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quinta-feira, 28 de março de 2019

2 Samuel 23.8-39

Leitura do dia 28/03.

Na postagem anterior vimos o louvor de Davi ao Senhor. E suas últimas palavras. Palavras de um homem que conheceu o Senhor. E andava com Ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-221-237.html

Continuamos, ainda, através do capítulo vinte e três. Do versículo oito ao final.

O texto nos conta um pouco mais sobre os guerreiros de Davi. Eram trinta e sete ao todo.

Havia um grupo chamado “Os Três”. Eram seus principais guerreiros. Os mais famosos. Jabesão, Eleazar, filho de Dodô e Samá, filho de Agé.

Jabesão era o líder dos "Três". Uma vez, com sua lança, matou oitocentos soldados inimigos. Em uma só batalha.

Eleazar, o segundo, era um dos três que estava com Davi quando os israelitas enfrentaram os filisteus. Quando todo o exército recuou, Eleazar matou filisteus até ficar com sua mão cansada demais para levantar a espada. Neste dia, o Senhor lhe deu grande vitória. O exército voltou só para pegar os despojos.

Samá, o terceiro, teve uma grande vitória concedida pelo Senhor. Uma vez quando os filisteus atacavam os israelitas numa plantação de lentilhas, o exército também fugiu. Ele não. Permaneceu em sua posição. No meio do campo. E os derrotou. Porque o Senhor o abençoara.

Certa vez, quando os filisteus estavam acampados em Belém e Davi estava na caverna de Adulão, comentou que estava com muita vontade de tomar a água pura do poço que ficava em Belém. Os três passaram pelas guarnições dos filisteus, tiraram água do poço e trouxeram para Davi. Davi não teve coragem de beber. Aquela água tornou-se muito preciosa. Valia o sangue daqueles homens. Ele a ofereceu como oferta ao Senhor. Honrando seus “Três”.

Abisai, irmão de Joabe, era o líder dos “Trinta”. Já lemos muito sobre ele, sempre disposto a defender Davi. Até que um dia o salvou. Uma vez usou sua lança para matar trezentos soldados inimigos. Em uma só batalha. Era o mais famoso dos “Trinta”. Tão famoso como os “Três”. Por isso, tornou-se o comandante dos “Trinta”.

Benaia, filho de Joiada. Meu preferido entre os “Trinta”. Realizou muitos feitos heroicos. Matou dois grandes guerreiros em Moabe. Um dia, em meio à neve, perseguiu um leão até uma cova. E o matou. Outra vez, com apenas um cajado na mão, matou um guerreiro egípcio imponente, armado com uma lança. Arrancou a lança de sua mão e o matou. Era tão famoso como os “Três”. E o mais honrado de todos os “Trinta”. Tanto, que Davi o nomeou comandante de sua guarda pessoal.

O texto nos conta o nome de homens que faziam parte dessa lista tão seleta. Asael, irmão de Joabe, que foi morto por Abner, faz parte dela. Zeleque, um amonita também e Urias, o hitita, que foi morto
a mando do próprio rei.http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-11-31.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-111-27.html;

Joabe não faz parte desta lista, embora tenha sido o comandante do exército de Davi.

Que também sejamos conhecidos como guerreiros valentes. Do Senhor.

Antes de continuarmos na próxima postagem, gostaria de convidá-lo a ler o texto "Davi e seus valentes". http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html

Depois, espero você. Até já.

sábado, 23 de março de 2019

2 Samuel 4.1-5.25

Leitura do dia 23/03.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Samuel.

Ontem vimos Davi e seus homens receberem a notícia da morte de Saul e de Jônatas. Vimos a tristeza deles. E o cântico de Davi. Que foi ensinado em toda Judá. Não quer que esqueçam Jônatas e sua amizade. Assim como não queremos que esqueçam nossos amigos. Davi foi ungido rei em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-11-31.html

Asael morre, enquanto perseguia Abner. Joabe e Abisai matam Abner, em vingança. Novamente Davi lamenta. Morreu um grande comandante. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos quatro a seis.

Na primeira postagem, os capítulos quatro e cinco.

Quando Isbosete, filho de Saul, soube que Abner morrera, perdeu completamente o ânimo. Israel inteiro ficou sem reação. Abner era muito respeitado. Um homem de liderança.

Um dia, Recabe e Baanã, ambos benjamitas foram à casa de Isbosete. Era por volta de meio-dia. Horário que costumava descansar. Havia apenas uma mulher à porta de sua casa. Ela ficava peneirando trigo. Mas cochilou. Ambos entraram. Viram Isbosete em sua cama, dormindo. E o mataram. Cortaram sua cabeça e a levaram a Davi, achando que estavam fazendo uma grande coisa pelo rei.

