Leitura do dia 11/03.
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso Livro. O Livro dos livros.
Ontem terminamos o livro de Juízes. Vimos a terrível idolatria da tribo de Dã. A perversidade da tribo de Benjamim. A terrível história da concubina do levita, covardemente abusada e morta. Israel se unindo para vingar sua morte, guerreando com Benjamim.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-181-31.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-191-30.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-201-48.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-211-25.html
Agora, caminharemos através das páginas do livro de Rute. Para mim, um dos livros mais lindos da Bíblia.
Além de contar a história de uma família de Belém, também conta simbolicamente o maravilhoso amor de nosso Senhor Jesus por todos nós, completamente necessitados de um resgatador, um remidor.
Ainda é a época em que os juízes governam Israel. Houve grande fome na terra.
Um homem de Belém, da tribo de Judá, partiu de sua terra e foi a Moabe, passar um tempo ali. Até que soubesse de boas notícias e pudesse voltar. Era Elimeleque. Sua esposa, Noemi.
O casal tinha dois filhos, Malom e Quiliom.
Estabeleceram-se lá.
Passado um tempo, Elimeleque morreu. Sua esposa, Noemi, “Agradável” é o significado de seu nome, ficou sozinha, com os filhos, solteiros.
Um tempo depois, ambos se casam. Com jovens moabitas. Mas logo, os dois morrem. Sem deixar herdeiros.
Noemi fica só. Sem marido. Sem filhos. Apenas com as duas noras.
Certo dia, em meio a toda aquela tristeza, Noemi ouviu uma notícia. O Senhor visitara Israel. Tiveram boas colheitas.
Ela resolveu voltar para casa. Se é para estar só, melhor estar em sua própria terra. Estrangeira e sozinha era mais do que podia suportar. Havia partido de Israel com seu esposo e filhos e agora voltaria sozinha.
Suas noras, Orfa e Rute, iam acompanhá-la. Elas se relacionavam muito bem. Como deve ser.
Mas Noemi ponderou. O que podia fazer por elas? Absolutamente nada. Moabitas. Viúvas. Sem filhos. Conversou com ambas.
Em meio a toda sua dor, pensou em suas noras com carinho e amizade. Com amor. Como a mãe que deseja o melhor. Liberou-as para voltar à casa de seus pais. Ela as abençoou. E as abraçou, despedindo-se.
Orfa e Rute choraram muito e disseram que não a deixariam. Uma amizade linda. Entre noras e sogra.
Noemi, pensando no futuro delas, reafirma que devem voltar. Não há futuro ao seu lado. Em casa ainda podem ter uma nova história. Mas Noemi não tem o que oferecer. Não se casará novamente. E, ainda que casasse e gerasse filhos, seria tarde demais. Não poderiam esperar esse tempo todo.
Noemi fala às noras que sua situação é muito mais amarga que a delas. O próprio Senhor está contra ela. Sua dor era tão grande que não conseguia enxergar o Senhor ao seu lado.
Orfa pensa um pouco melhor e mesmo com tristeza, se despede de Noemi. Despedem-se com um abraço e choram novamente. Orfa beija Noemi e volta para sua casa. Rute não. Ela gruda em Noemi. Firmemente.
A amargura de Noemi é tão grande que aconselha Rute a também voltar para o seu povo e o seu deus.
Rute dá a ela uma resposta tão linda que, comumente é usada em casamentos. Onde Noemi estiver, também estará. Onde viver, viverá. O povo de Noemi será seu povo. O Deus de Noemi, seu Deus. E até onde Noemi morrer, também morrerá e será sepultada.
Percebemos que já é assim. Rute conhece o Senhor. Com certeza, foi apresentada a Ele por esta família, que fez diferença em sua vida. Ela invoca para si uma maldição. Que o Senhor, que ela conhece e também é o seu Senhor, a castigue severamente, se ela permitir que qualquer coisa, a não ser a morte, as separe.
Fico imaginando seu coração. Perdeu o marido. Como Noemi, uma viúva. Na casa de seu pai tudo seria mais fácil, inclusive casar-se novamente. Mas, em nome de uma amizade, um amor que havia crescido pela mãe de seu marido, resolve deixar o único lugar onde poderia ter algum conforto e se aventura a ir para um país, onde seria olhada de uma forma não muito simpática. Era moabita. Mulher. Viúva.
