Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-da-misericordia-o-justo-juizo.html
Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e cinco. Do versículo um ao versículo vinte e um.
No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa da rebelião de Zedequias, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.
Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.
Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.
Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.
Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado.
Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.
No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém.
Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.
Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.
Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.
Eles destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.
Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.
Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.
Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.
Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.
Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Depois do Juízo, destruição total
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terça-feira, 29 de janeiro de 2019
Êxodo 38.1-40.38
Leitura do dia 27/01.
Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e seus utensílios, de acordo com o modelo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-351-3729.html
Agora, continuaremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o quarenta de Êxodo. O término do livro.
As descrições continuam.
Assim como Moisés havia descrito como deveria ser feito cada peça, cada utensílio. Agora, ele descreve como foram feitas. Exatamente como o modelo.
O altar do holocausto. Oco e feito de tábuas. Com as varas para transportar.
A bacia de bronze, feita com os espelhos doados pelas mulheres que serviam à entrada da tenda do encontro.
As cortinas do pátio, no lado sul e norte, com quarenta e cinco metros de comprimento. Penduradas em vinte colunas. Apoiadas firmemente em vinte bases de bronze. As do leste e oeste com vinte e dois metros e meio de comprimento. Penduradas com ganchos e argolas de prata em dez colunas. Apoiadas em dez bases.
As estacas usadas para sustentar o tabernáculo e o pátio, eram todas de bronze.
Os levitas, seguindo as ordens de Moisés, registraram os valores totais dos materiais usados na construção.
Bezalel fez tudo exatamente como o Senhor havia ordenado a Moisés, com a ajuda de Aoliabe e os demais artesãos.
O povo contribuiu com mil e vinte e quatro quilos de ouro e dois mil quatrocentos e oitenta quilos de bronze.
Foram arrecadados três mil, quinhentos e vinte quilos de prata, do imposto recolhido do censo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
Os artesãos também confeccionaram as lindas roupas sagradas para Arão e seus filhos.
Para fazer os fios, o ouro foi batido até formar lâminas finas e cortado em fios. Com muito cuidado, além de habilidade, Bezalel bordou os fios de ouro no linho fino, com fios de tecido azul, roxo e vermelho. Como o Senhor ordenara a Moisés. Ele trabalhou com cuidado, mesmo sendo habilidoso.
As pedras foram presas às ombreiras do colete, como recordação de que o sacerdote representava os israelitas. O peitoral foi feito, também com cuidado e habilidade, combinando com o colete. Foram fixadas as quatro fileiras de pedras preciosas. Cada pedra representando um dos doze filhos de Israel, com seu nome gravado, como um selo.
O manto foi feito com a gola, como ordenado pelo Senhor. Para que não rasgasse. Para ser usado sempre que o sacerdote fizesse seu serviço diante do Senhor.
Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor ordenara a Moisés. Quando terminaram o serviço, apresentaram a Moisés, que inspecionou todo o trabalho. Cada peça, cada detalhe. Quando verificou que haviam feito exatamente como o Senhor ordenara, abençoou o povo.
O Senhor ordenou que o tabernáculo fosse armado no primeiro dia do primeiro mês. No segundo ano. A arca da aliança deveria ser colocada dentro dele e a cortina interna, que a separava, em seguida. Depois era a vez da mesa. Sobre ela, os utensílios. Em seguida, o candelabro, com suas lâmpadas instaladas.
E assim continuou. Tudo tinha uma ordem para montar. Depois de tudo pronto, Arão e seus filhos seriam consagrados, de acordo com a cerimônia que o Senhor havia instruído.
E foi. Tudo exatamente como o Senhor ordenara.
Quando terminaram o trabalho, a nuvem do Senhor cobriu a tenda do encontro. A glória do Senhor encheu o tabernáculo.
Moisés não podia mais entrar na tenda. A glória do Senhor a encheu.
Não havia lugar mais para ninguém. Só para o Senhor. Que maravilha! Que lindo!
A nuvem passou a ficar acima do tabernáculo. Sempre que se levantava, os filhos de Israel seguiam viagem. Se a nuvem não se levantasse, ficavam acampados. Quanto tempo fosse.
Durante o dia a nuvem permanecia sobre o tabernáculo. À noite, o fogo ardia dentro da nuvem. Todo o povo podia ver.
Isso ocorreu ao longo de todas as jornadas dos israelitas. Todas.
A presença do Senhor era permanente e visível. Não havia como negar. E todos enxergavam. Que privilégio maravilhoso!
O livro de Êxodo termina aqui.
Viu como foi bom? Fácil? Rápido?
