Leitura do dia 13/09.
Na postagem anterior vimos o banquete dado pelo rei Belsazar e a inscrição do Senhor com Seu decreto.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-51-31.html
Agora, caminharemos através do capítulo seis de Daniel.
Dario, o medo, era o rei. Ele resolveu dividir o reino em cento e vinte províncias. Nomeou um alto funcionário para cada uma delas. Escolheu três administradores para supervisionar esses altos funcionários e proteger os interesses do rei. Daniel estava entre esses três.
Em pouco tempo, Daniel se mostrou muito mais capaz que todos os outros. Por isso, o rei planejava colocá-lo à frente de todos. Então, os outros administradores e os altos funcionários começaram a procurar falhas na maneira como Daniel conduzia as questões governamentais. Não conseguiram encontrar nada de errado. Não conseguiram sequer encontrar algo para ser criticado. Ele era leal. Sempre responsável. Digno de confiança. Como todo servo do Senhor deve ser. Irrepreensível.
Concluíram que a única chance de encontrar algum motivo para acusá-lo seria em relação às leis de seu Deus. Foi o que fizeram.
Foram até o rei e propuseram uma lei ridícula, alegando que todos os administradores, oficiais, altos funcionários, conselheiros e governadores estavam de acordo. Mentira. Daniel não tinha sequer conhecimento. A lei deveria ser cumprida rigorosamente.
Sabe qual era a lei? Durante trinta dias, qualquer pessoa que fizesse um pedido a alguém (divino ou humano), exceto ao rei, seria lançado na cova dos leões. Sabe aquelas leis que são decretadas e não tem qualquer sentido? Pois é. O rei, ou ficou orgulhoso com a posição em que ficaria durante os próximos trinta dias ou nem prestou atenção e assinou a lei.
Quando Daniel soube que esta lei tinha sido assinada, continuou sua rotina. Foi para casa como costumava fazer. Ajoelhou-se no quarto, no andar de cima, com as janelas abertas na direção de Jerusalém (na direção de onde ficava o templo). E orou. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/que-tipo-de-roupas-temos-vestido.html
Ele orava três vezes por dia e dava graças ao Senhor. Os oficiais foram juntos à casa de Daniel. Queriam pegá-lo em flagrante. Foram diretamente ao rei e o lembraram da lei.
Perguntaram-lhe se lembrava que assinara a tal lei que se alguém pedisse qualquer coisa que não ao rei, num prazo de trinta dias, seria imediatamente lançado na cova dos leões. O rei confirmou.
Eles disseram ao rei que Daniel não lhe dava importância, nem à sua lei. Continuava a orar ao seu Deus três vezes por dia, como antes da lei.
Quando Dario ouviu, ficou muito angustiado. Lembre-se, Daniel estava prestes a ser nomeado à frente de todos no reino. Ele procurou uma forma de salvá-lo. Passou o restante do dia pensando num modo de livrá-lo. Não encontrou.
À noite os homens foram ao rei pressioná-lo. Sua lei não poderia voltar atrás. Por fim, sem ter encontrado um escape, o rei ordenou que Daniel fosse lançado na cova. Antes, expressou seu desejo a Daniel. Que o seu Deus, a quem ele servia fielmente, o livrasse.
Daniel foi lançado na cova dos leões. Colocaram uma pedra sobre a abertura da cova. Selaram com o anel do rei e de seus nobres. Assim, a pedra não poderia ser removida. A não ser pelo próprio rei. Ninguém poderia resgatar Daniel.
O rei voltou a seu palácio. Passou a noite em jejum. Não quis nenhum divertimento. Ficou acordado a noite inteira.
Assim que amanheceu, foi correndo à cova dos leões. Lá, gritou angustiado, chamando por Daniel, “servo do Deus vivo”. Perguntou se o Deus a quem ele servia tal fielmente pôde livrá-lo dos leões.
Daniel respondeu. Sim. Estava vivo! O seu Deus enviara Seu anjo para fechar a boca dos leões. Ele foi considerado inocente aos olhos de Deus. Lembra o significado de seu nome? Daniel, “Deus é meu juiz”. O Senhor o julgou. E foi considerado inocente. Daniel também disse que não fizera nada contra o rei.
O rei ficou muito feliz! Ordenou que Daniel fosse retirado da cova. Não havia sequer um arranhão nele. Sabe por quê? Porque confiara no Senhor.
O rei ordenou que prendessem os acusadores de Daniel e os lançassem na cova dos leões. Junto com suas esposas e filhos. Os leões os atacaram e os despedaçaram. Antes que chegassem ao fundo da cova. Tal qual Daniel, foram julgados. Não foram considerados inocentes. Que tristeza.
Quando viram como Daniel era leal, responsável e digno de confiança, por que não seguiram seu exemplo? Por que não se entregaram ao Deus de Daniel?