Em Deuteronômio 23.3 está escrito que “Nenhum amonita ou moabita, até a décima geração, fará parte do povo de Deus, o Senhor. Eles deverão permanecer de fora”. Não sei se já havia passado dez gerações. O fato é que era moabita.
As duas seguem viagem. Juntas.
Quando chegam a Belém, a cidade fica agitada. As mulheres olham e não têm certeza. Será Noemi?Não a reconhecem, tamanha sua dor. Provavelmente envelheceu muito, tamanha tristeza. Não havia mais nenhuma alegria em seu coração. Seu espírito estava abatido. Seu rosto, envelhecido.
"Um coração contente alegra o rosto, mas o coração triste abate o espírito." - Provérbios 15.13
A situação de uma viúva àquela época era muito complicada, principalmente se não tivesse um filho. Ela perdera o marido e os dois filhos. Perdera tudo.
Quando foram falar com elas, Noemi pede que não a chamem mais pelo nome “Agradável”. Seu nome agora é Mara, “Amarga”. Sua alegria se fora. Junto com seu marido e seus filhos. Não lhe resta mais nada. Apenas estava ali, para viver um dia após o outro e morrer em sua terra.
Estava começando a colheita da cevada.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 11 de março de 2019
Rute 1.1-22
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Números 32.1-33.56
Leitura do dia 14/02.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Êxodo 15.22-27
Leitura do dia 20/01.
Na postagem anterior, vimos Israel atravessar o Mar Vermelho, com os pés enxutos. O exército de Faraó, no entanto, não conseguiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
Agora, caminharemos através do versículo vinte e dois ao versículo vinte e sete do capítulo quinze.
Quando atravessaram o Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo para o deserto de Sur.
Caminharam três dias pelo deserto. Sem encontrar água, até que chegaram a um lugar onde encontraram. Quando experimentaram, a água era amarga demais para beber. Chamaram o lugar de Mara.
O povo esqueceu rapidamente o que o Senhor fizera por eles ao atravessarem o Mar Vermelho a seco. Começaram a se queixar. Voltaram-se contra Moisés.
Amo Moisés. Ele não apontou sua vara para o povo. Clamou ao Senhor. O Senhor mostrou-lhe um pedaço de madeira. Ele a jogou na água e ela pôde ser bebida. Simples assim.
Neste lugar o Senhor instituiu um decreto, como norma, para provar a fidelidade do povo. Se ouvissem com atenção à Sua voz e fizessem o que era certo aos Seus olhos, obedecendo Seus mandamentos e cumprindo Seus decretos, nenhuma das pragas que caíram sobre o Egito, cairiam sobre eles. Ele é o Senhor que sara.
Quantas vezes caminhamos três dias pelo deserto e, finalmente, quando encontramos água, elas são amargas? Precisamos confiar no Senhor. Clamar a Ele para que abra nossos olhos. Muitas vezes precisamos passar por Mara. É onde o Senhor prova nossos corações.
Mas sabe o que há depois de Mara? Elim.
Quando saíram de Mara foram até Elim. Lá encontraram doze fontes de águas e setenta palmeiras. Acamparam ali, junto às águas. À sombra das palmeiras. Em um maravilhoso oásis.
Assim termina o capítulo quinze. Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos Israel atravessar o Mar Vermelho, com os pés enxutos. O exército de Faraó, no entanto, não conseguiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
Agora, caminharemos através do versículo vinte e dois ao versículo vinte e sete do capítulo quinze.
Quando atravessaram o Mar Vermelho, Moisés conduziu o povo para o deserto de Sur.
Caminharam três dias pelo deserto. Sem encontrar água, até que chegaram a um lugar onde encontraram. Quando experimentaram, a água era amarga demais para beber. Chamaram o lugar de Mara.
O povo esqueceu rapidamente o que o Senhor fizera por eles ao atravessarem o Mar Vermelho a seco. Começaram a se queixar. Voltaram-se contra Moisés.
Amo Moisés. Ele não apontou sua vara para o povo. Clamou ao Senhor. O Senhor mostrou-lhe um pedaço de madeira. Ele a jogou na água e ela pôde ser bebida. Simples assim.
Neste lugar o Senhor instituiu um decreto, como norma, para provar a fidelidade do povo. Se ouvissem com atenção à Sua voz e fizessem o que era certo aos Seus olhos, obedecendo Seus mandamentos e cumprindo Seus decretos, nenhuma das pragas que caíram sobre o Egito, cairiam sobre eles. Ele é o Senhor que sara.