Davi não era como os outros reis que queriam ver os familiares de seu antecessor mortos. Ele havia feito uma aliança com Jônatas e até com Saul.

Quando os dois chegaram a Hebrom, entregaram a cabeça de Isbosete a Davi. Quando Davi viu, tomou o Senhor por testemunha. Disse que havia matado o homem que lhe trouxera a notícia da morte de Saul, acreditando ser uma boa notícia. Quanto mais homens perversos que mataram um homem inocente enquanto dormia. Assim, eles foram mortos.

Pegaram a cabeça de Isbosete e a enterraram no túmulo de Abner.

O texto nos conta que Jônatas tinha um filho. Seu nome era Mefibosete. Estava com cinco anos quando souberam da morte de seu pai e de seu avô. Na ânsia de fugir, sua ama o derrubou do colo e ele ficou aleijado.

Depois que Isbosete morreu, todas as tribos de Israel foram a Hebrom. Disseram que também eram parentes de Davi. Que, na verdade, quando Saul reinava, era Davi quem liderava o exército de Israel. Eles sabiam que o Senhor lhe dissera que reinaria. Que seria o pastor de Seu povo.

Fizeram um acordo, diante do Senhor, com todas as autoridades de Israel. E ungiram Davi rei sobre Israel. É a terceira vez que Davi é ungido. Primeiro por Saul, diante de sua família. Depois pelas autoridades de Judá. Agora, pelas autoridades de Israel.

Estava com trinta anos quando começou a reinar. Reinou sobre Judá sete anos e meio e, em Jerusalém, sobre todo Israel, por trinta e três anos.

Quando foi ungido rei de Israel, Jerusalém ainda era habitada pelos jebuseus. Davi foi com seus soldados para conquistá-la. Os jebuseus riram de Davi. Disseram que até os coxos e cegos eram capazes de impedí-lo de entrar em Jerusalém. Achavam que estavam seguros.

Davi tomou a fortaleza de Sião. Entraram pelo túnel de água. Esse túnel é o túnel que o rei Ezequias mandou fazer. Tive o privilégio de conhecê-lo. Somente uma pessoa, de cada vez, passa por ele. Em muitos pontos é necessário abaixar-se. E a água corre o tempo todo. Batia na minha coxa. Acredito que na época devia correr mais água ainda. http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/quem-e-o-seu-deus.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html

O rei foi morar na fortaleza de Sião, que passou a ser chamada Cidade de Davi. Ele a ampliou.
Davi foi se tornando mais e mais poderoso. Por um motivo: O Senhor era com ele. Não foi porque era um excelente soldado ou líder (embora fosse), mas porque o Senhor era com ele. Esse é o motivo real de seu crescimento e empoderamento.

Hirão, rei de Tiro, lhe enviou mensageiros com madeira de cedro, carpinteiros e pedreiros. Eles construíram um palácio para Davi. Assim, Davi compreendeu que o Senhor o confirmara como rei sobre Israel, exaltando seu reino por amor ao Seu povo.

Essa simplicidade de Davi me toca profundamente. Foi crescendo porque o Senhor era com ele. Compreendeu que o Senhor o confirmara por amor ao Seu povo. Não por ele apenas.

Quando se mudou para Jerusalém, tomou mais esposas e concubinas. E ali, teve mais onze filhos. Quando estava em Hebrom teve seis. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-32-39.html

Os filisteus ficaram sabendo que Davi se tornara rei sobre Israel. Reuniram-se para atacá-lo. Queriam capturá-lo. Quando soube, foi para a fortaleza. É claro que o novo rei deve ir contra os filisteus e atacá-los. Mas, antes de ir, perguntou ao Senhor se deveria ir, se seria vitorioso.

Em nossa caminhada com o Senhor não existe o óbvio. Precisamos orar e pedir Sua direção. Sempre. A cada dia. Para cada situação.

O Senhor respondeu que sim, Davi deveria ir. O Senhor os entregaria. E, de fato, os entregou. Ele foi como uma violenta inundação sobre seus inimigos.

Depois de um tempo, novamente os filisteus acamparam-se contra Davi. E novamente ele orou, perguntando se deveria atacá-los. O Senhor lhe disse que desta vez não deveria atacá-los de frente. Daria a volta por trás deles. Atacaria próximo às árvores. Mas devia esperar. Quando ouvisse um som como de pés marchando por cima das árvores, atacaria. Era um sinal de que o Senhor estava indo à sua frente. Para derrotar o exército inimigo. Davi obedeceu. E derrotou os filisteus.

Ah, como precisamos aprender a pedir orientação ao Senhor em tudo que fazemos. Antes de fazer. E não, como muitas vezes, pedir que Ele conserte o que fizemos quando não pedimos Sua orientação.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 22 de março de 2019

2 Samuel 3.2-39

Leitura do dia 22/03.