O rei Dario enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas em todo o mundo dominado pelo Império Medo. Era um decreto. Neste decreto o rei ordenava que todos em seu reino deveriam tremer de medo diante do Deus de Daniel. Ele é o Deus vivo. Que permanece para sempre. Seu reino jamais será destruído. Seu domínio nunca terá fim. Ele livra e salva Seu povo. Realiza sinais e maravilhas. Nos céus e na terra. Foi Ele que livrou Daniel do poder dos leões.
Daniel prosperou também durante o reinado de Dario. E durante o reinado de Ciro, o persa.
Que aprendamos a sermos como Daniel. Leais. Sempre responsáveis. Dignos de confiança. Fieis. Constantes em oração.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 11.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
É hoje. Você está pronto?
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso livro de 2 Reis.
Mas antes gostaria de contar um pouco de como foi meu dia ontem. Não consegui postar nosso texto, como havia combinado com vocês.
Se você não leu o texto
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html , convido a ler.
Após 45 dias de internação, completamente esgotados, voltamos para casa. Hoje mamãe está sendo atendida pelo sistema de “home care”, que é uma internação domiciliar.
Meu apartamento, que é bem pequeno, virou um mini hospital. Tivemos que fazer uma verdadeira mudança. Levar móveis. Comprar outros. Readaptar. Aprendendo novos termos e novas rotinas. Coisas que nunca imaginaríamos fazer, como por exemplo, passar remédio e dieta através de uma sonda, direto em seu estômago. Novos dias.
O desejo dos nossos corações é dar a ela o maior conforto possível. Para que não apenas sobreviva mas consiga perceber nosso cuidado e carinho por ela. E realmente viva o máximo, dentro de suas limitações.
A última tarefa terminou uma e meia da manhã e simplesmente apagamos.
Se você passa por situação semelhante, quero animá-lo a não desistir. Em Eclesiastes, o pregador nos aconselha a fazer tudo o que vier à nossa mão. Que façamos bem feito, com carinho e amor. Não apenas para aquela pessoa que amamos, mas como se fosse para o Senhor, como Paulo nos diz em Colossenses 3.23.
E agora, voltemos ao livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que, mesmo ocupando uma alta patente no exército real, um capitão teve a coragem de se ajoelhar e por tal atitude, sua vida e a vida do seu pelotão, foram poupadas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo dois. Do versículo um ao dezoito.
Vamos lá.
O texto não fala como ficaram sabendo, mas os discípulos dos profetas, assim como Eliseu, sabiam que Elias seria levado aos céus, sem passar pela morte.
Lembra de Eliseu? Eliseu trabalhava com uma junta de boi arando a terra e o Senhor ordenou que Elias o ungisse profeta em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-e-seu-chamado.html
Isso não aconteceu de uma hora para a outra. Não acontece. Para alguém se tornar um profeta, leva tempo. Tempo de renúncia. De oração. De comunhão com o Senhor. De humildade. De separação. Lembra de João, o Batista?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/joao-o-batista.html
Mas agora, finalmente, parece que chegou a hora de Eliseu passar a protagonista de história, não apenas o servo de Elias.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/andando-na-presenca-de-deus.html
Estavam ambos em Guilgal. No meio do caminho, Elias ordenou que Eliseu ficasse ali enquanto ia a Betel, pois o Senhor o havia enviado até aquela cidade. Mas Eliseu não concordou. Respondeu que tão certo como o Senhor vive e como Elias vivia, não ficaria longe de Elias. Ia junto.
E foram. Chegando em Betel, os discípulos dos profetas, quando viram Eliseu, foram falar com ele. Sabiam até que seria aquele dia que o Senhor levaria Elias para os céus. Perguntaram a Eliseu se também sabia. Ele respondeu que sabia e ordenou que se calassem.
Depois Elias lhe ordenou que ficasse em Betel, pois o Senhor o estava enviando a Jericó. A decisão de Eliseu era tão forte, que ele jurou pelo nome do Senhor e pela vida de Elias que não se separaria dele.
O que Eliseu está querendo? Quer estar junto, para presenciar o que o Senhor fará com Elias? Sabe que chegou o dia? Está pronto?
Os dois foram juntos a Jericó. Quando chegaram lá, os irmãos, seguidores dos profetas, perguntaram a Eliseu se ele sabia que naquele dia o Senhor levaria seu mestre para os céus, por sobre a cabeça de Eliseu. Ele sabia. E pediu que não tocassem mais neste assunto. Esses homens sabiam até como seria!
O que será que passava pela cabeça de Eliseu? Ah, como é difícil nos separarmos de nossos mestres, nossos líderes e das pessoas que exercem autoridade sobre nós. Ele não ia se afastar de Elias, sabia que o dia havia chegado, mas não queria que tocassem no assunto.