Quantas vezes caminhamos três dias pelo deserto e, finalmente, quando encontramos água, elas são amargas? Precisamos confiar no Senhor. Clamar a Ele para que abra nossos olhos. Muitas vezes precisamos passar por Mara. É onde o Senhor prova nossos corações.
Mas sabe o que há depois de Mara? Elim.
Quando saíram de Mara foram até Elim. Lá encontraram doze fontes de águas e setenta palmeiras. Acamparam ali, junto às águas. À sombra das palmeiras. Em um maravilhoso oásis.
Assim termina o capítulo quinze. Continuamos na próxima postagem. Até já.
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domingo, 12 de junho de 2016
Josué, uma semente no deserto
Vamos caminhar um pouco pelas páginas da história de Josué e aprender com ele?
Era escravo no Egito. Foi libertado pelo Senhor, como todos os israelitas. Presenciou as maravilhas que o Senhor operou para libertar o povo de Israel. Viu o Mar Vermelho se abrir. Como todos os outros.
Teve sede como todos. Teve que acampar em Mara. Viu água saindo da rocha. Chegou a Elim.
Passou exatamente por tudo que os outros passaram. Fez escolhas diferentes.
Servia a Moisés. Subiu o monte com ele. E em Êxodo 33.11, vemos que não se afastava da Tenda do Encontro. Mesmo quando Moisés voltava ao acampamento, continuava lá. Tinha sede de Deus. De estar no lugar onde o Senhor aparecia. Estar em Sua presença.
Durante a caminhada pelo deserto, diversas rebeliões se levantaram. Josué permaneceu fiel. Não participou de nenhuma.
Ao longo desta caminhada, foi sendo forjado por Moisés e por Deus a ser um líder. Vendo Moisés agir. Ouvindo o Senhor. Gastando tempo na Tenda do Encontro. Um passo de cada vez.
Quase não ouvimos falar dele, exceto um detalhe aqui, outro ali. Como uma semente escondida na terra e crescendo, crescendo. Silenciosamente. Secretamente. Solitariamente. Regada pelo Senhor. Fortalecida por suas escolhas.
Foi escolhido para ser um dos doze espias e “conferir” se a terra era de fato boa. Com os outros onze homens, explorou aquela terra, por quarenta dias. Viu tudo que os outros viram. Mas diferente dos outros dez, junto com Calebe, afirmou que a terra era excelente e que o Senhor a daria, como havia prometido. Viu os gigantes, as cidades fortificadas, mas afirmou, com toda certeza, que o Senhor era com eles, e conquistariam a terra.
Quando o Senhor está prestes a recolher Moisés, informa que Josué será aquele que levará o povo de Israel a tomar posse da terra.
Todos os homens de guerras, soldados e guerreiros que saíram do Egito, tombaram no deserto, exceto Josué e Calebe. Guerreiros. Saíram do Egito. Morreram no deserto.
O deserto não é lugar para a morte de guerreiros. É lugar de treinamento. De crescimento. Não de morte. Mas quantos guerreiros são derrotados e morrem em suas areias! Tragicamente.
Qual o segredo de Josué? Quarenta anos no deserto. Permaneceu na presença do Senhor. Sabia quem Yahweh era. Sabia quem ele era. E para onde estava indo. Seus olhos estavam na terra que havia sido prometida.
O deserto era real. Era o seu dia a dia. Josué acordava, olhava em volta. Acampamento. Areia, pó e pedras.
Mas a terra que havia sido prometida também era real. Mesmo que não estivesse vendo. Seus pensamentos estavam na terra que manava leite e mel. Permaneceu fiel. A Yahweh e Suas promessas. Olhava o seu futuro.
Podemos estar vivendo no deserto. Atravessando-o. Dormindo e acordando nele. Ainda que sejamos, como Josué, daqueles que não se apartam da Tenda do Encontro. Que não participam de rebeliões. Que servem com lealdade. Que validam a Palavra do Senhor. Que animam o povo a prosseguir. A crer. Mas precisamos crer que será apenas o tempo que precisamos para sermos forjados. E nos tornarmos os líderes que levarão o povo do Senhor a tomar posse de sua terra, de seu futuro.
Que aprendamos com Josué, a crer nas promessas do Senhor. A ter um coração submisso. A não permitir que nenhuma raiz de amargura cresça e estrague a semente que está sendo germinada junto ao Senhor, no secreto, no solitário, na Tenda do Encontro. Nós e Ele. Ele e nós.