A Palavra do Senhor foi escrita para nós. Para nos alimentarmos dela. A cada dia.
Amanhã continuamos. Um novo livro, Levítico. Muitas coisas interessantes, acredite.
Espero você. Até lá.
Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e seus utensílios, de acordo com o modelo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-351-3729.html
Agora, continuaremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o quarenta de Êxodo. O término do livro.
As descrições continuam.
Assim como Moisés havia descrito como deveria ser feito cada peça, cada utensílio. Agora, ele descreve como foram feitas. Exatamente como o modelo.
O altar do holocausto. Oco e feito de tábuas. Com as varas para transportar.
A bacia de bronze, feita com os espelhos doados pelas mulheres que serviam à entrada da tenda do encontro.
As cortinas do pátio, no lado sul e norte, com quarenta e cinco metros de comprimento. Penduradas em vinte colunas. Apoiadas firmemente em vinte bases de bronze. As do leste e oeste com vinte e dois metros e meio de comprimento. Penduradas com ganchos e argolas de prata em dez colunas. Apoiadas em dez bases.
As estacas usadas para sustentar o tabernáculo e o pátio, eram todas de bronze.
Os levitas, seguindo as ordens de Moisés, registraram os valores totais dos materiais usados na construção.
Bezalel fez tudo exatamente como o Senhor havia ordenado a Moisés, com a ajuda de Aoliabe e os demais artesãos.
O povo contribuiu com mil e vinte e quatro quilos de ouro e dois mil quatrocentos e oitenta quilos de bronze.
Foram arrecadados três mil, quinhentos e vinte quilos de prata, do imposto recolhido do censo.
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Os artesãos também confeccionaram as lindas roupas sagradas para Arão e seus filhos.
Para fazer os fios, o ouro foi batido até formar lâminas finas e cortado em fios. Com muito cuidado, além de habilidade, Bezalel bordou os fios de ouro no linho fino, com fios de tecido azul, roxo e vermelho. Como o Senhor ordenara a Moisés. Ele trabalhou com cuidado, mesmo sendo habilidoso.
As pedras foram presas às ombreiras do colete, como recordação de que o sacerdote representava os israelitas. O peitoral foi feito, também com cuidado e habilidade, combinando com o colete. Foram fixadas as quatro fileiras de pedras preciosas. Cada pedra representando um dos doze filhos de Israel, com seu nome gravado, como um selo.
O manto foi feito com a gola, como ordenado pelo Senhor. Para que não rasgasse. Para ser usado sempre que o sacerdote fizesse seu serviço diante do Senhor.
Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor ordenara a Moisés. Quando terminaram o serviço, apresentaram a Moisés, que inspecionou todo o trabalho. Cada peça, cada detalhe. Quando verificou que haviam feito exatamente como o Senhor ordenara, abençoou o povo.
O Senhor ordenou que o tabernáculo fosse armado no primeiro dia do primeiro mês. No segundo ano. A arca da aliança deveria ser colocada dentro dele e a cortina interna, que a separava, em seguida. Depois era a vez da mesa. Sobre ela, os utensílios. Em seguida, o candelabro, com suas lâmpadas instaladas.
E assim continuou. Tudo tinha uma ordem para montar. Depois de tudo pronto, Arão e seus filhos seriam consagrados, de acordo com a cerimônia que o Senhor havia instruído.
E foi. Tudo exatamente como o Senhor ordenara.
Quando terminaram o trabalho, a nuvem do Senhor cobriu a tenda do encontro. A glória do Senhor encheu o tabernáculo.
Moisés não podia mais entrar na tenda. A glória do Senhor a encheu.
Não havia lugar mais para ninguém. Só para o Senhor. Que maravilha! Que lindo!
A nuvem passou a ficar acima do tabernáculo. Sempre que se levantava, os filhos de Israel seguiam viagem. Se a nuvem não se levantasse, ficavam acampados. Quanto tempo fosse.
Durante o dia a nuvem permanecia sobre o tabernáculo. À noite, o fogo ardia dentro da nuvem. Todo o povo podia ver.
Isso ocorreu ao longo de todas as jornadas dos israelitas. Todas.
A presença do Senhor era permanente e visível. Não havia como negar. E todos enxergavam. Que privilégio maravilhoso!
O livro de Êxodo termina aqui.
Viu como foi bom? Fácil? Rápido?
A Palavra do Senhor foi escrita para nós. Para nos alimentarmos dela. A cada dia.
Amanhã continuamos. Um novo livro, Levítico. Muitas coisas interessantes, acredite.
Espero você. Até lá.
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