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domingo, 21 de abril de 2019

1 Crônicas 18.1-17

Leitura do dia 18/04.

Na postagem anterior, vimos que Davi desejou construir uma casa para o Senhor. Embora o Senhor tenha dito “não”, Davi continuou com o coração grato, adorando-O. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-171-27.html

Agora, caminharemos através do capítulo 18 de 1 Crônicas.

Davi venceu os filisteus. Subjugou-os. Tomou de suas mãos a cidade de Gate, seus povoados e vizinhanças. Venceu também os moabitas. Foram feitos seus súditos, pagando-lhe tributos.

Também derrotou Hadadezer, rei de Zobá, quando procurava obter o controle na região do rio Eufrates. Tomou mil carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Mandou aleijar todos os cavalos que conduziam carros de guerra, exceto cem, que foram escolhidos e separados.

Os sírios vieram socorrer Hadadezer. Davi e seu exército mataram vinte e dois mil de seus soldados. Estabeleceu guarnições militares para ter um governo em Damasco. Tornaram-se súditos de Davi. Pagavam impostos.

O Senhor dava vitórias e mais vitórias em todos os lugares aonde Davi ia. Ele trouxe para a cidade de Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. De suas cidades e seus povoados, trouxe grande quantidade de bronze. Davi guardou esse bronze para ser usado por Salomão na construção do templo. Salomão usou para fazer o tanque de bronze, as colunas e vários utensílios da Casa do Senhor.

Quando Tóu, rei de Hamate, inimigo de Hadadezer, soube que Davi havia aniquilado todo o exército de Hadadezer, mandou seu filho Hadorão saudar e parabenizar Davi por ter lutado bravamente e vencido. Hadadezer era muito temível, e sempre atacava o povo de Tóu.

Hadorão ficou tão grato que lhe enviou todo tipo de utensílios de ouro, de prata e de bronze. Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, juntamente com a prata e o ouro que trouxera de todas as demais nações.

Abisai, filho de Zeruia, irmão de Joabe, também foi à guerra. Derrotou mil edomitas no vale do Sal. Ao vencer, estabeleceu guarnições militares em Edom, sujeitando-os a Davi.

O Senhor seguia acrescentando vitórias a Davi, por onde quer que ia. Ele reinou sobre toda a nação de Israel. Administrava a justiça e a equidade a todo o seu povo e súditos.

Joabe, filho de Zeruia, era comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, cronista, o arquivista real. Zadoque filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, sacerdotes. Sausa, escrivão e secretário. Benaia, um de meus preferidos, filho de Joiada, um dos valentes de Davi, comandava os queretitas e os peletitas. Estes eram servos de Davi.

Os filhos de Davi eram seus mais importantes conselheiros.

Embora tenha aprendido a ser um guerreiro valoroso e mesmo tendo um exército de homens valorosos, era o Senhor que ia lhe acrescentando, dia a dia, vitórias.

Davi governava com justiça e equidade. Como precisamos de governantes com essas qualidades! Como carecemos de homens assim!

Que clamemos por homens que ajam com justiça e equidade, tementes ao Senhor.

Que sejamos tementes ao Senhor. Que sejamos guerreiros valorosos. Que Ele nos dê Suas vitórias. Que sejamos administradores que ajam com justiça e equidade. A cada dia.

Amanhã continuamos. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e dois. 

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html

domingo, 31 de março de 2019

1 Reis 7.1-51

Leitura do dia 31/03.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos os oficiais e governadores de Salomão. Sua prosperidade e sabedoria. Também vimos a preparação para a construção de templo e a própria construção, em seus detalhes. Tudo feito com muito esmero. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-41-34.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-51-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-61-38.html

Davi deixou tudo pronto, ainda assim, Salomão teve muito trabalho. Era uma grande obra. Com projetos e detalhes que não podiam ser desprezados.

Assim, o Senhor faz em nossas vidas.

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos de sete a nove.

Na primeira postagem, o capítulo sete.