Na postagem anterior vimos Davi sendo informado da morte de Saul e Jônatas. Vimos seu choro. Seu jejum e sua lamentação. Também vimos Davi sendo ungido para ser rei sobre Judá.

O restante de Israel segue Isbosete, filho de Saul, colocado no poder por Abner, chefe do exército de Saul.

Também vimos a morte de Asael, irmão de Abisai e Joabe. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-11-31.html

Agora, leremos o capítulo três. A partir do versículo dois.

Davi teve seis filhos enquanto vivia em Hebrom. Cada filho de uma esposa. Será que vai dar confusão?

Abner torna-se cada vez mais poderoso na casa de Saul. A guerra entre a família de Saul e Davi continua.

Um dia Isbosete o acusa de ter se deitado com uma das concubinas de Saul. Se deitou ou não, o texto não fala, mas ele ficou furioso. Disse que havia feito muito pela família de Saul. Cansou. Agora ia proclamar Davi rei sobre todo o Israel, desde Dã ao norte, até Berseba ao sul.

Isbosete não falou mais nada. Tinha medo do que Abner pudesse fazer.

Abner mandou mensageiros a Davi para fazerem um acordo. Ele o ajudaria a conseguir o trono de todo o Israel. Ficou realmente indignado.

Davi disse que só faria um acordo se sua esposa, Mical, filha de Saul lhe fosse devolvida. Ele mandou uma mensagem a Isbosete, ordenando sua devolução.

Isbosete mandou tirar Mical, sua irmã, de seu marido, Palti. Ele a seguiu até Baurim, chorando o caminho todo, até que Abner lhe ordenou que voltasse para casa. Que situação terrível. Mical era esposa de Davi. Foi dada a outro homem. Que se apegou muito a ela, conforme vemos em sua despedida. Agora, ela é devolvida a Davi. Consegue imaginar o coração dessa mulher?

Depois disso, Abner reuniu as autoridades de Israel. Disse-lhes que fazia tempo que queriam colocar Davi como rei. Agora era a hora de agir. Então, com a concordância das autoridades de Israel e até de Benjamim, Abner foi, com vinte homens, encontrar-se com Davi.

Davi os recebeu com um banquete. Combinaram que Abner convocaria uma reunião de todo o Israel para apoiá-lo. Fariam uma aliança com ele. Davi governaria sobre tudo que seu coração desejasse.
Davi se despediu. Abner foi em paz para sua casa.

Joabe não estava ali quando essa reunião aconteceu. Quando chegou, com alguns despojos, ficou sabendo. Foi até o rei Davi e perguntou o que fizera. Disse que Abner havia ido para espioná-lo.

Joabe enviou mensageiros a Abner, sem o conhecimento de Davi, ordenando-o que voltasse. Quando Abner voltou, ele o chamou para um lado, próximo ao portão da cidade, para falar-lhe em particular. Na verdade era uma armadilha. Joabe o matou. Para se vingar de Asael, seu irmão.

Quando Davi soube, disse que suas mãos estavam limpas daquela morte. Que a culpa caísse sobre Joabe e sua família.

Davi ordenou que todos seus homens, inclusive Joabe, rasgassem suas roupas, vestissem saco e lamentassem a morte de Abner.

O rei seguiu o cortejo. Entoou uma canção fúnebre. E chorou em voz alta diante do túmulo. Fez um voto e ficou sem comer durante todo o dia. Ficou muito triste. Havia caído um grande comandante em Israel.

O povo lamentou a morte de Abner. O voto de Davi agradou a todos. Na verdade, tudo que o rei fazia, eles aprovavam.

Davi disse que, embora fosse o rei ungido, Joabe e Abisai eram fortes demais para que ele os controlasse. Ele os entregou ao Senhor.

Que tristeza essa situação!

Ficamos por aqui. Amanhã leremos 2 Samuel, do capítulo quatro ao capítulo seis.

Espero você. Até lá.

2 Samuel 1.1-3.1

Leitura do dia 22/03.

Começamos uma nova caminhada. Um novo livro nos espera, 2 Samuel.

Ontem vimos que os filisteus ficaram com medo de Davi e seus homens irem para a guerra e se voltarem contra eles. Ziclague foi saqueada. Davi e seus homens se desesperam, mas Davi encontra ânimo no Senhor. Pede instruções. Vai atrás dos saqueadores e recupera tudo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-291-3031.html

Também vimos, com grande tristeza, a derrota do exército de Israel. E a morte e Saul e seus três filhos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-311-13.html

E terminamos o livro de 1 Samuel.http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html

Agora, leremos os três primeiros capítulos de 2 Samuel.

Davi regressou a Ziclague. Ficou ali dois dias. No terceiro dia um homem, amalequita, veio correndo até ele. Contou-lhe da grande derrota de Israel diante dos filisteus, bem como da morte de Saul e Jônatas.