Elias novamente ordenou que Eliseu ficasse ali. Ele iria até o rio Jordão. O Senhor o estava enviando.
Novamente Eliseu contestou. Disse que como era certo que o Senhor vive e que a alma de Elias vivia, não o deixaria seguir só. Então, foram juntos ao Jordão.
Cinquenta discípulos dos profetas também foram. Todos queriam saber o que aconteceria. Ficaram observando à distância, quando Elias e Eliseu pararam às margens do rio Jordão.
Elias tomou seu manto, dobrou-o e bateu com ele nas águas. Sim, isso mesmo, bateu seu manto (ou sua capa), nas águas. Imediatamente elas se dividiram. Os dois atravessaram sobre terra seca. Nenhum dos dois se molhou. Simples assim.
Logo que atravessaram o Jordão, Elias falou para Eliseu que pedisse o que quisesse que lhe fizesse. Antes que fosse levado para longe.
Eliseu não foi pego de surpresa. Não precisou “inventar” um pedido “à queima roupa”. Não. Ele sabia o que aconteceria. E estava ao lado de Elias. Esperava ansiosamente que lhe fosse feita aquela pergunta. Estava pronto para a resposta. Sabia o que queria.
Eliseu respondeu. “Rogo-te, como herança, porção dobrada de teu poder espiritual!” Uau! Será que teríamos essa coragem?
Precisamos lembrar que toda unção, todo poder, toda herança, carrega responsabilidades. Eliseu queria mais responsabilidades que Elias. Queria influenciar mais que Elias. Quanta ousadia! Sabia o que Elias havia passado. Todos os riscos de vida. Provações. Mas era o que queria. Por isso estava ao seu lado, aprendendo e servindo. De prontidão.
Lembre-se também que, quanto maior a unção, maior a responsabilidade. Maior a renúncia.
Elias respondeu que seu pedido era muito difícil. Se Eliseu o visse sendo levado, seu pedido aconteceria. Se não visse seu arrebatamento, não aconteceria.
Continuaram caminhando e conversando. De repente, um carro de fogo, puxado por cavalos em chamas, separou-os um do outro. Elias subiu aos céus, num redemoinho.
Assim que viu tudo isso acontecendo, Eliseu gritou: “Aba, meu mestre! Meu pai! Tu foste com os carros de guerra e os cavaleiros de Israel!”
Eliseu ficou olhando, que visão era aquela! Quando já não podia mais segui-lo com os olhos, tomou suas próprias vestes e as rasgou ao meio. Em seguida pegou o manto de Elias, que tinha caído, voltou e parou às margens do Jordão.
Tomou o manto de Elias, bateu com ele nas águas, e perguntou: “Onde está o Senhor, o Deus de Elias?”
Na mesma hora as águas separaram em duas partes. Eliseu passou sobre terra seca. Foi até o outro lado do rio.
Os discípulos dos profetas de Jericó observavam tudo à distância. Quando viram o que acontecera, exclamaram: “Eis que o poder espiritual de Elias agora repousa sobre Eliseu!”
Foram até ele e inclinaram-se com o rosto rente ao chão. Disseram-lhe que havia cinquenta homens guerreiros entre eles, seus servos. Pediram que os deixassem ir atrás de Elias, seu senhor, afinal, podia ser que o Espírito do Senhor o tivesse levado e deixado sobre algum monte ou algum vale.
Elias lhes ordenou que não mandassem ninguém procurá-lo. Sabia que o Senhor o havia levado. Definitivamente.
Eles o importunaram até aborrecê-lo. Consentiu que fossem. Mandaram cinquenta valentes, que o procuraram por três dias sem encontrá-lo.
Voltaram a Jericó, onde Eliseu havia permanecido. Ele os admoestou, lembrando que havia dito que não fossem.
Que aprendamos a nos calar como Eliseu e aguardar os acontecimentos, quando assim o Senhor nos orientar.
Que saibamos o que desejamos, para responder como Eliseu, no momento oportuno. Ainda que o preço seja alto.
Que saibamos perseverar, sendo servos, sendo muitas vezes invisíveis aos olhos humanos, como Eliseu. Um dia chegará a vez de sermos os protagonistas. E precisamos estar prontos.
Que saibamos agir quando chegar a hora de estarmos à frente, de sermos os protagonistas. O profeta e não mais "apenas" o "servo de Elias".
Será que o autor de Reis ainda falará de Eliseu? Ele realmente recebeu a herança que pediu?
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 20 de abril de 2016
Eliseu e seu chamado
Depois daquela conversa entre Elias e Yahweh, citada em I Reis 19.8-18, Elias ungiu
Eliseu profeta em seu lugar.