Ainda sobre a construção do templo, Salomão enviou representantes a Tiro para que lhe trouxessem Hurão. Ele era filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali. Seu pai era de Tiro e trabalhava com arte em bronze. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Era um homem sábio, talentoso e muito experiente. Conseguia realizar todo tipo de trabalho em bronze. Esteve com Salomão e realizou todos os projetos que lhe foram designados. Seguindo fielmente o modelo.

Fundiu duas grandes colunas de bronze, fez também dois remates de bronze fundido que foram fixados no alto das colunas. O alto de cada coluna era adornado com arranjos artísticos de correntes entrelaçadas, sete em cada capitel. Fez as colunas e duas fileiras de romãs de bronze fundido em redor sobre uma rede, para cobrir os arremates que estavam no alto das colunas.

No alto das colunas do pórtico havia uma obra no formato de lírios. Mediam um metro e oitenta centímetros de altura.

Que obra grandiosa!

Nas duas colunas, acima da parte que tinha formato de taça (próximo ao arranjo de correntes), foram instaladas duzentas esculturas de romãs, enfileiradas ao redor. Uau!

Hurão colocou essas duas grandes colunas de bronze na frente da entrada do Templo. A que ficava no lado sul se chamava Jaquim, (Ele estabelece). A que ficava no lado norte se chamava Boaz (Ele é poderoso).

Hurão fez também uma piscina, chamada Mar, de metal fundido, redondo, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Era necessário um fio de treze metros e meio para medir a sua circunferência.

Ao redor da borda de fora do tanque havia duas fileiras com ilustrações de frutos, de cinco em cinco centímetros, fundidas numa só peça com o tanque. O tanque se apoiava sobre as costas de doze esculturas de touros de bronze que olhavam para fora. Três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste.

A espessura das paredes do tanque correspondia à largura de quatro dedos unidos, e sua borda era como a borda de um cálice, curvando-se para fora como as pétalas de uma flor de lírio. A capacidade total desta piscina era de cerca de quarenta mil litros.

Hurão construiu também os dez suportes de bronze com roda. Cada carreta media um metro e oitenta centímetros de comprimento, um metro e oitenta centímetros de largura e um metro e trinta e cinco centímetros de altura.

Estes suportes móveis eram feitos deste modo com placas laterais fixadas a armações. Nas placas, entre as armações, estavam estampados desenhos de leões, bois e querubins. Sobre as armações, acima e abaixo dos leões e bois, havia ilustrações de espirais em relevo como grinaldas.

Em cada pequeno carro havia quatro rodas de bronze com eixos também de bronze. Nos quatro cantos havia apoios de bronze para uma bacia. Os apoios eram decorados com figuras de espirais em relevo.

No lado de dentro do pequeno carro havia uma abertura circular com quarenta e cinco centímetros de profundidade. Essa abertura era redonda e, com sua base, media setenta centímetros. Havia esculturas em torno da abertura. As placas do pequeno carro eram quadradas.

As quatro rodas trabalhavam debaixo das placas, e os eixos das rodas eram fixados ao estrado. O diâmetro de cada roda era de setenta centímetros. As rodas eram como as rodas de uma carruagem; os seus eixos, bordas, raios e seus cubos eram de bronze.

Havia quatro apoios nos cantos, debaixo de cada pequeno carro, os quais formavam uma só peça com a carreta. No alto de cada pequeno carro havia uma lâmina circular, como se fosse uma braçadeira, de vinte e dois centímetros de altura. Nas placas dos seus apoios e em seus painéis, Hurão esculpiu figuras de querubins, leões e palmas de tamareiras na superfície dos apoios e nas placas em cada espaço disponível, com grinaldas ao redor. Ele produziu os dez pequenos carros fundidos nos mesmos moldes.

Fez também dez bacias de bronze, uma para cada pequeno carro. Cada bacia tinha um metro e oitenta centímetros de diâmetro, e a sua capacidade era de cerca de oitocentos litros.

Hurão colocou cinco carretas no lado sul, à direita do Templo e as outras cinco no lado norte, à esquerda. Quanto ao Mar, o tanque, ele o firmou no lado sul, no canto sudeste do Templo.

Hurão também fez as caldeiras, recipientes para as cinzas, assim como as pás e as bacias para aspersão.

Construiu tudo de que o encarregara Salomão para o Templo do Senhor.