Em breve, ainda que consideremos um longo tempo, estaremos tomando posse das promessas que o Senhor tem para nossas vidas. Abençoando e liderando pessoas a fazerem o mesmo.
Que caminhemos em obediência, gratidão e expectativa. A cada dia.
Muito ainda temos pela frente e precisamos ouvir atentamente o que o Senhor tem a nos ensinar.
Era escravo no Egito. Foi libertado pelo Senhor, como todos os israelitas. Presenciou as maravilhas que o Senhor operou para libertar o povo de Israel. Viu o Mar Vermelho se abrir. Como todos os outros.
Teve sede como todos. Teve que acampar em Mara. Viu água saindo da rocha. Chegou a Elim.
Passou exatamente por tudo que os outros passaram. Fez escolhas diferentes.
Servia a Moisés. Subiu o monte com ele. E em Êxodo 33.11, vemos que não se afastava da Tenda do Encontro. Mesmo quando Moisés voltava ao acampamento, continuava lá. Tinha sede de Deus. De estar no lugar onde o Senhor aparecia. Estar em Sua presença.
Durante a caminhada pelo deserto, diversas rebeliões se levantaram. Josué permaneceu fiel. Não participou de nenhuma.
Ao longo desta caminhada, foi sendo forjado por Moisés e por Deus a ser um líder. Vendo Moisés agir. Ouvindo o Senhor. Gastando tempo na Tenda do Encontro. Um passo de cada vez.
Quase não ouvimos falar dele, exceto um detalhe aqui, outro ali. Como uma semente escondida na terra e crescendo, crescendo. Silenciosamente. Secretamente. Solitariamente. Regada pelo Senhor. Fortalecida por suas escolhas.
Foi escolhido para ser um dos doze espias e “conferir” se a terra era de fato boa. Com os outros onze homens, explorou aquela terra, por quarenta dias. Viu tudo que os outros viram. Mas diferente dos outros dez, junto com Calebe, afirmou que a terra era excelente e que o Senhor a daria, como havia prometido. Viu os gigantes, as cidades fortificadas, mas afirmou, com toda certeza, que o Senhor era com eles, e conquistariam a terra.
Quando o Senhor está prestes a recolher Moisés, informa que Josué será aquele que levará o povo de Israel a tomar posse da terra.
Todos os homens de guerras, soldados e guerreiros que saíram do Egito, tombaram no deserto, exceto Josué e Calebe. Guerreiros. Saíram do Egito. Morreram no deserto.
O deserto não é lugar para a morte de guerreiros. É lugar de treinamento. De crescimento. Não de morte. Mas quantos guerreiros são derrotados e morrem em suas areias! Tragicamente.
Qual o segredo de Josué? Quarenta anos no deserto. Permaneceu na presença do Senhor. Sabia quem Yahweh era. Sabia quem ele era. E para onde estava indo. Seus olhos estavam na terra que havia sido prometida.
O deserto era real. Era o seu dia a dia. Josué acordava, olhava em volta. Acampamento. Areia, pó e pedras.
Mas a terra que havia sido prometida também era real. Mesmo que não estivesse vendo. Seus pensamentos estavam na terra que manava leite e mel. Permaneceu fiel. A Yahweh e Suas promessas. Olhava o seu futuro.
Podemos estar vivendo no deserto. Atravessando-o. Dormindo e acordando nele. Ainda que sejamos, como Josué, daqueles que não se apartam da Tenda do Encontro. Que não participam de rebeliões. Que servem com lealdade. Que validam a Palavra do Senhor. Que animam o povo a prosseguir. A crer. Mas precisamos crer que será apenas o tempo que precisamos para sermos forjados. E nos tornarmos os líderes que levarão o povo do Senhor a tomar posse de sua terra, de seu futuro.
Que aprendamos com Josué, a crer nas promessas do Senhor. A ter um coração submisso. A não permitir que nenhuma raiz de amargura cresça e estrague a semente que está sendo germinada junto ao Senhor, no secreto, no solitário, na Tenda do Encontro. Nós e Ele. Ele e nós.
Em breve, ainda que consideremos um longo tempo, estaremos tomando posse das promessas que o Senhor tem para nossas vidas. Abençoando e liderando pessoas a fazerem o mesmo.
Que caminhemos em obediência, gratidão e expectativa. A cada dia.
Muito ainda temos pela frente e precisamos ouvir atentamente o que o Senhor tem a nos ensinar.
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