Leitura do dia 23/08.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.
Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor sobre Amom, Damasco, Quedar, Hazor, Elão e até a grande Babilônia. Seu julgamento é justo. Esses povos colherão o que plantaram.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-491-5046.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo cinquenta e um. Até o capítulo cinquenta e dois.
O Senhor levantará um vento destruidor contra a Babilônia.
Seu povo não foi abandonado. Ele ainda é Seu Deus, embora sua terra esteja cheia de pecado contra Ele.
Babilônia foi uma taça de ouro nas mãos do Senhor, mas agora, cairá. Não há remédio para ela. Que Seu povo volte para sua terra. É a vingança do Senhor que está prestes a acontecer. Profanaram Seu templo.
Todos os ídolos serão destruídos. No dia do acerto de contas.
Babilônia foi um martelo e uma espada na mão do Senhor. Será destruída por sua arrogância e idolatria. Bel será castigado. Vomitará tudo que engoliu. As nações não irão mais até ali para adorá-lo. O Senhor destruirá todos os seus ídolos. Ele é justo. Dá o justo castigo. Sempre retribui em plena medida. Seus largos muros serão arrasados. Seus grandes portões serão queimados.
O Senhor ordena que Seu povo saia de Babilônia e, ainda que estejam numa terra distante, que se lembrem dEle. E pensem em seu lar, em Jerusalém.
Essa mensagem contra Babilônia foi transmitida pelo profeta Jeremias a Seraías, chefe dos assessores do rei. Estavam escritas num rolo. Jeremias ordenou que Seraías a lesse em voz alta, quando estivesse em Babilônia. Quando terminasse de ler, deveria amarrar o rolo a uma pedra e jogá-lo no rio Eufrates, dizendo que assim Babilônia seria afundada e nunca mais se levantaria.
Desta forma terminaram as mensagens de Jeremias.
Seu livro ainda nos conta que Zedequias estava com vinte e um anos quando começou a reinar. Reinou em Jerusalém por onze anos. Fez o que era mal aos olhos do Senhor, como Joaquim.
Como já vimos, em 18 de junho de 586 a.C., a fome era tão terrível em Jerusalém que uma brecha foi aberta no muro. Todos os soldados fugiram, junto com Zedequias. Foram perseguidos e Zedequias foi abandonado. Foi levado a Ribla. Nabucodonosor o obrigou a vê-lo matar seus filhos e seus oficiais. Arrancou seus olhos. Prendeu-o com correntes de bronze e levou-o para o exílio na Babilônia. Lá ficou até sua morte. Porque negou-se a obedecer o Senhor. Tinha medo de obedecê-Lo. Preferiu a rebeldia e suas consequências. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html
O templo do Senhor foi destruído no dia 17 de agosto do mesmo ano. Era o décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor. Tudo foi queimado. O templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém. Todos os edifícios importantes da cidade. E os muros foram demolidos.
Despedaçaram as colunas de bronze na frente do templo do Senhor. Levaram para a Babilônia. Bronze que não se podia pesar. Levaram também todos os utensílios de bronze, ouro e prata que havia no templo.
O sumo-sacerdote Seraías, o sacerdote auxiliar Sofonias e três dos principais guardas das portas, um oficial responsável pelo exército e sete dos conselheiros pessoais do rei, o secretário do comandante do exército, encarregado do alistamento e outros sessenta homens do povo foram executados em Ribla, a mando de Nabucodonosor.
Judá foi levada para o exílio, como o Senhor falou. Para uma terra distante de sua casa. Por causa de sua rebeldia.
Após trinta e sete anos de exílio, quando Evil-Merodaque começou a reinar na Babilônia, Joaquim foi liberto da prisão. Foi elevado ao melhor lugar entre os reis que estavam na Babilônia. Ganhou roupas novas e passou a comer na presença do rei. Até sua morte. Longe de sua casa.
Que sejamos fieis ao Senhor, crendo em Sua palavra. Que não olhemos para outros deuses. Apenas para Ele. Nosso Redentor.
Que nos lembremos dEle, onde quer que estejamos. E pensemos em nosso lar, na Nova Jerusalém.
Assim, terminamos esse maravilhoso livro. Mas ainda não nos despediremos de Jeremias. Amanhã leremos os três primeiros capítulos de Lamentações de Jeremias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-naufragio-de-juda.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/agora-desolacao.html
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Jeremias 51.1-52.34
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Depois do Juízo, destruição total
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-da-misericordia-o-justo-juizo.html
Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e cinco. Do versículo um ao versículo vinte e um.
No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa da rebelião de Zedequias, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.
Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.
Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.
Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.
Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado.
Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.
No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém.
Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.
Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.
Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.
Eles destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.
Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.
Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.
Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.
Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.
Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-da-misericordia-o-justo-juizo.html
Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e cinco. Do versículo um ao versículo vinte e um.
No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa da rebelião de Zedequias, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.
Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.
Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.
Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.
Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado.
Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.
No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém.
Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.
Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.
Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.
Eles destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.
Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.
Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.
Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.
Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.
Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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