Todos esses objetos que Hurão fabricou para o templo do Senhor eram de bronze polido. O rei os fez fundir na planície do Jordão, num terreno argiloso que havia entre Sucote e Zaretã.

Por causa de sua enorme quantidade, Salomão não mandou pesar esses utensílios. Não se calculou o total do peso em bronze. Era muita coisa.

Salomão mandou fazer todos os utensílios que pertenciam à Casa do Eterno: o altar de ouro e a mesa de ouro, sobre a qual repousavam os pães da Proposição, oferecidos à Presença do Senhor; os candelabros, de ouro puríssimo, postados cinco à direita e cinco à esquerda, em frete ao Lugar Santíssimo; as flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro; as bacias, os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as tigelas e os incensários; e as dobradiças de ouro para as portas da sala interior, o Santo dos Santos, e também para os portais do átrio principal.

Assim, concluiu-se toda a obra que o rei Salomão realizou para o Templo do Senhor.

Só depois de tudo pronto, Salomão trouxe os tesouros que foram consagrados ao Senhor, por Davi, seu pai. A prata, o ouro e os utensílios.

Para a construção de seu palácio, Salomão levou treze anos. Construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura. Um grande palácio, sem dúvida.

Era todo sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro e vigas de cedro aparelhadas. No alto, uma cobertura de cedro, sustentada por quarenta e cinco colunas, dispostas em fileiras de quinze. Três fileiras de janelas, uma em frente à outra.

Todas as portas e esquadrias eram quadradas. As três fileiras de janelas de cada parede eram posicionadas exatamente em frente às fileiras de janelas da parede do outro lado.

Depois, Salomão mandou construir o Salão das Colunas, com vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Havia um pórtico de colunas em frente a ele e uma cobertura que se estendia além das colunas.

Também fez a Sala do Trono, onde ouvia e julgava. Era conhecida como a Sala da Justiça. Coberta de cedro desde o soalho até o teto.

A casa em que residiria, no outro lado do pátio, tinha um formato semelhante.

Salomão ordenou que fosse construído também um palácio como esse para a filha do Faraó, com quem tinha se casado.

Todas estas construções eram de pedras de alta qualidade. Cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados que ficam para dentro e para fora do edifício. Desde o alicerce até às beiras do teto, e por fora até o átrio maior, o grande pátio.

Os alicerces foram fundados com grandes pedras escolhidas de alta qualidade. Algumas mediam quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros. Por cima destes blocos foram assentadas pedras de elevado valor, cortadas sob medida, e vigas de cedro puro.

Ao redor do grande átrio, havia uma muralha com três camadas de pedras lavradas e uma carreira de vigas de cedro aparelhadas, do mesmo modo que o pátio interior do Templo do Senhor, com sua sala especial de entrada, o pórtico principal.

Tudo que Salomão mandou construir era de boa qualidade. Cada construção de acordo com suas atribuições.

Como é bom sabe que a Sala do Trono, onde ouvia e julgava, era conhecida como Sala da Justiça.
Como somos carentes hoje de salas de justiça. Que o Senhor possa levantar homens que julguem com sabedoria, temor e imparcialidade. Que julguem com justiça.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/seguindo-o-modelo.html

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Depois do Juízo, destruição total

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-da-misericordia-o-justo-juizo.html

Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e cinco. Do versículo um ao versículo vinte e um.

No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa da rebelião de Zedequias, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.

Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.

No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.

Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.

Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.

Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado.

Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.

A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.

No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém.

Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.

O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.

Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.

Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html

Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.

Eles destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.

Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.

O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.

Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.

Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.

Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.

Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Êxodo 38.1-40.38

Leitura do dia 27/01.

Nas postagens anteriores, vimos a construção do tabernáculo e seus utensílios, de acordo com o modelo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-351-3729.html

Agora, continuaremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o quarenta de Êxodo. O término do livro.

As descrições continuam.

Assim como Moisés havia descrito como deveria ser feito cada peça, cada utensílio. Agora, ele descreve como foram feitas. Exatamente como o modelo.

O altar do holocausto. Oco e feito de tábuas. Com as varas para transportar.

