Leitura do dia 25/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Números 32.1-33.56
Leitura do dia 14/02.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
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