Davi quis saber como ele tivera conhecimento da morte dos dois. O jovem contou que viu Saul sobre sua espada. Quase morto. Sofrendo muito. Ele pediu que o matasse. Sua dor era insuportável. Queria morrer.

O homem disse que o matou. Em seguida, pegou sua coroa e seu bracelete e os levou a Davi.

Quando Davi e seus homens ouviram a notícia rasgaram suas vestes. Lamentaram, choraram e jejuaram o dia todo. Por Saul e Jônatas. Pelo exército do Senhor e por Israel. Muitos haviam morrido naquele dia.

Davi perguntou ao jovem que trouxera a notícia, como ele não temera matar o ungido do Senhor. Chamou um de seus soldados e mandou que o matassem. Disse-lhe que ele próprio se condenou quando afirmou que matara o ungido do Senhor.

Davi, poeta e músico, entoou um cântico fúnebre para Saul e Jônatas. Ordenou que se ensinasse ao povo de Judá. O cântico do Arco. Um cântico notadamente triste.

Os valentes de Israel caíram. Jônatas está morto sobre os montes.

Davi chora por ele, seu irmão, seu amigo querido que tanto estimava. Seu amor por Davi era precioso, mais que o amor das mulheres. Um amor puro. Sem interesses.

É imensamente triste quando perdemos um amigo!

Depois disso, Davi não saiu feito um louco por Israel se autoproclamando rei. Sabia que era rei. Mas não se ungiria. Ele orou. Perguntou ao Senhor se devia voltar para alguma das cidades de Judá. O Senhor lhe respondeu que sim. Davi perguntou qual cidade. E o Senhor lhe indicou Hebrom.

Ele, seus homens e suas famílias partiram. Estabeleceram-se nos povoados vizinhos a Hebrom.
Os homens de Judá foram até ele e o ungiram rei sobre Judá. Como deveria ser. Foi ungido pelo Senhor e, agora, reconhecido pelos homens, que o colocaram na posição de rei.

Ele ficou sabendo que os homens de Jabes-Gileade deram a Saul e seus filhos um sepultamento digno. Enviou-lhes uma mensagem abençoando-os. Que o Senhor os recompensasse. Mas não apenas o Senhor, ele os recompensaria também. Aproveitou a mensagem e disse que havia sido ungido rei sobre Judá.

Mas, Abner, chefe do exército de Saul, que saiu ileso da batalha, havia levado Isbosete, filho de Saul, para Maanaim. Lá o proclamou rei sobre Gileade, Jezreel, Efraim, Benjamim, sobre a terra dos assuritas e todo o restante de Israel.

Enquanto isso, o povo de Judá permaneceu leal a Davi. Hebron tornou-se a capital. Ele reinou sobre Judá durante sete anos e meio.

Um dia, o exército de Israel, conduzido por Abner e o exército de Judá, conduzido por Joabe, entraram em guerra. Antes de batalharem corpo a corpo, Abner sugeriu que alguns guerreiros lutassem em confronto direto. Como Golias sugerira. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-171-57.html

Doze soldados de Benjamim contra doze soldados de Davi. Eles se agarraram pela cabeça e cravaram a espada. Um ao lado do outro. Todos morreram. Juntos.

Então, a batalha começou. Os soldados de Davi derrotaram os soldados de Abner.

Asael, que era irmão de Joabe e Abisai e, corria como uma gazela, saiu em perseguição a Abner.

Lembra que Davi disse que Abner era incomparável? Pois é. Pediu duas vezes para que Asael parasse de perseguí-lo. Não queria matá-lo. Não sabia como encararia Joabe. Mas Asael não parou. Abner o matou. Com a parte de trás de sua lança.

Asael caiu morto no chão. Todos que passavam por ele, paravam.

Joabe e Abisai saíram em perseguição a Abner. Já estava anoitecendo.

Abner gritou para que Joabe parasse. Será que não percebia que aquela batalha só traria amargura?
É muito triste ver irmãos lutando entre si. Eram todos filhos de um mesmo pai, Jacó. Agora, estavam ali se matando.

Joabe o atendeu. Tocou a trombeta e os homens pararam de perseguir o exército de Israel.

Naquele dia, quando fizeram a contagem, dezenove homens além de Asael morreram, dos soldados de Davi. Dos soldados de Israel, trezentos e sessenta.

Joabe e seus homens levaram o corpo de Asael a Belém. Enterram-no lá. Na sepultura de seu pai. Depois, caminharam a noite toda até chegarem a Hebrom.

Assim, começou uma guerra entre a família de Saul e a de Davi. A de Davi, cada dia mais se fortalecia, enquanto a de Saul se enfraquecia.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.