A bacia de bronze, feita com os espelhos doados pelas mulheres que serviam à entrada da tenda do encontro.

As cortinas do pátio, no lado sul e norte, com quarenta e cinco metros de comprimento. Penduradas em vinte colunas. Apoiadas firmemente em vinte bases de bronze. As do leste e oeste com vinte e dois metros e meio de comprimento. Penduradas com ganchos e argolas de prata em dez colunas. Apoiadas em dez bases.

As estacas usadas para sustentar o tabernáculo e o pátio, eram todas de bronze.

Os levitas, seguindo as ordens de Moisés, registraram os valores totais dos materiais usados na construção.

Bezalel fez tudo exatamente como o Senhor havia ordenado a Moisés, com a ajuda de Aoliabe e os demais artesãos.

O povo contribuiu com mil e vinte e quatro quilos de ouro e dois mil quatrocentos e oitenta quilos de bronze.

Foram arrecadados três mil, quinhentos e vinte quilos de prata, do imposto recolhido do censo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html

Os artesãos também confeccionaram as lindas roupas sagradas para Arão e seus filhos.

Para fazer os fios, o ouro foi batido até formar lâminas finas e cortado em fios. Com muito cuidado, além de habilidade, Bezalel bordou os fios de ouro no linho fino, com fios de tecido azul, roxo e vermelho. Como o Senhor ordenara a Moisés. Ele trabalhou com cuidado, mesmo sendo habilidoso.

As pedras foram presas às ombreiras do colete, como recordação de que o sacerdote representava os israelitas. O peitoral foi feito, também com cuidado e habilidade, combinando com o colete. Foram fixadas as quatro fileiras de pedras preciosas. Cada pedra representando um dos doze filhos de Israel, com seu nome gravado, como um selo.

O manto foi feito com a gola, como ordenado pelo Senhor. Para que não rasgasse. Para ser usado sempre que o sacerdote fizesse seu serviço diante do Senhor.

Os israelitas fizeram tudo conforme o Senhor ordenara a Moisés. Quando terminaram o serviço, apresentaram a Moisés, que inspecionou todo o trabalho. Cada peça, cada detalhe. Quando verificou que haviam feito exatamente como o Senhor ordenara, abençoou o povo.

O Senhor ordenou que o tabernáculo fosse armado no primeiro dia do primeiro mês. No segundo ano. A arca da aliança deveria ser colocada dentro dele e a cortina interna, que a separava, em seguida. Depois era a vez da mesa. Sobre ela, os utensílios. Em seguida, o candelabro, com suas lâmpadas instaladas.

E assim continuou. Tudo tinha uma ordem para montar. Depois de tudo pronto, Arão e seus filhos seriam consagrados, de acordo com a cerimônia que o Senhor havia instruído.

E foi. Tudo exatamente como o Senhor ordenara.

Quando terminaram o trabalho, a nuvem do Senhor cobriu a tenda do encontro. A glória do Senhor encheu o tabernáculo.

Moisés não podia mais entrar na tenda. A glória do Senhor a encheu.
Não havia lugar mais para ninguém. Só para o Senhor. Que maravilha! Que lindo!

A nuvem passou a ficar acima do tabernáculo. Sempre que se levantava, os filhos de Israel seguiam viagem. Se a nuvem não se levantasse, ficavam acampados. Quanto tempo fosse.

Durante o dia a nuvem permanecia sobre o tabernáculo. À noite, o fogo ardia dentro da nuvem. Todo o povo podia ver.
Isso ocorreu ao longo de todas as jornadas dos israelitas. Todas.

A presença do Senhor era permanente e visível. Não havia como negar. E todos enxergavam. Que privilégio maravilhoso!

O livro de Êxodo termina aqui.

Viu como foi bom? Fácil? Rápido?

A Palavra do Senhor foi escrita para nós. Para nos alimentarmos dela. A cada dia.

Amanhã continuamos. Um novo livro, Levítico. Muitas coisas interessantes, acredite.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Seguindo o modelo

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos que construir é trabalhoso.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/construir-da-trabalho.html

Davi deixou tudo pronto para Salomão, mesmo assim, ele teve muito trabalho.

