O Senhor, ninguém menos que o Senhor dos Exércitos, derrotou o exército etíope. Eles fugiram! Aquele fabuloso exército de um milhão de guerreiros, com seus trezentos carros, fugiu. E Asa e seu exército os perseguiram. Caíram tantos deles que não conseguiram recuperar-se e os homens de Judá saquearam muitos bens. E não ficou só nisso. Além de derrotarem o exército e saquearem muitos bens, derrotaram todas as cidades ao redor de Gerar, pois o terror do Senhor havia caído sobre elas.
Quando clamamos ao Senhor, e enfrentamos uma guerra em Seu nome, Ele não faz apenas o que pedimos. O Senhor não apenas derrotou o exército inimigo, Ele proporcionou uma grande vitória, com um grande despojo para todo o exército.
Logo em seguida, a Bíblia nos conta que o Senhor encheu o profeta Azarias, que foi ao encontro de Asa e o animou. Suas palavras: "O Senhor está com vocês quando vocês estão com Ele. Se o buscarem, Ele deixará que O encontrem, mas, se o abandonarem, Ele os abandonará." - II Crônicas 15.2. Azarias o fortaleceu.
Quando Asa ouviu essas palavras, encheu-se de coragem. Retirou os ídolos repugnantes de toda a terra de Judá, de Benjamin e das cidades que havia conquistado. E, após destruir os ídolos, restaurou o altar do Senhor. Nesta ordem. Asa se desfez de todos os ídolos que seu pai havia feito e até destituiu sua avó Maaca da posição de rainha-mãe, por causa de sua idolatria.
Muitos de Israel passaram para seu lado porque viam que o Senhor era com ele.
Reuniu todo o povo em Jerusalém. Juraram buscar ao Senhor. Um juramento feito de todo o coração. Todos se alegraram e buscaram a Deus com a melhor disposição. Ah, e o Senhor deixou que O encontrassem e lhes concedeu paz em todas as fronteiras.
Mas então, algo triste acontece. Baasa, rei de Israel, invade Judá. Depois de tudo o que vimos, sabemos que não há a menor possibilidade de Baasa vencer. Mas, ao invés de Asa clamar ao Senhor, ajunta seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor e envia a Ben-Hadade, rei da Síria, para que este venha socorrê-lo. Não consigo entender.
Asa não apenas fez aliança com um rei inimigo, como entregou a ele seus tesouros e os tesouros da casa do Senhor.
E aqui paro um pouco. Quantas vezes fazemos o mesmo? Clamamos ao Senhor quando vemos um exército de um milhão de soldados vindo contra nós, mas quando é algo mais simples, achamos que "damos um jeito", vamos lá e, ao invés de orar e pedir uma solução e uma orientação do Senhor, entregamos nossos tesouros e os tesouros do Senhor, ao nosso inimigo, para que nos proteja de outro inimigo. Perdemos. Perdemos sempre. Perdemos muito. Perdemos a chance de, com o Senhor, vencer dois inimigos e perdemos tesouros preciosos, sejam quais forem.
Hanani, um profeto corajoso, exortou o rei pela sua escolha equivocada. Asa ficou tão indignado que mandou prendê-lo. E nessa época, oprimiu brutalmente alguns do povo.
Em sua velhice, Asa sofre de uma doença dos pés e, embora sua doença fosse grave, não recorreu ao Senhor, somente aos médicos. O problema não foi recorrer aos médicos mas somente a eles. Esqueceu de clamar ao Senhor, que poderia tê-lo ouvido e curado.
Em algum momento em sua caminhada, esqueceu quem era o Senhor. Aquele que ele mesmo havia reconhecido como o que ajuda os fracos contra os poderosos.
Que aprendamos com sua história. Que busquemos ao Senhor, em todo o tempo. Sejam os adversários e problemas grandes ou pequenos. Ele quer nos ajudar. Ele deseja ser achado por nós. Que clamemos por Sua ajuda, Sua orientação, mesmo em coisas aparentemente pequenas. Ele deve ser o nosso Senhor em todo o tempo. Em cada circunstância. A cada dia.
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