Eliseu estava arando a terra quando foi convocado. Simplesmente pegou seus instrumentos de trabalho e acabou
com eles! Usou o equipamento de arar e fez um churrasco!
Aceitou a missão e colocou um fim definitivo em seu estilo de vida anterior! "É isso. E não volto atrás. Não aro mais terra. Vou arar homens. Nasci para ser profeta." E, Jesus disse que aquele tem posto a mão nesse tipo de arado, não pode mais olhar para trás. Nenhum arado, se olhar para trás, sai tudo torto. Eliseu destruiu as pontes do passado. Sem volta. Só podia caminhar para a frente.
Aceitou a missão e colocou um fim definitivo em seu estilo de vida anterior! "É isso. E não volto atrás. Não aro mais terra. Vou arar homens. Nasci para ser profeta." E, Jesus disse que aquele tem posto a mão nesse tipo de arado, não pode mais olhar para trás. Nenhum arado, se olhar para trás, sai tudo torto. Eliseu destruiu as pontes do passado. Sem volta. Só podia caminhar para a frente.
Não largou tudo e foi brilhar. Largou tudo e foi servir e aprender com Elias. Tornou-se servo e aprendiz.
Passado algum tempo, de total silêncio sobre Eliseu, depois do aprendizado (sempre o processo do Senhor, interno, secreto e silencioso), Eliseu aparece. Seguindo Elias.
Engraçado que todos os profetas, e não eram poucos, sabiam que Elias seria arrebatado.
Eliseu não queria ser mais um. Um daqueles que não
sabemos o nome. Ele queria deixar uma marca. Cumprir seu chamado. Sua
identidade. "Deus é salvação". Ele grudou em Elias!
Elias falou: "Fica aqui porque o Senhor me enviou a Betel". Casa de Deus. Eliseu foi junto. De lá o Senhor o enviou a Jericó. As primícias da conquista. Eliseu foi junto. Depois ao Jordão. Batismo. Mudança. Eliseu foi junto. Onde ia, os profetas falavam a Eliseu sobre o arrebatamento de Elias. E ele os mandava calar.
Imagina o coração de Eliseu. Na expectativa com os próximos acontecimentos. Sabia o que viria a seguir. Sabia o que queria. Sabia quem era. Mas não sabia como. Ou quando. Aquele, com certeza, era mais que um dia incrível! Muito mais que especial.
Elias então fala a Eliseu para pedir o que quisesse. Podia ser uma nova junta de bois. Largar tudo e voltar para sua antiga vida. Podia ser qualquer coisa.
Sempre essa pergunta. "O que quero?" Homens de Deus não podem simplesmente seguir a maré. É preciso saber o que queremos. A cada dia!
Elias não titubeou. Respondeu imediatamente. "Rogo-te, como herança, porção dobrada do teu poder espiritual." Uau! Que coragem! Quanta ousadia! Como herança, direito irrevogável!
Elias respondeu que seu pedido era muito difícil! "Mas se", "Porém se", assim acontecerá contigo. Se ele visse. Se estivesse olhando para o lugar certo. Na hora certa. Da forma certa. Se visse o que aconteceria, se captasse os detalhes, seu pedido seria atendido.
Eliseu deve ter se transformado em olhos naquele momento! Todo o seu ser voltado para as possibilidades. Atento! Só havia uma única chance. Viu, viu. Não viu, não viu. E enquanto estavam caminhando e conversando, um carro de fogo os separou! Eliseu viu! Uau! Seu desejo se tornaria real. Porção dobrada do poder espiritual de Elias. Ele ficou meio desnorteado. Entre a tristeza de se separar do seu mestre e a alegria de entrar no seu futuro e realizar seus sonhos!
A capa de Elias ficou. Ele a pegou. Bateu nas águas do Jordão e, ainda sem saber o que fazer, clamou o Deus de Elias.
Os discípulos dos profetas, de longe, reconheceram que o poder espiritual que havia estado sobre Elias, agora repousava sobre ele. E começa una nova aventura. Uma nova fase. Não era mais o servo e aprendiz de Elias. Nova postura. Novos acontecimentos. Novas responsabilidades. Novas atitudes. Nova vida.
E é assim a nossa vida! Os processos sempre nos levam ao
novo. A mais responsabilidades. Ao inédito. Às decisões. Milagres e conquistas. Devemos estar preparados.
O Senhor tem trabalhado em nossas vidas. Forjado nosso caráter. Está a ponto de nos entregar novas responsabilidades. Novas fases sempre carregam novas responsabilidades. Estamos prontos?
O Senhor tem trabalhado em nossas vidas. Forjado nosso caráter. Está a ponto de nos entregar novas responsabilidades. Novas fases sempre carregam novas responsabilidades. Estamos prontos?
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