Era uma grande obra. Com projetos e detalhes que não podiam ser desprezados.

Assim, o Senhor faz em nossas vidas.

Hoje caminharemos através das páginas do capítulo sete.

Ainda sobre a construção do templo, Salomão enviou representantes a Tiro para que lhe trouxessem Hurão. Ele era filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali. Seu pai foi um cidadão de Tiro que trabalhava com arte em bronze.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/planeje-antes-de-construir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/tudo-foi-feito-conforme-o-planejado.html

Era um homem sábio, talentoso e muito experiente. Conseguia realizar todo tipo de trabalho em bronze. Esteve com Salomão e realizou todos os projetos que lhe foram designados. Seguindo fielmente o modelo.

Fundiu duas grandes colunas de bronze, fez também dois remates de bronze fundido que foram fixados no alto das colunas.

O alto de cada coluna era adornado com arranjos artísticos de correntes entrelaçadas, sete em cada capitel. Fez as colunas e fez duas fileiras de romãs de bronze fundido em redor sobre uma rede, para cobrir os arremates que estavam no alto das colunas.

No alto das colunas do pórtico havia uma obra no formato de lírios. Mediam um metro e oitenta centímetros de altura.

Que obra grandiosa!

Nas duas colunas, acima da parte que tinha formato de taça (próximo ao arranjo de correntes), foram instaladas duzentas esculturas de romãs, enfileiradas ao redor.

Hurão colocou essas duas grandes colunas de bronze na frente da entrada do Templo. A que ficava no lado sul se chamava Jaquim, (Ele estabelece). A que ficava no lado norte se chamava Boaz, (Ele é poderoso).

Hurão fez também uma piscina, chamada Mar, de metal fundido, redondo, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Era necessário um fio de treze metros e meio para medir a sua circunferência.

Ao redor da borda de fora do tanque havia duas fileiras com ilustrações de frutos, de cinco em cinco centímetros, fundidas numa só peça com o tanque. O tanque se apoiava sobre as costas de doze esculturas de touros de bronze que olhavam para fora. Três olhavam para o norte, três para o oeste, três para o sul e três para o leste.

A espessura das paredes do tanque correspondia à largura de quatro dedos unidos, e sua borda era como a borda de um cálice, curvando-se para fora como as pétalas de uma flor de lírio. A capacidade total desta piscina era de cerca de quarenta mil litros.

Hurão construiu também os dez suportes de bronze com roda. Cada carreta media um metro e oitenta centímetros de comprimento, um metro e oitenta centímetros de largura e um metro e trinta e cinco centímetros de altura.

Estes suportes móveis eram feitos deste modo com placas laterais fixadas a armações. Nas placas, entre as armações, estavam estampados desenhos de leões, bois e querubins. Sobre as armações, acima e abaixo dos leões e bois, havia ilustrações de espirais em relevo como grinaldas.

Em cada pequeno carro havia quatro rodas de bronze com eixos também de bronze. Nos quatro cantos havia apoios de bronze para uma bacia. Os apoios eram decorados com figuras de espirais em relevo.

No lado de dentro do pequeno carro havia uma abertura circular com quarenta e cinco centímetros de profundidade. Essa abertura era redonda e, com sua base, media setenta centímetros. Havia esculturas em torno da abertura. As placas do pequeno carro eram quadradas.

As quatro rodas trabalhavam debaixo das placas, e os eixos das rodas eram fixados ao estrado. O diâmetro de cada roda era de setenta centímetros. As rodas eram como as rodas de uma carruagem; os seus eixos, bordas, raios e seus cubos eram de bronze.

Havia quatro apoios nos cantos, debaixo de cada pequeno carro, os quais formavam uma só peça com a carreta. No alto de cada pequeno carro havia uma lâmina circular, como se fosse uma braçadeira, de vinte e dois centímetros de altura. Nas placas dos seus apoios e nos seus painéis, Hurão esculpiu figuras de querubins, leões e palmas de tamareiras na superfície dos apoios e nas placas em cada espaço disponível, com grinaldas ao redor.

Ele produziu os dez pequenos carros fundidos nos mesmos moldes.

Fez também dez bacias de bronze, uma para cada pequeno carro. Cada bacia tinha um metro e oitenta centímetros de diâmetro, e a sua capacidade era de cerca de oitocentos litros.

Hurão colocou cinco carretas no lado sul, à direita do Templo e as outras cinco no lado norte, à esquerda. Quanto ao Mar, o tanque, ele o firmou no lado sul, no canto sudeste do Templo.

Hurão também fez as caldeiras, recipientes para as cinzas, assim como as pás e as bacias para aspersão.

Construiu tudo de que o encarregara Salomão para o Templo do Senhor.

Todos esses objetos que Hurão fabricou para o templo do Senhor eram de bronze polido. O rei os fez fundir na planície do Jordão, num terreno argiloso que havia entre Sucote e Zaretã.

Por causa de sua enorme quantidade, Salomão não mandou pesar todos esses utensílios. Portanto, não se calculou o total do peso em bronze.

Salomão mandou fazer todos os utensílios que pertenciam à Casa do Eterno: o altar de ouro e a mesa de ouro, sobre a qual repousavam os pães da Proposição, oferecidos à Presença do Senhor; os candelabros, de ouro puríssimo, postados cinco à direita e cinco à esquerda, em frete ao Lugar Santíssimo; as flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro; as bacias, os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as tigelas e os incensários; e as dobradiças de ouro para as portas da sala interior, o Santo dos Santos, e também para os portais do átrio principal.

Assim, concluiu-se toda a obra que o rei Salomão realizou para o Templo do Senhor.

Só depois de tudo pronto, Salomão trouxe os tesouros que havia sido consagrado ao Senhor, por Davi, seu pai. A prata, o ouro e os utensílios.

Para a construção de seu palácio, Salomão levou treze anos. Construiu o Palácio da Floresta do Líbano com quarenta e cinco metros de comprimento, vinte e dois metros e meio de largura e treze metros e meio de altura. Um grande palácio, sem dúvida.

Era todo sustentado por quatro fileiras de colunas de cedro e vigas de cedro aparelhadas. No alto, uma cobertura de cedro, sustentada por quarenta e cinco colunas, dispostas em fileiras de quinze. Três fileiras de janelas, uma em frente à outra.

Todas as portas e esquadrias eram quadradas. As três fileiras de janelas de cada parede eram posicionadas exatamente em frente às fileiras de janelas da parede do outro lado.

Depois, Salomão mandou construir o Salão das Colunas, com vinte e dois metros e meio de comprimento e treze metros e meio de largura. Havia um pórtico de colunas em frente a ele e uma cobertura que se estendia além das colunas.

Também fez a Sala do Trono, onde ouvia e julgava. Era conhecida como a Sala da Justiça. Coberta de cedro desde o soalho até o teto.

A casa em que residiria, no outro lado do pátio, tinha um formato semelhante.

Salomão ordenou que fosse construído também um palácio como esse para a filha do Faraó, com quem tinha se casado.

Todas estas construções eram de pedras de alta qualidade. Cortadas sob medida e desbastadas com uma serra nos lados que ficam para dentro e para fora do edifício. Desde o alicerce até às beiras do teto, e por fora até o átrio maior, o grande pátio.

Os alicerces foram fundados com grandes pedras escolhidas de alta qualidade. Algumas mediam quatro metros e meio e outras três metros e sessenta centímetros.

Por cima destes blocos foram assentadas pedras de elevado valor, cortadas sob medida, e vigas de cedro puro.

Ao redor do grande átrio, havia uma muralha com três camadas de pedras lavradas e uma carreira de vigas de cedro aparelhadas, do mesmo modo que o pátio interior do Templo do Senhor, com sua sala especial de entrada, o pórtico principal.

Tudo que Salomão mandou construir era de boa qualidade. Cada construção de acordo com suas atribuições.

Como é bom sabe que a Sala do Trono, onde ouvia e julgada, era conhecida como Sala da Justiça.
Como somos carentes hoje de salas de justiça. Que o Senhor possa levantar homens que julguem com sabedoria, temor e imparcialidade!

Amanhã continuamos. Espero você.